Clínicas de recuperação para dependentes químicos, clínicas de reabilitação para dependentes químicos, tratamento para dependentes químicos, clínica para alcoólatras
Clínica de recuperação tem nome – Capital Remoções
Encontre dezenas de clínicas de recuperação em SP aqui com a Capital Remoções, para encontrar a melhor clínica de recuperação para tratamento de dependentes químicos tem que ser através de empresas de confiança, nós da Capital Remoções estamos há quase 3 anos atuando com encaminhamento de pacientes com transtornos, dependência química e alcoolismo.
Temos diversas opções de clínicas de recuperação, temos clínicas de recuperação: Masculinas, femininas, mistas e comunidades terapêuticas em SP.
Clínica de recuperação feminina (sp)
Esta é uma clínica de recuperação feminina localizada em SP
Esta é uma clínica de recuperação feminina em SP.
A Capital Remoções conta com clínicas de recuperação espalhadas pelo Brasil, contamos com clínicas de reabilitação em Itu, Itariri, Mairiporã, cotia, Peruíbe entre outras.
Clínica de recuperação masculina em SP
Esta é uma clínica de recuperação masculina conveniada com a Capital Remoções. Esta unidade está em destaque).
Confira agora 10 opções de clínicas reabilitação / recuperação para alcoólatras em São Paulo
Clínica de reabilitação para alcoólatras em São Paulo, internação para alcoólatras em SP, clínica de recuperação / reabilitação de alcoólatras em SP, tratamento do alcoolismo em São Paulo.
Clínica de recuperação para alcoólatra em São Paulo, a melhor clínica você encontra aqui na Capital Remoções. Aqui você tem diversos benefícios, são mais de 360 unidades. As melhores clínicas de recuperação de São Paulo estão na Capital Remoções. O melhor tratamento para dependentes químicos e alcoólatras. Clínica de recuperação de qualidade você encontra aqui.
Método de Tratamento Da clínica de recuperação em SP / Reabilitação em São Paulo
1ª Etapa do tratamento / recuperação dos alcoólatras:
Aspecto Físico da doença da adicção que é a desintoxicação física e a adaptação ao convívio com os pacientes na clínica de recuperação em SP; conhecimento do programa de 12 passos; Reeducação alimentar, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo da droga e do álcool também.
2ª Etapa da recuperação dos alcoólatras:
Aspecto Psicológico (é auto conhecimento de seu eu interior e de sua doença (dependência química ou o alcoolismo)) Terapias e psicologia aplicada.
3ª Etapa da reabilitação / recuperação dos alcoólatras
Aspecto Espiritual (aprender a valorizar as pequenas coisas da vida e desta maneira valorizar a vida) Fé em um poder superior (Deus).
Os princípios fundamentais que regem as nossas unidades clínicas de reabilitação / recuperação são: O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente e sua família.
A Dependência Química é reconhecida como uma doença: progressiva, incurável e fatal, logo a recuperação é progressiva, contínua e traz vida em plenitude.
O modelo de internação que seguimos é o de conscientização. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável.
O que podemos fazer é tratar e estacionar.
Oferecemos ao dependente químico, alcoólatra ou ambos residents, dentro de nossas dependências o programa de doze passos de Narcóticos Anônimos e AlcoólicosAnônimos,
espiritualidade, terapia racional emotiva, programa de prevenção a recaída, arte terapia, vídeo terapia, laborterapia, atendimento psicológico individual e em grupo, cinco refeições diárias e demais necessidades para a recuperação do interno.
Atividades Terapêuticas das clínicas de recuperação / reabilitação de alcoólatras em SP
Espiritualidade
Cantamos louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia.
Geralmente é realizada em algumas clínicas de recuperação / reabilitação após o café da manhã e em algumas depois do café e é a primeira reunião do dia.
Reunião de sentimentos:
É através dos retornos que os companheiros, a partir de suas experiências sugerem alternativas.
Sempre quando alguém partilha seus sentimentos, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e objetivos comuns.
O retorno é uma forma de avaliação, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com intuito de crescimento na recuperação.
A reunião tem por objetivo principal , fazer com que o alcoólatra partilhe os sentimentos identificados no decorrer do dia.
É muito importante esta reunião de partilha, pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo, e ouvindo sua própria voz falando de si.
Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos companheiros.
Reunião de 12 Passos:
Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos alcoólatras, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Alcoólicos Anônimos.
Psicoterapia Individual:
Este atendimento possibilita com que o residente acolhido entre em contato com suas dificuldades e consiga alternativas viáveis ao seu equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento para situações de risco, tão necessárias na vida de um alcoólatra.
Laborterapia: (Terapia do Trabalho)
Atividade realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);
Descobrir e desenvolver suas habilidades pessoais;
Aceitar limites e regras; ter disciplina;
Perceber suas responsabilidade diárias;
Assimilar a ajuda mútua;
Desenvolver uma percepção e a preocupação com o outro;
Elevar sua auto estima (muito importante no tratamento);
Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;
Concentração e Atenção;
Desenvolver noção de começo, meio e fim de uma atividade;
Organização, Reabilitação física, entre outros.
Aprimoramento de conduta e caráter;
* Os trabalhos são executados em grupos, divididos.
TRE – Terapia Racional Emotiva:
São excelentes reuniões semanais que ensinam o alcoólatra a como lidar com os sentimentos. Estudamos nestas reuniões sobre: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamento Destrutivo e outros temas. Estes estudos são muito importantes na recuperação.
P.P. R – Programa de prevenção a recaída para alcoólatras:
Essa reunião é muito importante, mostramos para os residentes algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “Evites e Procure”. EX: Procure um hobby, ir à sala de anônimos, uma religião, novas amizades, etc. Evite velhos hábitos, velhos amigos, velhas ideias, etc.
Observação: Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o carne do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Alcoolismo, vício em jogos ou dependência química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos Pacientes!
Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas.
1- Clínica de recuperação masculina para alcoólatras em São Paulo – São Bernardo do Campo SP
A clínica aceita alguns diversos planos de saúde – convênio médico
2- Clínica de recuperação feminina para alcoólatras em São Paulo – São Bernardo do Campo SP – Utilize seu convênio médico / Plano de saúde!
(Sujeito a verificação pois não são todos os convênios que arcam com os custos.)
3- Clínica de recuperação masculina para alcoólatras em SP – São Bernardo do Campo SP – Utilize seu convênio médico / Plano de saúde!
(Sujeito a verificação pois não são todos os convênios que arcam com os custos.)
4- Clínica de recuperação masculina para alcoólatras em São Paulo – Ribeirão Pires SP
5- Clínica de recuperação masculina para alcoólatras em São Paulo – São Roque SP
6- Clínica de recuperação masculina para alcoólatras em São Paulo – Mairiporã SP
8- Clínica de recuperação masculina para alcoólatras em São Paulo – Itu SP
9- Clínica de recuperação feminina para alcoólatras em São Paulo – Cajamar SP
10- Clínica de recuperação feminina para alcoólatras em São Paulo – São Bernardo do Campo SP
Mairiporã SP – 25 km de distância da Capital de São Paulo
São Bernardo do Campo – 18 km de distância da Capital de São Paulo
11- Clínica de recuperação
São Roque SP – 51 km de distância da Capital de São Paulo
12- Clínica de recuperação
São Bernardo do Campo SP – 18 km de distância da Capital de São Paulo
13- Clínica de recuperação
Clínica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo
Confira muito mais opções de clínicas de recuperação para alcoólatras em SP.
Recuperação do alcoolismo é a nossa especialidade também, o melhor tratamento para alcoólatra você encontra aqui na Capital Remoções:
Tratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPTratamento para alcoólatra e dependente químico em SPClínica para alcoólatra em SPClínica para alcoólatra em SPClínica para alcoólatra em SPClínica para alcoólatra em SPClínica para alcoólatra em SPClínica para alcoólatras em SPClínica para alcoólatras em SPClínica para alcoólatras em SPClínica para alcoólatras em SPClínica para alcoólatras em SPClínica para alcoólatras em SPClínica para alcoólatras em SPClínica para alcoólatras em SPClínica para alcoólatras em SPClínica para alcoólatras em SPClínica para alcoólatras em SPClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São PauloClínica para alcoólatras em São Paulo
1- Avaliação inicial:
Avaliação médica para identificar problemas de saúde física e mental.
Avaliação psicossocial para entender o histórico do paciente, relações familiares, ambiente de vida e fatores de risco.
Educação sobre dependência química e desenvolvimento de habilidades de enfrentamento.
Estabelecimento de metas e objetivos de tratamento em colaboração com o paciente.
2- Desintoxicação:
Supervisão médica durante o processo de retirada para minimizar os sintomas de abstinência.
Administração de medicamentos para aliviar os sintomas.
3- Tratamento psicoterapêutico:
Terapia individual para abordar questões pessoais e emocionais.
Terapia em grupo para promover o apoio mútuo entre os pacientes.
Terapia cognitivo-comportamental (TCC) para mudar padrões de pensamento negativos e comportamentos destrutivos.
Inclusão de terapias complementares, como terapia ocupacional e terapia recreativa.
Terapia familiar para envolver os membros da família no processo de recuperação.
4- Educação e prevenção de recaídas:
Educação sobre os efeitos da substância, os fatores que levam à dependência e estratégias de prevenção.
Desenvolvimento de um plano personalizado para evitar recaídas.
Desenvolvimento de habilidades para lidar com situações de alto risco.
Plano de prevenção de recaídas (estudos).
5- Apoio medicamentoso:
Uso de medicamentos para auxiliar na redução de desejos e na manutenção da abstinência, quando apropriado.
6- Apoio à saúde mental:
Avaliação e tratamento de condições de saúde mental coexistentes, como depressão, ansiedade ou transtornos de personalidade.
7- Participação em grupos de apoio:
Envolvimento em programas de 12 passos ou grupos de apoio semelhantes, geralmente em clínicas estes grupos são simulados
8- Planejamento pós-tratamento:
Desenvolvimento de um plano de continuidade para o paciente, incluindo suporte contínuo e acompanhamento.
Monitoramento regular da saúde mental e física.
Adoção de estratégias de enfrentamento a longo prazo e desenvolvimento de um estilo de vida saudável.
Participação contínua em grupos de apoio e terapia.
Encaminhamento para grupos de apoio após a conclusão do tratamento.
É importante notar que o tratamento para dependência química ou alcoolismo deve ser personalizado para atender às necessidades específicas do indivíduo. Além disso, a colaboração entre profissionais de saúde, familiares e o próprio paciente acolhido é fundamental para o sucesso a longo prazo do tratamento da dependência química ou alcoolismo.
Clínicas de reabilitação para alcoólatras e dependentes químicos abaixo:
15, 16, 17, 18, 19, 20
Opções de clínicas de reabilitação / recuperação para o tratamento de alcoólatra em clínica de reabilitação você confere agora mesmo abaixo:
Esta unidade acima é mais uma excelente opção para o tratamento de alcoólatras em SP, tratamento não só para alcoólatras mas também para dependentes químicos do sexo masculino em São Paulo.
A clínica de recuperação para alcoólatras está localizada em Itariri divisa com Peruíbe e esta é uma unidade que vem se destacando e muito no meio das clínicas de São Paulo.
Por que? Bom, para começar esta unidade conta com psicóloga de segunda a sábado, coisa que realmente é bem raro de se ver hoje em dia ainda mais com o crescimento do número de clínicas e comunidades terapêuticas
em São Paulo. Com isso os valores das mensalidades abaixam e os serviços geralmente vem caindo juntamente com a queda dos preços.
Mas vamos lá, com uma estrutura avaliada em 15 milhões de reais, este ambiente era um hotel fazenda então conta com 6 piscinas, sauna seca e a vapor, chalés individuais ou apartamentos para 4 pacientes, academia, sala de tv, pista de skate, parque, 2 lagos de pesca, ampla área verde de aproximadamente 24.000 metros quadrados, campo de futebol de areia, 6 refeições diárias, tv frigobar e fogão nos chalés individuais e ainda dependendo do plano pode ser adicionada internet nos chalés. Bom, agora você deve ter entendido o porque de esta clínica para alcoólatras em SP vem se destacando…
Ahh e tem mais, a clínica de reabilitação em SP ainda conta com valores super acessíveis que variam de 7 parcelas de R$1000 até 7 parcelas de R$4500 por mês para um tratamento completo de 6 meses.
2- Opção de clínica de reabilitação para alcoólatras você confere agora mesmo abaixo:
Clínica d e reabilitação para alcoólatras situada em Juquitiba SP.
Considerando que a palavra
clínica
substantivo feminino
1.
MEDICINA
prática ou exercício da medicina.
2.
MEDICINA
conjunto das pessoas que são tratadas por um médico; clientela.
“sua c. é grande e selecionada”
Na verdade esta é uma comunidade terapêutica no CNPJ, porém o significado de clínica é ”conjunto das pessoas que são tratadas por um médico; clientela.” então pode ser considerada uma clínica de reabilitação também pelo fato desta comunidade possuir médicos capacitados para realizar o tratamento de dependentes químicos e alcoólatras em SP.
Esta é uma ótima opção em relação ao custo benefício, com mensais a partir de 7 parcelas de R$750 esta é uma excelente opção para o tratamento de alcoólatras em SP.
3- Opção de clínica de reabilitação para alcoólatras / alcoolistas você confere agora mesmo abaixo:
Clínica de reabilitação para alcoólatras situada em Atibaia SP. Tratamento do alcoolismo em SP. Álcool e drogas em Geral.
Esta clínica de reabilitação para alcoólatras acima é uma excelente opção para pacientes exigentes.
Com valores nem um pouco acessíveis a clínica para alcoólatras em SP é puro luxo.
Tratamento para alcoólatras de altíssimo nível / alto padrão é aqui que você encontra.
A unidade conta com psiquiatra diariamente, e conta com suítes que variam desde suítes triplas até suíte master que o preço pode chegar até 25.000 reais.
Localizada em São Paulo – Atibaia esta é a nossa unidade master quando se fala de luxuosidade, a número um em clínica de reabilitação para alcoólatras de luxo.
Os valores podem varias de 6.000 reais mensais até 25.000
4- Opção de clínica de reabilitação para alcoólatras / alcoolistas você confere agora mesmo abaixo:
Clínica para alcoólatras em sp. Unidade masculina e feminina localizada em São Paulo. Tratamento do alcoolismo e drogas em geral.
Com vagas disputadíssimas esta é uma clínica de reabilitação para alcoólatras em SP excelente e com um diferencia pois possui uma ala masculina e uma vaga feminina.
Bom, difícil mesmo é conseguir uma acomodação individual pois sendo referência em tratamento do alcoolismo em SP entre outras drogas as vagas são muito disputadas e geralmente só se conseguem vagas em acomodações para 5 pacientes.
Esta clínica de recuperação para alcoólatras em São Paulo é a clínica que mais vem crescendo diariamente, ano após ano.
A clínica para alcoólatras conta com 4 psicólogas que atendem diariamente na unidade e com psiquiatras que atendem a cada 15 dias.
Com 5 refeições diárias, piscina, sala de tv, campo de futebol, academia entre outros diferenciais esta é uma excelente opção para o tratamento de dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo.
5-21Opção de clínica de reabilitação para alcoólatras / alcoolistas você confere agora mesmo abaixo:
Confira agora 8 opções de clinica de recuperação / reabilitação em São Paulo,
Tratamento para a dependência química em SP, reabilitação de dependentes químicos em São Paulo, Clínica de álcool e drogas em São Paulo SP, tratamento para alcoólatras, clínica de reabilitação de álcool e drogas, clínica de recuperação para dependentes químicos.
1- Tratamento para a dependência química em SP
Tratamento para a dependência química é com a Capital Remoções clínicas de reabilitação em SP, confira clicando na imagem acima esta unidade situada em Itariri SP, divisa com Peruíbe. A clínica de reabilitação acima é uma unidade de alto padrão masculina que atua no tratamento da dependência química e no tratamento do alcoolismo, fundada em 2018 a clínica de recuperação para dependentes químicos é uma excelente opção para tratar o alcoolismo e a adicção.
Com valores super acessíveis a unidade conta com apartamentos para 4 pacientes com frigobar, televisão e ventilador de teto. A clínica de recuperação conta também com apartamentos triplos, duplos e chalés individuais com fogão, frigobar e ventiladores de teto, podendo até ser adicionado ao pacote um plano de internet dependendo das condições do paciente.
2-Reabilitação de dependentes químicos em São Paulo
A Capital remoções conta com mais de 23 opções de clínicas de reabilitação em São Paulo e diversas comunidades terapêuticas espalhadas pelo Brasil. Confira agora uma excelente opção para o tratamento do alcoolismo e da dependência química localizada em Vargem Grande Paulista SP. Esta unidade abaixo é uma clínica de reabilitação / recuperação masculina e feminina localizada em Vargem Grande Paulista SP. Com mensalidades a partir de R$1.100 Esta é uma excelente opção de clínica de recuperação para dependentes químicos de altíssimo nível com excelentes profissionais. A unidade conta com acomodações excelentes também que variam de 6 pacientes por suíte até suítes individuais.
Clínica de reabilitação / recuperação. Unidade masculina e feminina em Vargem Grande Paulista.
3-Clínica de álcool e drogas em São Paulo SP
Esta unidade abaixo é uma excelente opção de clínica de recuperação para dependentes químicos localizada na Cidade de Itu SP, a unidade conta com o apoio de 4 psicólogas na equipe, conta também com psiquiatra toda semana e é uma excelente opção para o tratamento de dependentes químicos em São Paulo. A clínica de reabilitação em SP conta com acomodações para 5 pacientes por suíte e o preço da mensalidade varia a partir de R$2.000 por mês. O tempo de tratamento é de 6 meses e a unidade atende pacientes de ambos os sexos, tanto masculino tato como pacientes do sexo feminino. Esta é uma excelente opção de clínica de recuperação em São Paulo.
Clínica de reabilitação localizada em Itu SP. Tratamento do alcoolismo e da dependência química, clínica de recuperação localizada em São Paulo Itu.
4-Tratamento para alcoólatras
Esta é uma clínica de reabilitação para dependentes químicos em São Paulo localizada em Mairiporã SP, especializada no tratamento de alcoólatras e dependentes químicos esta é uma excelente opção para o tratamento de álcool e drogas. Esta é uma ótima opção de clínica de recuperação para dependentes químicos em SP. Tratamento para dependentes químicos em SP é com a Capital Remoções!
Clínica de reabilitação em SP localizada em Mairiporã SP. Tratamento para dependentes químicos em SP.
5-Clínica de reabilitação de álcool e drogas
Esta é uma clínica de recuperação para dependentes químicos localizada em Águas de São Pedro, excelente opção para o tratamento feminino em São Paulo. Tratamento do álcool e das drogas. Clínica de reabilitação em São Paulo é com a Capital Remoções!
Clínica de recuperação em SP para o tratamento de dependentes químicos.
6-Clínica de recuperação para dependentes químicos
Clínica de recuperação para dependentes químicos evangélica localizada em São Paulo Guaratinguetá SP. Tratamento do álcool e das drogas em SP. Clínica de recuperação para dependentes químicos em SP.
Essa lista original foi publicada por Lima babalu em seu blog de dependência química e estamos divulgando de modo a tornar mais fácil encontrar essa informação para os dependentes químicos e seus familiares.
Caso você conhece alguma outra clínica para tratamento de dependentes químicos que não listamos, por favor entre em contato e nos informe os dados para divulgarmos nesse espaço.
Atenção este é um conteúdo informativo, nós só trabalhamos com clínicas particulares, caso esteja procurando por clínica não paga basta procurar a igreja Renascer em Cristo mais próxima e se informar, não temos envolvimento com instituições não pagas!!!
Conteúdo:
Clínica de tratamento para dependentes químicos em São Paulo – Centro
Centro de Referência Álcool, Tabaco e outras Drogas (CRATOD)
Rua Prates, 165 Bom Retiro 01121-000 São Paulo – SP
Tel.: (011) 3326-7868
Clínica reabilitação para tratamento de dependentes químicos SÃO PAULO (CAPITAL) – ZONA SUL
Clínica de tratamento de dependentes químicos BOTUCATU
Ambulatório de Atendimento a Dependentes de Drogas do Departamento de Neurologia e Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista – UNESP
Distrito de Rubião Júnior, s/n Caixa Postal 540 18618-000 Botucatu – SP
Tel.: (014) 821 2121, ramal 2260
Clínica de tratamento de dependentes químicos CAMPINAS
CRIAD – Centro de Referência em Alcoolismo e Drogadição
Confira agora Dicas Para Saber se alguém Está se Tornando um Dependente Químico
A dependência química está ligada a três fatores primordiais que a cercam, esses fatores são:
O uso da droga ou substância que altere a mente ou humor
O abuso (abuso de álcool ou geralmente podendo variar)
A dependência (seja ela de jogos, comportamentos compulsivos etc…)
O uso pode ser entendido como o consumo de qualquer substância que altere sua mente ou humor, podendo ele ser ele experimental, ou seja, quando uma pessoa experimenta determinada substância.
Ele pode ser esporádico, que é quando uma pessoa não usa determinada substância com frequência ou usa esporadicamente, ou seja, quando a pessoa faz o uso de determinada substância ocasionalmente (de vez em quando).
Há também o abuso, ou uso nocivo e excessivo, que está ligado a um padrão de consumo que traz prejuízos biológicos, psicológicos e sociais para a pessoa.
E por último temos a dependência química que é o uso de substâncias de uma forma descontrolada e que traz muitos problemas para o dependente químico.
Agora você deve estar se perguntando: Como eu posso saber se eu, ou alguém que eu conheço pode estar se tornando realmente um dependente químico?
Confira 5 elementos que podemos analisar para compreendermos se um indivíduo está se tornando um Dependente Químico ou não!
1- Um estreitamento no repertório é bem comum
Quando a pessoa diminui cada vez mais seu repertório de comportamentos e começa a ter padrões fixos de comportamento repetitivo, como usar sempre as mesmas substâncias, com as mesmas pessoas e nos mesmos horários.
Com o avanço da dependência esses comportamentos vão se tornando cada vez mais prioritários para o dependente químico. Ou seja, uma pessoa que em sua vida cotidiana tinha diversos compromissos e afazeres, como praticar esportes, fazer cursos, tocar instrumentos, sair com grupos distintos de amigos, etc. gradativamente vai deixando tudo isso de lado, e passa a fazer coisas específicas e sempre com as mesmas pessoas, como por exemplo, todos os dias se encontrar com as mesmas pessoas em determinado parque, praça, bar, na casa de alguém, etc.
2- Saliência
A pessoa passa a dizer não para tudo, quando não houver a possibilidade de usar as substâncias.
Após três meses o Departamento de Justiça endurecer a política contra a droga, mais Estados apostaram na descriminalização e o apoio social aumenta
A rotina não mudou em nada na loja Wash Hydro, em Washington. O cliente que compra uma camiseta em média por 42 dólares pode escolher entre quatro “brindes” com maconha: uma pequena quantidade de erva, um chocolate, um adesivo ou uma substância para inalar. A transação é possível graças a uma engenhosa exploração das brechas na lei. Na capital dos Estados Unidos, o comércio e o consumo público de maconha continuam proibidos, mas a plantação e a posse são autorizadas. Por isso, dar um brinde com a droga não é punível.
“Já não me preocupa violar a lei”, diz Peter, de 35 anos, na porta da loja, situada no bairro de Adams Morgan e rodeada de bares. Antes ele comprava maconha (erva) através de um amigo. Agora, ironiza, tem uma infinidade de camisetas adquiridas no estabelecimento – que frequenta uma ou duas vezes por mês – em troca da erva. Afirma que o referendo de 2014, que permitiu a legalização parcial em Washington, mudou “toda a dinâmica” do comércio de cannabis e fez com que “se respeite mais” o consumo.
A loja é um exemplo da onda de despenalização da maconha nos últimos anos nos EUA. Agora, contudo, ela vive sob ameaça latente. O Governo do republicano Donald Trump liquidou em janeiro a política amigável da anterior Administração do democrata Barack Obama. O Departamento de Justiça acabou com a doutrina que, desde 2013, desencorajava os procuradores a abrir investigações sobre crimes relacionados com a maconha nos Estados – atualmente são nove – que a legalizaram.
Estava em jogo uma mudança social que desencadeou a aceitação à droga, afetada por um menor medo dos seus riscos, e após décadas de uma repressão que não reduziu drasticamente o consumo. Além disso, os presídios se encheram de pessoas que cometeram crimes menores vinculados às drogas, sobretudo de minorias raciais, como acontece também no Brasil.
Após 3 meses do aviso lançado pelo Departamento de Justiça, a revolução social não se detém. Se o objetivo de Donald Trump e de seu secretário de Justiça, Jeff Sessions, era paralisar o dominó da descriminalização, eles fracassaram dessa vez. Mais Estados, incluindo bastiões conservadores, adotaram medidas para legalizar o uso recreativo ou medicinal da maconha. E as autoridades farmacêuticas norte-americanas deram, na semana passada, sua primeira chancela a um fármaco elaborado com extratos de cannabis, idealizado para o tratamento de crianças com a epilepsia. Seria a primeira vez que se aprova nos EUA um medicamento originário da maconha (erva).
Como epítome do novo paradigma, a crescente tolerância à droga começa a aparecer entre destacadas vozes conservadoras. O republicano John Boehner, que foi presidente da Câmara dos Representantes entre 2011 e 2015 e que se havia declarado “opositor inalterável” da legalização da maconha, mudou sua opinião. Boehner integra desde o início de abril a junta de assessores da Acreage Holdings, uma empresa de cannabis presente em 11 Estados. Ele disse que chegou “o momento de uma consideração séria sobre uma mudança na política da maconha”.
Um importante congressista republicano, Bob Goodlatte, presidente do Comitê Judicial da Câmara dos Representantes, anunciou que seria o coautor do projeto de lei para facilitar a pesquisa médica da cannabis, o que aumenta as possibilidades de aprovação da norma. Parte da guinada se explica pela promoção da maconha como umanalgésico contra as dores dos soldados aposentados e como substituto dos opioides, responsáveis por uma feroz epidemia de vício e morte nos EUA.
Cerca de 64% dos norte-americanos apoiaram legalização da maconha, segundo uma pesquisa do Gallup feita no final de 2017. É a porcentagem mais alta desde o início da série estatística. A pesquisa também revelou que, pela primeira vez, majoritário o apoio entre os republicanos: 51% contra os 42% de um ano antes. Entre os eleitores dos democratas, 72% são a favor da legalização.
A maconha ainda é ilegal sob a lei federal. Os EUA continuam considerando-a como uma droga de um alto risco que não pode ser usada para fins medicinais, como a heroína e o LSD. Com a nova política do Departamento de Justiça, qualquer estabelecimento ou consumidor de cannabis pode ser alvo de denúncia, ainda que, até o momento, não se tenha percebido uma mudança significativa entre os procuradores. Os EUA são o segundo maior consumidor mundial de maconha por habitante, segundo dados da ONU.
Ecos do passado
Em meados dos anos oitenta, o presidente republicano Ronald Reagan descrevia a maconha como “provavelmente a droga mais perigosa nos EUA”. O secretário Sessions bebe nessa fonte. Ultraconservador e partidário de punições mais duras para o uso de drogas, ele é o arquiteto da nova política. “É a missão do Departamento de Justiça aplicar as leis, e a diretriz anterior solapa a lei”, argumentou, ao dar carta branca aos procuradores. Defendeu que essa é a melhor via de lutar contra o narcotráfico e o crime violento. Por sua vez, Trump ficou em segundo plano. Mostrou-se ambivalente durante a campanha: disse que podia entender o uso medicinal da planta (erva), sugerindo que cada Estado deveria poder decidir sobre a legalização, mas também advertiu sobre o risco de fomentar um comércio ilegal.
Após uma ameaça de Sessions, destacados republicanos criticaram a nova política – e vários nem se amedrontaram. Vermont se transformou no nono Estado a legalizar a posse de maconha para fins recreativos (a venda continua vedada). E fez isso com dois pontos relevantes: sob o apoio de seu governador republicano e sendo o primeiro Estado que aprova a legalização no Congresso, não mediante referendo. Além da cidade de Washington, outros Estados que legalizaram o uso recreativo da cannabis são Washington, Oregon, Nevada, Califórnia, Alasca, Colorado, Massachusetts e Maine. Enquanto isso, Carolina do Sul, Utah e Oklahoma, de domínio republicano, também avançaram nas últimas semanas rumo à autorização do consumo medicinal da maconha, permitido em 29 dos 50 Estados americanos.
Kate M. Bell, analista legislativa do Marijuana Policy Project, uma organização que promove a legalização da maconha nos EUA, acredita que a nova política da Justiça pode acabar se limitando a endurecer aqueles princípios que os procuradores já podiam perseguir durante o Governo Obama, como, por exemplo: evitar que a maconha produzida legalmente num estado seja transportada a outro onde a venda não é permitida. A sua tese é que a onda de descriminalização da cannabis não tem volta atrás porque os argumentos dos críticos não se comprovaram. “As estatísticas mostram que a legalização não leva a um aumento do uso por parte de adolescentes nem de mortes em acidentes de trânsito. Tampouco leva à utilização de outras drogas”, afirma. “Além disso, existem os enormes benefícios de não prender as pessoas no sistema judicial porque isso cria consequências colaterais de todo tipo para elas, incluindo dificuldades de encontrar uma moradia ou até mesmo um emprego após o ocorrido.”
A venda legal de cannabis (erva), seja para fins medicinais ou recreativos, transformou-se numa gigante fonte de receita para os cofres públicos, produtores e distribuidores. O mercado legal de maconha na América do Norte cresceu 33% no ano passado, chegando a quase 10 bilhões de dólares (34 bilhões de reais), de acordo com a consultoria ArcView Market Research. A firma prevê que a quantia vai duplicar até 2021. A produção legal de cannabis também ajudou a dar novas oportunidades econômicas a municípios em crise.
Medida ainda vai precisar passar pelo Senado e obter aprovação da governadora-geral
Este Projeto foi apoiado pelo governo do Canadá, e passou com 205 votos contra 82
O parlamento canadense acabou aprovando nesta segunda-feira uma lei para legalizar a maconha, fazendo do Canadá o primeiro país do G7 a aprovar na Câmara uma lei que permita o consumo da droga.
O parlamento canadense aprovou nesta segunda-feira uma lei para legalizar a maconha, fazendo do Canadá o primeiro país do G7 a aprovar na Câmara uma lei que permita o consumo da maconha.
O projeto foi aprovado por 205 votos contra 82 na Câmara dos Comuns — a Câmara dos Deputados do local. A legislação deve agora passar primeiramente pelo Senado e receber o consentimento real da governadora-geral Julie Payette antes de se tornar lei, provavelmente até setembro.
O Senado propôs ainda 46 emendas à lei de legalização da maconha, mas o governo liberal de Justin Trudeau rejeitou a maior parte delas na última semana — incluindo uma que dá às províncias o direito de banir o cultivo em casa de maconha, de acordo com o site da CBC News.
Os deputados acabaram por debater nesta segunda e nas últimas semanas as emendas do Senado. Das alterações solicitadas, 13 foram rejeitadas pelos deputados.
Na última quarta-feira, o governo canadense defendeu o direito dos cidadãos plantarem maconha em suas residências.
— Reconhecemos que há perspectivas diversas em todo o país mas fizemos estudos e consultas em relação ao cultivo doméstico da planta — declarou à imprensa o primeiro-ministro, Justin Trudeau, ao justificar a decisão do governo de autorizar o cultivo de no máximo quatro plantas de cannabis.
Fotos da clínica para dependentes químicos em SP. Tratamento do alcoolismo e dependência química em SP.
Clínica de recuperação em São Paulo-piscinas
Com uma estrutura completa, tudo que um dependente químico precisa para se tratar e mais um pouco, com o que há de melhor dentre as clínicas de todo o Brasil e com preços super acessíveis esta unidade veio para ficar e revolucionar o tratamento no Brasil.
Estrutura e Serviços da clínica para dependentes químicos em SP – Peruíbe SP:
Com uma ampla área verde de 240.000 metros quadrados a clínica de reabilitação para dependentes químicos conta com
• Refeitório com cozinha profissional
• Serviços de cortes de cabelos
• Serviço de Lavanderia
• Sala de TV Comunitária
• Auditório
• Anfiteatro
• Cinema
• Biblioteca
• Campo de Futebol de areia
• Pista de Skate mini ramp (novidade) Inédito
• Academia
• 6 Piscinas
• 1 Tobo-água
• 2 Lagos
Para a recreação dos pacientes a clínica de recuperação / reabilitação conta com:
Hidroginástica, vôlei, futebol de areia, caiaque, barco e tirolesa
• Salão de Jogos: Sinuca, Pebolim e Pingue-Pongue
Salão de jogos da clínica para dependentes químicos localizada em São Paulo – Peruíbe SP
A unidade conta também com:
• Salas de Atendimento Terapêutico, Psicológico, Médico e Familiar
• Enfermaria
• Cantina
• Sauna Seca e Úmida
Confira algumas fotos da unidade:
Tratamento de 6 meses:
7 Parcelas de R$ 1.100 – Quarto para 4 pessoas, banheiro, varanda, ventilador de teto e TV.
7 Parcelas de R$ 1.500 – Apartamentos para 3 pessoas sendo suíte, TV, ventilador de teto, frigobar
7 Parcelas de R$ 4.500 – individual com suíte, sala com sofá, TV, ventilador de teto, cozinha americana, banheiro, frigobar, fogão, ventilador de teto e varanda com churrasqueira.
Confira agora 8 opções de clinicas para dependentes químicos em SP que tratam a dependência química
A Capital Remoções atua no encaminhamento de pacientes para clinicas reabilitação de dependentes químicos desde 2015. Contamos com mais de 20 clinicas de dependentes químicos em SP.
Clínica para dependente químico 1
Esta clinica de recuperação para dependentes químicos é uma clínica masculina localizada em São Paulo – Atibaia SP. Tratamento do álcool, drogas em geral e transtornos mentais.
Clínica para dependente químico 2
Esta clinica de recuperação para dependentes químicos é uma clínica masculina e feminina localizada em São Paulo – Itu SP. Tratamento do álcool, drogas em geral e transtornos mentais.
Clínica de dependente químico 3
Esta clinica de dependentes químicos é uma clínica de reabilitação masculina evangélica localizada em São Paulo – Guaratinguetá SP. Tratamento do álcool, drogas em geral e transtornos mentais.
Clínica de dependente químico 4
Esta clinica de recuperação (comunidade terapêutica) para dependentes químicos é uma clínica masculina e feminina localizada em São Paulo – Mairiporã SP. Tratamento do álcool, drogas em geral e transtornos mentais.
Clínica de dependente químico 5
Esta clinica de recuperação acima para dependentes químicos é uma clínica masculina localizada em São Paulo – São Bernardo do Campo SP. Tratamento do álcool, drogas em geral e transtornos mentais. (Aceita convênio médico)
Clínica de dependente químico 6
Esta clinica de recuperação para dependentes químicos é uma clínica masculina e feminina localizada em São Paulo – Vargem Grande Paulista SP. Tratamento do álcool, drogas em geral e transtornos mentais.
Clínica de dependente químico 7
Esta clinica de recuperação para dependentes químicos é uma clínica masculina localizada em São Paulo – Limeira SP. Tratamento do álcool, drogas em geral e transtornos mentais.
Clínica para dependente químico 8
Esta clinica de recuperação para dependentes químicos é uma clínica feminina localizada em São Paulo – Itatiba SP. Tratamento do álcool, drogas em geral e transtornos mentais.
Encontre a Clinica de recuperação para dependentes químicos em SP que você deseja aqui no nosso site
Aqui na Capital remoções você encontra diversas opções de clinica de recuperação para dependentes químicos em sp e tratamentos para a dependência química e do alcoolismo.
Sobre a dependência química e clínicas de reabilitação para dependentes químicos
Considerado um transtorno mental, além de um problema social pela Organização Mundial de Saúde(OMS), a dependência química é tida como uma doença crônica, que comumente atinge indivíduos que fazem o uso constante de determinadas drogas ou álcool. O portador desse tipo de distúrbio acaba por não conseguir conter o seu vício geralmente, afetando sua vida psíquica, emocional, física e, consequentemente, a vida social do dependente químico.
As substâncias que atuam no Sistema Nervoso Central dos dependentes, alterando a forma de o dependente químico (d.q.) pensar, agir ou sentir são denominadas drogas psicoativas. Sendo conhecida e usada desde o início das civilizações, em rituais religiosos ou como fonte de prazer, substâncias como a maconha, cocaína e o álcool ainda são comuns nos dias atuais. Tendem a causar um desequilíbrio no metabolismo do dependente químico do organismo, levando a dependência química da droga.
Foto: Alex Malikov / Shutterstock.com
A motivação pelo uso engloba diversos fatores – de simples curiosidade a uma busca imediata de prazer ou alívio de sintomas, contudo, a maioria desconhece ou desacredita no potencial dessas drogas em causar a dependência.
A dependência química a uma droga é caracterizada pelo descontrole do indivíduo no uso da substância, que aos poucos o desintegra da sociedade. Fatores relacionados à própria droga, até uma predisposição genética e doenças psiquiátricas pré-existentes, podem levar algumas pessoas a um quadro de dependência. Com o objetivo de sentir novamente os sintomas de prazer, ou ainda, para eliminar o mal-estar que se sente quando há a interrupção da droga, o indivíduo tende a repetir o uso daquela substância. Os sintomas de desconforto são designados “Síndrome da Abstinência”, que tendem a surgir a cada vez que o indivíduo cessar o uso da droga. A “tolerância à droga” leva ao consumo de doses cada vez maiores, no intuito de obter os mesmos sintomas promovidos em doses que antes eram menores. Outro fator associado à dependência química é a fissura, caracterizada pela vontade incontrolável de fazer o uso da droga, a qualquer hora do dia ou noite.
Imagem dependente químico
Clínica de Reabilitação para dependente químico é com a Capital Remoções
Uma vez que uma pessoa com pré disposição a ser dependente químico se torna um dependente, será permanentemente um dependente. Acontece que a doença apresenta caráter crônico, incurável e progressivo. Assim, como não há cura para a dependência química, o indivíduo irá necessitar de tratamento constante, independente de estar fazendo o uso ou não da droga.
Para critério de diagnóstico médico, existem atualmente códigos internacionais vigentes. A publicação da OMS, conhecida como Classificação Internacional de Doenças (CID) está em sua décima edição (CID-10), já o Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM) tem vigente a sua quinta edição (DSM-V). No Brasil, a classificação aceita pelo Ministério da Saúde é o CID-10, que apresenta os seguintes critérios para diagnóstico de dependência química:
Tolerância: a redução da magnitude dos efeitos leva ao uso de doses cada vez maiores para atingir o efeito desejado;
Senso de compulsão: forte desejo de consumir a droga;
Abstinência: após a interrupção ou diminuição do uso, surgindo sintomas de desconforto como tremores, ansiedade, irritabilidade e insônia, levando ao uso da mesma substância (ou outra relacionada) para promover o alívio ou evitar tais sintomas;
Desejo de reduzir ou controlar o consumo, porém, sem sucesso;
Abandono de atividades prazerosas alternativas: maior parte do tempo gasto em prol do uso da substância;
Persistência ao uso: mesmo com o surgimento de manifestações nocivas e patológicas, como danos em órgãos e estados depressivos, resultantes do consumo crônico e excessivo, ainda se mantém o consumo.
A doença da dependência química merece toda a atenção assim como o próprio dependente químico, por desprender o indivíduo da sociedade, podendo ocasionar o óbito. Por acometer toda a família, que adoece emocionalmente junto ao indivíduo, esta também deve receber orientações e apoio.
Tipos de usuários ou graus da doença da dependência química
Leve
Dependentes de álcool ou drogas que apresentam boa saúde física e psíquica, no entanto o uso de substância já afeta sua rotina e relacionamento. É comum encontrar motivação e aceitação ao tratamento, mesmo que por incentivo da família. Nestes casos não precisa internar o paciente.
Moderada
Quando a dependência química afeta sua rotina com uma intensidade maior, percebe-se tentativas frustradas em parar com as drogas e com o álcool por conta própria. O dependente químico ainda tem consciência de que precisa mudar e pode ser motivada a se tratar. Um período de internação breve é altamente recomendado.
Grave
Dependentes químicos com alto comprometimento da saúde física e psíquica. Que recusa qualquer ajuda profissional, mesmo tendo as relações familiares e profissionais prejudicadas e negligenciadas. Quadro clínico qualifica para possível internação involuntária.
A Capital Remoções etá a mais de 2 anos atuando no meio da dependência química clinicas de recuperação para dependentes químicos é com a Capital Remoções
Todos nós sabemos que a dependência química é uma doença que afeta todas as áreas da vida do dependente químico. A dependência química é conhecida como adicção que vem do latim e significa: ”escravo de”.
A dependência química é uma doença incurável, porém ela pode ser detida ou estacionada através de um tratamento em clínicas ou em casos mais leves ou seja que ela ainda não chegou a um estado de degradação tão grande ela pode ser tratadas em grupos de apoio como o Gauff da igreja Renascer em cristo por exemplo ou em uma sala de Narcóticos Anônimos ou Alcoólicos anônimos.
Estes grupos de apoio para dependentes químicos e alcoólatras não tem custos e funcionam para milhares de pessoas.
A Capital Remoções conta com mais de 25 clinicas de reabilitação e comunidades terapêuticas conveniadas que operam para a reabilitação de dependentes químicos.
A Capital Remoções tem clínicas de recuperação / reabilitação para dependentes químicos espalhadas em toda São Paulo.
Clínica de Reabilitação / Recuperação Em Itú -SP (unidade Masculina e Feminina)
Clínica de reabilitação em Itu SP
Esta unidade acima é uma clínica de recuperação para dependentes químicos situada em Itu – SP e realiza tratamentos para álcool e drogas em São Paulo.
Um pouco sobre as drogas
O QUE É O CRACK?
O crack é a cocaína (pó) na forma de cristal. A cocaína ou ”pó” geralmente é obtida na forma de pó. O crack é obtido em alguns blocos sólidos ou cristais de cores diferentes como: amarelo, rosa-claro ou branco.
O crack (ou ”pedra” é aquecido e fumado. Chama-se assim por causa do som de um pequeno estralo ou estalido quando é aquecido.
O crack ou ”pedra”, a forma mais potente da cocaína, é também o mais arriscado. É entre 75% e 100% puro, muito mais forte e mais potente que a cocaína comum.
Fumar pedra de crack permite que a droga atinja o cérebro humano muito rapidamente, em questão de segundos e assim dá um “barato” intenso e imediato — porém de curta duração — que dura cerca de 15 minutos. Como a dependência pode ser causada ainda mais rapidamente se a substância é fumada em vez de ser inalada (usada através do nariz), um dependente químico pode ficar dependente logo na primeira vez que experimenta o crack.
Por causa do custo elevado da cocaína (pó), há muito tempo ela tem sido considerada uma “droga de ricos”. O crack, por outro lado, é vendido por preços tão baixos que, de início, até os adolescentes podem comprá-la. A verdade é que, uma vez que a pessoa fica dependente, o custo dispara em proporção direta ao aumento crescente da quantia necessária para sustentar o vício.
“Vivi com um dependente de crack por quase um ano. Amava aquele namorado com todo o meu coração, mas já não podia aguentar mais aquilo.
Editado por Andrey Lippelt Presidente da Capitam Remoções Clínicas de recuperação / reabilitação em São Paulo.
Depoimento:
“Às 6 da manhã policiais invadiram a nossa casa e me revistaram; meu ex roubava sem parar e não conseguia ficar longe do cachimbo.
“Acho que o crack é mais demoníaco do que a heroína — um cachimbo pode transformá-lo num monstro imoral.” — Audrey
99% destes casos são mentiras pois 99% destes casos não ocorreram em clínicas de reabilitação e sim em comunidades terapêuticas onde ocorrem internações involuntárias ilegalmente!!!
Pois é, não são clínicas pois as clínicas permitem internação involuntária sim pela lei mas estes casos específicos de desastres ocorrem em comunidades terapêuticas que costumam ser vendidas como clínicas de reabilitação por alguns captadores de internações.
Algumas comunidades sabem como trabalhar sim e possuem profissionais extremamente competentes e qualificados porém não é isso que ocorre em 100% das comunidades chamadas de clínicas.
Além de maconha (erva) e cocaína (pó), também foram queimados alguns comprimidos de entorpecentes sintéticos
A Polícia Federal incinerou nesta sexta-feira 15/06/18 mais de 490 kg de drogas que foram apreendidas no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos na Grande São Paulo. O produto foi incinerado em um forno localizado no interior do Estado.
A droga já foi levada para incineração por agentes f da polícia federal mediante autorização judicial. A maior parte da droga foi apreendida com passageiros, em cargas ou abandonadas nos recintos do aeroporto.
Procurando por tratamento para dependentes químicos?
A Capital Remoções está há mais de 2 anos atuando na área e realizando encaminhamentos para tratamento de dependentes químicos e alcoolistas. Confira abaixo nossas unidades conveniadas:
Qual a diferença entre clínica de reabilitação / recuperação e comunidade terapêutica?
Nesse post estaremos explicando algumas das diferenças entre clínica de reabilitação e comunidades terapêuticas.
Comunidade x Clínica
As comunidades terapêuticas ou serviços
semelhantes, são organizações da
sociedade civil e devem ter licenciamento
das vigilâncias sanitárias dos estados ou
municípios para funcionar.
As Secretarias de Saúde, por meio da
vigilância sanitária, podem fornecer maiores
informações sobre como proceder para obter
esse tipo de licença caso você queira abrir uma.
Estas instituições de tratamento devem sempre
estar cadastradas, também, nos Conselhos
Estaduais de Entorpecentes (CONEN)
e Conselhos Municipais Antidrogas
(COMAD), que são responsáveis
por prestar informações
à Vigilância Sanitária sobre
seu funcionamento.
Ultimamente tem ocorrido muitas mudanças no tratamento para dependentes químicos.
Isso vem ocorrendo desde o final da década de 1990, várias iniciativas vêm
promovendo os direitos dos dependentes, levando à reformulação dos
modelos de assistência.
Entre os avanços alcançados na melhoria estão: a promoção de melhorias no sistema
de saúde, mais humanidade e respeito aos pacientes, proteção contra
qualquer forma de abuso, garantia do sigilo e do direito à atenção médica
e especializada.
Além disso, passou-se a privilegiar algumas formas de tratamento menos invasivas aos pacientes,
isto é, com maior respeito às pessoas, suas limitações e interesses.
Um outro avanço foi a normatização das instituições que trabalham com
dependentes de álcool e outras drogas.
Já em meados da década de 90, falava-se da necessidade de regulamentação
das comunidades terapêuticas e serviços assemelhados, cuja mobilização levou,
em 1997, o extinto Conselho Federal de Entorpeceentes (CONFEN) a discutir
critérios para o funcionamento destas instituições.
No ano seguinte, o I Fórum Nacional Antidrogas, que reuniu mais de
1.200 especialistas para discutir as diretrizes de uma política nacional
antidrogas, confirmava essa tendência, recomendando a normatização
dos serviços e procedimentos na área de tratamento à dependência.
Em 1999, a Secretaria Nacional Antidrogas mais conhecido como (SENAD) constituiu uma
comissão técnica integrada por especialistas e profissionais de centros
de tratamento, federações e associações de clínicas, além de dirigentes de
outros órgãos governamentais (Ministério da Saúde, Ministério da Justiça,
Ministério da Previdência e Assistência Social) e do Conselho Nacional
Antidrogas (CONAD), para apresentar subsídios à elaboração de critérios
mínimos para o funcionamento de serviços de atenção nessa área.
O documento final produzido por essa comissão foi encaminhado à
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), onde se constituiu
um grupo técnico assessor, sob a
coordenação da Gerência Geral
de Tecnologia em Serviços
de Saúde – GGTES.
Este grupo técnico era formado por alguns representantes
de diferentes áreas do Ministério da
Saúde: Coordenação Nacional de Doenças
Sexualmente Transmissíveis – DST Aids
(Secretaria de Políticas de Saúde), Assessoria
de Saúde Mental (Secretaria de
Assistência à Saúde), Unidade de
Medicamentos Controlados da
Gerência Geral de Medicamentos
(ANVISA), Unidade de Infra-estrutura
Física e de Tecnologia da Organização
de Serviços de Saúde da
GGTES (ANVISA), além de um
consultor especialista
no tema.
Este grupo técnico foi constituído para elaborar uma proposta de
regulamento para o funcionamento das comunidades terapêuticas
e serviços assemelhados.
VOCÊ SABIA QUE É NECESSÁRIO UM DIAGNÓSTICO CLÍNICO
E PSIQUIÁTRICO PARA O INGRESSO DE
PACIENTES EM UM PROGRAMA DE
TRATAMENTO?
Em algumas instituições, essa
avaliação inicial tem o nome de ”triagem”,
em outras são chamadas de entrevistas iniciais.
Todas as informações colhidas devem constar na ficha de admissão do paciente
É importante ressaltar sempre que as condições de saúde do paciente e a
capacidade de atendimento da instituição são os fatores decisivos para
a admissão. Ainda assim, deve ser feita também, uma avaliação da
situação social e familiar da pessoa.
Casos que podem ser tratados em Comunidades terapêuticas para dependentes químicos
QUANDO SE VERIFICAM QUADROS COM: SURTOS
PSICÓTICOS, QUADROS DE
ANSIEDADE, DEPRESSÃO,
HIPERATIVIDADE OU DISTÚRBIOS
ALIMENTARES JUNTO COM O USO
DE DROGAS, DIZ-SE QUE HÁ A CHAMADA
“COMORBIDADE”, OU SEJA, HÁ
PRESENÇA CONJUNTA DA
DEPENDÊNCIA QUÍMICA E OUTRAS
DOENÇAS PSIQUIÁTRICAS.
POR ISSO, DEVE-SE AVALIAR O
COMPROMETIMENTO PSÍQUICO OU
BIOLÓGICO DO PACIENTE.
CASOS
GRAVES NÃO PODEM SER
TRATADOS EM COMUNIDADES
TERAPÊUTICAS OU SERVIÇOS
ASSEMELHADOS!!!
EXEMPLO BOM DE SER LEMBRADO
UM ÚLTIMO EXEMPLO.
UM RAPAZ DE 15 ANOS QUE FUMA MACONHA TODO DIA HÁ DOIS ANOS, DÁ UM “TAPA” DEPOIS
DA ESCOLA OU EM CASA, QUANDO OS PAIS NÃO ESTÃO. É MUITO POPULAR
E CONSEGUE MANTER UMA RELAÇÃO TRANQÜILA COM A FAMÍLIA E COM
OS AMIGOS, ELE DEVERIA IR PARA UMA ENFERMARIA PSIQUIÁTRICA?
NÃO. . .
NEM PARA UMA COMUNIDADE TERAPÊUTICA OU QUALQUER TIPO DE INTERNAÇÃO!
o que fazer então neste caso?
O MELHOR SERIA QUE ELE FIZESSE UMA CONSULTA ESPECIALIZADA.
QUANDO A PESSOA AINDA MANTÉM VÍNCULOS SOCIAIS E AFETIVOS, ISTO É, CONTINUA COM SUA ROTINA DIÁRIA DE VIDA, O
TRATAMENTO DEVE SER MENOS INVASIVO, DE ACORDO COM O GRAU DE DEPENDÊNCIA.
COM UM
NÍVEL MAIOR DE
COMPROMETIMENTO
FÍSICO OU PSÍQUICO DA DEPENDÊNCIA E
PERDA DE VÍNCULOS
SOCIAIS E AFETIVOS,
O APOIO DEVE
SER BUSCADO EM
SERVIÇO COM MAIOR
COMPLEXIDADE DE ASSISTÊNCIA.
O APOIO PODE SER BUSCADO EM: GRUPO
DE MÚTUA-AJUDA, AMBULATÓRIO,
CONSULTÓRIO ESPECIALIZADO,
COMUNIDADE TERAPÊUTICA OU CAPS AD/SUS.
ALÉM DOS CRITÉRIOS PARA
INGRESSO DE PACIENTES, É VERDADE QUE ELES TÊM
DIREITOS GARANTIDOS E QUE
DEVEM SER RESPEITADOS
PELAS INSTITUIÇÕES
DE TRATAMENTO?
A RESPOSTA É SIM!
Algumas das garantias fundamentais dos pacientes e de seus familiares
Dúvidas sobre o tratamento para dependentes químicos.
Esclareça com a Capital Remoções todas as suas dúvidas sobre os tratamentos para dependentes químicos e alcoólatras.
Regras de funcionamento
Para funcionarem, as instituições precisam de um responsável técnico,
que deve ter formação superior na área de saúde ou serviço social.
VOCÊ SABE QUANTAS PESSOAS
SÃO NECESSÁRIAS
PARA O FUNCIONAMENTO
DE UMA COMUNIDADE TERAPÊUTICA OU
SERVIÇO ASSEMELHADO ?
O serviço deve garantir a presença de, pelo menos, um membro
da equipe técnica durante o período noturno.
Recomenda-se a inclusão de cursos de primeiros
socorros nas capacitações.
CAPITAL REMOÇÕES INFORMAÇÕES AO PÚBLICO.
Antes de construir, reformar ou adaptar a estrutura física das instituições
de tratamento, é importante a avaliação do projeto pela autoridade
sanitária local.
As instalações de água, esgoto, energia elétrica, proteção e combate a
incêndio, telefonia e outras, deverão atender às exigências dos códigos
de obras e posturas de cada localidade.
É importante lembrar que todas as portas dos ambientes de uso dos
residentes devem ser instaladas com travamento simples, sem o uso de
trancas ou chaves.
O que é uma clínica de recuperação / reabilitação ?
Trata-se de um lugar especializado em ajudar as pessoas na recuperação / reabilitação de uma grande variedade de doenças, principalmente a dependência química inclusive o alcoolismo. Profissionais como médicos, enfermeiros, psicólogos, psiquiatras e terapeutas ficam disponíveis em tempo integral para auxiliar os usuários na superação de todos os problemas causados pelo vício das drogas.
As clínicas de recuperação geralmente estão situadas em locais de acesso restrito. O objetivo é garantir discrição, paz e tranquilidade aos pacientes. Além disso, elas oferecem acomodações e serviços de internação para que eles possam receber os cuidados necessários. Isso garante um tratamento intensivo, principalmente para os casos em que o grau de dependência é alto.
As clínicas tem permissão para fazer internações involuntárias.
Como funciona uma clínica de recuperação?
Se o usuário de drogas ou alcoólatra tem consciência de que está doente e demonstra vontade em buscar ajuda, o tratamento é feito imediatamente. Este é o tratamento voluntário.
Para a família, essa atitude é motivo de alegria.
Infelizmente, nem sempre é tão fácil assim.
Quando acontece o contrário, ou seja, se ele não percebe que está no fundo do poço, os familiares podem decidir interná-lo de forma involuntária (a lei permite que isso seja feito). Nesse caso, há clínicas autorizadas que se responsabilizam pela busca, transporte e cuidados com o paciente.
Os principais procedimentos realizados em uma clínica de recuperação / reabilitação são: psicoterapia, medicamento e internação. No entanto, nem todos precisam passar por esses procedimentos. Também não existe um tratamento único, que atenda a todos os casos da mesma forma.
Há casos em que a internação involuntária é desnecessária, por exemplo. O tratamento do paciente é planejado de acordo com o tempo e o grau de dependência química em que ele se encontra. Os profissionais da clínica de recuperação estudam cada caso individualmente para que os resultados sejam alcançados com eficiência.
Você sabe como escolher uma boa clínica de recuperação / reabilitação para dependentes químicos ?
Escolher uma clínica deve ter o mesmo rigor de se escolher um hospital para um tratamento ou internação, por exemplo. Ou seja, é bom que você faça uma pesquisa para saber se o local possui boa estrutura e se é de confiança.
Estas são algumas dicas para você fazer a escolha mais adequada de uma boa clínica de recuperação / reabilitação:
Procure o máximo de informações e sobre a unidade.
Converse com os atendentes para tirar possíveis dúvidas quanto à estadia do paciente.
Conheça o interior da clínica sempre, visite o espaço físico e a infraestrutura da clínica de reabilitação.
Observe o método de tratamento, o cronograma de atividades também é bom dar uma analisada e questionar sobre os planos de tratamento.
Confira se a clínica de reabilitação é autorizada e possui registros como alvará de funcionamento, registro do Ministério da Saúde e outros.
Pergunte se a equipe de profissionais é completa e dispõe de médicos, psicólogos, psiquiatras, nutricionista, enfermeiro etc…
A partir do dia 18/06/2018 estaremos aceitando convênio / plano de saúde para internação feminina (Tratamento para dependentes químicos em SP pelo convênio médico – feminino)
Clínica de Reabilitação feminina que aceita Convênio
A Capital Remoções clínicas de recuperação / reabilitação interna pacientes voluntários e involuntários pelo plano de saúde / convênio médico. Aceitamos Bradesco, medial e sul America somente.
Clínica para dependência química pelo plano de saúde é com a Capital Remoções!
Temos Clínica de Reabilitação feminina que aceita Convênio Amil para internação feminina e masculina.
temos Clínica de Reabilitação feminina que aceita Convênio Bradesco (todos os planos) Válido tanto para internação masculina quanto feminina.
Temos Clínica de Reabilitação feminina que aceita Convênio Sul América – Internação masculina e feminina
O Que é Dependência Química? Tipos de drogas, efeitos e
tratamentos.
Introdução
O que é a Dependência Química? Quais são os tipos de drogas consumidas, efeitos e tratamentos. Maria Alice Fontes Introdução O relato sobre o uso de drogas pela humanidade, remonta os tempos mais remotos, embora o principal objetivo de sua utilização fosse o alívio da dor ou servisse como parte da realização de rituais de uma determinada cultura.
A utilização de substâncias para alterar o estado psíquico é conhecida há mais de 4 mil anos, principalmente pelo povo egípcio, que àquela época já relatava o uso de opiáceos (os opiáceos são substâncias derivadas do ópio e, portanto, estão incluídos na classe dos opioides – grupo de fármacos que atuam nos receptores humanos opioides neuronais. Wikipédia) e maconha. A maioria dos medicamentos utilizados na Antiguidade era originário de plantas. Assim, a palavra “droga” é derivada de droog, que em holandês significa folha seca.
1 A definição atual de “droga” utilizada no meio científico é qualquer substância capaz de trazer alterações no funcionamento do organismo de um ser vivo ou seja: alterar o ânimo ou humor, resultando em mudanças fisiológicas e comportamentais, sejam elas nocivas ou medicinais.
2 A capacidade de alterar os estados mentais ou psíquicos caracteriza as drogas conhecidas como psicotrópicas, que agem no cérebro e provocam mudanças nas sensações, nos pensamentos e comportamentos de um indivíduo. A dependência química é uma doença bio – psico – social que afeta todas as áreas do dependente químico.
A palavra psicotrópico é originária de psico (mente) e trópico (atração por). Vale ressaltar que as alterações referidas podem ser causadas por qualquer tipo de droga, porém cada substância provoca uma reação diferente no organismo. No entanto, boa parte das drogas psicotrópicas apresenta uma forte tendência a causar a dependência de acordo com a sua utilização.
2 O que é Dependência Química Embora exista uma diversidade de conceituações de dependência química, todas elas são unânimes ao afirmar que a dependência é considerada uma relação alterada entre o indivíduo e seu modo de consumir uma determinada substância.
2 A dependência química é uma doença crônica, caracterizada por comportamentos impulsivos e recorrentes de utilização de uma determinada substância para obter a sensação de bemestar e de prazer, aliviando sensações desconfortáveis como ansiedade, tensões, medos, entre outras. Doença física, mental e espiritual.
3 A tolerância é o primeiro critério relacionado à dependência. Tolerância é a necessidade de crescentes quantidades da substância para se atingir o efeito desejado ou, quando não se aumenta a dose, é entendida também como um efeito acentuadamente diminuído com o uso continuado da mesma quantidade da substância.
O grau em que a tolerância se desenvolve varia imensamente entre as substâncias. Existe um padrão de uso repetido da substância que geralmente resulta em tolerância, abstinência e comportamento compulsivo de consumo da droga. Um diagnóstico de Dependência de Substância pode ser aplicado a qualquer classe de substâncias.
Os sintomas de dependência são similares entre as várias substâncias, variando na quantidade e gravidade de tais sintomas entre uma e outra droga. Os sintomas psíquicos e sociais decorrentes da dependência do fumo, por exemplo, são absolutamente menores do que aqueles da dependência ao álcool.
Chama-se “fissura” o forte impulso subjetivo ou compulsão incontrolável para usar a substância. Embora não seja especificamente relacionada como um critério, a “fissura” tende a ser experimentada pela maioria dos indivíduos com Dependência de Substância (se não por todos).
A dependência é definida como um agrupamento de três ou mais dos sintomas relacionados adiante, ocorrendo a qualquer momento, no mesmo período de 12 meses. Os indivíduos com uso pesado de opioides e estimulantes podem desenvolver níveis gravíssimos de tolerância, por exemplo, como se necessitasse dez vezes mais quantidade depois de algum tempo.
Frequentemente, essas dosagens da tolerância seriam letais para uma pessoa não usuária. Muitos fumantes consomem mais de 20 cigarros por dia, uma quantidade que teria produzido sintomas de toxicidade para uma pessoa que está começando a fumar. Os indivíduos com uso pesado de maconha em geral não têm consciência de que desenvolveram tolerância,
embora esta tenha sido largamente demonstrada em estudos com animais e em alguns indivíduos. A tolerância pode ser difícil de determinar com base apenas na estória oferecida pela pessoa, porém, os testes laboratoriais acabam mostrando altos níveis sangüíneos daquela substância, juntamente com poucas evidências de intoxicação, o que sugere fortemente uma provável tolerância.
4 Segundos alguns critérios diagnósticos do DSM-IV 5 , a Dependência de Substância se apresenta sob os seguintes sintomas: Um padrão mal-adaptativo de uso de substância, causando prejuízos ou sofrimento clinicamente significativos, demonstrados por pelo menos três dos seguintes critérios, ocorrendo a qualquer momento no mesmo período de 12 meses: 1.
Tolerância, definida por qualquer um dos aspectos: a. necessidade progressiva de maiores quantidades da substância pra atingir o efeito desejado; b. significativa diminuição do efeito após o uso continuado da mesma quantidade da substância.
2. A abstinência, manifestada por qualquer um dos seguintes aspectos: a. presença de sintomas e sinais fisiológicos e cognitivos desconfortáveis após a interrupção do uso da substância ou diminuição da quantidade consumida usualmente; b. consumo da mesma substância ou outra similar a fim de aliviar ou evitar os sintomas de abstinência.
3. Utilização da substâncias em quantidades maiores ou por um período maior do que o inicialmente desejado.
4. O indivíduo acaba expressando o desejo de reduzir ou controlar o consumo e a quantidade da substância ou apresenta tentativas nesse sentido, porém mal-sucedidas. 5.
Boa parte do tempo do indivíduo é gasto na busca e obtenção da substância, na sua utilização ou na recuperação de seus efeitos.
6. O repertório de comportamentos do indivíduo, como atividades sociais, ocupacionais ou de lazer do indivíduo encontra-se extremamente limitado em virtude do uso da substância.
7. Embora o indivíduo se mostre consciente dos problemas ocasionados, mantidos ou exacerbados pela substância, sejam físicos ou psicológicos, seu consumo não é interrompido. Por que ocorre a dependência? A dependência química é entendida como uma doença que envolve aspectos biopsicossociais, e o curso de seu tratamento deve procurar oferecer intervenções nas três áreas para alcançar maior eficácia e efetividade.
6 Sabe-se que os seres humanos aplicam seus comportamentos na busca de prazer. Sendo assim, qualquer movimento que lhe ofereça uma sensação de bem-estar, de prazer ou aceitação social tende a ser repetido. Esse é o conceito de recompensa que permeia o comportamento humano.
Dessa forma, explica-se o motivo de muitas pessoas que utilizam drogas tornarem-se dependentes, pois a substância ingerida e sua consequente ação no sistema nervoso propiciaram ao indivíduo sensações prazerosas, ainda que momentâneas.
7 Aspectos biológicos Para sustentar os aspectos neurobiológicos da dependência, faz-se necessário mencionar o sistema de recompensa cerebral, responsável pela principal fonte de liberação do neurotransmissor dopamina. Esta substância contida nos neurônios do segmento ventral e cuja liberação ocorre no núcleo accumbens e na área pré-frontal é responsável pelas principais vias do prazer, seja de modo natural, ou através do uso das drogas. Todo esse sistema é responsável pela estimulação prazerosa, assim explicando parte do processo cerebral envolvido no uso de drogas.
6, 7 Aspectos psicológicos Por causar uma sensação de bem-estar no indivíduo, o uso de drogas pode ser erroneamente associado ao alívio de tensões emocionais ou preocupações do indivíduo.
4, 6 Dessa forma, entende-se que a droga é capaz de propiciar um amortecimento da vivência dos problemas emocionais de um indivíduo, mantendo-o alheio das dificuldades que deveria enfrentar na vida cotidiana. Um exemplo possível, é o dos indivíduos que apresentam um quadro de intensa ansiedade, e que para minimizar as sensações dele provindas, ingerem álcool todas as vezes que necessitam enfrentar uma situação social.
Nesse caso, a dependência química pode se instalar progressivamente de maneira subjacente à ansiedade. Aspectos sociais Para explicar melhor estes aspectos envolvidos na dependência química, é necessário compreender o contexto social no qual o indivíduo se encontra inserido.
Se você procura por tratamento para dependentes químicos, veja também:
4, 6 A realidade atual nos mostra que a disponibilidade da droga faz com que o álcool, o tabaco e até drogas mais pesadas, estejam muito próximas das crianças e adolescentes. O álcool é comercializado com pouco controle governamental, tornando-o uma das drogas de maior acesso pelos adolescentes.
Além da disponibilidade, as camadas menos favorecidas tem carência de suporte social adequado, especialmente quanto a educação, saúde e ao emprego. Sabe-se que em muitas favelas o traficante pode exercer um papel manipulador, pois é ele quem passa a oferecer subsídios importantes no lugar da família ou dos órgãos governamentais.
Outros fatores como facilitação da interação social, a melhora dos vínculos sociais também pode ser caracterizada como um fator psicossocial de reforçamento do uso da droga.
A confiança pessoal pode ser bem fortalecida enquanto as barreiras ou defesas diminuem. A intoxicação e a participação em rituais, como as atuais “raves”, permitem que os usuários partilhem suas experiências e sintam-se libertados das obrigações sociais normais. O propósito da intoxicação é retirar-se das responsabilidades que a sociedade normalmente espera que um adulto ou adolescente tenha.
A droga também é responsável por promover a coesão e solidariedade entre membros de um grupo social: serve como meio de identificação do grupo e com o grupo. Tipos de drogas e sua ação 1. Ansiolíticos 2. Anticolinérgicos 3. Cocaína 4. Ecstasy 5. LSD 6. Anfetaminas 7. Esteróides anabolizantes 8. Maconha 9. Tabaco 10. Álcool 11. Opiáceos
1. Ansiolíticos Os ansiolíticos, também são chamados tranquilizantes, são medicamentos capazes de atuar no sistema nervoso sobre o estado de ansiedade e a tensão, trazendo ao indivíduo uma sensação de calma tranquilizadora. São medicamentos prescritos a pessoas que sofrem de ansiedade ou insônia por também terem efeitos hipnóticos.
Porém, muitas pessoas utilizam os ansiolíticos de forma indiscriminada e inadequada, sempre que pensam enfrentar uma situação que gera ansiedade. Outro grande problema, é a mistura de ansiolíticos benzodiazepínicos (o tipo mais comum) com bebida alcoólica, que pode levar o indivíduo a graves problemas médicos, pois o álcool é um depressor do sistema nervoso central e potencializa os efeitos dos ansiolíticos.
Em longo prazo, a utilização inadequada dos ansiolíticos traz prejuízos nos processos de aprendizagem e memória do indivíduo, e nas funções psicomotoras. 3 As intoxicações agudas por benzodiazepínicos são encontradas com alguma frequência nas salas de emergência.
A sedação é o achado mais comum, mas pode haver casos de desinibição comportamental, com agressividade e hostilidade. Tal efeito é mais comum quando os benzodiazepínicos são combinado com o álcool, mas pode aparecer em pacientes idosos ou com lesões prévias no Sistema Nervoso Central.
2. Anticolinérgicos Os anticolinérgicos podem ser tanto naturais (encontrado em algumas plantas, como saia branca, lírio, trombeta de anjo, etc.) ou sintéticos (encontrados em medicamentos contra o Mal de Parkinson, cólicas estomacais ou intestinais, e ainda em colírios para dilatar a pupila), e em ambos os tipos os efeitos produzidos são os mesmos.
Os efeitos provocados pelos anticolinérgicos são os delírios e as alucinações. Os sintomas e sinais após o seu uso são pupilas dilatadas e sem reflexos, visão borrada, boca e narinas secas, dificuldade respiratória, taquicardia, diminuição da pressão sanguínea, e hipertermia.
Quando são utilizados a longo prazo, os anticolinérgicos deixam a pessoa em um permanente estado de desinteresse e desorientação, podendo ser explorada por outros, e ainda prejudicando o seu desempenho acadêmico ou ocupacional.
2, 3 3. Cocaína A cocaína é uma substância capaz de estimular o sistema nervoso central S.NC., causando aceleração do pensamento, inquietação psicomotora, aumento do estado de alerta, inibição do apetite, perda do medo e sensação de poder.
No entanto, as sensações agradáveis por ela proporcionada duram curto período de tempo, e após seus efeitos, a pessoa pode ser levada a um estado de depressão, necessitando de outras doses da droga para ter a sensação que está saindo deste estado.
A cocaína (pó) pode ser aspirada, injetada ou fumada (sob a forma de crack). Seu uso contínuo pode levar a sérias complicações cardiovasculares, respiratórios, gastrointestinais, perda da capacidade sexual, entre outros. Quanto aos problemas psicológicos causados pelo seu uso a longo prazo, estão a depressão, ansiedade, irritabilidade, agressividade, dificuldades de concentração, e sentimentos de perseguição (paranóia).
Quando a dependência se estabelece, o indivíduo limita os seus comportamentos apenas para a busca e a utilização da droga, pondo de lado todas as outras atividades. A cocaína e as anfetaminas tem um efeito específico nas vias dopaminérgicas mesolímbica e mesocortical, e especialmente no chamado sistema de recompensa, caracterizado pelas grandes estruturas:
Segmento ventral “VTA” (Ventral Tegment Area), Núcleo accumbens e Cortex pré frontal. Vias de administração e complicações do uso da cocaína As principais vias de administração da cocaína são: inalada, injetável e fumada. Historicamente, o abuso de cocaína envolvia o comportamento de inalar a forma em pó (sal de hidroclorito).
No final da década dos anos 80, a via injetável passou a predominar, sendo evidência deste fato o grande número de usuários de cocaína injetável serem pessoas infectadas pelo vírus HIV. Na década de 90, observou-se o aumento do uso na forma fumada.
Quando a cocaína (pó) é processada na forma de uma pasta (free base ou crack) ela pode ser fumada, sendo volatilizada à altas temperaturas sem nenhuma destruição dos componentes. A forma fumada leva a droga ao cérebro de maneira mais rápida que a inalada, já que a inalação requer que a cocaína passe da corrente sangüínea do nariz, para o coração onde ela será bombeada para os órgãos do corpo, inclusive para o cérebro.
Entretanto, na forma fumada (smoking), a droga faz um atalho passando dos pulmões diretamente para o coração e para o cérebro. Quanto mais rápido uma droga com poder de dependência chega os cérebro, maior será a chance de ser abusada. Se por um lado a cocaína injetável tem como complicação mais importante a ocorrência de diversas infecções, por outro lado a via pulmonar com o crack traz consigo outras complicações como um maior potencial de dependência e o maior apelo a população mais jovem.
Os efeitos agudos e crônicos do uso da cocaína (pó) Um dos principais efeitos de uma intoxicação aguda por cocaína é a sensação de prazer descrita muitas vezes como euforia. Doses baixas e iniciais de estimulantes causam estimulação dopaminérgica aguda no centro endógeno do prazer no cérebro.
A sensação induzida de hiperalerta pode ser confirmada por um eletroencefalograma (EEG) e eletrocardiograma (ECG). O EEG alterado mostra uma dessicronização generalizada das ondas cerebrais.
Os efeitos agudos pode ser descritos como: • euforia que frequentemente evolui para disforia; • sensação de energia aumentada; • sensação de melhor funcionamento; • aumento das percepções sensoriais (sexuais, auditivas, táteis e visuais);
• diminuição do apetite nas pessoas;
• aumento de ansiedade (ânsia) e suspeição;
• diminuição da necessidade de sono;
• diminuição do cansaço e fadiga;
• aumento da auto confiança, egocentrismo;
• delírios persecutórios;
• sintomas gerais de descarga simpática (tonturas, tremor, hiperreflexia, febre, midríase, sudorese, taquipnéia, taquicardia, hipertensão). – Se pelo menos dois destes sinais referidos estão presentes após uma hora de uso, preenchem critérios para intoxicação por estimulante. Os efeitos patológicos do uso crônico da cocaína podem ser observados nas diversas esferas: fisiológica, psicológica e social/interpessoal.
Quanto aos efeitos fisiológicos, o uso repetido de baixas doses de cocaína leva: • ao aumento da sensibilidade e potencialização da atividade motora com reações exageradas Quanto aos efeitos cardiológicos crônicos observa-se:
• taquicardia,
• hipertensão(hip),
• vaso constrição da artéria coronariana com diminuição do fluxo sanguíneo, gerando um aumento da incidência de isquemias durante a abstinência.
• arritmia,
• miocardite ou cardiomiopatia relacionada à catecolamina.
Quanto aos efeitos no SNC destacam-se:
• efeito no centro termo regulador podendo causar hipertermia maligna,
• diminuição do limiar convulsivo,
• vaso constricção cerebral com aumento de AIT ou AVC,
• cefaléia vascular migratória durante a abstinência pode ser associada a desregulação serotoninérgica,
• atrofia cortical, especialmente nos lobos frontais e temporais. Efeitos pulmonares:
• tosse crônica com secreção preta especialmente para os usuários de estimulantes fumados,
• edema pulmonar,
• pneumonia granulomatosa com hipertensão pulmonar,
• “pulmão de crack” (dortoráxica, hemoptise e infiltrado alveolar difuso). Efeitos nasais e na face:
• inflamação e atrofia da mucosa nasal,
• sinusite crônica,
• necrose e até perfuração do septo nasal,
• ulceração de gengiva devido a aplicação de cocaína oral. Efeitos do uso durante a gravidez:
• placenta prévia,
• aborto espontâneo em mulheres,
• sofrimento fetal Com relação aos efeitos na esfera psicológica, observa-se: Durante o uso crônico de cocaína, ou mesmo após uma orgia de consumo (binge), sintomas depressivos, amotivação, sonolência, paranóia e irritabilidade costumam ocorrer.
A cocaína pode induzir ataques de pânico, inclusive desencadear a Síndrome do Pânico que persiste mesmo após a interrupção do uso da droga. Durante os episódios de “binge” uma psicose tóxica pode se desenvolver sem que sejam evidenciados sintomas psicopatológicos prévios no indivíduo.
A fissura (desejo de repetir o prazer experimentado), juntamente com os sintomas depressivos de abstinência da droga (crash) podem levar ao uso repetido e compulsivo da cocaína.
A cocaína é também conhecida por piorar a sintomatologia depressiva preexistente, podendo produzir também uma síndrome psicótica caracterizada por paranóia, prejuízo da testagem da realidade, ansiedade, padrão estereotipado compulsivo de comportamento e alucinações vívidas: visuais, auditivas ou táteis.
Observa-se ainda que usuários crônicos tendem a associar a cocaína com drogas sedativas como álcool para evitar efeitos estimulantes desagradáveis. Quanto a esfera social/interpessoal podemos destacar:
• maior risco de acidentes devido ao prejuízo no julgamento e hiperatividade,
• maior risco de infecções devido ao uso de seringas,
• riscos de disseminação de DST,
• atividades criminais,
• negligência com os filhos,
• perda da estrutura familiar,
• perda do produtividade no trabalho.
4. Ecstasy É uma substância inicialmente utilizada como moderador de apetite, porém atualmente é extensamente usada por pessoas que frequentam festas rave e casas noturnas, e tem a forma de um comprimido. Seus efeitos agudos compreendem intensa hipertermia, podendo ir acima de 400 graus centígrados (o que pode levar a desidratação), taquicardia e elevação da pressão arterial, alucinações, aumento da atividade física e insônia.
Os efeitos causados pelo seu uso a longo prazo são hepatopatias, cardiopatias, emagrecimento, transtornos psiquiátricos e lesão cerebral. 5. LSD O LSD, também conhecido como “ácido”, é uma substância sintética, ou seja, produzida em laboratório, capaz de provocar grandes alterações mentais, causando fortes efeitos alucinógenos no indivíduo.
As alucinações, em sua maioria, ocorrem na área visual ou auditiva. Estados de intensa euforia podem ser intercalados com sentimentos de medo e tristeza, além da presença de sentimentos persecutórios.
Os efeitos agudos do uso do LSD são pupilas dilatadas, aumento da temperatura corporal e da pressão arterial, taquicardia, sudorese, perda de apetite, insônia, boca seca, tremores, alteração na percepção temporo-espacial e corporal, despersonalização, sinestesia (mistura de informações sensoriais, como “ouvir uma cor”, “ver um som”).
Já os efeitos crônicos se traduzem por fadiga, tensão, transtornos psiquiátricos se houver predisposição, “flashbacks” (fenômeno de causa desconhecida, mas que leva o usuário a apresentar todos os sintomas psíquicos de uma experiência anterior, mesmo sem ter utilizado a droga novamente), incapacidade de perceber e avaliar situações de risco.
2, 3 6. Anfetaminas As anfetaminas são drogas estimulantes, que provocam o aumento da atividade cerebral, apresentando efeitos inibidores da fadiga, ou seja, a pessoa anda mais, corre mais, não tem necessidade de sono, fala mais, come em menor quantidade, etc.
Os efeitos agudos são euforia, aumento da vigilância e da atividade motora, melhora do desempenho atlético, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento da pressão arterial e da temperatura do corpo, o que pode levar a convulsões.
Os efeitos produzidos pelo uso prolongado desta droga são intensa perda de peso, hipertensão, agressividade, irritabilidade, sentimentos persecutórios, tremores, respiração rápida, desorganização do pensamento, e repetição compulsiva de atividades.
3 7. Esteróides anabolizantes (bomba) estas são drogas muito utilizadas para substituição de testosterona (hormônio masculino). Os anabolizantes apresentam dois tipos de efeitos: o anabólico (aumento do crescimento muscular) e androgênico (desenvolvimento de características sexuais masculinas, como crescimento de pelos, barba, voz grossa, etc.)
O uso indevido dessas drogas em homens provoca a redução da produção de esperma, impotência sexual, dificuldades ou dor ao urinar, calvície, e ginecomastia (crescimento das mamas). Em mulheres, ocorre o engrossamento da voz, crescimento de pêlos no corpo e na face, perda de cabelo, diminuição dos seios.
Em adolescentes de ambos os sexos, sua utilização pode interromper o crescimento físico. Já em indivíduos adultos, há o risco de desenvolvimento de câncer no fígado, problemas na coagulação do sangue, colesterol, hipertensão, ataque cardíaco, acne, oleosidade da pele e cabelo, aumento da agressividade, alteração do humor, distração, problemas de memória.
3 8. Maconha A maconha, nome popular da Cannabis Sativa (erva) C.S., é uma planta que produz mas de 400 substâncias químicas, entre elas, o THC (tetrahidrocanabidol).
• aumento da sensibilidade aos estímulos sensoriais, maior percepção de cores, sons, texturas, paladar, apetite
• boca seca
• tosse
• percepção do tempo mais lenta
• aumento da capacidade de introspecção
• aumento da capacidade de ser absorvido por sensações de conteúdo sensual, aumento do desejo sexual
• sensação de relaxamento, flutuar
• aumento da auto confiança
• comprometimento da memória recente
• comprometimento motor
• conjuntivite, pupilas dilatadas
• taquicardia
• alteração da pressão arterial (hipotensão ortostática) Efeitos Crônicos
• Células e Sistema Iimunológicos – Comprometimento da imunidade, aumento de infecções bacterianas e virais. Carcinogênese, mutação celular.
• Sistema Cardiovascular – Pacientes com história de angina podem evoluir com precordialgia devido ao aumento da demanda do miocárdio e pela taquicardia.
Maior risco de hipertensão arterial, doença cérebro vascular ou coronariana como consequência da taquicardia e aumento da pressão arterial.
• Sistema Reprodutor – Diminuição da testosterona e da produção de esperma, desorganização do ciclo ovulatório. Uso na gravidez: hipóxia fetal, comprometimento do desenvolvimento fetal, baixo peso ao nascimento.
• Sistema Respiratório Humano – Fenômenos irritativos dos epitélios dos brônquios e nasofaringe. Bronquite crônica, câncer pulmonar, faringite, sinusite.
• Efeitos no Desenvolvimento e Adolescência – Estreitamento do repertório social e interacional. Abertura para o uso de outras drogas (primeiro uso de drogas lícitas – álcool e tabaco, passando para canabis, cocaínae alucinógenos). Piora do desempenho escolar.
Pior taxa de desemprego na vida adulta.
A ação da maconha no sistema nervoso central A ação da maconha (canabis) se assemelha aos opioides e benzodiazepínicos que atuam em receptores específicos do cérebro, diferentemente do álcool que perturba a atividade de diversos neurotransmissores. Os receptores específicos da maconha são chamados “receptores canabinoides” sendo que sua distribuição no cérebro está localizada principalmente nas regiões da córtex cerebral, hipocampo, cerebelo e gânglios basais.
Vale notar que as funções neurológicas destas áreas com maior concentração de receptores canabinoides correspondem a alguns dos efeitos específicos da droga como por exemplo: pensamento desorganizado (córtex cerebral), dificuldades de memória (hipocampo), descoordenação motora (cerebelo). Os efeitos euforizantes agudos parecem estar relacionados com a ação dos receptores canabinoides no sistema dopaminérgico mesolímbico cerebral.
Este sistema é responsável pela experiência de reforçamento produzida pela maioria das drogas de abuso. Alguns dos efeitos do THC ocorrem pela interação com o sistema opioide endógeno, que por sua vez interage com o sistema dopaminérgico. O uso crônico da canábis pode produzir mudanças neuro adaptativas no sistema límbico, de maneira semelhante às outras drogas de abuso, o que parece explicar os efeitos da retirada da droga, com os fenômenos de craving associados a abstinência.
Mais recentemente foi descoberta a “anandamida”, uma substância endógena cerebral que se liga ao receptor canabinóide e simula a ação do THC, as pesquisas com esta substância podem vir a trazer importantes contribuições no entendimento do sistema canabinóide no cérebro.
Absorção e metabolismo da maconha Quando utilizado na forma fumada, o THC é absorvido rapidamente dos pulmões na corrente sanguínea com um pico de concentração ocorrendo cerca de 10 minutos depois do ato de fumar; observa-se que o declínio de THC no sangue é igualmente rápido de maneira que após uma hora consumo, apenas cerca de 5 a 10% dos níveis sanguíneos de THC ainda podem permanecer circulando.
A absorção pode ser muito mais lenta, caso o THC for ingerido oralmente, na forma de bolos ou tortas, sendo o início dos efeitos sentidos somente depois de uma hora ou mais, permanecendo ativos por até 5 horas ou mais. A metabolização do THC tem início imediatamente nos pulmões na forma fumada, ou nos intestinos na forma ingerida oralmente, mas a maior parte do THC é absorvida na corrente sanguínea e levada até o fígado onde é transformada em dois subprodutos, sendo um psicoativo e outro não.
Este subprodutos são geralmente os responsáveis pelo principais efeitos psicoativos do uso da maconha, principalmente quando consumida oralmente.
9. Tabaco O tabaco é uma planta denominada Nicotiana Tabacum, da qual é extraída a nicotina, entre outras substâncias altamente tóxicas como terebentina, formol, amônia, naftalina, etc. O tabaco é uma droga que causa tolerância e dependência, e muitas das pessoas que fumam se sentem incapazes de interromper seu uso. Os efeitos agudos do tabaco são leve taquicardia, hipertensão, aumento da respiração e da atividade motora, dificuldade de digestão, insônia, tontura e inibição do apetite.
Os efeitos causados pelo seu uso contínuo são doenças cardíacas, bronquite crônica, enfisema pulmonar, derrame cerebral, úlcera digestiva, diversos tipos de câncer, diminuição da longevidade. 2, 3 10. Álcool O álcool é uma das poucas drogas que têm o consentimento da sociedade para a sua utilização, o que facilita a sua aquisição e o uso indiscriminado em qualquer faixa da população.
Só é visto como um problema, quando é utilizado de forma exacerbada. Os efeitos causados pelo álcool incluem duas fases: uma estimulante e outra depressora. Na fase estimulante surgem a euforia, desinibição social e facilidade para falar em público.
Os efeitos depressores se traduzem por falta de coordenação motora, sonolência e descontrole. O efeito depressor é acentuado pelo consumo excessivo do álcool, podendo levar ao estado de coma. Ele age diretamente em órgãos como fígado, coração, vasos, e parede de estômago, e seu uso prolongado pode desencadear patologias em cada um deles.
O alcoolismo é uma doença muito comum em todos os países, e de difícil controle, pois o álcool é utilizado pela primeira vez cada vez mais cedo, e para adquiri-lo, o indivíduo não precisa fazer grandes esforços. Em algumas comunidades, há uma estimulação quanto a ingestão do álcool, como se fosse traço de masculinidade, garantia de diversão em festas, etc.
2, 3, 8 11. Opiáceos Essas são drogas derivadas do ópio, podendo ser opiáceos naturais (como a morfina e a codeína) ou semissintéticos (como a heroína, que é uma substância alterada da morfina). Os opiáceos são drogas sedativas, que induzem o sono, e analgésicas, sendo assim, muito utilizadas para tratamento médico.
Porém os opiáceos têm um alto poder de causar dependência, e seu uso indevido levam a efeitos agudos como euforia, intensa sensação de prazer, distanciamento da realidade, chegando a sentimentos de mal-estar, irritabilidade, depressão, miose (contração da pupila), sonolência excessiva, inconsciência, bradicardia, depressão respiratória, convulsões, coma e morte. Os sintomas de abstinência se apresentam muito intensos, sendo necessária a internação do indivíduo.
O uso prolongado dos medicamentos ou drogas que são opiáceos (derivados do ópio) levam a um aumento da tolerância e consequente dependência, prisão de ventre crônica, problemas digestivos, dificuldades visuais devido a miose, e total distanciamento da realidade.
2, 3 Tratamento A dependência química é reconhecida como uma doença que afeta o indivíduo no campo biopsicossocial e as estratégias de seu tratamento busca o restabelecimento físico, psicológico e a reinserção social do dependente.
1 O tratamento da dependência química é muito complexo, e seu sucesso e efetividade estão intimamente ligados ao grau de motivação do indivíduo. Os sintomas da dependência não diferem em grande escala de pessoa para pessoa, mas a motivação para a mudança se apresenta de uma determinada forma para cada um, sendo assim, variável. Após uma avaliação do quadro, o tratamento mais indicado será discutido junto com o dependente, sua família e a equipe multidisciplinar.
1, 2 A internação do dependente químicoé parte do tratamento da dependência química e do alcoolismo, e não uma única estratégia. Ela é utilizada com o objetivo de desintoxicar o indivíduo, e não implica na cura da dependência química. Além disso, a internação é necessária quando o dependente apresenta sintomas de abstinência muito intensos, ou quando quadros psiquiátricos são desencadeados pelo uso excessivo de drogas.
2 Após o período de internação (quando necessária), o acompanhamento continuado é a estratégia mais indicada nos quadros de dependência química. Dessa forma, o tratamento multidisciplinar permitirá ao indivíduo lidar com os sintomas de abstinência, que poderão estar mais amenos.
O tratamento psicológico da dependência química visa mostrar ao paciente que ele possui em si próprio meios de enfrentamento de situações desconfortáveis sem a utilização de drogas. Como já foi dito, os aspectos psicossociais exercem um papel muito importante na manutenção da doença, pois passados os sintomas de abstinência, são eles que permanecem.
Assim, o acompanhamento de um psicólogo é de extrema relevância para o tratamento da dependência química, pois mais importante do que a abstenção das substâncias que causaram a dependência, é manter o indivíduo afastado das drogas, que será um desafio constante na vida do paciente.
2 A participação do dependente químico ou alcoólatra em grupos de apoio, como Alcoólicos Anônimos, Narcóticos Anônimos, e de sua família em grupos respectivos, pode ser muito importante para determinados casos no sentido de promover uma maior motivação e de fazê-lo compreender que a dependência química não é um problema que afeta apenas a sua vida. Ao perceber que outros dependentes conseguem se manter afastados das drogas, o paciente se sente motivado a conquistar o mesmo.
A família, ao frequentar grupos de apoio divide suas dificuldades com familiares de outros dependentes químicos, e aprende diferentes estratégias para lidar com o problema. Referências Bibliográficas 1. http://www.unodc.org 2. http://www.einstein.br 3. http://www.unifesp.br/dpsicobio/cebrid 4. Ballone GJ – Dependência Química – in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.br, revisto em 2010. 5. AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manualdiagnóstico e estatísticode transtornos mentais – 4º edição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994, 845 p. 6. http://gballone.sites.uol.com.br/voce/drogas.htm 7. http://www.nida.nih.gov 8. GRIFFITH, E. O tratamento do alcoolismo: um guia pra profissionais da saúde. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999, 918 p. Fonte: http://www.plenamente.com.br
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O tratamento do alcoolismo
O alcoolismo, ou a dependência de bebidas alcoólicas, é uma doença que nunca escolheu classe social, nem idade, cor ou até mesmo sexo e atinge grande parte das famílias do Brasil. Também sendo considerado uma droga, o álcool na maioria dos casos é a porta de entrada para o uso de outras substâncias ilícitas e prejudiciais.
Os dados que demostram os males causados pelo álcool no Brasil e no mundo são avassaladores. Segundo o último Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas, 78% dos jovens brasileiros bebem regularmente e cerca de 21% são dependentes do álcool.
Em dados do Ministério da Saúde, mais de 19% dos acidentes de trânsito do Brasil estão ligados ao álcool. E além do transito e no desenvolvimento dos jovens, o alcoolismo também influi nos altos índices de violência doméstica. Pesquisas confirmam que a cada quatro pessoas que sofrem de alcoolismo, três são homens.
Além de um espaço exclusivo os nossos métodos de tratamento do alcoolismo das Clínicas de reabilitação / recuperação da Capital Remoções são elaborados especialmente para tratar com eficácia todas as particularidades que envolvem os pacientes dependentes do álcool, de acordo com o perfil e nível de alcoolismo de cada um.
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1ª Etapa da reabilitação / recuperação do alcoolismo:
Aspecto Físico, desintoxicação e adaptação ao convívio com os residentes; conhecimento do programa de 12 passos; Reeducação alimentar, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo da droga e do álcool.
2ª Etapa da reabilitação / recuperação do alcoolismo:
Aspecto Psicológico (autoconhecimento de seu eu interior e de sua doença) Terapias e psicologia aplicada.
3ª Etapa da reabilitação / recuperação do alcoolismo
Aspecto Espiritual (valorizar as pequenas coisas e desta maneira valorizar a vida) Fé em um poder superior.
Os princípios fundamentais que regem as nossas unidades clínicas de reabilitação / recuperação são: O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente e sua família.
O Aalcoolismno é uma doença: progressiva, incurável e fatal, logo a recuperação é progressiva, contínua e traz vida em plenitude. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável. O que podemos fazer é tratar e estacionar. O modelo de internação que seguimos é o de conscientização. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados.
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Atividades Terapêuticas das nossas clínicas de recuperação / reabilitação para alcoolismo
Espiritualidade
Realizada após o café da manhã geralmente é a primeira reunião do dia. Cantamos louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia.
Reunião de sentimentos:
A reunião tem por objetivo principal , fazer com que o dependente químico partilhe os sentimentos identificados no decorrer do dia. É muito importante esta reunião de partilha, pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo, e ouvindo sua própria voz falando de si. Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos companheiros. O retorno é uma forma de avaliação, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com intuito de crescimento na recuperação. É através dos retornos que os companheiros, a partir de suas experiências sugerem alternativas. Sempre quando alguém partilha seus sentimentos, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e objetivos comuns.
Psicoterapia Individual:
Este atendimento possibilita com que o residente entre em contato com suas dificuldades e consiga alternativas viáveis ao seu equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento para situações de risco, tão necessárias na vida de um dependente químico.
Reunião de 12 Passos:
Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos dependentes químicos, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Narcóticos Anônimos.
Laborterapia: (Terapia do Trabalho)
Atividade realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);
Descobrir e desenvolver habilidades;
Elevar sua autoestima;
Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;
Aceitar limites e regras; ter disciplina;
Perceber suas responsabilidades;
Assimilar a ajuda mútua;
Desenvolver a percepção e a preocupação com o outro;
Concentração e Atenção;
Desenvolver noção de começo, meio e fim de uma atividade;
Aprimoramento de conduta e caráter;
Organização, Reabilitação física, entre outros.
* Os trabalhos são executados em grupos, divididos.
TRE – Terapia Racional Emotiva:
São reuniões semanais que ensinam o dependente a como lidar com os sentimentos. Estudamos: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamento Destrutivo e outros temas. Estes estudos são muito importantes na recuperação.
P.P. R – Programa de prevenção a recaída:
Baseado em Terence Gorski. Estudioso e especialista na área de dependência química, tanto alcoólica quanto outras drogas. Valci Silva.
Essa reunião é muito importante, mostramos para os residentes algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “EVITES E OS PROCURES”. EX: PROCURE um hobby, ir à sala de anônimos, uma religião, novas amizades, etc. EVITE velhos amigos, velhos hábitos, velhas ideias, etc.
Auxílio doença:
Observação: Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o Carnê do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Dependência Química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos Pacientes!
Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas.
Clínica de recuperação / reabilitação para tratamento da dependência química de alto padrão em SP
Comunidade terapêutica Masculina e feminina, clínica para dependentes químicos em São Paulo, tratamento Álcool e drogas.
Método de Tratamento: Tempo: 6 meses
1ª Etapa:
Aspecto Físico, desintoxicação e adaptação ao convívio; conhecimento do programa; Reeducação alimentar, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo da droga e do álcool.
2ª Etapa:
Aspecto Psicológico (autoconhecimento de seu eu interior e de sua doença) Terapias e psicologia aplicada.
3ª Etapa:
Aspecto Espiritual (valorizar as pequenas coisas e desta maneira valorizar a vida) Fé em um poder superior.
Os princípios fundamentais que regem nossa instituição são: O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente e sua família.
A Dependência Química é uma doença: progressiva, incurável e fatal, logo a recuperação é progressiva, contínua e traz vida em plenitude. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável. O que podemos fazer é tratar e estacionar. O modelo de internação que seguimos é o de conscientização. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados.
Oferecemos ao residente, dentro de nossas dependências o programa de doze passos, espiritualidade, terapia racional emotiva, programa de prevenção a recaída, arte terapia, vídeo terapia, laborterapia, atendimento psicológico individual e em grupo, quatro refeições diárias e demais necessidades para a recuperação do interno.
Atividades Terapêuticas
Espiritualidade
Realizada após o café da manhã é a primeira reunião do dia. Cantamos louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia.
Reunião de sentimentos:
Esta reunião tem por objetivo, fazer com que o residente partilhe os sentimentos identificados no decorrer do dia. É muito importante esta reunião de partilha, pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo, e ouvindo sua própria voz falando de si. Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos companheiros. O retorno é uma forma de avaliação, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com intuito de crescimento na recuperação. É através dos retornos que os companheiros, a partir de suas experiências sugerem alternativas. Sempre quando alguém partilha seus sentimentos, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e objetivos comuns.
Psicoterapia Individual:
Este atendimento possibilita com que o residente entre em contato com suas dificuldades e consiga alternativas viáveis ao seu equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento
Método de Tratamento
Tempo: 6 meses
1ª Etapa:
Aspecto Físico, desintoxicação e adaptação ao convívio; conhecimento do programa; Reeducação alimentar, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo da droga e do álcool.
2ª Etapa:
Aspecto Psicológico (autoconhecimento de seu eu interior e de sua doença) Terapias e psicologia aplicada.
3ª Etapa:
Aspecto Espiritual (valorizar as pequenas coisas e desta maneira valorizar a vida) Fé em um poder superior.
Os princípios fundamentais que regem nossa instituição são: O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente e sua família.
A Dependência Química é uma doença: progressiva, incurável e fatal, logo a recuperação é progressiva, contínua e traz vida em plenitude. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável. O que podemos fazer é tratar e estacionar. O modelo de internação que seguimos é o de conscientização. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados.
Oferecemos ao residente, dentro de nossas dependências o programa de doze passos, espiritualidade, terapia racional emotiva, programa de prevenção a recaída, arte terapia, vídeo terapia, laborterapia, atendimento psicológico individual e em grupo, quatro refeições diárias e demais necessidades para a recuperação do interno.
Atividades Terapêuticas
Espiritualidade
Realizada após o café da manhã é a primeira reunião do dia. Cantamos louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia.
Reunião de sentimentos:
Esta reunião tem por objetivo, fazer com que o residente partilhe os sentimentos identificados no decorrer do dia. É muito importante esta reunião de partilha, pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo, e ouvindo sua própria voz falando de si. Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos companheiros. O retorno é uma forma de avaliação, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com intuito de crescimento na recuperação. É através dos retornos que os companheiros, a partir de suas experiências sugerem alternativas. Sempre quando alguém partilha seus sentimentos, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e objetivos comuns.
Psicoterapia Individual:
Este atendimento possibilita com que o residente entre em contato com suas dificuldades e consiga alternativas viáveis ao seu equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento para situações de risco, tão necessárias na vida de um dependente químico.
Reunião de 12 Passos:
Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos residentes, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Narcóticos Anônimos.
Laborterapia: (Terapia do Trabalho)
Atividade realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);
•Descobrir e desenvolver habilidades;
•Elevar sua autoestima;
•Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;
•Aceitar limites e regras; ter disciplina;
•Perceber suas responsabilidades;
•Assimilar a ajuda mútua;
•Desenvolver a percepção e a preocupação com o outro;
Concentração e Atenção;
•Desenvolver noção de começo, meio e fim de uma atividade;
•Aprimoramento de conduta e caráter;
•Organização, Reabilitação física, entre outros.
* Os trabalhos são executados em grupos, divididos.
TRE – Terapia Racional Emotiva:
São reuniões semanais que ensinam o dependente a como lidar com os sentimentos. Estudamos: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamento Destrutivo e outros temas. Estes estudos são muito importantes na recuperação.
P.P. R – Programa de prevenção a recaída:
Essa reunião é muito importante, mostramos para os residentes algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “EVITES E OS PROCURES”. EX: PROCURE um hobby, ir à sala de anônimos, uma religião, novas amizades, etc. EVITE velhos amigos, velhos hábitos, velhas ideias, etc.
Observação: Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o Carnê do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Dependência Química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos Pacientes!
Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas.
visita a cada 30 dias
ligação toda semana
para situações de risco, tão necessárias na vida de um dependente químico.
Reunião de 12 Passos:
Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos residentes, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Narcóticos Anônimos.
Laborterapia: (Terapia do Trabalho)
Atividade realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);
•Descobrir e desenvolver habilidades;
•Elevar sua auto estima;
•Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;
•Aceitar limites e regras; ter disciplina;
•Perceber suas responsabilidades;
•Assimilar a ajuda mútua;
•Desenvolver a percepção e a preocupação com o outro;
Concentração e Atenção;
•Desenvolver noção de começo, meio e fim de uma atividade;
•Aprimoramento de conduta e caráter;
•Organização, Reabilitação física, entre outros.
* Os trabalhos são executados em grupos, divididos.
TRE – Terapia Racional Emotiva:
São reuniões semanais que ensinam o dependente a como lidar com os sentimentos. Estudamos: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamento Destrutivo e outros temas. Estes estudos são muito importantes na recuperação.
P.P. R – Programa de prevenção a recaída:
Essa reunião é muito importante, mostramos para os residentes algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “EVITES E OS PROCURES”. EX: PROCURE um hobby, ir à sala de anônimos, uma religião, novas amizades, etc. EVITE velhos amigos, velhos hábitos, velhas ideias, etc.
Observação: Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o Carnê do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Dependência Química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos Pacientes!
Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas.
Visitas a cada 30 dias
Ligações semanais
Fotos da clínica:
Clínica de reabilitação / recuperação. Unidade masculina e feminina em Vargem Grande Paulista.
Dicas de SEO fundamentais para o bom posicionamento dos sites de clínicas de reabilitação / recuperação (Seo para clínicas de reabilitação / recuperação)
Com essa nova política do Google Adwords não restam mais saídas a não ser melhorar seu posicionamento nas pesquisas referentes a clínicas de recuperação / reabilitação, tratamento da dependência química entre outros termos não é mesmo?
Por exemplo:
busca orgânica segunda posição para clinica de reabilitação em SP.
Nesse post estarei dando algumas dicas de como melhorar o seu posicionamento na busca orgânica do Google.
Segundo uma pesquisa realizada, 28 milhões têm algum parente dependente químico Levantamento feito pela Unifesp mapeou os usuários em reabilitação. 8 milhões de brasileiros são dependentes de maconha, álcool ou cocaína.
A análise foi feita entre junho de 2012 e julho de 2013 com 3.142 famílias dos dependentes químicos em tratamento nas clínicas de reabilitação. Foi feito um questionamento com 115 perguntas para famílias que participaram desse levantamento. O estudo foi feito em comunidades terapêuticas, clínicas de reabilitação, grupos de mútua ajuda, como Al-Alanon e a Pastoral da Sobriedade.
Perfil dos usuários em tratamento
A maioria dos pacientes dependentes químicos em tratamento (73%) era poliusuária, ou seja, consumia mais de uma droga. Em 68% dos casos, quem passava por reabilitação era consumidor de maconha, combinada com outras substâncias.
O tempo médio de uso das substâncias foi de 13 anos, mas a família percebe apenas 8,8 anos de uso, em média.
A partir essa descoberta da família, o tempo médio para a busca de ajuda após o conhecimento do consumo de álcool e/ou drogas foi de três anos, sendo dois anos para usuários de cocaína e/ou crack e 7,3 anos entre os dependentes de álcool Os familiares relataram ter o conhecimento do consumo de drogas pelo paciente por um tempo médio de 9 anos.
Mais de um terço (44%) relatou ter descoberto o uso devido a mudanças no comportamento do paciente.
Segundo as Clinicas de Recuperação dizem recuperar entre 40% e 80% dos viciados. Apesar da carência de recursos, tanto dos dependentes quanto de grande parte das instituições, os representantes das comunidades terapêuticas afirmam ter índices de recuperação entre 40% e 80%.
Ao menos 28 milhões de pessoas no Brasil têm algum familiar que é dependente químico ou alcoólatra, de acordo com o Levantamento Nacional de Famílias dos Dependentes Químicos (Lenad Família), feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e divulgado nesta terça-feira (3) na capital paulista.
É a maior pesquisa mundial sobre dependentes químicos, de acordo com Ronaldo Laranjeira, um dos coordenadores do estudo.
Entre 2012 e 2013, foram divulgados dados sobre consumo de maconha, cocaína e seus derivados, além da ingestão de bebidas alcoólicas por brasileiros. A partir desses resultados, os pesquisadores estimam que 5,7% dos brasileiros sejam dependentes de drogas, índice que representa mais de 8 milhões de pessoas.
Mais de um terço (44%) relatou ter descoberto o uso devido a mudanças no comportamento do paciente.
O Lenad apontou que 58% dos casos de internação foram pagos pelos próprios familiares e o impacto do tratamento afetou 45,4% dos entrevistados. Em 9% dos casos houve cobertura de algum tipo de convênio. O uso de hospitais públicos, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), foi citado por 6,5% das famílias de usuários em reabilitação.
Ainda segundo o estudo, 61,6% das famílias possuem outros familiares usuários de drogas. Desse total, 57,6% têm dependentes dentro do núcleo familiar. No entanto, os entrevistados desconsideram esse fator como de alto risco para uso de substâncias do paciente.
Deste total, 46,8% acreditam que as más companhias influenciaram seu familiar ao uso de drogas. Já 26,1% culpam a baixa autoestima como responsável pela procura por entorpecentes.
Cocaína, maconha e álcool :
A Unifesp já divulgou outras três pesquisas relacionadas ao consumo de drogas no Brasil, uma relacionada ao consumo de cocaína e derivados, outra sobre maconha, e outra que analisou a ingestão de bebidas alcoólicas.
Em agosto de 2012, o Lenad divulgou que cerca de 1,5 milhão de adolescentes e adultos usam maconha diariamente no Brasil.
Em setembro de 2012, pesquisadores de uma universidade constataram que o Brasil era o segundo consumidor mundial de cocaína e derivados, atrás apenas dos Estados Unidos. De acordo com o levantamento, mais de 6 milhões de brasileiros já experimentaram cocaína ou derivados ao longo da vida. Desse montante, 2 milhões fumaram crack, óxi ou merla alguma vez.
Em abril deste ano, outro estudo apontou aumento de 20% na quantidade de pessoas que consomem álcool frequentemente. A pesquisa informou que 54% dos entrevistados alegaram consumir bebidas alcoólicas uma vez na semana ou mais – aumento proporcional de 20% em comparação ao Lenad de 2006.
O crescimento foi bem maior entre as mulheres: 39% das entrevistadas admitiam beber uma vez por semana ou mais (seis anos atrás este índice era de 29%). Outro dado importante mostrou que 27% dos homens que bebem com menos de 30 anos já se envolveram em brigas com agressão.
As clínicas de reabilitação / recuperação de drogas são especializadas em dependência química e geralmente apresentam um referenciado serviço de tratamento, seguindo as mais modernas práticas médicas e terapêuticas destinadas a esse público, através de uma equipe multidisciplinar altamente capacitada.
Uma clínica de reabilitação de drogas nada mais é do que um ambiente preparado tanto no sentido estrutural, como também no funcional para acolher um dependente químico e disponibilizar o melhor tratamento para que ele possa voltar a viver com mais saúde e longe das drogas.
A internação é uma das mais tradicionais formas de tratamento no Brasil. Porém, ela não é a única forma de se tratar, é apenas uma etapa. Ela tem como objetivo desintoxicar o indivíduo dependente. Após o período de internação, o acompanhamento continuado é a estratégia mais indicada nos quadros da doença.
A Capital Remoções – Clínicas de Reabilitação é especialista em diagnósticos, tratamentos e ressocializações dos pacientes, sendo referência entre as clínicas de São Paulo, nos tratamentos e técnicas para dependentes químicos e alcoólatras.
Nossas instalações são adequadas para o auxílio à recuperação de dependentes químicos, propiciando um ambiente agradável e em contato com a natureza, o que nos torna mais aptos para garantir o sucesso do tratamento.
Nossa filosofia está baseada em três pilares de sustentação, sendo eles: bem-estar e saúde os quais proporcionam aos nossos pacientes alcançarem a sobriedade permanente e resgatar valores familiares e de cidadania.
Proporcionamos um ambiente favorável ao estabelecimento de vínculos de ajuda-mútua para o desenvolvimento da reestruturação biopsicossocial do indivíduo dependente de álcool e outras drogas, de modo a estabelecer a prática dia a dia.
Clinica de recuperação de alto padrão em Mairinque SP. Unidade masculina (Permitido o uso de celulares, tablets e notebook na unidade). Mensalidades a partir de R$1100 Unidade voluntária e involuntária.
Método de Tratamento
1ª Etapa:
Aspecto Físico, desintoxicação e adaptação ao convívio; conhecimento do programa; Reeducação alimentar, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo da droga e do álcool.
2ª Etapa:
Aspecto Psicológico (autoconhecimento de seu eu interior e conhecimento de sua doença) Terapia e psicologia aplicada.
3ª Etapa:
Aspecto Espiritual (valorizar as pequenas coisas e desta maneira valorizar a vida) Fé em um poder superior.
Os princípios fundamentais que regem nossa instituição são: O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente e sua família.
A Dependência Química é uma doença: progressiva, incurável e fatal, logo a recuperação é progressiva, contínua e traz vida em plenitude. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável. O que podemos fazer é tratar e estacionar. O modelo de internação que seguimos é o de conscientização. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados.
Oferecemos ao residente, dentro de nossas dependências o programa de doze passos, espiritualidade, terapia racional emotiva, programa de prevenção a recaída, arte terapia, vídeo terapia, laborterapia, atendimento psicológico individual e em grupo, quatro refeições diárias e demais necessidades para a recuperação do interno.
Atividades Terapêuticas
Espiritualidade
Realizada após o café da manhã é a primeira reunião do dia na rotina diária das clínicas. Cantamos louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia.
Reunião de sentimentos:
Esta reunião tem por objetivo, fazer com que o residente partilhe os sentimentos identificados no decorrer do dia. É muito importante esta reunião de partilha, pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo, e ouvindo sua própria voz falando de si. Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos companheiros. O retorno é uma forma de avaliação, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com intuito de crescimento na recuperação. É através dos retornos que os companheiros, a partir de suas experiências sugerem alternativas. Sempre quando alguém partilha seus sentimentos, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e objetivos comuns.
Psicoterapia Individual:
Este é um atendimento que possibilita com que os residentes entrem em contato com suas dificuldades e consiga algumas alternativas que são viáveis ao equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento para situações de risco, tão necessárias na vida de um dependente químico.
Reuniões de 12 Passos:
Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos residentes, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Narcóticos Anônimos.
Laborterapia: (Terapia do Trabalho)
Atividade realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);
Descobrir e desenvolver habilidades;
Elevar sua autoestima;
Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;
Aceitar limites e regras; ter disciplina;
Perceber suas responsabilidades;
Assimilar a ajuda mútua;
Desenvolver a percepção e a preocupação com o outro;
Concentração e Atenção;
Desenvolver a noção de começo, meio e fim de uma atividade;
Aprimoramento da conduta e caráter;
Organização, Reabilitação física, mental, espiritual entre outros.
* Os trabalhos são executados em grupos, divididos.
TRE – Terapia Racional Emotiva:
São reuniões semanais que ensinam o dependente a como lidar com os sentimentos. Estudamos: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamento Destrutivo e outros temas. Estes estudos são muito importantes na recuperação.
P.P. R – Programa de prevenção a recaída:
Essa reunião é uma das mais importantes, mostramos para os residentes químicos e alcoólatras algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “EVITES E OS PROCURES”. EX: PROCURE um hobby, ir à sala de anônimos, uma religião, novas amizades, etc. EVITE velhos amigos, velhos hábitos, velhas ideias, etc.
Observação: Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o Carnê do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Dependência Química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos Pacientes!
Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas.
Nossos Serviços
– Hotelaria
– Alimeintação
– Academia
– Quartos e Suíte com ar condicionado
– Piscina
– Campo de Futebol
– Lavanderia
– Remoção de depentendes químicos
– Tratamento de dependencia química
– Tratamento alcoolismo
– Tratamento Ambulatorial
– Tratamento para homens
– Tratamento para mulheres
Se você já quis ajudar um dependente químico, mas não sabia como, está no lugar certo! Há muitos equívocos sobre como ajudar uma pessoa viciada em drogas. Para ajudar um dependente químico, é preciso entender que a dependência é bastante complexa. A luta dessa pessoa contra o vício certamente será bastante árdua, mas a sua ajuda e apoio de amigos e familiares vão contribuir positivamente.
APOIANDO
1) Seja o melhor amigo que você puder ser para ele. Algumas amizades são breves e outras duram uma vida toda. Ajudar um amigo a vencer uma luta como a dependência química é uma maneira de fortalecer uma amizade. Com a evolução do relacionamento, você tende a se preocupar mais com a pessoa. Durante uma crise, você naturalmente quer ajudá-la.
Esteja sempre presente quando ela precisar de você e ouça o que ela tem a te dizer. Existem razões para que ela abuse das drogas. Escutá-las pode permitir que ela expresse pensamentos e sentimentos que podem ajudá-lo a entender a causa do vício.
Seja muito respeitoso com ele, leal e confiável. Expressar seus sentimentos é uma coisa corajosa de se fazer, mas que pode ser arriscado também. Você pode reconhecer isso dizendo: “Eu sei que isso pode ser difícil para você e estou honrado por você compartilhar essas informações comigo. Eu o respeito por fazê-lo e estou aqui se quiser conversar”.
Ajudar uma pessoa com dependência química ou alcoolismo pode demorar e ser a coisa mais difícil que você fará em sua vida, mas será a mais gratificante.
2) Mostre empatia. Ser ouvido e compreendido são um dos componentes essenciais para o crescimento pessoal. A experiência emocional de lidar com uma dependência química (d.q.) vai forçar uma pessoa a crescer, o que pode ser doloroso. Você pode ajudar a aliviar a dor dela escutando-a ativamente.
Coloque-se no lugar do dependente. Aprenda a ser compassivo e compreensível em vez de julgá-la. Pode ser difícil de entender, mas você pode sempre tentar.
Trate a pessoa como você gostaria de ser tratado. Você provavelmente já experimentou lutas em sua vida e sabe o que foi útil e o que não foi.
3) Comunique sua preocupação a ele. É difícil ver alguém sofrer ou fazer algumas más decisões que impactam negativamente sua vida inteira. Em algum momento, você terá que dizer à pessoa que está preocupado com o bem-estar dela. Ela pode ou não querer ouvir o que você tem a dizer. Isso é bom, pois você estará sendo você mesmo e demonstrando que se importa.
Peça permissão para se envolver nos assuntos. Se uma pessoa estiver no auge do vício, ela pode não perceber que precisa de ajuda, mas pode estar aberta a isso. Você pode dizer coisas como: “Parece que você está tendo problemas com as drogas. Eu estou aqui com você se quiser ajuda. Tudo bem para você?”.
Não tenha medo de fazer as perguntas difíceis para a pessoa (dependente). Confrontar assuntos difíceis que possam pôr em risco um relacionamento é quase sempre um desafio. Você vai precisar fazer perguntas diretas e honestas como “Você acha que está dependente desta droga?” e “Eu sei que pode ser difícil falar sobre isso, mas você está disposto a acabar com sua saúde e seus relacionamentos por causa de um problema assim?”.
ENTENDENDO A DEPENDÊNCIA QUÍMICA E O DEPENDENTE QUÍMICO
4) Observe o comportamento dele (a). Conheça alguns sinais e sintomas da dependência química. Uma mudança radical na personalidade pode ser indício de que um indivíduo está abusando do uso de drogas. As mudanças de personalidade são um sinal comum de todos os tipos de dependência química, incluindo o alcoolismo, dependência de medicamentos e substâncias derivadas do ópio.
Sinais de dependência por substâncias derivadas do ópio: algumas marcas de agulha podem ser evidente nos braços de alguém que está abusando dessas substâncias. No entanto, muitos viciados conseguem esconder tais marcas injetando as drogas em áreas mais discretas, como entre os dedos do pé. Uma pessoa viciada em ópio também pode parecer ter uma sede ou suar mais do que o comum e apresentar pequenos pontinhos em suas pupilas.
Sinais do alcoolismo: odor frequente de álcool, comportamento facilmente irritável, fala bem arrastada, olhos extraordinariamente brilhantes e dificuldade em expressar pensamentos e ideias de uma maneira lógica. Os dependentes de álcool muitas vezes tentam esconder a evidência física do vício, como garrafas vazias e latinhas.
Sinais de dependência por medicamentos: os indivíduos que sofrem dessa doença podem apresentar sinais de intoxicação, comportamento atrapalhado, fala arrastada e olhos caídos.
5) Mantenha sempre o controle das datas e horários dos conflitos e outras ocasiões quando as drogas forem um problema. Se houver algum problema recorrente, você provavelmente estará lidando com um padrão em desenvolvimento. É difícil prever se este vai aumentar e agravar o problema. Por isso, esteja preparado.
Talvez a pessoa consuma quantidades excessivas de uma substância e desmaie constantemente nas festas. Será que ela já foi parada pela polícia alguma vez por dirigir bêbada ou cometeu algum ato de vandalismo? Será que ela já se envolveu em uma briga por estar sobre influência de alguma substância?
6) Identificar os tipos de substâncias que a pessoa usa. É bem comum alguns dependentes químicos usarem mais do que um tipo de substância (droga). Esta pode ser um coisa óbvia ou difícil de determinar. Se uma pessoa usa drogas escondidas, você pode somente ver os sinais e sintomas do abuso. Em caso de dúvida, você sempre pode perguntar. Os abusos de drogas incluem, mas não estão limitados a: anfetaminas, esteroides anabolizantes, drogas sintéticas, cocaína, heroína, inalantes, maconha e drogas de prescrição.
Diferentes tipos de medicamentos podem afetar uma pessoa em diferentes maneiras.
Podem haver múltiplas drogas no sistema de uma pessoa, por isso pode ser difícil identificá-las.
Em caso de uma overdose ou emergência médica, você pode ser o responsável que deve informar ao pessoal médico qual droga ou drogas foram consumidas para que o tratamento adequado possa ser realizado.
7) Determine o nível de dependência da pessoa. O objetivo aqui é não esperar até que o comportamento da pessoa perca totalmente o controle a ponto de que os relacionamentos e situações não possam ser reparados. O ideal seria a pessoa procurar ajuda para combater seu vício antes que ocorram consequências como perda de emprego, abuso e negligência dos entes queridos e problemas financeiros.
Pergunte: “O que você tem feito para tentar parar de usar drogas? Por que você acha que não foi bem-sucedido?”
Será que a pessoa se demonstra motivada a mudar mas tem dificuldades em fazê-lo? A droga controla a vida dela?
Se for um amigo de faculdade ou da sua família, informe os familiares dele para que saibam quando as coisas ficaram fora de controle. Não enfrente o problema sozinho.
ENTRANDO EM AÇÃO
8) Tenha certeza de que a pessoa quer a sua ajuda, pois se não quiser não adiantará nada. Os direitos humanos básicos permitem que uma pessoa peça e aceite a ajuda. Esses mesmos direitos permitem que uma pessoa negue ajuda, mesmo se ela precisar. Isso cria um atrito entre todos os envolvidos; e quanto mais a situação piora, mais desesperado você pode se sentir.
Qual o seu nível de envolvimento no processo? Se estiver lendo este artigo agora, você provavelmente está interessado em fazer a diferença na vida de alguém.
Muitas pessoas não querem se envolver em ajudar dependentes químicos. Por isso, parabéns por não ser um deles.
9) Discuta e estabeleça sempre limites. Limites saudáveis precisam ser discutidos com foco no que é mais útil para o dependente químico, sem permitir que a situação piore. Comportamentos que permitam que um dependente químico perca a razão incluem, mas não se limitam a: ignorar um comportamento indesejável; emprestar dinheiro para pessoa comprar drogas sem precisar roubar; sacrificar suas necessidades e desejos para ajudá-la consistentemente; expressar suas próprias emoções com dificuldade; mentir para cobrir a pessoa; continuar ajudando a pessoa contra a vontade dela.
Diga ao dependente químico que você vai ajuda-lo e apoia-lo em seus esforços para controlar o vício, mas que não vai se envolver em qualquer ação que promova a utilização de qualquer droga.
10) Convença a pessoa a obter ajuda se possível. Existem vários sinais de que ela precisa de ajuda. Chegou a hora de você mostrar a ela a realidades da situação. Às vezes, é preciso forçar uma pessoa a considerar as consequências de não conseguir ajuda. Se for o caso, faça isso com compaixão.
Se você sabe que ele precisa muito de ajuda mas não a aceita, chame a polícia para chocá-la e fazê-la perceber que ela precisa ser ajudada. Ela não precisa saber que foi você.
Diga o seguinte: “A cadeia é um lugar bem horrível, perigoso e nojento onde ninguém se importa com você. Ninguém quer ir para lá. Você vai perder a cabeça se for preso e pode nunca mais se recuperar”.
Mostre a ela algumas estatísticas e vídeos sobre overdoses de drogas e mortes no trânsito causadas por pessoas que dirigem embriagadas.
Não jogue drogas no vaso sanitário, pois ela vai poluir o sistema de esgoto com substâncias perigosas que podem contaminar locais que armazenam alimentos.
11) Esconda as chaves do carro da pessoa para que ela não possa dirigir. Dirigir com uma pessoa que estiver carregando alguma substância ilegal pode causar problemas a todos os presentes no carro (incluindo a prisão). Este é um exemplo perfeito de um caso no qual a dependência química de uma pessoa afeta a vida de outras.
12) Faça uma intervenção. A ajuda vem de muitas formas; algumas vezes, ela deve ser forçada. É uma decisão difícil de tomar, mas que é necessária quando o vício está fora de controle (estado em que coloca a vida da pessoa em questão em risco). Embora uma intervenção provavelmente vá ser muito complicada para a pessoa dependente, a intenção não é colocá-la na defensiva. Os participantes da atividade devem ser cuidadosamente escolhidos. Os entes queridos da pessoa podem descrever como a dependência química os afeta.
Antes da intervenção, planeje um plano de tratamento para oferecer à pessoa. Decida de antemão se ela será levada para um centro de tratamento de drogas diretamente após a intervenção. A intervenção pode não ajudar se a pessoa não souber como obter ajuda e não tiver o apoio dos entes queridos.
Você provavelmente vai ter que enganá-la a ir até o local onde o ato acontecerá.
Esteja preparado para oferecer consequências específicas se ela rejeitar a busca pelo tratamento. Essas consequências não deve ser ameaças, por isso os entes queridos da pessoa devem considerar as consequências a ser impostas e estarem dispostos a colocá-las em prática.
Uma intervenção também pode incluir colegas da pessoa e representantes religiosos (se for o caso).
Os participantes devem preparar exemplos específicos de como seus relacionamentos com a pessoa dependente química são afetados. Muitas vezes, pessoas que participam do evento escrevem cartas para ler na hora. Um dependente químico pode não se preocupar com seus próprios comportamentos autodestrutivos, mas ver as dores que suas ações causam em outras pessoas pode ser uma grande motivação para procurar ajuda.
13) Sugira um programa de reabilitação de drogas em alguma instituição. Entre em contato com algumas clínicas de reabilitação / recuperação ou comunidades terapêuticas e saiba mais sobre seus serviços. Não hesite em fazer perguntas específicas sobre as programações diárias e como eles lidam com recaídas. Se uma intervenção não for necessária, ajude a pessoa a pesquisar sobre a dependência química e sobre os planos de tratamento recomendados. Seja solidário e permita que ela se sinta no controle da reabilitação iminente.
Visite os programas sugeridos e tenha em mente que, quanto mais receptiva a pessoa for em relação ao plano de tratamento, melhores serão as chances de ela superar o vício.
14) Quando por permitido, visite o ente querido. Se ele for admitido em um programa de tratamento local, existirão regras para visitas que deverão ser esclarecidas. Geralmente as visitas são de 15 em 15 dias ou de 30 em 30 dias. Entenda que você precisa permitir que a pessoa participe por conta própria, sem influência de pessoas de fora. A equipe de reabilitação vai informá-lo sobre como funcionam as visitas e estas serão vistas com bons olhos.
15) Aceite que a pessoa volte à sua vida. Uma pessoa que precisa superar uma dependência química vai precisar de estrutura em sua vida. Você pode ser uma grande parte desse processo. Uma atitude receptiva pode ser exatamente o que a pessoa precisa. As pessoas têm uma necessidade de sentir que elas pertencem ao local em que vivem, e você pode ajudar com isso.
Incentive e sugira as possíveis liberdades de um novo estilo de vida mais saudável. Convide a pessoa a ir com você em novas aventuras. Fique atento para não fazer coisas que possam aumentar o desejo de usar drogas.
O objetivo é ajudar o indivíduo a não se sentir sozinho e mostrar que ele pode contar com você, e outras pessoas, sempre que necessário. Ele vai estar nervoso, com medos e incertezas em relação à sua capacidade em continuar sóbria.
16) Pergunte ao dependente sobre o progresso dele no tratamento. Deixe claro que você está realmente preocupado e quer que ele seja bem-sucedido. É importante que ele participe de reuniões de grupos de terapia ou de apoio. Esses grupos podem ser um requisito dos programas de reabilitação.
Ajude a pessoa a prestar contas ao seu programa. Pergunte a ela se há algo que você possa fazer para ajudá-la a manter o comprometimento e frequentar as reuniões. Não deixe que ela disperse.
Ofereça participar de reuniões com ela se vocês dois estiverem confortáveis com essa ideia.
Sempre comemore as conquistas com ele (a). Se uma pessoa ficar sóbria por um dia ou mil dias, cada um deles merece uma comemoração.
17) Seja bem criativo se a pessoa precisar de sua ajuda futuramente. A dependência química é uma doença crônica que é progressiva, incurável e fatal, portanto ela pode ser gerenciada, mas não curada. As recaídas provavelmente vão acontecer e todos os envolvidos não devem considerá-la como um fracasso. No entanto, será necessário um tratamento após cada recaída.
Depois de passar pelo processo de ajudar um dependente químico, você terá as informações necessárias e o conhecimento de como ajudá-lo futuramente. Se for preciso, pesquise e procure por psicólogos e psiquiatras locais e entre em contato com eles.
Esteja sempre presente para a pessoa (mande mensagens, ligue para ela ou faça uma visita, convide-a para fazer atividades divertidas, pratique esportes, saia de casa e apoie os passatempos e interesses dela). Ajude-a a vencer a tentação de usar drogas caso uma situação particularmente difícil ocorra.
18) Seja positivo em suas interações com ela; mas seja direto, honesto e sério quando for preciso. O indivíduo precisa saber que haverá pessoas para apoiá-la no caminho de sua recuperação, e isso inclui você.
A Capital remoções tem opção de clinica de recuperação que aceita plano de saúde em SP
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Método de Tratamento
1ª Etapa:
Aspecto Físico, desintoxicação e adaptação ao convívio; conhecimento do programa; Reeducação alimentar, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo da droga e do álcool.
2ª Etapa:
Aspecto Psicológico (autoconhecimento de seu eu interior e de sua doença) Terapias e psicologia aplicada.
3ª Etapa:
Aspecto Espiritual (valorizar as pequenas coisas e desta maneira valorizar a vida) Fé em um poder superior.
Os princípios fundamentais que regem nossa instituição são: O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente e sua família.
A Dependência Química é uma doença: progressiva, incurável e fatal, logo a recuperação é progressiva, contínua e traz vida em plenitude. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável. O que podemos fazer é tratar e estacionar. O modelo de internação que seguimos é o de conscientização. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados.
Oferecemos ao residente, dentro de nossas dependências o programa de doze passos, espiritualidade, terapia racional emotiva, programa de prevenção a recaída, arte terapia, vídeo terapia, laborterapia, atendimento psicológico individual e em grupo, quatro refeições diárias e demais necessidades para a recuperação do interno.
Atividades Terapêuticas
Espiritualidade
Realizada após o café da manhã é a primeira reunião do dia. Cantamos louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia.
Reunião de sentimentos:
Esta reunião tem por objetivo, fazer com que o residente partilhe os sentimentos identificados no decorrer do dia. É muito importante esta reunião de partilha, pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo, e ouvindo sua própria voz falando de si. Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos companheiros. O retorno é uma forma de avaliação, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com intuito de crescimento na recuperação. É através dos retornos que os companheiros, a partir de suas experiências sugerem alternativas. Sempre quando alguém partilha seus sentimentos, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e objetivos comuns.
Psicoterapia Individual:
Este atendimento possibilita com que o residente entre em contato com suas dificuldades e consiga alternativas viáveis ao seu equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento para situações de risco, tão necessárias na vida de um dependente químico.
Reunião de 12 Passos:
Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos residentes, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Narcóticos Anônimos.
Laborterapia: (Terapia do Trabalho)
Atividade realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);
Descobrir e desenvolver habilidades;
Elevar sua autoestima;
Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;
Aceitar limites e regras; ter disciplina;
Perceber suas responsabilidades;
Assimilar a ajuda mútua;
Desenvolver a percepção e a preocupação com o outro;
Concentração e Atenção;
Desenvolver noção de começo, meio e fim de uma atividade;
Aprimoramento de conduta e caráter;
Organização, Reabilitação física, entre outros.
* Os trabalhos são executados em grupos, divididos.
TRE – Terapia Racional Emotiva:
São reuniões semanais que ensinam o dependente a como lidar com os sentimentos. Estudamos: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamento Destrutivo e outros temas. Estes estudos são muito importantes na recuperação.
P.P. R – Programa de prevenção a recaída:
Essa reunião é muito importante, mostramos para os residentes algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “EVITES E OS PROCURES”. EX: PROCURE um hobby, ir à sala de anônimos, uma religião, novas amizades, etc. EVITE velhos amigos, velhos hábitos, velhas ideias, etc.
Observação: Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o Carnê do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Dependência Química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos Pacientes!
Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas.
Os acidentes de trânsito custam ao país R$ 10 bilhões por ano
Veículo: Automóvel
Seção: Drogas e álcool
Data: 03/06/2018
Estado: SP
O balanço sobre a violência no trânsito, divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), mostra que mais de 6.524 pessoas morreram em acidentes de trânsito nos 56 mil quilômetros de rodovias federais durante o ano de 2005.
O índice ficou um pouco mais abaixo do levantamento de 1999, com 6.588 mortos e redução de apenas 0,9%. Outras 20.593 vítimas de acidentes graves estão numa cadeira de rodas pelo resto da vida. Em 2000, houve 110.146 acidentes no Brasil contra 117.250 do ano anterior.
A queda foi de 6%. Esses acidentes deixaram 60.387 feridos, um terço deles em estado grave. Também nesta contagem, os números ficaram ligeiramente abaixo dos 61.736 feridos em 1999.
Em sua maior parte, os acidentes acontecem durante o dia (59%), com tempo bom (75%) e em retas (67%). Os números dos acidentes de trânsito no Brasil assustam e não deixam dúvida: o problema é grave, muito grave mesmo. Estamos longe de alcançar o índice de três mortos por dez mil veículos/ano, tido como aceitável pela ONU (Organização das Nações Unidas). No Brasil, são cerca de sete mortos por dez mil veículos/ano.
Nos países desenvolvidos, ocorre menos de uma morte por dez mil veículos/ano. De acordo com dados do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), os acidentes de trânsito custam ao país aproximadamente R$ 10 bilhões por ano.
Bebidas alcoólicas (álcool)
Pesquisa realizada no ano de 1997, abrangendo quatro capitais (Salvador, Recife, Brasília e Curitiba) pela ABDETRAN (Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Trânsito), comprova que trânsito e drogas, a começar pelas bebidas alcoólicas, são, de fato, uma combinação nociva à vida.
Os resultados apresentados foram significativos: 61% dos acidentados tinham ingerido bebida alcoólica, sendo que 27,2% apresentaram uma quantidade de álcool no sangue superior à permitida pelo novo Código de Trânsito Brasileiro (0,6 gramas de álcool por litro de sangue). Em todas as cidades que foram realizadas as pesquisas, a faixa etária de 20 a 39 anos apresentava o maior índice de consumo de álcool: 65%.
Mas é entre os menores de 20 anos de idade que a pesquisa detectou alguns resultados ainda mais graves, com a clara constatação de que os adolescentes continuam infringindo duplamente a lei:
fazem uso de bebida alcoólica e dirigem sem habilitação de motorista – uma combinação perigosa e muitas vezes fatal para condutores e pedestres. Entre os adolescentes de 13 a 17 anos, 10,3% apresentaram teor de álcool no sangue acima do permitido. Nos acidentados com menos de 20 anos, 52,8% estavam alcoolizados, sendo que 16,5% tinham passado do limite de 0,6 g/l.
As reações provocadas no organismo humano pela ingestão do álcool entre outras drogas são, de fato, uma ameaça ao motorista.
O sistema nervoso cerebral é completamente alterado a partir da ingestão dessas substâncias, em doses razoáveis.
A principal conseqüência é a perda total ou parcial dos reflexos, comprometendo a capacidade dos motoristas de conduzir com segurança qualquer veículo em via pública.
A primeira reação do organismo à bebida alcoólica é de euforia, desinibição e auto-confiança. Esse estado de espírito é decorrente da liberação de mediadores neurais, substâncias produzidas pelo próprio organismo, e que causam desequilíbrio ao sistema nervoso cerebral. Essa primeira fase dura pouco, no máximo uma hora. No entanto, é seguida de depressão, com diminuição da capacidade física, motora e mental, o que compromete a atenção e o estado de alerta necessários à segurança no trânsito.
Drogas
As outras drogas, como cocaína, crack (pedra), anfetaminas e tranquilizantes, também provocam algumas reações no organismo, que somadas aos efeitos do álcool se tornam mais graves.
O uso da cocaína, por exemplo, produz uma sensação de grandeza e aumenta a sensibilidade a estímulos externos, distorcendo a noção da realidade. As anfetaminas têm efeito parecido e por isso são utilizadas por motoristas de caminhão, apesar dos grandes riscos que oferecem aos que querem se manter acordados para fazer longos percursos.
É o chamado “rebite”. Quanto à maconha, seu principal efeito é a perda do senso de realidade. A maconha reduz a capacidade de dirigir por até oito horas após o uso.
Todos esses efeitos são de alta periculosidade, principalmente no trânsito. Nesses casos, os acidentes costumam ser graves: 63,6% de capotamentos e 71,1% de choques.
A pesquisa mostrou que grande parte das vítimas da cocaína e da maconha no trânsito é formada por jovens de 20 a 39 anos. E, o mais grave, que os adolescentes de 13 a 17 anos constituem o segundo grupo de maior consumo dessas drogas.
Entre os menores de 20 anos, foi constatada a presença de maconha na urina de 7,8% dos acidentados, de cocaína em 1,9% e de diazepínicos (tranqüilizantes) em 4,5%. Outro dado importante é que os jovens fazem tanto uso dos barbitúricos (hipnóticos e tranqüilizantes) quanto os adultos. De 0 a 19 anos, a incidência é de 1,9% , de 20 a 39 anos chega a 1,4%, e de 40 a 59 anos é de 1,7%.
Incidências
A pesquisa abrangeu 1.114 vítimas de acidentes de trânsito nas capitais, durante a semana de 26 de agosto a 3 de setembro de 1997. Participaram da pesquisa, realizada nos dois principais hospitais de cada capital e nos IMLs (Instituto Médico Legal), 96 estudantes dos cursos de Medicina e de Enfermagem.
Foram colhidas informações sobre o prontuário dos acidentados e as circunstâncias dos acidentes, bem como os dados pessoais das vítimas. Nos sete dias da pesquisa, ficou evidente que o número de acidentes aumenta nos finais de semana (43,3% entre o sábado e o domingo) e especialmente entre as 14h e 20h (43,8% do total).
Mas a novidade é que a quinta-feira apresentou um comportamento diferente dos demais dias da semana, com uma proporção elevada de acidentes.
O acidente predominante para o conjunto da amostra foi a colisão (33,2%), seguida do atropelamento (26,7%). Mais uma vez, os jovens são as maiores vítimas da violência no trânsito, já que a idade média dos acidentados é de 27 anos, com 80,6% do total das vítimas situando-se na faixa de idade inferior a 40 anos.
A pesquisa constatou ainda a negligência de grande parte dos motoristas, já que dois terços dos acidentados não utilizavam o cinto de segurança.
Penalidade
A gravidade do uso de álcool e de outras drogas no trânsito já é reconhecida pelas autoridades da área e pela sociedade há muitos anos, o que levou à aprovação de multas muito mais pesadas no novo Código de Trânsito Brasileiro.
Dirigir depois de haver ingerido qualquer tipo de bebida alcoólica (álcool) de modo a apresentar mais de seis decigramas de álcool por litro de sangue, ou qualquer substância entorpecente, passou a ser uma infração gravíssima (7 pontos na carteira), com multa padrão (180 Ufir) multiplicada por cinco.
O infrator ainda ficará proibido de dirigir ou poderá ter a carteira recolhida ou o veículo retido até a apresentação de um motorista habilitado. O infrator estará sujeito também a detenção de seis meses a três anos.
De acordo com o novo Código, um acidente com vítimas, provocado por pessoa alcoolizada ao volante passa a ser crime de homicídio culposo ou lesão corporal culposa, a ser julgada de acordo com o Código Penal.
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Confira os 10 famosos que já se envolveram com tráfico de drogas
Que muitas celebridades são usuárias de drogas (independente de qual estejamos falando) não é novidade para ninguém – afinal, as estadias dos famosos nas clínicas de reabilitação sempre estão nos tabloides por aí.
10 famosos que arruinaram suas vidas por causa das drogas
No entanto, separamos nessa lista 10 celebridades que se envolveram com o tráfico de drogas, seja antes da fama ou depois.
50 CENT | O rapper encabeça a nossa lista porque, assim como o segundo colocado por aqui, passou algum tempo na prisão por traficar drogas. 50 Cent distribuía craque e cocaína pelas ruas de Nova York (EUA) desde adolescente, e foi após passar pela prisão que acabou se envolvendo com um grupo de apoio que o ajudou a perseguir sua carreira no rap.
TIM ALLEN | Antes de se tornar famoso com sua comédia stand-up e, mais tarde, com filmes como Meu Papai é Noel e séries como Last Man Standing,
Tim Allen teve problemas com a lei – ele passou dois anos na cadeia após ser pego transportando cocaína no aeroporto de Kalamazoo (EUA), uma sentença que só foi reduzida após Allen “dedurar” os traficantes para quem trabalhava.
MARK WAHLBERG | Em diversas entrevistas, Mark Wahlberg admitiu que era viciado em cocaína (pó) durante a adolescência, e para suportar o hábito ruim ainda fazia trabalhos de transporte e venda nas ruas para traficantes de sua Los Angeles (EUA) natal. Tudo enquanto o seu irmão, Donnie, já fazia sucesso com a boyband New Kids on the Block.
IDRIS ELBA | Hoje astro de Thor e Luther, Idris começou carreira não só como ator, mas como DJ. Enquanto não conseguia grandes oportunidades para atuar (o que nunca aconteceria), Elba também vendia algumas drogas (entorpecentes) para os traficantes de Londres (Inglaterra) durante seus shows. Além disso, Elba admite ter roubado alguns carros na adolescência!
KID ROCK | O cantor fugiu de sua casa quando tinha apenas 15 anos de idade, e nunca olhou para trás. Para se sustentar, Kid Rock começou a vender algumas drogas no lava-rápido onde também mantinha um emprego “convencional” – é óbvio que a “dupla jornada” não deu muito certo.JOHN DELOREAN | É ele mesmo sim, o criador da famosa marca de carros DeLorean, imortalizada pelo modelo usado no filme De Volta Para o Futuro. No entanto, o magnata milhonário da indústria automobilística também usava outra indústria, a da droga, para “complementar a renda”. O FBI chegou a captura-lo, mas ele nunca foi parar na cadeia – mesmo que sua carreira não tenha ido muito bem após o escândalo.JAY-Z | Embora sonhasse em ser rapper, Jay precisava sustentar-se enquanto os sonhos não se realizavam. Por isso, acabou vendendo crack e cocaína pelas ruas, enquanto gravava o primeiro disco e o vendia no porta-malas de seu carro – após conseguir um contrato com gravadora, Jay largou o tráfico para trás.
ANDY DICK | O comediante é polêmico e tem um longo histórico com o uso de álcool e drogas (entorpecentes), mas o que pouca gente sabe é que, além de usar drogas, Dick serve como distribuidor para traficantes em Hollywood. É o que diz o colega de profissão Jon Lovitz, que acusou Dick de fornecer drogas que causaram a overdose de Brynn Hartman.
SNOOP DOGG | Não é novidade que Snoop adora uma maconha (erva), hoje em dia legalizada em diversos estados dos EUA. No entanto, durante a adolescência do rapper a droga ainda era ilegal no país todo, de forma que ele se tornou o traficante extraoficial da escola onde estudava – entre suas clientes, ninguém menos que uma colega de classe chamada Cameron Diaz.
WILLIE NELSON | Assim como Snoop Dogg, o astro da música country famosismo nunca escondeu seu apetite pela maconha. Ele foi preso algumas várias vezes por posse e distribuição da droga durante a carreira (mesmo depois de começar a fazer sucesso!), e deve ter se sentindo aliviado quando a legalização da maconha o permitiu abrir uma loja perfeitamente dentro da lei, com franquias em vários estados americanos.
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A Clínica Greenwood mais uma vez foi destaque na revista Quem que falou sobre a recuperação de deFábio Assunção.
Reportagem sobre Fábio Assunção e Clínica Greenwood
A 35 quilômetros da capital paulista, a Clínica Greenwood tem decoração simples, quartos compartilhados e regras estritas para os até 30 pacientes
Há um tempo atrás, o ator Fábio Assunção saiu de cena. Deixou a rotina de gravações da novela Negócio da China, no Rio de Janeiro, para se tratar de dependência química. O local escolhido foi a Clínica Greenwood, no município paulista de Itapecerica da Serra, a cerca de 35 quilômetros da capital – a mesma que abrigou, por um ano, o ex-jogador e comentarista de futebol Walter Casagrande Júnior.
Apesar de isolado, Fábio não estava internado em nada parecido com um hospital. Cercada por um jardim bem cuidado, com piscina e quadra poliesportiva, a Greenwood fica em uma casa branca, limpa, com decoração antiga de móveis de madeira pesados tanto nos quartos quanto nas áreas comuns, conforme relatam ex-internos ouvidos com exclusividade por QUEM. Localizada num condomínio de classe média alta, tem esquema de segurança discreto. Na entrada do condomínio, não há porteiros ou seguranças. Na casa, apenas um portão com interfone. Mas a Greenwood tem uma equipe de 60 profissionais, entre médicos, enfermeiros, pessoal de serviços, seguranças e outros. São dois profissionais para cada paciente – 30 no máximo. Esses “hóspedes”, na maioria homens, jovens de famílias abastadas, se dividem entre quartos individuais até quádrupulos, todos suítes. Os preços variam de 13 mil a 22 mil reais por mês, dependendo do tipo de acomodação.
Passada a fase inicial de diagnóstico, de um mês, os pacientes são divididos em dois grupos de terapia: G1 e G2. Quem acabou de entrar na clínica vai sempre para o G2, o grupo daqueles que ainda não desenvolveram consciência sobre sua condição de dependente químico. Para passar para o G1, o paciente precisa aceitar a idéia de que nunca mais poderá usar substâncias químicas em geral, incluindo bebidas alcoólicas.
Não há tempo determinado para a duração dessa etapa. Conforme entrevista dada à revista Época em abril, aos sete meses de internação, Casagrande levou quatro meses até a aceitação do tratamento e ficou oito meses no G2, sem poder sair da clínica, receber visitas ou mesmo falar ao telefone. Dentro da Greenwood, ninguém usa celular ou internet.
REGRAS DE CONDUTA
Pertencer ao G1, no entanto, não é garantia de passe livre não. As visitas são só nos finais de semana e os telefonemas, monitorados.
Além disso, um paciente do G1 pode perder o direito a receber visitas se não se comportar bem. Tanto G1 quanto G2 seguem um sistema de penalização com contagem de pontos.
Todos acordam com 10 pontos de crédito, que podem perder ou manter ao longo do dia, conforme seu comportamento. Chegar atrasado para atividades como trabalho na horta e sessões de terapia, por exemplo, significa pontos a menos.
Ao fim da semana é feita uma média. Quanto mais baixa for, menos regalias terá o paciente.
No caso do G1, visitas e telefonemas são considerados regalias. O uso da piscina, o direito de dormir mais tarde e poder beber refrigerante no fim de semana são regalias para todos.
ROTINA
As terapias de grupo e individuais ocupam boa parte da rotina na Clínica Greenwood. O dia na clínica começa cedo, às 7h, com atividades esportivas. Depois os pacientes tomam café-da-manhã e seguem para seus grupos de terapia. Param para almoçar e, lá pelas 17h, encerram as atividades com uma sessão de relaxamento. Após o jantar, podem ver TV a cabo nas áreas comunitárias.
Existem regras rígidas. O cigarro, por exemplo, é permitido, mas desestimulado. Apenas dois pacientes por vez podem fumar, sempre de pé e sem conversar entre si. Namoros são expressamente proibidos e a arrumação dos quartos é obrigatória, sob pena de se perderem pontos e regalias.
O paciente recebe algumas tarefas para benefício coletivo, como ajudar na horta que fornece alimentos à cozinha. “As minhas são tirar o café-da-manhã, limpar a sala de grupo e pôr o gelo na mesa das refeições. Na quinta, coloco as roupas para lavar e as penduro. Na sexta, eu as tiro do varal”, descreveu Casagrande enquanto estava na clínica.
A família dos pacientes da Clínica Greenwood também precisam se envolver no tratamento dos pacientes. Mesmo quando não há visitas, pais, irmãos, cônjuges e filhos devem também fazer terapia em uma filial da Greenwood no bairro do Ibirapuera, em São Paulo.
Internação involuntária em clínicas de recuperação são permitidas?
Em um artigo publicado no jornal O Popular em um sábado, a juíza Sirley Martins da Costa , da 1ª Vara de Família e Sucessões de Goiânia, aborda a falta de informação sobre a lei que dispõe sobre internação compulsória e os equívocos observados nos pedidos endereçados ao Poder Judiciário.
O tema será objeto de discussão, no próximo dia 22 de março , às 19 horas, no auditório do Ministério Público, em mais uma edição da mesa de debates , que conta com o apoio da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (ASMEGO).
Confira o artigo.
A lei e a internação compulsória
Muitos pedidos de internação compulsória apresentados ao Judiciário, nos últimos meses, quase sempre em razão da dependência do crack, têm se mostrado desnecessários. Outro equívoco que se percebe é a acumulação dos pedidos de internação com a interdição por incapacidade, quando há familiar para assumir a curatela e pedir a internação.
A questão da internação do paciente acometido de transtorno mental é regida pela Lei 10.216/2001, que representou um março no processo de valorização da vontade do paciente, mesmo tendo reconhecido que, momentaneamente, a expressão da vontade pode não ser possível. Prevê o parágrafo único do artigo 6º da mencionada Lei que há três tipos de internação psiquiátrica: 1)-voluntária, solicitada pelo paciente; 2)- involuntária, pedida por terceiro; e 3)-compulsória, “aquela determinada pela Justiça”. Obviamente, a necessidade de internação, em qualquer modalidade, será sempre avaliada por médico.
A lei citada acima afirma que a internação involuntária pode ser pedida por “terceiro”. Penso que as pessoas habilitadas a formularem o requerimento são, por analogia, as mesmas previstas no Art. 1.768 do CC, a saber: pais ou tutores, cônjuge (ou companheiro), ou por qualquer parente.
Sem adentrar na questão de haver ou não um problema epidêmico relativo ao uso do crack, o certo é que para que haja a internação involuntária, basta que um familiar formule o requerimento na unidade hospitalar e que o médico a autorize (Art. 8º da Lei 10.216/2001).
Quando o pedido de internação for feito por terceiro, entendido como tal o familiar, o requerimento deve ser administrativo e apresentado diretamente no estabelecimento de internação, ou no centro de regulação, no caso do Sistema Único de Saúde (SUS). Não há necessidade de intervenção Judicial ou do Ministério Público para que haja a internação involuntária. Apenas é preciso que o estabelecimento hospitalar comunique ao Ministério Público, em 72 horas, na forma da referida lei.
A internação compulsória
Está prevista na lei para aplicação naquelas situações em que há necessidade de intervenção estatal (questão de saúde pública), mas não há solicitação de familiar para a internação. Nestes casos, tanto o Ministério Público quanto o setor próprio da área de saúde pública podem formular ao Judiciário o pedido de internação compulsória do paciente.
O pedido de internação compulsória deve ser direcionado ao Juiz da Vara de Família, pois o fundamento do pedido é o fato de o usuário de substância entorpecente estar impossibilitado, momentaneamente, de decidir acerca do próprio interesse, no caso sua saúde. De qualquer forma, a medida, deferida em caráter emergencial e temporária, deve preceder de manifestação do Ministério Público e será sempre deferida no intuito de proteger o interesse do usuário. O magistrado jamais deve fixar o tempo da internação, pois caberá ao especialista responsável pelo tratamento decidir sobre o término da internação (§ 2º do Art. 8º).
A internação (involuntária ou compulsória) deve ser mais breve possível, pois, o quanto antes, o paciente deve ser formalmente cientificado dos direitos previstos no parágrafo único do Art. 2º da Lei 10.216/2001, mormente o direito previsto no inciso V: “ter direito à presença médica, em qualquer tempo, para esclarecer a necessidade ou não de ser internado”.
É possível a internação forçada de pessoa maior de 18 anos e com capacidade civil?
1810
Publicado por Marcelo Madureira
ano passado
Nos dias atuais mais e mais pessoas se tornam viciadas em drogas, bebidas alcoólicas e/ou mesmo apresentam transtornos mentais, tornando a permanência dessas pessoas na sociedade um risco para a pessoa que apresenta o problema, para os seus familiares e para a sociedade.
Contudo, sem uma ordem judicial é possível realizar uma intervenção familiar (internação sem ser requerido judicialmente qualquer pedido para tornar a pessoa com determinado transtorno mental, viciado em drogas/bebida alcoólica incapaz)?
A resposta é sim, conforme artigo 6º, Parágrafo único, inciso II da Lei 10.216/2001, a internação involuntária é possível, desde que seja feito um laudo médico detalhando o transtorno mental, ou vício em substâncias tóxicas e a internação seja voluntária (solicitada pela própria pessoa), ou por terceiro (diante da vida social estar impraticável), ou mesmo advenha de uma medida judicial:
“Art. 6º – A internação psiquiátrica somente será realizada mediante laudo médico circunstanciado que caracterize os seus motivos.
Parágrafo único. São considerados os seguintes tipos de internação psiquiátrica:
I – internação voluntária: aquela que se dá com o consentimento do usuário;
II – internação involuntária: aquela que se dá sem o consentimento do usuário e a pedido de terceiro;
III – internação compulsória: aquela determinada pela Justiça”.
O que é incabível é internar um familiar ou conhecido sem que o mesmo tenha qualquer problema com drogas, álcool e/ou transtornos mentais.
Neste sentido, é pacífica a jurisprudência:
“DIREITO Á SAÚDE. INTERNAÇÃO HOSPITALAR PSIQUIÁTRICA COMPULSÓRIA. PESSOA MAIOR USUÁRIA DE DROGAS. OBRIGAÇÃO SOLIDÁRIA DO PODER PÚBLICO DE FORNECÊ-LA. CONDUÇÃO FORÇADA PARA AVALIAÇÃO. 1.
Tratando-se de pessoa agressiva e violenta e, ao que tudo indica, dependente químico, é cabível pedir aos entes públicos a sua avaliação e, caso constatada a necessidade, a internação compulsória e o fornecimento do tratamento adequado, a fim de assegurar-lhe o direito à saúde e à vida. 2. É cabível o pleito de internação psiquiátrica compulsória, com determinação de uso de força policial caso necessário, quando o dependente químico se nega a se submeter ao tratamento médico. 3.
Os entes públicos têm o dever de fornecer gratuitamente o tratamento de pessoa cuja família não tem condições de custear. 4. Há exigência de atuação integrada do poder público como um todo, isto é, União, Estados e Municípios para garantir o direito à saúde. 5. É solidária a responsabilidade dos entes públicos. Inteligência do art. 196 da CF. Recurso provido.” (TJRS – Agravo de Instrumento nº 0142767-03.2013.8.21.7000; SÉTIMA CÂMARA CÍVEL; DES. SÉRGIO FERNANDO DE VASCONCELLOS CHAVES; Data do julgamento: 04/07/2013).
“DIREITO Á SAÚDE. INTERNAÇÃO HOSPITALAR PSIQUIÁTRICA COMPULSÓRIA. PESSOA MAIOR USUÁRIA DE DROGAS. OBRIGAÇÃO SOLIDÁRIA DO PODER PÚBLICO DE FORNECÊ-LA. CONDUÇÃO FORÇADA PARA AVALIAÇÃO. 1.
Tratando-se de pessoa agressiva e violenta e, ao que tudo indica, dependente químico, é cabível pedir aos entes públicos a sua avaliação e, caso constatada a necessidade, a internação compulsória e o fornecimento do tratamento adequado, a fim de assegurar-lhe o direito à saúde e à vida. 2.
É cabível o pleito de internação psiquiátrica compulsória, com determinação de uso de força policial caso necessário, quando o dependente químico se nega a se submeter ao tratamento médico. 3. Os entes públicos têm o dever de fornecer gratuitamente o tratamento de pessoa cuja família não tem condições de custear. 4. Há exigência de atuação integrada do poder público como um todo, isto é, União, Estados e Municípios para garantir o direito à saúde. 5. É solidária a responsabilidade dos entes públicos. Inteligência do art. 196 da CF. Recurso pro
Em maio de 2018, o Google atualizará a política de saúde e medicamentos para restringir a publicidade de serviços de recuperação de dependência química. Essa política será aplicada globalmente, em todas as contas que anunciam serviços de reabilitação.
Veja alguns exemplos de serviços de reabilitação que serão restritos conforme a nova política:
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Atualmente, anúncios de serviços de reabilitação de drogas e álcool não são permitidos fora dos Estados Unidos.
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