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  • Clínica de Reabilitação feminina que aceita Convênio Médico para tratamento de Reabilitação SP

    Clínica de Reabilitação feminina que aceita Convênio Médico para tratamento de Reabilitação SP

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  • O que é a Dependência Química? Tipos de drogas, efeitos das substâncias e tratamentos.

    O que é a Dependência Química? Tipos de drogas, efeitos das substâncias e tratamentos.

    O Que é Dependência Química? Tipos de drogas, efeitos e
    tratamentos.

    Introdução

    O que é a Dependência Química? Quais são os tipos de drogas consumidas, efeitos e tratamentos. Maria Alice Fontes Introdução O relato sobre o uso de drogas pela humanidade, remonta os tempos mais remotos, embora o principal objetivo de sua utilização fosse o alívio da dor ou servisse como parte da realização de rituais de uma determinada cultura.

    A utilização de substâncias para alterar o estado psíquico é conhecida há mais de 4 mil anos, principalmente pelo povo egípcio, que àquela época já relatava o uso de opiáceos (os opiáceos são substâncias derivadas do ópio e, portanto, estão incluídos na classe dos opioides – grupo de fármacos que atuam nos receptores humanos  opioides neuronais. Wikipédia) e maconha. A maioria dos medicamentos utilizados na Antiguidade era originário de plantas. Assim, a palavra “droga” é derivada de droog, que em holandês significa folha seca.

    1 A definição atual de “droga” utilizada no meio científico é qualquer substância capaz de trazer alterações no funcionamento do organismo de um ser vivo ou seja: alterar o ânimo ou humor, resultando em mudanças fisiológicas e comportamentais, sejam elas nocivas ou medicinais.

    2 A capacidade de alterar os estados mentais ou psíquicos caracteriza as drogas conhecidas como psicotrópicas, que agem no cérebro e provocam mudanças nas sensações, nos pensamentos e comportamentos de um indivíduo. A dependência química é uma doença bio – psico – social que afeta todas as áreas do dependente químico.

    A palavra psicotrópico é originária de psico (mente) e trópico (atração por). Vale ressaltar que as alterações referidas podem ser causadas por qualquer tipo de droga, porém cada substância provoca uma reação diferente no organismo. No entanto, boa parte das drogas psicotrópicas apresenta uma forte tendência a causar a dependência de acordo com a sua utilização.

    2 O que é Dependência Química Embora exista uma diversidade de conceituações de dependência química, todas elas são unânimes ao afirmar que a dependência é considerada uma relação alterada entre o indivíduo e seu modo de consumir uma determinada substância.

    2 A dependência química é uma doença crônica, caracterizada por comportamentos impulsivos e recorrentes de utilização de uma determinada substância para obter a sensação de bemestar e de prazer, aliviando sensações desconfortáveis como ansiedade, tensões, medos, entre outras. Doença física, mental e espiritual.

    3 A tolerância é o primeiro critério relacionado à dependência. Tolerância é a necessidade de crescentes quantidades da substância para se atingir o efeito desejado ou, quando não se aumenta a dose, é entendida também como um efeito acentuadamente diminuído com o uso continuado da mesma quantidade da substância.

    O grau em que a tolerância se desenvolve varia imensamente entre as substâncias. Existe um padrão de uso repetido da substância que geralmente resulta em tolerância, abstinência e comportamento compulsivo de consumo da droga. Um diagnóstico de Dependência de Substância pode ser aplicado a qualquer classe de substâncias.

    Os sintomas de dependência são similares entre as várias substâncias, variando na quantidade e gravidade de tais sintomas entre uma e outra droga. Os sintomas psíquicos e sociais decorrentes da dependência do fumo, por exemplo, são absolutamente menores do que aqueles da dependência ao álcool.

    Chama-se “fissura” o forte impulso subjetivo ou compulsão incontrolável para usar a substância. Embora não seja especificamente relacionada como um critério, a “fissura” tende a ser experimentada pela maioria dos indivíduos com Dependência de Substância (se não por todos).

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    A dependência é definida como um agrupamento de três ou mais dos sintomas relacionados adiante, ocorrendo a qualquer momento, no mesmo período de 12 meses. Os indivíduos com uso pesado de opioides e estimulantes podem desenvolver níveis gravíssimos de tolerância, por exemplo, como se necessitasse dez vezes mais quantidade depois de algum tempo.

    Frequentemente, essas dosagens da tolerância seriam letais para uma pessoa não usuária. Muitos fumantes consomem mais de 20 cigarros por dia, uma quantidade que teria produzido sintomas de toxicidade para uma pessoa que está começando a fumar. Os indivíduos com uso pesado de maconha em geral não têm consciência de que desenvolveram tolerância,

    embora esta tenha sido largamente demonstrada em estudos com animais e em alguns indivíduos. A tolerância pode ser difícil de determinar com base apenas na estória oferecida pela pessoa, porém, os testes laboratoriais acabam mostrando altos níveis sangüíneos daquela substância, juntamente com poucas evidências de intoxicação, o que sugere fortemente uma provável tolerância.

    4 Segundos alguns critérios diagnósticos do DSM-IV 5 , a Dependência de Substância se apresenta sob os seguintes sintomas: Um padrão mal-adaptativo de uso de substância, causando prejuízos ou sofrimento clinicamente significativos, demonstrados por pelo menos três dos seguintes critérios, ocorrendo a qualquer momento no mesmo período de 12 meses: 1.

    Tolerância, definida por qualquer um dos aspectos: a. necessidade progressiva de maiores quantidades da substância pra atingir o efeito desejado; b. significativa diminuição do efeito após o uso continuado da mesma quantidade da substância.

    2. A abstinência, manifestada por qualquer um dos seguintes aspectos: a. presença de sintomas e sinais fisiológicos e cognitivos desconfortáveis após a interrupção do uso da substância ou diminuição da quantidade consumida usualmente; b. consumo da mesma substância ou outra similar a fim de aliviar ou evitar os sintomas de abstinência.

    3. Utilização da substâncias em quantidades maiores ou por um período maior do que o inicialmente desejado.

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    4. O indivíduo acaba expressando o desejo de reduzir ou controlar o consumo e a quantidade da substância ou apresenta tentativas nesse sentido, porém mal-sucedidas. 5.

    Boa parte do tempo do indivíduo é gasto na busca e obtenção da substância, na sua utilização ou na recuperação de seus efeitos.

    6. O repertório de comportamentos do indivíduo, como atividades sociais, ocupacionais ou de lazer do indivíduo encontra-se extremamente limitado em virtude do uso da substância.

    7. Embora o indivíduo se mostre consciente dos problemas ocasionados, mantidos ou exacerbados pela substância, sejam físicos ou psicológicos, seu consumo não é interrompido. Por que ocorre a dependência? A dependência química é entendida como uma doença que envolve aspectos biopsicossociais, e o curso de seu tratamento deve procurar oferecer intervenções nas três áreas para alcançar maior eficácia e efetividade.

    6 Sabe-se que os seres humanos aplicam seus comportamentos na busca de prazer. Sendo assim, qualquer movimento que lhe ofereça uma sensação de bem-estar, de prazer ou aceitação social tende a ser repetido. Esse é o conceito de recompensa que permeia o comportamento humano.

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    Dessa forma, explica-se o motivo de muitas pessoas que utilizam drogas tornarem-se dependentes, pois a substância ingerida e sua consequente ação no sistema nervoso propiciaram ao indivíduo sensações prazerosas, ainda que momentâneas.

    7 Aspectos biológicos Para sustentar os aspectos neurobiológicos da dependência, faz-se necessário mencionar o sistema de recompensa cerebral, responsável pela principal fonte de liberação do neurotransmissor dopamina. Esta substância contida nos neurônios do segmento ventral e cuja liberação ocorre no núcleo accumbens e na área pré-frontal é responsável pelas principais vias do prazer, seja de modo natural, ou através do uso das drogas. Todo esse sistema é responsável pela estimulação prazerosa, assim explicando parte do processo cerebral envolvido no uso de drogas.

    6, 7 Aspectos psicológicos Por causar uma sensação de bem-estar no indivíduo, o uso de drogas pode ser erroneamente associado ao alívio de tensões emocionais ou preocupações do indivíduo.

    4, 6 Dessa forma, entende-se que a droga é capaz de propiciar um amortecimento da vivência dos problemas emocionais de um indivíduo, mantendo-o alheio das dificuldades que deveria enfrentar na vida cotidiana. Um exemplo possível, é o dos indivíduos que apresentam um quadro de intensa ansiedade, e que para minimizar as sensações dele provindas, ingerem álcool todas as vezes que necessitam enfrentar uma situação social.

    Nesse caso, a dependência química pode se instalar progressivamente de maneira subjacente à ansiedade. Aspectos sociais Para explicar melhor estes aspectos envolvidos na dependência química, é necessário compreender o contexto social no qual o indivíduo se encontra inserido.

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    4, 6 A realidade atual nos mostra que a disponibilidade da droga faz com que o álcool, o tabaco e até drogas mais pesadas, estejam muito próximas das crianças e adolescentes. O álcool é comercializado com pouco controle governamental, tornando-o uma das drogas de maior acesso pelos adolescentes.

    Além da disponibilidade, as camadas menos favorecidas tem carência de suporte social adequado, especialmente quanto a educação, saúde e ao emprego. Sabe-se que em muitas favelas o traficante pode exercer um papel manipulador, pois é ele quem passa a oferecer subsídios importantes no lugar da família ou dos órgãos governamentais.

    Outros fatores como facilitação da interação social, a melhora dos vínculos sociais também pode ser caracterizada como um fator psicossocial de reforçamento do uso da droga.

    A confiança pessoal pode ser bem fortalecida enquanto as barreiras ou defesas diminuem. A intoxicação e a participação em rituais, como as atuais “raves”, permitem que os usuários partilhem suas experiências e sintam-se libertados das obrigações sociais normais. O propósito da intoxicação é retirar-se das responsabilidades que a sociedade normalmente espera que um adulto ou adolescente tenha.

    A droga também é responsável por promover a coesão e solidariedade entre membros de um grupo social: serve como meio de identificação do grupo e com o grupo. Tipos de drogas e sua ação 1. Ansiolíticos 2. Anticolinérgicos 3. Cocaína 4. Ecstasy 5. LSD 6. Anfetaminas 7. Esteróides anabolizantes 8. Maconha 9. Tabaco 10. Álcool 11. Opiáceos

    1. Ansiolíticos Os ansiolíticos, também são chamados tranquilizantes, são medicamentos capazes de atuar no sistema nervoso sobre o estado de ansiedade e a tensão, trazendo ao indivíduo uma sensação de calma tranquilizadora. São medicamentos prescritos a pessoas que sofrem de ansiedade ou insônia por também terem efeitos hipnóticos.

    Porém, muitas pessoas utilizam os ansiolíticos de forma indiscriminada e inadequada, sempre que pensam enfrentar uma situação que gera ansiedade. Outro grande problema, é a mistura de ansiolíticos benzodiazepínicos (o tipo mais comum) com bebida alcoólica, que pode levar o indivíduo a graves problemas médicos, pois o álcool é um depressor do sistema nervoso central e potencializa os efeitos dos ansiolíticos.

    Em longo prazo, a utilização inadequada dos ansiolíticos traz prejuízos nos processos de aprendizagem e memória do indivíduo, e nas funções psicomotoras. 3 As intoxicações agudas por benzodiazepínicos são encontradas com alguma frequência nas salas de emergência.

    A sedação é o achado mais comum, mas pode haver casos de desinibição comportamental, com agressividade e hostilidade. Tal efeito é mais comum quando os benzodiazepínicos são combinado com o álcool, mas pode aparecer em pacientes idosos ou com lesões prévias no Sistema Nervoso Central.

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    2. Anticolinérgicos Os anticolinérgicos podem ser  tanto naturais (encontrado em algumas plantas, como saia branca, lírio, trombeta de anjo, etc.) ou sintéticos (encontrados em medicamentos contra o Mal de Parkinson, cólicas estomacais ou intestinais, e ainda em colírios para dilatar a pupila), e em ambos os tipos os efeitos produzidos são os mesmos.

    Os efeitos provocados pelos anticolinérgicos são os delírios e as alucinações. Os sintomas e sinais após o seu uso são pupilas dilatadas e sem reflexos, visão borrada, boca e narinas secas, dificuldade respiratória, taquicardia, diminuição da pressão sanguínea, e hipertermia.

    Quando são utilizados a longo prazo, os anticolinérgicos deixam a pessoa em um permanente estado de desinteresse e desorientação, podendo ser explorada por outros, e ainda prejudicando o seu desempenho acadêmico ou ocupacional.

    2, 3 3. Cocaína A cocaína é uma substância capaz de estimular o sistema nervoso central S.NC., causando aceleração do pensamento, inquietação psicomotora, aumento do estado de alerta, inibição do apetite, perda do medo e sensação de poder.

    No entanto, as sensações agradáveis por ela proporcionada duram curto período de tempo, e após seus efeitos, a pessoa pode ser levada a um estado de depressão, necessitando de outras doses da droga para ter a sensação que está saindo deste estado.

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    A cocaína (pó) pode ser aspirada, injetada ou fumada (sob a forma de crack). Seu uso contínuo pode levar a sérias complicações cardiovasculares, respiratórios, gastrointestinais, perda da capacidade sexual, entre outros. Quanto aos problemas psicológicos causados pelo seu uso a longo prazo, estão a depressão, ansiedade, irritabilidade, agressividade, dificuldades de concentração, e sentimentos de perseguição (paranóia).

    Quando a dependência se estabelece, o indivíduo limita os seus comportamentos apenas para a busca e a utilização da droga, pondo de lado todas as outras atividades. A cocaína e as anfetaminas tem um efeito específico nas vias dopaminérgicas mesolímbica e mesocortical, e especialmente no chamado sistema de recompensa, caracterizado pelas grandes estruturas:

    Segmento ventral “VTA” (Ventral Tegment Area), Núcleo accumbens e Cortex pré frontal. Vias de administração e complicações do uso da cocaína As principais vias de administração da cocaína são: inalada, injetável e fumada. Historicamente, o abuso de cocaína envolvia o comportamento de inalar a forma em pó (sal de hidroclorito).

    No final da década dos anos 80, a via injetável passou a predominar, sendo evidência deste fato o grande número de usuários de cocaína injetável serem pessoas infectadas pelo vírus HIV. Na década de 90, observou-se o aumento do uso na forma fumada.

    Quando a cocaína (pó) é processada na forma de uma pasta (free base ou crack) ela pode ser fumada, sendo volatilizada à altas temperaturas sem nenhuma destruição dos componentes. A forma fumada leva a droga ao cérebro de maneira mais rápida que a inalada, já que a inalação requer que a cocaína passe da corrente sangüínea do nariz, para o coração onde ela será bombeada para os órgãos do corpo, inclusive para o cérebro.

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    Entretanto, na forma fumada (smoking), a droga faz um atalho passando dos pulmões diretamente para o coração e para o cérebro. Quanto mais rápido uma droga com poder de dependência chega os cérebro, maior será a chance de ser abusada. Se por um lado a cocaína injetável tem como complicação mais importante a ocorrência de diversas infecções, por outro lado a via pulmonar com o crack traz consigo outras complicações como um maior potencial de dependência e o maior apelo a população mais jovem.

    Os efeitos agudos e crônicos do uso da cocaína (pó) Um dos principais efeitos de uma intoxicação aguda por cocaína é a sensação de prazer descrita muitas vezes como euforia. Doses baixas e iniciais de estimulantes causam estimulação dopaminérgica aguda no centro endógeno do prazer no cérebro.

    A sensação induzida de hiperalerta pode ser confirmada por um eletroencefalograma (EEG) e eletrocardiograma (ECG). O EEG alterado mostra uma dessicronização generalizada das ondas cerebrais.

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    Os efeitos agudos pode ser descritos como: • euforia que frequentemente evolui para disforia; • sensação de energia aumentada; • sensação de melhor funcionamento; • aumento das percepções sensoriais (sexuais, auditivas, táteis e visuais);

    • diminuição do apetite nas pessoas;

    • aumento de ansiedade (ânsia) e suspeição;

    • diminuição da necessidade de sono;

    • diminuição do cansaço e fadiga;

    • aumento da auto confiança, egocentrismo;

    • delírios  persecutórios;

    • sintomas gerais de descarga simpática (tonturas, tremor, hiperreflexia, febre, midríase, sudorese, taquipnéia, taquicardia, hipertensão). – Se pelo menos dois destes sinais referidos estão presentes após uma hora de uso, preenchem critérios para intoxicação por estimulante. Os efeitos patológicos do uso crônico da cocaína podem ser observados nas diversas esferas: fisiológica, psicológica e social/interpessoal.

    Quanto aos efeitos fisiológicos, o uso repetido de baixas doses de cocaína leva: • ao aumento da sensibilidade e potencialização da atividade motora com reações exageradas Quanto aos efeitos cardiológicos crônicos observa-se:

    • taquicardia,

    • hipertensão(hip),

    • vaso constrição da artéria coronariana com diminuição do fluxo sanguíneo, gerando um aumento da incidência de isquemias durante a abstinência.

    • arritmia,

    • miocardite ou cardiomiopatia relacionada à catecolamina.

    Quanto aos efeitos no SNC destacam-se:

    • efeito no centro termo regulador podendo causar hipertermia maligna,

    • diminuição do limiar convulsivo,

    • vaso constricção cerebral com aumento de AIT ou AVC,

    • cefaléia vascular migratória durante a abstinência pode ser associada a desregulação serotoninérgica,

    • atrofia cortical, especialmente nos lobos frontais e temporais. Efeitos pulmonares:

    • tosse crônica com secreção preta especialmente para os usuários de estimulantes fumados,

    • edema pulmonar,

    • pneumonia granulomatosa com hipertensão pulmonar,

    • “pulmão de crack” (dortoráxica, hemoptise e infiltrado alveolar difuso). Efeitos nasais e na face:

    • inflamação e atrofia da mucosa nasal,

    • sinusite crônica,

    • necrose e até perfuração do septo nasal,

    • ulceração de gengiva devido a aplicação de cocaína oral. Efeitos do uso durante a gravidez:

    • placenta prévia,

    • aborto espontâneo em mulheres,

    • sofrimento fetal Com relação aos efeitos na esfera psicológica, observa-se: Durante o uso crônico de cocaína, ou mesmo após uma orgia de consumo (binge), sintomas depressivos, amotivação, sonolência, paranóia e irritabilidade costumam ocorrer.

    A cocaína pode induzir ataques de pânico, inclusive desencadear a Síndrome do Pânico que persiste mesmo após a interrupção do uso da droga. Durante os episódios de “binge” uma psicose tóxica pode se desenvolver sem que sejam evidenciados sintomas psicopatológicos prévios no indivíduo.

    A fissura (desejo de repetir o prazer experimentado), juntamente com os sintomas depressivos de abstinência da droga (crash) podem levar ao uso repetido e compulsivo da cocaína.

    A cocaína é também conhecida por piorar a sintomatologia depressiva preexistente, podendo produzir também uma síndrome psicótica caracterizada por paranóia, prejuízo da testagem da realidade, ansiedade, padrão estereotipado compulsivo de comportamento e alucinações vívidas: visuais, auditivas ou táteis.

    Observa-se ainda que usuários crônicos tendem a associar a cocaína com drogas sedativas como álcool para evitar efeitos estimulantes desagradáveis. Quanto a esfera social/interpessoal podemos destacar:

    • maior risco de acidentes devido ao prejuízo no julgamento e hiperatividade,

    • maior risco de infecções devido ao uso de seringas,

    • riscos de disseminação de DST,

    • atividades criminais,

    • negligência com os filhos,

    • perda da estrutura familiar,

    • perda do produtividade no trabalho.

    4. Ecstasy É uma substância inicialmente utilizada como moderador de apetite, porém atualmente é extensamente usada por pessoas que frequentam festas rave e casas noturnas, e tem a forma de um comprimido. Seus efeitos agudos compreendem intensa hipertermia, podendo ir acima de 400 graus centígrados (o que pode levar a desidratação), taquicardia e elevação da pressão arterial, alucinações, aumento da atividade física e insônia.

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    Os efeitos causados pelo seu uso a longo prazo são hepatopatias, cardiopatias, emagrecimento, transtornos psiquiátricos e lesão cerebral. 5. LSD O LSD, também conhecido como “ácido”, é uma substância sintética, ou seja, produzida em laboratório, capaz de provocar grandes alterações mentais, causando fortes efeitos alucinógenos no indivíduo.

    As alucinações, em sua maioria, ocorrem na área visual ou auditiva. Estados de intensa euforia podem ser intercalados com sentimentos de medo e tristeza, além da presença de sentimentos persecutórios.

    Os efeitos agudos do uso do LSD são pupilas dilatadas, aumento da temperatura corporal e da pressão arterial, taquicardia, sudorese, perda de apetite, insônia, boca seca, tremores, alteração na percepção temporo-espacial e corporal, despersonalização, sinestesia (mistura de informações sensoriais, como “ouvir uma cor”, “ver um som”).

    Já os efeitos crônicos se traduzem por fadiga, tensão, transtornos psiquiátricos se houver predisposição, “flashbacks” (fenômeno de causa desconhecida, mas que leva o usuário a apresentar todos os sintomas psíquicos de uma experiência anterior, mesmo sem ter utilizado a droga novamente), incapacidade de perceber e avaliar situações de risco.

    2, 3 6. Anfetaminas As anfetaminas são drogas estimulantes, que provocam o aumento da atividade cerebral, apresentando efeitos inibidores da fadiga, ou seja, a pessoa anda mais, corre mais, não tem necessidade de sono, fala mais, come em menor quantidade, etc.

    Os efeitos agudos são euforia, aumento da vigilância e da atividade motora, melhora do desempenho atlético, taquicardia, dilatação das pupilas, aumento da pressão arterial e da temperatura do corpo, o que pode levar a convulsões.

    Os efeitos produzidos pelo uso prolongado desta droga são intensa perda de peso, hipertensão, agressividade, irritabilidade, sentimentos persecutórios, tremores, respiração rápida, desorganização do pensamento, e repetição compulsiva de atividades.

    3 7. Esteróides anabolizantes (bomba) estas são drogas muito utilizadas para substituição de testosterona (hormônio masculino). Os anabolizantes apresentam dois tipos de efeitos: o anabólico (aumento do crescimento muscular) e androgênico (desenvolvimento de características sexuais masculinas, como crescimento de pelos, barba, voz grossa, etc.)

    O uso indevido dessas drogas em homens provoca a redução da produção de esperma, impotência sexual, dificuldades ou dor ao urinar, calvície, e ginecomastia (crescimento das mamas). Em mulheres, ocorre o engrossamento da voz, crescimento de pêlos no corpo e na face, perda de cabelo, diminuição dos seios.

    Em adolescentes de ambos os sexos, sua utilização pode interromper o crescimento físico. Já em indivíduos adultos, há o risco de desenvolvimento de câncer no fígado, problemas na coagulação do sangue, colesterol, hipertensão, ataque cardíaco, acne, oleosidade da pele e cabelo, aumento da agressividade, alteração do humor, distração, problemas de memória.

    3 8. Maconha A maconha, nome popular da Cannabis Sativa (erva) C.S., é uma planta que produz mas de 400 substâncias químicas, entre elas, o THC (tetrahidrocanabidol).

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    Efeitos agudos do uso da maconha Efeitos agudos:

    • despersonalização

    • desrealização

    • ilusões (visuais/auditivas) transitórias

    • excitação psicomotora, euforia

    • irritabilidade

    • aumento da sensibilidade aos estímulos sensoriais, maior percepção de cores, sons, texturas, paladar, apetite

    • boca seca

    • tosse

    • percepção do tempo mais lenta

    • aumento da capacidade de introspecção

    • aumento da capacidade de ser absorvido por sensações de conteúdo sensual, aumento do desejo sexual

    • sensação de relaxamento, flutuar

    • aumento da auto confiança

    • comprometimento da memória recente

    • comprometimento motor

    • conjuntivite, pupilas dilatadas

    • taquicardia

    • alteração da pressão arterial (hipotensão ortostática) Efeitos Crônicos

    • Células e Sistema Iimunológicos – Comprometimento da imunidade, aumento de infecções bacterianas e virais. Carcinogênese, mutação celular.

    • Sistema Cardiovascular – Pacientes com história de angina podem evoluir com precordialgia devido ao aumento da demanda do miocárdio e pela taquicardia.

    Maior risco de hipertensão arterial, doença cérebro vascular ou coronariana como consequência da taquicardia e aumento da pressão arterial.

    • Sistema Reprodutor – Diminuição da testosterona e da produção de esperma, desorganização do ciclo ovulatório. Uso na gravidez: hipóxia fetal, comprometimento do desenvolvimento fetal, baixo peso ao nascimento.

    • Sistema Respiratório Humano – Fenômenos irritativos dos epitélios dos brônquios e nasofaringe. Bronquite crônica, câncer pulmonar, faringite, sinusite.

    • Efeitos no Desenvolvimento e Adolescência – Estreitamento do repertório social e interacional. Abertura para o uso de outras drogas (primeiro uso de drogas lícitas – álcool e tabaco, passando para canabis, cocaínae alucinógenos). Piora do desempenho escolar.

    Pior taxa de desemprego na vida adulta.

    A ação da maconha no sistema nervoso central A ação da maconha (canabis) se assemelha aos opioides e benzodiazepínicos que atuam em receptores específicos do cérebro, diferentemente do álcool que perturba a atividade de diversos neurotransmissores. Os receptores específicos da maconha são chamados “receptores canabinoides” sendo que sua distribuição no cérebro está localizada principalmente nas regiões da córtex cerebral, hipocampo, cerebelo e gânglios basais.

    Vale notar que as funções neurológicas destas áreas com maior concentração de receptores canabinoides correspondem a alguns dos efeitos específicos da droga como por exemplo: pensamento desorganizado (córtex cerebral), dificuldades de memória (hipocampo), descoordenação motora (cerebelo). Os efeitos euforizantes agudos parecem estar relacionados com a ação dos receptores canabinoides no sistema dopaminérgico mesolímbico cerebral.

    Este sistema é responsável pela experiência de reforçamento produzida pela maioria das drogas de abuso. Alguns dos efeitos do THC ocorrem pela interação com o sistema opioide endógeno, que por sua vez interage com o sistema dopaminérgico. O uso crônico da canábis pode produzir mudanças neuro adaptativas no sistema límbico, de maneira semelhante às outras drogas de abuso, o que parece explicar os efeitos da retirada da droga, com os fenômenos de craving associados a abstinência.

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    Mais recentemente foi descoberta a “anandamida”, uma substância endógena cerebral que se liga ao receptor canabinóide e simula a ação do THC, as pesquisas com esta substância podem vir a trazer importantes contribuições no entendimento do sistema canabinóide no cérebro.

    Absorção e metabolismo da maconha Quando utilizado na forma fumada, o THC é absorvido rapidamente dos pulmões na corrente sanguínea com um pico de concentração ocorrendo cerca de 10 minutos depois do ato de fumar; observa-se que o declínio de THC no sangue é igualmente rápido de maneira que após uma hora consumo, apenas cerca de 5 a 10% dos níveis sanguíneos de THC ainda podem permanecer circulando.

    A absorção pode ser muito mais lenta, caso o THC for ingerido oralmente, na forma de bolos ou tortas, sendo o início dos efeitos sentidos somente depois de uma hora ou mais, permanecendo ativos por até 5 horas ou mais. A metabolização do THC tem início imediatamente nos pulmões na forma fumada, ou nos intestinos na forma ingerida oralmente, mas a maior parte do THC é absorvida na corrente sanguínea e levada até o fígado onde é transformada em dois subprodutos, sendo um psicoativo e outro não.

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    Este subprodutos são geralmente os responsáveis pelo principais efeitos psicoativos do uso da maconha, principalmente quando consumida oralmente.

    9. Tabaco O tabaco é uma planta denominada Nicotiana Tabacum, da qual é extraída a nicotina, entre outras substâncias altamente tóxicas como terebentina, formol, amônia, naftalina, etc. O tabaco é uma droga que causa tolerância e dependência, e muitas das pessoas que fumam se sentem incapazes de interromper seu uso. Os efeitos agudos do tabaco são leve taquicardia, hipertensão, aumento da respiração e da atividade motora, dificuldade de digestão, insônia, tontura e inibição do apetite.

    Os efeitos causados pelo seu uso contínuo são doenças cardíacas, bronquite crônica, enfisema pulmonar, derrame cerebral, úlcera digestiva, diversos tipos de câncer, diminuição da longevidade. 2, 3 10. Álcool O álcool é uma das poucas drogas que têm o consentimento da sociedade para a sua utilização, o que facilita a sua aquisição e o uso indiscriminado em qualquer faixa da população.

    Só é visto como um problema, quando é utilizado de forma exacerbada. Os efeitos causados pelo álcool incluem duas fases: uma estimulante e outra depressora. Na fase estimulante surgem a euforia, desinibição social e facilidade para falar em público.

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    Os efeitos depressores se traduzem por falta de coordenação motora, sonolência e descontrole. O efeito depressor é acentuado pelo consumo excessivo do álcool, podendo levar ao estado de coma. Ele age diretamente em órgãos como fígado, coração, vasos, e parede de estômago, e seu uso prolongado pode desencadear patologias em cada um deles.

    O alcoolismo é uma doença muito comum em todos os países, e de difícil controle, pois o álcool é utilizado pela primeira vez cada vez mais cedo, e para adquiri-lo, o indivíduo não precisa fazer grandes esforços. Em algumas comunidades, há uma estimulação quanto a ingestão do álcool, como se fosse traço de masculinidade, garantia de diversão em festas, etc.

    2, 3, 8 11. Opiáceos Essas são drogas derivadas do ópio, podendo ser opiáceos naturais (como a morfina e a codeína) ou semissintéticos (como a heroína, que é uma substância alterada da morfina). Os opiáceos são drogas sedativas, que induzem o sono, e analgésicas, sendo assim, muito utilizadas para tratamento médico.

    Veja também:

    Tratamento do cigarro

    Porém os opiáceos têm um alto poder de causar dependência, e seu uso indevido levam a efeitos agudos como euforia, intensa sensação de prazer, distanciamento da realidade, chegando a sentimentos de mal-estar, irritabilidade, depressão, miose (contração da pupila), sonolência excessiva, inconsciência, bradicardia, depressão respiratória, convulsões, coma e morte. Os sintomas de abstinência se apresentam muito intensos, sendo necessária a internação do indivíduo.

    Veja também:

    Tratamento para Dependentes de Cocaína Para Dependentes Químicos

    O uso prolongado dos medicamentos ou drogas que são opiáceos (derivados do ópio) levam a um aumento da tolerância e consequente dependência, prisão de ventre crônica, problemas digestivos, dificuldades visuais devido a miose, e total distanciamento da realidade.

    2, 3 Tratamento A dependência química é reconhecida como uma doença que afeta o indivíduo no campo biopsicossocial e as estratégias de seu tratamento busca o restabelecimento físico, psicológico e a reinserção social do dependente.

    1 O tratamento da dependência química é muito complexo, e seu sucesso e efetividade estão intimamente ligados ao grau de motivação do indivíduo. Os sintomas da dependência não diferem em grande escala de pessoa para pessoa, mas a motivação para a mudança se apresenta de uma determinada forma para cada um, sendo assim, variável. Após uma avaliação do quadro, o tratamento mais indicado será discutido junto com o dependente, sua família e a equipe multidisciplinar.

    1, 2 A internação do dependente químicoé parte do tratamento da dependência química e do alcoolismo, e não uma única estratégia. Ela é utilizada com o objetivo de desintoxicar o indivíduo, e não implica na cura da dependência química. Além disso, a internação é necessária quando o dependente apresenta sintomas de abstinência muito intensos, ou quando quadros psiquiátricos são desencadeados pelo uso excessivo de drogas.

    2 Após o período de internação (quando necessária), o acompanhamento continuado é a estratégia mais indicada nos quadros de dependência química. Dessa forma, o tratamento multidisciplinar permitirá ao indivíduo lidar com os sintomas de abstinência, que poderão estar mais amenos.

    Veja também:

    Tratamento com Ibogaína em SP

    O tratamento psicológico da dependência química visa mostrar ao paciente que ele possui em si próprio meios de enfrentamento de situações desconfortáveis sem a utilização de drogas. Como já foi dito, os aspectos psicossociais exercem um papel muito importante na manutenção da doença, pois passados os sintomas de abstinência, são eles que permanecem.

    Assim, o acompanhamento de um psicólogo é de extrema relevância para o tratamento da dependência química, pois mais importante do que a abstenção das substâncias que causaram a dependência, é manter o indivíduo afastado das drogas, que será um desafio constante na vida do paciente.

    2 A participação do dependente químico ou alcoólatra em grupos de apoio, como Alcoólicos Anônimos, Narcóticos Anônimos, e de sua família em grupos respectivos, pode ser muito importante para determinados casos no sentido de promover uma maior motivação e de fazê-lo compreender que a dependência química não é um problema que afeta apenas a sua vida. Ao perceber que outros dependentes conseguem se manter afastados das drogas, o paciente se sente motivado a conquistar o mesmo.

    A família, ao frequentar grupos de apoio divide suas dificuldades com familiares de outros dependentes químicos, e aprende diferentes estratégias para lidar com o problema. Referências Bibliográficas 1. http://www.unodc.org 2. http://www.einstein.br 3. http://www.unifesp.br/dpsicobio/cebrid 4. Ballone GJ – Dependência Química – in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.br, revisto em 2010. 5. AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manualdiagnóstico e estatísticode transtornos mentais – 4º edição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994, 845 p. 6. http://gballone.sites.uol.com.br/voce/drogas.htm 7. http://www.nida.nih.gov 8. GRIFFITH, E. O tratamento do alcoolismo: um guia pra profissionais da saúde. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999, 918 p. Fonte: http://www.plenamente.com.br

     

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    COMO INTERNAR UM PACIENTE DEPENDENTE QUÍMICO

     

     

  • Clínicas para o Tratamento do Alcoolismo

    Clínicas para o Tratamento do Alcoolismo

    Encontre aqui cínicas para o tratamento do alcoolismo em São Paulo

    Se você está procurando por uma clínica para o tratamento do alcoolismo em São Paulo você está no lugar certo. A Capital Remoções conta com mais de 25 estruturas clínicas para melhor atende-lo (a). Para encontrar um tratamento adequado basta falar conosco pelo Whatsapp 24 horas ou pelo nosso chat.

    O tratamento do alcoolismo

    O alcoolismo, ou a dependência de bebidas alcoólicas, é uma doença que nunca escolheu classe social, nem idade, cor ou até mesmo sexo e atinge grande parte das famílias do Brasil. Também sendo considerado uma droga, o álcool na maioria dos casos é a porta de entrada para o uso de outras substâncias ilícitas e prejudiciais.

    Os dados que demostram os males causados pelo álcool no Brasil e no mundo são avassaladores. Segundo o último Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas, 78% dos jovens brasileiros bebem regularmente e cerca de 21% são dependentes do álcool.

    Em dados do Ministério da Saúde, mais de 19% dos acidentes de trânsito do Brasil estão ligados ao álcool. E além do transito e no desenvolvimento dos jovens, o alcoolismo também influi nos altos índices de violência doméstica. Pesquisas confirmam que a cada quatro pessoas que sofrem de alcoolismo, três são homens.

    Além de um espaço exclusivo os nossos métodos de tratamento do alcoolismo das Clínicas de reabilitação / recuperação da Capital Remoções são elaborados especialmente para tratar com eficácia todas as particularidades que envolvem os pacientes dependentes do álcool, de acordo com o perfil e nível de alcoolismo de cada um.

    Realizamos o Tratamento do Alcoolismo tanto para pacientes voluntários quanto para involuntários, homens e mulheres. Contamos com diversas unidades exclusivas para cada tratamento. A experiência e qualidade nos tratamentos, fez de nós referência no que há de melhor para combater o alcoolismo. Conte com a gente!

    Confira Nosso Método de Tratamento Para o Alcoolismo Na Nossa Da clínica de Reabilitação

    1ª Etapa da reabilitação / recuperação do alcoolismo:

     Aspecto Físico, desintoxicação e adaptação ao convívio com os residentes; conhecimento do programa de 12 passos; Reeducação alimentar, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo da droga e do álcool.

    2ª Etapa da reabilitação / recuperação do alcoolismo:

     Aspecto Psicológico (autoconhecimento de seu eu interior e de sua doença) Terapias e psicologia aplicada.

    3ª Etapa da reabilitação  / recuperação do alcoolismo

     Aspecto Espiritual (valorizar as pequenas coisas e desta maneira valorizar a vida) Fé em um poder superior.

    Os princípios fundamentais que regem as nossas unidades clínicas de reabilitação / recuperação são: O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente e sua família.

    O Aalcoolismno é uma doença: progressiva, incurável e fatal, logo a recuperação é progressiva, contínua e traz vida em plenitude. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável. O que podemos fazer é tratar e estacionar. O modelo de internação que seguimos é o de conscientização. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados.

    Oferecemos ao alcoolista residente, dentro de nossas dependências o programa de doze passos de narcóticos e alcoólicos anônimos, espiritualidade, terapia racional emotiva, programa de prevenção a recaída, arte terapia, vídeo terapia, laborterapia, atendimento psicológico individual e em grupo, cinco refeições diárias e demais necessidades para a recuperação do interno.

    Atividades Terapêuticas das nossas clínicas de recuperação / reabilitação para alcoolismo

    Espiritualidade

    Realizada após o café da manhã geralmente é a primeira reunião do dia. Cantamos louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia.

    Reunião de sentimentos:

    A reunião tem por objetivo principal , fazer com que o dependente químico partilhe os sentimentos identificados no decorrer do dia. É muito importante esta reunião de partilha, pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo, e ouvindo sua própria voz falando de si. Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos companheiros. O retorno é uma forma de avaliação, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com intuito de crescimento na recuperação. É através dos retornos que os companheiros, a partir de suas experiências sugerem alternativas. Sempre quando alguém partilha seus sentimentos, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e objetivos comuns.

    Psicoterapia Individual:

    Este atendimento possibilita com que o residente entre em contato com suas dificuldades e consiga alternativas viáveis ao seu equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento para situações de risco, tão necessárias na vida de um dependente químico.

    Reunião de 12 Passos:

    Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos dependentes químicos, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Narcóticos Anônimos.

    Laborterapia: (Terapia do Trabalho)

    Atividade realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);

    • Descobrir e desenvolver habilidades;
    • Elevar sua autoestima;
    • Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;
    • Aceitar limites e regras; ter disciplina;
    • Perceber suas responsabilidades;
    • Assimilar a ajuda mútua;
    • Desenvolver a percepção e a preocupação com o outro;

    Concentração e Atenção;

    • Desenvolver noção de começo, meio e fim de uma atividade;
    • Aprimoramento de conduta e caráter;
    • Organização, Reabilitação física, entre outros.

    * Os trabalhos são executados em grupos, divididos.

     

    TRE – Terapia Racional Emotiva:

    São reuniões semanais que ensinam o dependente a como lidar com os sentimentos. Estudamos: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamento Destrutivo e outros temas. Estes estudos são muito importantes na recuperação.

    P.P. R – Programa de prevenção a recaída:

    Baseado em Terence Gorski. Estudioso e especialista na área de dependência química, tanto alcoólica quanto outras drogas. Valci Silva.

    Essa reunião é muito importante, mostramos para os residentes algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “EVITES E OS PROCURES”. EX: PROCURE um hobby, ir à sala de anônimos, uma religião, novas amizades, etc. EVITE velhos amigos, velhos hábitos, velhas ideias, etc.

     

    Auxílio doença:

    Observação: Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o Carnê do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Dependência Química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos Pacientes!

    Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas.

     

    Veja também:

    Tratamento Do Alcoolismo

     

  • Clínica de reabilitação / recuperação – Comunidade terapêutica masculina e feminina em Vargem Grande Paulista SP

    Clínica de reabilitação / recuperação – Comunidade terapêutica masculina e feminina em Vargem Grande Paulista SP

    Clínica de recuperação / reabilitação para tratamento da dependência química de alto padrão em SP

    Comunidade terapêutica Masculina e feminina, clínica para dependentes químicos em São Paulo, tratamento Álcool e drogas.

    Método de Tratamento: Tempo: 6 meses

    1ª Etapa:

    Aspecto Físico, desintoxicação e adaptação ao convívio; conhecimento do programa; Reeducação alimentar, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo da droga e do álcool.

    2ª Etapa:

    Aspecto Psicológico (autoconhecimento de seu eu interior e de sua doença) Terapias e psicologia aplicada.

    3ª Etapa:

    Aspecto Espiritual (valorizar as pequenas coisas e desta maneira valorizar a vida) Fé em um poder superior.

    Os princípios fundamentais que regem nossa instituição são: O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente e sua família.

    A Dependência Química é uma doença: progressiva, incurável e fatal, logo a recuperação é progressiva, contínua e traz vida em plenitude. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável. O que podemos fazer é tratar e estacionar. O modelo de internação que seguimos é o de conscientização. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados.

    Oferecemos ao residente, dentro de nossas dependências o programa de doze passos, espiritualidade, terapia racional emotiva, programa de prevenção a recaída, arte terapia, vídeo terapia, laborterapia, atendimento psicológico individual e em grupo, quatro refeições diárias e demais necessidades para a recuperação do interno.

    Atividades Terapêuticas

    Espiritualidade

    Realizada após o café da manhã é a primeira reunião do dia. Cantamos louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia.

    Reunião de sentimentos:

    Esta reunião tem por objetivo, fazer com que o residente partilhe os sentimentos identificados no decorrer do dia. É muito importante esta reunião de partilha, pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo, e ouvindo sua própria voz falando de si. Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos companheiros. O retorno é uma forma de avaliação, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com intuito de crescimento na recuperação. É através dos retornos que os companheiros, a partir de suas experiências sugerem alternativas. Sempre quando alguém partilha seus sentimentos, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e objetivos comuns.

    Psicoterapia Individual:

    Este atendimento possibilita com que o residente entre em contato com suas dificuldades e consiga alternativas viáveis ao seu equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento

    Método de Tratamento

    Tempo: 6 meses

    1ª Etapa:

    Aspecto Físico, desintoxicação e adaptação ao convívio; conhecimento do programa; Reeducação alimentar, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo da droga e do álcool.

    2ª Etapa:

    Aspecto Psicológico (autoconhecimento de seu eu interior e de sua doença) Terapias e psicologia aplicada.

    3ª Etapa:

    Aspecto Espiritual (valorizar as pequenas coisas e desta maneira valorizar a vida) Fé em um poder superior.

    Os princípios fundamentais que regem nossa instituição são: O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente e sua família.

    A Dependência Química é uma doença: progressiva, incurável e fatal, logo a recuperação é progressiva, contínua e traz vida em plenitude. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável. O que podemos fazer é tratar e estacionar. O modelo de internação que seguimos é o de conscientização. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados.

    Oferecemos ao residente, dentro de nossas dependências o programa de doze passos, espiritualidade, terapia racional emotiva, programa de prevenção a recaída, arte terapia, vídeo terapia, laborterapia, atendimento psicológico individual e em grupo, quatro refeições diárias e demais necessidades para a recuperação do interno.

    Atividades Terapêuticas

    Espiritualidade

    Realizada após o café da manhã é a primeira reunião do dia. Cantamos louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia.

    Reunião de sentimentos:

    Esta reunião tem por objetivo, fazer com que o residente partilhe os sentimentos identificados no decorrer do dia. É muito importante esta reunião de partilha, pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo, e ouvindo sua própria voz falando de si. Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos companheiros. O retorno é uma forma de avaliação, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com intuito de crescimento na recuperação. É através dos retornos que os companheiros, a partir de suas experiências sugerem alternativas. Sempre quando alguém partilha seus sentimentos, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e objetivos comuns.

    Psicoterapia Individual:

    Este atendimento possibilita com que o residente entre em contato com suas dificuldades e consiga alternativas viáveis ao seu equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento para situações de risco, tão necessárias na vida de um dependente químico.

    Reunião de 12 Passos:

    Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos residentes, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Narcóticos Anônimos.

    Laborterapia: (Terapia do Trabalho)

    Atividade realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);

    •Descobrir e desenvolver habilidades;

    •Elevar sua autoestima;

    •Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;

    •Aceitar limites e regras; ter disciplina;

    •Perceber suas responsabilidades;

    •Assimilar a ajuda mútua;

    •Desenvolver a percepção e a preocupação com o outro;

    Concentração e Atenção;

    •Desenvolver noção de começo, meio e fim de uma atividade;

    •Aprimoramento de conduta e caráter;

    •Organização, Reabilitação física, entre outros.

    * Os trabalhos são executados em grupos, divididos.

     

    TRE – Terapia Racional Emotiva:

    São reuniões semanais que ensinam o dependente a como lidar com os sentimentos. Estudamos: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamento Destrutivo e outros temas. Estes estudos são muito importantes na recuperação.

    P.P. R – Programa de prevenção a recaída:

    Essa reunião é muito importante, mostramos para os residentes algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “EVITES E OS PROCURES”. EX: PROCURE um hobby, ir à sala de anônimos, uma religião, novas amizades, etc. EVITE velhos amigos, velhos hábitos, velhas ideias, etc.

    Observação: Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o Carnê do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Dependência Química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos Pacientes!

    Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas.

    visita a cada 30 dias

    ligação toda semana

    para situações de risco, tão necessárias na vida de um dependente químico.

    Reunião de 12 Passos:

    Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos residentes, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Narcóticos Anônimos.

    Laborterapia: (Terapia do Trabalho)

    Atividade realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);

    •Descobrir e desenvolver habilidades;

    •Elevar sua auto estima;

    •Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;

    •Aceitar limites e regras; ter disciplina;

    •Perceber suas responsabilidades;

    •Assimilar a ajuda mútua;

    •Desenvolver a percepção e a preocupação com o outro;

    Concentração e Atenção;

    •Desenvolver noção de começo, meio e fim de uma atividade;

    •Aprimoramento de conduta e caráter;

    •Organização, Reabilitação física, entre outros.

    * Os trabalhos são executados em grupos, divididos.

     

    TRE – Terapia Racional Emotiva:

    São reuniões semanais que ensinam o dependente a como lidar com os sentimentos. Estudamos: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamento Destrutivo e outros temas. Estes estudos são muito importantes na recuperação.

    P.P. R – Programa de prevenção a recaída:

    Essa reunião é muito importante, mostramos para os residentes algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “EVITES E OS PROCURES”. EX: PROCURE um hobby, ir à sala de anônimos, uma religião, novas amizades, etc. EVITE velhos amigos, velhos hábitos, velhas ideias, etc.

    Observação: Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o Carnê do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Dependência Química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos Pacientes!

    Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas.

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    Ligações semanais

    Fotos da clínica:

  • Como melhorar o posicionamento do seu site de captação para clínicas de reabilitação / recuperação (Seo para clínicas de reabilitação / recuperação)

    Como melhorar o posicionamento do seu site de captação para clínicas de reabilitação / recuperação (Seo para clínicas de reabilitação / recuperação)

    Dicas de SEO fundamentais para o bom posicionamento dos sites de clínicas de reabilitação / recuperação (Seo para clínicas de reabilitação / recuperação)

    Com essa nova política do Google Adwords não restam mais saídas a não ser melhorar seu posicionamento nas pesquisas referentes a clínicas de recuperação / reabilitação, tratamento da dependência química entre outros termos não é mesmo?

    Por exemplo:

    busca orgânica segunda posição para clinica de reabilitação em SP.

    Nesse post estarei dando algumas dicas de como melhorar o seu posicionamento na busca orgânica do Google.

     

  • Como Funciona uma Clínica de Reabilitação de Drogas

    Como Funciona uma Clínica de Reabilitação de Drogas

    Segundo uma pesquisa realizada, 28 milhões têm algum parente dependente químico Levantamento feito pela Unifesp mapeou os usuários em reabilitação. 8 milhões de brasileiros são dependentes de maconha, álcool ou cocaína.

    A análise foi feita entre junho de 2012 e julho de 2013 com 3.142 famílias dos dependentes químicos em tratamento nas clínicas de reabilitação. Foi feito um questionamento com 115 perguntas para famílias que participaram desse levantamento. O estudo foi feito em comunidades terapêuticas, clínicas de reabilitação, grupos de mútua ajuda, como Al-Alanon e a Pastoral da Sobriedade.

    Perfil dos usuários em tratamento

    A maioria dos pacientes dependentes químicos em tratamento (73%) era poliusuária, ou seja, consumia mais de uma droga. Em 68% dos casos, quem passava por reabilitação era consumidor de maconha, combinada com outras substâncias.

    O tempo médio de uso das substâncias foi de 13 anos, mas a família percebe apenas 8,8 anos de uso, em média.

    A partir essa descoberta da família, o tempo médio para a busca de ajuda após o conhecimento do consumo de álcool e/ou drogas foi de três anos, sendo dois anos para usuários de cocaína e/ou crack e 7,3 anos entre os dependentes de álcool Os familiares relataram ter o conhecimento do consumo de drogas pelo paciente por um tempo médio de 9 anos.

    Mais de um terço (44%) relatou ter descoberto o uso devido a mudanças no comportamento do paciente.

    Segundo as Clinicas de Recuperação dizem recuperar entre 40% e 80% dos viciados. Apesar da carência de recursos, tanto dos dependentes quanto de grande parte das instituições, os representantes das comunidades terapêuticas afirmam ter índices de recuperação entre 40% e 80%.

    Ao menos 28 milhões de pessoas no Brasil têm algum familiar que é dependente químico ou alcoólatra, de acordo com o Levantamento Nacional de Famílias dos Dependentes Químicos (Lenad Família), feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e divulgado nesta terça-feira (3) na capital paulista.

    É a maior pesquisa mundial sobre dependentes químicos, de acordo com Ronaldo Laranjeira, um dos coordenadores do estudo.

    Entre 2012 e 2013, foram divulgados dados sobre consumo de maconha, cocaína e seus derivados, além da ingestão de bebidas alcoólicas por brasileiros. A partir desses resultados, os pesquisadores estimam que 5,7% dos brasileiros sejam dependentes de drogas, índice que representa mais de 8 milhões de pessoas.

    Mais de um terço (44%) relatou ter descoberto o uso devido a mudanças no comportamento do paciente.

    O Lenad apontou que 58% dos casos de internação foram pagos pelos próprios familiares e o impacto do tratamento afetou 45,4% dos entrevistados. Em 9% dos casos houve cobertura de algum tipo de convênio. O uso de hospitais públicos, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), foi citado por 6,5% das famílias de usuários em reabilitação.

    Ainda segundo o estudo, 61,6% das famílias possuem outros familiares usuários de drogas. Desse total, 57,6% têm dependentes dentro do núcleo familiar. No entanto, os entrevistados desconsideram esse fator como de alto risco para uso de substâncias do paciente.

    Deste total, 46,8% acreditam que as más companhias influenciaram seu familiar ao uso de drogas. Já 26,1% culpam a baixa autoestima como responsável pela procura por entorpecentes.

    Cocaína, maconha e álcool :

    A Unifesp já divulgou outras três pesquisas relacionadas ao consumo de drogas no Brasil, uma relacionada ao consumo de cocaína e derivados, outra sobre maconha, e outra que analisou a ingestão de bebidas alcoólicas.

    Em agosto de 2012, o Lenad divulgou que cerca de 1,5 milhão de adolescentes e adultos usam maconha diariamente no Brasil.

    Em setembro de 2012, pesquisadores de uma universidade constataram que o Brasil era o segundo consumidor mundial de cocaína e derivados, atrás apenas dos Estados Unidos. De acordo com o levantamento, mais de 6 milhões de brasileiros já experimentaram cocaína ou derivados ao longo da vida. Desse montante, 2 milhões fumaram crack, óxi ou merla alguma vez.

    Em abril deste ano, outro estudo apontou aumento de 20% na quantidade de pessoas que consomem álcool frequentemente. A pesquisa informou que 54% dos entrevistados alegaram consumir bebidas alcoólicas uma vez na semana ou mais – aumento proporcional de 20% em comparação ao Lenad de 2006.

    O crescimento foi bem maior entre as mulheres: 39% das entrevistadas admitiam beber uma vez por semana ou mais (seis anos atrás este índice era de 29%). Outro dado importante mostrou que 27% dos homens que bebem com menos de 30 anos já se envolveram em brigas com agressão.

    As clínicas de reabilitação / recuperação de drogas são especializadas em dependência química e geralmente apresentam um referenciado serviço de tratamento, seguindo as mais modernas práticas médicas e terapêuticas destinadas a esse público, através de uma equipe multidisciplinar altamente capacitada.

    Uma clínica de reabilitação de drogas nada mais é do que um ambiente preparado tanto no sentido estrutural, como também no funcional para acolher um dependente químico e disponibilizar o melhor tratamento para que ele possa voltar a viver com mais saúde e longe das drogas.

    A internação é uma das mais tradicionais formas de tratamento no Brasil. Porém, ela não é a única forma de se tratar, é apenas uma etapa. Ela tem como objetivo desintoxicar o indivíduo dependente. Após o período de internação, o acompanhamento continuado é a estratégia mais indicada nos quadros da doença.

    A Capital Remoções – Clínicas de Reabilitação é especialista em diagnósticos, tratamentos e ressocializações dos pacientes, sendo referência entre as clínicas de São Paulo, nos tratamentos e técnicas para dependentes químicos e alcoólatras.

    Nossas instalações são adequadas para o auxílio à recuperação de dependentes químicos, propiciando um ambiente agradável e em contato com a natureza, o que nos torna mais aptos para garantir o sucesso do tratamento.

    Nossa filosofia está baseada em três pilares de sustentação, sendo eles: bem-estar e saúde os quais proporcionam aos nossos pacientes alcançarem a sobriedade permanente e resgatar valores familiares e de cidadania.

    Proporcionamos um ambiente favorável ao estabelecimento de vínculos de ajuda-mútua para o desenvolvimento da reestruturação biopsicossocial do indivíduo dependente de álcool e outras drogas, de modo a estabelecer a prática dia a dia.

     

  • Clinica de recuperação de alto padrão em Mairinque SP

    Clinica de recuperação de alto padrão em Mairinque SP

    Clinica de recuperação de alto padrão em Mairinque SP. Unidade masculina (Permitido o uso de celulares, tablets e notebook na unidade). Mensalidades a partir de R$1100 Unidade voluntária e involuntária.

    Método de Tratamento

    1ª Etapa:

     Aspecto Físico, desintoxicação e adaptação ao convívio; conhecimento do programa; Reeducação alimentar, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo da droga e do álcool.

    2ª Etapa:

    Aspecto Psicológico (autoconhecimento de seu eu interior e conhecimento de sua doença) Terapia e psicologia aplicada.

    3ª Etapa:

     Aspecto Espiritual (valorizar as pequenas coisas e desta maneira valorizar a vida) Fé em um poder superior.

    Os princípios fundamentais que regem nossa instituição são: O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente e sua família.

    A Dependência Química é uma doença: progressiva, incurável e fatal, logo a recuperação é progressiva, contínua e traz vida em plenitude. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável. O que podemos fazer é tratar e estacionar. O modelo de internação que seguimos é o de conscientização. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados.

    Oferecemos ao residente, dentro de nossas dependências o programa de doze passos, espiritualidade, terapia racional emotiva, programa de prevenção a recaída, arte terapia, vídeo terapia, laborterapia, atendimento psicológico individual e em grupo, quatro refeições diárias e demais necessidades para a recuperação do interno.

    Atividades Terapêuticas

    Espiritualidade

    Realizada após o café da manhã é a primeira reunião do dia na rotina diária das clínicas. Cantamos louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia.

    Reunião de sentimentos:

    Esta reunião tem por objetivo, fazer com que o residente partilhe os sentimentos identificados no decorrer do dia. É muito importante esta reunião de partilha, pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo, e ouvindo sua própria voz falando de si. Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos companheiros. O retorno é uma forma de avaliação, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com intuito de crescimento na recuperação. É através dos retornos que os companheiros, a partir de suas experiências sugerem alternativas. Sempre quando alguém partilha seus sentimentos, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e objetivos comuns.

    Psicoterapia Individual:

    Este é um atendimento que possibilita com que os residentes entrem em contato com suas dificuldades e consiga algumas alternativas que são viáveis ao equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento para situações de risco, tão necessárias na vida de um dependente químico.

    Reuniões de 12 Passos:

    Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos residentes, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Narcóticos Anônimos.

    Laborterapia: (Terapia do Trabalho)

    Atividade realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);

    • Descobrir e desenvolver habilidades;
    • Elevar sua autoestima;
    • Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;
    • Aceitar limites e regras; ter disciplina;
    • Perceber suas responsabilidades;
    • Assimilar a ajuda mútua;
    • Desenvolver a percepção e a preocupação com o outro;

    Concentração e Atenção;

    • Desenvolver a noção de começo, meio e fim de uma atividade;
    • Aprimoramento da conduta e caráter;
    • Organização, Reabilitação física, mental, espiritual entre outros.

    * Os trabalhos são executados em grupos, divididos.

     

    TRE – Terapia Racional Emotiva:

    São reuniões semanais que ensinam o dependente a como lidar com os sentimentos. Estudamos: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamento Destrutivo e outros temas. Estes estudos são muito importantes na recuperação.

    P.P. R – Programa de prevenção a recaída:

    Essa reunião é uma das mais importantes, mostramos para os residentes químicos e alcoólatras algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “EVITES E OS PROCURES”. EX: PROCURE um hobby, ir à sala de anônimos, uma religião, novas amizades, etc. EVITE velhos amigos, velhos hábitos, velhas ideias, etc.

    Observação: Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o Carnê do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Dependência Química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos Pacientes!

    Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas.

    Nossos Serviços

    – Hotelaria
    – Alimeintação
    – Academia
    – Quartos e Suíte com ar condicionado
    – Piscina
    – Campo de Futebol
    – Lavanderia
    – Remoção de depentendes químicos
    – Tratamento de dependencia química
    – Tratamento alcoolismo
    – Tratamento Ambulatorial
    – Tratamento para homens
    – Tratamento para mulheres

    Profissionais

    – Médicos
    – Enfermeiros ( padrão )
    – Assistente Sociais
    – Nutricionistas
    – Monitores
    – Terapeutas ( holístico e cognitivo )
    – Cozinheiro
    – Piscologo
    – Conselheiro

    Fotos da clínica de recuperação / reabilitação em SP – Mairinque – SP

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    Clínica de reabilitação que pode usar celular e notebook?

     

  • 18 passos como ajudar o dependente químico

    18 passos como ajudar o dependente químico

    Você sabe como ajudar um dependente químico?

    Se você já quis ajudar um dependente químico, mas não sabia como, está no lugar certo! Há muitos equívocos sobre como ajudar uma pessoa viciada em drogas. Para ajudar um dependente químico, é preciso entender que a dependência é bastante complexa. A luta dessa pessoa contra o vício certamente será bastante árdua, mas a sua ajuda e apoio de amigos e familiares vão contribuir positivamente. 

    APOIANDO

    1) Seja o melhor amigo que você puder ser para ele. Algumas amizades são breves e outras duram uma vida toda. Ajudar um amigo a vencer uma luta como a dependência química é uma maneira de fortalecer uma amizade. Com a evolução do relacionamento, você tende a se preocupar mais com a pessoa. Durante uma crise, você naturalmente quer ajudá-la.

    • Esteja sempre presente quando ela precisar de você e ouça o que ela tem a te dizer. Existem razões para que ela abuse das drogas. Escutá-las pode permitir que ela expresse pensamentos e sentimentos que podem ajudá-lo a entender a causa do vício.
    • Seja muito respeitoso com ele, leal e confiável. Expressar seus sentimentos é uma coisa corajosa de se fazer, mas que pode ser arriscado também. Você pode reconhecer isso dizendo: “Eu sei que isso pode ser difícil para você e estou honrado por você compartilhar essas informações comigo. Eu o respeito por fazê-lo e estou aqui se quiser conversar”.
    • Ajudar uma pessoa com dependência química ou alcoolismo pode demorar e ser a coisa mais difícil que você fará em sua vida, mas será a mais gratificante.

    2) Mostre empatia. Ser ouvido e compreendido são um dos componentes essenciais para o crescimento pessoal. A experiência emocional de lidar com uma dependência química (d.q.) vai forçar uma pessoa a crescer, o que pode ser doloroso. Você pode ajudar a aliviar a dor dela escutando-a ativamente.

    • Coloque-se no lugar do dependente. Aprenda a ser compassivo e compreensível em vez de julgá-la. Pode ser difícil de entender, mas você pode sempre tentar.
    • Trate a pessoa como você gostaria de ser tratado. Você provavelmente já experimentou lutas em sua vida e sabe o que foi útil e o que não foi.

    3) Comunique sua preocupação a ele. É difícil ver alguém sofrer ou fazer algumas más decisões que impactam negativamente sua vida inteira. Em algum momento, você terá que dizer à pessoa que está preocupado com o bem-estar dela. Ela pode ou não querer ouvir o que você tem a dizer. Isso é bom, pois você estará sendo você mesmo e demonstrando que se importa.

    • Peça permissão para se envolver nos assuntos. Se uma pessoa estiver no auge do vício, ela pode não perceber que precisa de ajuda, mas pode estar aberta a isso. Você pode dizer coisas como: “Parece que você está tendo problemas com as drogas. Eu estou aqui com você se quiser ajuda. Tudo bem para você?”.
    • Não tenha medo de fazer as perguntas difíceis para a pessoa (dependente). Confrontar assuntos difíceis que possam pôr em risco um relacionamento é quase sempre um desafio. Você vai precisar fazer perguntas diretas e honestas como “Você acha que está dependente desta droga?” e “Eu sei que pode ser difícil falar sobre isso, mas você está disposto a acabar com sua saúde e seus relacionamentos por causa de um problema assim?”.

    ENTENDENDO A DEPENDÊNCIA QUÍMICA E O DEPENDENTE QUÍMICO

    4) Observe o comportamento dele (a). Conheça alguns sinais e sintomas da dependência química. Uma mudança radical na personalidade pode ser indício de que um indivíduo está abusando do uso de drogas. As mudanças de personalidade são um sinal comum de todos os tipos de dependência química, incluindo o alcoolismo, dependência de medicamentos e substâncias derivadas do ópio.

    • Sinais de dependência por substâncias derivadas do ópio: algumas marcas de agulha podem ser evidente nos braços de alguém que está abusando dessas substâncias. No entanto, muitos viciados conseguem esconder tais marcas injetando as drogas em áreas mais discretas, como entre os dedos do pé. Uma pessoa viciada em ópio também pode parecer ter uma sede ou suar mais do que o comum e apresentar pequenos pontinhos em suas pupilas.
    • Sinais do alcoolismo: odor frequente de álcool, comportamento facilmente irritável, fala bem arrastada, olhos extraordinariamente brilhantes e dificuldade em expressar pensamentos e ideias de uma maneira lógica. Os dependentes de álcool muitas vezes tentam esconder a evidência física do vício, como garrafas vazias e latinhas.
    • Sinais de dependência por medicamentos: os indivíduos que sofrem dessa doença podem apresentar sinais de intoxicação, comportamento atrapalhado, fala arrastada e olhos caídos.

    5) Mantenha sempre o controle das datas e horários dos conflitos e outras ocasiões quando as drogas forem um problema. Se houver algum problema recorrente, você provavelmente estará lidando com um padrão em desenvolvimento. É difícil prever se este vai aumentar e agravar o problema. Por isso, esteja preparado.

    • Talvez a pessoa consuma quantidades excessivas de uma substância e desmaie constantemente nas festas. Será que ela já foi parada pela polícia alguma vez por dirigir bêbada ou cometeu algum ato de vandalismo? Será que ela já se envolveu em uma briga por estar sobre influência de alguma substância?

    6) Identificar os tipos de substâncias que a pessoa usa. É bem comum alguns dependentes químicos usarem mais do que um tipo de substância (droga). Esta pode ser um coisa óbvia ou difícil de determinar. Se uma pessoa usa drogas escondidas, você pode somente ver os sinais e sintomas do abuso. Em caso de dúvida, você sempre pode perguntar. Os abusos de drogas incluem, mas não estão limitados a: anfetaminas, esteroides anabolizantes, drogas sintéticas, cocaína, heroína, inalantes, maconha e drogas de prescrição.

    • Diferentes tipos de medicamentos podem afetar uma pessoa em diferentes maneiras.
    • Podem haver múltiplas drogas no sistema de uma pessoa, por isso pode ser difícil identificá-las.
    • Em caso de uma overdose ou emergência médica, você pode ser o responsável que deve informar ao pessoal médico qual droga ou drogas foram consumidas para que o tratamento adequado possa ser realizado.

    7) Determine o nível de dependência da pessoa. O objetivo aqui é não esperar até que o comportamento da pessoa perca totalmente o controle a ponto de que os relacionamentos e situações não possam ser reparados. O ideal seria a pessoa procurar ajuda para combater seu vício antes que ocorram consequências como perda de emprego, abuso e negligência dos entes queridos e problemas financeiros.

    • Pergunte: “O que você tem feito para tentar parar de usar drogas? Por que você acha que não foi bem-sucedido?”
    • Será que a pessoa se demonstra motivada a mudar mas tem dificuldades em fazê-lo? A droga controla a vida dela?
    • Se for um amigo de faculdade ou da sua família, informe os familiares dele para que saibam quando as coisas ficaram fora de controle. Não enfrente o problema sozinho.

    ENTRANDO EM AÇÃO

    8) Tenha certeza de que a pessoa quer a sua ajuda, pois se não quiser não adiantará nada. Os direitos humanos básicos permitem que uma pessoa peça e aceite a ajuda. Esses mesmos direitos permitem que uma pessoa negue ajuda, mesmo se ela precisar. Isso cria um atrito entre todos os envolvidos; e quanto mais a situação piora, mais desesperado você pode se sentir.

    • Qual o seu nível de envolvimento no processo? Se estiver lendo este artigo agora, você provavelmente está interessado em fazer a diferença na vida de alguém.
    • Muitas pessoas não querem se envolver em ajudar dependentes químicos. Por isso, parabéns por não ser um deles.

    9) Discuta e estabeleça sempre limites. Limites saudáveis precisam ser discutidos com foco no que é mais útil para o dependente químico, sem permitir que a situação piore. Comportamentos que permitam que um dependente químico perca a razão incluem, mas não se limitam a: ignorar um comportamento indesejável; emprestar dinheiro para pessoa comprar drogas sem precisar roubar; sacrificar suas necessidades e desejos para ajudá-la consistentemente; expressar suas próprias emoções com dificuldade; mentir para cobrir a pessoa; continuar ajudando a pessoa contra a vontade dela.

    • Diga ao dependente químico que você vai ajuda-lo e apoia-lo em seus esforços para controlar o vício, mas que não vai se envolver em qualquer ação que promova a utilização de qualquer droga.

    10) Convença a pessoa a obter ajuda se possível. Existem vários sinais de que ela precisa de ajuda. Chegou a hora de você mostrar a ela a realidades da situação. Às vezes, é preciso forçar uma pessoa a considerar as consequências de não conseguir ajuda. Se for o caso, faça isso com compaixão.

    • Se você sabe que ele precisa muito de ajuda mas não a aceita, chame a polícia para chocá-la e fazê-la perceber que ela precisa ser ajudada. Ela não precisa saber que foi você.
    • Diga o seguinte: “A cadeia é um lugar bem horrível, perigoso e nojento onde ninguém se importa com você. Ninguém quer ir para lá. Você vai perder a cabeça se for preso e pode nunca mais se recuperar”.
    • Mostre a ela algumas estatísticas e vídeos sobre overdoses de drogas e mortes no trânsito causadas por pessoas que dirigem embriagadas.
    • Não jogue drogas no vaso sanitário, pois ela vai poluir o sistema de esgoto com substâncias perigosas que podem contaminar locais que armazenam alimentos.

    11) Esconda as chaves do carro da pessoa para que ela não possa dirigir. Dirigir com uma pessoa que estiver carregando alguma substância ilegal pode causar problemas a todos os presentes no carro (incluindo a prisão). Este é um exemplo perfeito de um caso no qual a dependência química de uma pessoa afeta a vida de outras.

    12) Faça uma intervenção. A ajuda vem de muitas formas; algumas vezes, ela deve ser forçada. É uma decisão difícil de tomar, mas que é necessária quando o vício está fora de controle (estado em que coloca a vida da pessoa em questão em risco). Embora uma intervenção provavelmente vá ser muito complicada para a pessoa dependente, a intenção não é colocá-la na defensiva. Os participantes da atividade devem ser cuidadosamente escolhidos. Os entes queridos da pessoa podem descrever como a dependência química os afeta.

    • Antes da intervenção, planeje um plano de tratamento para oferecer à pessoa. Decida de antemão se ela será levada para um centro de tratamento de drogas diretamente após a intervenção. A intervenção pode não ajudar se a pessoa não souber como obter ajuda e não tiver o apoio dos entes queridos.
    • Você provavelmente vai ter que enganá-la a ir até o local onde o ato acontecerá.
    • Esteja preparado para oferecer consequências específicas se ela rejeitar a busca pelo tratamento. Essas consequências não deve ser ameaças, por isso os entes queridos da pessoa devem considerar as consequências a ser impostas e estarem dispostos a colocá-las em prática.
    • Uma intervenção também pode incluir colegas da pessoa e representantes religiosos (se for o caso).
    • Os participantes devem preparar exemplos específicos de como seus relacionamentos com a pessoa dependente química são afetados. Muitas vezes, pessoas que participam do evento escrevem cartas para ler na hora. Um dependente químico pode não se preocupar com seus próprios comportamentos autodestrutivos, mas ver as dores que suas ações causam em outras pessoas pode ser uma grande motivação para procurar ajuda.

    13) Sugira um programa de reabilitação de drogas em alguma instituição. Entre em contato com algumas clínicas de reabilitação / recuperação ou comunidades terapêuticas e saiba mais sobre seus serviços. Não hesite em fazer perguntas específicas sobre as programações diárias e como eles lidam com recaídas. Se uma intervenção não for necessária, ajude a pessoa a pesquisar sobre a dependência química e sobre os planos de tratamento recomendados. Seja solidário e permita que ela se sinta no controle da reabilitação iminente.

    • Visite os programas sugeridos e tenha em mente que, quanto mais receptiva a pessoa for em relação ao plano de tratamento, melhores serão as chances de ela superar o vício.

    14) Quando por permitido, visite o ente querido. Se ele for admitido em um programa de tratamento local, existirão regras para visitas que deverão ser esclarecidas. Geralmente as visitas são de 15 em 15 dias ou de 30 em 30 dias. Entenda que você precisa permitir que a pessoa participe por conta própria, sem influência de pessoas de fora. A equipe de reabilitação vai informá-lo sobre como funcionam as visitas e estas serão vistas com bons olhos.

    15) Aceite que a pessoa volte à sua vida. Uma pessoa que precisa superar uma dependência química vai precisar de estrutura em sua vida. Você pode ser uma grande parte desse processo. Uma atitude receptiva pode ser exatamente o que a pessoa precisa. As pessoas têm uma necessidade de sentir que elas pertencem ao local em que vivem, e você pode ajudar com isso.

    • Incentive e sugira as possíveis liberdades de um novo estilo de vida mais saudável. Convide a pessoa a ir com você em novas aventuras. Fique atento para não fazer coisas que possam aumentar o desejo de usar drogas.
    • O objetivo é ajudar o indivíduo a não se sentir sozinho e mostrar que ele pode contar com você, e outras pessoas, sempre que necessário. Ele vai estar nervoso, com medos e incertezas em relação à sua capacidade em continuar sóbria.

    16) Pergunte ao dependente sobre o progresso dele no tratamento. Deixe claro que você está realmente preocupado e quer que ele seja bem-sucedido. É importante que ele participe de reuniões de grupos de terapia ou de apoio. Esses grupos podem ser um requisito dos programas de reabilitação.

    • Ajude a pessoa a prestar contas ao seu programa. Pergunte a ela se há algo que você possa fazer para ajudá-la a manter o comprometimento e frequentar as reuniões. Não deixe que ela disperse.
    • Ofereça participar de reuniões com ela se vocês dois estiverem confortáveis com essa ideia.
    • Sempre comemore as conquistas com ele (a). Se uma pessoa ficar sóbria por um dia ou mil dias, cada um deles merece uma comemoração.

    17) Seja bem criativo se a pessoa precisar de sua ajuda futuramente. A dependência química é uma doença crônica que é progressiva, incurável e fatal, portanto ela pode ser gerenciada, mas não curada. As recaídas provavelmente vão acontecer e todos os envolvidos não devem considerá-la como um fracasso. No entanto, será necessário um tratamento após cada recaída.

    • Depois de passar pelo processo de ajudar um dependente químico, você terá as informações necessárias e o conhecimento de como ajudá-lo futuramente. Se for preciso, pesquise e procure por psicólogos e psiquiatras locais e entre em contato com eles.
    • Esteja sempre presente para a pessoa (mande mensagens, ligue para ela ou faça uma visita, convide-a para fazer atividades divertidas, pratique esportes, saia de casa e apoie os passatempos e interesses dela). Ajude-a a vencer a tentação de usar drogas caso uma situação particularmente difícil ocorra.

    18) Seja positivo em suas interações com ela; mas seja direto, honesto e sério quando for preciso. O indivíduo precisa saber que haverá pessoas para apoiá-la no caminho de sua recuperação, e isso inclui você.

  • 6 opções de clínicas para dependentes químicos em São Paulo

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    Clínica de reabilitação para tratamento de dependentes químicos em São Paulo.

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    Método de Tratamento

    1ª Etapa:

     Aspecto Físico, desintoxicação e adaptação ao convívio; conhecimento do programa; Reeducação alimentar, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo da droga e do álcool.

    2ª Etapa:

     Aspecto Psicológico (autoconhecimento de seu eu interior e de sua doença) Terapias e psicologia aplicada.

    3ª Etapa:

     Aspecto Espiritual (valorizar as pequenas coisas e desta maneira valorizar a vida) Fé em um poder superior.

    Os princípios fundamentais que regem nossa instituição são: O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente e sua família.

    A Dependência Química é uma doença: progressiva, incurável e fatal, logo a recuperação é progressiva, contínua e traz vida em plenitude. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável. O que podemos fazer é tratar e estacionar. O modelo de internação que seguimos é o de conscientização. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados.

    Oferecemos ao residente, dentro de nossas dependências o programa de doze passos, espiritualidade, terapia racional emotiva, programa de prevenção a recaída, arte terapia, vídeo terapia, laborterapia, atendimento psicológico individual e em grupo, quatro refeições diárias e demais necessidades para a recuperação do interno.

    Atividades Terapêuticas

    Espiritualidade

    Realizada após o café da manhã é a primeira reunião do dia. Cantamos louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia.

    Reunião de sentimentos:

    Esta reunião tem por objetivo, fazer com que o residente partilhe os sentimentos identificados no decorrer do dia. É muito importante esta reunião de partilha, pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo, e ouvindo sua própria voz falando de si. Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos companheiros. O retorno é uma forma de avaliação, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com intuito de crescimento na recuperação. É através dos retornos que os companheiros, a partir de suas experiências sugerem alternativas. Sempre quando alguém partilha seus sentimentos, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e objetivos comuns.

    Psicoterapia Individual:

    Este atendimento possibilita com que o residente entre em contato com suas dificuldades e consiga alternativas viáveis ao seu equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento para situações de risco, tão necessárias na vida de um dependente químico.

    Reunião de 12 Passos:

    Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos residentes, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Narcóticos Anônimos.

    Laborterapia: (Terapia do Trabalho)

    Atividade realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);

    • Descobrir e desenvolver habilidades;
    • Elevar sua autoestima;
    • Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;
    • Aceitar limites e regras; ter disciplina;
    • Perceber suas responsabilidades;
    • Assimilar a ajuda mútua;
    • Desenvolver a percepção e a preocupação com o outro;

    Concentração e Atenção;

    • Desenvolver noção de começo, meio e fim de uma atividade;
    • Aprimoramento de conduta e caráter;
    • Organização, Reabilitação física, entre outros.

    * Os trabalhos são executados em grupos, divididos.

     

    TRE – Terapia Racional Emotiva:

    São reuniões semanais que ensinam o dependente a como lidar com os sentimentos. Estudamos: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamento Destrutivo e outros temas. Estes estudos são muito importantes na recuperação.

    P.P. R – Programa de prevenção a recaída:

    Essa reunião é muito importante, mostramos para os residentes algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “EVITES E OS PROCURES”. EX: PROCURE um hobby, ir à sala de anônimos, uma religião, novas amizades, etc. EVITE velhos amigos, velhos hábitos, velhas ideias, etc.

    Observação: Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o Carnê do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Dependência Química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos Pacientes!

    Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas.

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    Álcool e drogas: são as principais causas dos acidentes de trânsito

     

     

     

  • Álcool e drogas: são as principais causas dos acidentes de trânsito

    Álcool e drogas: são as principais causas dos acidentes de trânsito

    Os acidentes de trânsito custam ao país R$ 10 bilhões por ano

    Veículo: Automóvel
    Seção: Drogas e álcool
    Data: 03/06/2018
    Estado: SP

    O balanço sobre a violência no trânsito, divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), mostra que mais de 6.524 pessoas morreram em acidentes de trânsito nos 56 mil quilômetros de rodovias federais durante o ano de 2005.

    O índice ficou um pouco mais abaixo do levantamento de 1999, com 6.588 mortos e redução de apenas 0,9%. Outras 20.593 vítimas de acidentes graves estão numa cadeira de rodas pelo resto da vida. Em 2000, houve 110.146 acidentes no Brasil contra 117.250 do ano anterior.

    A queda foi de 6%. Esses acidentes deixaram 60.387 feridos, um terço deles em estado grave. Também nesta contagem, os números ficaram ligeiramente abaixo dos 61.736 feridos em 1999.

    Em sua maior parte, os acidentes acontecem durante o dia (59%), com tempo bom (75%) e em retas (67%). Os números dos acidentes de trânsito no Brasil assustam e não deixam dúvida: o problema é grave, muito grave mesmo. Estamos longe de alcançar o índice de três mortos por dez mil veículos/ano, tido como aceitável pela ONU (Organização das Nações Unidas). No Brasil, são cerca de sete mortos por dez mil veículos/ano.

    Nos países desenvolvidos, ocorre menos de uma morte por dez mil veículos/ano. De acordo com dados do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), os acidentes de trânsito custam ao país aproximadamente R$ 10 bilhões por ano.

    Bebidas alcoólicas (álcool)

    Pesquisa realizada no ano de 1997, abrangendo quatro capitais (Salvador, Recife, Brasília e Curitiba) pela ABDETRAN (Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Trânsito), comprova que trânsito e drogas, a começar pelas bebidas alcoólicas, são, de fato, uma combinação nociva à vida.

    Os resultados apresentados foram significativos: 61% dos acidentados tinham ingerido bebida alcoólica, sendo que 27,2% apresentaram uma quantidade de álcool no sangue superior à permitida pelo novo Código de Trânsito Brasileiro (0,6 gramas de álcool por litro de sangue). Em todas as cidades que foram realizadas as pesquisas, a faixa etária de 20 a 39 anos apresentava o maior índice de consumo de álcool: 65%.

    Mas é entre os menores de 20 anos de idade que a pesquisa detectou alguns resultados ainda mais graves, com a clara constatação de que os adolescentes continuam infringindo duplamente a lei:

    fazem uso de bebida alcoólica e dirigem sem habilitação de motorista – uma combinação perigosa e muitas vezes fatal para condutores e pedestres. Entre os adolescentes de 13 a 17 anos, 10,3% apresentaram teor de álcool no sangue acima do permitido. Nos acidentados com menos de 20 anos, 52,8% estavam alcoolizados, sendo que 16,5% tinham passado do limite de 0,6 g/l.

    As reações provocadas no organismo humano pela ingestão do álcool entre outras drogas são, de fato, uma ameaça ao motorista.

    O sistema nervoso cerebral é completamente alterado a partir da ingestão dessas substâncias, em doses razoáveis.
    A principal conseqüência é a perda total ou parcial dos reflexos, comprometendo a capacidade dos motoristas de conduzir com segurança qualquer veículo em via pública.

    A primeira reação do organismo à bebida alcoólica é de euforia, desinibição e auto-confiança. Esse estado de espírito é decorrente da liberação de mediadores neurais, substâncias produzidas pelo próprio organismo, e que causam desequilíbrio ao sistema nervoso cerebral. Essa primeira fase dura pouco, no máximo uma hora. No entanto, é seguida de depressão, com diminuição da capacidade física, motora e mental, o que compromete a atenção e o estado de alerta necessários à segurança no trânsito.

    Drogas

    As outras drogas, como cocaína, crack (pedra), anfetaminas e tranquilizantes, também provocam algumas reações no organismo, que somadas aos efeitos do álcool se tornam mais graves.

    O uso da cocaína, por exemplo, produz uma sensação de grandeza e aumenta a sensibilidade a estímulos externos, distorcendo a noção da realidade. As anfetaminas têm efeito parecido e por isso são utilizadas por motoristas de caminhão, apesar dos grandes riscos que oferecem aos que querem se manter acordados para fazer longos percursos.

    É o chamado “rebite”. Quanto à maconha, seu principal efeito é a perda do senso de realidade. A maconha reduz a capacidade de dirigir por até oito horas após o uso.

    Todos esses efeitos são de alta periculosidade, principalmente no trânsito. Nesses casos, os acidentes costumam ser graves: 63,6% de capotamentos e 71,1% de choques.

    A pesquisa mostrou que grande parte das vítimas da cocaína e da maconha no trânsito é formada por jovens de 20 a 39 anos. E, o mais grave, que os adolescentes de 13 a 17 anos constituem o segundo grupo de maior consumo dessas drogas.

    Entre os menores de 20 anos, foi constatada a presença de maconha na urina de 7,8% dos acidentados, de cocaína em 1,9% e de diazepínicos (tranqüilizantes) em 4,5%. Outro dado importante é que os jovens fazem tanto uso dos barbitúricos (hipnóticos e tranqüilizantes) quanto os adultos. De 0 a 19 anos, a incidência é de 1,9% , de 20 a 39 anos chega a 1,4%, e de 40 a 59 anos é de 1,7%.

    Incidências

    A pesquisa abrangeu 1.114 vítimas de acidentes de trânsito nas capitais, durante a semana de 26 de agosto a 3 de setembro de 1997. Participaram da pesquisa, realizada nos dois principais hospitais de cada capital e nos IMLs (Instituto Médico Legal), 96 estudantes dos cursos de Medicina e de Enfermagem.

    Foram colhidas informações sobre o prontuário dos acidentados e as circunstâncias dos acidentes, bem como os dados pessoais das vítimas. Nos sete dias da pesquisa, ficou evidente que o número de acidentes aumenta nos finais de semana (43,3% entre o sábado e o domingo) e especialmente entre as 14h e 20h (43,8% do total).

    Mas a novidade é que a quinta-feira apresentou um comportamento diferente dos demais dias da semana, com uma proporção elevada de acidentes.

    O acidente predominante para o conjunto da amostra foi a colisão (33,2%), seguida do atropelamento (26,7%). Mais uma vez, os jovens são as maiores vítimas da violência no trânsito, já que a idade média dos acidentados é de 27 anos, com 80,6% do total das vítimas situando-se na faixa de idade inferior a 40 anos.

    A pesquisa constatou ainda a negligência de grande parte dos motoristas, já que dois terços dos acidentados não utilizavam o cinto de segurança.

    Penalidade

    A gravidade do uso de álcool e de outras drogas no trânsito já é reconhecida pelas autoridades da área e pela sociedade há muitos anos, o que levou à aprovação de multas muito mais pesadas no novo Código de Trânsito Brasileiro.

    Dirigir depois de haver ingerido qualquer tipo de bebida alcoólica (álcool) de modo a apresentar mais de seis decigramas de álcool por litro de sangue, ou qualquer substância entorpecente, passou a ser uma infração gravíssima (7 pontos na carteira), com multa padrão (180 Ufir) multiplicada por cinco.

    O infrator ainda ficará proibido de dirigir ou poderá ter a carteira recolhida ou o veículo retido até a apresentação de um motorista habilitado. O infrator estará sujeito também a detenção de seis meses a três anos.

    De acordo com o novo Código, um acidente com vítimas, provocado por pessoa alcoolizada ao volante passa a ser crime de homicídio culposo ou lesão corporal culposa, a ser julgada de acordo com o Código Penal.

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  • Confira os 10 famosos que já se envolveram com tráfico de drogas

    Confira os 10 famosos que já se envolveram com tráfico de drogas

    Que muitas celebridades são usuárias de drogas (independente de qual estejamos falando) não é novidade para ninguém – afinal, as estadias dos famosos nas clínicas de reabilitação sempre estão nos tabloides por aí.

    10 famosos que arruinaram suas vidas por causa das drogas

    No entanto, separamos nessa lista 10 celebridades que se envolveram com o tráfico de drogas, seja antes da fama ou depois.

    50 CENT | O rapper encabeça a nossa lista porque, assim como o segundo colocado por aqui, passou algum tempo na prisão por traficar drogas. 50 Cent distribuía craque e cocaína pelas ruas de Nova York (EUA) desde adolescente, e foi após passar pela prisão que acabou se envolvendo com um grupo de apoio que o ajudou a perseguir sua carreira no rap.

    TIM ALLEN | Antes de se tornar famoso com sua comédia stand-up e, mais tarde, com filmes como Meu Papai é Noel e séries como Last Man Standing,

    Pontos 6.25
    Pontos 5.77
    Pontos 5.75
    Pontos 5.48
    Pontos 5.17
    Titulo El Camino Christmas (2017)
    Diretor(es) David E. Talbert
    Pontos 5.15
    Pontos 4.94
    Pontos 4.84
    Pontos 4.80
    10º
    Pontos 4.69
    11º
    Diretor(es) John Pasquin
    Pontos 4.63
    12º
    Pontos 4.55
    13º
    Pontos 4.42
    14º
    Pontos 4.31
    15º
    Pontos 3.62
    16º
    Pontos 3.62
    17º
    Pontos 3.53
    18º
    Diretor(es) Michelle Schumacher
    entre outros filmes…

    Tim Allen teve problemas com a lei – ele passou dois anos na cadeia após ser pego transportando cocaína no aeroporto de Kalamazoo (EUA), uma sentença que só foi reduzida após Allen “dedurar” os traficantes para quem trabalhava.

    MARK WAHLBERG | Em diversas entrevistas, Mark Wahlberg admitiu que era viciado em cocaína (pó) durante a adolescência, e para suportar o hábito ruim ainda fazia trabalhos de transporte e venda nas ruas para traficantes de sua Los Angeles (EUA) natal. Tudo enquanto o seu irmão, Donnie, já fazia sucesso com a boyband New Kids on the Block.

    IDRIS ELBA | Hoje astro de Thor e Luther, Idris começou carreira não só como ator, mas como DJ. Enquanto não conseguia grandes oportunidades para atuar (o que nunca aconteceria), Elba também vendia algumas drogas (entorpecentes) para os traficantes de Londres (Inglaterra) durante seus shows. Além disso, Elba admite ter roubado alguns carros na adolescência!

    KID ROCK | O cantor fugiu de sua casa quando tinha apenas 15 anos de idade, e nunca olhou para trás. Para se sustentar, Kid Rock começou a vender algumas drogas no lava-rápido onde também mantinha um emprego “convencional” – é óbvio que a “dupla jornada” não deu muito certo.JOHN DELOREAN | É ele mesmo sim, o criador da famosa marca de carros DeLorean, imortalizada pelo modelo usado no filme De Volta Para o Futuro. No entanto, o magnata milhonário da indústria automobilística também usava outra indústria, a da droga, para “complementar a renda”. O FBI chegou a captura-lo, mas ele nunca foi parar na cadeia – mesmo que sua carreira não tenha ido muito bem após o escândalo.JAY-Z | Embora sonhasse em ser rapper, Jay precisava sustentar-se enquanto os sonhos não se realizavam. Por isso, acabou vendendo crack e cocaína pelas ruas, enquanto gravava o primeiro disco e o vendia no porta-malas de seu carro – após conseguir um contrato com gravadora, Jay largou o tráfico para trás.

    ANDY DICK | O comediante é polêmico e tem um longo histórico com o uso de álcool e drogas (entorpecentes), mas o que pouca gente sabe é que, além de usar drogas, Dick serve como distribuidor para traficantes em Hollywood. É o que diz o colega de profissão Jon Lovitz, que acusou Dick de fornecer drogas que causaram a overdose de Brynn Hartman.

    SNOOP DOGG | Não é novidade que Snoop adora uma maconha (erva), hoje em dia legalizada em diversos estados dos EUA. No entanto, durante a adolescência do rapper a droga ainda era ilegal no país todo, de forma que ele se tornou o traficante extraoficial da escola onde estudava – entre suas clientes, ninguém menos que uma colega de classe chamada Cameron Diaz.

    WILLIE NELSON | Assim como Snoop Dogg, o astro da música country famosismo nunca escondeu seu apetite pela maconha. Ele foi preso algumas várias vezes por posse e distribuição da droga durante a carreira (mesmo depois de começar a fazer sucesso!), e deve ter se sentindo aliviado quando a legalização da maconha o permitiu abrir uma loja perfeitamente dentro da lei, com franquias em vários estados americanos.

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  • Conheça a clínica Greenwood, onde estava internado o Fábio Assunção

    Conheça a clínica Greenwood, onde estava internado o Fábio Assunção

    A Clínica Greenwood mais uma vez foi destaque na revista Quem que falou sobre a recuperação de deFábio Assunção.

    Reportagem sobre Fábio Assunção e Clínica Greenwood

    A 35 quilômetros da capital paulista, a Clínica Greenwood tem decoração simples, quartos compartilhados e regras estritas para os até 30 pacientes

    Há um tempo atrás, o ator Fábio Assunção saiu de cena. Deixou a rotina de gravações da novela Negócio da China, no Rio de Janeiro, para se tratar de dependência química. O local escolhido foi a Clínica Greenwood, no município paulista de Itapecerica da Serra, a cerca de 35 quilômetros da capital – a mesma que abrigou, por um ano, o ex-jogador e comentarista de futebol Walter Casagrande Júnior.

    Apesar de isolado, Fábio não estava internado em nada parecido com um hospital. Cercada por um jardim bem cuidado, com piscina e quadra poliesportiva, a Greenwood fica em uma casa branca, limpa, com decoração antiga de móveis de madeira pesados tanto nos quartos quanto nas áreas comuns, conforme relatam ex-internos ouvidos com exclusividade por QUEM. Localizada num condomínio de classe média alta, tem esquema de segurança discreto. Na entrada do condomínio, não há porteiros ou seguranças. Na casa, apenas um portão com interfone. Mas a Greenwood tem uma equipe de 60 profissionais, entre médicos, enfermeiros, pessoal de serviços, seguranças e outros. São dois profissionais para cada paciente – 30 no máximo. Esses “hóspedes”, na maioria homens, jovens de famílias abastadas, se dividem entre quartos individuais até quádrupulos, todos suítes. Os preços variam de 13 mil a 22 mil reais por mês, dependendo do tipo de acomodação.

    Passada a fase inicial de diagnóstico, de um mês, os pacientes são divididos em dois grupos de terapia: G1 e G2. Quem acabou de entrar na clínica vai sempre para o G2, o grupo daqueles que ainda não desenvolveram consciência sobre sua condição de dependente químico. Para passar para o G1, o paciente precisa aceitar a idéia de que nunca mais poderá usar substâncias químicas em geral, incluindo bebidas alcoólicas.

    Não há tempo determinado para a duração dessa etapa. Conforme entrevista dada à revista Época em abril, aos sete meses de internação, Casagrande levou quatro meses até a aceitação do tratamento e ficou oito meses no G2, sem poder sair da clínica, receber visitas ou mesmo falar ao telefone. Dentro da Greenwood, ninguém usa celular ou internet.

    REGRAS DE CONDUTA

    Imagem da da Clínica GreenwoodPertencer ao G1, no entanto, não é garantia de passe livre não. As visitas são só nos finais de semana e os telefonemas, monitorados.

    Além disso, um paciente do G1 pode perder o direito a receber visitas se não se comportar bem. Tanto G1 quanto G2 seguem um sistema de penalização com contagem de pontos.

    Todos acordam com 10 pontos de crédito, que podem perder ou manter ao longo do dia, conforme seu comportamento. Chegar atrasado para atividades como trabalho na horta e sessões de terapia, por exemplo, significa pontos a menos.

    Ao fim da semana é feita uma média. Quanto mais baixa for, menos regalias terá o paciente.

    No caso do G1, visitas e telefonemas são considerados regalias. O uso da piscina, o direito de dormir mais tarde e poder beber refrigerante no fim de semana são regalias para todos.

    ROTINA

    Imagem do quarto standard da Clínica GreenwoodAs terapias de grupo e individuais ocupam boa parte da rotina na Clínica Greenwood. O dia na clínica começa cedo, às 7h, com atividades esportivas. Depois os pacientes tomam café-da-manhã e seguem para seus grupos de terapia. Param para almoçar e, lá pelas 17h, encerram as atividades com uma sessão de relaxamento. Após o jantar, podem ver TV a cabo nas áreas comunitárias.

    Existem regras rígidas. O cigarro, por exemplo, é permitido, mas desestimulado. Apenas dois pacientes por vez podem fumar, sempre de pé e sem conversar entre si. Namoros são expressamente proibidos e a arrumação dos quartos é obrigatória, sob pena de se perderem pontos e regalias.

    O paciente recebe algumas tarefas para benefício coletivo, como ajudar na horta que fornece alimentos à cozinha. “As minhas são tirar o café-da-manhã, limpar a sala de grupo e pôr o gelo na mesa das refeições. Na quinta, coloco as roupas para lavar e as penduro. Na sexta, eu as tiro do varal”, descreveu Casagrande enquanto estava na clínica.

    A família dos pacientes da Clínica Greenwood também precisam se envolver no tratamento dos pacientes. Mesmo quando não há visitas, pais, irmãos, cônjuges e filhos devem também fazer terapia em uma filial da Greenwood no bairro do Ibirapuera, em São Paulo.

  • internação involuntária em clínicas de recuperação

    internação involuntária em clínicas de recuperação

    Internação involuntária em clínicas de recuperação são permitidas?

    Em um artigo publicado no jornal O Popular em um sábado, a juíza Sirley Martins da Costa , da 1ª Vara de Família e Sucessões de Goiânia, aborda a falta de informação sobre a lei que dispõe sobre internação compulsória e os equívocos observados nos pedidos endereçados ao Poder Judiciário.

    O tema será objeto de discussão, no próximo dia 22 de março , às 19 horas, no auditório do Ministério Público, em mais uma edição da mesa de debates , que conta com o apoio da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (ASMEGO).

    Confira o artigo.

    A lei e a internação compulsória

    Muitos pedidos de internação compulsória apresentados ao Judiciário, nos últimos meses, quase sempre em razão da dependência do crack, têm se mostrado desnecessários. Outro equívoco que se percebe é a acumulação dos pedidos de internação com a interdição por incapacidade, quando há familiar para assumir a curatela e pedir a internação.

    A questão da internação do paciente acometido de transtorno mental é regida pela Lei 10.216/2001, que representou um março no processo de valorização da vontade do paciente, mesmo tendo reconhecido que, momentaneamente, a expressão da vontade pode não ser possível. Prevê o parágrafo único do artigo 6º da mencionada Lei que há três tipos de internação psiquiátrica: 1)-voluntária, solicitada pelo paciente; 2)- involuntária, pedida por terceiro; e 3)-compulsória, “aquela determinada pela Justiça”. Obviamente, a necessidade de internação, em qualquer modalidade, será sempre avaliada por médico.

    A lei citada acima afirma que a internação involuntária pode ser pedida por “terceiro”. Penso que as pessoas habilitadas a formularem o requerimento são, por analogia, as mesmas previstas no Art. 1.768 do CC, a saber: pais ou tutores, cônjuge (ou companheiro), ou por qualquer parente.

    Sem adentrar na questão de haver ou não um problema epidêmico relativo ao uso do crack, o certo é que para que haja a internação involuntária, basta que um familiar formule o requerimento na unidade hospitalar e que o médico a autorize (Art. 8º da Lei 10.216/2001).

    Quando o pedido de internação for feito por terceiro, entendido como tal o familiar, o requerimento deve ser administrativo e apresentado diretamente no estabelecimento de internação, ou no centro de regulação, no caso do Sistema Único de Saúde (SUS). Não há necessidade de intervenção Judicial ou do Ministério Público para que haja a internação involuntária. Apenas é preciso que o estabelecimento hospitalar comunique ao Ministério Público, em 72 horas, na forma da referida lei.

    A internação compulsória

    Está prevista na lei para aplicação naquelas situações em que há necessidade de intervenção estatal (questão de saúde pública), mas não há solicitação de familiar para a internação. Nestes casos, tanto o Ministério Público quanto o setor próprio da área de saúde pública podem formular ao Judiciário o pedido de internação compulsória do paciente.

    O pedido de internação compulsória deve ser direcionado ao Juiz da Vara de Família, pois o fundamento do pedido é o fato de o usuário de substância entorpecente estar impossibilitado, momentaneamente, de decidir acerca do próprio interesse, no caso sua saúde. De qualquer forma, a medida, deferida em caráter emergencial e temporária, deve preceder de manifestação do Ministério Público e será sempre deferida no intuito de proteger o interesse do usuário. O magistrado jamais deve fixar o tempo da internação, pois caberá ao especialista responsável pelo tratamento decidir sobre o término da internação (§ 2º do Art. 8º).

    A internação (involuntária ou compulsória) deve ser mais breve possível, pois, o quanto antes, o paciente deve ser formalmente cientificado dos direitos previstos no parágrafo único do Art. 2º da Lei 10.216/2001, mormente o direito previsto no inciso V: “ter direito à presença médica, em qualquer tempo, para esclarecer a necessidade ou não de ser internado”.

    É possível a internação forçada de pessoa maior de 18 anos e com capacidade civil?

    1810
    Publicado por Marcelo Madureira
    ano passado

    Nos dias atuais mais e mais pessoas se tornam viciadas em drogas, bebidas alcoólicas e/ou mesmo apresentam transtornos mentais, tornando a permanência dessas pessoas na sociedade um risco para a pessoa que apresenta o problema, para os seus familiares e para a sociedade.

    Contudo, sem uma ordem judicial é possível realizar uma intervenção familiar (internação sem ser requerido judicialmente qualquer pedido para tornar a pessoa com determinado transtorno mental, viciado em drogas/bebida alcoólica incapaz)?

    A resposta é sim, conforme artigo 6º, Parágrafo único, inciso II da Lei 10.216/2001, a internação involuntária é possível, desde que seja feito um laudo médico detalhando o transtorno mental, ou vício em substâncias tóxicas e a internação seja voluntária (solicitada pela própria pessoa), ou por terceiro (diante da vida social estar impraticável), ou mesmo advenha de uma medida judicial:

    “Art. 6º – A internação psiquiátrica somente será realizada mediante laudo médico circunstanciado que caracterize os seus motivos.

    Parágrafo único. São considerados os seguintes tipos de internação psiquiátrica:

    I – internação voluntária: aquela que se dá com o consentimento do usuário;

    II – internação involuntária: aquela que se dá sem o consentimento do usuário e a pedido de terceiro;

    III – internação compulsória: aquela determinada pela Justiça”.

    O que é incabível é internar um familiar ou conhecido sem que o mesmo tenha qualquer problema com drogas, álcool e/ou transtornos mentais.

    Neste sentido, é pacífica a jurisprudência:

    “DIREITO Á SAÚDE. INTERNAÇÃO HOSPITALAR PSIQUIÁTRICA COMPULSÓRIA. PESSOA MAIOR USUÁRIA DE DROGAS. OBRIGAÇÃO SOLIDÁRIA DO PODER PÚBLICO DE FORNECÊ-LA. CONDUÇÃO FORÇADA PARA AVALIAÇÃO. 1.

    Tratando-se de pessoa agressiva e violenta e, ao que tudo indica, dependente químico, é cabível pedir aos entes públicos a sua avaliação e, caso constatada a necessidade, a internação compulsória e o fornecimento do tratamento adequado, a fim de assegurar-lhe o direito à saúde e à vida. 2. É cabível o pleito de internação psiquiátrica compulsória, com determinação de uso de força policial caso necessário, quando o dependente químico se nega a se submeter ao tratamento médico. 3.

    Os entes públicos têm o dever de fornecer gratuitamente o tratamento de pessoa cuja família não tem condições de custear. 4. Há exigência de atuação integrada do poder público como um todo, isto é, União, Estados e Municípios para garantir o direito à saúde. 5. É solidária a responsabilidade dos entes públicos. Inteligência do art. 196 da CF. Recurso provido.” (TJRS – Agravo de Instrumento nº 0142767-03.2013.8.21.7000; SÉTIMA CÂMARA CÍVEL; DES. SÉRGIO FERNANDO DE VASCONCELLOS CHAVES; Data do julgamento: 04/07/2013).

    “DIREITO Á SAÚDE. INTERNAÇÃO HOSPITALAR PSIQUIÁTRICA COMPULSÓRIA. PESSOA MAIOR USUÁRIA DE DROGAS. OBRIGAÇÃO SOLIDÁRIA DO PODER PÚBLICO DE FORNECÊ-LA. CONDUÇÃO FORÇADA PARA AVALIAÇÃO. 1.

    Tratando-se de pessoa agressiva e violenta e, ao que tudo indica, dependente químico, é cabível pedir aos entes públicos a sua avaliação e, caso constatada a necessidade, a internação compulsória e o fornecimento do tratamento adequado, a fim de assegurar-lhe o direito à saúde e à vida. 2.

    É cabível o pleito de internação psiquiátrica compulsória, com determinação de uso de força policial caso necessário, quando o dependente químico se nega a se submeter ao tratamento médico. 3. Os entes públicos têm o dever de fornecer gratuitamente o tratamento de pessoa cuja família não tem condições de custear. 4. Há exigência de atuação integrada do poder público como um todo, isto é, União, Estados e Municípios para garantir o direito à saúde. 5. É solidária a responsabilidade dos entes públicos. Inteligência do art. 196 da CF. Recurso pro

  • Saúde: serviços de reabilitação de drogas e álcool (abril de 2018)

    Saúde: serviços de reabilitação de drogas e álcool (abril de 2018)

    Nova política do Google Ad words

    Em maio de 2018, o Google atualizará a política de saúde e medicamentos para restringir a publicidade de serviços de recuperação de dependência química. Essa política será aplicada globalmente, em todas as contas que anunciam serviços de reabilitação.

    Veja alguns exemplos de serviços de reabilitação que serão restritos conforme a nova política:

    • fornecedores de tratamentos clínicos contra dependência química, incluindo programas domiciliares, de internação ou ambulatoriais
    • serviços de apoio a recuperação de dependência química, incluindo organizações de ajuda mútua e clínicas de reabilitação
    • geradores de leads e agências de indicação para serviços de reabilitação de dependência química
    • linhas diretas de suporte para crises decorrentes de dependência química

    Atualmente, anúncios de serviços de reabilitação de drogas e álcool não são permitidos fora dos Estados Unidos.

    Os anunciantes dos Estados Unidos precisam ter a certificação da LegitScript como prestadores desses serviços de reabilitação para poderem anunciar usando o Google AdWords. Nem todos os serviços de reabilitação de drogas e álcool estão qualificados para receber a certificação da LegitScript. Aqueles que não são qualificados, como clínicas de reabilitação e agências de indicação, não podem anunciar esses serviços no Google. A LegitScript cobra uma tarifa pelo processamento e monitoramento de inscrições, mas oferece isenção para determinados casos. Para saber mais sobre a certificação e enviar uma inscrição, acesse o site da LegitScript.

    Os prestadores de serviço dos Estados Unidos com certificação da LegitScript também precisam ser certificados pelo Google para exibir anúncios. Os anunciantes com certificação da LegitScript poderão solicitar a certificação do Google a partir de julho, quando o formulário de inscrição for publicado.

    Fonte: Google

  • Casagrande fala sobre dependência química: ‘Eu gosto de drogas’ ele diz

    Casagrande fala sobre dependência química: ‘Eu gosto de drogas’ ele diz

    Ex jogador de futebol Casa Grande se definiu como dependente em recuperação e disse que namoro com baby ajuda a se manter longe do vício

    Por Andrey Lippelt

    Publicado em 3/06/2018, 22:14

    Antes reservado, Walter Casagrande Júnior vem adotando postura diferente em relação à sua intimidade e seus dramas pessoais. Depois de falar sobre o namoro com Baby do Brasil no Fantástico, o ex-jogador e atual comentarista da Rede Globo esteve nesta sexta-feira no programa Encontro com Fátima Bernardes e falou sobre as dificuldades para se livrar da dependência química. Casagrande disse que o relacionamento o ajuda a se manter longe do vício, mas admitiu “gostar de droga”.

    “Ninguém se vicia em coisa ruim. Eu sou um dependente químico, que vivo em recuperação, mas eu me viciei em uma coisa que eu adoro. Eu gosto de drogas. Num determinado período, eu curti com aquilo, eu me diverti, foi legal, só que é um processo que avança, que você perde o controle”, afirmou.

    Casagrande relembra vício em drogas: ‘Cheguei a usar em véspera de jogo’…

    Veja mais em: Uolesportevtv

    Casagrande comemora primeira Copa sem usar drogas:

    Fonte: Uol

    Casagrande fala sobre vício em cocaína: ‘Se eu ‘der um tirinho’, vou ficar quatro dias cheirando’

    Ex-jogador disse como superou o vício em drogas e afirmou estar no ‘melhor momento da vida’ em entrevista ao cantor Nasi

    Casagrande, comentarista da Rede Globo Foto: Reprodução de cena do programa ‘Nasi Noite Adentro’ (2017) / Canal Brasil

    Em entrevista ao cantor Nasi, o ex-jogador Walter Casagrande falou sobre suas estratégias para não voltar ao vício em álcool e drogas. O comentarista esportivo é o primeiro convidado da nova temporada do Nasi Noite Adentro, programa do Canal Brasil que vai ao ar na próxima quinta-feira, 22, à meia-noite.

    “Hoje, eu não bebo, não uso droga nenhuma, óbvio. Vou em festas e quando o pessoal começa a beber, eu vou embora. Não fico no meio de pessoas que estão na euforia da bebida. Eu fico com elas até elas estarem na mesma sintonia. Quando elas passarem para lá, eu me retiro”, revelou Casagrande.

    Durante o bate-papo, Nasi questionou o entrevistado sobre os exames antidoping da época de jogador. “Nos anos 1980, não tinha exame específico para cocaína ou maconha. O exame era para pegar anfetamina. É a anfetamina que altera o rendimento físico do atleta, porque aumenta a disposição”, explicou.

    Casagrande começou a usar cocaína ainda na adolescência e seguiu dependente da droga enquanto era jogador. Após se aposentar dos gramados, ele ainda teve problemas e chegou a ser afastado de suas funções na TV Globo por depressão em 2007.

    “Eu dei azar de ser dependente químico. O que eu queria na minha vida? Poder ‘dar um tirinho’, beber um vinho, ver um show de rock e ir para a minha casa dormir. Era o meu sonho, mas não dá. Se eu ‘der um tirinho’, vou ficar quatro dias cheirando. Se eu beber uma taça, vou tomar dez garrafas de vinho, vou pra minha casa três dias depois e minha vida vai para o inferno. Então eu não posso”, completou o ex-atleta.

     

  • COMO INTERNAR UM PACIENTE DEPENDENTE QUÍMICO

    COMO INTERNAR UM PACIENTE DEPENDENTE QUÍMICO

    A internação de um familiar com problemas de dependência química ou alcoolismo é um fato que pode ser decisivo na recuperação do dependente químico ou alcoolista e, portanto, os responsáveis da internação devem conhecer quais itens pesquisar junto ao estabelecimento para a tomada da decisão da internação.

    Lembrem que há clínicas de reabilitação e comunidades terapêuticas sérias e outras nem tanto, as quais visam apenas ganhar dinheiro com a desgraça alheia.

    Não interne seu familiar se informando sobre o estabelecimento pela internet. Lá tudo é bonito e funciona otimamente. Na prática pode ser diferente. Vá até o estabelecimento e comprove tudo pessoalmente

    Assim, abaixo colocamos algumas ideias de perguntas para serem discutidas com os responsáveis da clinica de recuperação / reabilitação ou da comunidade terapêutica que está sendo escolhida.

    18 (Dezoito) principais perguntas sobre internação em clínica ou comunidade de recuperação de dependentes químicos

    1. Quais são os critérios que o estabelecimento utiliza para internação de um paciente? Existem tempos diferentes de internação para diferentes usos de drogas, tipo álcool, cocaína, crack, maconha?
    2. Há quanto tempo o estabelecimento existe e qual é o currículo dos seus dirigentes.
    3. Quais os tipos de contratos de internação, de pagamentos, de terapias, de consultas médicas, de medicamentos. Leia tudo muito atentamente. Não assine o que não entender muito bem. Exija regras claras sobre tudo o que está escrito no contrato. Tenha extremo cuidado para não cair em armadilhas.
    4. Há internações feitas contra a vontade do paciente? (chamadas de internação involuntária). O estabelecimento possui ou orienta sobre o resgate do paciente?
    5. Há aulas ou cultos ligados à alguma religião? O que acontece se o interno não for adepto à essa religião??
    6. O estabelecimento possui em seus quadros psiquiatra, médico generalista, psicólogos que efetivamente trabalham com os pacientes? Há unidade de desintoxicação para dependentes com problemas de sintomas de abstinência? È feita com o uso de medicamentos e sob supervisão de médico?
    7. Quantos pacientes ficam no mesmo quarto?? Quantos pacientes estão em tratamento no estabelecimento?
    8. O estabelecimento segue o Programa dos Doze Passos? Se não seguir este programa não interne seu familiar nesse estabelecimento.
    9. Qual é a opinião dos responsáveis do estabelecimento sobre o uso de medicamentos no tratamento dos pacientes? Lembre que cerca de 80% dos dependentes químicos possuem comorbidades psiquiátricas e necessitam de medicamentos psiquiátricos.
    10. Qual é o tempo médio de internação para cada tipo de interno?
    11. Qual é o programa de visitas aos internos? Idem para telefonemas e informações semanais.
    12. Qual é o suporte dado pelo estabelecimento aos familiares durante a internação?
    13. Qual é o suporte dado pelo estabelecimento ao paciente após o tempo de tratamento efetuado? E aos familiares?
    14. Como é feita a ressocialização dos internos? É feita em casa? Depois de quanto tempo de internação?
    15. O que é recomendado ao interno quando da sua saída. Recomendam o N.A. (Narcóticos Anônimos), 90 dias e 90 reuniões? Tratamentos psicológico e psiquiátrico? Retornos periódicos ao estabelecimento?
    16. Como é tratado o paciente que recai após o tratamento?
    17. Quanto tempo fica internado o paciente que recai? Quais são as condições de tempo e de custos em caso de reinternação.
    18. Na opinião do estabelecimento o que realmente funciona na vida pós-tratamento da internação? Como deve ser feita a reintegração do dependente à sociedade após o tratamento? Como fazer para diminuir ou anular o estigma de pós-internação?

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  • TRATAMENTO VOLUNTÁRIO

    TRATAMENTO VOLUNTÁRIO

    Capital Remoções – Clínicas de Reabilitação / Recuperação em SP

    Para pessoas, de ambos os sexos, que precisam do tratamento-residente em clínicas de recuperação / reabilitação, e concordam com a ajuda profissional.

    Nosso diferencial é que nossa equipe terapêutica e médica está preparada para intervir nas crises de abstinência, que se caracterizam pela presença de sintomas físicos e psicológicos de desconforto frente à interrupção do consumo de drogas e álcool, evitando assim a desistência do tratamento por parte do paciente. Nossos pacientes cumprem o tempo de programa estabelecido e nosso índice de desistência é praticamente inexistente.

    Por conseqüência detemos um dos melhores índices de recuperação entre os pacientes tratados.

    O Programa Terapêutico de 12 passos, parte fundamental do tratamento, é específico para cada pessoa e está alicerçado no que há de mais moderno em técnicas e dinâmicas terapêuticas, buscando resgatar valores éticos, familiares e emocionais, para motivar os pacientes a refazerem seus projetos de vida, adotando assim, hábitos saudáveis e produtivos.

    O acompanhamento dos profissionais, outro fator de extrema importância para o tratamento, é realizado por equipe de profissionais, treinados e capacitados, composta por médicos (psiquiatra e clínico), psicólogos, terapeutas, consultores em dependência química, terapeutas ocupacionais, professores de educação física, monitores, enfermeiros e outros.

    Duração prevista para o tratamento de 180 dias em regime de internação continuada em nossas unidades de tratamento, sujeito à alta terapêutica estabelecida pela equipe. Mais um programa de reinserção.

    Temos também, Tratamento Intensivo, realizado em um período de 90 dias de internação continuada. Sujeito à alta terapêutica estabelecida pela equipe de tratamento. Mais um programa de pós-tratamento de 90 dias.

    Consulte-nos para o seu tratamento, de seu filho ou parente.

    (11) 96648-4516 24h

    Temos um custo que permite a maioria das famílias se beneficiarem dos resultados que nossos tratamentos tem proporcionado a muitas vidas.

  • Clínica de reabilitação que pode usar celular e notebook?

    Clínica de reabilitação que pode usar celular e notebook?

    Clínica de reabilitação que permite o uso de celulares e notebooks

    Pode usar celular na clínica de reabilitação para dependentes químicos?

    Sim, dependendo da clínica, são poucas, porém aqui na Capital Remoções você encontra diversas opções, basta entrar em contato com uma de nossas atendentes e verificar qual é a mais próxima e melhor opção de clínica de recuperação para dependentes químicos que permite o uso de celulares e notebooks.

    Confira agora essa clínica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo,  parceira da Capital Remoções que permite o uso de celular e nootebook.

    Para continuar para a matéria e conhecer melhor a clínica, acesse o link:

    https://capitalremocoes.com.br/clinica-de-reabilitacao-em-sp-mairipora-sp-5/

    Clínica de reabilitação em SP para dependentes químicos é a nossa especialidade.

    Conte com a Capital Remoções para internações de dependentes químicos e alcoólatras.

  • Clínica de reabilitação em SP – Mairiporã SP

    Clínica de reabilitação em SP – Mairiporã SP

    Clínica de reabilitação – Comunidade terapêutica em SP – Mairiporã SP

    Clínica pra tratamento de dependentes quínicos e alcoolatras em SP

    Clínica de reabilitação das drogas que permite o uso de celulares, tablets e notebooks

    Opções de suítes:

    Coletiva para 5 pacientes 7 parcelas de R$ R$1200 o tratamento de 6 meses.

    Suítes duplas e individuais com smart tv de 50 polegadas, sky, serviço de limpeza de quarto e frigobar.

    6 refeições diárias

    Serviço de limpeza de quarto

    2 psicólogos que atendem diariamente

    Psiquiatra todas as semanas

    Enfermeira padrão

    wi-fii

    Valores sob consulta

    (11) 96422-1200

    Método de Tratamento:

    Tempo: 6 meses

    1ª Etapa:

    Aspecto Físico, desintoxicação e adaptação ao convívio; conhecimento do programa; Reeducação alimentar, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo da droga e do álcool.

    2ª Etapa:

    Aspecto Psicológico (autoconhecimento de seu eu interior e de sua doença) Terapias e psicologia aplicada.

    3ª Etapa:

    Aspecto Espiritual (valorizar as pequenas coisas e desta maneira valorizar a vida) Fé em um poder superior.
    Os princípios fundamentais que regem nossa instituição são:

    O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente e sua família.

    A Dependência Química é uma doença:

    progressiva, incurável e fatal, logo a recuperação é progressiva, contínua e traz vida em plenitude. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável. O que podemos fazer é tratar e estacionar. O modelo de internação que seguimos é o de conscientização. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados.

    Oferecemos ao residente, dentro de nossas dependências o programa de doze passos, espiritualidade, terapia racional emotiva, programa de prevenção a recaída, arte terapia, vídeo terapia, laborterapia, atendimento psicológico individual e em grupo, quatro refeições diárias e demais necessidades para a recuperação do interno.

    Atividades Terapêuticas

    Espiritualidade:

    Realizada após o café da manhã é a primeira reunião do dia. Cantamos louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia.

    Reunião de sentimentos:

    Esta reunião tem por objetivo, fazer com que o residente partilhe os sentimentos identificados no decorrer do dia. É muito importante esta reunião de partilha, pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo, e ouvindo sua própria voz falando de si. Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos companheiros.

    O retorno é uma forma de avaliação, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com intuito de crescimento na recuperação. É através dos retornos que os companheiros, a partir de suas experiências sugerem alternativas. Sempre quando alguém partilha seus sentimentos, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e objetivos comuns.

    Psicoterapia Individual:

    Este atendimento possibilita com que o residente entre em contato com suas dificuldades e consiga alternativas viáveis ao seu equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento para situações de risco, tão necessárias na vida de um dependente químico.

    Reunião de 12 Passos:

    Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos residentes, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Narcóticos Anônimos.

    Laborterapia:

    (Terapia do Trabalho)
    Atividade realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);

    • Descobrir e desenvolver habilidades;
    • Elevar sua autoestima;
    • Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;
    • Aceitar limites e regras; ter disciplina;
    • Perceber suas responsabilidades;
    • Assimilar a ajuda mútua;
    • Desenvolver a percepção e a preocupação com o outro;
    Concentração e Atenção;
    • Desenvolver noção de começo, meio e fim de uma atividade;
    • Aprimoramento de conduta e caráter;
    • Organização, Reabilitação física, entre outros.
    * Os trabalhos são executados em grupos, divididos.

    TRE – Terapia Racional Emotiva:

    São reuniões semanais que ensinam o dependente a como lidar com os sentimentos. Estudamos: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamento Destrutivo e outros temas. Estes estudos são muito importantes na recuperação.

    P.P. R – Programa de prevenção a recaída:

    Essa reunião é muito importante, mostramos para os residentes algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “EVITES E OS PROCURES”. EX: PROCURE um hobby, ir à sala de anônimos, uma religião, novas amizades, etc. EVITE velhos amigos, velhos hábitos, velhas ideias, etc.

    Observação:

    Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o Carnê do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Dependência Química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos acolhidos!

    Somos especialistas no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas.
    visita a cada 30 dias e ligação toda semana

  • Clínica de reabilitação em Montes Claros MG – Clínicas de Reabilitação – Capital Remoções

    Clínica de reabilitação em Montes Claros MG – Clínicas de Reabilitação – Capital Remoções

    Clínica de reabilitação em Montes Claros – MG – Clínicas de Reabilitação – Capital Remoções

    Tratamento para dependentes químicos e alcoólatras  em Minas Gerais – Montes claros MG – Clínicas de Reabilitação – Capital Remoções

    Clínica de reabilitação – Comunidade terapêutica em Montes Claros MG – Clínicas de Reabilitação – Capital Remoções

    Método de Tratamento

    1ª Etapa:

     Aspecto Físico, desintoxicação e adaptação ao convívio; conhecimento do programa; Reeducação alimentar, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo da droga e do álcool.

    2ª Etapa:

    Aspecto Psicológico (autoconhecimento de seu eu interior e conhecimento de sua doença) Terapia e psicologia aplicada.

    3ª Etapa:

     Aspecto Espiritual (valorizar as pequenas coisas e desta maneira valorizar a vida) Fé em um poder superior.

    Os princípios fundamentais que regem nossa instituição são: O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente e sua família.

    A Dependência Química é uma doença: progressiva, incurável e fatal, logo a recuperação é progressiva, contínua e traz vida em plenitude. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável. O que podemos fazer é tratar e estacionar. O modelo de internação que seguimos é o de conscientização. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados.

    Oferecemos ao residente, dentro de nossas dependências o programa de doze passos, espiritualidade, terapia racional emotiva, programa de prevenção a recaída, arte terapia, vídeo terapia, laborterapia, atendimento psicológico individual e em grupo, quatro refeições diárias e demais necessidades para a recuperação do interno.

    Atividades Terapêuticas

    Espiritualidade

    Realizada após o café da manhã é a primeira reunião do dia na rotina diária das clínicas. Cantamos louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia.

    Reunião de sentimentos:

    Esta reunião tem por objetivo, fazer com que o residente partilhe os sentimentos identificados no decorrer do dia. É muito importante esta reunião de partilha, pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo, e ouvindo sua própria voz falando de si. Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos companheiros. O retorno é uma forma de avaliação, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com intuito de crescimento na recuperação. É através dos retornos que os companheiros, a partir de suas experiências sugerem alternativas. Sempre quando alguém partilha seus sentimentos, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e objetivos comuns.

    Psicoterapia Individual:

    Este é um atendimento que possibilita com que os residentes entrem em contato com suas dificuldades e consiga algumas alternativas que são viáveis ao equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento para situações de risco, tão necessárias na vida de um dependente químico.

    Reuniões de 12 Passos:

    Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos residentes, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Narcóticos Anônimos.

    Laborterapia: (Terapia do Trabalho)

    Atividade realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);

    • Descobrir e desenvolver habilidades;
    • Elevar sua autoestima;
    • Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;
    • Aceitar limites e regras; ter disciplina;
    • Perceber suas responsabilidades;
    • Assimilar a ajuda mútua;
    • Desenvolver a percepção e a preocupação com o outro;

    Concentração e Atenção;

    • Desenvolver a noção de começo, meio e fim de uma atividade;
    • Aprimoramento da conduta e caráter;
    • Organização, Reabilitação física, mental, espiritual entre outros.

    * Os trabalhos são executados em grupos, divididos.

     

    TRE – Terapia Racional Emotiva:

    São reuniões semanais que ensinam o dependente a como lidar com os sentimentos. Estudamos: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamento Destrutivo e outros temas. Estes estudos são muito importantes na recuperação.

    P.P. R – Programa de prevenção a recaída:

    Essa reunião é uma das mais importantes, mostramos para os residentes químicos e alcoólatras algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “EVITES E OS PROCURES”. EX: PROCURE um hobby, ir à sala de anônimos, uma religião, novas amizades, etc. EVITE velhos amigos, velhos hábitos, velhas ideias, etc.

    Observação: Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o Carnê do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Dependência Química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos Pacientes!

    Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas.

    Plano terapêutico com duração de 09 meses

    Temos médicos:

    02 psiquiatras

    01 clínica geral (Que atende segunda, quarta e sexta.)

    Temos 02 psicólogas (Que atendem todos os dias o dia todo.)

    Enfermeira e técnico de enfermagem (O dia todo e plantão a noite.)

    Temos 03 terapeutas holísticos

    Nutricionista

    02 cozinheiras

    Restaurante interno

    Trabalhamos com valores da seguinte forma.

    Temos apartamentos coletivos a partir de 1500 de entrada e 1500 por mês

    Apartamento individual com ar condicionado TV frigobar e suíte exclusivo custa 3000 de entrada e 3000 por mês.

    Coletivo com ar condicionado TV 48 polegadas e suíte.

    Custa 2000 de entrada e 2000 por mês.

    Entre em contato agora mesmo pelo telefone (11) 98467-8116 24h
    Montes Claros 
    Relação de cidades a até 100 km
    Ponto de partida: Praça Pio XII em frente a Catedral
    Distâncias rodoviárias calculadas por estradas pavimentadas
    CIDADE / UF…KM
    CIDADE / UF…KM
    CIDADE / UF…KM
    • Bocaiúva / MG…48
    • Capitão Enéas / MG…63
    • Claro dos Poções / MG…79
    • Coração de Jesus / MG …80
    • Engenheiro Navarro / MG…76
    • Francisco Sá / MG…52
    • Glaucilândia / MG…31
    • Guaraciama / MG…71
    • Itacambira / MG…99
    • Jequitaí / MG…100
    • Juramento / MG…40
    • Mirabela / MG…67
    • Olhos d’Água / MG…97
    • São João da Lagoa / MG…72 
    Localização
    Milhas
    Km
    Mn
    Direcção
    Brasil, Bocaiúva (clínica de Reabilitação perto de Bocaiúva)
    25.94 milhas
    41.75 km
    22.54 nm
    Brasil, Francisco Sá  (clínica de Reabilitação perto de Francisco Sá)
    30.53 milhas
    49.13 km
    26.53 nm
    Brasil, Coração de Jesus  (clínica de Reabilitação perto de Coração de Jesus)
    33.49 milhas
    53.89 km
    29.1 nm
    Brasil, Mirabela  (clínica de Reabilitação perto de Mirabela)
    38.3 milhas
    61.64 km
    33.28 nm
    Brasil, Brasília de Minas  (clínica de Reabilitação perto de Brasília de Minas)
    52.62 milhas
    84.69 km
    45.73 nm
    Brasil, São João da Ponte  (clínica de Reabilitação perto de São João da Ponte)
    56.52 milhas
    90.96 km
    49.11 nm
    Brasil, Varzelândia (clínica de Reabilitação perto de)
    72.26 milhas
    116.3 km
    62.79 nm

    Brasil, Janaúba 

    (clínica de Reabilitação perto de)
    74.14 milhas
    119.31 km
    64.42 nm
    (clínica de Reabilitação perto de)
    79.2 milhas
    127.46 km
    68.82 nm
    (clínica de Reabilitação perto de)
    82.76 milhas
    133.19 km
    71.91 nm
    (clínica de Reabilitação perto de)
    82.88 milhas
    133.39 km
    72.02 nm
    83.9 milhas
    135.02 km
    72.9 nm
    84.25 milhas
    135.59 km
    73.21 nm
    85.87 milhas
    138.19 km
    74.62 nm
    88.04 milhas
    141.69 km
    76.51 nm
    90.42 milhas
    145.52 km
    78.57 nm
    92.76 milhas
    149.28 km
    80.6 nm
    101.93 milhas
    164.04 km
    88.57 nm
    106.05 milhas
    170.67 km
    92.16 nm
    110.71 milhas
    178.18 km
    96.21 nm
    111.2 milhas
    178.96 km
    96.63 nm
    113.63 milhas
    182.87 km
    98.74 nm
    113.85 milhas
    183.23 km
    98.94 nm
    117.23 milhas
    188.66 km
    101.87 nm
    118.77 milhas
    191.14 km
    103.21 nm
    120.28 milhas
    193.58 km
    104.52 nm
    125.59 milhas
    202.12 km
    109.14 nm
    127.35 milhas
    204.95 km
    110.67 nm
    133.04 milhas
    214.1 km
    115.61 nm
    136.84 milhas
    220.22 km
    118.91 nm
    138.61 milhas
    223.08 km
    120.45 nm
    139.02 milhas
    223.73 km
    120.8 nm
    140.43 milhas
    226.01 km
    122.03 nm
    140.62 milhas
    226.31 km
    122.2 nm
    142.92 milhas
    230 km
    124.19 nm
    142.92 milhas
    230.01 km
    124.19 nm
    144.61 milhas
    232.72 km
    125.66 nm
    144.64 milhas
    232.77 km
    125.69 nm
    146.61 milhas
    235.95 km
    127.4 nm
    151.94 milhas
    244.52 km
    132.03 nm
    153.65 milhas
    247.27 km
    133.52 nm
    157.15 milhas
    252.9 km
    136.56 nm
    158.9 milhas
    255.72 km
    138.08 nm
    159.17 milhas
    256.16 km
    138.31 nm
    161.65 milhas
    260.15 km
    140.47 nm
    161.93 milhas
    260.6 km
    140.71 nm
    167.64 milhas
    269.78 km
    145.67 nm
    168.05 milhas
    270.45 km
    146.03 nm
    169.18 milhas
    272.27 km
    147.01 nm
    173.33 milhas
    278.94 km
    150.62 nm
    173.73 milhas
    279.59 km
    150.97 nm
    176.77 milhas
    284.48 km
    153.61 nm
    177.33 milhas
    285.39 km
    154.1 nm
    183.24 milhas
    294.9 km
    159.23 nm
    185.92 milhas
    299.21 km
    161.56 nm
    186.7 milhas
    300.46 km
    162.24 nm
    187.46 milhas
    301.69 km
    162.9 nm
    187.87 milhas
    302.34 km
    163.25 nm
    188.89 milhas
    303.99 km
    164.14 nm
    190.38 milhas
    306.39 km
    165.44 nm
    190.43 milhas
    306.46 km
    165.48 nm
    192.89 milhas
    310.42 km
    167.61 nm
    194.13 milhas
    312.42 km
    168.69 nm
    194.91 milhas
    313.68 km
    169.37 nm
    195.58 milhas
    314.76 km
    169.95 nm
    196.36 milhas
    316.02 km
    170.64 nm
    197.28 milhas
    317.49 km
    171.43 nm
    199.57 milhas
    321.17 km
    173.42 nm
    199.85 milhas
    321.63 km
    173.67 nm
    200.51 milhas
    322.69 km
    174.24 nm
    200.89 milhas
    323.3 km
    174.57 nm
    201.94 milhas
    325 km
    175.48 nm
    203.25 milhas
    327.1 km
    176.62 nm
    203.33 milhas
    327.23 km
    176.69 nm
    203.6 milhas
    327.66 km
    176.92 nm
    204.36 milhas
    328.88 km
    177.58 nm
    204.63 milhas
    329.32 km
    177.82 nm
    206.05 milhas
    331.6 km
    179.05 nm
    207.92 milhas
    334.61 km
    180.68 nm
    207.95 milhas
    334.66 km
    180.7 nm
    208.3 milhas
    335.23 km
    181.01 nm
    208.68 milhas
    335.84 km
    181.34 nm
    209.69 milhas
    337.47 km
    182.22 nm
    210.02 milhas
    337.99 km
    182.5 nm
    210.92 milhas
    339.45 km
    183.29 nm
    211.29 milhas
    340.03 km
    183.6 nm
    211.48 milhas
    340.35 km
    183.77 nm
    212.36 milhas
    341.76 km
    184.54 nm
    212.87 milhas
    342.58 km
    184.98 nm
    213.31 milhas
    343.28 km
    185.36 nm
    214.58 milhas
    345.33 km
    186.46 nm
    214.96 milhas
    345.94 km
    186.79 nm
    215.23 milhas
    346.38 km
    187.03 nm
    216.38 milhas
    348.23 km
    188.03 nm
    217.22 milhas
    349.58 km
    188.76 nm
    217.68 milhas
    350.32 km
    189.16 nm
    218.72 milhas
    351.99 km
    190.06 nm
    219.09 milhas
    352.6 km
    190.39 nm
    220.19 milhas
    354.36 km
    191.34 nm
    220.45 milhas
    354.78 km
    191.56 nm
    221.24 milhas
    356.05 km
    192.25 nm
    221.43 milhas
    356.36 km
    192.42 nm
    223.22 milhas
    359.23 km
    193.97 nm
    223.37 milhas
    359.48 km
    194.1 nm
    224.07 milhas
    360.61 km
    194.71 nm
    224.47 milhas
    361.24 km
    195.06 nm
    224.51 milhas
    361.31 km
    195.09 nm
    224.58 milhas
    361.43 km
    195.16 nm
    224.61 milhas
    361.47 km
    195.18 nm
    224.86 milhas
    361.88 km
    195.4 nm
    225.27 milhas
    362.53 km
    195.75 nm
    225.58 milhas
    363.04 km
    196.02 nm
    226.57 milhas
    364.63 km
    196.89 nm
    227.49 milhas
    366.11 km
    197.68 nm
    227.71 milhas
    366.46 km
    197.87 nm
    228 milhas
    366.93 km
    198.13 nm
    228.77 milhas
    368.17 km
    198.79 nm
    228.8 milhas
    368.21 km
    198.82 nm
    229.54 milhas
    369.4 km
    199.46 nm
    230.27 milhas
    370.59 km
    200.1 nm
    230.59 milhas
    371.1 km
    200.38 nm
    231.83 milhas
    373.1 km
    201.46 nm
    232.26 milhas
    373.78 km
    201.83 nm
    232.54 milhas
    374.24 km
    202.07 nm
    233.24 milhas
    375.37 km
    202.68 nm
    235.32 milhas
    378.71 km
    204.49 nm
    235.51 milhas
    379.02 km
    204.65 nm
    236.55 milhas
    380.69 km
    205.55 nm
    236.6 milhas
    380.78 km
    205.6 nm
    238.4 milhas
    383.66 km
    207.16 nm
    238.85 milhas
    384.38 km
    207.55 nm
    238.99 milhas
    384.61 km
    207.67 nm
    239.42 milhas
    385.31 km
    208.05 nm
    239.72 milhas
    385.79 km
    208.31 nm
    239.99 milhas
    386.23 km
    208.55 nm
    240.21 milhas
    386.58 km
    208.74 nm
    242.27 milhas
    389.9 km
    210.53 nm
    243.14 milhas
    391.3 km
    211.28 nm
    243.33 milhas
    391.61 km
    211.45 nm
    243.67 milhas
    392.16 km
    211.75 nm
    244.54 milhas
    393.55 km
    212.5 nm
    244.56 milhas
    393.57 km
    212.51 nm
    244.91 milhas
    394.14 km
    212.82 nm
    245.67 milhas
    395.36 km
    213.48 nm
    247.43 milhas
    398.21 km
    215.01 nm
    247.71 milhas
    398.65 km
    215.26 nm
    248.26 milhas
    399.53 km
    215.73 nm
    249.87 milhas
    402.12 km
    217.13 nm
    249.92 milhas
    402.22 km
    217.18 nm
    250.54 milhas
    403.21 km
    217.72 nm
    251.94 milhas
    405.46 km
    218.93 nm
    252.51 milhas
    406.37 km
    219.42 nm
    252.59 milhas
    406.51 km
    219.5 nm
    253.39 milhas
    407.8 km
    220.19 nm
    253.94 milhas
    408.67 km
    220.67 nm
    253.96 milhas
    408.71 km
    220.69 nm
    254.63 milhas
    409.79 km
    221.27 nm
  • 4 opções de clínica de reabilitação feminina

    4 opções de clínica de reabilitação feminina

    Clinicas de reabilitação femininas em São Paulo é com a Capital Remoções. Confira agora algumas opções de clínicas de reabilitação femininas para o tratamento da dependência química e do alcoolismo

     

    Clínica de reabilitação feminina e masculina 1

    Opção de clínica para mulheres e homens em São Paulo

    Clínica de reabilitação feminina e masculina 2

    Clínica de reabilitação feminina e masculina para o tratamento da dependência química e do alcoolismo em São Paulo

     

    Clínica de reabilitação feminina e masculina 3

    Clínica de reabilitação feminina e masculina – Clínicas de recuperação em SP São Paulo é com a Capital Remoções.

     

    Clínica de reabilitação feminina em Ittiba SP

    Atenção!!

    Estamos com vagas a partir de R$ 1 mil por mês em Itatiba SP

    Unidade (13) Feminina por: entrada de R$1500 + 6 parcelas de R$1500 sem juros. Ou em 12x no cartão. Tratamento de 6 meses.(Itatiba SP)

    Atenção!!

    Estamos com vagas a partir de R$ 1 mil por mês em Itatiba SP

    Leia também:

    Tratamento da Dependência Química

    Tratamento Do Alcoolismo

    Tratamento da Maconha – Para dependentes químicos SP

    Tratamento da Depressão

    Tratamento para mulheres

    Tratamento para adolescentes

    TRATAMENTO PARA DEPENDENTES QUÍMICOS EM SP

    Tratamento – Terapia Familiar Dependência Química

    Tratamento do crack – Para dependentes químicos SP

    Tratamento Dependência em Jogos

    Tratamento para Dependentes de Cocaína Para Dependentes Químicos

    Tratamento com Ibogaína em SP

    Tratamento para a dependência química

    Tratamento para alcoólatras SP

    Técnica combate abstinência de dependentes de cocaína (pó)

     

    Conheça as principais tipos de drogas consumidas no Brasil

    Para ler o artigo completo clique aqui

     

    Veja vídeos sobre a dependência química no Google entre outros artigos clicando aqui.

    A Capital Remoções conta com diversas clínicas de reabilitação entre elas temos Unidades em Mairiporã SP (8 unidades), Pinhalzinho SP, Atibaia SP, Itatiba SP, Limeira SP, Camanducaia MG, Itu entre outras e estamos sempre atualizando e disponibilizando novas informações e conteúdos para informar o público e disponibilizar tratamentos de qualidade para dependentes químicos e alcoólatras de todo o Brasil.

    Tratamento da dependência química é a nossa especialidade. Estamos a mais de 2 anos atuando no meio da dependência química e no encaminhamento de pacientes para internações.

     

  • 14 OPÇÕES DE CLÍNICA DE RECUPERAÇÃO DROGAS SP

    14 OPÇÕES DE CLÍNICA DE RECUPERAÇÃO DROGAS SP

    Clínica De Recuperação SP – localizadas em SP – São Paulo SP

     

    Tratamento das drogas e do álcool. Reabilitação para dependentes químicos em SP é com a Capital Remoções!

    Confira opções de Clínicas de Recuperação das Drogas em SP que oferecem tratamento para dependentes químicos no estado de São Paulo SP entre outros clicando no link abaixo:

     

    PROCURANDO POR TRATAMENTO COM IBOGAINA? CLIQUE AQUI

     

    Segue a lista de clínicas de recuperação / reabilitação das drogas SP atualizada 2018:

    Clique na imagem para saber mais

    ATENÇÃO, NÃO INTERNAMOS CONTRA A VONTADE ( NÃO FAZEMOS INTERNAÇÃO INVOLUNTÁRIA).

    Método de Tratamento

    1ª Etapa:

     Aspecto Físico, desintoxicação e adaptação ao convívio; conhecimento do programa; Reeducação alimentar, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo da droga e do álcool.

    2ª Etapa:

     Aspecto Psicológico (autoconhecimento de seu eu interior e de sua doença) Terapias e psicologia aplicada.

    3ª Etapa:

     Aspecto Espiritual (valorizar as pequenas coisas e desta maneira valorizar a vida) Fé em um poder superior.

    Os princípios fundamentais que regem nossa instituição são: O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente e sua família.

    A Dependência Química é uma doença: progressiva, incurável e fatal, logo a recuperação é progressiva, contínua e traz vida em plenitude. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável. O que podemos fazer é tratar e estacionar. O modelo de internação que seguimos é o de conscientização. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados.

    Oferecemos ao residente, dentro de nossas dependências o programa de doze passos, espiritualidade, terapia racional emotiva, programa de prevenção a recaída, arte terapia, vídeo terapia, laborterapia, atendimento psicológico individual e em grupo, quatro refeições diárias e demais necessidades para a recuperação do interno.

    Atividades Terapêuticas

    Espiritualidade

    Realizada após o café da manhã é a primeira reunião do dia. Cantamos louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia.

    Reunião de sentimentos:

    Esta reunião tem por objetivo, fazer com que o residente partilhe os sentimentos identificados no decorrer do dia. É muito importante esta reunião de partilha, pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo, e ouvindo sua própria voz falando de si. Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos companheiros. O retorno é uma forma de avaliação, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com intuito de crescimento na recuperação. É através dos retornos que os companheiros, a partir de suas experiências sugerem alternativas. Sempre quando alguém partilha seus sentimentos, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e objetivos comuns.

    Psicoterapia Individual:

    Este atendimento possibilita com que o residente entre em contato com suas dificuldades e consiga alternativas viáveis ao seu equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento para situações de risco, tão necessárias na vida de um dependente químico.

    Reunião de 12 Passos:

    Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos residentes, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Narcóticos Anônimos.

    Laborterapia: (Terapia do Trabalho)

    Atividade realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);

    • Descobrir e desenvolver habilidades;
    • Elevar sua autoestima;
    • Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;
    • Aceitar limites e regras; ter disciplina;
    • Perceber suas responsabilidades;
    • Assimilar a ajuda mútua;
    • Desenvolver a percepção e a preocupação com o outro;

    Concentração e Atenção;

    • Desenvolver noção de começo, meio e fim de uma atividade;
    • Aprimoramento de conduta e caráter;
    • Organização, Reabilitação física, entre outros.

    * Os trabalhos são executados em grupos, divididos.

     

    TRE – Terapia Racional Emotiva:

    São reuniões semanais que ensinam o dependente a como lidar com os sentimentos. Estudamos: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamento Destrutivo e outros temas. Estes estudos são muito importantes na recuperação.

    P.P. R – Programa de prevenção a recaída:

    Essa reunião é muito importante, mostramos para os residentes algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “EVITES E OS PROCURES”. EX: PROCURE um hobby, ir à sala de anônimos, uma religião, novas amizades, etc. EVITE velhos amigos, velhos hábitos, velhas ideias, etc.

    Observação: Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o Carnê do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Dependência Química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos Pacientes!

    Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas.

     

    Clique na imagem para saber mais

    Clínica de Recuperação SP 1

     

    Clínica de recuperação SP 2

    Clínica de recuperação SP 3

    Comunidade terapêutica em Pinhalzinho SP

    Capital Remoções clínicas de recuperação em SP

    Comunidade terapêutica em Camanducaia MG – Minas Gerais

    Capital Remoções clínicas de recuperação em SP

    Minas Gerais MG – Masculina

    Clínica de recuperação SP

    Vargem Grande Paulista SP – Masculina

     

    Clínica de recuperação SP

    Guaratinguetá SP – Masculina Evangélica

    Comunidade terapêutica em Guaratinguetá SP

    Capital Remoções clínicas de recuperação em SP

    Guaratinguetá SP – Masculina

     

    Comunidade terapêutica em Mairiporã SP

    Capital Remoções clínicas de recuperação em SP

    Clínica de Reabilitação em Mairiporã SP – Masculina. Para saber mais vá ate o menu na parte superior do site é abra a aba todas as unidades ou entre em contato agora mesmo pelo nosso whatsapp :

     

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    Algumas Clínicas de Recuperação contam com centros de tratamentos que possuem todo o conforto  e segurança para que o paciente se sinta como se estivesse entre os seus familiares, propiciando aquilo que seja necessário para que possa se recuperar da doença. As instalações estão montadas e distribuídas da seguinte maneira:

    Instalações clinica de recuperação Drogas

    A área total do centro de tratamento está distribuída em 16 mil metros quadrados, contendo, além de ampla área verde, também jardins e piscinas, o que fornece um ambiente agradável e bastante acolhedor para o dependente. As dependências das alas internas são distribuídas de maneira a oferecer toda a segurança e o conforto para que os programas terapêuticos sejam implementados, com acomodações distribuídas em individuais e grupais.

    O paciente – que, para todos os efeitos, é considerado como hóspede – usufrui de um ambiente completo para melhorar o seu condicionamento físico, podendo utilizar as quadras poliesportivas, participar de jogos de futebol e de tênis, usar a academia completa seguindo um planejamento de atividades físicas, além de ping pong.

    É importante destacar, entre as instalações da clinica de recuperação, a capela, que é o espaço destinado a incentivar a busca do dependente consigo mesmo, independente de sua fé religiosa. Está sempre presente um capelão para coordenar a prática diária dos momentos de oração e de encontro com a espiritualidade, através de cultos ecumênicos, com cantos de louvor e oração.

    O espaço gourmet da clinica de recuperação / Reabilitação oferece aos hóspedes/pacientes, todos os finais de semana, atividades terapêuticas através de encontros para churrascos e pizza, com o objetivo de rearticular sua própria capacidade de socialização, incentivando o trabalho em equipe.

    O trabalho em equipe é de suma importância para conscientizar o paciente de que dependência química não tem cura. Assim, as salas de atividade em grupo incentivam esse trabalho em conjunto, desenvolvendo práticas diárias com dinâmicas de grupo para o autoconhecimento e o auto desenvolvimento, sempre tendo como base a terapia cognitiva comportamental.

    Encontros e seminários são realizados periodicamente na sala de eventos da clínica de reabilitação, reunindo o paciente e seus familiares com profissionais técnicos e administrativos, onde são passadas informações necessárias para o dependente e para os seus entes queridos, que devem acompanhar sua recuperação.

    dependente, em seu processo de recuperação, fica instalado em suítes que acomodam 2 pessoas, em cama box, com TV no quarto, divididas em alas masculina e feminina e, na sala de convivência, o dependente também conta com espaço para leitura nos momentos de lazer.

    Para garantir melhor atendimento aos dependentes químicos, o posto de enfermagem está instalado próximo aos quartos, o que propicia melhor assistência e observação direta dos pacientes.

    Um dos diferenciais da clinica de recuperação Capital Remoções é a lavandeira externa, com serviços oferecidos prioritariamente ao dependente.

    Como dar início ao tratamento na clinica de reabilitação.

    A internação do paciente na clinica de reabilitação atende principalmente o processo de desintoxicação, dando início ao tratamento, principalmente conscientizando o paciente de que a dependência química tem cura.

    A orientação para internação deve partir de um profissional médico psiquiatra  responsável, devendo haver o apoio de um familiar, que se tornará responsável por todo o processo junto ao dependente.

    Após o processo de desintoxicação de 2 a 3 meses, o paciente terá atenção continuada da equipe, contando com uma rede de apoio para que possa começar o seu processo de ressocialização junto à comunidade em que vive.

    A Clínica Reabilitação Drogas possui uma ampla estrutura que dá suporte ao dependente, integrando o processo de tratamento e facilitando sua recuperação.

     

    DESCRIÇÃO DE ATIVIDADES TERAPÊUTICAS NA CLÍNICA DE TRATAMENTO PARA DEPENDENTES

    Os serviços de atendimento ao paciente conta com uma equipe de 300 profissionais, entre técnicos e colaboradores de apoio administrativo. Altamente qualificados no tratamento e na recuperação do dependente químico. O objetivo da Clínica de Tratamento é utilizar técnicas eficazes de recuperação com metodologia própria, tratamento personalizado, seguindo o perfil e estágio de dependência de cada um, para conduzir o paciente de forma consciente à recuperação da sua saúde física, psicológica, espiritual e social.

    Recepção: Nós temos uma equipe técnica treinada em entrevista motivacional para proporcionar  acolhimento  na chegada do paciente ao centro de tratamento . É  realizada uma triagem através de anamnese com os pacientes e com as famílias para avaliar o nível de gravidade da doença e definir um plano terapêutico individualizado ,de acordo com as características e necessidades de cada um.

     Desintoxicação: Na ala de atendimento clínico existe uma sala de observação onde o paciente é monitorado 24 horas durante o período inicial de desintoxicação. Normalmente nesta fase o paciente encontra-se bem confuso, desorientado, desmotivado e anuviado para o tratamento devido ao grau de intoxicação ou gravidade do estado mental, requerendo acompanhamento médico psiquiátrico, atendimento psicológico, espiritual e assistência da enfermagem intensiva. Neste momento importante de seu tratamento ele nunca pode nem se sentirá sozinho, a equipe estará com ele para atendê-lo e  orienta-lo.

     Exames complementares: Durante a permanência do paciente na sala de observação são realizados alguns exames clínicos de laboratório e toxicológico para subsidiar a avaliação diagnóstica e orientar no prosseguimento do tratamento.

     Atendimento com psicológicos: Psicólogos especialistas em dependência química e em distúrbios do comportamento oferecem atendimento individual semanal e em terapia de grupos. O conforto dos consultórios de atendimento psicológico e psiquiátrico permite que o trabalho seja realizado em confidencialidade, individualidade e excelência em tratamento.

     Atendimento com médico clínico geral: realizado por médico clínico  especialista em clínica geral que  fará avaliação dos exames e das  consequências clínicas do uso de substâncias ,realizará encaminhamentos se necessário.

    Contamos com consultório de dentista dentro da unidade!

     Atendimento psiquiátrico 2x por mês: Médico psiquiatra que realizará anamnese sobre os danos psíquicos do uso de substâncias e comorbidades psiquiátricas prescrevendo medicações (caso necessário) que aliviem os sintomas desagradáveis da abstinência e estabilizem psicologicamente o paciente.

     Enfermagem: enfermeiro padrão e auxiliares que avaliam as condições físicas do paciente , auxiliando-o na higiene, alimentação, adaptação a  rotina e o uso das medicações prescritas.

     Espiritualidade: realizada por um capelão/teólogo que acolhe o hóspede/paciente orientando-o a uma prática espiritual com objetivo de recuperar seus valores morais ,princípios éticos , familiares e a fé como fonte de sustentação do bem estar interior e no respeito ao próximo.

    Trabalho: os pacientes tem a oportunidade de trabalhar conosco após um período de 30 dias e após avaliações da equipe, juntamente com a equipe multidisciplinar.

     Terapia Ocupacional (T.O.): com o intuito de estimular o paciente para atividades de integração dentro do grupo, aumentar o raciocínio lógico, aplicar técnicas para uma psicomotricidade fina que pode apontar para dons criativos de atividades manuais e artísticas que elevam a autoestima do paciente. Orientação profissional elaborando um  projeto de retomada de estudo e trabalho, levando-o a ter visões de um futuro melhor para si mesmo.

     

     Massoterapia: A massoterapia e a acupuntura é um diferencial do serviço e ajuda no controle da ansiedade, stress e desintoxicação, auxiliando na abstinência e na fissura.

     Educação Física: as atividades físicas individual ou em grupo, é orientada por educador físico especialista em reabilitação e condicionamento de forma a recuperar o condicionamento físico ou  de forma recreativa para estimular a participação em grupo,

     Encontros informativos: Os encontros informativos estão destinados ao suporte, não só para as famílias dos pacientes como também para orientar e dar suporte às equipes de atendimento aos pacientes, nas atividades e regras aplicadas dentro da Clínica.

     Alimentação dos pacientes: São oferecidas diariamente 6 refeições equilibradas e preparadas por equipe de copa e supervisionadas por nutricionista, treinada e orientada nas boas práticas de preparo de alimentos, de forma a torna-los apetitosos, e procurando, na medida do possível, usar os produtos colhidos de própria produção na Clínica

     Segurança 24h: estes serviços de manutenção da segurança do ambiente são feitos em algumas unidades por profissionais treinados, que proporcionam proteção, visando a integridade física do paciente. Além da segurança feita por pessoas para pessoas, existe o monitoramento realizado por câmeras 24 hs no estabelecimento.

    Confira agora o vídeo:

    Como foi o ano novo em uma das clinicas de reabilitação da Capital Remoções

     

    Essas são imagens de clínicas de Reabilitação das Drogas em SP.

     

    1. CLÍNICA PERTO DE INDAIATUBA, SP 

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da primeira imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente.

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos

    2. CLÍNICA PERTO DE  VINHEDO, SP

    3.  A Clínica de Reabilitação / Recuperação da segunda imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão. Clínica de Dependentes Químicos perto de vinhedo.

      Método Minessota

    4. CLÍNICA CLÍNICA PERTO DE CAMPINAS, SP

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da terçeira imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método minessota

    5. CLÍNICA PERTO DE JAGUARIÚNA, SP

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da quarta imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      Casas de recuperação para dependentes químicos é com a Capital Remoções!
      Clínica de Desintoxicação também. TODAS ESSAS UNIDADES REALIZAM INTERNAÇÃO PARA DESINTOXICAR.

    6. O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      método 12 passos

    7. CLÍNICA PERTO DE PEDREIRA SP

    8. A Clínica de Reabilitação / Recuperação da quinta imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      A clinica de tratamento para dependentes químicos realiza Remoção de dependentes.
      •O serviço de remoção de dependentes químicos existe para internações involuntárias, isto é, quando o indivíduo, usuário e dependente de drogas

      •Profissionais Especializados
      A Clínica de Recuperação Prime, realiza o tratamento para dependência química, buscando a reabilitação de seus paciêntes.

    9. O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos

    10. Diversas clínicas no interior de São Paulo contando com Vargem Grande paulista SP.
    11. CLÍNICA PERTO DE MOGI MIRIM SP

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da sexta imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos

    12. CLÍNICA PERTO DE COSMÓPOLIS, SP

      Clínica de Recuperação Prime, realiza tratamento para dependência química, buscando a reabilitação de seus pacientes, oferecendo em sua estádia uma ótima experiência e conforto no seu tratamento.

    13. A Clínica de Reabilitação / Recuperação da sétima imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos

    14. CLÍNICA PERTO DE PIRACICABA, SP

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da oitava imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos

    15. CLÍNICA PERTO DE PIRACICABA 2, SP

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da nona imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos de A.A. e N.A.

    16. CLÍNICA PERTO DE SUMARÉ

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da décima imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos de A.A. e N.A.

    17. CLÍNICA PERTO DE LIMEIRA, SP

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da décima primeira imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos de A.A. e N.A.

    18. CLÍNICA PERTO DE VALINHOS, SP

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da décima segunda imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos de A.A. e N.A.

    19. CLÍNICA PERTO DE VALINHOS 2, SP

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da décima terceira imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos de A.A. e N.A.

    20. CLÍNICA PERTO DE SOROCABA, SP

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da décima quarta imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos

    21. CLÍNICA PERTO DE ARUJÁ, SP

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da décima quinta imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos de A.A. e N.A.

    22. CLÍNICA PERTO DE BOTUCATU, SP

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da décima sexta imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos

    23. CLÍNICA PERTO DE NOVA ODESSA, SP

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da décima sétima imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos

    24. CLÍNICA PERTO DE PINHALZINHO, SP

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da décima oitava imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos de A.A. e N.A.

    25. CLÍNICA PERTO DE JUNDIAÍ, SP

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da décima nona imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão

      Método dos 12 passos de A.A. e N.A.

    26. CLÍNICA PERTO DE ARAÇOIABA DA SERRA, SP

      A Clínica de Reabilitação / Recuperação da vigésima imagem é para homens, com tratamento especializado em alcoolismo e drogadicção. Equipe multiprofissional completa para o tratamento do dependente. A Capital Remoções conta com diversas clínicas em SP

      O tempo de tratamento geralmente é de 6 meses podendo variar entre 3 e 6. A clínica conta com médicos psiquiatras, psicólogos, enfermeiros de plantão.

      Método dos 12 passos de A.A. e N.A.

    O enxoval que os pacientes devem levar no momento da internação é:

    10 camisetas
    05 bermudas
    10 cuecas
    10 pares de meia
    05 calças jeans
    02 conjuntos de moletons
    01 cobertor ou edredom
    01 travesseiro
    02 conjuntos de cama e banho
    01 par de chinelos
    01 par de tênis
    Pasta e escova de dente
    Barbeador e creme de barbear
    Shampoo, condicionador e sabonete
    Desodorante rollon

    Obs.: Não será permitida a entrada de produtos contendo:

    Álcool: Enxaguante Bucal, desodorante spray, bombons de licor e etc…

    Gás: fluído de isqueiro, esmalte e etc…

    Qualquer tipo de medicamento sem consentimento da equipe não entrará  na clínica. Se o dependente químico faz uso contínuo de algum medicamento, este deverá vir lacrado (novo), junto de prescrição médica.

    MAIS VIDEOS SOBRE CLINICAS DE REABILITAÇÃO  EM SP:

    1, 2, 3…

    Lista de clínicas de recuperação em SP no botão abaixo;

    Tratamento Do Alcoolismo

    Tratamento da Dependência Química em clínica de recuperação em São Paulo

    Tratamento Do Alcoolismo

    Tratamento da Maconha – Para dependentes químicos SP

    Tratamento do crack – Para dependentes químicos SP

    Tratamento Dependência Química

    Tratamento para Dependentes de Cocaína Para Dependentes Químicos

     

  • Técnica combate abstinência de dependentes de cocaína (pó)

    Técnica combate abstinência de dependentes de cocaína (pó)

    Cientistas brasileiros deram mais um passo importantíssimo na luta contra a dependência química. Veja informações sobre como participar da pesquisa.

    26/05/2018 00h55 – Atualizado

    Pesquisadores brasileiros deram um passo importantíssimo na luta contra a dependência química. Eles desenvolveram uma técnica para curar os sintomas da abstinência em quem tenta largar o vício da cocaína. Nos testes, esse novo método teve resultados surpreendentes.

    Veja informações sobre vagas na pesquisa que combate à abstinência

    Uma touca na cabeça, 20 sessões de 12 minutos ao lado de uma máquina. Quando topou o tratamento experimental, o cabeleireiro usava 5 gramas de cocaína por dia, já tinha tomado remédios e passado por duas clínicas de reabilitação.

    “Não conseguia ficar nem um dia sem. A vontade de usar era muito grande. Era equivalente a você estar com sede, muita sede, e querer tomar água”, disse o cabeleireiro.

    Ele e outros 24 usuários da droga foram submetidos no instituto de psiquiatria da USP à estimulação magnética transcraniana. Uma técnica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina para o tratamento da depressão.

    A máquina gera um campo magnético. No cérebro do dependente de cocaína, ele ativa as áreas responsáveis pelo poder de decisão e pela sensação de saciedade, que ficam comprometidas quando o dependente sente falta da droga.

    “O campo magnético faz com que o paciente volte a ter capacidade de decidir em relação ao uso dele, e escolher, e não usar”, afirmou Philip Ribeiro, pesquisador Instituto Psiquiatria USP.

    O estudo, o primeiro do mundo de caráter científico a analisar os efeitos da estimulação magnética em dependentes de cocaína, foi bem recebido em congressos internacionais de psiquiatria. Em 80% dos pacientes, houve redução da fissura, o desejo de usar a droga, e também do consumo de cocaína.

    Exames de urina comprovaram a mudança de comportamento. O cabeleireiro conseguiu se livrar do vício.

    “Hoje em dia eu não tenho vontade nenhuma, não sinto a menor vontade de fazer uso da cocaína nem de nenhum tipo de droga”, revelou o cabeleireiro.

    Os pesquisadores dizem que novos estudos são necessários e que é preciso aliar o tratamento a outras terapias para evitar recaídas.

    Agora, eles querem repetir a experiência com usuários de crack. Mas fazem uma ressalva: apesar de promissor, o tratamento não consegue reverter um dos efeitos mais dramáticos das drogas.

    “A droga precocemente leva a lesões no sistema nervoso, então a capacidade cognitiva, de raciocínio, não se recuperou. Melhora em tudo, menos nisso”, explicou Marco Antonio Marcolin, orientador da pesquisa.

    O tratamento pode provocar dor de cabeça e tontura, e não é indicado para quem usa marcapasso ou é epilético.

    Há vagas para dependentes que quiserem participar da segunda fase da pesquisa, no Instituto de Psiquiatria da USP. Você pode encontrar mais detalhes no site IPq

    para assistir o vídeo acesse:

    http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2012/06/tecnica-combate-abstinencia-de-dependentes-de-cocaina.html

  • Clínica de reabilitação em Campinas SP

    Clínica de reabilitação em Campinas SP

    Clínica de recuperação / reabilitação para dependentes químicos e alcoolistas em Campinas – SP

    Método de Tratamento

    1ª Etapa:

     Aspecto Físico, desintoxicação e adaptação ao convívio; conhecimento do programa; Reeducação alimentar, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo da droga e do álcool.

    2ª Etapa:

     Aspecto Psicológico (autoconhecimento de seu eu interior e de sua doença) Terapias e psicologia aplicada.

    3ª Etapa:

     Aspecto Espiritual (valorizar as pequenas coisas e desta maneira valorizar a vida) Fé em um poder superior.

    Os princípios fundamentais que regem nossa instituição são: O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente e sua família.

    A Dependência Química é uma doença: progressiva, incurável e fatal, logo a recuperação é progressiva, contínua e traz vida em plenitude. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável. O que podemos fazer é tratar e estacionar. O modelo de internação que seguimos é o de conscientização. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados.

    Oferecemos ao residente, dentro de nossas dependências o programa de doze passos, espiritualidade, terapia racional emotiva, programa de prevenção a recaída, arte terapia, vídeo terapia, laborterapia, atendimento psicológico individual e em grupo, quatro refeições diárias e demais necessidades para a recuperação do interno.

    Atividades Terapêuticas

    Espiritualidade

    Realizada após o café da manhã é a primeira reunião do dia. Cantamos louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia.

    Reunião de sentimentos:

    Esta reunião tem por objetivo, fazer com que o residente partilhe os sentimentos identificados no decorrer do dia. É muito importante esta reunião de partilha, pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo, e ouvindo sua própria voz falando de si. Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos companheiros. O retorno é uma forma de avaliação, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com intuito de crescimento na recuperação. É através dos retornos que os companheiros, a partir de suas experiências sugerem alternativas. Sempre quando alguém partilha seus sentimentos, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e objetivos comuns.

    Psicoterapia Individual:

    Este atendimento possibilita com que o residente entre em contato com suas dificuldades e consiga alternativas viáveis ao seu equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento para situações de risco, tão necessárias na vida de um dependente químico.

    Reunião de 12 Passos:

    Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos residentes, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Narcóticos Anônimos.

    Laborterapia: (Terapia do Trabalho)

    Atividade realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);

    • Descobrir e desenvolver habilidades;
    • Elevar sua autoestima;
    • Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;
    • Aceitar limites e regras; ter disciplina;
    • Perceber suas responsabilidades;
    • Assimilar a ajuda mútua;
    • Desenvolver a percepção e a preocupação com o outro;

    Concentração e Atenção;

    • Desenvolver noção de começo, meio e fim de uma atividade;
    • Aprimoramento de conduta e caráter;
    • Organização, Reabilitação física, entre outros.

    * Os trabalhos são executados em grupos, divididos.

     

    TRE – Terapia Racional Emotiva:

    São reuniões semanais que ensinam o dependente a como lidar com os sentimentos. Estudamos: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamento Destrutivo e outros temas. Estes estudos são muito importantes na recuperação.

    P.P. R – Programa de prevenção a recaída:

    Essa reunião é muito importante, mostramos para os residentes algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “EVITES E OS PROCURES”. EX: PROCURE um hobby, ir à sala de anônimos, uma religião, novas amizades, etc. EVITE velhos amigos, velhos hábitos, velhas ideias, etc.

    Observação: Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o Carnê do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Dependência Química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos Pacientes!

    Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool e drogas.

  • Conheça as principais tipos de drogas consumidas no Brasil

    Conheça as principais tipos de drogas consumidas no Brasil

    Toda droga usada como entorpecente é constituída por substâncias que causam dependência química. Esse problema é considerado uma doença alarmante que assola indivíduos e famílias no mundo inteiro.

    Infelizmente, o Brasil não está entre os melhores colocados neste cenário. Os mais comuns tipos de drogas circulam por todo o território nacional. A falta de conhecimento sobre os males que elas causam e sobre as formas de tratamento dificultam a recuperação dos usuários.

    Neste post, separamos informações úteis sobre os tipos de drogas mais comuns no Brasil. Continue a leitura para saber mais!

    Maconha

    Jovem fumando um cigarro de maconha durante uma marcha pela legalização da droga – Leonardo Benassatto- (imagem de divulgação) Capital Remoções – Clínicas de Reabilitação

    A maconha é mundialmente conhecida. Suas folhas têm um efeito psicoativo e psicodélico. Na grande maioria das vezes, é consumida por meio de cigarros e são inúmeros os os males causados à saúde. Além disso, esse é um dos tipos de drogas que mais causam dependência aos usuários. Sua ação no corpo humano varia de acordo com o organismo de cada um, porém os malefícios atingem a todos.

    Cigarro

    Capital Remoções – Clínicas de Reabilitação

    Entre os principais tipos de drogas lícitas no Brasil, o cigarro é um dos mais perigosos. Seu efeito é imediato e, a partir do primeiro trago, os riscos já passam a existir. De acordo com um artigo do laboratório Oswaldo Cruz, só no Brasil o tabagismo mata 200 mil pessoas por ano. O vício do cigarro muitas vezes é facilitado pela comercialização de acessórios e produtos com sabores diferentes, como narguilé, cachimbos, entre outros. Quanto maior é o tempo de uso, mais difícil é se livrar desse vício.

    Crack

    A triste realidade dos usuários de crack é de comover qualquer pessoa. Seus efeitos são rápidos e devastadores. Sua principal matéria prima é a cocaína misturada a outras substâncias. O acesso é facilitado pelo seu baixo custo e, por esse motivo, é consumido principalmente por pessoas de baixa renda. A inalação constante da droga pode matar em poucos anos. Apesar das consequências do seu uso serem desastrosas, não pense que o tratamento é impossível.

    Cocaína

    O Brasil é um dos principais consumidores de cocaína do mundo. Seu consumo, independentemente da dose, é caracterizado por uma mudança brusca de aparência e de sentidos. O sistema nervoso é afetado em questão de segundos e as principais reações são paranoias e espasmos. Essas, porém, podem durar minutos ou até mesmo horas. É um dos tipos de drogas mais conhecidos pelo alto risco de dependência.

    Êxtase

    Também chamada de droga sintética do amor, esse entorpecente é ingerido via oral ou nasal, em forma de comprimido ou em pó. Criada em laboratório nos anos 80, seu efeito é extremamente forte e as primeiras sensações são de felicidade, euforia e relaxamento. Originalmente, foi elaborada para testes de tratamentos psiquiátricos em pacientes depressivos. No entanto, seus malefícios são grandes. Sua ação no corpo afeta diversos órgãos e o uso excessivo pode levar a óbito.

    Anfetaminas

    As anfetaminas são liberadas para uso medicinal no tratamento de hiperatividade e redução de apetite. Entretanto, a utilização desse medicamento para uso recreativo aumenta os riscos de doenças e problemas graves de depressão. Os casos de suicídios entre os usuários não são poucos. Assim como os outros tipos de drogas, a anfetamina causa dependência e dificilmente a pessoa consegue ficar livre dela sem ajuda.

    LSD

    Fonte da imagem: metro.co.uk

    Popularmente conhecida como ‘ácido’, essa droga é altamente alucinógena. Foi descoberta por engano em 1938, por Albert Hoffman, enquanto tentava encontrar um estimulante da circulação sanguínea. Seus efeitos no corpo são alucinações e paranoia, levando o indivíduo a perder totalmente o senso. Uma pequena dose é capaz de alucinar por horas e as consequências são lamentáveis, indo desde boca seca e sudorese até dilatação das pupilas, aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial.

    Álcool

    TRATAMENTO PABA ALCOOLISTAS

    O alcoolismo é responsável por diversos problemas de saúde e, não raramente, afeta também a relação entre as pessoas mais próximas. O álcool é um dos tipos de drogas lícitas que mais causam dependência e, por diversas vezes, a pessoa não reconhece seu vício. Independentemente dos efeitos causados, o ato de beber com frequência já caracteriza a dependência. Seu tratamento é acessível e salva famílias dos efeitos devastadores do consumo dessa droga.

    Solventes ou inalantes

    Muitas vezes, a droga está dentro de nossas casas ou em lojas comuns. É o caso dos inalantes, como cola de sapateiro, removedor de esmalte, aerossol e tintas. O baixo custo e a facilidade de encontrar esses produtos são fatores que aumentam as chances de sua utilização como entorpecentes. Seus efeitos são tão rápidos que o usuário acaba utilizando-os por diversas vezes em um curto período de tempo. Levam à alucinação e à depressão e, além de causarem danos ao cérebro, podem prejudicar os rins, o fígado e os nervos periféricos.

    Cogumelos alucinógenos

    Os cogumelos apresentam sintomas semelhantes aos do LSD. Os riscos são potencializados, pois podem ser facilmente confundidos com espécies venenosas. As alucinações costumam ser duradouras e suas consequências também. O que começa como uma diversão pode se tornar um sério problema.

    Metadona

    Metadona – Capital Remoções Clinicas de Reabilitação SP

    A metadona está listada entre os tipos de drogas ainda não muito divulgadas no Brasil. A substância é prescrita para o tratamento de viciados em heroína, morfina e outros entorpecentes pesados. Apesar disso, o risco de dependência, quando não há acompanhamento médico, é alto e alerta às entidades de saúde. Sua ação no corpo pode ocasionar problemas respiratórios e náuseas.

    Benzodiazepínicos

    Benzodiazepínicos – Capital remoções Clínicas de Reabilitação SP

    Essas são drogas que têm efeitos mais brandos, pois são tranquilizantes e passam a sensação de relaxamento. Mas não pense que por serem mais leves não apresentam riscos para a saúde. Pelo contrário. São um verdadeiro potencializador depressivo e podem acarretar problemas musculares e convulsões. Em 1963, a droga passou a ser comercializada como Diazepam e, atualmente, é consumida de forma indevida para uso recreativo.

    Esses são os principais tipos de drogas mais consumidos no Brasil. E suas consequências vão muito além de problemas de saúde.

    A dependência química afeta não somente o usuário, mas repercute em toda a sociedade e, principalmente, nos familiares dos dependentes químicos. A dependência química não tem cura, mas pode ser tratada e, com força de vontade e comprometimento, os resultados podem ser bastante positivos. É um tratamento que salva vidas!

    Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool, drogas e remédios. Entre em contato para conversarmos mais!

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    Tratamento Do Alcoolismo

    Tratamento da Dependência Química em clínica de recuperação em São Paulo

  • Como ajudar na reinserção social do dependente químico?

    Como ajudar na reinserção social do dependente químico?

    Se você enfrenta problemas com vício em álcool ou drogas na sua família, certamente sabe bem quanto sofrimento é causado para todos os envolvidos até mesmo nos períodos de internação nas clínicas de reabilitação ou psiquiatrias. Durante a jornada de recuperação, um desafio é encontrado: a reinserção social do dependente químico.

    Para que o indivíduo vença o vício, se restabeleça e recomece a sua vida, ele precisa de muito apoio. Isso inclui o suporte emocional da família, a assunção de novas responsabilidades e oportunidades — também no contexto profissional —, a adoção de novos hábitos para evitar recaídas e a ajuda de especialistas.

    Acompanhe este post e veja como é importante a ajuda das pessoas próximas e da sociedade como um todo, para que o dependente químico consiga superar os obstáculos e ser reintegrado ao convívio social!

    A importância da reinserção social do dependente químico e do alcoólatra

    A dependência química envolve alguns aspectos biológicos, psicológicos e sociais do indivíduo. Para uma recuperação efetiva, todos esses fatores devem ser bem trabalhados. O restabelecimento das relações sociais, por exemplo, é fundamental para a construção de uma nova história e a continuidade das transformações ocorridas no processo de recuperação.

    A desintoxicação é apenas uma parte do tratamento — tão importante quanto isso é a reinserção social. Nesse sentido, o isolamento não é a melhor forma de reintegrar o dependente em abstinência. Ao contrário, o ideal é que ele encontre apoio nos relacionamentos e no convívio com outras pessoas. É essencial que ele saiba que pode contar com aqueles que estão ao seu redor.

    Não é nada fácil conviver com um dependente químico ou um alcoólatra, e somente quem já enfrentou esse tipo de situação sabe que muitas mágoas podem permanecer. Contudo, a pessoa que está em fase de recuperação necessita, mais do que nunca, de acolhimento, compreensão, atenção e respeito. Se o indivíduo se sentir amparado e valorizado em suas relações sociais, ele adquire muito mais força e motivação para reconstruir sua vida.

    O papel da família

    A família é um dos principais pilares para a recuperação do dependente químico, sendo corresponsável pelo tratamento e pela reinserção social de seus entes. Isso significa que, além de suporte emocional, presença e disposição para ajudar, os familiares também precisam passar por acompanhamento durante esse processo.

    A realidade é que, quando se trata de dependência química, a família inteira sofre com os efeitos do problema. Todas as pessoas que convivem com o dependente, de certa forma, também adoecem. Resta saber quem está mais preparado para fornecer o amparo e os cuidados necessários, quem precisa mais de ajuda e quem pode prover o sustento emocional dessas relações estremecidas.

    Outras perguntas que ficam são: “quem adoeceu primeiro?” e “qual a origem da doença?”. Isso porque muitos problemas são desenvolvidos no próprio seio familiar, em razão do ambiente não acolhedor, da ausência de regras e limites, da falta de convívio, atenção e carinho.

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    Nesse sentido, a família também precisa de suporte para compreender a dinâmica que foi construída e de que forma as relações familiares podem contribuir para a melhoria ou para o agravamento da dependência química.

    Em geral, a missão de fornecer apoio é mais assumida pela mãe. Entretanto, ela pode não conseguir desempenhar esse propósito com firmeza e acabar “passando a mão na cabeça do filho”, por não suportar ver o seu sofrimento. Assim, a responsabilidade passa a outros integrantes da família, como irmãos, mas esses nem sempre estão dispostos a lidar com a situação.

    Ocorre, então, uma codependência: as famílias sentem culpa, sobrecarga, desesperança e autopiedade. Em vez de ajudar na recuperação de seus entes, alguns familiares acabam assumindo posturas inadequadas, como negação, não reconhecimento da gravidade do problema, mentira e omissão.

    Por outro lado, se as famílias estão dispostas e preparadas para enfrentar e melhorar a situação, o dependente pode encontrar uma faísca de motivação e sentir que as pessoas ao redor não desistiram dele. Esse é um trabalho que deve ser feito diariamente pelos familiares e envolve o exercício da tolerância, da compreensão, do apoio, da doação e do amor.

    O retorno ao mercado de trabalho

    O dependente em recuperação precisa de suporte em todos os sentidos, e, nesse novo caminho, é essencial que ele seja tratado como os outros seres humanos, sem preconceito e atitudes evidentes ou mascaradas que o façam se sentir à margem da sociedade.

    A reinserção do dependente químico no mercado de trabalho é um momento delicado, e nem todas pessoas têm um olhar flexível sobre isso. Ainda existe muita discriminação, dificultando o acesso às oportunidades. Assim, o que eles acabam encontrando são portas fechadas e desconfiança, ao mesmo tempo em que são cobrados para se reerguerem. Isso, por consequência, gera frustração e prejudica a recuperação.

    Uma porta aberta no mercado de trabalho é um recomeço para o dependente em abstinência, a chance de uma vida nova. Com essa oportunidade, ele pode começar a reescrever sua história, focar no futuro e direcionar sua mente para novos projetos.

    Também, é no cenário profissional que o indivíduo cria novas conexões, assume responsabilidades e se vê em um ambiente totalmente diferente daquele que o mantinha preso ao consumo de substâncias químicas.

    O processo de recuperação é um tratamento contínuo, que será levado para a vida toda. São elementos essenciais durante essa jornada: o apoio das pessoas próximas; os reforços positivos encontrados em todos os contextos de vivência — família, trabalho, etc.; a esquiva de lugares e situações que possibilitem recaídas.

    As possibilidades de recaídas

    Evitar recaídas é um desafio que o dependente em abstinência enfrentará durante o resto de sua vida. As possibilidades de cair novamente no vício existem e estão por todos os lados. Para diminuir as chances de que isso aconteça, o indivíduo em reabilitação precisa adotar hábitos sociais bem diferentes dos anteriores.

    Apoiar-se em relações construtivas e seguras e evitar locais e contatos que favoreçam o uso de álcool e drogas são algumas medidas de precaução. É claro que não é fácil abandonar velhos hábitos e fazer mudanças drásticas na vida, mas, se não for assim, mesmo doses baixas e consumo moderado de certas substâncias podem provocar uma recaída e o retorno ao vício.

    Para seguir firme nessa nova caminhada, também é necessário contar com a ajuda de especialistas. As clínicas de reabilitação são a melhor opção para os dependentes químicos que querem resgatar a qualidade de vida e assumir um novo rumo. São locais que oferecem acompanhamento profissional constante, com todo respaldo que as pessoas precisam para um recomeço.

    Vencer o vício não é um processo rápido e fácil; ao contrário disso, exige luta diária, força de vontade e apoio de todas as direções, principalmente da família. Com todo esse alicerce e a ajuda de profissionais, é possível promover a reinserção social do dependente químico e, a partir daí, iniciar a construção de uma nova vida.

    Para saber mais sobre os métodos de tratamento e apoio aos dependentes químicos e seus familiares, entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas. Nós podemos ajudar!

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    Site Oficial:  www.capitalremocoes.com.br

  • Alcoolismo: o que é, sintomas, tratamento, medicamentos, tem cura? Capital Remoções Clínicas de Reabilitação SP

    Alcoolismo: o que é, sintomas, tratamento, medicamentos, tem cura? Capital Remoções Clínicas de Reabilitação SP

    O que é alcoolismo?

    O alcoolismo, também é conhecido como etilismo, é um termo usado para descrever a dependência do álcool. Pessoas que sofrem desse mal costumam ter compulsão por bebidas alcoólicas, dificuldade em parar de beber e acabam por desenvolver tolerância aos efeitos da substância.

    Trata-se de uma doença psiquiátrica, considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como “doença com componentes físicos e mentais”. Isso porque a dependência, muitas vezes, é puramente psíquica, mas há também componentes fisiológicos envolvidos. A maior parte das pessoas, aliás, consegue beber esporadicamente sem ter maiores problemas.

    O alcoolismo é mais comum em homens do que em mulheres, mas elas não estão a salvo do problema: 30% dos alcoolistas são do sexo feminino, e o número vem crescendo cada vez mais. A causa disso provavelmente está relacionada à maior liberdade que as mulheres conquistaram nos tempos modernos, podendo fazer o consumo de bebidas alcoólicas sem serem julgadas como seriam algumas décadas atrás.

    Ainda que a saúde seja o principal fator que está em jogo com o consumo excessivo de álcool, as relações afetivas e os papéis sociais também são afetados por ele. Vale lembrar, porém, que a dependência do álcool pode ser tratada e controlada. Existem diversos programas e profissionais habilitados para ajudar nesse desafio, sendo que o grupo mais conhecido é o Alcoólicos Anônimos.

    Índice — neste artigo você encontrará as seguintes informações:

    1. O que é alcoolismo?
    2. Alcoólatra ou alcoolista?
    3. Como o álcool age no organismo?
    4. Causas
    5. Fatores de risco do alcoolismo
    6. Como reconhecer um alcoólatra? Sintomas do alcoolismo
    7. Embriaguez: a intoxicação pelo álcool
    8. Quantidade de álcool no sangue e suas consequências
    9. Como é feito o diagnóstico do alcoolismo?
    10. Alcoolismo tem cura? Qual o tratamento?
    11. Consequências físicas e psíquicas do alcoolismo
    12. Recaídas: como lidar?
    13. Como prevenir o alcoolismo?

    Alcoólatra ou alcoolista?

    Durante muitos anos, o termo “alcoólatra” foi difundido como sinônimo para dependente do álcool. Nos últimos tempos, entretanto, muitos pesquisadores acreditam que essa nomenclatura é inadequada.

    Se formos olhar a etimologia da palavra, veremos que alcoólatra significa, literalmente, adorador do álcool. Essa nomenclatura leva a entender que o indivíduo ama o álcool e escolhe continuar bebendo por gostar tanto, quando, na realidade, há uma dependência química da substância.

    Pessoas que sofrem com a dependência já são mal faladas, chamadas de “sem vergonha”, e o termo alcoólatra só piora a situação. Por isso, a palavra é considerada estigmatizante e deve ser evitada ao se referir a uma pessoa que tem problemas com bebidas alcoólicas.

    Já o termo alcoolista tem a conotação de distúrbio, deixando claro que o indivíduo não é o responsável por sua doença, e sim o álcool. Popularmente, o termo ainda é estranho e pouco conhecido, mas pesquisadores e profissionais da saúde buscam difundí-lo cada vez mais.

    Por conta da maior difusão, este texto adota o termo “alcoólatra” como correto também.

    Como o álcool age no organismo?

    O álcool é uma droga depressora do sistema nervoso e, embora sempre tenha aqueles amigos que ficam tristes nas festinhas, isso não quer dizer que ele causa tristeza. Na verdade, isso significa que ele desacelera funções vitais.

    Já percebeu como aquele amigo bêbado não fala nada com nada, tem dificuldade para se equilibrar, demora para reagir às situações e ainda por cima reclama que está vendo em dobro? Pois é isso mesmo que o álcool faz ao deprimir o sistema nervoso.

    Para entender melhor, devemos ter em mente que o sistema nervoso central é formado por neurônios, células que conduzem energia elétrica e passam “mensagens” umas para as outras por meio de substâncias químicas, chamadas neurotransmissores. Cada neurotransmissor tem um efeito no organismo, sendo alguns relacionados ao prazer, outros ao medo etc.

    São essas mensagens — parte elétricas, parte químicas — que fazem com que o nosso cérebro mantenha o nosso corpo funcionando. Tenha certeza que qualquer movimento que você realizar e qualquer pensamento que você tem em sua cabeça é graças ao funcionamento desse sistema!

    Enfim, vamos ao que interessa: como o álcool altera essa brincadeira toda?

    Ao adentrar o corpo, o etanol (tipo de álcool utilizado nas bebidas alcoólicas) chega rapidamente ao cérebro. Lá, ele estimula a liberação de neurotransmissores excitatórios como a serotonina, dopamina e endorfinas, responsáveis pelas sensações de prazer e bem-estar. É nesse momento que as pessoas no bar começam a ficar animadas com a festa!

    Logo após isso, acontece exatamente o efeito contrário: o álcool estimula o principal neurotransmissor inibitório do cérebro, o ácido gama-aminobutírico, mais conhecido como GABA. Esse neurotransmissor se conecta aos neurônios e os tornam mais chatões, fazendo com que eles sejam menos receptivos às novas mensagens vindas de outros neurônios. Desse jeito, a comunicação entre um neurônio e outro é dificultada.

    Entende agora porque se trata de uma droga “depressora” do sistema nervoso? Justamente porque ela torna o cérebro menos ativo! E é isso que faz com que os sintomas da embriaguez apareçam: a fala arrastada, falta de coordenação motora, dificuldades com equilíbrio, confusão mental e alterações na percepção são bem comuns.

    Curiosidade: por que as pessoas fazem tanta coisa errada quando bebem?

    Você com certeza já ouviu histórias de conhecidos que fizeram muitas besteiras enquanto estavam bêbados. Situações como tentar pular de lugares altos demais, dar em cima de uma pessoa claramente comprometida (na frente do namorado!) ou ficar com alguém que não seria tão interessante caso o indivíduo estivesse sóbrio são bem comuns. Mas por que será que isso acontece?

    Estudos mostram que a atividade depressora do álcool tem um efeito bastante potente no córtex pré-frontal, área do cérebro responsável pelo julgamento de valores e tomada de decisões. Com a atividade defasada nessa região, nossa capacidade de avaliar os riscos é prejudicada e acabamos ficando otimistas demais.

    Por isso, da próxima vez, não julgue aquela amiga que bebeu demais e saiu pagando micão: ela simplesmente não se ligava que estava fazendo besteira!

    Metabolismo do álcool

    A maior parte do álcool é metabolizado pelo fígado, e o resto é eliminado pelos rins, pele e pulmão. É por isso que, mesmo após ter parado de beber, a pessoa continua com bafo de álcool por algumas horas.

    Durante o metabolismo, cada grama de álcool produz 7,1 kcal, pouco menos que 1 grama de gordura (8 kcal). Sendo assim, pessoas que desejam emagrecer devem se manter longe do álcool.

    Por fim, pessoas que bebem álcool com frequência conseguem 50% das calorias necessárias diariamente por meio da bebida e, assim, acabam tendo problemas nutricionais como deficiência de proteínas e vitaminas com complexo B.

    Causas

    O que leva uma pessoa a beber? Ou pior: o que leva uma pessoa a continuar bebendo, mesmo que isso já tenha afetado sua saúde, carreira e relacionamentos? Eis uma questão bastante complexa que não tem uma resposta clara. O fato é que se trata de uma doença — e não de uma escolha — com causas obscuras, mas fatores de riscobem definidos:

    Fatores de risco do alcoolismo

    Facilidade de acesso

    Um dos maiores fatores de risco para o alcoolismo é, óbviamente, a facilidade de acesso. Por estarmos inseridos numa sociedade na qual o consumo do álcool é visto como algo positivo e divertido, não é de se espantar ao ver como a droga é acessível.

    Vale ressaltar que pessoas que nunca beberam álcool não podem virar alcoolistas, pois o alcoolismo acontece com o uso crônico da bebida que, por sua vez, é favorecido e encorajado em nossa cultura.

    Ambiente social

    O consumo de bebidas alcoólicas é, muitas vezes, associado a diversos rituais sociais modernos: festas, bares, baladas, noites de diversão, entre outros.

    Quanto mais pessoas bebem ao redor do indivíduo, maior a possibilidade de ele passar a beber também. Isso porque somos seres sociais e precisamos fazer parte de grupos com os quais temos algo em comum.

    Ao frequentar esses lugares e participar de situações assim, o indivíduo se expõe cada vez mais à droga, aumentando as chances de desenvolver uma tolerância e dependência.

    No entanto, beber socialmente não significa que você se tornará alcoolista, mas fazer isso com frequência certamente é um fator de risco para o desenvolvimento da doença.

    Histórico familiar

    Existem evidências de que há um fator genético envolvido no alcoolismo, que podem ser buscadas ao analisar o histórico familiar de diversos pacientes dependentes do álcool.

    Filhos de pais alcoolistas têm maiores chances de desenvolver a doença. Quando um gêmeo univitelino (igual) manifesta a dependência, muito provavelmente o outro manifestará também.

    Problemas com saúde mental

    Por conta de necessidades de escapismo, impulsos e dificuldades em lidar com o que se sente e pensa, pessoas com distúrbios mentais têm maiores chances de se tornarem dependentes do álcool e de outras drogas, inclusive ilícitas.

    Diversas teorias da psicologia acreditam, também, que o hábito de beber está associado a experiências ruins na infância, em especial durante a amamentação, quando o prazer da criança se dava em relação às sensações recebidas em sua boca. Esses traumas repercutem, também, em diversos traços da personalidade do indivíduo e, muitas vezes, o alcoolismo acaba sendo só uma consequência.

    Idade

    No Brasil, grande parte das pessoas começa a beber na adolescência. No entanto, é preciso algum tempo para que o cérebro crie tolerância ao álcool e o indivíduo passe a necessitar mais e mais de bebidas alcoólicas.

    Por isso, a maior parte dos alcoolistas são adolescentes e adultos, mas podem existir pessoas fora dessa faixa etária que também têm problemas com o álcool.

    Gênero

    O alcoolismo é mais comum em homens, embora afete as mulheres também. Acredita-se que isso se dê por conta de aspectos culturais, como a repressão para que mulheres não bebam e, caso bebam, que seja pouco.

    Fases de evolução do alcoolismo

    O alcoolismo, assim como diversas doenças, possui fases. A primeira delas é a mais tranquila, e muitos de nós já passamos. Começa a complicar quando vamos para a segunda. Entenda:

    Adaptação

    Logo após o primeiro contato com a bebida alcoólica, ocorre a fase de adaptação. É nela que se começa a beber para socializar, fazer parte da galera, enfim, usar a bebida como uma muleta para ter uma vida social.

    Muitos adolescentes aproveitam bastante essa fase por conta dos efeitos inibitórios do álcool, que os ajudam a aliviar a ansiedade e angústias dessa fase da vida.

    Tolerância

    Quando o sistema nervoso central se adapta ao álcool, o indivíduo passa a não sentir muito seus efeitos. É o caso daquele cara que sempre enche a cara e nunca fica bêbado, além de se gabar que não é derrubado pela bebida.

    Pois é bem nessa fase que surgem os apagamentos, ou síndrome de blackout, caracterizada por uma amnésia dos momentos em que esteve sob efeito do álcool.

    Dependência e síndrome de abstinência

    Nessa fase, há sintomas físicos de abstinência ao se passar muito tempo sem beber. Assim, o indivíduo continua bebendo para se livrar desses sintomas, sendo um verdadeiro dependente da droga. É nessa fase que começa a deterioração física, mental e social de maneira mais visível.

    Em geral, é nessa fase que começam a aparecer os problemas de saúde relacionados ao consumo excessivo de álcool.

    Como reconhecer um alcoólatra? Sintomas do alcoolismo

    Assim como qualquer doença, o alcoolismo também traz consigo sintomas. Muitas vezes, esses sintomas só são notados pelas pessoas que convivem com o dependente, pois este tende a negar sua necessidade.

    Em geral, os alcoolistas:

    • Bebem sozinhos e sem motivos aparentes;
    • Continuam a beber, mesmo que estejam perdendo coisas importantes: família, emprego, entre outros;
    • Perdem o emprego ou ano letivo;
    • Ficam agressivos quando bebem;
    • Não conseguem passar um dia sem beber uma bebida alcoólica;
    • Após começarem a beber, tem dificuldades para parar;
    • Bebem cada vez mais para manter a concentração de álcool no corpo;
    • Podem apresentar paranoia e alucinações;
    • Sempre têm uma desculpa para beber;
    • Se afastam de amigos, família e eventos sociais para beber;
    • Evitam ir em locais onde não podem beber;
    • Tentam esconder o consumo exagerado de álcool;
    • Comem mal ou deixam de comer;
    • Apresentam tremores e sintoma de abstinência quando passam muito tempo sem ingerir bebidas alcoólicas;
    • Perdem a memória.

    Caso tenha percebido algum desses comportamentos em algum amigo, familiar ou conhecido, tente conversar abertamente, sem repressão, sobre esse problema. Ofereça ajuda, mas não force-o a nada.

    Abstinência de álcool

    Bebedores crônicos sofrem com sintomas graves se ficarem muito tempo sem beber. Isso acontece porque, para compensar o efeito depressor do álcool, o cérebro aumenta a atividade em circuitos excitatórios.

    Ao passar muito tempo sem beber, o cérebro se sobrecarrega com a atividade excitatória desses circuitos, que não encontram a resistência da ação depressora do álcool, podendo causar inúmeros sintomas. São eles:

    • Tremores;
    • Taquicardia;
    • Hipertensão;
    • Náuseas e vômitos;
    • Suor excessivo;
    • Ansiedade;
    • Irritabilidade;
    • Inquietação;
    • Insônia;
    • Aumento da temperatura corporal.

    Delirium tremens: abstinência com alucinações

    Delirium tremens é o nome que se dá a uma espécie de episódio psicótico causado pela abstinência do álcool em pacientes alcoolistas. Ocorre, em geral, cerca de 3 dias após os primeiros sintomas de abstinência, e o episódio pode durar vários dias.

    O principal sintoma do delirium tremens, que o difere da crise de abstinência comum, é a confusão mental. Nesses casos, o alcoolista pode apresentar:

    • Desorientação espaço temporal;
    • Ansiedade intensa;
    • Delírios (crenças irreais e irracionais);
    • Alucinações visuais, táteis e auditivas;
    • Crises convulsivas.

    Quando um paciente se encontra nesse estado, ele deve ser levado a um hospital para receber acompanhamento médico. Muitas vezes, ele é tratado com medicamentos ansiolíticos, como os benzodiazepínicos e barbitúricos.

    Esse episódio é observado mais frequentemente em pessoas que fazem abstinência após terem consumido grandes quantidades de álcool por mais de um mês.

    A mortalidade durante o estado de delirium tremens varia de 15% a 40%. Na maioria dos casos, isso ocorre por conta das convulsões, que podem ser muito violentas.

    Embriaguez: a intoxicação pelo álcool

    De acordo com a velocidade em que a pessoa bebe e a quantidade de álcool consumido, ele se acumula na corrente sanguínea, dando início ao processo de embriaguez. Na realidade, o nome real da embriaguez é “intoxicação por álcool”. Ou seja, toda vez que você sai com os amigos pra beber e “ficar louco”, você está saindo para intoxicar seu organismo com uma droga. Não soa tão legal, né?

    A intoxicação ocorre quando os níveis de etanol no organismo passam de um determinado ponto, o que gera seus efeitos. Os sintomas dependem muito da quantidade de álcool ingerida, mas os mais comuns são:

    • Agitação;
    • Euforia;
    • Dificuldades com a coordenação motora;
    • Rubor facial;
    • Fala arrastada;
    • Dificuldade para avaliar bem as situações e riscos (impulsividade);
    • Náusea e vômitos;
    • Diarreia;
    • Dor de cabeça;
    • Dificuldade para respirar;
    • Percepção alterada.

    Síndrome de blackout

    Após uma longa noite de bebedeira, seus amigos não param de falar das coisas que você fez ontem à noite, e você simplesmente não se lembra de nada. Soa familiar?

    Trata-se da síndrome de blackout, uma espécie de amnésia causada pela intoxicação alcoólica. Isso acontece porque a substância interfere justamente nos circuitos de neurônios responsáveis pelo armazenamento de novas informações. Basicamente, o cérebro para de registrar o que acontece.

    Quantidade de álcool no sangue e suas consequências

    Diversos efeitos do etanol dependem da concentração da substância no sangue. Quanto mais álcool, mais perigosas são suas consequências. Abaixo, há uma explicação do estágio de embriaguez e suas consequências.

    Vale lembrar que algumas pessoas precisam de menos e outras mais para atingir determinado estágio.

    Estágio subclínico

    Quando há entre 0,1 e 0,3g/L de álcool no sangue, o indivíduo apresenta um quadro subclínico — sem consequências para a saúde — e comportamento normal.

    Euforia

    Ocorre quando a concentração de álcool no sangue é de 0,3 e 0,9g/L. Nesse estágio, o indivíduo apresenta uma leve euforia, torna-se mais falante e sociável.

    Há um aumento da autoconfiança, desinibição, diminuição da atenção, da capacidade de julgamento e um pouco do controle sobre si mesmo. Aqui começa o prejuízo na coordenação motora, dando aquela leve sensação de tontura.

    Excitação

    O pico da atividade excitatória após o consumo do álcool se dá numa concentração de 0,09 e 1,8g/L. Há uma atenuação da incapacidade de julgamento, além de já haver prejuízos na memória, compreensão e percepção das coisas ao redor.

    O indivíduo tem menos resposta sensitiva, ou seja, sente menos as sensações físicas, e as respostas reativas (capacidade de reagir a algum acontecimento) ficam mais lentas. A visão periférica é menor e a pessoa tende a enxergar borrado ou duplo.

    Equilíbrio e coordenação motora são afetados, há maior dificuldades para manter-se em pé e realizar movimentos precisos. No final desse estágio, a sonolência passa a dar as caras.

    Confusão

    O período de confusão se dá entre 1,8 e 2,7g/L de álcool no sangue. Ele é caracterizado por desorientação, confusão mental e, algumas vezes, adormecimento. As emoções ficam exageradas, a percepção visual de forma, cor e dimensão é prejudicada, além de haver uma piora na coordenação motora.

    A fala é arrastada e se torna difícil entender o que o indivíduo está dizendo. Além disso, ele pode apresentar apatia e letargia.

    Estupor

    Esse estágio se aproxima à perda da consciência, com as funções motoras extremamente prejudicadas. Pode haver vômitos, incontinência urinária e fecal, além de pouca resposta à estímulos. Muitas vezes, o indivíduo não consegue nem mesmo se manter em pé, quem dirá andar. O estupor acontece em concentrações entre 2,7 e 4,0g/L.

    Coma

    Caracterizado pela perda da consciência, o coma ocorre em concentrações de 4,0 e 5,0g/L no sangue. Os reflexos são tão poucos que parecem não existir, a temperatura corporal fica abaixo do normal, há incontinência e prejuízo da respiração e circulação sanguínea.

    É o último estágio antes da morte.

    Morte

    Em concentrações acima de 5,0g/L, a morte acontece por bloqueio respiratório central: o cérebro deixa de mandar mensagens para o pulmão respirar.

    Como é feito o diagnóstico do alcoolismo?

    Sabemos que é muito difícil diagnosticar o alcoolista, não porque os sintomas não são claros, mas porque eles são muito relutantes em admitir que tem um problema e procurar ajuda. Infelizmente, algumas pessoas precisam que ocorra uma complicação antes de correr atrás de sua saúde. É o caso de muitos alcoolistas.

    Não existe exame laboratorial ou de imagem que seja capaz de diagnosticar a doença. Ao invés disso, muitos psiquiatras usam questionários e se baseiam nos critérios diagnósticos do Código Internacional de Doenças (CID).

    Critérios diagnósticos do CID-10

    De acordo com a décima edição do CID, o diagnóstico da dependência alcoólica é dado quando o indivíduo, nos últimos 12 meses, sentiu ou exibiu pelo menos 3 das seguintes condições:

    • Forte desejo ou compulsão por consumir álcool;
    • Dificuldade para controlar o comportamento de consumir bebidas alcoólicas em termos de início, término ou níveis de consumo;
    • Estado de abstinência fisiológico ao cessar ou reduzir o consumo da substância ou uso da mesma para aliviar os sintomas da abstinência;
    • Evidência de tolerância: o indivíduo necessita cada vez mais de doses maiores a fim de alcançar os efeitos do álcool;
    • Abandono progressivo de atividades e outros interesses em detrimento da bebida, além de maior quantidade de tempo necessária para se recuperar dos efeitos da mesma;
    • Persistência no consumo do álcool, mesmo com evidências claras de que isso está prejudicando sua saúde, seu humor e cognição.

    O questionário CAGE

    Um dos questionários para diagnosticar o alcoolismo é o CAGE, desenvolvido por Mayfield e colaboradores. A sigla CAGE está relacionada às palavras chaves de cada pergunta. Ao todo, são 4 perguntas:

    1. Você já tentou diminuir ou cortar (“cut down”) a bebida?
    2. Você já ficou incomodado ou irritado (“annoyed”) com outras pessoas por criticarem seu jeito de beber?
    3. Você já se sentiu culpado (“guilty”) pelo seu jeito de beber?
    4. Você já teve que beber para aliviar os nervos (estresse/tensão) ou reduzir os efeitos de uma ressaca (“eye-opener”)?

    Caso haja respostas positivas, por mais que seja apenas uma, há indícios de que se pode ter problemas com álcool. Quanto mais respostas positivas, maiores as chances de se tratar de alcoolismo.

    Teste de Detecção de Alcoolismo de Michigan, versão breve

    Desenvolvido por Pokorny e colaboradores, a versão breve do Teste de Detecção de Alcoolismo de Michigan consiste em 10 perguntas que podem ser respondidas com “sim” ou “não” e que recebem uma pontuação. Confira a tabela abaixo:

    Pergunta

    Sim

    Não

    Você se considera uma pessoa que bebe de modo normal?

    0 pontos

    2 pontos

    Seus amigos ou parentes acham que você bebe de modo normal?

    0 pontos

    2 pontos

    Você já foi a algum encontro dos Alcoólicos Anônimos (AA)?

    5 pontos

    0 pontos

    Você já perdeu amigos/amigas ou namorado/namorada por causa da bebida?

    2 pontos

    0 pontos

    Você já teve problemas no trabalho/emprego por causa da bebida?

    2 pontos

    0 pontos

    Você já abandonou suas obrigações, sua família ou seu trabalho por 2 ou mais dias em seguida por causa da bebida?

    2 pontos

    0 pontos

    Você já teve delirium tremens, tremores, ouviu vozes, viu coisas que não estavam lá depois de beber muito?

    2 pontos

    0 pontos

    Você já procurou algum tipo de ajuda por causa da bebida?

    5 pontos

    0 pontos

    Você já foi hospitalizado por causa da bebida?

    5 pontos

    0 pontos

    Você já esteve preso ou foi multado por dirigir embriagado?

    2 pontos

    0 pontos

    Se, ao responder todas essas perguntas, a somatória for maior ou igual a 3, não há porque se preocupar. Caso a somatória seja 4, há indícios de problemas com álcool — mas não ainda alcoolismo — e, acima de 5, pode-se pensar em alcoolismo.

    Alcoolismo tem cura? Qual o tratamento?

    Infelizmente, o alcoolismo não tem cura. Existe apenas a remissão dos sintomas, mas o alcoolista nunca mais poderá tomar um gole sequer de álcool. O processo de tratamento é complexo e demorado, mas pode ser feito com segurança quando acompanhado por profissionais capacitados. Saiba mais:

    Desintoxicação

    A primeira etapa do tratamento é a desintoxicação, na qual o paciente entra em um período de abstinência do álcool. Ele deve ser feito com o acompanhamento de um psiquiatra e pode ser necessário internação.

    Durante esse período, avalia-se os danos físicos e mentais do consumo de álcool em grande quantidade e por tanto tempo.

    Algumas vezes, o médico pode receitar medicamentos para auxiliar na desintoxicação. Eles trabalham controlando a impulsividade e dando sensações desagradáveis ao consumir álcool, por exemplo.

    Psicoterapia

    Após a desintoxicação, a psicoterapia é a próxima etapa para a remissão dos sintomas. A abordagem mais utilizada nesses casos é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que envolve a aprendizagem de técnicas para evitar recaídas, além de auxiliar na mudança de hábitos e pensamentos que podem servir de gatilho para a bebedeira.

    Outras abordagens psicoterápicas como a psicanálise e a gestalt-terapia também podem ajudar, especialmente se o hábito de beber está associado a outros transtornos mentais.

    Terapia de grupo

    Embora a psicoterapia individual auxilie, alguns estudos mostram que a terapia de grupo é mais eficaz na prevenção de recaídas, mudança de hábitos e situações sociais. Existem muitas clínicas e programas especializados na recuperação de alcoolistas.

    Alcoólicos Anônimos

    Talvez a maior organização voltada à recuperação de alcoolistas do mundo, a Alcoólicos Anônimos (AA) é uma comunidade de caráter voluntário que promove reuniões de alcoolistas em abstinência para alcançar e manter a sobriedade.

    Nascida nos Estados Unidos, a AA é facilmente encontrada em diversas cidades ao redor do mundo, sob a premissa de manter a sobriedade e o anonimato. A instituição é mantida por meio de doações dos próprios membros e não aceita financiamento de qualquer outra fonte.

    Medicamentos para alcoolismo

    Para ajudar na fase de desintoxicação, o médico pode recomendar alguns medicamentos. São eles:

    • Dissulfiram: Este fármaco promove uma sensação desagradável se o indivíduo ingere qualquer quantidade mínina de álcool, criando uma aversão às bebidas alcoólicas;
    • Naltrexona: Ajuda a reduzir a compulsividade e a vontade de beber;
    • Acomprosato: Não se sabe exatamente o mecanismo de ação deste medicamento, mas acredita-se que ele restabeleça o equilíbrio químico prejudicado pelo uso de álcool;
    • Oxibato de sódio: Melhora a neurotransmissão de GABA e diminui os níveis de glutamato, auxiliando no período de desintoxicação.

    Atenção!

    NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

    Consequências físicas e psíquicas do alcoolismo

    O álcool é um grande fator de risco para o desenvolvimento de diversas doenças, sendo muitas delas bem graves. Atente-se sempre à saúde daquela pessoa querida que teve ou tem problemas com o álcool, pois muitas doenças podem levar à morte.

    Algumas das principais consequências são:

    Danos no sistema nervoso

    O consumo exagerado de álcool está relacionado a danos tanto no sistema nervoso central quanto periférico. Quando se trata do SNC, o abuso da substância pode levar à demência, enquanto, no periférico, há possibilidade de diminuição de sensibilidade e força muscular das pernas.

    Gastrites e úlceras

    Não raramente, o álcool leva à erosão das paredes do estômago, desencadeando uma inflamação da mucosa estomacal (gastrite), assim como úlceras gástricas, feridas que podem se desenvolver no estômago, esôfago ou intestino.

    Danos hepáticos

    O fígado é, definitivamente, o órgão que mais sofre com as agressões do álcool.

    Começa com um simples acúmulo de gordura no fígado, que logo evolui para hepatite (inflamação) e fibrose, por uma tentativa de defesa do fígado. Aos poucos, a situação piora, até chegar na cirrose, doença caracterizada por cicatrizes e insuficiência hepática.

    Pancreatite e diabetes

    A agressão do álcool pelo trato digestivo também pode causar inflamação no pâncreas. Essa inflamação pode levar a destruição de tecido pancreático, juntamente com as células produtoras de insulina. Desse modo, pode-se desenvolver também diabetes.

    Síndrome de Wernicke-Korsakoff

    Como o álcool afeta a absorção de alguns nutrientes, é comum que alcoolistas sofram também com a síndrome de Wernicke-Korsakoff. Essa doença é caracterizada pela falta de vitamina B1 (tiamina), causando paralisia de alguns músculos, problemas oftalmológicos e distúrbios de estado mental.

    Alterações circulatórias

    O álcool também promove alterações na circulação sanguínea, podendo levar a doenças como hipertensão (pressão alta) e aumentar o risco de acidente vascular cerebral (AVC).

    Aterosclerose

    Por alterar o funcionamento do fígado, o abuso do álcool prejudica os níveis de colesterol na corrente sanguínea. Dessa forma, o colesterol pode se acumular nas paredes das artérias, levando ao endurecimento e estreitamento das mesmas. Essa condição é chamada de aterosclerose.

    Câncer

    O consumo frequente de álcool é um grande fator de risco para o desenvolvimento de câncer, especialmente no aparelho digestivo, que envolve a boca, esôfago, estômago, intestinos e fígado. No entanto, os riscos de câncer não se limitam à esse trajeto, podendo aumentar em outros órgãos também.

    Síndrome do alcoolismo fetal

    Mulheres alcoólatras em idade fértil devem tomar muito cuidado para não engravidar enquanto não conseguirem ficar em abstinência total. Isso porque o consumo de álcool enquanto grávida, independente de quantidade, causa danos ao feto, levando a malformações congênitas.

    Complicações sociais

    O alcoólatra também pode sofrer com muitos problemas sociais ao não se tratar.

    Não raramente, o dependente acaba faltando no trabalho, escola, faculdade ou outras ocupações, por serem locais nos quais não pode beber, ou por conta dos sintomas da ressaca. Isso pode levá-lo ao desemprego.

    As relações interpessoais ficam em segundo plano e muitas acabam sendo desfeitas. O alcoolista pode acabar ficando violento, tanto quando bebe quanto quando está em abstinência. A família e os amigos podem abandoná-lo, ou ele mesmo pode acabar saindo de casa para se entregar inteiramente à bebida, indo morar na rua.

    Morte

    Tanto pela intoxicação aguda quanto pelas complicações, o álcool leva à morte. Enquanto o acúmulo acima de 5g de álcool por litro de sangue pode levar à parada respiratória, diversas doenças causadas pelo álcool facilmente levam ao óbito.

    Recaídas: como lidar?

    Após alguns meses ou anos sem beber qualquer coisa, vem a notícia: o alcoolista em remissão voltou a beber. É uma situação horrível, na qual o próprio indivíduo se sente uma falha e as pessoas ao seu redor podem acabar decepcionados ao invés de compreender.

    Algumas dicas do que fazer quando isso acontecer são:

    • Entenda que recaídas fazem parte do processo de recuperação e não se deve culpar ou julgar o indivíduo que, no fundo, só estava buscando aliviar os sentimentos ruins que vem junto com a abstinência;
    • Quando o indivíduo demonstra irritabilidade, passa a faltar nas reuniões dos grupos de apoio, parece estar frustrado e piora seu desempenho no trabalho e/ou escola, pode ser que ele esteja tendo uma recaída. Nesses casos, é importante buscar ajuda o mais rápido possível;
    • Incentivar o dependente a criar novos hábitos saudáveis ajuda a mantê-lo ocupado com outras coisas, evitando uma recaída;
    • Exercícios físicos são ótimos substitutos para o álcool, visto que liberam neurotransmissores relacionados ao prazer no cérebro, evitando sentimentos como angústia e ansiedade causados pela abstinência;
    • Evite situações que lembrem ao vícios: festas, pessoas envolvidas nos vícios, comemorações onde há bebidas, etc.;
    • Estimule novas amizades, relacionamentos saudáveis com pessoas que tenham bons hábitos e, principalmente, não bebem;
    • Em caso de recaída, estimule o dependente a voltar para a clínica. Deixar como está e fingir que vai ficar tudo bem só piora a situação;
    • Auxilie o paciente numa reorganização da própria rotina, com novas atividades como um novo emprego, cursos, terapias, entre outros. Manter a mente ocupada é importante para resistir às tentações;
    • Incentive o alcoolista a nunca abandonar o acompanhamento profissional, pois muitos casos de remissão, quando param a terapia ou os grupos de apoio, voltam a beber;
    • O apoio da família e dos amigos é indispensável para uma boa recuperação. Jamais repreenda o alcoolista, principalmente após recaídas, e sempre demonstre apoio e carinho.

    Como prevenir o alcoolismo?

    Levando em conta que a dependência do álcool é desencadeada, principalmente, pelo seu uso crônico, a melhor maneira de prevenir o problema é manter-se longe de bebidas sempre.

    Não importa se é em uma festa, ou só uma vez na semana: indivíduos predispostos ao problema devem evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

    Se você não tem histórico familiar de alcoolismo na família, isso não significa estar livre para beber o quanto quiser. Caso você beba, o ideal é manter-se dentro do nível saudável estipulado pela OMS de, no máximo, 1 drink por dia para as mulheres e, para os homens, 2 drinks.


    Por mais que a pessoa negue, um diagnóstico de alcoolismo é uma coisa séria. Muitas vezes, o indivíduo demora muito para procurar ajuda porque simplesmente nega ter qualquer problema com álcool.

    Se você conhece alguém que não consegue parar de beber, ou se você mesmo se identifica com esses sintomas, procure ajuda! O tratamento pode melhorar muito sua qualidade de vida e aspectos sociais.

    Compartilhe esse texto com seus amigos e familiares para que mais pessoas saibam identificar e ajudar um alcoólatra! Qualquer dúvida, pode perguntar que responderemos com prazer.

  • Dependência química Capital Remoções Clínicas de Reabilitação SP

    Dependência química Capital Remoções Clínicas de Reabilitação SP

    A dependência química – Capital Remoções – Clínicas de Reabilitação SP

    Considerado um transtorno mental, além de um problema social pela Organização Mundial de Saúde(OMS), a dependência química é tida como doença crônica, que comumente atinge indivíduos que fazem o uso constante de determinadas drogas. O portador desse tipo de distúrbio acaba por não conseguir conter o vício, afetando sua vida psíquica, emocional, física e, consequentemente, a vida social.

    As substâncias que atuam no Sistema Nervoso Central do ser humano, alterando a forma de o indivíduo pensar, agir ou sentir são denominadas drogas psicoativas. Sendo conhecida e usada desde o início das civilizações, em rituais religiosos ou como fonte de prazer, substâncias como a maconhacocaína e o álcool ainda são comuns nos dias atuais. Tendem a causar um desequilíbrio no metabolismo químico do organismo, levando a dependência química da droga.

    Foto: Alex Malikov / Shutterstock.com

    Foto: Alex Malikov / Shutterstock.com

    A motivação pelo uso engloba diversos fatores – de simples curiosidade a uma busca imediata de prazer ou alívio de sintomas, contudo, a maioria desconhece ou desacredita no potencial dessas drogas em causar a dependência.

    A dependência a uma droga ou o álcool é caracterizada pelo descontrole do indivíduo no uso da substância, que aos poucos o desintegra da sociedade. Fatores relacionados à própria droga, até uma predisposição genética e doenças psiquiátricas pré-existentes, podem levar algumas pessoas a um quadro de dependência. Com o objetivo de sentir novamente os sintomas de prazer, ou ainda, para eliminar o mal-estar que se sente quando há a interrupção da droga, o indivíduo tende a repetir o uso daquela substância. Os sintomas de desconforto são designados “Síndrome da Abstinência”, que tendem a surgir a cada vez que o indivíduo cessar o uso da droga. A “tolerância à droga” leva ao consumo de doses cada vez maiores, no intuito de obter os mesmos sintomas promovidos em doses que antes eram menores. Outro fator associado à dependência química é a fissura, caracterizada pela vontade incontrolável de fazer o uso da droga, a qualquer hora do dia ou noite.

    Uma vez que o ser humano se torna um dependente químico, será permanentemente um dependente(Isso mesmo, para o resto da vida). Acontece que a doença apresenta caráter crônico, incurável e progressivo. Assim, como não há cura para a dependência química, o indivíduo irá necessitar de tratamento constante, independente de estar fazendo o uso ou não da droga.

    Para critério de diagnóstico médico, existem atualmente dois códigos internacionais vigentes. A publicação da OMS, conhecida como Classificação Internacional de Doenças (CID) está em sua décima edição (CID-10), já o Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM) tem vigente a sua quinta edição (DSM-V). No Brasil, a classificação aceita pelo Ministério da Saúde é o CID-10, que apresenta os seguintes critérios para diagnóstico de dependência química: Saiba mais: A Meu Consultório lista as doenças mais recorrentes de acordo com a tabela do CID Patrocinado 

    1. Tolerância: a redução da magnitude dos efeitos leva ao uso de doses cada vez maiores para atingir o efeito desejado;
    2. Senso de compulsão: forte desejo de consumir a droga;
    3. Abstinência: após a interrupção ou diminuição do uso, surgindo sintomas de desconforto como tremores, ansiedade, irritabilidade e insônia, levando ao uso da mesma substância (ou outra relacionada) para promover o alívio ou evitar tais sintomas;
    4. Desejo de reduzir ou controlar o consumo, porém, sem sucesso;
    5. Abandono de atividades prazerosas alternativas: maior parte do tempo gasto em prol do uso da substância;
    6. Persistência ao uso: mesmo com o surgimento de manifestações nocivas e patológicas, como danos em órgãos e estados depressivos, resultantes do consumo crônico e excessivo, ainda se mantém o consumo.

    Esta doença merece toda a atenção!!!

    Por desprender o indivíduo da sociedade, podendo ocasionar o óbito. Por acometer toda a família, que adoece emocionalmente junto ao indivíduo, esta também deve receber orientações e apoio.

    Referências bibliográficas:

    Dependência química é uma doença? CENTRO REGIONAL DE REFERÊNCIA EM DROGAS/UFMG. Disponível em: http://crr.medicina.ufmg.br/saber-sobre/dependencia-quimica-e-uma-doenca.

    Alves A. Dependência Química – Classificação e Diagnóstico. Disponível em <http://www.clinicajorgejaber.com.br/curso/2015/mar_30.pdf>

    Dependência química. Divisão estadual de narcóticos. Disponível em <http://www.denarc.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=39>.