Dinâmica de grupo para fazer em clínica de recuperação para dependentes químicos, dinâmica para dependentes químicos e alcoólatras. Dinâmica de Grupo Motivacional para Dependentes Químicos

A dependência química representa um problema extremamente sério, o que justifica a necessidade de extrema cautela na escolha do tratamento adequado. Cada indivíduo enfrenta uma situação única, exigindo abordagens personalizadas para sua recuperação.

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Motivar

Restaurar a motivação em um dependente químico é desafiador, porém, há técnicas utilizadas por profissionais que buscam esse objetivo. A recuperação completa de um dependente pode ser alcançada por meio da motivação revitalizada.

Diversas dinâmicas motivacionais, como o canto, desempenham um papel crucial nesse processo. O ato de cantar é um dos principais impulsionadores em todo o mundo, proporcionando aos indivíduos a redescoberta do prazer pela vida.

A música tem o poder de despertar o melhor nas pessoas, motivando-as a buscar constantemente melhorias e a recuperação integral.

Outra dinâmica motivacional intrigante, devido aos resultados observados, é a dinâmica das balas, que envolve a distribuição de balas sobre uma superfície, em quantidade exata para as pessoas envolvidas.

Após essa etapa, cada participante deve abrir sua bala sem utilizar as próprias mãos, incentivando a busca de ajuda de um colega ao lado ou de qualquer outra pessoa para abrir a bala. Essa dinâmica visa promover a convivência, a colaboração e a solidariedade.

Outra dinâmica intrigante é a do chapéu, na qual um chapéu e um espelho são utilizados. O espelho deve ser fixado no fundo do chapéu, e as pessoas devem decidir se retiram ou não o chapéu ao visualizarem a imagem refletida. Ao se depararem com sua própria imagem, são encorajadas a expressar os motivos pelos quais retiram o chapéu para essa representação. Esse exercício possibilita que falem sobre si mesmas antes do momento em que a droga passou a fazer parte de suas vidas, proporcionando uma reflexão que pode ser crucial para reconhecer a necessidade de retorno a uma vida sem o uso de substâncias.

Essas dinâmicas representam momentos envolventes, especialmente ao lidar com a motivação de indivíduos que enfrentam dificuldades em resistir ao consumo de drogas.

Ao ingressarem no universo das drogas,

muitas pessoas destacam a carência de motivação nos âmbitos pessoal, profissional e familiar como um dos principais desafios. Quando não conseguem mais identificar razões para seguir em frente, buscam refúgio em um ambiente onde possam encontrar uma motivação superficial.

Destaque-se e busque constantemente as formas mais eficazes de motivação para sua vida.

Dinâmicas em Grupo

A Dinâmica em Grupo

é um recurso de intervenção que desempenha um papel crucial no aprimoramento das relações grupais e interpessoais, na motivação, no aprendizado e no amadurecimento individual.

Diante desse contexto,

é fundamental refletir e discutir métodos de intervenção capazes de contribuir para o envolvimento no tratamento, assim como para o aprendizado, a motivação e o desenvolvimento das relações grupal e interpessoal. Nesse sentido, a compreensão da importância das dinâmicas em grupo no tratamento da Dependência de Substâncias Psicoativas em uma Comunidade Terapêutica foi o objetivo central deste estudo.


Dinâmica do rolo de barbante

A atividade em grupo conhecida como “Enrolar de Fio” propõe-se a promover o relaxamento em situações em que os participantes estão sob estresse ou fadiga. Esta dinâmica visa estimular a comunicação e fortalecer o relacionamento interpessoal.

Entender sobre a vida do outro paciente fica mais fácil a convivência e o tratamento em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos e alcoólatras

Dinâmica Vestindo a Camisa da Recuperação

O grupo conseguiu concluir com êxito a dinâmica, atingindo seu objetivo central de despertar a consciência sobre a responsabilidade social e coletiva. Trata-se de uma responsabilidade cidadã, associada ao compromisso com a construção de um mundo mais justo e humano.

No início, entregamos uma folha de papel a cada participante, contendo uma mensagem. Em seguida, solicitamos que refletissem sobre como poderiam contribuir para uma vida mais eficiente. Cada participante dobrou o papel até formar um chapéu. Posteriormente, apresentamos a pergunta: “O que vocês estão vendo?“. Esclarecemos que aquilo representava o “chapéu da responsabilidade social”. Em seguida, pedimos que dobrassem o papel novamente, agora formando um chapéu menor, e repetimos a pergunta: “O que vocês estão vendo?“. Destacamos que aquele era o “chapéu da responsabilidade individual”, ressaltando a importância de cada indivíduo compreender sua tarefa e não depender dos outros para realizá-la.


Com o chapéu da responsabilidade individual, pedimos que dobrassem o papel até dar forma a um barquinho. Destacamos que aquele representava o barco da vida dos participantes, navegando pelo mar da existência. Assim como um barco em alto-mar, enfrentamos tanto tempos prósperos quanto tempestades, mas a desistência não é uma opção. As tempestades têm o propósito de nos fortalecer, para que, nos períodos favoráveis, possamos navegar com maior segurança, aproveitando plenamente as experiências. Este paralelo com a vida reflete a passagem por momentos bons e ruins.

Em seguida,

solicitamos que cortassem a proa e as popas do barco, abrindo-o, transformando-o assim em uma representação de uma camiseta. Perguntamos o que eles visualizavam. Por fim, destacamos a importância de perceber como esse processo ilustra a capacidade de adaptação e transformação diante das adversidades da vida.

Vestir a camisa representa para o ser humano assumir o compromisso com a vida, a empresa em que trabalhamos, a instituição em que estamos inseridos, assumindo responsabilidades e dando o melhor de nós. A camisa simboliza o comprometimento ativo com os aspectos fundamentais da existência.

Durante a atividade,

o Acolhido 1 enfrentou algumas dificuldades nas dobraduras, mas foi prontamente auxiliado pelo Acolhido 3. O restante do grupo executou as tarefas sem encontrar obstáculos significativos. Além disso, todos participaram de forma ativa quando a Psicóloga questionava sobre o que visualizavam ao término de cada dobradura.

No que diz respeito à responsabilidade social e individual, inicialmente, os participantes demonstraram certa confusão. No entanto, ao compreenderem o significado prático desses conceitos em seu cotidiano, apresentaram exemplos concretos das atividades que desempenham e destacaram a diferença que essas ações fazem na convivência com o grupo, a família e a sociedade.

Dinâmica Exercício da qualidade

O propósito da dinâmica de grupo é conscientizar seus membros sobre a importância de reconhecer as boas qualidades nas outras pessoas e despertá-las para atributos que, até então, passavam despercebidos por elas mesmas.

O coordenador iniciou a atividade destacando que, na vida, as pessoas têm o hábito de focar nos defeitos alheios em vez de nas qualidades. Nesse momento, cada participante teve a oportunidade de realçar uma qualidade específica do colega.

Para executar a dinâmica, foram distribuídas papeletas para todos os participantes, em que cada um deveria escrever uma qualidade que, em sua opinião, caracterizasse seu colega à direita. A papeleta foi projetada de forma totalmente anônima, sem qualquer identificação, omitindo tanto o nome da pessoa à direita quanto qualquer assinatura. Em seguida, todos foram solicitados a dobrar a papeleta para que ela fosse recolhida, embaralhada e redistribuída.

Após a redistribuição, que começou à direita do coordenador, cada participante leu em voz alta a qualidade mencionada na papeleta, procurando identificar, entre os membros do grupo, a pessoa que, em sua opinião, era caracterizada por essa qualidade. Cada leitor tinha permissão para escolher apenas uma pessoa entre os participantes e, ao descrever a qualidade atribuída, deveria explicar por que ela caracterizava aquela pessoa. Houve casos em que a mesma pessoa do grupo foi indicada mais de uma vez como portadora de qualidades. No entanto, no desfecho da atividade, cada participante compartilhou em público a qualidade que havia escrito para a pessoa à sua direita.

Inicialmente, os acolhidos demonstraram surpresa e confusão, reflexo do hábito de focarmos nos defeitos alheios em vez de reconhecermos suas qualidades. O Acolhido 5 expressou: “Nossa, qualidade? Parece difícil”, e o Acolhido 6 complementou: “É que nós só enxergamos e apontamos os defeitos dos outros, não estamos acostumados a elogiar as pessoas.”


Ao término da atividade, ao receberem os papéis com suas respectivas qualidades, todos sorriam e ficaram surpresos com as muitas características positivas mencionadas. Isso ocorreu porque não estão habituados a receber elogios ou serem reconhecidos por suas qualidades, especialmente após o início do uso de drogas.

Durante a execução dessa dinâmica, um dos acolhidos expressou a percepção de que a sociedade frequentemente não reconhece nenhuma qualidade nos dependentes de substâncias psicoativas, sendo geralmente rotulados sem considerar seus aspectos positivos.

“Vagabundos”, “Sem Vergonha” e “Sem Caráter” por não pararem
de usar drogas.

Receber elogios incentiva continuar o tratamento para dependência de Química e a continuar a viver

Dinâmica Bexiga dos Problemas

Instruímos os participantes a formarem um círculo, entregando a cada um uma bexiga vazia contendo uma tira de papel dentro (que revelaria uma palavra ao término da dinâmica). Explicamos que essas bexigas simbolizariam os desafios comuns do nosso cotidiano, tais como desinteresse, intrigas, fofocas, competições, inimizades, entre outros. As tiras de papel com as palavras escritas deveriam permanecer dentro das bexigas.

As palavras, contidas nas tiras de papel, representavam as soluções para os problemas. Cada participante deveria encher sua bexiga e brincar com ela, jogando-a para cima utilizando diferentes partes do corpo e interagindo com os outros participantes, evitando que a mesma caísse no chão.

Gradualmente, o facilitador instruiu alguns participantes a deixarem as bexigas no ar e se sentarem, enquanto os demais continuavam no jogo, impedindo que as bexigas tocassem o chão. Quando o facilitador percebeu que quem ficou no centro estava enfrentando dificuldades para segurar todos os problemas, solicitou que todos retornassem ao círculo. Em seguida, ele indagou aos participantes que ficaram no centro sobre o que sentiram ao perceberem que estavam ficando sobrecarregados, e aos que saíram, sobre suas sensações. Após essas considerações, o facilitador refletiu que diante dos problemas sempre existem soluções, e que esses problemas tornam-se mais suportáveis quando enfrentados em grupo, em conjunto com outras pessoas.

Solicitamos aos participantes que estourassem as bexigas e recuperassem a tira de papel contendo a solução para um problema ou ingrediente para uma vida com qualidade. Cada um leu as palavras escritas e compartilhou o significado delas no contexto do grupo. As palavras incluíam: amizade, solidariedade, confiança, cooperação, apoio, aprendizado, humildade, tolerância, paciência, diálogo, alegria, prazer, tranquilidade, troca, crítica, motivação, aceitação, entre outras.

No início da atividade, o grupo se saiu bem, mantendo as bexigas no ar. No entanto, à medida que pedimos aos participantes para deixarem a atividade, mantendo suas bexigas no ar, aqueles que continuaram logo perderam o controle, manifestando euforia e fazendo com que as bexigas caíssem no chão. No final, o grupo conseguiu compreender o propósito da atividade.

Sozinhos não conseguimos resolver nossos problemas

Dinâmica do Espelho

A dinâmica foi aplicada com o propósito de despertar a consciência para a valorização pessoal e a identificação dos próprios valores. O facilitador incentivou o grupo, dizendo: “Cada um de vocês, por favor, pense em alguém que tenha grande significado para você. Uma pessoa extremamente importante, a quem você gostaria de dedicar total atenção em todos os momentos. Alguém que você ama profundamente, com quem estabeleceu uma comunhão íntima, e que merece todo o seu cuidado. Alguém com quem você está sintonizado permanentemente. Entre em contato com essa pessoa, reflita sobre os motivos que a tornam tão amada por você, que a transformam no grande significado da sua vida…”. Essa reflexão ocorreu em um ambiente tranquilo, acompanhada de música, para proporcionar momentos individuais.

Após esses momentos de reflexão, o facilitador prosseguiu: “… agora, vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com essa pessoa que é o grande significado de suas vidas.” Em seguida, orientou os participantes a se deslocarem até o local onde estava a caixa, um de cada vez. Todos observaram o conteúdo da caixa e retornaram silenciosamente aos seus lugares, continuando a reflexão sem se comunicar com os demais. Finalmente, o debate foi aberto para que todos compartilhassem seus sentimentos, reflexões e conclusões sobre essa pessoa tão especial.

O grupo, de maneira geral, manifestou surpresa ao olhar para a caixa e se ver no espelho.

Dinâmica do escudo

A dinâmica ocorreu com o objetivo de ajudar as pessoas a exporem
seus planos de vida, seus sonhos, jeitos de ser, deixando-se conhecer melhor
pelo grupo. O facilitador iniciou uma motivação inicial, durante

aproximadamente uns cinco minutos, falando sobre a riqueza da
linguagem dos símbolos e dos signos na comunicação da experiência
humana.

Foi proposto aos acolhidos a seguinte reflexão: “Vamos buscar elementos significativos de nossas vidas por meio de imagens, não apenas por meio de palavras faladas”. Cada um compartilhou aspectos de sua vida, dividindo-se em quatro fases: do nascimento aos 6 anos; dos 6 aos 14 anos; o presente; o futuro. Em seguida, foi conduzida uma reflexão pessoal, utilizando o desenho de um escudo distribuído para cada participante.

Na parte superior do escudo, cada indivíduo escreveu seu lema, uma frase ou palavra que expressasse seu ideal de vida. Posteriormente, em cada uma das quatro seções do escudo, foi inserido um desenho representando uma experiência significativa de cada uma das fases mencionadas anteriormente.

O grupo demonstrou entusiasmo ao buscar em revistas imagens que retratam seu passado, presente e futuro.

CONSIDERAÇÕES FINAIS


A proposta desta presente pesquisa foi de verificar a importância
da dinâmica de grupo no tratamento da dependência química, drogas
psicoativas em uma Clínica de reabilitação, o que permitiu uma
interação com os acolhidos.

Essa atividade proporcionou um melhor conhecimento dos participantes do grupo, sendo um instrumento que aproximou e fortaleceu a relação entre eles.

DINÂMICA MEMORIZAÇÃO DE NOMES (APRESENTAÇÃO)

OBJETIVOS: Memorizar os nomes dos membros de um grupo e promover uma integração mais eficaz, favorecendo o conhecimento mútuo.

PROCEDIMENTOS: Forma-se um círculo com todos os participantes. Cada pessoa apresenta seu próprio nome, acrescentando um adjetivo que comece com a mesma letra inicial de seu nome. Por exemplo: Ricardo risonho. O próximo participante repete o nome do colega com o adjetivo, e em seguida, apresenta-se acrescentando um adjetivo ao próprio nome. Esse processo continua sucessivamente. Por exemplo: Ricardo risonho, Ana alegre, Mário moreno, etc.

Ao término da dinâmica, os participantes compartilham a experiência, discutindo como se sentiram ao dizer seus nomes, os adjetivos escolhidos, entre outros aspectos.

Dinâmica das fotografias

OBJETIVOS: Ampliar o autoconhecimento e o conhecimento interpessoal, promovendo a participação de todos com maior espontaneidade.

MATERIAL: Fotografias realistas, sem personagens conhecidos, de tamanho grande, todas em preto e branco ou todas coloridas.

PROCEDIMENTOS: Distribuir as fotografias pelo chão e convidar os participantes a circular em volta das imagens, permitindo que cada um escolha aquela com a qual mais se identifica. Após a escolha, cada pessoa pega sua fotografia e retorna ao seu lugar original.

Em seguida, cada participante compartilha espontaneamente sobre sua escolha, explicando como a fotografia se relaciona com sua identidade.

Ao final, avaliar como cada um se sentiu e o que descobriu de novo com a dinâmica, discutindo sobre as experiências vivenciadas:
Houve alguma revelação surpreendente (ou algo dito pela pessoa que se apresentou)?
Como você se sentiu ao escolher sua fotografia?
Gostaria de ter escolhido alguma que outra pessoa pegou?

CONHECIMENTO PESSOAL: AS CORES DOS SENTIMENTOS

OBJETIVOS: Identificar os próprios sentimentos e expressá-los, compartilhando-os com o grupo.

MATERIAL: Guardanapos ou tiras de papel crepom de diversas cores.

PROCEDIMENTOS: Nos primeiros cinco minutos, o facilitador pede aos participantes que se concentrem, fechem os olhos e busquem uma interiorização para conscientizar-se de seus sentimentos no momento.
Ao abrir os olhos após os cinco minutos, cada pessoa escolhe, em silêncio, um guardanapo, associando a cor escolhida aos seus sentimentos do momento.
Em seguida, formam-se subgrupos de acordo com as cores dos guardanapos, resultando em grupos com tamanhos variados numericamente.
Cada membro desses subgrupos explica ao grupo a relação encontrada entre a escolha da cor do guardanapo e seus sentimentos do momento, dedicando de 15 a 20 minutos para essa atividade.


Após essa etapa, todos se despedem mutuamente, e o facilitador pede que cada um expresse seus sentimentos do momento através de uma forma atribuída ao guardanapo. A precisão da forma não é tão crucial quanto o significado que ela representa.


Em seguida, formam-se novos subgrupos agrupando os membros com base na semelhança das formas atribuídas aos guardanapos. Cada subgrupo tem alguns minutos para apresentar ao grupo o significado das formas escolhidas.
Após a conclusão dos subgrupos, inicia-se, em plenário, a discussão sobre as experiências vivenciadas durante esse exercício.

O ESPELHO

OBJETIVOS: Fomentar a valorização pessoal e o encontro consigo mesmo e com seus valores.

MATERIAL: Um espelho oculto dentro de uma caixa. O ambiente deve proporcionar silêncio e interiorização.

PROCEDIMENTO: O facilitador inspira o grupo: “Cada um de vocês deve pensar em alguém que tenha grande significado. Uma pessoa muito importante para você, a quem você gostaria de dedicar maior atenção em todos os momentos. Alguém que você ama verdadeiramente, com quem estabeleceu uma comunhão íntima, que merece todo seu cuidado, e com quem está sintonizado permanentemente. Entre em contato com essa pessoa, reflita sobre os motivos que a tornam tão amada por você, que fazem dela o grande sentido da sua vida…” (Dando um tempo para essa interiorização).

“Agora, vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com essa pessoa que é o grande significado de suas vidas.”

Em seguida, o facilitador orienta todos a se dirigirem ao local onde está a caixa, um de cada vez. Cada participante deve observar o conteúdo e retornar silenciosamente ao seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar com os demais.

Por fim, realiza-se a partilha dos sentimentos, reflexões e conclusões de cada um. É crucial discutir sobre os objetivos da dinâmica.

VALORES

OBJETIVOS: Identificar e reconhecer seus próprios valores e os valores dos outros por meio de partilha.

MATERIAL: Cartões contendo diversos valores escritos.

PROCEDIMENTOS: Cada participante recebe um cartão com um valor específico (preferencialmente, um valor que ele possa possuir); por exemplo: otimismo, alegria, esperança, solidariedade, justiça, gratuidade, partilha, sinceridade, honestidade, etc. Em seguida, há alguns momentos de reflexão pessoal.

Cada participante expressa se possui ou não o valor apresentado no cartão, justificando sua resposta. Ao final da dinâmica, é recomendável que cada um compartilhe como se sentiu ao longo do processo, assim como os valores que identificou em si e nos demais participantes.

AUTOCONFIANÇA

OBJETIVO: Avaliar a autoconfiança e a sensibilidade por meio dos diversos sentidos.

MATERIAL: Vendas ou pedaços de tecido para cobrir os olhos.

PROCEDIMENTOS: Os participantes formam duplas em todo o grupo. Em cada dupla, uma pessoa fecha os olhos enquanto a outra a guia para um passeio, permitindo que entre em contato com a realidade e objetos ao redor sem vê-los. Se possível, a experiência inclui situações diversas, como subir escadas, caminhar sobre gramado, passar entre cadeiras, tocar objetos e flores com cheiro, entre outras.

Após 5 a 7 minutos, os papéis são invertidos, e a pessoa que estava guiando agora fecha os olhos para ser conduzida.

Ao final, ocorre a avaliação da experiência, descobertas e sentimentos. Algumas questões que podem auxiliar nesse processo são: Como se sentiu? Por quê? Como foi conduzido? Foi capaz de identificar algo? Que importância atribuiu aos diferentes sentidos? No dia a dia, costumamos nos deixar tocar pela realidade que nos cerca? Como reagimos diante de situações diversas, como encontrar um policial, deparar-se com um grupo de crianças de rua, em um ambiente escuro ou durante uma queda de energia, entre outras situações? O que achou da dinâmica?

AUTO – RETRATO

OBJETIVOS: Confrontar-se com a autoimagem. Promover maior conhecimento e aceitação de si mesmo/a.

MATERIAL: Papel, caneta ou pincel para todos.

PROCEDIMENTOS: Solicitar que cada pessoa desenhe a si mesma, sem aceitar desculpas como “não sei desenhar” ou outras. O importante é que cada um desenhe conforme sua habilidade, mesmo que o resultado pareça engraçado. Inicialmente, pode haver reações de risadas, mas gradualmente cada participante deve expressar no papel como se vê.

Quando todos concluírem seus desenhos, compartilhar a experiência e os desenhos em grupos.

Ao final, avaliar como se sentiram durante a experiência. Como é a aceitação do próprio corpo? Há algo do qual têm vergonha, e por quê? Como se sentem agora, após mostrar o desenho para os outros e compartilhar os sentimentos?

O DESEJO MÁGICO

OBJETIVOS: Identificar as preocupações e interesses mais importantes do grupo, como base para uma compreensão e programação aprimoradas.

MATERIAL: Papel e caneta, quadro-negro e cartolinas.

PROCEDIMENTOS: O facilitador apresentará a seguinte pergunta: “Escreva três coisas que são mais importantes em relação a este grupo”. Em outras palavras: “Quais são as três últimas coisas que você mudaria em relação a este grupo?” Durante cinco a oito minutos, todos responderão por escrito a essa pergunta. Em seguida, o facilitador perguntará: “Se tivessem um desejo mágico e pudessem mudar três coisas em relação a este grupo, o que mudariam?” As respostas devem ser colocadas no verso da folha, utilizando mais cinco a oito minutos.

Durante a discussão subsequente, todos terão a oportunidade de se expressar, começando pelos aspectos que consideram positivos e que não gostariam de mudar no grupo. Em seguida, discutirão sobre o desejo mágico.

Posteriormente, a discussão se concentrará nas coisas que precisam e podem ser mudadas imediatamente no grupo.

Ao final, serão avaliados os sentimentos e encaminhamentos feitos para aprimorar a vida do grupo.

RÓTULOS

OBJETIVOS: Questionar a facilidade com que rotulamos as pessoas, buscando julgá-las menos por seu conteúdo intrínseco e pessoal do que pela eventual “embalagem” simbolizada por seus trajes, hábitos, família, situação intelectual ou social, etc.

MATERIAL: Crachás que funcionem como rótulos para os participantes, com os seguintes dizeres:
a) Sou engraçado: ria
b) Sou tímido: ajude-me
c) Sou mentiroso: desconfie
d) Sou surdo: grite
e) Sou criativo: ouça-me
f) Sou pouco inteligente: ignore-me
g) Sou muito poderoso: bajule-me

PROCESSO: Os participantes são divididos em grupos de cinco ou seis membros. Cada participante recebe seu rótulo previamente colado na testa, de modo que não possa lê-lo antes ou durante a dinâmica.

O grupo é motivado a discutir soluções para algum problema determinado, levando em consideração o rótulo que cada um está utilizando durante a discussão. Eles devem discutir o tema proposto considerando o outro a partir do rótulo.

Ao concluir a experiência, os participantes avaliam e compartilham os sentimentos vividos, refletindo sobre como rotulam as pessoas e como podem melhorar a comunicação em suas vidas.

VIRAR PELO AVESSO

OBJETIVOS: Despertar o grupo para a importância da organização, enfatizando que a eficiência não é uma questão de força, e que não há problema sem solução.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: Forma-se um círculo com todos de mãos dadas. O facilitador apresenta um desafio: o grupo deve ficar voltado para fora e de costas para o centro do círculo sem soltar as mãos. É crucial que ninguém solte as mãos durante toda a dinâmica. Se algum participante já conhece a atividade, deve apenas observar ou se abster de tomar a iniciativa no grupo.

O grupo deve explorar alternativas até alcançar o objetivo. A dinâmica consiste em passar por baixo dos braços entre duas pessoas. Um participante toma a iniciativa, entra no círculo, passa por baixo dos braços da pessoa do outro lado e leva os outros consigo, mantendo as mãos dadas. Após todos passarem, os dois últimos participantes também viram, formando um novo círculo de costas e ainda de mãos dadas.

Se necessário, pede-se para desfazer o círculo sem soltar as mãos, destacando que apenas repetindo o mesmo processo será possível. Isso serve para verificar se o grupo assimilou o aprendizado.

Ao analisar a dinâmica, considera-se as seguintes questões:
a) O que observaram?
b) Como se sentiram?
c) Foi fácil encontrar a solução?
d) Alguém desanimou?
e) Qual a relevância disso em nosso dia-a-dia?
f) Nossa sociedade precisa de transformações?
g) O que podemos fazer? Como?

O SALTO

OBJETIVOS: Reforçar a memorização dos nomes dos membros do grupo, energizar, alongar fisicamente, descontrair e desinibir.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCESSO: Forma-se um amplo círculo com todos de pé. Cada participante recebe a instrução de correr em direção ao centro do círculo, dar um salto, desferir um soco no ar e pronunciar seu nome de maneira vigorosa.

A atividade pode ser repetida várias vezes, com cada participante apresentando-se de forma única e criativa. No encerramento, após todas as apresentações individuais, todos saltam simultaneamente, gritando seus próprios nomes ao mesmo tempo.

CARTAZ

OBJETIVOS: Promover a desinibição, aprofundar o conhecimento entre os membros do grupo e estimular a criatividade.

MATERIAL: Papel e lápis (podem ser lápis coloridos).

PROCESSO: Distribuir papel e lápis para cada participante do grupo, que estará organizado em círculo. Cada pessoa é orientada a criar um desenho, qualquer que seja, representando algo de si. A habilidade artística não é relevante; a espontaneidade é fundamental. Estabelecer um tempo de dez minutos para que cada participante confeccione seu cartaz.

Após a conclusão dos cartazes, cada pessoa deve sair do seu lugar, exibir o cartaz de maneira visível aos demais membros do grupo e proceder à sua apresentação, compartilhando o nome e explicando o significado do desenho.

MINHA OUTRA METADE ESTÁ EM VOCÊ

OBJETIVOS: Facilitar a aproximação das pessoas no grupo, incentivar o diálogo e criar novas amizades.

MATERIAL: Cartelas de cores variadas, com tamanho aproximado de 10 x 15 cm, em quantidade suficiente para todos os participantes. Cada cartela deve conter uma frase significativa (pode ser parte de uma música, versículo bíblico, um pensamento, uma única palavra, etc.), dividida ao meio.

Exemplos:

  1. “Eu sem você, só sou desamor.”
  2. “Você é especial para mim.”
  3. “Nada se compara à nossa amizade.”
  4. “Amigo é coisa prá se guardar…”

PROCEDIMENTO: A dinâmica começa com a distribuição das duas metades das cartelas, garantindo que todos recebam uma parte. Em seguida, estabelece-se um tempo para que as pessoas procurem suas metades correspondentes.

À medida que cada dupla se encontra, elas buscam um local para conversar, utilizando a frase escrita na cartela como ponto de partida. Após aproximadamente dez minutos, o facilitador solicita que algumas duplas compartilhem a experiência, expressando o que sentiram e como foi o encontro.

MINHA CARACTERÍSTICA MAIOR

OBJETIVOS: Facilitar a comunicação verbal, criar um ambiente de empatia e incentivar o processo de conhecimento mútuo.

MATERIAL: Papel e lápis.

PROCEDIMENTO: O facilitador introduz a dinâmica explicando que “todos nós possuímos características que são mais marcantes e visíveis para os outros”. Cada participante recebe papel e lápis, com a instrução de escrever uma frase que resuma o que eles são e o que fazem de melhor.

Exemplo:
(José) “Sou um batalhador incansável pela justiça.”
(Roberta) “Sou sensível à miséria e não me canso de ajudar os pobres.”

Os participantes fixam os papéis no peito, e todos, ao som de uma música suave, circulam pela sala, lendo as frases uns dos outros. Em seguida, são orientados a formar pares ou tríades com as pessoas cujas frases chamaram sua atenção.

Após aproximadamente quinze minutos, o grupo retorna à formação original, e os membros de cada dupla (ou tríade) têm a oportunidade de apresentar uns aos outros, destacando os aspectos positivos do encontro.

ROMPENDO O CERCO

OBJETIVOS: Examinar as dificuldades que surgem ao tentar superar obstáculos, especialmente quando as pessoas ao nosso redor complicam ou não oferecem ajuda. Observar a perseverança e resistência dos participantes diante de pressão. Trabalhar o relacionamento interpessoal.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCEDIMENTO: Formar um círculo de modo que os membros fiquem com os braços entrelaçados de forma firme. Selecionar um voluntário sem fornecer explicações. Explicar que a dinâmica possui duas direções principais:

  • O voluntário deve tentar, por todos os meios, sair do círculo;
  • Os demais, que estão firmemente no círculo, têm a responsabilidade de impedir que o voluntário saia.
    Pedir para que aquele que está no centro troque de lugar com outra pessoa, repetindo o procedimento algumas vezes. Ao final, realizar alguns comentários para a reflexão do grupo:
  1. Como se sentiu ao ser voluntário, tentando sair do círculo diante de tamanha dificuldade?
  2. Qual foi o sentimento do grupo? Houve vontade de ceder? Surgiu sensação de sadismo ou compaixão?
  3. Qual o significado de romper o cerco?
  4. Como essa dinâmica se relaciona com a realidade do nosso dia a dia?
  5. Quais são as palavras “mágicas” do relacionamento humano?
  • Licença
  • Desculpe
  • Por favor
  • Obrigado
  • Amo você
  • Volte sempre
  • Disponha

POSSO ENTRAR?

OBJETIVOS: Facilitar a integração dos membros do grupo que possam estar se sentindo “deslocados” e levar os participantes a refletirem sobre as razões que podem tornar um grupo mais “fechado” e de difícil acesso.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCEDIMENTO: Ao identificar quem está se sentindo deslocado no grupo, o facilitador instrui a formação de um círculo (ou mais de um, se necessário), onde os participantes entrelaçam os braços firmemente.
As pessoas que formarão o círculo são convidadas uma a uma, deixando de fora aquelas que tentarão entrar no círculo.
Após a formação do círculo, cada pessoa fora dele tentará entrar.
A função dos que formam o círculo é não permitir, de forma alguma, a entrada do “intruso” no círculo.
Independentemente de terem conseguido ou não, o facilitador deve substituir a pessoa que tentou entrar no círculo (se houver mais de uma esperando), até que todos tenham tido a oportunidade de participar.
Ao final, todos se sentam no chão, e é aberto espaço para questionamentos:

  • Quais foram os sentimentos experimentados durante o exercício?
  • Como se sentiu ao não ser escolhido para participar do círculo?
  • O que você sentiu ao não conseguir entrar no grupo?
  • E ao conseguir?
    Durante o questionamento, o facilitador deve, se necessário, promover uma integração calorosa da(s) pessoa(s) ao grupo.

O PRESENTE DA ALEGRIA

OBJETIVOS: Praticar a expressão verbal das qualidades de cada participante, em um ambiente de confiança pessoal, e destacar que um presente pode assumir diversas formas, não se limitando a objetos materiais.

MATERIAL: Papel e caneta.

PROCEDIMENTO: Com o grupo disposto em círculo, inicia-se uma explanação sobre a importância de oferecer e receber presentes. A dinâmica busca demonstrar que um presente pode ser uma palavra, um gesto, um carinho, um incentivo, um beijo, enfim, manifestações comportamentais que têm um valor inestimável.

Cada pessoa, então, escreverá em uma pequena folha de papel uma a três qualidades que admira na pessoa à sua direita. É essencial que a mensagem seja específica e relacionada ao comportamento ou interações no grupo. Não devem constar nomes na papeleta, nem do remetente, nem do destinatário.

O facilitador coleta as papeletas dobradas e as redistribui aleatoriamente, garantindo que cada participante não receba sua própria mensagem.

A partir desse momento, cada pessoa lê em voz alta a mensagem que recebeu, oferecendo-a como um presente a qualquer membro do grupo. É solicitado que se levante e abrace a pessoa a quem se destina a mensagem.

Cada participante terá a oportunidade de receber vários “presentes”, enquanto outros podem não receber nenhum. Ao final, após todos compartilharem suas mensagens, abre-se espaço para comentários adicionais sobre os sentimentos gerados durante a dinâmica.

O MELHOR DE MIM

OBJETIVOS: Facilitar uma autoavaliação entre os participantes. Utilizar recursos lúdicos e criativos para projetar a autoimagem. Proporcionar aos demais membros do grupo uma visão positiva de cada indivíduo. Estimular a empatia.

MATERIAL: Cartolinas em tons suaves, revistas usadas, cola, tesouras, fita crepe, pincéis coloridos.

PROCEDIMENTO:

Etapa Um (Início do Evento):

  1. Disponibilizar o material para os participantes, explicando que eles devem criar um cartaz que represente o melhor de si.
  2. Incentivar o uso da criatividade, combinando frases e imagens que expressem o que consideram ser o melhor em cada um.
  3. Ao concluírem, orientar os participantes a fixar seus cartazes na parede.
  4. Os cartazes permanecerão expostos até o final do evento.

Etapa Dois (Final do Evento):

  1. Cada participante retira seu cartaz da parede e compartilha com o grupo o significado por trás dele.
  2. Em seguida, o participante escolhe outro membro do grupo para presentear com seu “melhor de mim”, destacando o quanto essa pessoa é especial e merece o cartaz.
  3. Acompanhar o momento de entrega com uma música de fundo adequada.
  4. Se possível, promover breves comentários sobre os sentimentos associados à escolha ou à preparação do presente para alguém.

TERRA, CÉU E MAR

OBJETIVOS: Ativar e desenvolver o senso de direção, a percepção espacial e proporcionar descontração.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCEDIMENTO: O facilitador convida o grupo a formar uma fila única, alinhada da menor para a maior, a uma distância de aproximadamente um metro do facilitador.
A orientação inicial é dada: “A fila onde vocês estão é denominada TERRA, à direita é o CÉU e à esquerda é o MAR”.
Quando eu disser: TERRA! Todos irão para a terra… CÉU! Todos irão para o céu… MAR! Todos irão para o mar. Aqueles que hesitarem ou não se moverem serão excluídos.
Os vencedores (ou os três finalistas) serão premiados.

ESTOURANDO BALÕES

OBJETIVOS: Este exercício competitivo visa determinar o vencedor, aquele que conseguir manter os balões cheios e presos à cintura até o final.

MATERIAL: Balões coloridos, barbante.

PROCEDIMENTO: Cada participante recebe dois balões e um pedaço de barbante suficientemente grande para amarrar à cintura, junto com os balões. Os balões são enchidos e presos ao barbante, um de cada lado da cintura. Cada participante também recebe palitinhos de dente.

Ao iniciar, o facilitador instrui os participantes a “PROTEGER” seus balões e inicia o exercício rapidamente para evitar reflexões prolongadas. Normalmente, as pessoas reagem estourando os balões dos outros durante a competição.

Ao final, o facilitador conduz uma reflexão sobre a agressividade na sociedade, destacando que a instrução inicial foi para “proteger” e não para “atacar”.

RETIRANDO AS CADEIRAS

OBJETIVOS: Desenvolver agilidade, percepção e, possivelmente, abordar questões como preconceito (por exemplo, sentar no colo de outra pessoa).

MATERIAL: Não é necessário.

PROCEDIMENTO: Forme um círculo com cadeiras, todas voltadas para fora. O número de cadeiras deve ser equivalente ao número de participantes menos um. Instrua os participantes para circularem ao redor das cadeiras ao som de uma música animada.

Quando a música parar, todos devem procurar uma cadeira para sentar. Uma pessoa ficará sem cadeira e deve encontrar uma forma de sentar, podendo, por exemplo, sentar no colo de outra pessoa. Ninguém pode ficar em pé fora do círculo.

Reinicie a música e, a cada parada, retire uma cadeira. O grupo continua o processo, procurando sentar-se conforme as cadeiras são removidas. Repita até que reste apenas uma cadeira. O desafio é criar soluções criativas, promover companheirismo e determinação para alcançar um objetivo comum.

VOCÊ ME AMA?

OBJETIVOS: Técnica eficaz para ser aplicada após intervalos prolongados, baseada no mesmo princípio da técnica “O Presente”.

MATERIAL: Não é necessário.

PROCEDIMENTO: Forme um círculo espaçoso com cadeiras.
Escolha um voluntário para ficar no centro do grupo, de pé.
Remova a cadeira do círculo onde o voluntário estava sentado.
Explique que a pessoa no centro deve rapidamente perguntar em voz alta: “Você me ama?” A pessoa interrogada responde: “Sim, amo.” O voluntário então pergunta: “Por quê?” A resposta deve ser algo relacionado ao que o voluntário está usando. Por exemplo, “Porque você está usando tênis.”
Quando isso acontecer, todos no círculo que também estiverem usando tênis devem trocar de lugar, incluindo o voluntário.
Aquele que ficar sem cadeira assume o centro e reinicia o jogo, dirigindo-se a outra pessoa: “Você me ama?” e assim por diante.

O GRÁFICO DA MINHA VIDA

OBJETIVOS: Proporcionar a cada participante a oportunidade de realizar uma reflexão sobre sua vida, compartilhando vivências e sentimentos com o grupo.

MATERIAL: Folhas de papel em branco, lápis ou caneta.

PROCEDIMENTO: O facilitador introduz o exercício explicando seus objetivos. Em seguida, distribui uma folha em branco para cada participante. Cada pessoa será encorajada a desenhar uma linha, utilizando ângulos e curvas, que represente acontecimentos significativos em sua vida. A representação pode focar em um período específico, como os últimos três meses ou o último ano, e abranger diversas áreas como aspectos religiosos, familiares, grupais ou sociais.

Posteriormente, cada participante compartilha com o grupo seu gráfico, destacando os pontos mais relevantes e explicando as escolhas feitas.

Ao concluir a atividade, abrem-se espaços para comentários e depoimentos dos participantes sobre a experiência vivenciada.