Sabemos que uma das principais preocupações de quem está procurando por uma clínica de recuperação, seja para si mesmo ou para o seu familiar é a quantia a ser paga pelo tratamento e internação.
Afinal, clínicas de qualidade possuem valores mais elevados, são tratamentos específicos, e nem sempre dispomos desse dinheiro.
A primeira dúvida que nos surge é se o plano de saúde cobre tratamento de dependência química.
Uma vez que essa possibilidade facilitaria muito a vida de quem está passando por essa situação.
A Capital Remoções propõe o debate sobre o tema, saiba mais sobre o assunto a seguir.
A resposta é: Sim, o plano de saúde pode cobrir os custos para este tipo de tratamento, veja mais!
Mas, em que situações o plano de saúde cobre tratamento de dependência química?
É importante saber que, para ter esse direito, é necessário cumprir três regras básicas. Veja quais são elas:
1- é preciso ter um encaminhamento médico solicitando a internação.
Esse encaminhamento deve conter o CID (Classificação Internacional de Doenças) da doença – para a internação em clínica de reabilitação deve conter o CID de dependência química ou alcoólica.
2- A cobertura da doença da dependência química / alcoólica precisa ser coberta pelo contrato do plano de saúde.
Ainda que essa vá além das mencionadas na lista da OMS (Organização Mundial da Saúde)
de Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde.
3- Deverá portar o tipo correto de cobertura do plano de saúde, que pode ser Hospitalar, Odontológica, Ambulatorial ou Obstétrica.
Para que seja possível a cobertura da internação em clínica de recuperação, o ideal é o tipo Hospitalar.
Caso você esteja dentro com todos os requisitos acima, a cobertura por parte do tratamento pelo plano de saúde é obrigatória.
É importante ressaltar que há alguns planos de saúde que mesmo com todos os documentos em ordem, negam a cobertura.
Eles alegam que a dependência química é uma doença preexistente, ou seja, uma doença que o contratante sabia que possuía na hora de contratar seu plano.
O que é importante saber é que se, no entanto, o plano não exigiu exames que comprovem que você realmente estava com essa doença antes, eles não podem alegar que ela seja preexistente.
Dessa maneira, nada impede que você continue tendo direito à cobertura do tratamento.
Existe carência ou limite do período de internação na clínica de recuperação?
A resposta é Não, acontece que limitar o tempo de internação do paciente é considerado algo abusivo.
Cada individuo demanda de um tempo específico para concluir seu tratamento,
que tem por variáveis fatores como a gravidade da dependência e do tratamento realizado pela clínica.
Dessa maneira, fica a cargo do médico responsável decidir o período de internação.
Nesse molde, o plano de saúde é obrigado a cobrir os gastos até que o paciente receba a alta médica.
Há ainda a possibilidade de que caso o seu plano de saúde não possua em sua rede credenciada uma clínica de recuperação para dependentes químicos,
o Poder Judiciário pode determinar que o convênio cubra o tratamento integral em uma clínica particular.
Ainda, se, por qualquer outro motivo, o plano de saúde se recusar a cobrir o tratamento, procure a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
E caso a ANS não seja eficientes na resolução do problema, outra alternativa é acionar a Justiça.
Bem, agora que você conhece os seus direitos com relação a internação através de plano de saúde,
pode procurar sem problemas a clínica de recuperação que mais combine com suas necessidades.
Para isso, entre em contato conosco, economize tempo na hora de buscar as melhores clínicas, e receba diversas opções.
Estamos disponíveis 24 horas por dia através de nossa central de atendimento.
Plano de saúde no tratamento da dependência química e do alcoolismo
A dependência química é uma doença progressiva,” incurável” e fatal, que comumente em São Paulo, no Brasil e no mundo todo
atinge diversos indivíduos que fazem o uso abusivo e constante de determinadas drogas álcool também!
O portador desse tipo de doença acaba por não conseguir conter o vício sozinho na maioria das situações,
afetando sua vida toda, física, emocional, psíquica e, consequentemente, a vida social também.
Muitas pessoas (dependentes químicos e alcoólatras) não possuem dinheiro o suficiente para internar seu ente querido em uma clínica de reabilitação
e por conta disso acabam procurando alguns lugares sem o devido preparo para lidar com a doença como comunidades terapêuticas sem qualidade que abrem quase todos os dias.
O fato interessante é que muitos assegurados dos planos de saúde (convênios médicos) desconhecem que os mesmos,
em sua grande maioria oferecem a cobertura integral ou parcial do tratamento em clínica de recuperação / reabilitação para internação especializada em
clinicas de tratamento para dependentes químicos ou alcoólatras para o tratamento de drogas e álcool, alcoolismo, assim como para diversos transtornos mentais.
Neste post de hoje, você verá as principais peculiaridades para utilização dos planos de saúde ou convênios médicos no tratamento da dependência química e do alcoolismo também.
Por qual motivo os planos de saúde (convênios médicos) são obrigados a cobrir o tratamento de recuperação de dependentes químicos ou alcoólatras?
Estudos indicam que diversos fatores que contribuem para uma pessoa iniciar o uso abusivo de drogas ou álcool, como por exemplo,
o envolvimento de familiares no consumo de bebidas alcoólicas ou drogas ilícitas, baixa percepção de apoio dos pais e mães,
ausência de prática religiosa em casa, menor frequência na prática de esportes como Hobbies, violência doméstica constantemente, fator hereditário, dentre muitos outros.
O vício em substâncias químicas (álcool ou drogas) desencadeiam diversos transtornos mentais e de comportamentos, sendo que o tratamento dessas enfermidades demanda,
na maioria dos casos, um período de internação em clínicas de reabilitação para dependentes químicos e alcoólatras especializadas e, por muitas das vezes, ocorrem múltiplos episódios de internação
em diversas clínicas de recuperação em SP, em Minas Gerais, na Bahia e ao redor do mundo.
É a lei de número 9.656/98 que dispõe sobre planos (convênios) e seguros saúde e determina a cobertura total e obrigatória para as doenças listadas na CID 10
– Classificação Estatística Internacional de Doenças e de Problemas Relacionados à Saúde mental.
Essas classificações de enfermidades auxiliam diversos estudos realizados no Brasil e no mundo, análises e monitoramento de incidência de determinadas doenças, bem como a avaliação da assistência à saúde que deverá ser prestada ao paciente.
Embora os planos de saúde (convênios) apresentem diversos empecilhos para custear o respectivo tratamento em clínicas de recuperação / reabilitação em SP e no mundo todo, a legislação atual prevê a cobertura de todos os transtornos mentais listados na CID 10, inclusive casos relacionados à intoxicação ou abstinência provocados pelo uso abusivo de álcool entre outras substâncias entorpecentes.
Em quais casos o plano de saúde ou o convênio médico deve cobrir internação para reabilitação / recuperação de dependência química ou alcoolismo
O adicto (dependente químico ou alcoólatra), para ter acesso à cobertura do plano de saúde, deve cumprir estes 3 requisitos:
Possuir uma solicitação médica para a internação do paciente, com CID identificado e reconhecido da doença;
A doença deve ser coberta pelo contrato de serviço prestado, que pode ir além daquelas listadas Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde mental, da OMS (CID 10);
Possuir o tipo adequado de cobertura do plano (hospitalar geralmente já é aceito).
Para verificar se o seu plano ou convênio é aceito, entre em contato conosco e verifique.
Então, sendo o plano de categoria hospitalar pra cima e havendo um pedido médico diagnosticando o quadro como uma doença listada no Catálogo Internacional de Doenças( CID), a cobertura é OBRIGATÓRIA!!
Você pode consultar os planos de saúde parceiros da Capital Remoções ligando para nós 24 horas, todos os dias!
Existe uma limitação de tempo de internação em uma clínica de reabilitação / recuperação para dependentes químicos ou alcoólatras?
A limitação do tempo de internação em uma clínica de reabilitação / recuperação é considerada abusiva sabia? É sim!
Não há um limite especificado e cada paciente (pessoa) deve ter seu tempo de recuperação / reabilitação em uma clínica respeitado, ficando unicamente a critério da equipe médica da instituição determinar qual o prazo da internação necessário.
A lei 9.656/98 determina que internações hospitalares, inclusive em centros de terapia intensiva e em clínicas básicas de reabilitação para dependentes químicos ou alcoólatras ou especializadas não podem sofrer limitação de dias de internação no tratamento.
A resolução normativa 262/11 da – Agência Nacional de Saúde (A.N.S.) Suplementar também estabelece uma cobertura em número de dias ilimitados, de todas as modalidades de internação hospitalar.
É certo que uma cláusula de contrato que limita o tempo de tratamento em uma clínica de reabilitação que o paciente deve receber é abusiva e não pode prevalecer sobre a saúde física e mental do paciente portador de transtornos psíquicos.
Não há como prevermos qual o tempo de internação necessário em uma clínica de reabilitação para a recuperação total do paciente nesses casos,
que dependem de vários (diversos) fatores. Portanto, não pode a operadora de plano de saúde ou convênio médico pretender estabelecer um prazo específico para o restabelecimento dos pacientes enfermos, eis que somente ao médico cabe prescrever o tratamento adequado e sua extensão.
Além disso também, é muito importante ressaltarmos que a limitação temporal de internação em clínica de reabilitação / recuperação é contrária ao próprio objeto do contrato firmado entre o consumidor e a operadora de plano de saúde ou convênio, que é assegurar a assistência integral à saúde do paciente que possui o convênio médico (plano de saúde).
O plano de saúde cobra a coparticipação após o 30º dia?
Alguns planos de saúde estabeleceram em seus contratos, o prazo de cobertura de até 31 ou 30 dias por ano em casos de internação para reabilitação de dependência química ou alcoolismo e após este prazo especificado, os pacientes começam a pagar apenas uma parte da internação, como 50% do valor total do tratamento.
Alguns contratos podem variar o prazo para até 120 dias, por exemplo. Em todo caso, aplica-se a mesma regra do tópico citado anteriormente, não deve haver limitação de prazo e cobrança de coparticipação, seja após 30, 31 dias, 120 dias ou qualquer outro prazo estabelecido.
Havendo um pedido médico solicitando mais prazo de internação em uma clínica de recuperação ou prazo indeterminado, é abusiva esta cobrança de qualquer valor do paciente ou de sua família, devendo o plano de saúde (convênio médico) cobrir integralmente a internação do paciente na clínica de reabilitação / recuperação para dependentes químicos ou alcoólatras..
O que fazer se o plano de saúde se nega a cobrir a internação em uma clínica (instituição de reabilitação / recuperação)?
O paciente ou familiar pode procurar imediatamente a Agência Nacional de Saúde Suplementar para tentar resolver o problema.
Caso a A.N.S. não resolva ou demore muito a tomar alguma medida, é possível que você acione a Justiça para intervir e obrigar o plano de saúde a cobrir a internação em clínica de recuperação / reabilitação, dentro dos casos acima citados para vocês.
A Capital Remoções trabalha com Reeducação Psicossocial, uma clínica para dependentes químicos que trata o paciente com total respeito e arinho, sempre reconhecendo a doença da dependência química, como biopsicossocial. Uma clínica para dependentes químicos SP que cuida das causas e consequências da doença da adicção e do alcoolismo que o dependente químico ou alcoólatra enfrentam.
Reconhecer o aspecto biopsicossocial da doença da dependência química ou do alcoolismo significa perceber que a dependência química atinge o dependente químico no plano fisiológico, psicológico (mental) e social. Logo a dependência química ou alcoolismo possui determinantes individuais que precisam ser investigados e tratados rapidamente.
Visamos sempre recuperar o dependente químico ou o alcoólatra do uso compulsivo de drogas e álcool.Para tal, a clínica para dependentes químicos SP Capital Remoções atuará nas três frentes da doença, buscando suas causas e desenvolvendo diversas habilidades necessárias para a abstinência duradoura do paciente.
Clínica para dependentes químicos em SP
Uma clínica de recuperação ou reabilitação para dependentes de drogas ou álcool busca resgatar a vida do dependente químico e do alcoólatra a devolver a harmonia para toda uma família. Tratamos o paciente com respeito e com um plano terapêutico realizado que atende às necessidades da família e do paciente.
Os comportamentos desenvolvidos em torno do uso de substâncias psicoativas como o álcool ou as drogas, manifestam-se nas relações sociais do dependente químico e do alcoólatra. O dependente químico acaba que se afasta das pessoas que não usam drogas também, aproximando-se de pessoas que usam. E com o tempo, essas pessoas substituem os velhos “amigos”. Depois a droga ou o álcool começam a fazer parte da identidade do dependente químico e do alcoólatra, pois ele mesmo se reconhece como usuário de drogas ou álcool. Portanto, conforme o uso avança mais, a pressão social mantém o dependente químico e o alcoólatra na situação atual e, muitas vezes,os familiares são as únicas pessoas que são importantes que vão contra este estilo de vida.
A clínica para dependentes químicos deve sempre analisar o quadro social do (paciente) dependente químico ou alcoólatra, com relação a família e os “amigos” também.
A Clínica para dependentes químicos buscará sempre desenvolver as habilidades necessárias para que o dependente de álcool ou dependente de drogas consiga novos vínculos sociais, e seja incentivado a novas formas de lazer porque, quanto mais envolvido no ambiente de uso, menores são os recursos que o dependente possuirá para vislumbrar outras possibilidades de nova vida.
A Clínica para dependentes químicos em SP também analisará o relacionamento familiar do paciente. Esse processo, normalmente envolve sentimentos conflituosos que se transformam em possíveis ressentimentos, por ambas as partes.
Uma clínica para dependentes químicos em SP sabe que não se separa o tratamento biopsicossocial e que a dependência química assim como o alcoolismo afetam o dependente como um todo. Dessa forma, entende que o paciente deve ser tratado com este foco holístico. A equipe interdisciplinar da clínica de reabilitação atuará em todas as frentes para garantir o sucesso total do tratamento.
Nós da Capital Remoções somos referência no tratamento de dependências, com profissionais especializados em Clínicas de recuperação SP.
Com um acolhimento 100% humanizado em nossas unidades de recuperação, com muito amor, carinho e segurança.
Dirigido e Coordenado primeiramente por uma equipe especializada e com apoio de diversos: Médicos, psicólogos, terapeutas 24h e diversos conselheiros especializados.
Trabalhando na maioria das áreas da vida.
Cuidando da parte física, mental e espiritual também!
Contamos com diversas reuniões terapêuticas e atividades como:
– Espiritualidade (ecumênica) – 12 Passos de A.A e N.A. – Partilhas de sentimento – Vídeo Terapia (filmes) – Cultos – Prevenção de Recaidas – Simulado de N.A – Temáticas com especialistas – Consultas Individuais com psicólogas e psiquiatras – Terapia Ocupacional (T.O.) – Acompanhamento familiar (A.F.)
*Oferecemos incluso nas mensalidades:
– Hotelaria – Lavanderia (em algumas clínicas) – 4 a 5 refeições diárias
*Nossas estruturas geralmente dispõe de:
– Amplas Áreas de Lazer e Reflexão – Piscinas – Campos e quadras de Futebol – Quadra Poliesportiva – Salão de Jogos – Quartos *Coletivos, Duplos e individuais – Temos também opções de suítes com ventilador de teto e TV – Escritórios modernos – Enfermaria – Sala de Atendimento individual – Cozinha Industrial e cozinheiras (em algumas unidades) – Refeitório – Horta (em algumas unidades) -Cantina
Clique no link abaixo e tenha acesso ao melhor e maior arquivo com referencias de clínicas de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo SP:
Vítima de 14 anos alegou que internos, de 50 e 33 anos, a obrigaram a tocar nas partes íntimas. Caso foi registrado na delegacia e está sendo investigado.
A Polícia Civil investigou um caso que ocorreu em uma clínica de reabilitação / recuperação para dependentes químicos e alcoólatras, um caso de estupro que teria ocorrido dentro de uma clínica de reabilitação que atende dependentes químicos e pessoas com deficiência mental também, em SP) Boituva Segundo a polícia civil, dois internos são suspeitos de estuprar um adolescente de apenas 14 anos, também paciente da clínica de recuperação em SP.
Ainda de acordo a Civil, a vítima informou que está no local há um mês por ser (dependente químico) e envolvimento com tráfico de drogas também. Contudo, dois internos, de 50 e 33 anos, teriam o obrigado a tocar as partes íntimas deles…
Ainda de acordo com a polícia civil, os suspeitos serão ouvidos nos próximos dias e o caso foi registrado na delegacia (D.P). Um exame de corpo de delito também foi feito para constatar o abuso no adolescente.
Muito cuidado na hora de encontrar uma clínica de reabilitação séria e comprometida, para isso conte com a equipe da Capital Remoções, estamos há mais de 10 anos no meio e indicaremos uma clínica de qualidade, que tenha compromisso com o tratamento para que você possa ter um tratamento completo digno, com a segurança e conforto que você necessita.
Clínica para Dependente Químico e alcoólatra Que faz Internação Involuntária é com a Capital Remoções!
O tratamento involuntário mais conhecido como internação involuntária no Brasil que é bem comum é aquele tratamento para dependentes químicos e alcoólatras que é realizado sem o consentimento do próprio paciente e a pedido de terceiros, no caso os familiares. Habitualmente, são os familiares que solicitam a internação do paciente, mas é possível que o pedido venha de outras fontes que seja do mesmo sangue. Ela ocorre quando o indivíduo perde o controle e coloca a própria vida e a de terceiros em risco, decorrente de uso abusivo de substâncias psicoativas (drogas ou álcool no caso). O paciente portador da dependência química ou do alcoolismo não tem a capacidade de discernir o que é melhor para si próprio, e nesse momento um terceiro (familiar) pode solicitar a intervenção.
O dependente químico ou alcoólatra que esta precisando de um tratamento em uma clínica de reabilitação em São Paulo ou em demais regiões do Brasil) não consegue mais escolher entre o consumo e a abstinência da droga ou do álcool. A vontade de usar é sempre maior e se sobrepõe a outras áreas importantes da vida, coisas que antes eram importantes como: estudar, trabalhar, conviver com familiares e parentes também, respeito às normas, regras, etc… Dessa maneira, não é tão simples assim ouvir da pessoa que precisa de um tratamento em uma clínica de recuperação “vou me tratar” e nada mais acontece. É chegada a hora de refletir e buscar um auxílio profissional com a Capital Remoções, para reverter esta situação, antes que seja tarde demais como ocorre algumas vezes.
Hoje em dia uma série de normas reguladoras dos serviços de atenção a dependência química e alcoolismo, principalmente para o tratamento involuntário em clínicas de recuperação em SP. Alguns registros, principalmente o de estabelecimento de saúde de São Paulo, são imprescindíveis para esta modalidade de tratamento nas clínicas de recuperação SP. Estes registros trazem a segurança necessária e tranquilidade para as famílias evitando futuros aborrecimentos, segurança para os pacientes internados nas clínicas de reabilitação em São Paulo e ao redor do Brasil, pois ele está sendo atendido e tratado por uma clínica regulamentada e fiscalizada, e segurança necessária também para a própria clínica de recuperação / reabilitação por estar trabalhando dentro da legalidade.
Você deve conhecer algum adolescente ou jovem que use drogas não é mesmo? Caso conheça me siga nessa matéria, a Psicologia tem muito a nos dizer sobre esse tema.
A dependência química entre jovens nos mostra uma quantidade de pessoas que vem experimentando drogas muito cedo e a facilidade ao acesso as drogas que são ilícitas no nosso Brasil.
Há nisso uma grande quebra de limites e desordem total na mente do adolescente.Vamos falarneste artigo sobre este temae poder informar tanto aos adolescentes que estão sendo usuários de álcool e drogas quanto a amigos e parentes próximos que queiram ajudar outras pessoas.
O âmbito familiar sofre um grande impacto quando percebe-se que um adolescente vem passando pela dependência química ou o alcoolismo. E é indispensável que o tratamento também abranja os demais membros da família para que seja bem elaborado e respeitado o papel da família no processo de escolha de um tratamento para adolescente.
Mas iaí, do que estamos falando exatamente quando falamos de álcool ou drogas ilícitas?
Ao utilizarmos este termo “droga ilícita” estamos nos referindo aos produtos, às substâncias ou misturas psicotrópicas. Na definição da OMS (Organização Mundial da Saúde (1981), drogas psicotrópicas
“[…] são aquelas que agem sobre o sistema nervoso central da pessoa produzindo diversas alterações de comportamentos, humor e cognição, possuindo grande propriedade reforçadora, sendo, portanto, passíveis de auto-administração”.
Essas substâncias psicoativas se encaixam nos receptores dos neurônios de neurotransmissores (dopamina, acetilcolina etc.) da pessoa e provocam efeitos semelhantes ao desses neurotransmissores, porém com efeitos colaterais.
Como exemplo de drogas ilícitas de uso bem comum entre adolescentes podemos citar: A maconha. Segundo o DSM-IV (2002) a maconha (erva) é a substância ilícita mais consumida no mundo todo sabia? e também vem sendo consumida desde a antiguidade, por possuir seus efeitos psicoativos, e como remédio também por uma sucessão de condições médicas mesmo, incluindo controle de dores, estresse e ansiedades fortes.
PSICOLOGIA DA ADOLESCÊNCIA ENTENDA UM POUCO MAIS A RESPEITO
A adolescência já por si só já é uma fase onde há maiores mudanças nos seres humanos e um belo motivo também para trabalhar esse tema como forma de prevenção a dependência química e ampliar o seu conhecimento sobre este tema.
Hoje em dia considera-se o jovem um ser em construção que expressa a sua identidade por meio de algumas práticas sociais em busca por reconhecimento e integração grupal.
No período da adolescência existem alguns conflitos internos para lidar com certos limites, conciliando a encarar novas exigências e regras, em especial sobre a convivência com a própria sociedade, com a família e amizades.
Minimizar essa importância é um erro gravíssimo que o adulto não deve cometer jamais, porque o cérebro e a experiência de vida do adolescente ainda não estão desenvolvidos totalmente ( completamente).
Um problema que para você é uma partícula de poeira apenas para um adolescente pode ser um poço sem fundo sabia? Utilize sempre a empatia e reconheça o sofrimento dele, a necessidade de independência que ele possui e a resolução dos problemas conforme a sua capacidade.
A maconha (erva) está entre as primeiras drogas experimentadas pelos jovens do mundo todo e geralmente ocorre na adolescência. Como ocorrem com a maioria das outras drogas ilícitas seus transtornos ocorrem mais frequentemente nos homens do quer nas mulheres, ocorrendo à maior prevalência entre os 18 e 30 anos de idade.
AS POLÍTICAS SOCIAIS E O TRATAMENTO PARA DEPENDENTES QUÍMICOS E ALCOÓLATRAS
A adesão para o tratamento de Dependência Química (DQ) se dá a partir do pressupostos, de acordo com alguns estudos realizados, da decisão de seguir um tratamento de saúde daqueles que procuram e envolvendo uma relação entre pacientes e profissionais da clínica de recuperação.
O tratamento para dependentes químicos e alcoólatras traz a necessidade de incluir toda a família no atendimento e o contexto de que o adolescente faz parte (amigos, escola e comunidade), com isso vários fatores protetivos podem ser revistos pela família e favoreçam o desenvolvimento do paciente. E há quem percebe como questão de saúde pública também estes casos, com destaque na saúde dos usuários de álcool e drogas, que envolve não somente a abstinência total ou parcial das drogas e do álcool, mas, principalmente, a redução de danos físicos, mentais e espirituais do adolescente.
O consumo de ÁLCOOL E DROGAS ILÍCITAS é, sem dúvida, um fenômeno de preocupação sócio-política e de saúde pública TAMBÉM que afeta os mais variados sistemas sociais, como as famílias, as escolas, a polícia e o governo também.
O que mais se destaca até hoje, neste momento, é o fato de que o aspecto humano do problema do uso e abuso de drogas e álcool vem sendo enfrentado com maior coragem e sob outra abordagem, mais direta, vencendo antigos dogmas que criaram, fundamentados em políticas de segurança pública de repressão aos usuários de drogas, os quais constituíam diversos obstáculos à solução eficaz da questão desta doença.
Sendo assim, o governo Brasileiro e a nossa sociedade brasileira acabaram passando a preocupar-se mais em promover algumas ações de caráter abrangente e em desenvolver algumas propostas de prevenção e tratamento para dependentes químicos e alcoólatras mais adequados, com enfoque na saúde pública.
Para que os pacientes enfrentem os prejuízos decorrentes da Dependência química e do alcoolismo tratamento busca, inicialmente, ao entendimento acerca da dependência química e seus prejuízos causados nas vidas dos dependentes.
A partir daí, o tratamento para dependentes químicos visaria favorecer nos pacientes um processo de autoconhecimento e a busca por outras fontes de prazer sem realizar o uso de substâncias que alterem suas mentes e humor.
COMO AJUDAR UM ADOLESCENTE (MENOR DE IDADE) EM DEPENDÊNCIA QUÍMICA OU ALCOOLISMO
Existem DIVERSAS formas hoje em dia de abordar esse assunto com os jovens, pois o uso e abuso de álcool e drogas é apenas uma consequência de algo mais profundo. Precisa ser descoberto o mais cedo o possível para poder tratar da dependência química ou do alcoolismo.
1°LUGAR TRATE O ADOLESCENTE (MENOR DE IDADE) DEPENDENTE QUÍMICO OU ALCOÓLATRA COM HUMANIDADE E COM AMOR
Uma pessoa que sofre com um vício de álcool ou droga é uma pessoa também, e não apenas um dependente químico ou alcoólatra, alguns familiares os excluem por causa da doença e os crucificam, mas esquecem que continua sendo a pessoa que conhecem, porém com algumas alterações, necessitando de acolhimento com amor, carinho e segurança total.
2° LUGAR NÃO SE TORNE O ESCRAVO DO DEPENDENTE NÃO!
Há alguns familiares que acabam por organizar suas vidas ao redor do dependente se tornando coo dependentes, tentando controlar os comportamentos do seu familiar. Outras casos, os familiares tentam esconder o adolescente de outros membros da família por vergonha da doença dele e preconceitos também.
A sugestão que a Capital Remoções da é que seja ampliado o diálogo para que seja bem pensando em qual melhor tratamento tomar e qual a melhor clínica de reabilitação para escolher. O problema deve ser encarado sim e confrontado de forma bem clara, transparente e bem objetiva.
3° LUGAR BUSQUE AJUDA PROFISSIONAL COM A CAPITAL REMOÇÕES
Os familiares dos DEPENDENTES QUÍMICOS E ALCOÓLATRAS que frequentam algum profissional de saúde especializado no tratamento das dependências químicas, são bem mais beneficiados com diversas informações e sugestões para como deve agir da melhor forma e podendo assim, ajudar o seu familiar ou amigos também, mesmo que em um primeiro momento o próprio adolescente não queira se envolver em tratamento algum.
Os familiares dos dependentes realmente precisam de muita orientação. Na grande maioria dos casos, eles conhecem o inicio do problema até mais que o dependente, mas não conhecem as formas mais adequadas para lidar com os assuntos.
4° LUGAR EVITE SEMPRE A CO-DEPENDÊNCIA, ELA PODE TE ADOECER, E MUITO!
Parentes e amigos de DEPENDENTES QUÍMICOS e ALCOÓLATRAS também adoecem neste processo sabia? Sim e chamamos essa doença de co-dependência, que também pode incluir diversos outros comportamentos que são muito destrutivos. Mas há esperança sim! Se, por um lado, a dependência química é uma doença crônica (incurável), progressiva e fatal, a co-dependência não é incurável, fique sabendo.
Co-dependentes existem baseando-se nas dificuldades emocionais de cada pessoa traz em si mesma. Sem sombra de dúvidas, com boa vontade, coragem e tratamento, é possível sair desse círculo vicioso altamente destrutivo de culpa, tentativas frustradas de controle e autodestruição também.
A co-dependência é quando um indivíduo independente suporta e incentiva a dependência química de outra pessoa, é também uma dependência sabia? Pois é!
SABIA QUE HOJE EM DIA TEM ORIENTAÇÃO PSICOLÓGICA POR VÍDEO CONSULTA PARA TEMAS DE DEPENDÊNCIA QUÍMICA?
Orientação Psicológica vem se mostrando por cada vez mais eficaz para auxiliar nas reduções de danos causadas por diversas drogas ilícitas, fazendo com que o adolescente dependente químico ou alcoolista volte a ter confiança na sua vida e melhorando seu espaço na sociedade e entre os familiares também.
A rede de apoio que a terapia ajuda esse jovem a fazer durante as consultas é o que ele provavelmente vem pedindo há muito tempo, porém sem conseguir sozinho. Falta uma ação, uma motivação e um sentido na maioria dos casos e com apoio de um psicólogo capacitado para entender seu anseios e medos isso se torna muito mais fácil. E se houver outras problemáticas no quadro do dependente há como durante as sessões investigar, encaminhar e acolher…
hoje em dia é possível ter uma orientação psicológica por vídeoconsulta facilmente. De dentro do conforto de sua casa e privacidade da sua casa também. Podendo abranger a família toda de uma maneira bem mais fácil por poder combinar horários alternativos.
Quer saber como funciona uma clínica de reabilitação? Você acha que vale a pena também?
Muitas pessoas que são dependentes de álcool e / ou drogas e seu entorno demonstram uma grande dificuldade de entender como funciona uma clínica de reabilitação em SP, o que os tornam temerosos sobre o sistema de recuperação e planos terapêuticos oferecidos em São Paulo e Região.
É bem comum no Brasil e em São Paulo até mesmo que alguns alimentem a crença de que essas clínicas de recuperação e clínicas de reabilitação em SP são verdadeiros depósitos de dependentes químicos e alcoólatras também, e que eles não receberão nesses lugares o cuidado devido com os pacientes da clínica.
Será que é mesmo esse o caso aqui em São Paulo ou no Brasil todo? A Capital Remoções acredita que não é não, então a seguir, neste post vamos te falar mais sobre como funciona uma clínica de reabilitação / recuperação séria em São Paulo e algumas regiões do Brasil, para que você que é adicto ou para você que está no núcleo de um conheçam mais desse tipo de serviço!
Confira também esta clínica de reabilitação abaixo:
Como funciona realmente uma clínica de reabilitação em SP e Região que é séria de verdade?
Iniciamos aqui e talvez o melhor seja definir o que é uma clínica para dependentes químicos em SP,coisa que muita gente ainda não sabe direito do que se trata infelizmente.
A clínica de reabilitação é um ambiente no qual o paciente (dependente) recebe um tratamento intensivo. Existem diversas clínicas de reabilitação / recuperação que tratam diversas questões que não estão necessariamente relacionadas a nenhum tipo de vício (álcool e drogas) também, mas as mais conhecidas são mesmo as que se disponibilizam a cuidar dos adictos dia e noite, afim de que eles retornem para a sociedade mais sãos!
Esses lugares normalmente contam com a presença constante de uma equipe multidisciplinar de médicos, enfermeiros, terapeutas e coordenadores, psiquiatras e psicólogos, que sempre estão prontos para atender os internos da melhor maneira possível.
Que serviços essas clínicas oferecem?
A maneira como funciona uma clínica de reabilitação / recuperação para dependentes químicos em SP e Região tem muito a ver também com os serviços que ela oferece para os pacientes de modo geral, e isso é muitas vezes também desconhecido pela maioria das pessoas no Brasil! Alguns dos principais serviços oferecidos são:
Resgate /remoção 24h involuntário de dependentes aquímicos – Ocorre normalmente quando e se o dependente químico ou alcoólatra está causando muitos problemas no seu entorno, mas não aceita ajuda. A ideia é que com o passar dos dias ele se integre aos planos terapêuticos propostos na clínica de recuperação;
Internato voluntario para dependentes – A ideia desse internato volunt. é que o dependente químico se mantenha afastado do uso de substâncias químicas nas quais é viciado. Nessa clínica ele tem acomodações, refeições e atividades de diversos tipos durante todo o dia, para se manter ocupado e produtivo;
Intervenção orientada a família e ao depend. – É quando a família do dependente químico pede a ajuda dos profissionais dos centros de reabilitação, afim de que eles os ajudem a convencer o indivíduo adicto dos seus problemas e da grande necessidade de que ele aceite ajuda para já;
Terapia para família ou amigos do paciente– Terapia oferecida afim de ajudar o entorno do dependente químico ou alcoólatra a se fortalecer, tanto pelos males causados pelo dependente ou alcoolista quanto para que todos estejam bem para recebe-lo depois de seu período de internação, sabendo como lidar com ele da melhor forma possível;
Terapia para família de dependentes químicos e alcoólatras em SP – Nessa terapia realizada nas clínicas em dias de visita geralmente.
Terapia comum: Os dependentes químicos são levados a refletir sobre o próprio vício e buscar repensar as suas vidas a partir de um afastamento da substância que os alteram;
Palestras diversas – Uma das maneiras de entender como funciona uma clínica de reabilitação em SP é através de palestras realizadas, que fazem algumas advertências sobre o risco do uso de drogas e os danos causados, que informam mais sobre dependência química e alcoolismo também juntamente com a importância de buscar mais qualidade de vida sem drogas ou álcool. Elas podem ser ministradas em escolas, empresas, condomínios, clubes, etc.;
Vale a pena estes tratamentos em clínicas?
Talvez algumas pessoas que querem superar vícios das bebidas alcoólicas ou das drogas ilícitas e seus entes se questionem se vale a pena investir em um tratamento especializado em uma clínica de reabilitação / recuperação para esses casos, e a verdade é que esse tipo de dúvida é mais do que natural principalmente no Brasil.
Não é fácil mesmo se internar (ou internar a um ente querido) em um desses estabelecimentos para a recuperação de viciados em álcool ou drogas. Não é pouco o que se é exigido de quem toma essa decisão e é importante estar convicto do que está sendo feito mesmo, para não haver nenhum tipo de arrependimento nunca.
A grande questão aqui é que a partir dessa escolha normalmente a recuperação dos dependentes químicos e alcoólatras acontece, e as suas famílias também conseguem superar o problema em tratamento. Sendo assim, então, certamente é interessante contar com esse tipo de instituição de recuperação, se for possível!
Se você busca saber como funciona uma clínica de reabilitação em São Paulo ou Região e ainda não conhece nenhuma para se tratar, ou para tratar alguém que você ama não deixe de clicar aqui e conhecer excelentes opções da cidade e Região!
A recaída é um fenômeno comum à dependência química ou vício em substâncias psi coactivas
licitas, incluindo o álcool e a nicotina, e as ilícitas , como cocaína , maconha, inalantes ,crack ,
ecstasy , cogumelos , lds e outras.
O mesmo fenômeno ocorre com os comportamentos, sendo
eles o jogo , o sexo, distúrbio alimentar, code pendência, compras (muito frequente com pessoas
que frequentam para compra shoppings e outros locais como livrarias ,lojas de roupas , e demais
que sugerem impulsos de compra no indivíduo – furto. Muitos adictos ficam vulneráveis e expostos
à recaída, em relação a determinadas atitudes, sentimentos e comportamentos, em recuperação,
mesmo antes de iniciarem os consumos e comportamentos adctivos ou experimentarem a fixação
ou preocupação exagerada em consumir ou beber.
Perdem a capacidade em se auto-avaliar e
monitorizar (pensamentos e sentimentos) agem (comportamento) no desejo irresistível (craving) e
reiniciam o consumo drogas lícitas, incluindo o álcool, ilícitas ou comportamentos (jogo, sexo,
distúrbio alimentar, compras). Tal fenômeno é denominado compulsão.
A estes comportamentos
que despoletam e antecipam a recaída podemos designar de atitudes e comportamentos
disfuncionais que boicotam a recuperação , bem como a síndrome da abstinência.
Conheço adictos/as, que recaíram, quando colocados perante a questão. Se as coisas estavam a
correr bem, durante a a recuperação/abstinência, porque é que é optas-te por recair.
Resposta
Não sei… não sei porque fui consumir drogas e álcool, Isso evidencia que a ligação do uso com
multi fatores externos é muito estreita, mas existem formas de se lidar com isso. A procura de
uma clínica especializada em tratamento da dependência química ou adicção é um caminho
excelente para se entender tal processo.
Isso ocorre em seções terapêuticas que evidenciam os
gatilhos de recaída. Como parte no trabalho de recuperação é um fator de suma importância para
que se evitem recaídas e expliquem o funcionamento do cérebro em relações às atividades
citadas.
Para que o leitor possa conseguir discernir sobre determinados conceitos em relação à adicção
vamos designar.
1. adicção às substâncias psi coactivas licitas, incluindo o álcool e as ilícitas (drogas)
2. Adicção comportamentos (jogo, sexo, distúrbio alimentar, code pendência/relacionamento de
dependência, compras – furto). Existem adictos que são simultaneamente adictos a substâncias e
a alguns comportamentos. Por ex. substâncias psi coactivas e distúrbio alimentar ou jogo e
substâncias psi coactivas.
Faz parte também uso – relacionamento como exemplo.
Todas as drogas que alteram o humor têm a capacidade de modificar a forma como pensamos,
sentimos e agimos e como consequências podem causar danos graves no cérebro, danos
psicológicos, danos físicos e nos relacionamentos com as outras pessoas.Desde o metabolismo
pessoal até as estruturas sociais, onde includimos a família vemos a expressão disso.
A adicção conduz a pessoa a consumir substâncias psi coactivas lícitas/ilícitas e/ou
comportamentos a fim de obter gratificação imediata (bem estar e alivio), todavia há um custo
elevado; o sofrimento, a obsessão e a compulsão a médio e longo prazo, como consequência, é
inevitável a perda de controle do dependente químico ou viciado.
“Uma vez adicto as consequências negativas das decisões são imprevisíveis, isto
significa que se perde a capacidade de gerir os comportamentos e atitudes de uma
forma funcional e construtiva. Danos imediatos assumidos por um dependente químico
ativo Consumir substâncias psi coactivas lícitas/ilícitas e/ou agir nos comportamentos
adictivos para aliviar o sofrimento/desconforto causado pelo consumo de drogas e/ou
agir nos comportamentos impulsivo/compulsivo e continuado conduz ao ciclo adictivo,
em espiral ou efeito do círculo vicioso” cita um especialista no assunto
Na adicção, o sofrimento físico e psicológico associado à interrupção do consumo de substâncias
lícitas e ou ilícitas designa-se de Síndrome da Abstinência, também conhecida como ressaca entre
os dependentes de bebidas alcoólicas.
Gostaria de acrescentar que já observei adictos a
comportamentos (jogo e sexo) com os mesmos sintomas psicológicos, do Síndrome da
abstinência, que os adictos a substâncias psi coactivas, esse fator demonstra que o processo de
adicção pode ser um outro , desconhecido .fora o do uso de substâncias tóxicas.
Progressão da doença da adicção:
Mostraremos as diversas fases da doença
Fase Inicial
Aumento da tolerância e da dependência.O desejo de consumir é substituído pela necessidade
irresistível em consumir mais. O processo é semelhante aos indivíduos adictos aos
comportamentos. Algo que começa como uma atividade inócua e natural associada ao lazer é
substituída pela necessidade de recorrer, com mais frequência, ao comportamento adictivo, ou
seja depender em períodos mais curtos à necessidade do uso.
Fase Intermédia
Perda progressiva do controle – ilusão (comportamentos e atitudes). Interromper o consumo de
substâncias/comportamento gera desconforto/sofrimento e consequências sociais negativas
(mentiras, negação, medos indefinidos, isolamento, desonestidade).A i aparece de forma
definitiva a síndrome da abstinência.
A droga/álcool é usada para aliviar o desconforto/sofrimento
da interrupção. Reinicia o processo (ciclo adictivo) seja nas substâncias e ou nos comportamentos,
ou de modo mais comum nos 2 associados.
Fase Cronica
Deterioração (danos) da saúde bio-psico-social. O dia-a-dia fica mais centrado no consumo
problemático/dependência das substâncias psi coactivas, como consequência o adicto perde o
controle sobre o comportamento. As atividades e/ou pessoas que interferem com o consumo
problemático/dependência são negligenciadas ou abandonadas ,ai colocamos o trabalho, estudos
e relações externas do dependente químico. O dia-a-dia reduz-se à fixação e à necessidade de
consumir.
O estilo de vida é centrada na obtenção e consumo da substância psi coactiva ,em ter
sempre à disposição uma quantidade necessário de uso por um período, – isolamento,
agressividade, vergonha, negação, culpa, ressentimento, sofrimento e angustia.
O processo é
Semelhante nos indivíduos adictos aos comportamentos, a sua vida gira em torno da sua adicção,
é a questão principal pela qual dedicam todos as suas competências e recursos. As atividades e ou
pessoas que interferem com a adicção são negligenciadas e ou abandonadas.
Iniciam aí os
grandes problemas sociais em relação à família e patrões , bem como aos estudos, gerando
abandono e má atuação escolar.
ENTENDENDO A NEGAÇÃO
Negar é um sintoma e faz parte da doença, apesar de não ser um sintoma exclusivo da adicção. Na
Fase Inicial o individuo nega visto não existir qualquer tipo de problemas (factos concretos)
físicos, psicológicos e ou outros.É A FAMOSA FASE DO “EU USO QUANDO E QUANTO EU QUERO ,
NÃO SOU DEPENDENTE,PARO QUANDO QUISER”.
Na Fase Intermédia porque os problemas não
estão associados ao consumo problemático/comportamentos adictivos e, por ultimo, na Fase
Crónica porque o pensamento encontra-se débil, enfraquecido assim como a capacidade de
julgamento/discernimento/avaliação está distorcida.
A negação é um mecanismo de defesa que
afasta a motivação para recuperar (mudança) devido ao pensamento ilusório (controlo) distorcido
e à lógica adictiva que se desenvolve e reforça que a realidade é uma vida com sofrimento,
complicada e sem soluções e é quando se manifesta de fato o ciclo adjectivo ou ciclo da adicção, ou
ciclo da dependência química.
Ciclo da adicção:
Consumir substâncias e agir nos comportamentos – Gratificação e recompensa (prazer intenso
imediato).
A característica dessa fase leva à segunda que é a Síndrome da Abstinência – Sofrimento
físico e psicológico a médio e a longo prazo ,onde a ausência do uso promove uma reação violenta
tanto física quanto emocional do adicto, o que o leva a um outro estágio, dos Pensamentos
adictivos.
(Obsessão e compulsão e negação).Essa é uma necessidade do uso imediato e aos
excessos no uso, fatores de alto risco para o dependente. Em virtude destes fatores teremos o
aumento da tolerância. O individuo necessita de aumentar as doses das substâncias psi coactivas e
a frequência (comportamentos) para obter o efeito desejado.
Quanto maior o risco (perigo)
associado ao comportamento adictivo maior a sensação de recompensa e gratificação.Fica claro
aqui que a síndrome da abstinência gera cada vez mais impulsos para o suso compulsivo e abusivo
das substâncias que causam a dependência química.Esses aspectos geram uma nova fase, a da
perda de controle (uso continuo apesar das consequências negativas). Cronificação da doença pelo
adicto de modo a necessitar tratamento em clínica especializada em tratamento de dependência
química e alcoolismo.Entre as agressões sofridas pelo organismo temos os bio-psico-sociais
(físicos, psicológicos e sociais ).
SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA EXPLICADA
A síndrome da abstinência desenvolve-se em duas fases. A primeira chama-se abstinência aguda
ou imediata e que dura 10 dias.
Durante muito tempo acreditou-se que o síndrome de abstinência
desaparecia ao fim de alguns dias contudo, estudos recentes revelam que os sintomas da
abstinência manifestam-se a longo prazo, mesmo durante a Recuperação, podendo mesmo
manifestar-se durante meses, ou em alguns casos anos após a ultima ingestão de substâncias
psi coactivas.
O tratamento dela é baseado nessa linha de raciocínio Este conjunto de sintomas que
se manifestam mais tarde chama-se abstinência a longo prazo (A.L.P.).Esta gera vários sintomas , o
que iremos explicar neste tópico:1-Incapacidade de raciocinar com clareza.Pensamentos
desorganizados direcionam os atos do paciente,o que vai levar a um segundo estágio, ou seja 2-
Incapacidade de concentração por mais do que alguns minutos.
Enfraquecimento da capacidade
de raciocino abstrato (pela abstração forma-se o conceito retendo o essencial).O fato se deve à
intensa desorganização mental e conflitos de pensamento , o que traz como consequências
sérios 3-Problemas de memória. Os problemas de memória a curto prazo são muitos. Ouve uma
coisa, compreende-a mas passados alguns minutos e já se esqueceu.
Dentre outras se destacam também 4-Reações emocionais exageradas (impulsivas) ou
entorpecimento emocional. Quando uma coisa acontece e é necessário duas unidades de reação,
o adicto/a em recuperação reage com dez. É com se utilizasse a tecla de multiplicar, a
exacerbação dos impulsos não é questionada naquele momento. Num momento tem uma reação
impulsiva, mais tarde constatar que afinal era uma questão sem grande importância , o que no
processo da abstinência não há como se considerar~.Como mais um fator importante nos
deparamos com 5-Perturbações do sono e insônias.
No inicio da recuperação as perturbações do
sono mais comuns são sonhos estranhos e perturbadores. Estes sonhos podem interferir na
qualidade do sono recompensador e afetar as horas de sono necessárias. Trocas de horários e de
tempo de sono são fatores frequentes.Essas alterações ajudam em uma outra etapa 6-Problemas
com a coordenação física. Tonturas, vertigens, alterações de equilibro e problemas de
coordenação e reflexos.
Essa sintomatologia faz parte das mudanças estruturais psico-físicas do
dependente químico , principalmente nas mudanças do metabolismo diante da ausência da droga
agregada ao ciclo de cada um. Como decorrência direta disso temos 7-Sensibilidade exagerada ao
stress. Incapacidade em discernir entre as situações de pouco e muito stress.
O adicto podem não
reconhecer baixos níveis de stress e por isso reagir de uma forma exagerada. Pode considerar o
stress elevado quando antes lidava bem com essas mesmas situações, podendo reagir de uma
forma despropositada e exagerada e depois surpreender-se pela forma como reage. Todos os
outros sintomas acima referidos são agravados nos períodos de grande stress. Um sintoma pode
agrava os outros. Aí vemos a interseção stress com outros fatores, e quando esse cresce aumenta a
manifestação dos demais explanados até aqui.
Diante destes fatos e situações vamos perceber que a doença se cornifica à cada dia, sendo
necessários cuidados por parte do dependente químico e da família do mesmo. Para isso existem
as clínicas especializadas no tratamento da dependência química , as clínicas femininas de
tratamento de dependência química , e as comunidades terapêuticas especializadas na
dependência química.
Quanto mais cedo elas são procuradas para tratamento , maiores as
chances de uma recuperação mais eficaz, pois cada uma tem seus métodos , usados por
psiquiatras, psicólogos e terapeutas que adequam o tratamento de cada paciente de acordo com
suas necessidades, onde a família tem importância no encaminhamento e convencimento do
paciente a se tratar.
O uso e o abuso de substâncias químicas por um indivíduo não só o afetam diretamente como
também prejudicam e atingem a todas as outras pessoas que estão à sua volta,como amigos
,colegas de classe, de trabalho ,parceiros , e principalmente a família.
Por isso a dependência química é também considerada uma doença familiar, pois atinge aos
membros da família adoecendo-os lentamente. Podemos dizer, também, que ela é uma doença
comportamental e social. A tese é que a doença é contagiosa, pois adoecem os próximos em
virtude de um dependente químico em seu meio.
A estrutura da família se modifica de maneira inquestionável quando um membro se torna
dependente químico. Normalmente os valores são incompatíveis e, como o grupo familiar precisa
sobreviver, as famílias se desorganizam e se dês-funcionalizaram ,tornando a convivência normal
quase que impossível.
A comunicação não é saudável, geralmente ruidosa e tensa, conversas se
Tornam gritaria e agressão constante , o ambiente tornar-se sem regras e limites,algo do tipo cada
um por si ,extrema agressividade ,as pessoas passam a se relacionar com ressentimentos,
normalmente são ansiosas ou, não suportando a pressão, podem deprimir ,o ambiente então está
totalmente contaminado pela dependência química de um elemento.
Neste sistema disfuncional o
tema central da família passa a ser o abuso de substâncias e, frequentemente, os membros desta
família usam defesas primárias como negação, projeção e racionalização para lidar com o
conflito.A negação pode ser por parte tanto do dependente químico quanto dos demais familiares
Frequentemente, nas famílias do viciado ou dependente químico.
Altos níveis altos de violência,
agressividade e abusos de uma maneira geral se tornam muito frequentes.É comum em famílias
de dependentes químicos notar-se uma falta de regras, limites, hierarquia, liderança,
comunicação, moral ou ética,ou seja, todos o valores familiares, bem como sua estrutura de um
modo geral é atingida pela “contaminação” na presença do vício que invade não só o organismo
de o dependente, mas todo ao redor dos que convivem com ele e adoecem sem que se perceba
de maneira clara a manifestação da doença e suas consequências.
A família é um sistema complexo e dinâmico ou seja ,em constante transformação que cumpre
sua função social transmitindo os valores e as tradições culturais por elas aprendidas, estabelece-
se o caos familiar e as decorrências do conflito das aprendizagens e da convivência pacífica.O
impacto que a família sofre com o uso de drogas por um de seus membros é correspondente às
reações que vão ocorrendo com o sujeito que as utiliza, isso é o que podemos chamar de
“contaminação).
Como a dependência química é uma doença, os demais adoecem quando em
contato com um indivíduo da família já adoecido. Devido ao contato direto do viciado com os
demais a família progressivamente passa por 4 estágios:
1. No primeiro estágio, prepondera o mecanismo de negação, ocorrem tensão e
desentendimento, as pessoas deixam de falar o que realmente pensam e sentem , algo como
expressarem que não acontece aquilo em seu lar. O dependente nega que o seja, e a família tenta
fechar os olhos à situação na qual se encontra. Quando conscientes do problema devem procurar
uma clínica de recuperação de dependência química em sua cidade , ou próximo para que o
dependente seja cuidado de maneira criteriosa.
2. No segundo estágio, a família toda está preocupada com essa questão, tentando controlar o
uso da droga e do álcool, assim como todo o resto (no campo do trabalho e convívio social),o que
se torna uma maneira falsa de tratar a doença , portanto é comum que as mentiras e as
cumplicidades apareçam nesta fase num clima de segredo familiar, mantendo a ilusão do controle,
não falar do assunto como se estivesse causando problema para família.
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Tendência de se formarem associações nocivas no ambiente familiar , onde algum dos membros se
acha suficiente para cuidar , que deixa de ser verdade. Neste momento a procura de uma clínica
de dependentes químicos é imprescindível , pois o isolamento da família e dos meios ao qual o
dependente esteja ligado é feito , desligando dos meios de consumo , bem como de toda uma
estrutura adoecida. Existem muitas clínicas especializadas no tratamento da dependência química em São Paulo, em várias cidades e todas as regiões do estado. Através de métodos
terapêuticos e acompanhamento do doente a recuperação e a desisntoxicação são cuidadas de
maneira individual para cada caso.
3. No terceiro estágio, a desorganização da família é enorme, os membros passam a assumir
papéis rígidos e previsíveis servindo de facilitadores, responsabilizando-se por ações que não são
suas e sim dos dependentes químicos.
Ocorrem aí as inversões de papéis, facilitando com isso que
o dependente não se responsabilize por suas ações, nem as decorrentes do uso e nem das
conseqüências do mesmo , promovendo um tipo de parceria , ou como se poderia chamar de
tapar o sol com a peneira. Em vez de cuidar da doença os familiares se tornam associados como se
fossem resolver o problema, o que sabemos se tratar de um grande e perigoso engano.
4. O quarto e último estágio é caracterizado pelo cansaço emocional, podem surgir graves
distúrbios de comportamento em todos os familiares, depressão, esgotamento físico e nervoso
,ansiedade , mudanças bruscas de comportamento , tensão constante , são características comuns
, podendo levar até ao afastamento entre eles gerando grave desestruturação familiar. Embora
possa parecer um certo exagero , o fato é real , muitas famílias se desmancham em presença de
um dependente de drogas e ou álcool .
Os principais sentimentos da família que convive com dependentes químicos e alcoólicos são:
raiva, ressentimento, descrédito das promessas de parar, dor, impotência, medo do futuro,
falência, desintegração, solidão diante do resto da sociedade, culpa e vergonha pelo estado em
que se encontra. O processo de ruptura com uma família unida e agregada a seus valores são
visíveis, a mentira e a falsidade tomaram conta do lar.
A melhor defesa de uma família contra o impacto emocional do abuso de drogas e da dependência
química é adquirir conhecimento, alcançando assim a maturidade e coragem necessárias para usar
esse conhecimento. Para que um programa eficiente de recuperação aconteça, o familiar em
geral precisa de mais assistência e orientação do que o próprio dependente químico (ou paciente
identificado).
A importância de um tratamento especializado através de uma clínica especializada
em tratamento de dependentes químicos é enorme. Especialistas são encarregados de avaliação
clínica , terapêutica, cuidados psiquiátricos , que muitas vezes são extremamente necessarios. O
isolamento temporário da família é imprescindível para a retomada da saúde geral da comunidade
familiar.
Como já dito anteriormente, dependência química é uma doença que tem um grande impacto
sobre os familiares. Quanto mais distorcidas ficam as emoções dessas pessoas, mais nociva fica a
ajuda. A interação entre o dependente químico. e sua família pode tornar-se destrutiva em vez de
construtiva, como por exemplo, os mais próximos serem sistematicamente acusados ou
responsabilizados por todas as suas dificuldades.
A família passa a ter membros acusados da
situação, sem que nem sempre o seja de fato. Nenhum indivíduo é responsável pela dependência
de drogas de outra pessoa ou por sua recuperação. No entanto, por falta de conhecimento,
aqueles mais próximos podem permitir que a doença não seja detectada, até apoiar o seu
desenvolvimento e contribuir para que o tratamento seja evitado.
Por outro lado, através da
compreensão do problema e com coragem, o familiar pode tomar atitudes que levam o viciado à
uma recuperação provocada – apesar de que isto não pode ser absolutamente garantido.Esse
aspecto demonstra de maneira clara a internação do dependente químico em uma clínica
especializada no tratamento da dependência química , o que torna o processo menos doloroso e
eficiente no seu todo, mesmo que a família deva se tratar também , o que pode ocorrer em várias
instituições de ajuda .
As pessoas diretamente envolvidas na vida do dependente químico não são
capazes de tratar a doença , isso deve ser delegado à uma clínica especializada. Na medida em que
a dependência química progride, aqueles mais próximos do D.Q. ficam emocionalmente envolvidos,
e não têm nenhuma noção do funcionamento de desintoxicação e terapêutica do cuidado de um
dependente químico.
Inicialmente, a melhor ajuda que eles podem dar ao paciente é procurar
auxílio e orientação para sua própria situação, para que eles não façam o papel de coadjuvantes
no padrão de doença progressiva da dependência de drogas.Sem que percebam podem estar
piorando a situação.
Antes de mais nada, é preciso compreender que a família pode fazer tudo
que é conhecido e dado como certo e, no entanto a doença pode prosseguir sem controle.
Precisamos pensar na família como um sistema operante, onde todos os membros da família têm
seus papéis e fazem parte de uma engrenagem.
Este é o momento certo de encaminhar o
dependente à uma clínica de dependência química, pois assim, quando o dependente químico
entra em recuperação, isto inclui a recuperação da doença emocional familiar. E a maneira de
começar a ajudar na recuperação do dependente é começar trabalhar a si mesmo.
Um fator muito importante nas famílias dos dependentes químicos é achar que o encaminhamento
do paciente à uma instituição e promover a internação do mesmo resolveu o problema. Nesse
aspecto devemos alertar que a família já adoeceu. Cabe aos membros se aprofundarem nos
tratamentos de seus membros , o que pode acontecer em acompanhamento nas reuniões do
dependente pós tratamento. O conhecimento do que seja a patologia pode ajudar e muito os
familiares , mas o que se percebe é que preferem se isentar ao ocorrido e achar que não precisam
de ajuda , pois o culpado de tudo já foi tratado. Tal engano tem causado muito mal em resultados
pós internação do dependente.
ENTENDENDO COADICÇÃO
Em 1987, um folheto distribuído em um serviço de treinamento sobre dependência química e a
família, patrocinado pelo Johnson Institute of Minneapolis, descreveu a Co-Dependência ou
coadicção da seguinte maneira:
“Um conjunto de comportamentos compulsivos e inadaptáveis adquiridos por membros de uma
família que passa por estresse e grandes dores emocionais como forma de sobrevivência.”
Essa definição se refere ao comportamento adotado por familiares de um viciado para sobreviver,
mas que se tornou destrutivo.
É necessário adquirir novos comportamentos, em vez de tentarmos
obsessivamente controlarmos os outros . Aprendemos a desligar em vez de permitir que alguém
nos use e nos magoe, estabelecemos limite em vez de reagirmos, agimos e permitimos que as
coisas entrem nos eixos.
Deixamos de nos concentrar no que está errado e passamos a observar o
que está certo. Aprendemos a nos relacionar, aprendemos a amar a nós mesmos.A maeira correta
de restabelecer a paz e a ordem exige tratamento terapêutico e compreensão do que seja a
doença. Isso precisa de acompanhamento e esclarecimentos constantes , principalmente no
acompanhamento ao apoio do paciente.
Recuperar-se também significa lidar com quaisquer
outros assuntos ou comportamentos compulsivos que encontramos em nosso caminho. A co-
dependência é furtiva e enganosa. E também progressiva senão tratada.Isso significa tartar-se de
uma doença coletiva, onde todos os contaminados, sem buscar ajuda manterão a patologia
presente em suas vidas.
COMO TRATAR A DOENÇA
1 Grupos de Mútua Ajuda: Têm como base os 12 passos dos Alcoólicos Anônimos. Representam
uma fonte importante de apoio para a recuperação de muitas pessoas que procuram ajuda para
problemas com drogas.
Trata da questão da co-dependência como uma doença de
relacionamentos num sistema familiar em que um dos membros pode ser quimicamente
dependente. O pode ser encontrado no NA (narcóticos anônimos) ou outras intituições que
normalmente são indicadas após um tratamento em uma clínica especializada em dependência
química.
2 Abordagem Sistêmica: A família é vista como um sistema que se mantém em equilíbrio. A partir
desse enfoque busca a mudança no sistema entre os membros da família pela organização da
comunicação. A terapia é indicada, podendo tanto ser feita com um especialista como por
instituições como Amor Exigente , ou várias outras em igrejas, comunidades e trabalhos sociais
diversos.
3 Terapia de Grupo Familiar (Co-adictos): Trabalha a conscientização da doença do dependente e
da própria doença (CO-DQ), dos comportamentos de negação, controle e facilitação, trabalhando
o desligamento emocional, a conscientização da impotência, aprendendo a ser mais assertivo e
responsável, libertando-se aos poucos da culpa e da raiva.
Este tratamento deve ser acompanhado
por especialistas no assunto , normalmente psicólogos .O terapeuta familiar deve estar atento,
pois de modo direto ou indireto a família busca ajuda para o sofrimento de seu familiar.Par que
isso ocorra a família tem que estar orientada e disposas a procurar este tipo de ajuda.
Ao menos 28 milhões de pessoas no Brasil têm algum familiar que é
dependente químico, de acordo com o Levantamento Nacional de
Famílias dos Dependentes Químicos (Lenad Família), feito pela
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
O levantamento foi
feito por 2 das mais importantes instituições de estudo do estado
É a maior pesquisa mundial sobre dependentes químicos, de acordo
com Ronaldo Laranjeira, um dos coordenadores do estudo.
Entre 2012 e 2013, foram divulgados dados sobre consumo de
maconha , cocaína e seus derivados , além da ingestão de bebidas
alcoólicas por brasileiros.
A partir desses resultados
Os pesquisadores estimam que 5,7% dos brasileiros sejam
dependentes de drogas, índice que representa mais de 8 milhões de
pessoas,um número extremamente significativo para o tamanho da
população do país.
Desta vez, o estudo tentou mapear quem são os usuários que estão
em reabilitação e qual o perfil de suas famílias. A pesquisa também
quis saber como elas são impactadas ao ter um ou mais integrantes
usuários de drogas, visto que a primeira instituição a sentir os efeitos
da drogadicção , ou dos dependentes químicos é a família.A
reabilitação se refere a pesquisar quantos estão sendo cuidados em
clínicas de reabilitação de dependência química em São Paulo e
em todo o Brasil.
Para cada dependente químico existem outras quatro pessoas
afetadas;, disse Laranjeira, isso deixa claro a importância da família
socorrer o viciado, e procurar uma clínica de reabilitação de
dependentes químicos.
A análise foi feita entre junho de 2012 e julho de 2013 com 3.142
famílias de dependentes químicos em tratamento. Foi feito um
questionamento com 115 perguntas para famílias que participaram
desse levantamento.
O estudo foi feito em comunidades
terapêuticas, clínicas de reabilitação, grupos de mútua ajuda, como
Al-Alanon e a Pastoral da Sobriedade, 2 instituições importantes no
que se refere ao tratamento da dependência química.
As famílias foram ouvidas em 23 capitais de todas as regiões do
Brasil. Segundo a organização, até então não existia no país
nenhum estudo de âmbito nacional focado nelas.O estudo tentou
ser o máximo abrangente , e pesquisar de maneira profunda e séria
uma matéria de importância muito relevante nps estudos dos vícios.
De acordo com o estudo a maioria dos pacientes em tratamento
para dependência química eram homens, com idade entre 12 e 82
anos.
Desses, 26% tinham ensino superior incompleto ou completo.
A média de idade dos usuários de drogas é de 31,8 anos.A
precocidade na utilização de drogas em geral foi um fator muito
importante na observação das características dos consumidores dos
produtos lícitos e ilícitos.
A maioria dos pacientes em tratamento (73%) era poliusuária, ou
seja, consumia mais de uma droga. Em 68% dos casos, quem
passava por reabilitação era consumidor de maconha, combinada
com outras substâncias como a cocaína e o álcool.
O tempo médio
de uso das substâncias foi de 13 anos, mas a família percebe
apenas 8,8 anos de uso, em média. Daí vemos a importância em
detectar o uso precocemente, o que facilita o encaminhamento à
clínicas de dependentes químico antes que o mal se torne maior e
diminuam os riscos de morte ,que são frequentes , e da cronificação
precoce da doença.
A partir da descoberta da família, o tempo médio para a busca de
ajuda após o conhecimento do consumo de álcool e/ou drogas foi de
três anos, sendo dois anos para usuários de cocaína e/ou crack e
7,3 anos entre os dependentes de álcool Os familiares relataram ter
o conhecimento do consumo de drogas pelo paciente por um tempo
médio de 9 anos.
Como percebemos por tais informações, a
detecção do problema e a atitude de cuidados terapêuticos e uma
internação do dependente químico é por demais demorada , oque
aumenta os riscos de mais transtornos físicos , emocionais e sociais
do paciente , daí a importância das informações às famílias e ajuda
através de terapêuticas em clínicas especializadas no tratamento
dos vícios e da dependência química em geral.
Mais de um terço (44%) relatou ter descoberto o uso devido a
mudanças no comportamento do paciente. Sobre o assunto é
interessante orientar familiares sobre ações e sintomas de um
dependente químico. Para melhorar a informação às famílias
daremos algumas dicas de mudanças de comportamento do
usuário;
Onipotência: o indivíduo acredita estar sempre no controle ,
acredita que usa e para quando quer
Megalomania: tendência exagerada a crer na possibilidade de
realizar um intento visualizando sempre o resultado, se precipita
em decisões vendo o fim sem pensar nos meios , que tudo se faz
pela realização de seus desejos, principalmente pela obtenção e
uso de substâncias psicoativas;
Obsessão: atitudes insanas pelo desejo de consumir drogas ,
implica em manipular pessoas, exigir dinheiro da família,
posteriormente furtar objetos e dinheiro
Compulsão: atitudes desconexas, incoerentes com a realidade
provocadas pelo desejo intenso e necessidade de continuar a
consumir a substância , gera agitação , intolerância, agressividade
e atitudes várias na mudança do comportamento
Ansiedade: necessidade constante da realização dos desejos
,significa uma intensa agitação , pressa nas coisas , em
manifestações críticas às pessoas que o rodeiam
Apatia: Falta de empenho para a realização de objetivos e metas ,
faltar ao trabalho , desligar dos compromissos de estudar , querer
dormir mais que o normal, faltar ou abandonar estudos e
compromissos sociais ;
Autossuficiência: mecanismo de defesa usado para afastar da
consciência os sentimentos de inadequação social gerando uma
falsa sensação de domínio , quer demonstrar ser capaz de resolver
tudo sozinho , arrogância ,passar por cima de opiniões tornando as
suas mais importantes sempre. Egocentrismo prevalece , é o dono
do poder e está acima de tudo e todos ,sabe mais que qualquer um
e sua opinião está acima de tudo e todos. Temperamento
narcisista extremo, é o melhor no que faz , desrespeita sem
ponderar.
Autopiedade: um tipo específico de manipulação que o dependente
usa para conseguir realizar algum propósito , se coloca como
prejudicado diante de situações familiares e sociais , é o coitado
nas situações, tornando outros os vilões que não gostam dele.
Comportamentos antissociais: repertório comportamental gerado
pela instabilidade emocional que o indivíduo desenvolve sem
estabelecer vínculos tendo sua imagem marginalizada pelo meio
social ; interfere principalmente no trabalho e nos estudos, bem
como afastamento do convívio familiar e social. Isolamento ,
crítica aos que o rodeiam ,seletividade nos relacionamentos são
bem evidentes. Viver trancado se isolando dos demais é muito
comum , se nega à comunicação com demais familiares, muda
horários de sono, de alimentação, evitando sempre a convivência
pacífica.
Paranoia: desconfiança e suspeita exagerada de pessoas ou
objetos, de maneira que qualquer manifestação comportamental
de outras pessoas é tida como intencional ou malévola. Mania de
perseguição, criação de inimigos invisíveis , ouve vozes e os
comentários são sempre dirigidos a ele.
Qualquer comentário
funciona como irritante ou ameaçador. Cria barreiras de
convivência inclusive com amigos , as instituições saõ contra
eles, o chefe , o professor , o colega de escola se tornam inimigos.
O Lenad apontou que 58% dos casos de internação foram pagos
pelo próprio familiar e o impacto do tratamento afetou 45,4% dos
entrevistados.
Em 9% dos casos houve cobertura de algum tipo de
convênio. O uso de hospitais públicos, por meio do Sistema Único
de Saúde (SUS), foi citado por 6,5% das famílias de usuários em
reabilitação.Fica muito claro que o estado é o menos procurado
nestes casos por não fornecer uma estrutura suficiente para os
tratamentos da dependência química,
Ainda segundo o estudo, 61,6% das famílias possuem outros
familiares usuários de drogas. Desse total, 57,6% têm dependentes
dentro do núcleo familiar.O fato se dá por vezes pela cumplicidade
entre os familiares no uso, isso se percebe mais claro no uso das
bebidas alcoólicas. No entanto, os entrevistados desconsideram
esse fator como de alto risco para uso de substâncias do paciente.O
fato serve como alerta à demora de cuidaos em clínicas
especializadas em tratamento de dependentes químicos. Deste
total, 46,8% acreditam que as más companhias influenciaram seu
familiar ao uso de drogas.
o que se trata de auto mecanismo de
defesa das famílias em relação ao vício. Já 26,1% culpam a baixa
autoestima como responsável pela procura por drogas lícitas e
ilícitas.
Cocaína, maconha e álcool
A Unifesp já divulgou outras três pesquisas relacionadas ao
consumo de drogas no Brasil, uma relacionada ao consumo de
cocaína e derivados, outra sobre maconha, e outra que analisou a
ingestão de bebidas alcoólicas.
Em agosto de 2012, o Lenad divulgou que cerca de 1 milhão e meio
de pessoas consomem maconha diariamente no país.
Em setembro de 2012, pesquisadores da universidade constataram
que o Brasil era o segundo consumidor mundial de cocaína e
derivados, atrás apenas dos Estados Unidos. De acordo com o
levantamento, mais de 6 milhões de brasileiros já experimentaram
cocaína ou derivados ao longo da vida. Desse montante, 2 milhões
fumaram crack, óxi ou merla alguma vez,já demonstrando o
crescimento da última no país.
Em abril deste ano, outro estudo apontou aumento de 20% na
quantidade de pessoas que consomem álcool frequentemente. A
pesquisa informou que 54% dos entrevistados alegaram consumir
bebidas alcoólicas uma vez na semana ou mais – aumento
proporcional de 20% em comparação ao Lenad de 2006 deixando
claro o aumento de usuários em um período relativamente curto de
tempo .
O crescimento foi maior entre as mulheres: 39% das entrevistadas
admitiam beber uma vez por semana ou mais (seis anos atrás este
índice era de 29%). Outro dado importante mostrou que 27% dos
homens que bebem com menos de 30 anos já se envolveram em
brigas com agressão, o que alerta para a necessidade de sempre se
procurar uma clínica de tratamento de dependência química em são
paulo e demais estados do país
Dependência Química: O que você precisa saber sobre o assunto
Embora muitos não saibam os casos de dependência química são tratados como doença , ou uma patologia classificada como Transtorno Mental. O dependente químico é visto como uma pessoa fraca, sem força de vontade, sem capacidade de usar o bom senso , além inúmeras outras considerações pelos leigos . Que ocorre no entanto é que por ser considerada uma doença, todo esse julgamento precisa ser visto sob outro ponto de vista bem mais amplo; o prisma de que temos ali uma pessoa doente, que precisa de tratamento para o transtorno do qual é acometida.
Uso de algum tipo de droga ou alcoolismo prejudiciais ao organismo. Uma pessoa que perdeu o controle sobre suas condições espirituais, emocionais, psíquicas e físicas, e que se comprometeu no trabalho e na vida social É um tipo de deterioração do humano. O tratamento da dependência química através de internação em clínicas de reabilitação e terapias são de grande ajuda neste
momento,através de instituições de especializadas no tratamento da dependência química e alcoolismo são essenciais neste momento de dor e dificuldade em sua vida, trabalho e convívio social.
A entrada no caminho do consumo das drogas
Ilícitas como maconha, lsd, crack ,anfetaminas , ecstasy ,e outras , assim como as lícitas como álcool e tabaco gera forte
dependência por quem as utiliza de maneira a se tornarem escravas e não conseguirem frear o consumo.
O que é uma doença química? Aquela que envolve reações químicas no metabolismo do organismo do indivíduo
provocando alterações do seu funcionamento de maneira tal a impedir que consigam viver sem o consumo de tais
substâncias. O alcoolismo, embora muitas pessoas não o considerem como doença, deve ser considerado como uma das
mais greves.
O álcool é um tipo de droga bastante poderosa que pode destruir um indivíduo predisposto , alterar de maneira
extremamente prejudicial no que diz ao físico , bem como ao social , o que inclui relacionamentos , trabalho , estudos e
pode causar conflitos e acidentes que por muitas vezes se tornam fatais , como por exemplo os acidentes de trânsito
causados pela embriaguez .
A dependência química é uma doença interna e silenciosa , por vezes fatal levando o dependente químico a óbito devido a
vários fatores nos quais i usuário se encontra envolvido . As causas não são apenas relacionadas ao uso da substância,
mas também aos fatores internos do corpo que não consegue resistir à doença e leva a dependência com danos físicos e
emocionais além dos conflitos sociais citados acima.
Do ponto de vista externo
Há toda uma pressão social, dos grupos, da
família, da influência da drogadicção em alterações emocionais e no envolvimento com o crime. Problemas que já estavam
presentes no indivíduo e que foram uma forma de ser atenuados por meio do uso da droga como uma válvula de escape.e
alívio de traumas e dores emocionais , e em alguns casos , físicas . São as vias externas que levam à escolha desse tipo de
vida bem como internas também, e por vezes, ambas associadas.A dependência química é uma doença progressiva que.
vai interrompendo processos familiares , de relacionamentos e causando destruição na vida , bem como ao físico do
usuário.
Quando a droga falta, a tendência é que o usuário fique ainda pior.Trata-se da síndrome da abstinência que
provoca alterações severas no metabolismo do organismo do viciado fazendo com que se sinta extremamente mal , se
torne agressivo e tenha atitudes extremas para que possa comprar ou ter a droga através de amigos. Muitos consideram
esse tipo de doença como crônica, sendo a cura um aspecto de luta.
Quando se é dependente, torna-se necessário estar
Vigilância é muito importante na recuperação para os dependentes químicos.
Em
vigilância constante. Isso significa que além do tratamento para dependentes químicos o paciente deve ter controle sobre suas atitudes e se
reeducar em relação ao uso e os motivos que o levam a se utilizar delas.É uma luta constante que não acaba, e vai até o
final da vida. O tratamento precisa ser feito diariamente por ser doença crônica , ou seja , tem que existir uma persistência
por parte do paciente.
Porém, há maneiras de manter o controle. Mesmo que não esteja utilizando as substâncias, há
formas de se cuidar e fazer tratamento com outro tipo de vida que não leva às consequências drásticas do mundo das drogas.
O apoio de clínicas de recuperação em SP, da família e das pessoas mais próximas é essencial para o controle do problema,mas tem que
partir da vontade em abandonar o vício e o uso recreativo, mesmo que seja só aquela;
O usuário não pode se sentir só e
se sentir um fracassado ou fraco.
Este é o motivo em que o conhecimento das causas e as campanhas de conscientização
são essenciais neste processo, bem como tratamento adequado , as internações em clínicas de reabilitação em SP, uso de medicamentos e diversas terapias podem ser utilizadas.
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A redução de danos na dependência química é um conjunto de medidas de saúde pública voltadas a minimizar as consequências adversas do uso de drogas, quer sejam lícitas ou ilícitas, sendo compreendida como uma das possíveis estratégias de abordagem no tratamento e na prevenção do uso de drogas ou álcool. É a chamada prevenção terciária. A redução de danos surgiu como resposta à crescente crise da AIDS. Os programas de redução de danos devem ser destinados a atingir usuários que não poderiam ser alcançados por outros meios, devendo ser exercidos no ambiente frequentado pelos usuários.
Cinco são os princípios básicos da redução de danos na área da dependência química:
A redução de danos na dependência é uma alternativa de saúde pública para os modelos moral, criminal e de doença, desviando a atenção não para o uso, mas suas consequências;
A redução de danos como tratamento da dependência química reconhece a abstinência como resultado ideal, mas aceita alternativas que reduzem os danos;
A redução de danos na dependência surgiu principalmente como uma abordagem “down to up”, com base na defesa do dependente, em vez de uma política “de cima para baixo” promovida pelos formuladores de políticas de drogas, isto é, desenvolvem-se iniciativas locais de base comunitária;
Acesso a serviços de baixa exigência como uma alternativa para diversas abordagens tradicionais de alta exigência, reduzindo o estima e sendo uma alternativa para a total abstinência;
A redução de danos na área da dependência química ou do alcoolismo baseia-se em princípios do pragmatismo empático versus idealismo moralista, ou seja, requer-se resultados práticos, sendo uma postura humanitária para lidar com o sofrimento.
A redução de danos pode ser dividida quanto ao tipo de droga utilizada:
O álcool: deve-se atentar para a idade legal mínima para ingerir bebida alcoólica; impor a legislação por dirigir embriagado, como também executar as leis de responsabilização dos vendedores de bebidas alcoólicas; fazer restrições às vendas e aos vendedores de bebidas; aumentar preços e tributos da bebida; e efetuar controle local e intervenção comunitária.
Cigarros, charutos e nicotina: limitação da oferta, mudar a natureza dos produtos que contêm nicotina, mudar as práticas do uso para reduzir danos e fazer reposição de nicotina.
Substâncias ilícitas: distribuir ou trocar as seringas no caso de utilizar as drogas injetáveis e formar salas de injeção e inalação.
Opiáceos: promover ambiente com baixa rotatividade de pessoal, oferecer aconselhamento e levar os usuários para casa.
O Que é Dependência Química? Tipos de drogas, efeitos e
tratamentos.
Introdução
O que é a Dependência Química? Quais são os tipos de drogas consumidas, efeitos e tratamentos. Maria Alice Fontes Introdução O relato sobre o uso de drogas pela humanidade, remonta os tempos mais remotos, embora o principal objetivo de sua utilização fosse o alívio da dor ou servisse como parte da realização de rituais de uma determinada cultura.
A utilização de substâncias para alterar o estado psíquico é conhecida há mais de 4 mil anos, principalmente pelo povo egípcio, que àquela época já relatava o uso de opiáceos (os opiáceos são substâncias derivadas do ópio e, portanto, estão incluídos na classe dos opioides – grupo de fármacos que atuam nos receptores humanos opioides neuronais. Wikipédia) e maconha. A maioria dos medicamentos utilizados na Antiguidade era originário de plantas. Assim, a palavra “droga” é derivada de droog, que em holandês significa folha seca.
1 A definição atual de “droga” utilizada no meio científico é qualquer substância capaz de trazer alterações no funcionamento do organismo de um ser vivo ou seja: alterar o ânimo ou humor, resultando em mudanças fisiológicas e comportamentais, sejam elas nocivas ou medicinais.
2 A capacidade de alterar os estados mentais ou psíquicos caracteriza as drogas conhecidas como psicotrópicas, que agem no cérebro e provocam mudanças nas sensações, nos pensamentos e comportamentos de um indivíduo. A dependência química é uma doença bio – psico – social que afeta todas as áreas do dependente químico.
A palavra psicotrópico é originária de psico (mente) e trópico (atração por). Vale ressaltar que as alterações referidas podem ser causadas por qualquer tipo de droga, porém cada substância provoca uma reação diferente no organismo. No entanto, boa parte das drogas psicotrópicas apresenta uma forte tendência a causar a dependência de acordo com a sua utilização.
2 O que é Dependência Química Embora exista uma diversidade de conceituações de dependência química, todas elas são unânimes ao afirmar que a dependência é considerada uma relação alterada entre o indivíduo e seu modo de consumir uma determinada substância.
2 A dependência química é uma doença crônica, caracterizada por comportamentos impulsivos e recorrentes de utilização de uma determinada substância para obter a sensação de bemestar e de prazer, aliviando sensações desconfortáveis como ansiedade, tensões, medos, entre outras. Doença física, mental e espiritual.
3 A tolerância é o primeiro critério relacionado à dependência. Tolerância é a necessidade de crescentes quantidades da substância para se atingir o efeito desejado ou, quando não se aumenta a dose, é entendida também como um efeito acentuadamente diminuído com o uso continuado da mesma quantidade da substância.
O grau em que a tolerância se desenvolve varia imensamente entre as substâncias. Existe um padrão de uso repetido da substância que geralmente resulta em tolerância, abstinência e comportamento compulsivo de consumo da droga. Um diagnóstico de Dependência de Substância pode ser aplicado a qualquer classe de substâncias.
Os sintomas de dependência são similares entre as várias substâncias, variando na quantidade e gravidade de tais sintomas entre uma e outra droga. Os sintomas psíquicos e sociais decorrentes da dependência do fumo, por exemplo, são absolutamente menores do que aqueles da dependência ao álcool.
Chama-se “fissura” o forte impulso subjetivo ou compulsão incontrolável para usar a substância. Embora não seja especificamente relacionada como um critério, a “fissura” tende a ser experimentada pela maioria dos indivíduos com Dependência de Substância (se não por todos).
A dependência é definida como um agrupamento de três ou mais dos sintomas relacionados adiante, ocorrendo a qualquer momento, no mesmo período de 12 meses. Os indivíduos com uso pesado de opioides e estimulantes podem desenvolver níveis gravíssimos de tolerância, por exemplo, como se necessitasse dez vezes mais quantidade depois de algum tempo.
Frequentemente, essas dosagens da tolerância seriam letais para uma pessoa não usuária. Muitos fumantes consomem mais de 20 cigarros por dia, uma quantidade que teria produzido sintomas de toxicidade para uma pessoa que está começando a fumar. Os indivíduos com uso pesado de maconha em geral não têm consciência de que desenvolveram tolerância,
embora esta tenha sido largamente demonstrada em estudos com animais e em alguns indivíduos. A tolerância pode ser difícil de determinar com base apenas na estória oferecida pela pessoa, porém, os testes laboratoriais acabam mostrando altos níveis sangüíneos daquela substância, juntamente com poucas evidências de intoxicação, o que sugere fortemente uma provável tolerância.
4 Segundos alguns critérios diagnósticos do DSM-IV 5 , a Dependência de Substância se apresenta sob os seguintes sintomas: Um padrão mal-adaptativo de uso de substância, causando prejuízos ou sofrimento clinicamente significativos, demonstrados por pelo menos três dos seguintes critérios, ocorrendo a qualquer momento no mesmo período de 12 meses: 1.
Tolerância, definida por qualquer um dos aspectos: a. necessidade progressiva de maiores quantidades da substância pra atingir o efeito desejado; b. significativa diminuição do efeito após o uso continuado da mesma quantidade da substância.
2. A abstinência, manifestada por qualquer um dos seguintes aspectos: a. presença de sintomas e sinais fisiológicos e cognitivos desconfortáveis após a interrupção do uso da substância ou diminuição da quantidade consumida usualmente; b. consumo da mesma substância ou outra similar a fim de aliviar ou evitar os sintomas de abstinência.
3. Utilização da substâncias em quantidades maiores ou por um período maior do que o inicialmente desejado.
4. O indivíduo acaba expressando o desejo de reduzir ou controlar o consumo e a quantidade da substância ou apresenta tentativas nesse sentido, porém mal-sucedidas. 5.
Boa parte do tempo do indivíduo é gasto na busca e obtenção da substância, na sua utilização ou na recuperação de seus efeitos.
6. O repertório de comportamentos do indivíduo, como atividades sociais, ocupacionais ou de lazer do indivíduo encontra-se extremamente limitado em virtude do uso da substância.
7. Embora o indivíduo se mostre consciente dos problemas ocasionados, mantidos ou exacerbados pela substância, sejam físicos ou psicológicos, seu consumo não é interrompido. Por que ocorre a dependência? A dependência química é entendida como uma doença que envolve aspectos biopsicossociais, e o curso de seu tratamento deve procurar oferecer intervenções nas três áreas para alcançar maior eficácia e efetividade.
6 Sabe-se que os seres humanos aplicam seus comportamentos na busca de prazer. Sendo assim, qualquer movimento que lhe ofereça uma sensação de bem-estar, de prazer ou aceitação social tende a ser repetido. Esse é o conceito de recompensa que permeia o comportamento humano.
Dessa forma, explica-se o motivo de muitas pessoas que utilizam drogas tornarem-se dependentes, pois a substância ingerida e sua consequente ação no sistema nervoso propiciaram ao indivíduo sensações prazerosas, ainda que momentâneas.
7 Aspectos biológicos Para sustentar os aspectos neurobiológicos da dependência, faz-se necessário mencionar o sistema de recompensa cerebral, responsável pela principal fonte de liberação do neurotransmissor dopamina. Esta substância contida nos neurônios do segmento ventral e cuja liberação ocorre no núcleo accumbens e na área pré-frontal é responsável pelas principais vias do prazer, seja de modo natural, ou através do uso das drogas. Todo esse sistema é responsável pela estimulação prazerosa, assim explicando parte do processo cerebral envolvido no uso de drogas.
6, 7 Aspectos psicológicos Por causar uma sensação de bem-estar no indivíduo, o uso de drogas pode ser erroneamente associado ao alívio de tensões emocionais ou preocupações do indivíduo.
4, 6 Dessa forma, entende-se que a droga é capaz de propiciar um amortecimento da vivência dos problemas emocionais de um indivíduo, mantendo-o alheio das dificuldades que deveria enfrentar na vida cotidiana. Um exemplo possível, é o dos indivíduos que apresentam um quadro de intensa ansiedade, e que para minimizar as sensações dele provindas, ingerem álcool todas as vezes que necessitam enfrentar uma situação social.
Nesse caso, a dependência química pode se instalar progressivamente de maneira subjacente à ansiedade. Aspectos sociais Para explicar melhor estes aspectos envolvidos na dependência química, é necessário compreender o contexto social no qual o indivíduo se encontra inserido.
Se você procura por tratamento para dependentes químicos, veja também:
4, 6 A realidade atual nos mostra que a disponibilidade da droga faz com que o álcool, o tabaco e até drogas mais pesadas, estejam muito próximas das crianças e adolescentes. O álcool é comercializado com pouco controle governamental, tornando-o uma das drogas de maior acesso pelos adolescentes.
Além da disponibilidade, as camadas menos favorecidas tem carência de suporte social adequado, especialmente quanto a educação, saúde e ao emprego. Sabe-se que em muitas favelas o traficante pode exercer um papel manipulador, pois é ele quem passa a oferecer subsídios importantes no lugar da família ou dos órgãos governamentais.
Outros fatores como facilitação da interação social, a melhora dos vínculos sociais também pode ser caracterizada como um fator psicossocial de reforçamento do uso da droga.
A confiança pessoal pode ser bem fortalecida enquanto as barreiras ou defesas diminuem. A intoxicação e a participação em rituais, como as atuais “raves”, permitem que os usuários partilhem suas experiências e sintam-se libertados das obrigações sociais normais. O propósito da intoxicação é retirar-se das responsabilidades que a sociedade normalmente espera que um adulto ou adolescente tenha.
A droga também é responsável por promover a coesão e solidariedade entre membros de um grupo social: serve como meio de identificação do grupo e com o grupo. Tipos de drogas e sua ação 1. Ansiolíticos 2. Anticolinérgicos 3. Cocaína 4. Ecstasy 5. LSD 6. Anfetaminas 7. Esteróides anabolizantes 8. Maconha 9. Tabaco 10. Álcool 11. Opiáceos
1. Ansiolíticos Os ansiolíticos, também são chamados tranquilizantes, são medicamentos capazes de atuar no sistema nervoso sobre o estado de ansiedade e a tensão, trazendo ao indivíduo uma sensação de calma tranquilizadora. São medicamentos prescritos a pessoas que sofrem de ansiedade ou insônia por também terem efeitos hipnóticos.
Porém, muitas pessoas utilizam os ansiolíticos de forma indiscriminada e inadequada, sempre que pensam enfrentar uma situação que gera ansiedade. Outro grande problema, é a mistura de ansiolíticos benzodiazepínicos (o tipo mais comum) com bebida alcoólica, que pode levar o indivíduo a graves problemas médicos, pois o álcool é um depressor do sistema nervoso central e potencializa os efeitos dos ansiolíticos.
Em longo prazo, a utilização inadequada dos ansiolíticos traz prejuízos nos processos de aprendizagem e memória do indivíduo, e nas funções psicomotoras. 3 As intoxicações agudas por benzodiazepínicos são encontradas com alguma frequência nas salas de emergência.
A sedação é o achado mais comum, mas pode haver casos de desinibição comportamental, com agressividade e hostilidade. Tal efeito é mais comum quando os benzodiazepínicos são combinado com o álcool, mas pode aparecer em pacientes idosos ou com lesões prévias no Sistema Nervoso Central.
2. Anticolinérgicos Os anticolinérgicos podem ser tanto naturais (encontrado em algumas plantas, como saia branca, lírio, trombeta de anjo, etc.) ou sintéticos (encontrados em medicamentos contra o Mal de Parkinson, cólicas estomacais ou intestinais, e ainda em colírios para dilatar a pupila), e em ambos os tipos os efeitos produzidos são os mesmos.
Os efeitos provocados pelos anticolinérgicos são os delírios e as alucinações. Os sintomas e sinais após o seu uso são pupilas dilatadas e sem reflexos, visão borrada, boca e narinas secas, dificuldade respiratória, taquicardia, diminuição da pressão sanguínea, e hipertermia.
Quando são utilizados a longo prazo, os anticolinérgicos deixam a pessoa em um permanente estado de desinteresse e desorientação, podendo ser explorada por outros, e ainda prejudicando o seu desempenho acadêmico ou ocupacional.
2, 3 3. Cocaína A cocaína é uma substância capaz de estimular o sistema nervoso central S.NC., causando aceleração do pensamento, inquietação psicomotora, aumento do estado de alerta, inibição do apetite, perda do medo e sensação de poder.
No entanto, as sensações agradáveis por ela proporcionada duram curto período de tempo, e após seus efeitos, a pessoa pode ser levada a um estado de depressão, necessitando de outras doses da droga para ter a sensação que está saindo deste estado.
A cocaína (pó) pode ser aspirada, injetada ou fumada (sob a forma de crack). Seu uso contínuo pode levar a sérias complicações cardiovasculares, respiratórios, gastrointestinais, perda da capacidade sexual, entre outros. Quanto aos problemas psicológicos causados pelo seu uso a longo prazo, estão a depressão, ansiedade, irritabilidade, agressividade, dificuldades de concentração, e sentimentos de perseguição (paranóia).
Quando a dependência se estabelece, o indivíduo limita os seus comportamentos apenas para a busca e a utilização da droga, pondo de lado todas as outras atividades. A cocaína e as anfetaminas tem um efeito específico nas vias dopaminérgicas mesolímbica e mesocortical, e especialmente no chamado sistema de recompensa, caracterizado pelas grandes estruturas:
Segmento ventral “VTA” (Ventral Tegment Area), Núcleo accumbens e Cortex pré frontal. Vias de administração e complicações do uso da cocaína As principais vias de administração da cocaína são: inalada, injetável e fumada. Historicamente, o abuso de cocaína envolvia o comportamento de inalar a forma em pó (sal de hidroclorito).
No final da década dos anos 80, a via injetável passou a predominar, sendo evidência deste fato o grande número de usuários de cocaína injetável serem pessoas infectadas pelo vírus HIV. Na década de 90, observou-se o aumento do uso na forma fumada.
Quando a cocaína (pó) é processada na forma de uma pasta (free base ou crack) ela pode ser fumada, sendo volatilizada à altas temperaturas sem nenhuma destruição dos componentes. A forma fumada leva a droga ao cérebro de maneira mais rápida que a inalada, já que a inalação requer que a cocaína passe da corrente sangüínea do nariz, para o coração onde ela será bombeada para os órgãos do corpo, inclusive para o cérebro.
Entretanto, na forma fumada (smoking), a droga faz um atalho passando dos pulmões diretamente para o coração e para o cérebro. Quanto mais rápido uma droga com poder de dependência chega os cérebro, maior será a chance de ser abusada. Se por um lado a cocaína injetável tem como complicação mais importante a ocorrência de diversas infecções, por outro lado a via pulmonar com o crack traz consigo outras complicações como um maior potencial de dependência e o maior apelo a população mais jovem.
Os efeitos agudos e crônicos do uso da cocaína (pó) Um dos principais efeitos de uma intoxicação aguda por cocaína é a sensação de prazer descrita muitas vezes como euforia. Doses baixas e iniciais de estimulantes causam estimulação dopaminérgica aguda no centro endógeno do prazer no cérebro.
A sensação induzida de hiperalerta pode ser confirmada por um eletroencefalograma (EEG) e eletrocardiograma (ECG). O EEG alterado mostra uma dessicronização generalizada das ondas cerebrais.
Os efeitos agudos pode ser descritos como: • euforia que frequentemente evolui para disforia; • sensação de energia aumentada; • sensação de melhor funcionamento; • aumento das percepções sensoriais (sexuais, auditivas, táteis e visuais);
• diminuição do apetite nas pessoas;
• aumento de ansiedade (ânsia) e suspeição;
• diminuição da necessidade de sono;
• diminuição do cansaço e fadiga;
• aumento da auto confiança, egocentrismo;
• delírios persecutórios;
• sintomas gerais de descarga simpática (tonturas, tremor, hiperreflexia, febre, midríase, sudorese, taquipnéia, taquicardia, hipertensão). – Se pelo menos dois destes sinais referidos estão presentes após uma hora de uso, preenchem critérios para intoxicação por estimulante. Os efeitos patológicos do uso crônico da cocaína podem ser observados nas diversas esferas: fisiológica, psicológica e social/interpessoal.
Quanto aos efeitos fisiológicos, o uso repetido de baixas doses de cocaína leva: • ao aumento da sensibilidade e potencialização da atividade motora com reações exageradas Quanto aos efeitos cardiológicos crônicos observa-se:
• taquicardia,
• hipertensão(hip),
• vaso constrição da artéria coronariana com diminuição do fluxo sanguíneo, gerando um aumento da incidência de isquemias durante a abstinência.
• arritmia,
• miocardite ou cardiomiopatia relacionada à catecolamina.
Quanto aos efeitos no SNC destacam-se:
• efeito no centro termo regulador podendo causar hipertermia maligna,
• diminuição do limiar convulsivo,
• vaso constricção cerebral com aumento de AIT ou AVC,
• cefaléia vascular migratória durante a abstinência pode ser associada a desregulação serotoninérgica,
• atrofia cortical, especialmente nos lobos frontais e temporais. Efeitos pulmonares:
• tosse crônica com secreção preta especialmente para os usuários de estimulantes fumados,
• edema pulmonar,
• pneumonia granulomatosa com hipertensão pulmonar,
• “pulmão de crack” (dortoráxica, hemoptise e infiltrado alveolar difuso). Efeitos nasais e na face:
• inflamação e atrofia da mucosa nasal,
• sinusite crônica,
• necrose e até perfuração do septo nasal,
• ulceração de gengiva devido a aplicação de cocaína oral. Efeitos do uso durante a gravidez:
• placenta prévia,
• aborto espontâneo em mulheres,
• sofrimento fetal Com relação aos efeitos na esfera psicológica, observa-se: Durante o uso crônico de cocaína, ou mesmo após uma orgia de consumo (binge), sintomas depressivos, amotivação, sonolência, paranóia e irritabilidade costumam ocorrer.
A cocaína pode induzir ataques de pânico, inclusive desencadear a Síndrome do Pânico que persiste mesmo após a interrupção do uso da droga. Durante os episódios de “binge” uma psicose tóxica pode se desenvolver sem que sejam evidenciados sintomas psicopatológicos prévios no indivíduo.
A fissura (desejo de repetir o prazer experimentado), juntamente com os sintomas depressivos de abstinência da droga (crash) podem levar ao uso repetido e compulsivo da cocaína.
A cocaína é também conhecida por piorar a sintomatologia depressiva preexistente, podendo produzir também uma síndrome psicótica caracterizada por paranóia, prejuízo da testagem da realidade, ansiedade, padrão estereotipado compulsivo de comportamento e alucinações vívidas: visuais, auditivas ou táteis.
Observa-se ainda que usuários crônicos tendem a associar a cocaína com drogas sedativas como álcool para evitar efeitos estimulantes desagradáveis. Quanto a esfera social/interpessoal podemos destacar:
• maior risco de acidentes devido ao prejuízo no julgamento e hiperatividade,
• maior risco de infecções devido ao uso de seringas,
• riscos de disseminação de DST,
• atividades criminais,
• negligência com os filhos,
• perda da estrutura familiar,
• perda do produtividade no trabalho.
4. Ecstasy É uma substância inicialmente utilizada como moderador de apetite, porém atualmente é extensamente usada por pessoas que frequentam festas rave e casas noturnas, e tem a forma de um comprimido. Seus efeitos agudos compreendem intensa hipertermia, podendo ir acima de 400 graus centígrados (o que pode levar a desidratação), taquicardia e elevação da pressão arterial, alucinações, aumento da atividade física e insônia.
Os efeitos causados pelo seu uso a longo prazo são hepatopatias, cardiopatias, emagrecimento, transtornos psiquiátricos e lesão cerebral. 5. LSD O LSD, também conhecido como “ácido”, é uma substância sintética, ou seja, produzida em laboratório, capaz de provocar grandes alterações mentais, causando fortes efeitos alucinógenos no indivíduo.
As alucinações, em sua maioria, ocorrem na área visual ou auditiva. Estados de intensa euforia podem ser intercalados com sentimentos de medo e tristeza, além da presença de sentimentos persecutórios.
Os efeitos agudos do uso do LSD são pupilas dilatadas, aumento da temperatura corporal e da pressão arterial, taquicardia, sudorese, perda de apetite, insônia, boca seca, tremores, alteração na percepção temporo-espacial e corporal, despersonalização, sinestesia (mistura de informações sensoriais, como “ouvir uma cor”, “ver um som”).
Já os efeitos crônicos se traduzem por fadiga, tensão, transtornos psiquiátricos se houver predisposição, “flashbacks” (fenômeno de causa desconhecida, mas que leva o usuário a apresentar todos os sintomas psíquicos de uma experiência anterior, mesmo sem ter utilizado a droga novamente), incapacidade de perceber e avaliar situações de risco.
2, 3 6. Anfetaminas As anfetaminas são drogas estimulantes, que provocam o aumento da atividade cerebral, apresentando efeitos inibidores da fadiga, ou seja, a pessoa anda mais, corre mais, não tem necessidade de sono, fala mais, come em menor quantidade, etc.
Os efeitos agudos são euforia, aumento da vigilância e da atividade motora, melhora do desempenho atlético, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento da pressão arterial e da temperatura do corpo, o que pode levar a convulsões.
Os efeitos produzidos pelo uso prolongado desta droga são intensa perda de peso, hipertensão, agressividade, irritabilidade, sentimentos persecutórios, tremores, respiração rápida, desorganização do pensamento, e repetição compulsiva de atividades.
3 7. Esteróides anabolizantes (bomba) estas são drogas muito utilizadas para substituição de testosterona (hormônio masculino). Os anabolizantes apresentam dois tipos de efeitos: o anabólico (aumento do crescimento muscular) e androgênico (desenvolvimento de características sexuais masculinas, como crescimento de pelos, barba, voz grossa, etc.)
O uso indevido dessas drogas em homens provoca a redução da produção de esperma, impotência sexual, dificuldades ou dor ao urinar, calvície, e ginecomastia (crescimento das mamas). Em mulheres, ocorre o engrossamento da voz, crescimento de pêlos no corpo e na face, perda de cabelo, diminuição dos seios.
Em adolescentes de ambos os sexos, sua utilização pode interromper o crescimento físico. Já em indivíduos adultos, há o risco de desenvolvimento de câncer no fígado, problemas na coagulação do sangue, colesterol, hipertensão, ataque cardíaco, acne, oleosidade da pele e cabelo, aumento da agressividade, alteração do humor, distração, problemas de memória.
3 8. Maconha A maconha, nome popular da Cannabis Sativa (erva) C.S., é uma planta que produz mas de 400 substâncias químicas, entre elas, o THC (tetrahidrocanabidol).
• aumento da sensibilidade aos estímulos sensoriais, maior percepção de cores, sons, texturas, paladar, apetite
• boca seca
• tosse
• percepção do tempo mais lenta
• aumento da capacidade de introspecção
• aumento da capacidade de ser absorvido por sensações de conteúdo sensual, aumento do desejo sexual
• sensação de relaxamento, flutuar
• aumento da auto confiança
• comprometimento da memória recente
• comprometimento motor
• conjuntivite, pupilas dilatadas
• taquicardia
• alteração da pressão arterial (hipotensão ortostática) Efeitos Crônicos
• Células e Sistema Iimunológicos – Comprometimento da imunidade, aumento de infecções bacterianas e virais. Carcinogênese, mutação celular.
• Sistema Cardiovascular – Pacientes com história de angina podem evoluir com precordialgia devido ao aumento da demanda do miocárdio e pela taquicardia.
Maior risco de hipertensão arterial, doença cérebro vascular ou coronariana como consequência da taquicardia e aumento da pressão arterial.
• Sistema Reprodutor – Diminuição da testosterona e da produção de esperma, desorganização do ciclo ovulatório. Uso na gravidez: hipóxia fetal, comprometimento do desenvolvimento fetal, baixo peso ao nascimento.
• Sistema Respiratório Humano – Fenômenos irritativos dos epitélios dos brônquios e nasofaringe. Bronquite crônica, câncer pulmonar, faringite, sinusite.
• Efeitos no Desenvolvimento e Adolescência – Estreitamento do repertório social e interacional. Abertura para o uso de outras drogas (primeiro uso de drogas lícitas – álcool e tabaco, passando para canabis, cocaínae alucinógenos). Piora do desempenho escolar.
Pior taxa de desemprego na vida adulta.
A ação da maconha no sistema nervoso central A ação da maconha (canabis) se assemelha aos opioides e benzodiazepínicos que atuam em receptores específicos do cérebro, diferentemente do álcool que perturba a atividade de diversos neurotransmissores. Os receptores específicos da maconha são chamados “receptores canabinoides” sendo que sua distribuição no cérebro está localizada principalmente nas regiões da córtex cerebral, hipocampo, cerebelo e gânglios basais.
Vale notar que as funções neurológicas destas áreas com maior concentração de receptores canabinoides correspondem a alguns dos efeitos específicos da droga como por exemplo: pensamento desorganizado (córtex cerebral), dificuldades de memória (hipocampo), descoordenação motora (cerebelo). Os efeitos euforizantes agudos parecem estar relacionados com a ação dos receptores canabinoides no sistema dopaminérgico mesolímbico cerebral.
Este sistema é responsável pela experiência de reforçamento produzida pela maioria das drogas de abuso. Alguns dos efeitos do THC ocorrem pela interação com o sistema opioide endógeno, que por sua vez interage com o sistema dopaminérgico. O uso crônico da canábis pode produzir mudanças neuro adaptativas no sistema límbico, de maneira semelhante às outras drogas de abuso, o que parece explicar os efeitos da retirada da droga, com os fenômenos de craving associados a abstinência.
Mais recentemente foi descoberta a “anandamida”, uma substância endógena cerebral que se liga ao receptor canabinóide e simula a ação do THC, as pesquisas com esta substância podem vir a trazer importantes contribuições no entendimento do sistema canabinóide no cérebro.
Absorção e metabolismo da maconha Quando utilizado na forma fumada, o THC é absorvido rapidamente dos pulmões na corrente sanguínea com um pico de concentração ocorrendo cerca de 10 minutos depois do ato de fumar; observa-se que o declínio de THC no sangue é igualmente rápido de maneira que após uma hora consumo, apenas cerca de 5 a 10% dos níveis sanguíneos de THC ainda podem permanecer circulando.
A absorção pode ser muito mais lenta, caso o THC for ingerido oralmente, na forma de bolos ou tortas, sendo o início dos efeitos sentidos somente depois de uma hora ou mais, permanecendo ativos por até 5 horas ou mais. A metabolização do THC tem início imediatamente nos pulmões na forma fumada, ou nos intestinos na forma ingerida oralmente, mas a maior parte do THC é absorvida na corrente sanguínea e levada até o fígado onde é transformada em dois subprodutos, sendo um psicoativo e outro não.
Este subprodutos são geralmente os responsáveis pelo principais efeitos psicoativos do uso da maconha, principalmente quando consumida oralmente.
9. Tabaco O tabaco é uma planta denominada Nicotiana Tabacum, da qual é extraída a nicotina, entre outras substâncias altamente tóxicas como terebentina, formol, amônia, naftalina, etc. O tabaco é uma droga que causa tolerância e dependência, e muitas das pessoas que fumam se sentem incapazes de interromper seu uso. Os efeitos agudos do tabaco são leve taquicardia, hipertensão, aumento da respiração e da atividade motora, dificuldade de digestão, insônia, tontura e inibição do apetite.
Os efeitos causados pelo seu uso contínuo são doenças cardíacas, bronquite crônica, enfisema pulmonar, derrame cerebral, úlcera digestiva, diversos tipos de câncer, diminuição da longevidade. 2, 3 10. Álcool O álcool é uma das poucas drogas que têm o consentimento da sociedade para a sua utilização, o que facilita a sua aquisição e o uso indiscriminado em qualquer faixa da população.
Só é visto como um problema, quando é utilizado de forma exacerbada. Os efeitos causados pelo álcool incluem duas fases: uma estimulante e outra depressora. Na fase estimulante surgem a euforia, desinibição social e facilidade para falar em público.
Os efeitos depressores se traduzem por falta de coordenação motora, sonolência e descontrole. O efeito depressor é acentuado pelo consumo excessivo do álcool, podendo levar ao estado de coma. Ele age diretamente em órgãos como fígado, coração, vasos, e parede de estômago, e seu uso prolongado pode desencadear patologias em cada um deles.
O alcoolismo é uma doença muito comum em todos os países, e de difícil controle, pois o álcool é utilizado pela primeira vez cada vez mais cedo, e para adquiri-lo, o indivíduo não precisa fazer grandes esforços. Em algumas comunidades, há uma estimulação quanto a ingestão do álcool, como se fosse traço de masculinidade, garantia de diversão em festas, etc.
2, 3, 8 11. Opiáceos Essas são drogas derivadas do ópio, podendo ser opiáceos naturais (como a morfina e a codeína) ou semissintéticos (como a heroína, que é uma substância alterada da morfina). Os opiáceos são drogas sedativas, que induzem o sono, e analgésicas, sendo assim, muito utilizadas para tratamento médico.
Porém os opiáceos têm um alto poder de causar dependência, e seu uso indevido levam a efeitos agudos como euforia, intensa sensação de prazer, distanciamento da realidade, chegando a sentimentos de mal-estar, irritabilidade, depressão, miose (contração da pupila), sonolência excessiva, inconsciência, bradicardia, depressão respiratória, convulsões, coma e morte. Os sintomas de abstinência se apresentam muito intensos, sendo necessária a internação do indivíduo.
O uso prolongado dos medicamentos ou drogas que são opiáceos (derivados do ópio) levam a um aumento da tolerância e consequente dependência, prisão de ventre crônica, problemas digestivos, dificuldades visuais devido a miose, e total distanciamento da realidade.
2, 3 Tratamento A dependência química é reconhecida como uma doença que afeta o indivíduo no campo biopsicossocial e as estratégias de seu tratamento busca o restabelecimento físico, psicológico e a reinserção social do dependente.
1 O tratamento da dependência química é muito complexo, e seu sucesso e efetividade estão intimamente ligados ao grau de motivação do indivíduo. Os sintomas da dependência não diferem em grande escala de pessoa para pessoa, mas a motivação para a mudança se apresenta de uma determinada forma para cada um, sendo assim, variável. Após uma avaliação do quadro, o tratamento mais indicado será discutido junto com o dependente, sua família e a equipe multidisciplinar.
1, 2 A internação do dependente químicoé parte do tratamento da dependência química e do alcoolismo, e não uma única estratégia. Ela é utilizada com o objetivo de desintoxicar o indivíduo, e não implica na cura da dependência química. Além disso, a internação é necessária quando o dependente apresenta sintomas de abstinência muito intensos, ou quando quadros psiquiátricos são desencadeados pelo uso excessivo de drogas.
2 Após o período de internação (quando necessária), o acompanhamento continuado é a estratégia mais indicada nos quadros de dependência química. Dessa forma, o tratamento multidisciplinar permitirá ao indivíduo lidar com os sintomas de abstinência, que poderão estar mais amenos.
O tratamento psicológico da dependência química visa mostrar ao paciente que ele possui em si próprio meios de enfrentamento de situações desconfortáveis sem a utilização de drogas. Como já foi dito, os aspectos psicossociais exercem um papel muito importante na manutenção da doença, pois passados os sintomas de abstinência, são eles que permanecem.
Assim, o acompanhamento de um psicólogo é de extrema relevância para o tratamento da dependência química, pois mais importante do que a abstenção das substâncias que causaram a dependência, é manter o indivíduo afastado das drogas, que será um desafio constante na vida do paciente.
2 A participação do dependente químico ou alcoólatra em grupos de apoio, como Alcoólicos Anônimos, Narcóticos Anônimos, e de sua família em grupos respectivos, pode ser muito importante para determinados casos no sentido de promover uma maior motivação e de fazê-lo compreender que a dependência química não é um problema que afeta apenas a sua vida. Ao perceber que outros dependentes conseguem se manter afastados das drogas, o paciente se sente motivado a conquistar o mesmo.
A família, ao frequentar grupos de apoio divide suas dificuldades com familiares de outros dependentes químicos, e aprende diferentes estratégias para lidar com o problema. Referências Bibliográficas 1. http://www.unodc.org 2. http://www.einstein.br 3. http://www.unifesp.br/dpsicobio/cebrid 4. Ballone GJ – Dependência Química – in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.br, revisto em 2010. 5. AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manualdiagnóstico e estatísticode transtornos mentais – 4º edição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994, 845 p. 6. http://gballone.sites.uol.com.br/voce/drogas.htm 7. http://www.nida.nih.gov 8. GRIFFITH, E. O tratamento do alcoolismo: um guia pra profissionais da saúde. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999, 918 p. Fonte: http://www.plenamente.com.br
Os acidentes de trânsito custam ao país R$ 10 bilhões por ano
Veículo: Automóvel
Seção: Drogas e álcool
Data: 03/06/2018
Estado: SP
O balanço sobre a violência no trânsito, divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), mostra que mais de 6.524 pessoas morreram em acidentes de trânsito nos 56 mil quilômetros de rodovias federais durante o ano de 2005.
O índice ficou um pouco mais abaixo do levantamento de 1999, com 6.588 mortos e redução de apenas 0,9%. Outras 20.593 vítimas de acidentes graves estão numa cadeira de rodas pelo resto da vida. Em 2000, houve 110.146 acidentes no Brasil contra 117.250 do ano anterior.
A queda foi de 6%. Esses acidentes deixaram 60.387 feridos, um terço deles em estado grave. Também nesta contagem, os números ficaram ligeiramente abaixo dos 61.736 feridos em 1999.
Em sua maior parte, os acidentes acontecem durante o dia (59%), com tempo bom (75%) e em retas (67%). Os números dos acidentes de trânsito no Brasil assustam e não deixam dúvida: o problema é grave, muito grave mesmo. Estamos longe de alcançar o índice de três mortos por dez mil veículos/ano, tido como aceitável pela ONU (Organização das Nações Unidas). No Brasil, são cerca de sete mortos por dez mil veículos/ano.
Nos países desenvolvidos, ocorre menos de uma morte por dez mil veículos/ano. De acordo com dados do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), os acidentes de trânsito custam ao país aproximadamente R$ 10 bilhões por ano.
Bebidas alcoólicas (álcool)
Pesquisa realizada no ano de 1997, abrangendo quatro capitais (Salvador, Recife, Brasília e Curitiba) pela ABDETRAN (Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Trânsito), comprova que trânsito e drogas, a começar pelas bebidas alcoólicas, são, de fato, uma combinação nociva à vida.
Os resultados apresentados foram significativos: 61% dos acidentados tinham ingerido bebida alcoólica, sendo que 27,2% apresentaram uma quantidade de álcool no sangue superior à permitida pelo novo Código de Trânsito Brasileiro (0,6 gramas de álcool por litro de sangue). Em todas as cidades que foram realizadas as pesquisas, a faixa etária de 20 a 39 anos apresentava o maior índice de consumo de álcool: 65%.
Mas é entre os menores de 20 anos de idade que a pesquisa detectou alguns resultados ainda mais graves, com a clara constatação de que os adolescentes continuam infringindo duplamente a lei:
fazem uso de bebida alcoólica e dirigem sem habilitação de motorista – uma combinação perigosa e muitas vezes fatal para condutores e pedestres. Entre os adolescentes de 13 a 17 anos, 10,3% apresentaram teor de álcool no sangue acima do permitido. Nos acidentados com menos de 20 anos, 52,8% estavam alcoolizados, sendo que 16,5% tinham passado do limite de 0,6 g/l.
As reações provocadas no organismo humano pela ingestão do álcool entre outras drogas são, de fato, uma ameaça ao motorista.
O sistema nervoso cerebral é completamente alterado a partir da ingestão dessas substâncias, em doses razoáveis.
A principal conseqüência é a perda total ou parcial dos reflexos, comprometendo a capacidade dos motoristas de conduzir com segurança qualquer veículo em via pública.
A primeira reação do organismo à bebida alcoólica é de euforia, desinibição e auto-confiança. Esse estado de espírito é decorrente da liberação de mediadores neurais, substâncias produzidas pelo próprio organismo, e que causam desequilíbrio ao sistema nervoso cerebral. Essa primeira fase dura pouco, no máximo uma hora. No entanto, é seguida de depressão, com diminuição da capacidade física, motora e mental, o que compromete a atenção e o estado de alerta necessários à segurança no trânsito.
Drogas
As outras drogas, como cocaína, crack (pedra), anfetaminas e tranquilizantes, também provocam algumas reações no organismo, que somadas aos efeitos do álcool se tornam mais graves.
O uso da cocaína, por exemplo, produz uma sensação de grandeza e aumenta a sensibilidade a estímulos externos, distorcendo a noção da realidade. As anfetaminas têm efeito parecido e por isso são utilizadas por motoristas de caminhão, apesar dos grandes riscos que oferecem aos que querem se manter acordados para fazer longos percursos.
É o chamado “rebite”. Quanto à maconha, seu principal efeito é a perda do senso de realidade. A maconha reduz a capacidade de dirigir por até oito horas após o uso.
Todos esses efeitos são de alta periculosidade, principalmente no trânsito. Nesses casos, os acidentes costumam ser graves: 63,6% de capotamentos e 71,1% de choques.
A pesquisa mostrou que grande parte das vítimas da cocaína e da maconha no trânsito é formada por jovens de 20 a 39 anos. E, o mais grave, que os adolescentes de 13 a 17 anos constituem o segundo grupo de maior consumo dessas drogas.
Entre os menores de 20 anos, foi constatada a presença de maconha na urina de 7,8% dos acidentados, de cocaína em 1,9% e de diazepínicos (tranqüilizantes) em 4,5%. Outro dado importante é que os jovens fazem tanto uso dos barbitúricos (hipnóticos e tranqüilizantes) quanto os adultos. De 0 a 19 anos, a incidência é de 1,9% , de 20 a 39 anos chega a 1,4%, e de 40 a 59 anos é de 1,7%.
Incidências
A pesquisa abrangeu 1.114 vítimas de acidentes de trânsito nas capitais, durante a semana de 26 de agosto a 3 de setembro de 1997. Participaram da pesquisa, realizada nos dois principais hospitais de cada capital e nos IMLs (Instituto Médico Legal), 96 estudantes dos cursos de Medicina e de Enfermagem.
Foram colhidas informações sobre o prontuário dos acidentados e as circunstâncias dos acidentes, bem como os dados pessoais das vítimas. Nos sete dias da pesquisa, ficou evidente que o número de acidentes aumenta nos finais de semana (43,3% entre o sábado e o domingo) e especialmente entre as 14h e 20h (43,8% do total).
Mas a novidade é que a quinta-feira apresentou um comportamento diferente dos demais dias da semana, com uma proporção elevada de acidentes.
O acidente predominante para o conjunto da amostra foi a colisão (33,2%), seguida do atropelamento (26,7%). Mais uma vez, os jovens são as maiores vítimas da violência no trânsito, já que a idade média dos acidentados é de 27 anos, com 80,6% do total das vítimas situando-se na faixa de idade inferior a 40 anos.
A pesquisa constatou ainda a negligência de grande parte dos motoristas, já que dois terços dos acidentados não utilizavam o cinto de segurança.
Penalidade
A gravidade do uso de álcool e de outras drogas no trânsito já é reconhecida pelas autoridades da área e pela sociedade há muitos anos, o que levou à aprovação de multas muito mais pesadas no novo Código de Trânsito Brasileiro.
Dirigir depois de haver ingerido qualquer tipo de bebida alcoólica (álcool) de modo a apresentar mais de seis decigramas de álcool por litro de sangue, ou qualquer substância entorpecente, passou a ser uma infração gravíssima (7 pontos na carteira), com multa padrão (180 Ufir) multiplicada por cinco.
O infrator ainda ficará proibido de dirigir ou poderá ter a carteira recolhida ou o veículo retido até a apresentação de um motorista habilitado. O infrator estará sujeito também a detenção de seis meses a três anos.
De acordo com o novo Código, um acidente com vítimas, provocado por pessoa alcoolizada ao volante passa a ser crime de homicídio culposo ou lesão corporal culposa, a ser julgada de acordo com o Código Penal.
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Em maio de 2018, o Google atualizará a política de saúde e medicamentos para restringir a publicidade de serviços de recuperação de dependência química. Essa política será aplicada globalmente, em todas as contas que anunciam serviços de reabilitação.
Veja alguns exemplos de serviços de reabilitação que serão restritos conforme a nova política:
fornecedores de tratamentos clínicos contra dependência química, incluindo programas domiciliares, de internação ou ambulatoriais
serviços de apoio a recuperação de dependência química, incluindo organizações de ajuda mútua e clínicas de reabilitação
geradores de leads e agências de indicação para serviços de reabilitação de dependência química
linhas diretas de suporte para crises decorrentes de dependência química
Atualmente, anúncios de serviços de reabilitação de drogas e álcool não são permitidos fora dos Estados Unidos.
Os anunciantes dos Estados Unidos precisam ter a certificação da LegitScript como prestadores desses serviços de reabilitação para poderem anunciar usando o Google AdWords. Nem todos os serviços de reabilitação de drogas e álcool estão qualificados para receber a certificação da LegitScript. Aqueles que não são qualificados, como clínicas de reabilitação e agências de indicação, não podem anunciar esses serviços no Google. A LegitScript cobra uma tarifa pelo processamento e monitoramento de inscrições, mas oferece isenção para determinados casos. Para saber mais sobre a certificação e enviar uma inscrição, acesse o site da LegitScript.
Os prestadores de serviço dos Estados Unidos com certificação da LegitScript também precisam ser certificados pelo Google para exibir anúncios. Os anunciantes com certificação da LegitScript poderão solicitar a certificação do Google a partir de julho, quando o formulário de inscrição for publicado.
Capital Remoções – Clínicas de Reabilitação / Recuperação em SP
Para pessoas, de ambos os sexos, que precisam do tratamento-residente em clínicas de recuperação / reabilitação, e concordam com a ajuda profissional.
Nosso diferencial é que nossa equipe terapêutica e médica está preparada para intervir nas crises de abstinência, que se caracterizam pela presença de sintomas físicos e psicológicos de desconforto frente à interrupção do consumo de drogas e álcool, evitando assim a desistência do tratamento por parte do paciente. Nossos pacientes cumprem o tempo de programa estabelecido e nosso índice de desistência é praticamente inexistente.
Por conseqüência detemos um dos melhores índices de recuperação entre os pacientes tratados.
O Programa Terapêutico de 12 passos, parte fundamental do tratamento, é específico para cada pessoa e está alicerçado no que há de mais moderno em técnicas e dinâmicas terapêuticas, buscando resgatar valores éticos, familiares e emocionais, para motivar os pacientes a refazerem seus projetos de vida, adotando assim, hábitos saudáveis e produtivos.
O acompanhamento dos profissionais, outro fator de extrema importância para o tratamento, é realizado por equipe de profissionais, treinados e capacitados, composta por médicos (psiquiatra e clínico), psicólogos, terapeutas, consultores em dependência química, terapeutas ocupacionais, professores de educação física, monitores, enfermeiros e outros.
Duração prevista para o tratamento de 180 dias em regime de internação continuada em nossas unidades de tratamento, sujeito à alta terapêutica estabelecida pela equipe. Mais um programa de reinserção.
Temos também, Tratamento Intensivo, realizado em um período de 90 dias de internação continuada. Sujeito à alta terapêutica estabelecida pela equipe de tratamento. Mais um programa de pós-tratamento de 90 dias.
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Temos um custo que permite a maioria das famílias se beneficiarem dos resultados que nossos tratamentos tem proporcionado a muitas vidas.
Cientistas brasileiros deram mais um passo importantíssimo na luta contra a dependência química. Veja informações sobre como participar da pesquisa.
26/05/2018 00h55 – Atualizado
Pesquisadores brasileiros deram um passo importantíssimo na luta contra a dependência química. Eles desenvolveram uma técnica para curar os sintomas da abstinência em quem tenta largar o vício da cocaína. Nos testes, esse novo método teve resultados surpreendentes.
Veja informações sobre vagas na pesquisa que combate à abstinência
Uma touca na cabeça, 20 sessões de 12 minutos ao lado de uma máquina. Quando topou o tratamento experimental, o cabeleireiro usava 5 gramas de cocaína por dia, já tinha tomado remédios e passado por duas clínicas de reabilitação.
“Não conseguia ficar nem um dia sem. A vontade de usar era muito grande. Era equivalente a você estar com sede, muita sede, e querer tomar água”, disse o cabeleireiro.
Ele e outros 24 usuários da droga foram submetidos no instituto de psiquiatria da USP à estimulação magnética transcraniana. Uma técnica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina para o tratamento da depressão.
A máquina gera um campo magnético. No cérebro do dependente de cocaína, ele ativa as áreas responsáveis pelo poder de decisão e pela sensação de saciedade, que ficam comprometidas quando o dependente sente falta da droga.
“O campo magnético faz com que o paciente volte a ter capacidade de decidir em relação ao uso dele, e escolher, e não usar”, afirmou Philip Ribeiro, pesquisador Instituto Psiquiatria USP.
O estudo, o primeiro do mundo de caráter científico a analisar os efeitos da estimulação magnética em dependentes de cocaína, foi bem recebido em congressos internacionais de psiquiatria. Em 80% dos pacientes, houve redução da fissura, o desejo de usar a droga, e também do consumo de cocaína.
Exames de urina comprovaram a mudança de comportamento. O cabeleireiro conseguiu se livrar do vício.
“Hoje em dia eu não tenho vontade nenhuma, não sinto a menor vontade de fazer uso da cocaína nem de nenhum tipo de droga”, revelou o cabeleireiro.
Os pesquisadores dizem que novos estudos são necessários e que é preciso aliar o tratamento a outras terapias para evitar recaídas.
Agora, eles querem repetir a experiência com usuários de crack. Mas fazem uma ressalva: apesar de promissor, o tratamento não consegue reverter um dos efeitos mais dramáticos das drogas.
“A droga precocemente leva a lesões no sistema nervoso, então a capacidade cognitiva, de raciocínio, não se recuperou. Melhora em tudo, menos nisso”, explicou Marco Antonio Marcolin, orientador da pesquisa.
O tratamento pode provocar dor de cabeça e tontura, e não é indicado para quem usa marcapasso ou é epilético.
Há vagas para dependentes que quiserem participar da segunda fase da pesquisa, no Instituto de Psiquiatria da USP. Você pode encontrar mais detalhes no site IPq
Se você enfrenta problemas com vício em álcool ou drogas na sua família, certamente sabe bem quanto sofrimento é causado para todos os envolvidos até mesmo nos períodos de internação nas clínicas de reabilitação ou psiquiatrias. Durante a jornada de recuperação, um desafio é encontrado: a reinserção social do dependente químico.
Para que o indivíduo vença o vício, se restabeleça e recomece a sua vida, ele precisa de muito apoio. Isso inclui o suporte emocional da família, a assunção de novas responsabilidades e oportunidades — também no contexto profissional —, a adoção de novos hábitos para evitar recaídas e a ajuda de especialistas.
Acompanhe este post e veja como é importante a ajuda das pessoas próximas e da sociedade como um todo, para que o dependente químico consiga superar os obstáculos e ser reintegrado ao convívio social!
A importância da reinserção social do dependente químico e do alcoólatra
A dependência química envolve alguns aspectos biológicos, psicológicos e sociais do indivíduo. Para uma recuperação efetiva, todos esses fatores devem ser bem trabalhados. O restabelecimento das relações sociais, por exemplo, é fundamental para a construção de uma nova história e a continuidade das transformações ocorridas no processo de recuperação.
A desintoxicação é apenas uma parte do tratamento — tão importante quanto isso é a reinserção social. Nesse sentido, o isolamento não é a melhor forma de reintegrar o dependente em abstinência. Ao contrário, o ideal é que ele encontre apoio nos relacionamentos e no convívio com outras pessoas. É essencial que ele saiba que pode contar com aqueles que estão ao seu redor.
Não é nada fácil conviver com um dependente químico ou um alcoólatra, e somente quem já enfrentou esse tipo de situação sabe que muitas mágoas podem permanecer. Contudo, a pessoa que está em fase de recuperação necessita, mais do que nunca, de acolhimento, compreensão, atenção e respeito. Se o indivíduo se sentir amparado e valorizado em suas relações sociais, ele adquire muito mais força e motivação para reconstruir sua vida.
O papel da família
A família é um dos principais pilares para a recuperação do dependente químico, sendo corresponsável pelo tratamento e pela reinserção social de seus entes. Isso significa que, além de suporte emocional, presença e disposição para ajudar, os familiares também precisam passar por acompanhamento durante esse processo.
A realidade é que, quando se trata de dependência química, a família inteira sofre com os efeitos do problema. Todas as pessoas que convivem com o dependente, de certa forma, também adoecem. Resta saber quem está mais preparado para fornecer o amparo e os cuidados necessários, quem precisa mais de ajuda e quem pode prover o sustento emocional dessas relações estremecidas.
Outras perguntas que ficam são: “quem adoeceu primeiro?” e “qual a origem da doença?”. Isso porque muitos problemas são desenvolvidos no próprio seio familiar, em razão do ambiente não acolhedor, da ausência de regras e limites, da falta de convívio, atenção e carinho.
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Nesse sentido, a família também precisa de suporte para compreender a dinâmica que foi construída e de que forma as relações familiares podem contribuir para a melhoria ou para o agravamento da dependência química.
Em geral, a missão de fornecer apoio é mais assumida pela mãe. Entretanto, ela pode não conseguir desempenhar esse propósito com firmeza e acabar “passando a mão na cabeça do filho”, por não suportar ver o seu sofrimento. Assim, a responsabilidade passa a outros integrantes da família, como irmãos, mas esses nem sempre estão dispostos a lidar com a situação.
Ocorre, então, uma codependência: as famílias sentem culpa, sobrecarga, desesperança e autopiedade. Em vez de ajudar na recuperação de seus entes, alguns familiares acabam assumindo posturas inadequadas, como negação, não reconhecimento da gravidade do problema, mentira e omissão.
Por outro lado, se as famílias estão dispostas e preparadas para enfrentar e melhorar a situação, o dependente pode encontrar uma faísca de motivação e sentir que as pessoas ao redor não desistiram dele. Esse é um trabalho que deve ser feito diariamente pelos familiares e envolve o exercício da tolerância, da compreensão, do apoio, da doação e do amor.
O retorno ao mercado de trabalho
O dependente em recuperação precisa de suporte em todos os sentidos, e, nesse novo caminho, é essencial que ele seja tratado como os outros seres humanos, sem preconceito e atitudes evidentes ou mascaradas que o façam se sentir à margem da sociedade.
A reinserção do dependente químico no mercado de trabalho é um momento delicado, e nem todas pessoas têm um olhar flexível sobre isso. Ainda existe muita discriminação, dificultando o acesso às oportunidades. Assim, o que eles acabam encontrando são portas fechadas e desconfiança, ao mesmo tempo em que são cobrados para se reerguerem. Isso, por consequência, gera frustração e prejudica a recuperação.
Uma porta aberta no mercado de trabalho é um recomeço para o dependente em abstinência, a chance de uma vida nova. Com essa oportunidade, ele pode começar a reescrever sua história, focar no futuro e direcionar sua mente para novos projetos.
Também, é no cenário profissional que o indivíduo cria novas conexões, assume responsabilidades e se vê em um ambiente totalmente diferente daquele que o mantinha preso ao consumo de substâncias químicas.
O processo de recuperação é um tratamento contínuo, que será levado para a vida toda. São elementos essenciais durante essa jornada: o apoio das pessoas próximas; os reforços positivos encontrados em todos os contextos de vivência — família, trabalho, etc.; a esquiva de lugares e situações que possibilitem recaídas.
As possibilidades de recaídas
Evitar recaídas é um desafio que o dependente em abstinência enfrentará durante o resto de sua vida. As possibilidades de cair novamente no vício existem e estão por todos os lados. Para diminuir as chances de que isso aconteça, o indivíduo em reabilitação precisa adotar hábitos sociais bem diferentes dos anteriores.
Apoiar-se em relações construtivas e seguras e evitar locais e contatos que favoreçam o uso de álcool e drogas são algumas medidas de precaução. É claro que não é fácil abandonar velhos hábitos e fazer mudanças drásticas na vida, mas, se não for assim, mesmo doses baixas e consumo moderado de certas substâncias podem provocar uma recaída e o retorno ao vício.
Para seguir firme nessa nova caminhada, também é necessário contar com a ajuda de especialistas. As clínicas de reabilitação são a melhor opção para os dependentes químicos que querem resgatar a qualidade de vida e assumir um novo rumo. São locais que oferecem acompanhamento profissional constante, com todo respaldo que as pessoas precisam para um recomeço.
Vencer o vício não é um processo rápido e fácil; ao contrário disso, exige luta diária, força de vontade e apoio de todas as direções, principalmente da família. Com todo esse alicerce e a ajuda de profissionais, é possível promover a reinserção social do dependente químico e, a partir daí, iniciar a construção de uma nova vida.
Para saber mais sobre os métodos de tratamento e apoio aos dependentes químicos e seus familiares, entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas. Nós podemos ajudar!
Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas. Entre em contato para conversarmos mais!
A dependência química – Capital Remoções – Clínicas de Reabilitação SP
Considerado um transtorno mental, além de um problema social pela Organização Mundial de Saúde(OMS), a dependência química é tida como doença crônica, que comumente atinge indivíduos que fazem o uso constante de determinadas drogas. O portador desse tipo de distúrbio acaba por não conseguir conter o vício, afetando sua vida psíquica, emocional, física e, consequentemente, a vida social.
As substâncias que atuam no Sistema Nervoso Central do ser humano, alterando a forma de o indivíduo pensar, agir ou sentir são denominadas drogas psicoativas. Sendo conhecida e usada desde o início das civilizações, em rituais religiosos ou como fonte de prazer, substâncias como a maconha, cocaína e o álcool ainda são comuns nos dias atuais. Tendem a causar um desequilíbrio no metabolismo químico do organismo, levando a dependência química da droga.
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A motivação pelo uso engloba diversos fatores – de simples curiosidade a uma busca imediata de prazer ou alívio de sintomas, contudo, a maioria desconhece ou desacredita no potencial dessas drogas em causar a dependência.
A dependência a uma droga ou o álcool é caracterizada pelo descontrole do indivíduo no uso da substância, que aos poucos o desintegra da sociedade. Fatores relacionados à própria droga, até uma predisposição genética e doenças psiquiátricas pré-existentes, podem levar algumas pessoas a um quadro de dependência. Com o objetivo de sentir novamente os sintomas de prazer, ou ainda, para eliminar o mal-estar que se sente quando há a interrupção da droga, o indivíduo tende a repetir o uso daquela substância. Os sintomas de desconforto são designados “Síndrome da Abstinência”, que tendem a surgir a cada vez que o indivíduo cessar o uso da droga. A “tolerância à droga” leva ao consumo de doses cada vez maiores, no intuito de obter os mesmos sintomas promovidos em doses que antes eram menores. Outro fator associado à dependência química é a fissura, caracterizada pela vontade incontrolável de fazer o uso da droga, a qualquer hora do dia ou noite.
Uma vez que o ser humano se torna um dependente químico, será permanentemente um dependente(Isso mesmo, para o resto da vida). Acontece que a doença apresenta caráter crônico, incurável e progressivo. Assim, como não há cura para a dependência química, o indivíduo irá necessitar de tratamento constante, independente de estar fazendo o uso ou não da droga.
Para critério de diagnóstico médico, existem atualmente dois códigos internacionais vigentes. A publicação da OMS, conhecida como Classificação Internacional de Doenças (CID) está em sua décima edição (CID-10), já o Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM) tem vigente a sua quinta edição (DSM-V). No Brasil, a classificação aceita pelo Ministério da Saúde é o CID-10, que apresenta os seguintes critérios para diagnóstico de dependência química:Saiba mais: A Meu Consultório lista as doenças mais recorrentes de acordo com a tabela do CID Patrocinado
Tolerância: a redução da magnitude dos efeitos leva ao uso de doses cada vez maiores para atingir o efeito desejado;
Senso de compulsão: forte desejo de consumir a droga;
Abstinência: após a interrupção ou diminuição do uso, surgindo sintomas de desconforto como tremores, ansiedade, irritabilidade e insônia, levando ao uso da mesma substância (ou outra relacionada) para promover o alívio ou evitar tais sintomas;
Desejo de reduzir ou controlar o consumo, porém, sem sucesso;
Abandono de atividades prazerosas alternativas: maior parte do tempo gasto em prol do uso da substância;
Persistência ao uso: mesmo com o surgimento de manifestações nocivas e patológicas, como danos em órgãos e estados depressivos, resultantes do consumo crônico e excessivo, ainda se mantém o consumo.
Esta doença merece toda a atenção!!!
Por desprender o indivíduo da sociedade, podendo ocasionar o óbito. Por acometer toda a família, que adoece emocionalmente junto ao indivíduo, esta também deve receber orientações e apoio.
A dependência química é definida pela 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), da O.M.S. Organização Mundial da Saúde, como um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após o uso repetido de determinada substância. A dependência pode dizer respeito a uma substância psicoativa específica (por exemplo, o tabaco, bebida alcoólica ou a cocaína, lsd, extasy ), a uma categoria de substâncias psicoativas (por exemplo, substâncias opiáceas) ou a um conjunto mais vasto de substâncias farmacologicamente diferentes.
Conhecida como uma doença progressiva, incurável e fatal a dependência química ainda não tem cura.
Como a Dependência Química é considerada um transtorno mental, em que o portador desse distúrbio perde o controle do uso da substância, e a sua vida psíquica, emocional, espiritual e física vai se deteriorando gravemente, nessa situação, a maioria dos dependentes químicos precisam de tratamento especializado e de ajuda competente e adequada. Dependência química não é simplesmente “falta de vergonha na cara” não ou um problema moral, é apenas uma doença como a Diabetes, o dependente não escolhe ter a doença, mas pode sim escolher fazer o tratamento, e assim como diabéticos controlam o açúcar no sangue com medicações e cuidados com a boa alimentação, o dependente químico pode buscar ajuda para controlar sua adicção e entender o ciclo da doença. É considerada uma doença BIOPSICOSSOCIAL.
A dependência química é uma doença química:
a dependência é provocada por uma reação química no metabolismo do corpo humano. O álcool e o tabaco, por exemplo, embora a maioria das pessoas separe das drogas ilegais, são drogas tão ou mais poderosas em causar dependência e destruição em pessoas predispostas, como qualquer outra droga, ilegal ou não.
Dependência química é uma doença interna e não externa:
As questões externas como dificuldades sociais, familiares, sexuais, profissionais não geram a dependência química e nem justificam o uso e abuso de drogas e de álcool. Existem fatores internos de cada organismo, que atuam direta e indiretamente e contribuem para a instalação da doença, provocando uma predisposição física e emocional para a dependência.
É uma doença progressiva: o uso contínuo e sem tratamento de drogas e álcool pode se tornar cada vez mais intenso e perigoso para o dependente químico e para o alcoolista. É uma doença crônica incurável: Uma vez dependente químico, sempre dependente, indiferente de estar ou não em recuperação, usando ou não usando algum tipo de droga. Ainda não existe cura para a dependência química, existe sim tratamento – contínuo e permanente.
É uma doença controlável: Mesmo que não se possa usar o álcool ou as drogas de maneira “social” ou “recreativa” com controle, o dependente, se aceitar e realmente se empenhar no tratamento da dependência, poderá viver muito bem sem o uso de drogas e sem as consequências negativas do seu uso frequente.
É uma doença que atinge toda a família do dependente: O convívio com o dependente químico faz com que sua família também adoeça no emocional, tornando-se necessário na maioria dos casos o tratamento de todos os familiares. Recebendo assim orientações a respeito de como lidar com o dependente químico e de como lidar com seus sentimentos e emoções em relação ao mesmo
É uma doença física: Se manifesta pelo aparecimento de profundas modificações físicas, alterando o metabolismo orgânico quando se interrompe o uso da droga e do álcool. Essas alterações físicas obrigam o usuário a continuar consumindo a droga descontroladamente, caso contrário ocorre uma “crise ou síndrome de abstinência”. Essas alterações presentes na “Síndrome de Abstinência” se manifestam por sinais e sintomas de natureza física e variam conforme a droga.
Psicológica:
É a sensação de satisfação provocada pelo uso da droga que faz com que o indivíduo a utilize continuamente para permanecer satisfeito e evitar o mal estar da abstinência. A falta da droga deixa o dependente abatido, em péssimo estado psicológico. Quando privados da substancia, os dependentes sofrem modificações de humor constantemente, comportamento, mal-estar.
Você sabia que:
A DEPENDÊNCIA QUÍMICA É UMA DAS DOENÇAS PSIQUIÁTRICAS MAIS FREQUENTES DA ATUALIDADE EM TODO O MUNDO?SIM, ELA É!
A doença da dependência química é crônica e multifatorial, isso significa que diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, incluindo a quantidade e frequência de uso da substância, a condição de saúde do indivíduo e fatores genéticos, psicossociais e ambientais.
Muitos estudos vem buscando identificar características que predispõe um indivíduo a um maior risco de desenvolver abuso ou dependência. Em relação ao álcool, por exemplo, estima-se que os fatores genéticos expliquem cerca de 55% das vulnerabilidades que levam os indivíduos a fazerem o uso pesado de bebidas alcoólicas – principalmente genes que estariam envolvidos no metabolismo do álcool e/ou na sensibilidade aos efeitos dessa substância psicoativa, sendo que os filhos de alcoólatras possuem quatro vezes mais riscos de desenvolverem alcoolismo, mesmo se forem criados por indivíduos não-alcoolistas. Além disso, fatores individuais e aspectos do beber fazem com que mulheres, jovens e idosos sejam mais vulneráveis aos efeitos das bebidas alcoólicas, o que o colocam em maior risco de desenvolvimento de problemas.
Vídeo amor exigente, dependência química
Entendendo a Dependência Química
Opções de Reabilitação / Clínica de Recuperação, CONFIRA AGORA!
1- Clínica de Alto Padrão para tratamento de dependentes químicos
Abaixo temos mais uma opção de clinica de recuperação em SP que aceita plano de saúde ,q convênio médico
Conheça as Clinicas de Recuperação por Convênios e planos de saúde, Sul América e Bradesco em SP – São Paulo
Conhecer uma clínica de internação para dependentes químicos ou alcoólatras e saber ajudar quando não funciona é fundamental para pessoas viciadas em drogas e no alcoolismo,que precisam do tratamento em uma clínica por convênio médico Bradesco ou Sul América, mas não sabem se há um custo ou preço exato do tratamento para uma reabilitação e mudarem de vidas podendo usufruir de uma ótima recuperação.
A incapacidade de uma pessoa no uso de drogas em escolher alguma coisa diferente do que faz atualmente nesse ciclo vicioso que só leva a degradação. O dependente químico ou o alcoólatra seja homem ou mulher não consegue mais escolher entre o consumo e a abstinência.
A vontade de usar a substância é sempre maior e se sobrepõe a coisas que antes eram e são mais importantes como: estudar, trabalhar, conviver com os familiares e parentes, respeito às normas e regras, etc.
Temos diversas opções de clínicas de internação de drogas e álcool (alcoolismo) , varia muito em diversos aspectos segue alguns para você de baixo custo ou de alto padrão. O Atendimento feminino vem aumentando a cada dia também, por isso temos uma equipe especializada na recuperação de pacientes somente feminina e mista.
O tipo de internação involuntária sp, Idade do Paciente , Cidade do Dependente , Padrão que você procura, Conforto e segurança que procura entre outros mais para você ter uma base o preço varia de R$700,00 a 35.000,00 mensais .
Mais temos diversas opções de clínica de recuperação pelo convênio médio sem custo algum para você recuperar quem você ama ou se recuperar.
O tempo mínimo de internação pelo convênio médico é de 6 meses sem custo adicional algum.
SP – São Paulo é uma das (27) unidades federativas do Brasil, localizado a sudoeste da região Sudeste.
O estado de São Paulo apresenta um relevo relativamente elevado, possuindo 85% de sua superfície entre trezentos e novecentos metros de altitude, 8% abaixo dos trezentos metros e 7% acima dos novecentos metros.
Limita-se também com os estados de Minas Gerais – MG a norte e nordeste, a Paraná a sul, e o Rio de Janeiro – RJ a norte e Mato Grosso do Sul a oeste, além do Oceano Atlântico a sudeste, tendo 3 670,8 km de linha divisória.
Conheça o tipo de internação involuntária feminina e masculina agora mesmo :
Internação involuntária, prevista em lei. Lei nº 10.216 de 6 de abril de 2001, e de acordo com RDC N-101 da ANVISA. Anexo 1 segundo item 4 procedimentos dos serviços de tratamento e internação em clínica de reabilitação/ recuperação, quarto parágrafo, que auxiliará pessoas que precisam do tratamento/internação, mas não estão em condições de decidir-se por conta própria.
Existe hoje em dia uma série de normas reguladoras que é dos serviços de atenção a dependência química e alcoolismo em São paulo, principalmente para o tratamento involuntário em clinica de recuperação / reabilitação. Alguns registros, principalmente o de estabelecimento de saúde de SP, são imprescindíveis para esta modalidade de tratamento involuntário em clínicas.
Estes registros trazem uma certa segurança e paz para a família evitando futuros aborrecimentos, segurança para o paciente que precisa de um tratamento, pois ele está sendo atendido e tratado por uma clínica de recuperação involuntária e compulsória regulamentada e fiscalizada, e segurança para a própria clínica de recuperação / reabilitação por estar trabalhando dentro da legalidade.
Terceirização de serviços de resgate de dependentes químicos particular e resgate para locomoção do dependente químico ou alcoolista até a clínica de recuperação / reabilitação de dependentes químicos desejada fazendo sua reabilitação seja do sexo, Masculino , Adolescentes , Menores de Idade e Idosos também.
Capital Remoções tem parceria com clínicas que aceitam convênios da Bradesco e Sul América bem conhecida de alto padrão e a partir de agora aceita os seguintes convênios:
Clinica de drogas convenio médico. Clínica que aceita plano de saúde dependência química.
Internação voluntária e involuntária para dependentes químicos pelo plano de saúde / convênio médico
Conheça Clinicas de Recuperação por Convênio
A primeira coisa que você precisa fazer é conhecer uma clinica de recuperação para dependentes químicos, uma internação séria.
Para poder te ajudar, a Capital Remoções, especialista em clinicas de reabilitação em sp e em todo o território nacional fornece aos seus clientes uma visão ampla, com inúmeras opções de clinicas de reabilitação para pessoas viciadas em drogas e no alcoolismo.
É importante saber, para quem precisa do tratamento, uma opção é procurar por uma em uma clínica por convênio médico, existem algumas opções que podem contribuir para sua busca.
O Tratamento em uma clínica de reabilitação nem sempre atende a todos os bolsos, portanto uma forma de fazer o tratamento ainda é a procura pela internação por convênio médico.
Essa é uma opção que o dependente químico e alcóolatra tem de executar seu tratamento, iniciar sua reabilitação e mudar de vida, podendo usufruir de uma ótima recuperação.
Partindo do princípio de que o dependente químico e alcóolatra não tem mais a capacidade de discernir, tomar escolhas ou se perceber devido ao uso excessivo dessas substâncias, em muitos casos a família intervém.
É sabido que a vontade de usar é sempre maior, e portanto se sobrepõe a coisas que antes eram importantes, tais como: estudo, emprego, convívio com familiares e parentes, respeito às normas, regras, etc.
A vantagem de uma clínica de recuperação de drogas e alcoolismo permite essa visão a longo prazo, tem uma taxa altíssima de adesão do paciente que é internado de forma involuntária, que, ao decorrer do tempo, muitas vezes, consegue o seu objetivo.
Os preços da clínica de recuperação de drogas e alcoolismo é bem variável. Podem mudar muito em diversos aspectos que as definem como baixo custo, médio e alto padrão.
Essa dificuldade, faz com que muitas famílias e dependentes químicos optem por uma pesquisa em seu plano de saúde para sanar suas dúvidas e buscar por cobertura.
Há uma serie de clinicas de reabilitação sp que têm cobertura dos convênios mais variados, para maiores informações, entre em contato conosco!
Tanto nas categorias de internação involuntária SP, quando em internação voluntária, há alguns fatores que funcionam como variáveis de preços.
A Idade do Paciente, região e cidade do Dependente Químico, o Padrão de Conforto que procura, nível de exigência entre outros.
Uma base para que você tenha noção do quão variável isso pode ser os preços podem ir de R$700,00 a 30.000,00 mensais .
Existem as clinicas masculinas, femininas e mistas. Nesse contexto, o atendimento às mulheres vem aumentando gradativamente a cada dia.
A Capital Remoções conta também com clinicas de recuperação femininas em todo o Brasil, caso tenha interesse, entre em contato conosco através de nossa central de atendimento, disponível 24 horas por dia.
Dispomos de diversas unidades que atendem os mais variados padrões, há clinicas com piscinas, lagos para pesca, pedalinhos, quartos confortáveis, salas de reunião, área verde, campos de futebol, salão de jogos e quadras poliesportivas.
O que realmente importa é a qualidade do tratamento oferecido por elas, nós temos o cuidado de conhecer de perto como funciona cada uma de nossas unidades parceiras.
Todas elas devem atender a rigorosos padrões de qualidade, no que diz respeito a infraestrutura e conforto.
Além disso, nos preocupamos com os detalhes, o profissionalismo de cada coordenador, da equipe médica que atende aos dependentes químicos em recuperação, dos cuidados e atenção a família.
Damos suporte aos familiares desde o início, do primeiro contato. Trabalhamos com clinicas de reabilitação em São Paulo e em todo o território nacional, com diversos tipos variados de tratamentos terapêuticos.
Você pode Conhecer nossas unidades de internação involuntária feminina e masculina agora!
O que devo fazer se o plano de saúde se negar a cobrir a internação?
Muito simples, o paciente ou familiares podem, primeiramente acionar, procurar a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, para tentar resolver o problema.
E se caso a ANS não resolva ou demore muito na resolução ou no retorno, é possível acionar a Justiça para intervir e obrigar o plano de saúde a cobrir a internação.
Não é obrigatório procurar primeiramente a ANS, podendo o paciente, em casos que necessite, procurar auxílio do Poder Judiciário, sem que haja a necessidade de cumprir a esse cronograma.
É importante que neste caso, o paciente procure por um advogado que seja especialista em planos de saúde para conseguir uma liminar que obrigue o convênio a cobrir todo o tratamento.
Tudo sobre internação para Dependente Químico Plano de Saúde
Quando o assunto é a cobertura de planos de saúde sejam eles Unimed , Bradesco entre outros para tratamento de dependente químicos, sempre uma polêmica é levantada.
É devido que o convênio cubra? Onde eu encontro a informação? E se o convênio se negar? O assunto gera muitas dúvidas.
Cada caso é um caso, cada convênio funciona de uma forma, por isso que nós da Capita Remoções estamos aqui para te auxiliar nesse assunto.
Está com dúvida na hora de escolher uma clinica de recuperação pelo convênio? Entre em contato conosco, nós estamos aqui para te auxiliar, disponíveis em nossa central de atendimento 24 horas por dia.
A interação em clinica de reabilitação para dependentes químicos pode ser feita em através de um plano de saúde sim.
Basta que, nesses casos, o consumidor saiba que tem o direito de exigir tratamento há diversos Convênios que cobrem o Tratamento da Depêndencia Química. Acompanhe:
Certa vez, em março de 2015, o “Bradesco Saúde” não pôde interromper a internação de um segurado que estava em tratamento contra alcoolismo, de acordo com a decisão da juíza Luciana Corrêa Torres de Oliveira, da 20ª Vara Cível de Brasília.
Atenção!!! Estamos aceitando Bradesco e Sul América no momento
A Capital Remoções aceita convênio da amil no tratamento de dependente químico.
Conheça Clinicas de Recuperação por Convênio
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com inúmeras opções de clinicas de reabilitação para pessoas viciadas em drogas e no alcoolismo.
É importante saber, para quem precisa do tratamento, uma opção é procurar por uma em uma clínica por convênio médico, existem algumas opções que podem contribuir para sua busca.
O Tratamento em uma clínica de reabilitação nem sempre atende a todos os bolsos, portanto uma forma de fazer o tratamento ainda é a procura pela internação por convênio médico.
Essa é uma opção que o dependente químico e alcoólatra tem de executar seu tratamento, iniciar sua reabilitação e mudar de vida, podendo usufruir de uma ótima recuperação.
Partindo do princípio de que o dependente químico e alcoólatra não tem mais a capacidade de discernir, tomar escolhas ou se perceber devido ao uso excessivo dessas substâncias,
em muitos casos a família intervém.
É sabido que a vontade de usar é sempre maior, e portanto se sobrepõe a coisas que antes eram importantes, tais como: estudo, emprego, convívio com familiares e parentes, respeito às normas, regras, etc.
A vantagem de uma clínica de recuperação de drogas e alcoolismo permite essa visão a longo prazo,
tem uma taxa altíssima de adesão do paciente que é internado de forma involuntária, que, ao decorrer do tempo, muitas vezes, consegue o seu objetivo.
Os preços da clínica de recuperação de drogas e alcoolismo é bem variável. Podem mudar muito em diversos aspectos que as definem como baixo custo, médio e alto padrão.
Essa dificuldade, faz com que muitas famílias e dependentes químicos optem por uma pesquisa em seu plano de saúde para sanar suas dúvidas e buscar por cobertura.
Há uma serie de clinicas de reabilitação sp que têm cobertura dos convênios mais variados, para maiores informações, entre em contato conosco!
Tanto nas categorias de internação involuntária SP, quando em internação voluntária, há alguns fatores que funcionam como variáveis de preços.
A Idade do Paciente, região e cidade do Dependente Químico, o Padrão de Conforto que procura, nível de exigência entre outros.
Uma base para que você tenha noção do quão variável isso pode ser os preços podem ir de R$700,00 a 30.000,00 mensais .
Existem as clinicas masculinas, femininas e mistas. Nesse contexto, o atendimento às mulheres vem aumentando gradativamente a cada dia.
A Capital Remoções conta também com clinicas de recuperação femininas
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salão de jogos e quadras poliesportivas.
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Além disso, nos preocupamos com os detalhes, o profissionalismo de cada coordenador, da equipe médica que atende aos dependentes químicos em recuperação, dos cuidados e atenção a família.
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O que devo fazer se o plano de saúde se negar a cobrir a internação?
Muito simples, o paciente ou familiares podem, primeiramente acionar, procurar a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS, para tentar resolver o problema.
E se caso a ANS não resolva ou demore muito na resolução ou no retorno, é possível acionar a Justiça para intervir e obrigar o plano de saúde a cobrir a internação.
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Tudo sobre internação para Dependente Químico Plano de Saúde
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Certa vez, em março de 2015, o “Bradesco Saúde” não pôde interromper a internação de um segurado que estava em tratamento contra alcoolismo,
de acordo com a decisão da juíza Luciana Corrêa Torres de Oliveira, da 20ª Vara Cível de Brasília.
Aceita plano de saúde da Sul América pra o tratamento da dependência química.
Clinica de reabilitação que aceita plano de saúde é com a Capital Remoções!
Tratamento para dependentes químicos em SP com convênio médico.
A Capital Remoções aceita convênio Bradesco no tratamento da dependência química, clínica de recuperação que aceita convênio médico é com a Capital Remoções!
A Capital Remoções Aceita plano de saúde do Bradesco pra o tratamento da dependência química.
Clínica de Reabilitação com Convênio Médico /Plano de saúde para internar dependentes químicos em SP.
Sim a Capital Remoções aceita alguns tipos de convênios médicos (planos de saúde) no tratamento da dependência química em sp.
A Capital Remoções Aceita plano de saúde da Unimed pra o tratamento da dependência química.
Aceita convênio médico para tratamento da dependência química.
Clínica de Reabilitação que aceita convênio médico em SP é com a Capital Remoções, conte conosco para realizar o processo de internação de dependentes químicos.
Como funciona o tratamento para dependente químico / Internação pelo convênio? O convênio cobre o tratamento completo?
Geralmente os convênios da Bradesco e sul América cobrem somente 30 dias, porém nós garantimos os 6 meses totalmente pagos.
Como isso é possível?
Bom, vamos lá!
Nossas clínicas de reabilitação que aceitam convênio médico / plano de saúde fazem um processo um pouco burocrático, porém vale a pena e você não precisa se preocupar com nada.
É isso mesmo, o pessoal do administrativo da clínica de recuperação / reabilitação entra com uma liminar através de um advogado.
Este processo demora em média de 12 a 30 dias porém como já dissemos vocês não precisam se preocupar com nada!
Nós garantimos os 6 meses de internação em nossas clínicas de recuperação / reabilitação conveniadas.
Entre em contato com a Capital Remoções, envie a sua carteirinha e nós verificaremos na hora se o seu plano é aceito ou não por nós.
Faça isso agora mesmo, entre em contato através do (11) 94777-0816 Whatsapp 24 horas e consulte!
O Convênio cobre clínica de Reabilitação? por quanto tempo?
Sim, através do nosso processo com a liminar nós conseguimos 6 meses de internação.
A Sul América aceita cobre o tratamento nas clínicas de recuperação?
A resposta é sim também!
Nosso advogado consegue entrar com a liminar e custear o tratamento completo através do convênio / plano de saúde da Sul América!
O convênio da Bradesco cobre o tratamento na clínica de recuperação / reabilitação?
A resposta é sim também. Nosso advogado das clínicas de reabilitação / recuperação de SP consegue através de uma liminar cobrir o tratamento completo,
O convênio / plano de saúde cobre os medicamentos que serão utilizados caso necessário no período tratamento da clinica de recuperação?
Dúvidas sobre o pagamento da clínica de recuperação / reabilitação através do convenio / plano de saúde.
A resposta é sim também, os convênios da Bradesco, e Sul América são obrigados a pagar pelos medicamentos utilizados durante o período de tratamento nas nossas clínicas de recuperação / reabilitação para dependentes químicos.
Clínica de recuperação / reabilitação que aceita plano de saúde em São Paulo – Convênio médico
Clique na imagem para saber mais
Clínica de reabilitação que aceita plano se saúde em São Bernardo do Campo SP – Convênio médico (Amil, Bradesco e Sul América somente).
A partir do dia 18/06/2018 estaremos aceitando convênio para internação feminina em clínica de recuperação em SP pelo convênio também!!!!!
Para ter acesso a todas as nossas clínicas de recuperação clique aqui
A partir do dia 18/06/2018 estaremos aceitando convênio para internação feminina pelo convênio também!!!!!
Fotos das Unidades / clínicas de dependentes químicos que aceitam planos de saúde:
Unidade Masculina Aceita Plano de Saúde* (São Bernardo do Campo SP)
Plano de saude para internação involuntário
Ambiente confortável para a Recuperação da Dependência
clinica de recuperação
Com um ambiente confortável: completa infraestrutura, piscinas, quadras, salas de jogos, academia, suítes individuais, duplas e triplas, diversos espaços terapêuticos e extensa área verde.
A partir de agora a clinica de recuperação Localizada em Itariri divisa com peruíbe também está aceitando convênio médico / plano de saúde da sulamérica e bradesco para custear o tratamento para dependentes químicos em SP.
Clínica de recuperação em São Paulo-piscinas
Está clinica de recuperação para dependentes químicos acima agora aceita também convênio médico / plano de saúde nos tratamentos.
Clínicas de reabilitação / recuperação que aceitam plano de saúde no tratamento da dependência química é com a Capital Remoções
Clínicas de reabilitação que aceitam plano de saúde no tratamento da dependência química é com a Capital Remoções
Aceitamos diversos planos de saúde para o tratamento de reabilitação de dependentes químicos em SP
Consulte agora mesmo com um de nossos especialistas da Capital Remoções.
Ligue (11) 94777-0816
Clínica de reabilitação para dependentes químicos que aceita convênio médico em SP
Clínica de Reabilitação localizada em Mairiporã que aceita convênio médico é com a Capital Remoções.
Clinica de Recuperação atendida por Convênio Médico
A cobertura dos planos de saúde seja Unimed , Bradesco entre outras para tratamento de dependente químico pode ser feita inclusive para casos de internação involuntária. O importante, nesses casos, é o consumidor saber que tem o direito de exigir tratamento
Convênios para o Tratamento da Dependência Química em SP. Saiba um pouco mais sobre esse assunto.
Em março de 2015, o convênio “Bradesco Saúde” não pôde interromper a internação de um segurado que estava em tratamento contra alcoolismo, segundo a decisão da juíza Luciana Corrêa Torres de Oliveira, da 20ª Vara Cível de Brasília.
você sabe como funciona a Internação Dependente Químico Plano de Saúde ?
Casos assim estão cada vez mais recorrentes e o limite de tempo de internação para o tratamento de dependentes químicos e alcoolistas por planos de saúde desperta controvérsias. De acordo com a recente matéria do jornal Folha de S. Paulo, o número de acórdãos no TJ-SP envolvendo o tema “dependência química” aumentou: enquanto em 2001 eram 11, em 2016, foram 92 decisões.
Isso acontece devido razões contratuais e de coparticipação no custeio de uma internação psiquiátrica também, sendo que a última que não está prevista na “lei dos planos de saúde” (9.656/98). Hoje, a maioria dos planos de saúde apresentam cláusulas nos contratos que obrigam o usuário a custear até 50% da internação a partir do 31º dia.
A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, porém, reconhece uma possibilidade do plano de saúde em estabelecer os tipos de doenças que terão cobertura, mas não o tipo de tratamento utilizado para a cura de cada uma. Desta forma, a recusa do tratamento sem justificativa por operadoras de planos de saúde pode gerar reparação por dano moral ao cliente. Conforme decisões recentes do STJ, o dano moral se dá porque aflição psicológica e de angústia no espírito.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é o órgão governamental responsável por regular o setor dosplanos de saúde em tratamento de dependente químico. Assim, quando se trata de saber mais informações sobre os nomes de planos de saúde e se eles prestam bons serviços, nada melhor do que consultá-la para obter essas informações.
Poucas pessoas sabem, mas o papel das agências reguladoras, como é o caso da ANS, é estipular medidas e ações através da edição de regras para disciplinar o funcionamento do serviço – ou seja, com isso o consumidor não ficarefém das operadoras de saúde, podendo recorrer ao órgão quando sente que seus direitos estão sendo desrespeitados.
Conheça os planos de saúde para internação de dependentes químicos :
Amr
Ana Costa
Biosaude
Biovida
Blue Med
Bradesco
Caixa
Care Plus
Central Nacional Unimed
Garantia de Saúde
Greenline
Health Santaris
Interclinicas
Next
Notre Dame Intermédica
Omint
One Health
Plena
Porto Seguro
Samed
Santa Helena
São Cristóvão
São Miguel
Seguros Unimed
Sompo
Sul América
Trasmontano
Unihosp
Unimed Guarulhos
Unimed Jundiaí
O vício nesses tipos de substâncias químicas desencadeiam diversos transtornos mentais e de comportamento, sendo que o tratamento dessas enfermidades demanda longo período de internação em clínicas ou hospitais especializados e, muitas vezes, ocorrem múltiplos episódios de internação.
A lei 9.656/98, que dispõe sobre os planos e seguros saúde, determinam cobertura obrigatória para as doenças listadas na CID 10 – Classificação Estatística Internacional de Doenças e de Problemas Relacionados à Saúde. Trata-se de uma relação de enfermidades que auxilia diversos estudos acerca de cada uma delas, como análise e monitoramento de incidência de determinadas doenças, bem como a avaliação da assistência à saúde que deverá ser prestada.
Infelizmente o número de pessoas que se tornam dependentes químicos e alcoolistas vem aumentando a cada ano, cujo tratamento é longo e requer o atendimento do paciente por uma equipe multidisciplinar competente. E, embora os planos de saúde apresentem diversos empecilhos para custear o respectivo tratamento, a legislação atual prevê a cobertura de todos os transtornos mentais listados na CID 10, inclusive os casos relacionados à intoxicação ou abstinência provocados pelo uso de álcool e outras substâncias entorpecentes.
Portanto, as limitações temporais e a coparticipação no custeio das internações em clínicas de recuperação que aceitam convênio médio ou clínicas de recuperação que aceitam planos de saúde, impostas pelas operadoras de saúde no tratamento dos distúrbios mentais e comportamentais, são abusivas e vêm sendo repelidas pelo Poder Judiciário, que tem decidido em favor do consumidor e considerado nulas as cláusulas que restringem os direitos dos pacientes e colocam em risco o próprio objeto do contrato de plano de saúde.
As Clinicas de Recuperação da Capital Remoções que aceitam planos de saúde contam com uma ampla rede de atendimento onde parte delas são atendidas por convênio médico, tenha acesso completo ao tratamento e documentação necessária para internação de dependência química e alcoolismo pelo WhatsaPP
Clinica de Recuperação por Convênio , Bradesco e Sul América é com a Capital Remoções
Para fazer internação de dependentes químicos ou alcoolistas, saber ajudar quando não funciona é fundamental para dependentes de drogas e no alcoolismo, que precisam do tratamento em uma clínica de reabilitação por convênio médico Sul América ou Bradesco, mas não sabem o preço do tratamento para uma reabilitação e mudarem de vidas podendo usufruir de uma ótima recuperação.
A incapacidade de um dependente químico ou alcoolista em escolher alguma coisa diferente do que faz atualmente. O dependente químico ou alcoólatra seja homem ou mulher não consegue mais escolher entre o consumo e a abstinência.
A vontade de usar álcool ou drogas é sempre maior e se sobrepõe a coisas que antes eram importantes como: estudos, serviços, convívio com os próprios familiares e entes queridos, respeito às normas e regras gerais, etc.
Em uma clínica de internação de dependente químico e alcoólatra , varia muito em diversos aspectos segue alguns para você de baixo custo ou de alto padrão.
O Atendimento a mulheres também vem aumentando a cada dia em todo o mundo por isso temos uma equipe especializada na recuperação de pacientes feminina.
O tipo de internação involuntária sp, clínica de recuperação SP, Idade do Paciente , Cidade do Dependente Químico que geralmente é São Paulo e Região , Padrão e Conforto que procura entre outros mais para você ter uma base o preço varia de R$650,00 a 35.000,00 mensais .
Mais temos diversas opções de clínica de recuperação / reabilitação de dependentes em SP feminina também para você recuperar quem você ama.
SP é uma das 27 unidades federativas do Brasil, localizado a sudoeste da região Sudeste.
O estado apresenta um relevo relativamente elevado, possuindo 85% de sua superfície entre trezentos e novecentos metros de altitude, 8% abaixo dos trezentos metros e 7% acima dos novecentos metros.
Limita-se também com os estados de Minas Gerais a norte e nordeste, a Paraná a sul, e o Rio de Janeiro RJ a norte e Mato Grosso do Sul a oeste, além do Oceano Atlântico a sudeste, tendo 3 670,8 km de linha divisória.
Conheça o tipo de internação involuntária realizada no Brasil feminina e masculina agora :
Internação involuntária em SP, prevista em lei. Lei nº 10.216 de 6 de abril de 2001, e de acordo com RDC N-101 da ANVISA. Anexo 1 segundo item 4 procedimentos dos serviços de tratamento (dependente químico) e internação,quarto parágrafo, que auxiliará pessoas que precisam do tratamento/internação, mas não estão em condições de decidir-se por conta própria (estado bem crítico do paciente portador da doença).
Existe hoje em dia também uma série de normas reguladoras que é dos serviços de atenção a dependência química e alcoolismo no Brasil, principalmente para o tratamento involuntário em clinica de recuperação. Alguns registros, principalmente o de estabelecimento de saúde, são imprescindíveis para esta modalidade de tratamento.
Estes registros trazem uma certa segurança e tranquilidade para a família do dependente evitando futuros aborrecimentos, segurança para o paciente, pois ele está sendo atendido e tratado por uma clínica de recuperação / reabilitação involuntária e compulsória regulamentada e fiscalizada, e segurança para a própria clínica por estar trabalhando dentro da legalidade.
Terceirização de serviços de remoção (resgates) particulares e resgates para locomoção dos pacientes até as clínica de reabilitação / recuperação de dependentes químicos ou alcoolistas desejada fazendo sua reabilitação seja do sexo Feminino , Masculina , Maior de Idade , Menor de Idade e Idosos.
Clinica de recuperação / reabilitação feminina também do grupo Capital Remoções prontos para te atender todos dias nos telefones do site e também via Chat Online e WhatsApp 24 horas.
Tratamento pelo convênio médico para dependentes químicos em SP
Clínica de Reabilitação localizada em Itapecerica SP que aceita convênio médico é com a Capital Remoções.
Clínica de recuperação de viciados que aceita convênio médico em SP.
Use seu plano de saúde para arcar com as despesas do tratamento re reabilitação para dependentes.
Conte conosco e tenha um ótimo tratamento de alto padrão para dependentes químicos em SP pelo convênio.
Trate a Dependência Química pelo convênio médico com a Capital Remoções.
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A Capital Remoções conta com mais de 25 clínicas para drogados em SP que oferecem tratamentos para dependentes químicos em SP.
Conte com a Capital Remoções para escolher uma unidade de reabilitação de drogas adequada com uma excelente estrutura.
Clínica para drogados em SP
A Capital Remoções acompanha de perto as unidades conveniadas para garantir a qualidade do tratamento dos pacientes. Clínica para drogados é com a Capital Remoções.
Tratamento para alcoólatra
A Capital Remoções oferece tratamento para alcoólatras também. Com infra estruturas modernas e completas e profissionais competentes dispostos a auxiliar as famílias e os pacientes.
Clínica para usuários de drogas
Localizadas em SP, a Capital Remoções conta com clínicas masculinas e femininas para drogas.
Tratamento do álcool em SP
São Paulo tem boas opções para tratar o vício em drogas. (Foto: Divulgação)
Tratamento do Crack em SP
A Capital Remoções conta com Clínicas de Reabilitação para drogados em SP altamente preparadas para melhor atender os seus pacientes dependentes de drogas e álcool.
Nossas equipes e alguns valores:
•Psicóloga de segunda a sexta
•Psiquiatra a cada 15 dias
•Enfermeira
•Clínico geral a cada 15 dias
•Dentista 1x por semana
•Nutricionista
•Terapeutas
•Coordenadores
Método de tratamento:
12 passos de narcóticos anônimos e alcoólicos anônimos e P.P.R. (Prevenção de Recaída)
•Desintoxicação
•Conscientização
•Laborterapia
•Espiritualidade ( Pastores a cada 15 dias)
•Lazer (piscina, ping pong, pebolim TV a cabo, Netflix, YouTube e filmes)
Tempo de tratamento:
6 meses (180 dias)
•Visita 1x por mês (a cada 15 dias em Itu)
•Ligação 1x por semana
Tratamento de 6 meses:
6 parcelas de R$1,200
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Unidade Mista Prime Itu:
Tratamento de 6 meses:
8 parcelas e R$1,100
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Unidade Feminina Prime Itatiba:
Tratamento de 6 meses:
7 parcelas de R$1,500
Porque escolher a Capital Remoções?
A Capital Remoções está há mais de 9 anos na área da dependência química e do alcoolismo.
Não tenha dúvidas que a Capital Remoções conta com as principais e exelentes unidades de reabilitação em SP.
Tratamento para drogados e alcoólatras em SP é a especialidade da Capital Remoções.
A Capital Remoções conta com uma equipe de resgate com socorristas altamente qualificados e competentes.
A Capital Remoções oferece Tratamento para dependentes químicos e alcoólatras na Cidade São Paulo e em todo o Brasil, oferecendo tratamento do Crack, tratamento da cocaína, tratamento do alcoolismo e transtornos mentais.
Nossas unidades de reabilitação das drogas, do álcool e transtornos mentais contam com estruturas de alto e médio padrão.
E Para quem não tem condições?
Pra quem não possui recursos, a Capital Remoções possuí também informações de clínicas de reabilitação gratuitas em SP, clique aqui e confira e possui também clínicas de reabilitação parceiras que cobram mensalidades a partir de R$600 por mês
Confira os vídeos de algumas clínicas de Reabilitação em SP
Confira como foi o réveillon na clínica de Reabilitação em SP
Assim foi o réveillon dentro da nossa unidade de Mairiporã – SP
Clima de festa e energia positiva, sem fixar sofrendo.
Tratamento para a dependência química não tem que ser sofrendo e sim no amor.
Nós acreditamos no poder do amor é no tratamento humanizado.
Estamos a cada dia progredindo na forma de tratamento, estamos sempre buscando melhorar todoa os dias.
Clínicas de alto padrão e excelentes profissionais é com a Capital Remoções.
Clínica de reabilitação com psicólogos, psiquiatras, enfermeiras, nutricionistas, terapeutas e coordenadores de plantão 24 horas.
Conte conosco, nosso escritório comercial fixa localizado em SP e temos a nossa filial em Mairiporã SP.
Clínicas de Reabilitação em todo o Brasil!
A Capital Remoções está há mais de 8 anos no ramo de tratamentos e remoção de dependentes químicos e alcoólatras conta com mais de 25 clínicas de drogados é viciados em drogas, álcool, jogos etc..
Temos um vasto conhecimento no Arminda dependência química é temos o apoio de muitos profissionais qualificados que estão ao nosso lado prontos e dispostos para proporcionar um tratamento de altíssimo nível para os dependentes químicos e alcoólatras e auxiliar as famílias dos dependentes.
Sabemos que a família também sofre junto com o seu familiar e por isso que criamos o projeto de apoio para as famílias que estão sofrendo enquanto seus filhos então internados ou que ainda estão nas ruas usando drogas e bebendo por aí…
Não perca tempo, ligue agora mesmo para nós e nos irem9s fazer o possível dentro de nossas condições para poder melhor atender.
A Clínica Esperança Para a Vida conta também com profissionais altamente qualificados que vem diáriamente aperfeiçoando o método de tratamento visando sempre o bem estar, o conforto e a segurança dos pacientes.
No nosso blog temos conteúdos exclusivos, confira as unidades de tratamentos conveniadas a Capital Remoções.
Estamos sempre procurando trazer o maior número de informações possíveis sobre tratamento para dependentes químicos e uma enorme diversidade de clínicas.
A Capital Remoções se preocupa com você!
Sim, é isso mesmo, a Capital Remoções se preocupa com você que trata os pacientes conosco ou não.
A Capital Remoções criou um projeto há alguns dias atrás que atende as famílias que tem dúvidas e estão precisando de alguma informação ou está tendo dificuldades enquanto o seu filho está internado em alguma clínica de reabilitação de drogas em SP.
Bom, agora você já sabe que pode contar com a Capital Remoções quando quiser, na hora é no dia que quiser.
Não existe em ligar para nós se tiver alguma dúvida em relação a Clínicas de Reabilitação, tratamento para dependentes químicos, alcoólatras, alcoolistas etc…
Nós vamos continuar editando e criando conteúdos buscando ser um dos melhores no que fazemos.
É isso aí, precisando de tratamento para a dependência química, clínica para drogados, clínicas para viciados em drogas em SP ou em todo o Brasil ligue agora mesmo para o nosso número 24 horas e fale com um de nossos atendentes.
Internação para dependentes químicos em SP
Tratamento para dependentes de drogas SP
Oferecemos tratamento para usuários de drogas de todo o Brasil.
Por Andrey Lippelt
06/01/2017
Clínica para drogados em SP é com a Capital Remoções!
Curso de Especialização em Dependência Química a Distância UNIAD-INPAD-UNIFESP, pioneiro na divulgação de conhecimento científico de qualidade, do aprimoramento e treinamento no campo das dependências de álcool e outras drogas psicoativas e reconhecido pelo MEC.
Imagem de divulgação
O Curso tem funcionamento, sua maior parte, num ambiente virtual, onde discussões, conteúdos representativos, são cuidadosamente selecionados e disponibilizados em uma periodicidade semanal. Os alunos discutem de modo participativo e são estimulados a refletir e expandir os questionamentos com vistas a formar um pensamento independente, abrangente e sistematizado sobre os diversos dilemas, assistência e prevenção aplicadas às dependências de álcool e drogas .
O aprendizado é disponibilizado através da plataforma Moodle, que permite ampla conectividade, organização de mensagens e fácil visualização de novos conteúdos.
O time de professores é de formação abrangente sendo composto por uma equipe de coordenadores e professores convidados de diversas regiões do país, a fim de cobrir a ampla miríade de atuações do profissional da dependência química. Contamos com a participação ativa de uma tutora técnica, visando a facilitar e estimular a interação entre os alunos, bem como com o time de professores, auxiliando na completa adaptação ao ambiente virtual.
Professores Coordenadores
Dr. Hamer Nastasy Palhares Alves – UNIAD – EPM/UNIFESP
Dr. Tadeu Lemos – Consultor
Drª. Vilma Aparecida da Silva Fonseca – Consultora
Tutoria Técnica:
Silvia Maria Coelho Costa – Departamento de Informática aplicada à Saúde – DIS – EPM/UNIFESP.
Os desafios da área de Dependência Química:
O campo da dependência química é um campo ainda permeado por muito preconceito, empirismo, resistência dos formadores de opinião, familiares e também dos próprios profissionais. Não é incomum encontrar muitos conceitos desatualizados e uma grande carga moral no modo como os profissionais de saúde percebem o dependente de álcool e outras drogas. Assim, não é por acaso que os dependentes se sentem frequentemente mal atendidos e pouco acolhidos nos serviços típicos de saúde mental.
Muitos profissionais de saúde não gostam de atender o dependente de álcool e outras drogas e aqueles que conseguem se libertar de preconceitos arraigados, o mais das vezes trabalham de modo isolado, baseado apenas em sua experiência profissional e sem ter recebido um treinamento adequado e equilibrado em seus anos de formação.
A mudança no modo de assistência ao dependente deve partir do nível individual de atuação de cada profissional, uma vez que estas unidades de conhecimento (cada profissional) podem se mover com mais desenvoltura e agilidade que os blocos mais rígidos formados pelas instituições assistenciais e políticas.
Um dos grandes desafios do profissional atual é lidar com o crescente número de artigos científicos e a dificuldade de encontrar respostas efetivas à demanda de atualização e, ao mesmo tempo, manter um conhecimento sólido, flexível e dinâmico. Ademais, ter condições de responder a estas exigências de forma humanizada e fornecer um atendimento diferenciado à sua clientela.
Outro dos frequentes dilemas é o de como participar de uma organização (governamental ou não governamental) e exercer um serviço comunitário de qualidade e com um custo-benefício factível.
Transformar este cenário pode resultar não apenas em melhor assistência como em melhor produção de conhecimento, e, finalmente, reverter para a sociedade na forma de melhores políticas públicas que abranjam a questão da dependência química de forma madura.
Programa resumido do Curso Virtual:
Adaptação ao ambiente virtual de aprendizagem/ Noções de epidemiologia/História Clínica e Anamnese aplicadas à área das Dependências químicas.
Dependência Química: Conceito e Diagnóstico/Modelos Etiológicos da Dependência Química/Neurobiologia da dependência química.
Comorbidades Psiquiátricas e Dependência Química: Visão Geral/A cultura do consumo de drogas e da dependência.
Evolução do consumo de drogas/Álcool: neurobiologia e aspectos clínicos/Álcool: síndrome de abstinência do álcool.
Nicotina: Neurobiologia e aspectos clínicos/Esteróides Anabolizantes: Neurobiologia e aspectos clínicos.
Benzodiazepínicos: Neurobiologia e aspectos clínicos/Opiáceos: Neurobiologia e aspectos
Cocaína: neurobiologia e aspectos clínicos/Esteróides anabolizantes e Inalantes: neurobiologia e aspectos clínicos.
Anfetaminas, Ecstasy e Club Drugs: Neurobiologia e aspectos clínicos/Maconha: neurobiologia e aspectos clínicos.
Alucinógenos: neurobiologia e aspectos clínicos/Abordagens terapêuticas empregadas no campo das dependências de álcool e outras drogas:
Entrevista Motivacional/Prevenção de recaídas/Estratégias de Redução de Danos/Terapia Cognitiva Comportamental
Estratégias de Prevenção aplicadas à Dependência de Álcool e Outras Drogas/Políticas Públicas relacionadas à Dependência Química: Histórico, Impacto e Horizontes.
Comorbidades Psiquiátricas: Transtornos de Personalidade e DQ/Comorbidades Psiquiátricas: Transtorno Afetivo Bipolar, Transtornos Ansiosos e DQ
Comorbidades Psiquiátricas: Transtornos de Conduta e TDAH/Prevenção nas Escolas/Organização de Serviços para o dependente químico/Práticas atuais e fontes de atualização continuada.
Público-alvo:
Profissionais de saúde e demais áreas que atuem na assistência, pesquisa, prevenção ou ensino relacionados à dependência de álcool e drogas.
Pré-requisitos:
Curso superior completo reconhecido pelo MEC
Interesse e/ou atividade relacionada a Clínica da dependência química
Metodologia:
Apresentação de casos clínicos
Fóruns de discussão on-line
Chats em tempo real
Vídeo-aulas e materiais de apoio
Todas as atividades estarão sob a supervisão, coordenação de professores e tutor.
Metodologia de Avaliação:
Participação em fórum para realização de tarefas online
Provas de verificação de conhecimentos periódicas
Rendimento:
O rendimento dos participantes do curso será avaliado considerando:
A frequência às aulas teóricas (mínimo de 75%). (Acesso à plataforma)
Realização das provas de cada um dos módulos (nota mínima= 7,0) (80% da nota final)
Elaboração de monografia de conclusão do curso (20% da nota final).
Média de Aprovação = 7,0 (em cada módulo, inclusive na monografia)
Encontros Presenciais:
Duas avaliações teóricas
Uma Avaliação prática
Entrega e apresentação de um Trabalho de Conclusão de Curso
Total de 4 encontros presenciais em São Paulo.
Certificação
Os alunos aprovados receberão certificado de Especialização em Dependência Química pela UNIFESP / EPM (Parecer CES/CNE nº 339/02, Portaria nº 3287/02.), reconhecido pelo MEC.
Duração
12 meses para realização do curso
06 meses de orientação, preparo e entrega da monografia (TCC).
Totalizando 18 meses
Carga Horária: 400 horas
Datas:
AGUARDEM NOVAS DATAS!
UNIAD – Cursos
Rua Borges Lagoa,570
8º andar cj 82
CEP 04038-000
Vila Clementino – SP
Documentos que DEVEM SER AUTENTICADOS em cartório:
– 2 Cópias autenticadas do RG;
– 2 Cópias autenticadas do CPF;
– 2 Cópias autenticadas do título de eleitor;
– 2 Cópias autenticadas da frente e do verso do diploma do curso superior;
– 2 Cópias autenticadas da Carteira ou Protocolo do Órgão de Classe: (CRM, CREFITO, COREN, CRN, CRFa, CRP, etc.);
– 2 Cópias autenticadas da Certidão de Nascimento ou Casamento;
– 2 Cópias autenticadas do Histórico Escolar da Graduação (completo);
Documentos que NÃO PRECISAM DE AUTENTICAÇÃO:
– 2 Cópias simples do Comprovante de pagamento da taxa de inscrição;
– 2 Cópias simples do comprovante de residência (endereço completo)
– 2 Cópias do Currículo
– 2 Cópias da carta do candidato explicando os motivos de interesse.
– 2 Foto 3×4
5- Aguarde a análise do seu currículo, você será informado por e-mail sobre sua aprovação no processo seletivo.
6- Após aprovação do currículo, imprima a guia de pagamento da matrícula e realize o pagamento dentro da data estipulada. Caso ocorra algum imprevisto e o pagamento não seja efetuado, entre em contato com a secretaria da Unifesp, através dos telefones: (11) 5576-4848 – Ramal:1556/1578 | (11) 5576-4831.
7- Aguarde o contato inicial da UNIAD para receber as primeiras instruções do curso, por e-mail.
MAIORES INFORMAÇÕES
UNIAD – Cursos – Rua Borges Lagoa,570 8º andar cj 82 – Vila Clementino – SP Fone: 11 5084-3001