10 dicas para escolher uma Clínica de recuperação em São Paulo

10 dicas para escolher uma Clínica de recuperação em São Paulo – Entenda como escolher a melhor clínica de reabilitação para dependentes químicos e alcoólatras.

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Quando o assunto é escolher uma boa clínica de recuperação, muitas dúvidas podem de fato começar a surgir.

A verdade é que muitas pessoas ainda possuem a ideia errada de que uma clínica se assemelha a um ambiente hostil, de maus tratos ou que

se assemelhe em a um ambiente hospitalar pouco humano com exacerbada introdução medicamentosa.

Essa é uma visão completamente errada, mas com sentido de existir.

Antigamente, a dependência química era vista como falta de caráter, defeito moral ou simplesmente uma patologia de saúde mental qualquer.

O tratamento das psiquiatrias eram no sistema manicomial, nada humano, e que não existe mais definitivamente a quase meio século.

Após a reforma psiquiátrica e as duras críticas do modelo hospitalocêntrico, o sistema de atendimento foi modernizado, e mesmo para o tratamento

de patologias de saúde mental em níveis moderados e avançados esse modelo não é mais utilizado.

A política de saúde mental do SUS mudou, bem como a de todo país. A implantação do CAPS foi um grande marco.

Mais tarde, o CAPS se subdividiu em unidades que pudessem dar suporte a qualquer demanda de saúde mental, e então foram criados os CAPS AD – Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas.

Com o avanço dos estudos de cada patologia de saúde mental, a dependência química recebeu uma nova abordagem tendo como protocolo de atendimento, a humanização, exigindo um plano individual de tratamento e

a visando, sobretudo redução da introdução medicamentosa, optando por alternativas terapêuticas como o protocolo Minnesota de NA e AA, associados a uma série de outras alternativas.

Foi então revisto como deveria ser o tratamento de dependência em geral e:

Nascem as clínicas de reabilitação e as Comunidades Terapêuticas.

Com o propósito sobretudo de oferecer um tratamento humanizado, focado nas necessidades individuais de cada acolhido, e com a ideia de unir

terapias alternativas, terapias convencionais, atendimento psicoemocional, atenção as relações e cuidados com o aspecto social de cada residente,

espiritualidade de modo ecumênico, atendimentos individuais, reuniões em grupo e consultas com médicos especializados nessa demanda.

Há um cronograma de atividades estabelecido com horários destinados a alimentação, despertar, recolher, atendimentos, reuniões e mais.

Atividades físicas, acompanhamento nutricional, horários para dormir e acordar ajudam o processo de recuperação sobretudo no aspecto físico, na parte de desintoxicação.

Desta forma, com a soma de frentes terapêuticas, a introdução medicamentosa entra sobretudo como SUPORTE quando necessário, e não mais como BASE do tratamento de dependentes químicos

e alcoólatras.

É, todavia, importante saber que dentro de uma comunidade terapêutica ou clínica de recuperação, o acolhido receberá apoio de uma equipe plural

que o atenderá em conjunto, todavia desenhando individualmente um plano de ação pensado nas necessidades daquele acolhido.

Esse, por sua vez, será submetido a uma série de abordagens que promovem uma mudança de dentro para fora, contemplando todos os

aspectos comprometidos pela doença.

A propósito, a dependência química é uma doença reconhecida pela OMS, da qual é prejudicial não só a saúde física do dependente químico

como também compromete os aspectos sociais e de relações, psicológicos, emocionais. Doença crônica, progressiva e fatal.

Multifacetada, de múltiplas causas e que pode acarretar em morte e destruição, inclusive no núcleo familiar.

Não obstante são os casos de acidentes e violência relacionados ao uso excessivo de drogas, além da marginalização e pequenos delitos cometidos sobretudo

para que se possa obter a substância.

Embora seja um problema de saúde pública, a rede nacional de saúde não oferece tratamento de internação gratuita para dependência química.

O modelo do SUS se limita ao atendimento ambulatorial através do CAPS.

O Estado de São Paulo, no entanto, oferece o programa recomeço, que encaixa vagas de internação em clínicas particulares custeadas pelo Estado para pacientes voluntários, (programa só se aplica em São Paulo).

1 – Tratamento – 10 dicas para escolher uma Clínica de recuperação em São Paulo

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Tratamento oferecido nas clínicas de recuperação em SP

A primeira dica que temos para quem busca escolher uma clínica de recuperação em São Paulo é: Conheça o tratamento!

Apesar de sabermos, como mencionado anteriormente, que o tratamento deve ser humanizado, contar com apoio de uma equipe, e que sobretudo

deve oferecer uma série de opções de métodos diferenciados de tratamentos, conhecer a abordagem da clínica antes de efetuar o contrato

e ingressar é extremamente importante, isso porque, é todavia necessário que haja um tratamento adequado a demanda individual do acolhido.

Por exemplo, se a clínica de reabilitação oferecer tratamento baseado em metodologia Minnesota, que prega sobretudo a confiança em

um Poder Superior maior do que nós, misericordioso e amoroso, no entanto, essa abordagem não tem efeito a pacientes agnósticos ou ateus.

O ideal nesse caso seria uma abordagem humanista, que coloca o paciente como o centro de seu tratamento, sem a necessidade da crença em um Poder Superior.

Poucas clínicas fornecem essa abordagem e é preciso consultar sobre isso para que o tratamento seja adequado.

Conhecer mais detalhes sobre as terapias desenvolvidas, cronograma de atividades, cardápio, periodicidade de atendimentos, visitas e ligações é

de suma importância para escolher uma opção adequada de clínica de recuperação.

2 – Equipe Multidisciplinar – 10 dicas para escolher uma Clínica de recuperação em São Paulo

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Equipe Multidisciplinar

Saber quem serão os profissionais que estarão dispostos a atender os pacientes, periodicidade de atendimento dos mesmos é de suma importância para a eficácia do tratamento.

Uma clínica de recuperação deve contar com uma equipe a qual seja plural, ou seja, completa, para atender a todas as necessidades do acolhido,

Profissionais como psicólogos, psiquiatras, terapeutas, equipe de apoio como coordenadores, monitores, conselheiros em dependência química,

além de nutricionistas e educadores físicos são extremamente importantes para dar suporte em todas as fases do tratamento.

Do acolhimento ao processo de ressocialização o paciente precisa estar com apoio incondicional dessa equipe, que deve sobretudo desenhar um tratamento adequado,

um plano individual, que pode, no decorrer do tratamento, mudar de rota, e ser reestruturado.

São considerados os aspectos físicos, psicológicos, emocionais, sociais no processo de recuperação.

A família tem papel fundamental durante todo o processo e deve ser comunicada sobre mudanças, evoluções e introdução medicamentosa, quando necessário.

Comorbidades provenientes do uso abusivo de drogas e álcool podem ser tratadas durante a internação também.

Em sua consulta, não hesite em perguntar sobre a quantidade de atendimento com psicólogos e psiquiatras, sobretudo, esses profissionais são muito importantes nesse processo de recuperação.

3 – Estrutura Física – 10 dicas para escolher uma Clínica de recuperação em São Paulo

A estrutura física do local deve ser considerada na hora da busca por uma clinica de recuperação em SP ou em qualquer lugar do Brasil.

Precisamos pensar no bem estar do acolhido para que o tratamento seja de fato aproveitado.

Ter um local harmonioso, que transmita bem estar, limpo e organizado, permite que o dependente químico tenha foco em seu tratamento.

Obviamente, que ainda que as clínicas escolhidas pela família sejam as luxuosas opções de alto padrão, o ambiente não é a casa do paciente, e nada como a casa da gente.

Embora a clínica não seja o seu lar, será a sua morada por um período, e precisa ser ao menos confortável e habitável.

Há opções ainda que no baixo custo com acomodações arejadas, organizadas e limpas.

Que de fato permitem uma mudança estratégica no estímulo a auto reflexão, o contato com a natureza também é uma boa opção.

A questão da localização ser próxima a residência pode ser uma facilidade na logística familiar, porém não é o mais adequado para pacientes voluntários ou involuntários.

Isso porque eles podem se sentir tentados a sair antes do período determinado, e demoram mais para focar no tratamento, pois suas mentes trabalham sempre na

possibilidade de um contato externo, uma vez que estão próximos a sua residência.

O ideal é buscar por uma clínica um tanto quanto afastada de sua residência, mas não muito distante ao ponto de prejudicar a família nas visitas.

4 – Documentação da unidade

Infelizmente assim como em todos os ramos de atividades, há clínicas de recuperação clandestinas, ou seja, que não possuem a devida documentação necessária

para trabalhar.

Essas unidades não podem receber pacientes, e caso a família faça uma internação nesses locais, corre o risco de ter uma visita inesperada dos órgãos fiscalizadores,

que além de multar e prender os proprietários, libera todos os pacientes, inclusive os involuntários muitas vezes sem aviso prévio,

Sem contar que confiar em um estabelecimento sem as devidas documentações não garante o bom serviço, uma vez que não há fiscalização.

Essa seria portanto a dica número um, cheque a documentação da unidade antes de fechar um contrato.

O risco de maustratos, negligência, falta de profissionais adequados, de cardápio monitorado, falta de segurança é muito alto.

Os documentos necessários para o funcionamento de uma clínica de recuperação são:

  • AVCB
  • CNPJ
  • Licença de funcionamento
  • Alvará de vigilância sanitária

Se certifique sempre da documentação antes de concluir o processo de internação.

5 – Periodicidade de atendimento com os profissionais

10 dicas para escolher uma Clínica de recuperação em São Paulo
Periodicidade de atendimentos com os profissionais

Saiba qual os dias e horários seu ente querido (ou você se for uma internação voluntária) receberão atendimentos dos profissionais, conheça esses profissionais.

Tente contato com o terapeuta responsável sempre que preciso para conhecer o método e a evolução.

Ter um acompanhamento em tempo correto é de suma importância para a eficácia do tratamento

6 – Periodicidade de visitas e ligações

Conhecer de fato quais são os dias e horários em que seu ente querido poderá receber visitas e ligações é importante.

Entenda se a visita pode ser previamente agendada.

Em via de regra, as visitas são mensais e as ligações são semanais.

7 – Serviços extras

Muitas unidades de recuperação oferecem serviços extras como por exemplo coach pessoal, profissional, acompanhamento terapêutico

aulas de inglês, massoterapia e outras atividades que podem ser complementares ao tratamento, conheça a programação e o que ela oferece.

8 – Capacidade total e atual de pacientes

Entenda a quantidade de pacientes que a clínica pode acolher de forma geral, e quantos pacientes ela está atualmente acolhendo.

9 – Cardápio e quantidades de refeições – 10 dicas para escolher uma Clínica de recuperação em São Paulo

10 dicas para escolher uma Clínica de recuperação em São Paulo
Se certifique do cardápio e número de refeições oferecidos pela clínica

Conheça o cardápio mensal da unidade, veja a variedade de alimentos, número de refeições oferecidos.

Uma alimentação balanceada favorece uma reabilitação saudável do aspecto físico e mental.

10 – O que pode ou não levar – Enxoval

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Enxoval

Uma série de objetos não podem ser levados a determinadas clínicas de recuperação, outras por sua vez permitem uma flexibilização.

10 dicas para escolher uma Clínica de recuperação em São Paulo

Para as famílias que buscam por internação involuntária no entanto, ou mesmo para internação voluntária de pacientes que possuem renda

para custear um tratamento na rede privada, a internação pode ser feita imediatamente, sem a necessidade de fila de espera, em tempo flexibilizado e com as mais variadas opções de serviços.

O Grupo Capital Remoções atua com cerca de 400 clínicas de recuperação em todo o Brasil, particulares e por plano de saúde, visando

sobretudo, oferecer a melhor opção em tratamento, acomodações e serviços.

Atuando com unidades de baixo custo, médio e alto padrão, além de oferecer uma gama de opções a quem busca por clínica de reabilitação que aceita convênio médico.

Atendimento cem por cento humanizado, pensado nas necessidades individuais de cada acolhido.

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