Que muitas celebridades são usuárias de drogas (independente de qual estejamos falando) não é novidade para ninguém – afinal, as estadias dos famosos nas clínicas de reabilitação sempre estão nos tabloides por aí.
10 famosos que arruinaram suas vidas por causa das drogas
No entanto, separamos nessa lista 10 celebridades que se envolveram com o tráfico de drogas, seja antes da fama ou depois.
50 CENT | O rapper encabeça a nossa lista porque, assim como o segundo colocado por aqui, passou algum tempo na prisão por traficar drogas. 50 Cent distribuía craque e cocaína pelas ruas de Nova York (EUA) desde adolescente, e foi após passar pela prisão que acabou se envolvendo com um grupo de apoio que o ajudou a perseguir sua carreira no rap.
TIM ALLEN | Antes de se tornar famoso com sua comédia stand-up e, mais tarde, com filmes como Meu Papai é Noel e séries como Last Man Standing,
Tim Allen teve problemas com a lei – ele passou dois anos na cadeia após ser pego transportando cocaína no aeroporto de Kalamazoo (EUA), uma sentença que só foi reduzida após Allen “dedurar” os traficantes para quem trabalhava.
MARK WAHLBERG | Em diversas entrevistas, Mark Wahlberg admitiu que era viciado em cocaína (pó) durante a adolescência, e para suportar o hábito ruim ainda fazia trabalhos de transporte e venda nas ruas para traficantes de sua Los Angeles (EUA) natal. Tudo enquanto o seu irmão, Donnie, já fazia sucesso com a boyband New Kids on the Block.
IDRIS ELBA | Hoje astro de Thor e Luther, Idris começou carreira não só como ator, mas como DJ. Enquanto não conseguia grandes oportunidades para atuar (o que nunca aconteceria), Elba também vendia algumas drogas (entorpecentes) para os traficantes de Londres (Inglaterra) durante seus shows. Além disso, Elba admite ter roubado alguns carros na adolescência!
KID ROCK | O cantor fugiu de sua casa quando tinha apenas 15 anos de idade, e nunca olhou para trás. Para se sustentar, Kid Rock começou a vender algumas drogas no lava-rápido onde também mantinha um emprego “convencional” – é óbvio que a “dupla jornada” não deu muito certo.JOHN DELOREAN | É ele mesmo sim, o criador da famosa marca de carros DeLorean, imortalizada pelo modelo usado no filme De Volta Para o Futuro. No entanto, o magnata milhonário da indústria automobilística também usava outra indústria, a da droga, para “complementar a renda”. O FBI chegou a captura-lo, mas ele nunca foi parar na cadeia – mesmo que sua carreira não tenha ido muito bem após o escândalo.JAY-Z | Embora sonhasse em ser rapper, Jay precisava sustentar-se enquanto os sonhos não se realizavam. Por isso, acabou vendendo crack e cocaína pelas ruas, enquanto gravava o primeiro disco e o vendia no porta-malas de seu carro – após conseguir um contrato com gravadora, Jay largou o tráfico para trás.
ANDY DICK | O comediante é polêmico e tem um longo histórico com o uso de álcool e drogas (entorpecentes), mas o que pouca gente sabe é que, além de usar drogas, Dick serve como distribuidor para traficantes em Hollywood. É o que diz o colega de profissão Jon Lovitz, que acusou Dick de fornecer drogas que causaram a overdose de Brynn Hartman.
SNOOP DOGG | Não é novidade que Snoop adora uma maconha (erva), hoje em dia legalizada em diversos estados dos EUA. No entanto, durante a adolescência do rapper a droga ainda era ilegal no país todo, de forma que ele se tornou o traficante extraoficial da escola onde estudava – entre suas clientes, ninguém menos que uma colega de classe chamada Cameron Diaz.
WILLIE NELSON | Assim como Snoop Dogg, o astro da música country famosismo nunca escondeu seu apetite pela maconha. Ele foi preso algumas várias vezes por posse e distribuição da droga durante a carreira (mesmo depois de começar a fazer sucesso!), e deve ter se sentindo aliviado quando a legalização da maconha o permitiu abrir uma loja perfeitamente dentro da lei, com franquias em vários estados americanos.
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A Clínica Greenwood mais uma vez foi destaque na revista Quem que falou sobre a recuperação de deFábio Assunção.
Reportagem sobre Fábio Assunção e Clínica Greenwood
A 35 quilômetros da capital paulista, a Clínica Greenwood tem decoração simples, quartos compartilhados e regras estritas para os até 30 pacientes
Há um tempo atrás, o ator Fábio Assunção saiu de cena. Deixou a rotina de gravações da novela Negócio da China, no Rio de Janeiro, para se tratar de dependência química. O local escolhido foi a Clínica Greenwood, no município paulista de Itapecerica da Serra, a cerca de 35 quilômetros da capital – a mesma que abrigou, por um ano, o ex-jogador e comentarista de futebol Walter Casagrande Júnior.
Apesar de isolado, Fábio não estava internado em nada parecido com um hospital. Cercada por um jardim bem cuidado, com piscina e quadra poliesportiva, a Greenwood fica em uma casa branca, limpa, com decoração antiga de móveis de madeira pesados tanto nos quartos quanto nas áreas comuns, conforme relatam ex-internos ouvidos com exclusividade por QUEM. Localizada num condomínio de classe média alta, tem esquema de segurança discreto. Na entrada do condomínio, não há porteiros ou seguranças. Na casa, apenas um portão com interfone. Mas a Greenwood tem uma equipe de 60 profissionais, entre médicos, enfermeiros, pessoal de serviços, seguranças e outros. São dois profissionais para cada paciente – 30 no máximo. Esses “hóspedes”, na maioria homens, jovens de famílias abastadas, se dividem entre quartos individuais até quádrupulos, todos suítes. Os preços variam de 13 mil a 22 mil reais por mês, dependendo do tipo de acomodação.
Passada a fase inicial de diagnóstico, de um mês, os pacientes são divididos em dois grupos de terapia: G1 e G2. Quem acabou de entrar na clínica vai sempre para o G2, o grupo daqueles que ainda não desenvolveram consciência sobre sua condição de dependente químico. Para passar para o G1, o paciente precisa aceitar a idéia de que nunca mais poderá usar substâncias químicas em geral, incluindo bebidas alcoólicas.
Não há tempo determinado para a duração dessa etapa. Conforme entrevista dada à revista Época em abril, aos sete meses de internação, Casagrande levou quatro meses até a aceitação do tratamento e ficou oito meses no G2, sem poder sair da clínica, receber visitas ou mesmo falar ao telefone. Dentro da Greenwood, ninguém usa celular ou internet.
REGRAS DE CONDUTA
Pertencer ao G1, no entanto, não é garantia de passe livre não. As visitas são só nos finais de semana e os telefonemas, monitorados.
Além disso, um paciente do G1 pode perder o direito a receber visitas se não se comportar bem. Tanto G1 quanto G2 seguem um sistema de penalização com contagem de pontos.
Todos acordam com 10 pontos de crédito, que podem perder ou manter ao longo do dia, conforme seu comportamento. Chegar atrasado para atividades como trabalho na horta e sessões de terapia, por exemplo, significa pontos a menos.
Ao fim da semana é feita uma média. Quanto mais baixa for, menos regalias terá o paciente.
No caso do G1, visitas e telefonemas são considerados regalias. O uso da piscina, o direito de dormir mais tarde e poder beber refrigerante no fim de semana são regalias para todos.
ROTINA
As terapias de grupo e individuais ocupam boa parte da rotina na Clínica Greenwood. O dia na clínica começa cedo, às 7h, com atividades esportivas. Depois os pacientes tomam café-da-manhã e seguem para seus grupos de terapia. Param para almoçar e, lá pelas 17h, encerram as atividades com uma sessão de relaxamento. Após o jantar, podem ver TV a cabo nas áreas comunitárias.
Existem regras rígidas. O cigarro, por exemplo, é permitido, mas desestimulado. Apenas dois pacientes por vez podem fumar, sempre de pé e sem conversar entre si. Namoros são expressamente proibidos e a arrumação dos quartos é obrigatória, sob pena de se perderem pontos e regalias.
O paciente recebe algumas tarefas para benefício coletivo, como ajudar na horta que fornece alimentos à cozinha. “As minhas são tirar o café-da-manhã, limpar a sala de grupo e pôr o gelo na mesa das refeições. Na quinta, coloco as roupas para lavar e as penduro. Na sexta, eu as tiro do varal”, descreveu Casagrande enquanto estava na clínica.
A família dos pacientes da Clínica Greenwood também precisam se envolver no tratamento dos pacientes. Mesmo quando não há visitas, pais, irmãos, cônjuges e filhos devem também fazer terapia em uma filial da Greenwood no bairro do Ibirapuera, em São Paulo.
Em maio de 2018, o Google atualizará a política de saúde e medicamentos para restringir a publicidade de serviços de recuperação de dependência química. Essa política será aplicada globalmente, em todas as contas que anunciam serviços de reabilitação.
Veja alguns exemplos de serviços de reabilitação que serão restritos conforme a nova política:
fornecedores de tratamentos clínicos contra dependência química, incluindo programas domiciliares, de internação ou ambulatoriais
serviços de apoio a recuperação de dependência química, incluindo organizações de ajuda mútua e clínicas de reabilitação
geradores de leads e agências de indicação para serviços de reabilitação de dependência química
linhas diretas de suporte para crises decorrentes de dependência química
Atualmente, anúncios de serviços de reabilitação de drogas e álcool não são permitidos fora dos Estados Unidos.
Os anunciantes dos Estados Unidos precisam ter a certificação da LegitScript como prestadores desses serviços de reabilitação para poderem anunciar usando o Google AdWords. Nem todos os serviços de reabilitação de drogas e álcool estão qualificados para receber a certificação da LegitScript. Aqueles que não são qualificados, como clínicas de reabilitação e agências de indicação, não podem anunciar esses serviços no Google. A LegitScript cobra uma tarifa pelo processamento e monitoramento de inscrições, mas oferece isenção para determinados casos. Para saber mais sobre a certificação e enviar uma inscrição, acesse o site da LegitScript.
Os prestadores de serviço dos Estados Unidos com certificação da LegitScript também precisam ser certificados pelo Google para exibir anúncios. Os anunciantes com certificação da LegitScript poderão solicitar a certificação do Google a partir de julho, quando o formulário de inscrição for publicado.
Capital Remoções – Clínicas de Reabilitação / Recuperação em SP
Para pessoas, de ambos os sexos, que precisam do tratamento-residente em clínicas de recuperação / reabilitação, e concordam com a ajuda profissional.
Nosso diferencial é que nossa equipe terapêutica e médica está preparada para intervir nas crises de abstinência, que se caracterizam pela presença de sintomas físicos e psicológicos de desconforto frente à interrupção do consumo de drogas e álcool, evitando assim a desistência do tratamento por parte do paciente. Nossos pacientes cumprem o tempo de programa estabelecido e nosso índice de desistência é praticamente inexistente.
Por conseqüência detemos um dos melhores índices de recuperação entre os pacientes tratados.
O Programa Terapêutico de 12 passos, parte fundamental do tratamento, é específico para cada pessoa e está alicerçado no que há de mais moderno em técnicas e dinâmicas terapêuticas, buscando resgatar valores éticos, familiares e emocionais, para motivar os pacientes a refazerem seus projetos de vida, adotando assim, hábitos saudáveis e produtivos.
O acompanhamento dos profissionais, outro fator de extrema importância para o tratamento, é realizado por equipe de profissionais, treinados e capacitados, composta por médicos (psiquiatra e clínico), psicólogos, terapeutas, consultores em dependência química, terapeutas ocupacionais, professores de educação física, monitores, enfermeiros e outros.
Duração prevista para o tratamento de 180 dias em regime de internação continuada em nossas unidades de tratamento, sujeito à alta terapêutica estabelecida pela equipe. Mais um programa de reinserção.
Temos também, Tratamento Intensivo, realizado em um período de 90 dias de internação continuada. Sujeito à alta terapêutica estabelecida pela equipe de tratamento. Mais um programa de pós-tratamento de 90 dias.
Consulte-nos para o seu tratamento, de seu filho ou parente.
(11) 96648-4516 24h
Temos um custo que permite a maioria das famílias se beneficiarem dos resultados que nossos tratamentos tem proporcionado a muitas vidas.
Clínica de reabilitação que permite o uso de celulares e notebooks
Pode usar celular na clínica de reabilitação para dependentes químicos?
Sim, dependendo da clínica, são poucas, porém aqui na Capital Remoções você encontra diversas opções, basta entrar em contato com uma de nossas atendentes e verificar qual é a mais próxima e melhor opção de clínica de recuperação para dependentes químicos que permite o uso de celulares e notebooks.
Confira agora essa clínica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo, parceira da Capital Remoções que permite o uso de celular e nootebook.
Para continuar para a matéria e conhecer melhor a clínica, acesse o link:
Toda droga usada como entorpecente é constituída por substâncias que causam dependência química. Esse problema é considerado uma doença alarmante que assola indivíduos e famílias no mundo inteiro.
Infelizmente, o Brasil não está entre os melhores colocados neste cenário. Os mais comuns tipos de drogas circulam por todo o território nacional. A falta de conhecimento sobre os males que elas causam e sobre as formas de tratamento dificultam a recuperação dos usuários.
Neste post, separamos informações úteis sobre os tipos de drogas mais comuns no Brasil. Continue a leitura para saber mais!
Maconha
Jovem fumando um cigarro de maconha durante uma marcha pela legalização da droga – Leonardo Benassatto- (imagem de divulgação) Capital Remoções – Clínicas de Reabilitação
A maconha é mundialmente conhecida. Suas folhas têm um efeito psicoativo e psicodélico. Na grande maioria das vezes, é consumida por meio de cigarros e são inúmeros os os males causados à saúde. Além disso, esse é um dos tipos de drogas que mais causam dependência aos usuários. Sua ação no corpo humano varia de acordo com o organismo de cada um, porém os malefícios atingem a todos.
Cigarro
Capital Remoções – Clínicas de Reabilitação
Entre os principais tipos de drogas lícitas no Brasil, o cigarro é um dos mais perigosos. Seu efeito é imediato e, a partir do primeiro trago, os riscos já passam a existir. De acordo com um artigo do laboratório Oswaldo Cruz, só no Brasil o tabagismo mata 200 mil pessoas por ano. O vício do cigarro muitas vezes é facilitado pela comercialização de acessórios e produtos com sabores diferentes, como narguilé, cachimbos, entre outros. Quanto maior é o tempo de uso, mais difícil é se livrar desse vício.
Crack
A triste realidade dos usuários de crack é de comover qualquer pessoa. Seus efeitos são rápidos e devastadores. Sua principal matéria prima é a cocaína misturada a outras substâncias. O acesso é facilitado pelo seu baixo custo e, por esse motivo, é consumido principalmente por pessoas de baixa renda. A inalação constante da droga pode matar em poucos anos. Apesar das consequências do seu uso serem desastrosas, não pense que o tratamento é impossível.
Cocaína
O Brasil é um dos principais consumidores de cocaína do mundo. Seu consumo, independentemente da dose, é caracterizado por uma mudança brusca de aparência e de sentidos. O sistema nervoso é afetado em questão de segundos e as principais reações são paranoias e espasmos. Essas, porém, podem durar minutos ou até mesmo horas. É um dos tipos de drogas mais conhecidos pelo alto risco de dependência.
Êxtase
Também chamada de droga sintética do amor, esse entorpecente é ingerido via oral ou nasal, em forma de comprimido ou em pó. Criada em laboratório nos anos 80, seu efeito é extremamente forte e as primeiras sensações são de felicidade, euforia e relaxamento. Originalmente, foi elaborada para testes de tratamentos psiquiátricos em pacientes depressivos. No entanto, seus malefícios são grandes. Sua ação no corpo afeta diversos órgãos e o uso excessivo pode levar a óbito.
Anfetaminas
As anfetaminas são liberadas para uso medicinal no tratamento de hiperatividade e redução de apetite. Entretanto, a utilização desse medicamento para uso recreativo aumenta os riscos de doenças e problemas graves de depressão. Os casos de suicídios entre os usuários não são poucos. Assim como os outros tipos de drogas, a anfetamina causa dependência e dificilmente a pessoa consegue ficar livre dela sem ajuda.
Popularmente conhecida como ‘ácido’, essa droga é altamente alucinógena. Foi descoberta por engano em 1938, por Albert Hoffman, enquanto tentava encontrar um estimulante da circulação sanguínea. Seus efeitos no corpo são alucinações e paranoia, levando o indivíduo a perder totalmente o senso. Uma pequena dose é capaz de alucinar por horas e as consequências são lamentáveis, indo desde boca seca e sudorese até dilatação das pupilas, aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial.
Álcool
TRATAMENTO PABA ALCOOLISTAS
O alcoolismo é responsável por diversos problemas de saúde e, não raramente, afeta também a relação entre as pessoas mais próximas. O álcool é um dos tipos de drogas lícitas que mais causam dependência e, por diversas vezes, a pessoa não reconhece seu vício. Independentemente dos efeitos causados, o ato de beber com frequência já caracteriza a dependência. Seu tratamento é acessível e salva famílias dos efeitos devastadores do consumo dessa droga.
Solventes ou inalantes
Muitas vezes, a droga está dentro de nossas casas ou em lojas comuns. É o caso dos inalantes, como cola de sapateiro, removedor de esmalte, aerossol e tintas. O baixo custo e a facilidade de encontrar esses produtos são fatores que aumentam as chances de sua utilização como entorpecentes. Seus efeitos são tão rápidos que o usuário acaba utilizando-os por diversas vezes em um curto período de tempo. Levam à alucinação e à depressão e, além de causarem danos ao cérebro, podem prejudicar os rins, o fígado e os nervos periféricos.
Cogumelos alucinógenos
Os cogumelos apresentam sintomas semelhantes aos do LSD. Os riscos são potencializados, pois podem ser facilmente confundidos com espécies venenosas. As alucinações costumam ser duradouras e suas consequências também. O que começa como uma diversão pode se tornar um sério problema.
Metadona
Metadona – Capital Remoções Clinicas de Reabilitação SP
A metadona está listada entre os tipos de drogas ainda não muito divulgadas no Brasil. A substância é prescrita para o tratamento de viciados em heroína, morfina e outros entorpecentes pesados. Apesar disso, o risco de dependência, quando não há acompanhamento médico, é alto e alerta às entidades de saúde. Sua ação no corpo pode ocasionar problemas respiratórios e náuseas.
Benzodiazepínicos
Benzodiazepínicos – Capital remoções Clínicas de Reabilitação SP
Essas são drogas que têm efeitos mais brandos, pois são tranquilizantes e passam a sensação de relaxamento. Mas não pense que por serem mais leves não apresentam riscos para a saúde. Pelo contrário. São um verdadeiro potencializador depressivo e podem acarretar problemas musculares e convulsões. Em 1963, a droga passou a ser comercializada como Diazepam e, atualmente, é consumida de forma indevida para uso recreativo.
Esses são os principais tipos de drogas mais consumidos no Brasil. E suas consequências vão muito além de problemas de saúde.
A dependência química afeta não somente o usuário, mas repercute em toda a sociedade e, principalmente, nos familiares dos dependentes químicos. A dependência química não tem cura, mas pode ser tratada e, com força de vontade e comprometimento, os resultados podem ser bastante positivos. É um tratamento que salva vidas!
Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de álcool, drogas e remédios. Entre em contato para conversarmos mais!
O alcoolismo, também é conhecido como etilismo, é um termo usado para descrever a dependência do álcool. Pessoas que sofrem desse mal costumam ter compulsão por bebidas alcoólicas, dificuldade em parar de beber e acabam por desenvolver tolerância aos efeitos da substância.
Trata-se de uma doença psiquiátrica, considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como “doença com componentes físicos e mentais”. Isso porque a dependência, muitas vezes, é puramente psíquica, mas há também componentes fisiológicos envolvidos. A maior parte das pessoas, aliás, consegue beber esporadicamente sem ter maiores problemas.
O alcoolismo é mais comum em homens do que em mulheres, mas elas não estão a salvo do problema: 30% dos alcoolistas são do sexo feminino, e o número vem crescendo cada vez mais. A causa disso provavelmente está relacionada à maior liberdade que as mulheres conquistaram nos tempos modernos, podendo fazer o consumo de bebidas alcoólicas sem serem julgadas como seriam algumas décadas atrás.
Ainda que a saúde seja o principal fator que está em jogo com o consumo excessivo de álcool, as relações afetivas e os papéis sociais também são afetados por ele. Vale lembrar, porém, que a dependência do álcool pode ser tratada e controlada. Existem diversos programas e profissionais habilitados para ajudar nesse desafio, sendo que o grupo mais conhecido é o Alcoólicos Anônimos.
Índice — neste artigo você encontrará as seguintes informações:
Durante muitos anos, o termo “alcoólatra” foi difundido como sinônimo para dependente do álcool. Nos últimos tempos, entretanto, muitos pesquisadores acreditam que essa nomenclatura é inadequada.
Se formos olhar a etimologia da palavra, veremos que alcoólatra significa, literalmente, adorador do álcool. Essa nomenclatura leva a entender que o indivíduo ama o álcool e escolhe continuar bebendo por gostar tanto, quando, na realidade, há uma dependência química da substância.
Pessoas que sofrem com a dependência já são mal faladas, chamadas de “sem vergonha”, e o termo alcoólatra só piora a situação. Por isso, a palavra é considerada estigmatizante e deve ser evitada ao se referir a uma pessoa que tem problemas com bebidas alcoólicas.
Já o termo alcoolista tem a conotação de distúrbio, deixando claro que o indivíduo não é o responsável por sua doença, e sim o álcool. Popularmente, o termo ainda é estranho e pouco conhecido, mas pesquisadores e profissionais da saúde buscam difundí-lo cada vez mais.
Por conta da maior difusão, este texto adota o termo “alcoólatra” como correto também.
Como o álcool age no organismo?
O álcool é uma droga depressora do sistema nervoso e, embora sempre tenha aqueles amigos que ficam tristes nas festinhas, isso não quer dizer que ele causa tristeza. Na verdade, isso significa que ele desacelera funções vitais.
Já percebeu como aquele amigo bêbado não fala nada com nada, tem dificuldade para se equilibrar, demora para reagir às situações e ainda por cima reclama que está vendo em dobro? Pois é isso mesmo que o álcool faz ao deprimir o sistema nervoso.
Para entender melhor, devemos ter em mente que o sistema nervoso central é formado por neurônios, células que conduzem energia elétrica e passam “mensagens” umas para as outras por meio de substâncias químicas, chamadas neurotransmissores. Cada neurotransmissor tem um efeito no organismo, sendo alguns relacionados ao prazer, outros ao medo etc.
São essas mensagens — parte elétricas, parte químicas — que fazem com que o nosso cérebro mantenha o nosso corpo funcionando. Tenha certeza que qualquer movimento que você realizar e qualquer pensamento que você tem em sua cabeça é graças ao funcionamento desse sistema!
Enfim, vamos ao que interessa: como o álcool altera essa brincadeira toda?
Ao adentrar o corpo, o etanol (tipo de álcool utilizado nas bebidas alcoólicas) chega rapidamente ao cérebro. Lá, ele estimula a liberação de neurotransmissores excitatórios como a serotonina, dopamina e endorfinas, responsáveis pelas sensações de prazer e bem-estar. É nesse momento que as pessoas no bar começam a ficar animadas com a festa!
Logo após isso, acontece exatamente o efeito contrário: o álcool estimula o principal neurotransmissor inibitório do cérebro, o ácido gama-aminobutírico, mais conhecido como GABA. Esse neurotransmissor se conecta aos neurônios e os tornam mais chatões, fazendo com que eles sejam menos receptivos às novas mensagens vindas de outros neurônios. Desse jeito, a comunicação entre um neurônio e outro é dificultada.
Entende agora porque se trata de uma droga “depressora” do sistema nervoso? Justamente porque ela torna o cérebro menos ativo! E é isso que faz com que os sintomas da embriaguez apareçam: a fala arrastada, falta de coordenação motora, dificuldades com equilíbrio, confusão mental e alterações na percepção são bem comuns.
Curiosidade: por que as pessoas fazem tanta coisa errada quando bebem?
Você com certeza já ouviu histórias de conhecidos que fizeram muitas besteiras enquanto estavam bêbados. Situações como tentar pular de lugares altos demais, dar em cima de uma pessoa claramente comprometida (na frente do namorado!) ou ficar com alguém que não seria tão interessante caso o indivíduo estivesse sóbrio são bem comuns. Mas por que será que isso acontece?
Estudos mostram que a atividade depressora do álcool tem um efeito bastante potente no córtex pré-frontal, área do cérebro responsável pelo julgamento de valores e tomada de decisões. Com a atividade defasada nessa região, nossa capacidade de avaliar os riscos é prejudicada e acabamos ficando otimistas demais.
Por isso, da próxima vez, não julgue aquela amiga que bebeu demais e saiu pagando micão: ela simplesmente não se ligava que estava fazendo besteira!
Metabolismo do álcool
A maior parte do álcool é metabolizado pelo fígado, e o resto é eliminado pelos rins, pele e pulmão. É por isso que, mesmo após ter parado de beber, a pessoa continua com bafo de álcool por algumas horas.
Durante o metabolismo, cada grama de álcool produz 7,1 kcal, pouco menos que 1 grama de gordura (8 kcal). Sendo assim, pessoas que desejam emagrecer devem se manter longe do álcool.
Por fim, pessoas que bebem álcool com frequência conseguem 50% das calorias necessárias diariamente por meio da bebida e, assim, acabam tendo problemas nutricionais como deficiência de proteínas e vitaminas com complexo B.
Causas
O que leva uma pessoa a beber? Ou pior: o que leva uma pessoa a continuar bebendo, mesmo que isso já tenha afetado sua saúde, carreira e relacionamentos? Eis uma questão bastante complexa que não tem uma resposta clara. O fato é que se trata de uma doença — e não de uma escolha — com causas obscuras, mas fatores de riscobem definidos:
Fatores de risco do alcoolismo
Facilidade de acesso
Um dos maiores fatores de risco para o alcoolismo é, óbviamente, a facilidade de acesso. Por estarmos inseridos numa sociedade na qual o consumo do álcool é visto como algo positivo e divertido, não é de se espantar ao ver como a droga é acessível.
Vale ressaltar que pessoas que nunca beberam álcool não podem virar alcoolistas, pois o alcoolismo acontece com o uso crônico da bebida que, por sua vez, é favorecido e encorajado em nossa cultura.
Ambiente social
O consumo de bebidas alcoólicas é, muitas vezes, associado a diversos rituais sociais modernos: festas, bares, baladas, noites de diversão, entre outros.
Quanto mais pessoas bebem ao redor do indivíduo, maior a possibilidade de ele passar a beber também. Isso porque somos seres sociais e precisamos fazer parte de grupos com os quais temos algo em comum.
Ao frequentar esses lugares e participar de situações assim, o indivíduo se expõe cada vez mais à droga, aumentando as chances de desenvolver uma tolerância e dependência.
No entanto, beber socialmente não significa que você se tornará alcoolista, mas fazer isso com frequência certamente é um fator de risco para o desenvolvimento da doença.
Histórico familiar
Existem evidências de que há um fator genético envolvido no alcoolismo, que podem ser buscadas ao analisar o histórico familiar de diversos pacientes dependentes do álcool.
Filhos de pais alcoolistas têm maiores chances de desenvolver a doença. Quando um gêmeo univitelino (igual) manifesta a dependência, muito provavelmente o outro manifestará também.
Problemas com saúde mental
Por conta de necessidades de escapismo, impulsos e dificuldades em lidar com o que se sente e pensa, pessoas com distúrbios mentais têm maiores chances de se tornarem dependentes do álcool e de outras drogas, inclusive ilícitas.
Diversas teorias da psicologia acreditam, também, que o hábito de beber está associado a experiências ruins na infância, em especial durante a amamentação, quando o prazer da criança se dava em relação às sensações recebidas em sua boca. Esses traumas repercutem, também, em diversos traços da personalidade do indivíduo e, muitas vezes, o alcoolismo acaba sendo só uma consequência.
Idade
No Brasil, grande parte das pessoas começa a beber na adolescência. No entanto, é preciso algum tempo para que o cérebro crie tolerância ao álcool e o indivíduo passe a necessitar mais e mais de bebidas alcoólicas.
Por isso, a maior parte dos alcoolistas são adolescentes e adultos, mas podem existir pessoas fora dessa faixa etária que também têm problemas com o álcool.
Gênero
O alcoolismo é mais comum em homens, embora afete as mulheres também. Acredita-se que isso se dê por conta de aspectos culturais, como a repressão para que mulheres não bebam e, caso bebam, que seja pouco.
Fases de evolução do alcoolismo
O alcoolismo, assim como diversas doenças, possui fases. A primeira delas é a mais tranquila, e muitos de nós já passamos. Começa a complicar quando vamos para a segunda. Entenda:
Adaptação
Logo após o primeiro contato com a bebida alcoólica, ocorre a fase de adaptação. É nela que se começa a beber para socializar, fazer parte da galera, enfim, usar a bebida como uma muleta para ter uma vida social.
Muitos adolescentes aproveitam bastante essa fase por conta dos efeitos inibitórios do álcool, que os ajudam a aliviar a ansiedade e angústias dessa fase da vida.
Tolerância
Quando o sistema nervoso central se adapta ao álcool, o indivíduo passa a não sentir muito seus efeitos. É o caso daquele cara que sempre enche a cara e nunca fica bêbado, além de se gabar que não é derrubado pela bebida.
Pois é bem nessa fase que surgem os apagamentos, ou síndrome de blackout, caracterizada por uma amnésia dos momentos em que esteve sob efeito do álcool.
Dependência e síndrome de abstinência
Nessa fase, há sintomas físicos de abstinência ao se passar muito tempo sem beber. Assim, o indivíduo continua bebendo para se livrar desses sintomas, sendo um verdadeiro dependente da droga. É nessa fase que começa a deterioração física, mental e social de maneira mais visível.
Em geral, é nessa fase que começam a aparecer os problemas de saúde relacionados ao consumo excessivo de álcool.
Como reconhecer um alcoólatra? Sintomas do alcoolismo
Assim como qualquer doença, o alcoolismo também traz consigo sintomas. Muitas vezes, esses sintomas só são notados pelas pessoas que convivem com o dependente, pois este tende a negar sua necessidade.
Em geral, os alcoolistas:
Bebem sozinhos e sem motivos aparentes;
Continuam a beber, mesmo que estejam perdendo coisas importantes: família, emprego, entre outros;
Perdem o emprego ou ano letivo;
Ficam agressivos quando bebem;
Não conseguem passar um dia sem beber uma bebida alcoólica;
Após começarem a beber, tem dificuldades para parar;
Bebem cada vez mais para manter a concentração de álcool no corpo;
Podem apresentar paranoia e alucinações;
Sempre têm uma desculpa para beber;
Se afastam de amigos, família e eventos sociais para beber;
Evitam ir em locais onde não podem beber;
Tentam esconder o consumo exagerado de álcool;
Comem mal ou deixam de comer;
Apresentam tremores e sintoma de abstinência quando passam muito tempo sem ingerir bebidas alcoólicas;
Perdem a memória.
Caso tenha percebido algum desses comportamentos em algum amigo, familiar ou conhecido, tente conversar abertamente, sem repressão, sobre esse problema. Ofereça ajuda, mas não force-o a nada.
Abstinência de álcool
Bebedores crônicos sofrem com sintomas graves se ficarem muito tempo sem beber. Isso acontece porque, para compensar o efeito depressor do álcool, o cérebro aumenta a atividade em circuitos excitatórios.
Ao passar muito tempo sem beber, o cérebro se sobrecarrega com a atividade excitatória desses circuitos, que não encontram a resistência da ação depressora do álcool, podendo causar inúmeros sintomas. São eles:
Tremores;
Taquicardia;
Hipertensão;
Náuseas e vômitos;
Suor excessivo;
Ansiedade;
Irritabilidade;
Inquietação;
Insônia;
Aumento da temperatura corporal.
Delirium tremens: abstinência com alucinações
Delirium tremens é o nome que se dá a uma espécie de episódio psicótico causado pela abstinência do álcool em pacientes alcoolistas. Ocorre, em geral, cerca de 3 dias após os primeiros sintomas de abstinência, e o episódio pode durar vários dias.
O principal sintoma do delirium tremens, que o difere da crise de abstinência comum, é a confusão mental. Nesses casos, o alcoolista pode apresentar:
Desorientação espaço temporal;
Ansiedade intensa;
Delírios (crenças irreais e irracionais);
Alucinações visuais, táteis e auditivas;
Crises convulsivas.
Quando um paciente se encontra nesse estado, ele deve ser levado a um hospital para receber acompanhamento médico. Muitas vezes, ele é tratado com medicamentos ansiolíticos, como os benzodiazepínicos e barbitúricos.
Esse episódio é observado mais frequentemente em pessoas que fazem abstinência após terem consumido grandes quantidades de álcool por mais de um mês.
A mortalidade durante o estado de delirium tremens varia de 15% a 40%. Na maioria dos casos, isso ocorre por conta das convulsões, que podem ser muito violentas.
Embriaguez: a intoxicação pelo álcool
De acordo com a velocidade em que a pessoa bebe e a quantidade de álcool consumido, ele se acumula na corrente sanguínea, dando início ao processo de embriaguez. Na realidade, o nome real da embriaguez é “intoxicação por álcool”. Ou seja, toda vez que você sai com os amigos pra beber e “ficar louco”, você está saindo para intoxicar seu organismo com uma droga. Não soa tão legal, né?
A intoxicação ocorre quando os níveis de etanol no organismo passam de um determinado ponto, o que gera seus efeitos. Os sintomas dependem muito da quantidade de álcool ingerida, mas os mais comuns são:
Agitação;
Euforia;
Dificuldades com a coordenação motora;
Rubor facial;
Fala arrastada;
Dificuldade para avaliar bem as situações e riscos (impulsividade);
Náusea e vômitos;
Diarreia;
Dor de cabeça;
Dificuldade para respirar;
Percepção alterada.
Síndrome de blackout
Após uma longa noite de bebedeira, seus amigos não param de falar das coisas que você fez ontem à noite, e você simplesmente não se lembra de nada. Soa familiar?
Trata-se da síndrome de blackout, uma espécie de amnésia causada pela intoxicação alcoólica. Isso acontece porque a substância interfere justamente nos circuitos de neurônios responsáveis pelo armazenamento de novas informações. Basicamente, o cérebro para de registrar o que acontece.
Quantidade de álcool no sangue e suas consequências
Diversos efeitos do etanol dependem da concentração da substância no sangue. Quanto mais álcool, mais perigosas são suas consequências. Abaixo, há uma explicação do estágio de embriaguez e suas consequências.
Vale lembrar que algumas pessoas precisam de menos e outras mais para atingir determinado estágio.
Estágio subclínico
Quando há entre 0,1 e 0,3g/L de álcool no sangue, o indivíduo apresenta um quadro subclínico — sem consequências para a saúde — e comportamento normal.
Euforia
Ocorre quando a concentração de álcool no sangue é de 0,3 e 0,9g/L. Nesse estágio, o indivíduo apresenta uma leve euforia, torna-se mais falante e sociável.
Há um aumento da autoconfiança, desinibição, diminuição da atenção, da capacidade de julgamento e um pouco do controle sobre si mesmo. Aqui começa o prejuízo na coordenação motora, dando aquela leve sensação de tontura.
Excitação
O pico da atividade excitatória após o consumo do álcool se dá numa concentração de 0,09 e 1,8g/L. Há uma atenuação da incapacidade de julgamento, além de já haver prejuízos na memória, compreensão e percepção das coisas ao redor.
O indivíduo tem menos resposta sensitiva, ou seja, sente menos as sensações físicas, e as respostas reativas (capacidade de reagir a algum acontecimento) ficam mais lentas. A visão periférica é menor e a pessoa tende a enxergar borrado ou duplo.
Equilíbrio e coordenação motora são afetados, há maior dificuldades para manter-se em pé e realizar movimentos precisos. No final desse estágio, a sonolência passa a dar as caras.
Confusão
O período de confusão se dá entre 1,8 e 2,7g/L de álcool no sangue. Ele é caracterizado por desorientação, confusão mental e, algumas vezes, adormecimento. As emoções ficam exageradas, a percepção visual de forma, cor e dimensão é prejudicada, além de haver uma piora na coordenação motora.
A fala é arrastada e se torna difícil entender o que o indivíduo está dizendo. Além disso, ele pode apresentar apatia e letargia.
Estupor
Esse estágio se aproxima à perda da consciência, com as funções motoras extremamente prejudicadas. Pode haver vômitos, incontinência urinária e fecal, além de pouca resposta à estímulos. Muitas vezes, o indivíduo não consegue nem mesmo se manter em pé, quem dirá andar. O estupor acontece em concentrações entre 2,7 e 4,0g/L.
Coma
Caracterizado pela perda da consciência, o coma ocorre em concentrações de 4,0 e 5,0g/L no sangue. Os reflexos são tão poucos que parecem não existir, a temperatura corporal fica abaixo do normal, há incontinência e prejuízo da respiração e circulação sanguínea.
É o último estágio antes da morte.
Morte
Em concentrações acima de 5,0g/L, a morte acontece por bloqueio respiratório central: o cérebro deixa de mandar mensagens para o pulmão respirar.
Como é feito o diagnóstico do alcoolismo?
Sabemos que é muito difícil diagnosticar o alcoolista, não porque os sintomas não são claros, mas porque eles são muito relutantes em admitir que tem um problema e procurar ajuda. Infelizmente, algumas pessoas precisam que ocorra uma complicação antes de correr atrás de sua saúde. É o caso de muitos alcoolistas.
Não existe exame laboratorial ou de imagem que seja capaz de diagnosticar a doença. Ao invés disso, muitos psiquiatras usam questionários e se baseiam nos critérios diagnósticos do Código Internacional de Doenças (CID).
Critérios diagnósticos do CID-10
De acordo com a décima edição do CID, o diagnóstico da dependência alcoólica é dado quando o indivíduo, nos últimos 12 meses, sentiu ou exibiu pelo menos 3 das seguintes condições:
Forte desejo ou compulsão por consumir álcool;
Dificuldade para controlar o comportamento de consumir bebidas alcoólicas em termos de início, término ou níveis de consumo;
Estado de abstinência fisiológico ao cessar ou reduzir o consumo da substância ou uso da mesma para aliviar os sintomas da abstinência;
Evidência de tolerância: o indivíduo necessita cada vez mais de doses maiores a fim de alcançar os efeitos do álcool;
Abandono progressivo de atividades e outros interesses em detrimento da bebida, além de maior quantidade de tempo necessária para se recuperar dos efeitos da mesma;
Persistência no consumo do álcool, mesmo com evidências claras de que isso está prejudicando sua saúde, seu humor e cognição.
O questionário CAGE
Um dos questionários para diagnosticar o alcoolismo é o CAGE, desenvolvido por Mayfield e colaboradores. A sigla CAGE está relacionada às palavras chaves de cada pergunta. Ao todo, são 4 perguntas:
Você já tentou diminuir ou cortar (“cut down”) a bebida?
Você já ficou incomodado ou irritado (“annoyed”) com outras pessoas por criticarem seu jeito de beber?
Você já se sentiu culpado (“guilty”) pelo seu jeito de beber?
Você já teve que beber para aliviar os nervos (estresse/tensão) ou reduzir os efeitos de uma ressaca (“eye-opener”)?
Caso haja respostas positivas, por mais que seja apenas uma, há indícios de que se pode ter problemas com álcool. Quanto mais respostas positivas, maiores as chances de se tratar de alcoolismo.
Teste de Detecção de Alcoolismo de Michigan, versão breve
Desenvolvido por Pokorny e colaboradores, a versão breve do Teste de Detecção de Alcoolismo de Michigan consiste em 10 perguntas que podem ser respondidas com “sim” ou “não” e que recebem uma pontuação. Confira a tabela abaixo:
Pergunta
Sim
Não
Você se considera uma pessoa que bebe de modo normal?
0 pontos
2 pontos
Seus amigos ou parentes acham que você bebe de modo normal?
0 pontos
2 pontos
Você já foi a algum encontro dos Alcoólicos Anônimos (AA)?
5 pontos
0 pontos
Você já perdeu amigos/amigas ou namorado/namorada por causa da bebida?
2 pontos
0 pontos
Você já teve problemas no trabalho/emprego por causa da bebida?
2 pontos
0 pontos
Você já abandonou suas obrigações, sua família ou seu trabalho por 2 ou mais dias em seguida por causa da bebida?
2 pontos
0 pontos
Você já teve delirium tremens, tremores, ouviu vozes, viu coisas que não estavam lá depois de beber muito?
2 pontos
0 pontos
Você já procurou algum tipo de ajuda por causa da bebida?
5 pontos
0 pontos
Você já foi hospitalizado por causa da bebida?
5 pontos
0 pontos
Você já esteve preso ou foi multado por dirigir embriagado?
2 pontos
0 pontos
Se, ao responder todas essas perguntas, a somatória for maior ou igual a 3, não há porque se preocupar. Caso a somatória seja 4, há indícios de problemas com álcool — mas não ainda alcoolismo — e, acima de 5, pode-se pensar em alcoolismo.
Alcoolismo tem cura? Qual o tratamento?
Infelizmente, o alcoolismo não tem cura. Existe apenas a remissão dos sintomas, mas o alcoolista nunca mais poderá tomar um gole sequer de álcool. O processo de tratamento é complexo e demorado, mas pode ser feito com segurança quando acompanhado por profissionais capacitados. Saiba mais:
Desintoxicação
A primeira etapa do tratamento é a desintoxicação, na qual o paciente entra em um período de abstinência do álcool. Ele deve ser feito com o acompanhamento de um psiquiatra e pode ser necessário internação.
Durante esse período, avalia-se os danos físicos e mentais do consumo de álcool em grande quantidade e por tanto tempo.
Algumas vezes, o médico pode receitar medicamentos para auxiliar na desintoxicação. Eles trabalham controlando a impulsividade e dando sensações desagradáveis ao consumir álcool, por exemplo.
Psicoterapia
Após a desintoxicação, a psicoterapia é a próxima etapa para a remissão dos sintomas. A abordagem mais utilizada nesses casos é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que envolve a aprendizagem de técnicas para evitar recaídas, além de auxiliar na mudança de hábitos e pensamentos que podem servir de gatilho para a bebedeira.
Outras abordagens psicoterápicas como a psicanálise e a gestalt-terapia também podem ajudar, especialmente se o hábito de beber está associado a outros transtornos mentais.
Terapia de grupo
Embora a psicoterapia individual auxilie, alguns estudos mostram que a terapia de grupo é mais eficaz na prevenção de recaídas, mudança de hábitos e situações sociais. Existem muitas clínicas e programas especializados na recuperação de alcoolistas.
Alcoólicos Anônimos
Talvez a maior organização voltada à recuperação de alcoolistas do mundo, a Alcoólicos Anônimos (AA) é uma comunidade de caráter voluntário que promove reuniões de alcoolistas em abstinência para alcançar e manter a sobriedade.
Nascida nos Estados Unidos, a AA é facilmente encontrada em diversas cidades ao redor do mundo, sob a premissa de manter a sobriedade e o anonimato. A instituição é mantida por meio de doações dos próprios membros e não aceita financiamento de qualquer outra fonte.
Medicamentos para alcoolismo
Para ajudar na fase de desintoxicação, o médico pode recomendar alguns medicamentos. São eles:
Dissulfiram: Este fármaco promove uma sensação desagradável se o indivíduo ingere qualquer quantidade mínina de álcool, criando uma aversão às bebidas alcoólicas;
Naltrexona: Ajuda a reduzir a compulsividade e a vontade de beber;
Acomprosato: Não se sabe exatamente o mecanismo de ação deste medicamento, mas acredita-se que ele restabeleça o equilíbrio químico prejudicado pelo uso de álcool;
Oxibato de sódio: Melhora a neurotransmissão de GABA e diminui os níveis de glutamato, auxiliando no período de desintoxicação.
Atenção!
NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.
Consequências físicas e psíquicas do alcoolismo
O álcool é um grande fator de risco para o desenvolvimento de diversas doenças, sendo muitas delas bem graves. Atente-se sempre à saúde daquela pessoa querida que teve ou tem problemas com o álcool, pois muitas doenças podem levar à morte.
Algumas das principais consequências são:
Danos no sistema nervoso
O consumo exagerado de álcool está relacionado a danos tanto no sistema nervoso central quanto periférico. Quando se trata do SNC, o abuso da substância pode levar à demência, enquanto, no periférico, há possibilidade de diminuição de sensibilidade e força muscular das pernas.
Gastrites e úlceras
Não raramente, o álcool leva à erosão das paredes do estômago, desencadeando uma inflamação da mucosa estomacal (gastrite), assim como úlceras gástricas, feridas que podem se desenvolver no estômago, esôfago ou intestino.
Danos hepáticos
O fígado é, definitivamente, o órgão que mais sofre com as agressões do álcool.
Começa com um simples acúmulo de gordura no fígado, que logo evolui para hepatite (inflamação) e fibrose, por uma tentativa de defesa do fígado. Aos poucos, a situação piora, até chegar na cirrose, doença caracterizada por cicatrizes e insuficiência hepática.
Pancreatite e diabetes
A agressão do álcool pelo trato digestivo também pode causar inflamação no pâncreas. Essa inflamação pode levar a destruição de tecido pancreático, juntamente com as células produtoras de insulina. Desse modo, pode-se desenvolver também diabetes.
Síndrome de Wernicke-Korsakoff
Como o álcool afeta a absorção de alguns nutrientes, é comum que alcoolistas sofram também com a síndrome de Wernicke-Korsakoff. Essa doença é caracterizada pela falta de vitamina B1 (tiamina), causando paralisia de alguns músculos, problemas oftalmológicos e distúrbios de estado mental.
Alterações circulatórias
O álcool também promove alterações na circulação sanguínea, podendo levar a doenças como hipertensão (pressão alta) e aumentar o risco de acidente vascular cerebral (AVC).
Aterosclerose
Por alterar o funcionamento do fígado, o abuso do álcool prejudica os níveis de colesterol na corrente sanguínea. Dessa forma, o colesterol pode se acumular nas paredes das artérias, levando ao endurecimento e estreitamento das mesmas. Essa condição é chamada de aterosclerose.
Câncer
O consumo frequente de álcool é um grande fator de risco para o desenvolvimento de câncer, especialmente no aparelho digestivo, que envolve a boca, esôfago, estômago, intestinos e fígado. No entanto, os riscos de câncer não se limitam à esse trajeto, podendo aumentar em outros órgãos também.
Síndrome do alcoolismo fetal
Mulheres alcoólatras em idade fértil devem tomar muito cuidado para não engravidar enquanto não conseguirem ficar em abstinência total. Isso porque o consumo de álcool enquanto grávida, independente de quantidade, causa danos ao feto, levando a malformações congênitas.
Complicações sociais
O alcoólatra também pode sofrer com muitos problemas sociais ao não se tratar.
Não raramente, o dependente acaba faltando no trabalho, escola, faculdade ou outras ocupações, por serem locais nos quais não pode beber, ou por conta dos sintomas da ressaca. Isso pode levá-lo ao desemprego.
As relações interpessoais ficam em segundo plano e muitas acabam sendo desfeitas. O alcoolista pode acabar ficando violento, tanto quando bebe quanto quando está em abstinência. A família e os amigos podem abandoná-lo, ou ele mesmo pode acabar saindo de casa para se entregar inteiramente à bebida, indo morar na rua.
Morte
Tanto pela intoxicação aguda quanto pelas complicações, o álcool leva à morte. Enquanto o acúmulo acima de 5g de álcool por litro de sangue pode levar à parada respiratória, diversas doenças causadas pelo álcool facilmente levam ao óbito.
Recaídas: como lidar?
Após alguns meses ou anos sem beber qualquer coisa, vem a notícia: o alcoolista em remissão voltou a beber. É uma situação horrível, na qual o próprio indivíduo se sente uma falha e as pessoas ao seu redor podem acabar decepcionados ao invés de compreender.
Algumas dicas do que fazer quando isso acontecer são:
Entenda que recaídas fazem parte do processo de recuperação e não se deve culpar ou julgar o indivíduo que, no fundo, só estava buscando aliviar os sentimentos ruins que vem junto com a abstinência;
Quando o indivíduo demonstra irritabilidade, passa a faltar nas reuniões dos grupos de apoio, parece estar frustrado e piora seu desempenho no trabalho e/ou escola, pode ser que ele esteja tendo uma recaída. Nesses casos, é importante buscar ajuda o mais rápido possível;
Incentivar o dependente a criar novos hábitos saudáveis ajuda a mantê-lo ocupado com outras coisas, evitando uma recaída;
Exercícios físicos são ótimos substitutos para o álcool, visto que liberam neurotransmissores relacionados ao prazer no cérebro, evitando sentimentos como angústia e ansiedade causados pela abstinência;
Evite situações que lembrem ao vícios: festas, pessoas envolvidas nos vícios, comemorações onde há bebidas, etc.;
Estimule novas amizades, relacionamentos saudáveis com pessoas que tenham bons hábitos e, principalmente, não bebem;
Em caso de recaída, estimule o dependente a voltar para a clínica. Deixar como está e fingir que vai ficar tudo bem só piora a situação;
Auxilie o paciente numa reorganização da própria rotina, com novas atividades como um novo emprego, cursos, terapias, entre outros. Manter a mente ocupada é importante para resistir às tentações;
Incentive o alcoolista a nunca abandonar o acompanhamento profissional, pois muitos casos de remissão, quando param a terapia ou os grupos de apoio, voltam a beber;
O apoio da família e dos amigos é indispensável para uma boa recuperação. Jamais repreenda o alcoolista, principalmente após recaídas, e sempre demonstre apoio e carinho.
Como prevenir o alcoolismo?
Levando em conta que a dependência do álcool é desencadeada, principalmente, pelo seu uso crônico, a melhor maneira de prevenir o problema é manter-se longe de bebidas sempre.
Não importa se é em uma festa, ou só uma vez na semana: indivíduos predispostos ao problema devem evitar o consumo de bebidas alcoólicas.
Se você não tem histórico familiar de alcoolismo na família, isso não significa estar livre para beber o quanto quiser. Caso você beba, o ideal é manter-se dentro do nível saudável estipulado pela OMS de, no máximo, 1 drink por dia para as mulheres e, para os homens, 2 drinks.
Por mais que a pessoa negue, um diagnóstico de alcoolismo é uma coisa séria. Muitas vezes, o indivíduo demora muito para procurar ajuda porque simplesmente nega ter qualquer problema com álcool.
Se você conhece alguém que não consegue parar de beber, ou se você mesmo se identifica com esses sintomas, procure ajuda! O tratamento pode melhorar muito sua qualidade de vida e aspectos sociais.
Compartilhe esse texto com seus amigos e familiares para que mais pessoas saibam identificar e ajudar um alcoólatra! Qualquer dúvida, pode perguntar que responderemos com prazer.
A Capital Remoções é inteiramente dedicada a tratamentos para dependentes químicos e oferece tratamentos diversos em clínicas de reabilitação em São Paulo.
Há mais de 2 anos a Capital Remoções surgiu com o intuito de proporcionar aos seus pacientes tratamento de qualidade em São Paulo.
Devido a alguns casos de sucesso acompanhados de perto pelo diretor da Capital Remoções este método de tratamento foi implantado ao sistema de captação da Capital Remoções. (Método de internação)
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Esta unidade abaixo foi a eleita número 1 da Capital Remoções
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Clínica de reabilitação para tratamento de dependentes químicos em São Paulo
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Contamos com uma equipe multidisciplinar com experiência.
Tratamento Alcoolismo O Alcoolismo afeta muitas famílias no mundo todo. O álcool, droga lícita, oferecida em larga escala, favorece a dependência pelo alcance fácil e por fazer parte da rotina de consumo em muitas famílias, que não consideram os danos que ele pode causar a seus membros.
COCAÍNA (pó) A Cocaína é uma droga na forma de pó, extraída da folha da coca. Foi originalmente desenvolvida para ser um analgésico, mas ela se tornou uma das drogas mais perigosas já conhecidas pelo homem. A Cocaína, também é conhecida popularmente como, “Farinha”, “Branquinha”, “Pó”, “Coca”, “Brilho”, “Poeira”, “Talquinho”, “Júlia” e “Basuko”.
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FOTOS DA CLÍNICA
Clínica de reabilitação para tratamento da dependência química (imagem).
Clínica de reabilitação (imagem).
Clínica de reabilitação (imagem).Clínica de reabilitação / recuperação (imagem).
Clínica de reabilitação / recuperação (imagem).
Clínica de reabilitação / recuperação (imagem).Clínica de reabilitação / recuperação (imagem).Clínica de reabilitação / recuperação, tratamento para dependentes químicos (imagem).
Os Estados Unidos têm, menos de 5% da população mundial, mas respondem por quase 25,1% dos presidiários de todo o planeta. Os Estados Unidos da América lideram o mundo na produção de presidiários, um reflexo de uma abordagem relativamente recente e agora caracteristicamente americana quanto ao crime e castigo.
Você sabia que o porte de entorpecentes (drogas) está no topo da lista de motivos de prisão nos Estados Unidos? Sim está!
Há 751 presidiários para cada 100 mil habitantes, nos Estados Unidos, e se incluirmos no conta apenas os adultos, 1% da população do país está na prisão.
Penas de usuários de drogas serão até reduzidas nos EStados Unidos (EUA) para esvaziar as prisões
Prisões por porte de entorpecentes (drogas) vem aumentando a cada dia
Foi até apresentada uma nova política, pelo procurador-geral, Eric Holder, é uma das medidas para conter a subida dos gastos com penitenciárias.
WASHINGTON CITY — Em uma tentativa de mudar a política de justiça criminal americana e diminuir a superlotação que está ocorrendo nas prisões federais, o governo Obama apresentou mudanças que incluem a diminuição de penas a usuários de drogas detidos pela polícia que não estejam envolvidos com atos violentos ou quadrilhas. A nova política, apresentada pelo procurador-geral, em discurso na reunião anual da American Bar Association, em São Francisco, é uma das medidas destinadas a conter a subida dos gastos com prisões e ajudar a corrigir o que ele considera como injustiça no sistema judicial do país.
– Embora o encarceramento tenha um papel a desempenhar no nosso sistema judicial, a prisão generalizada nos níveis federal, estadual e municipal é ineficaz e insustentável – Isso impõe um significativo peso econômico – que atingiu US$ 80 bilhões em 2010 – acompanhado de custos humanos e morais que são impossíveis de calcular.
Holder determinou aos promotores federais que reduzam penas e evitem o encarceramento de usuários presos pelo porte de pequenas quantidades de droga e sugeriu serviços comunitários e programas de reabilitação no lugar da prisão. Ele também anunciou que irá ampliar um programa federal para conceder “liberdade solidária” a presos idosos que já cumpriram parte de suas sentenças e que não tenham cometido atos violentos.
Boa parte da legislação de tolerância zero às drogas, que causou a superpopulação carcerária americana, foi aprovada nos anos 80 e início dos anos 90, no auge da epidemia de crack no país. De acordo com Holder, enquanto a população americana cresceu um terço desde 1980, a população carcerária aumentou 800%. O sistema prisional federal americano trabalha 40% acima de sua capacidade, com algumas penitenciárias superlotadas.
– O presidente Obama e eu discutimos muito e chegamos à conclusão que o fim da penas obrigatórias mínimas será positivo para od dependentes químicos especialmente entre nossas minorias, que acabam tendo penas maiores pelos mesmos crimes cometidos por brancos. Não podemos mais tratar pequenos usuários como reis do tráfico. É contraproducente.
Dos 219 mil presos federais, quase metade cumpre penas associadas às drogas. O país é o que mais tem presos em proporção a sua população. Holder anunciou novos procedimentos para que promotores federais elaborem suas acusações de forma a evitar que os usuários não violentos sejam enquadrados nas penas mínimas obrigatórias.
– Determinei uma modificação obrigatória das políticas de indiciamento do Departamento de Justiça, para que certos infratores não violentos e de baixo grau da lei de entorpecentes, que não tenham vínculos com organizações de grande escala, gangues ou cartéis, não sejam mais indiciados por infrações que imponham penas mínimas obrigatórias draconianas – disse Holder.
Atualmente, a obrigação de impor uma sentença mínima obrigatória em casos de usuários de drogas – que varia de cinco a 10 anos, dependendo do tipo e quantidade de drogas apreendidas – impede juízes de estabelecerem uma pena adaptada ao contexto do delito. A decisão de erradicar a prática é uma vitória para os grupos de direitos civis que afirmam que as longas penas de prisão têm um efeito devastador entre as classes sociais com menos recursos e outras minorias.
– Milhares de pessoas estão presas neste ciclo vicioso de pobreza, crime e encarceramento que agravou o problema ao invés de resolvê-lo.
Na semana passada, a Suprema Corte do estado da Califórnia ordenou que dez mil presos fossem soltos por estarem detidos em situação irregular. Uma lei de 2010 que reduziu a pena para usuários de drogas não violentos de crack poupou aos Estados Unidos cerca de US$ 500 milhões em custos por evitar 7.800 prisões, de acordo com a organização civil Famílias Contra Mínimos Obrigatórios.
Lei no Senado
Mas as propostas de Holder têm impacto limitado por terem um caráter administrativo. Uma mudança real precisará de uma revisão na lei. Os senadores Patrick J. Leahy (democrata) e Rand Paul (republicano) enviaram ao Senado, em março, um projeto de reforma prisional que daria mais liberdade aos juízes na hora de julgar usuários e traficantes. O projeto dá mais instrumentos para que os juízes concedam sentenças inferiores ao mínimo obrigatório. Atualmente, apenas 25% dos acusados têm essa possibilidade.
Pelo projeto, os juízes teriam a liberdade de julgar os casos conforme o contexto e levariam em consideração se houve violência. A ideia é manter a severidade das penas associadas a mortes, por exemplo, e evitar o custo de manter uma pessoa presa por cinco anos se for flagrada com umas 100 plantas de maconha.
De acordo com Holder, é preciso mudar essa lógica de encarceramento em massa que o país adotou após a “guerra contra às drogas”.
– Conforme a chamada “guerra (combate) às drogas” entra na sua quinta década, precisamos nos perguntar se ela e sua abordagem foram verdadeiramente eficientes no nosso país – disse, apelando a uma “nova abordagem”. – Precisamos garantir que a prisão sirva para punir, deter e reabilitar.
Nós acreditamos que o que funcionaria no caso dessas pessoas seria um tratamento de reabilitação e não penitenciarias, por isso optem sempre por um tratamento da dependência química e alcoolismo antes de deixar chegar a esse ponto.
A dependência química é definida pela 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), da O.M.S. Organização Mundial da Saúde, como um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após o uso repetido de determinada substância. A dependência pode dizer respeito a uma substância psicoativa específica (por exemplo, o tabaco, bebida alcoólica ou a cocaína, lsd, extasy ), a uma categoria de substâncias psicoativas (por exemplo, substâncias opiáceas) ou a um conjunto mais vasto de substâncias farmacologicamente diferentes.
Conhecida como uma doença progressiva, incurável e fatal a dependência química ainda não tem cura.
Como a Dependência Química é considerada um transtorno mental, em que o portador desse distúrbio perde o controle do uso da substância, e a sua vida psíquica, emocional, espiritual e física vai se deteriorando gravemente, nessa situação, a maioria dos dependentes químicos precisam de tratamento especializado e de ajuda competente e adequada. Dependência química não é simplesmente “falta de vergonha na cara” não ou um problema moral, é apenas uma doença como a Diabetes, o dependente não escolhe ter a doença, mas pode sim escolher fazer o tratamento, e assim como diabéticos controlam o açúcar no sangue com medicações e cuidados com a boa alimentação, o dependente químico pode buscar ajuda para controlar sua adicção e entender o ciclo da doença. É considerada uma doença BIOPSICOSSOCIAL.
A dependência química é uma doença química:
a dependência é provocada por uma reação química no metabolismo do corpo humano. O álcool e o tabaco, por exemplo, embora a maioria das pessoas separe das drogas ilegais, são drogas tão ou mais poderosas em causar dependência e destruição em pessoas predispostas, como qualquer outra droga, ilegal ou não.
Dependência química é uma doença interna e não externa:
As questões externas como dificuldades sociais, familiares, sexuais, profissionais não geram a dependência química e nem justificam o uso e abuso de drogas e de álcool. Existem fatores internos de cada organismo, que atuam direta e indiretamente e contribuem para a instalação da doença, provocando uma predisposição física e emocional para a dependência.
É uma doença progressiva: o uso contínuo e sem tratamento de drogas e álcool pode se tornar cada vez mais intenso e perigoso para o dependente químico e para o alcoolista. É uma doença crônica incurável: Uma vez dependente químico, sempre dependente, indiferente de estar ou não em recuperação, usando ou não usando algum tipo de droga. Ainda não existe cura para a dependência química, existe sim tratamento – contínuo e permanente.
É uma doença controlável: Mesmo que não se possa usar o álcool ou as drogas de maneira “social” ou “recreativa” com controle, o dependente, se aceitar e realmente se empenhar no tratamento da dependência, poderá viver muito bem sem o uso de drogas e sem as consequências negativas do seu uso frequente.
É uma doença que atinge toda a família do dependente: O convívio com o dependente químico faz com que sua família também adoeça no emocional, tornando-se necessário na maioria dos casos o tratamento de todos os familiares. Recebendo assim orientações a respeito de como lidar com o dependente químico e de como lidar com seus sentimentos e emoções em relação ao mesmo
É uma doença física: Se manifesta pelo aparecimento de profundas modificações físicas, alterando o metabolismo orgânico quando se interrompe o uso da droga e do álcool. Essas alterações físicas obrigam o usuário a continuar consumindo a droga descontroladamente, caso contrário ocorre uma “crise ou síndrome de abstinência”. Essas alterações presentes na “Síndrome de Abstinência” se manifestam por sinais e sintomas de natureza física e variam conforme a droga.
Psicológica:
É a sensação de satisfação provocada pelo uso da droga que faz com que o indivíduo a utilize continuamente para permanecer satisfeito e evitar o mal estar da abstinência. A falta da droga deixa o dependente abatido, em péssimo estado psicológico. Quando privados da substancia, os dependentes sofrem modificações de humor constantemente, comportamento, mal-estar.
Você sabia que:
A DEPENDÊNCIA QUÍMICA É UMA DAS DOENÇAS PSIQUIÁTRICAS MAIS FREQUENTES DA ATUALIDADE EM TODO O MUNDO?SIM, ELA É!
A doença da dependência química é crônica e multifatorial, isso significa que diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, incluindo a quantidade e frequência de uso da substância, a condição de saúde do indivíduo e fatores genéticos, psicossociais e ambientais.
Muitos estudos vem buscando identificar características que predispõe um indivíduo a um maior risco de desenvolver abuso ou dependência. Em relação ao álcool, por exemplo, estima-se que os fatores genéticos expliquem cerca de 55% das vulnerabilidades que levam os indivíduos a fazerem o uso pesado de bebidas alcoólicas – principalmente genes que estariam envolvidos no metabolismo do álcool e/ou na sensibilidade aos efeitos dessa substância psicoativa, sendo que os filhos de alcoólatras possuem quatro vezes mais riscos de desenvolverem alcoolismo, mesmo se forem criados por indivíduos não-alcoolistas. Além disso, fatores individuais e aspectos do beber fazem com que mulheres, jovens e idosos sejam mais vulneráveis aos efeitos das bebidas alcoólicas, o que o colocam em maior risco de desenvolvimento de problemas.
Vídeo amor exigente, dependência química
Entendendo a Dependência Química
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Recuperação para dependentes químicos em SP
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Clínica de Recuperação em SP
Clínica de Recuperação para tratamento das drogas e do álcool em SP, oferecemos tratamento individualizado de alto e médio padrão para a reabilitação dos pacientes dependentes.
Se você está à procura de uma Clínica de Reabilitação de Alto Padrão para tratamento da Dependência Química, precisa conhecer essa clínica, um hotel, recuperação e moradia especializado no carinho de família com cuidado profissional. A Clínica de luxo nasceu num momento em que se falava sobre o cuidado com mais especialização no que tange ao alcoolismo, dependência química e outras comorbidades. Hoje, temos orgulho em dizer que ajudamos a construir essa referência.
Equipe profissional
A equipe multidisciplinar desta Clínica de Reabilitação é composta por profissionais com larga experiência no cuidado a dependência química, alcoolismo e outros transtornos causados pelo uso e abuso. Aqui, todos estão comprometidos com o bem-estar.
A equipe conta com:
ENFERMEIRO
NUTRICIONISTA
FISIOTERAPEUTA
ARTE TERAPEUTA
MÚSICO TERAPEUTA
PSIQUIÁTRA
PSICOLÓGO
ADMINISTRADORES
MÉDICO PSIQUIATRA RESPONSÁVEL
SEGURANÇA 24 HORAS
Nosso Diferencial
Segurança e conforto: você tem a certeza de que o residente está em boas mãos
Ganho de qualidade de vida
Sistema de segurança eletrônica 24h ativo em todos os ambientes (internos e externos)
Melhora de sua relação com o residente
Acessibilidade: você pode ligar todas as semanas
Outra vantagem de optar pela Clínica de Alto Padrão está justamente relacionada à documentação regularizada junto aos principais Órgãos de fiscalização, Ministério Público, Prefeitura, ANVISA, COMAD-Atibaia, CONED e CREMESP.
A Clínica De Alto Padrão é uma empresa familiar, onde os proprietários estão diariamente acompanhando os cuidados. Dessa forma, garantimos supervisão constante para um atendimento personificado e individualizado.
Clínica de Reabilitação de Alto Padrão é com a Capital Remoções. Ligue: (11) 96648-4516 24h.
Venha conhecer nosso trabalho de alto padrão, nossa estrutura de altíssimo nível e ter a certeza de que essa é a decisão certa para cuidar de quem você ama.
O CUIDADO PARA NOSSOS RESIDENTES COM TOTAL DE DEDICAÇÃO
A rotina da Clínica de recuperação de alto padrão foi planejada em detalhes para promover o bem-estar, saúde e segurança dos nossos hóspedes. Garantir o cuidado é preparar cada momento com carinho e dedicação para facilitar a convivência familiar.
TRATAMENTO DO ALCOOLISMO, DEPENDÊNCIA QUÍMICA E TABAGISMO
O nosso Programa de Tratamento de Alcoolismo, Dependência Química e Tabagismo da Clínica de alto padrão propõe uma total interação entre esses três tipos de tratamento, uma vez que a incidência de, dependentes químicos, alcoolistas e tabagistas são consideráveis e requerem tratamentos específicos e bem elaborados. A proposta do nosso programa primeiramente é deixar a Equipe técnica bem informada sobre dependências químicas, e assim desenvolver um tratamento para tal processo relacionando-os e construindo um programa adjunto que seja possível na prática, Tratamento Individualizado.
OBJETIVOS GERAIS DOS TRATAMENTOS
Realizar um tratamento de qualidade que não se restrinja apenas à desintoxicação orgânica do álcool e das drogas.
Atender à demanda de pacientes dependentes químicos que buscam atendimento em hospital.
Diminuir os índices de reinternações de pacientes alcoolistas e dependentes químicos.
Reabilitar e reintegrar o paciente alcoolista e/ou dependente químico na sociedade através dos cursos de capacitação oferecidos.
Proporcionar ferramentas aos pacientes que permitam o mesmo a adquirir um melhor nível de qualidade de vida.
Diminuir o índice de mortes devido ao uso de cigarros, bebidas e drogas em geral.
Conscientizar o tabagista (fumante) dos malefícios do vício, principalmente do cigarro.
Estrutura e Funcionamento do Programa
Atendimento Médico
Setor de Medicina
Medicação e Acompanhamento
Setor de Enfermagem
Atendimento à Família
Setor de Medicina, Psicologia e Holística
Grupo de Depoimento
Setor de Psicologia e Terapia Holística
Exibição e discussões de vídeos
Setor de Psicologia e Terapia Holística
Reunião dos Alcoólicos Anônimos
Membros do A.A. e N.A da região
Palestras dos Pacientes
Setor de Psicologia
Atividades Físicas
Setor de Fisioterapia e Educação Física
Recuperação De Alto Padrão Para Dependentes Químicos
Clínica de Reabilitação alto padrão em SP – Tratamento álcool e drogas em SP
VÍDEOS DA CLÍNICA DE REABILITAÇÃO DE ALTO PADRÃO EM SP
Clinica de Alto Padrão em SP
A Clínica de Reabilitação de Alto padrão atende ambos os sexos com uma estrutura de altíssimo nível. Contamos com profissionais da psicologia, psiquiatria e terapeutas ocupacionais.
A Clínica é uma chácara repleta de verde – seja na fachada ou na vizinhança. Do tupi-guarani, significa árvore, madeira ou tronco. Foi desenvolvido pelo Silvio Correria seguindo o princípio usado em todos os seus projetos: oferecer um viver melhor, tanto para os residentes quanto para o entorno.
Em localização única na cidade de São Paulo, está rodeado pelo sossego da rua dos Pires na altura da praça. Sua vizinhança, no clínica de reabilitação , inspira tranquilidade, mesmo estando próximo a todas as atrações do bairro: gastronomia, galerias de arte, lojas, bares e serviços.
Para se contemplar a vista deslumbrante, o projeto traz uma puscina de primeira que promove a convivência, bem-estar e um lazer luxuoso. Com materiais e acabamentos nobres, a Clínica foi pensada em cada detalhe para oferecer o encontro da sofisticação com o estilo natural que esta região e seus futuros hóspedes buscam.
Suítes de 6,000 e 25,000 por mês.
Muito verde para você.
Um paisagismo que privilegia o verde da natureza e harmoniza com a arborização do bairro. Uma fachada feita de troncos, árvores e um um maravilhoso jarfim vertical. A Clínica é perfeita para quem gosta de natureza e não se satisfaz com uma hortinha na área de serviço.
Venha conhecer e surpreenda-se.
Caberá aos Psicólogos credenciados na Clínica de Alto Padrão os atendimentos das famílias dos alcoolistas que participam do Programa de Alcoolismo e dependência química.
CLÍNICA DE TRATAMENTO PARA DEPENDENTES QUÍMICOS EM SP
A Capital Remoções conta com uma equipe treinada de remoções e conta com mais de 25 Clínicas de Reabilitação para tratamento de dependentes químicos em SP.
CLÍNICA DE DEPENDENTES QUÍMICOS GRATUITA
A Capital Remoções conta com Unidades de Reabilitação para dependência química gratuitas em SP.
CLÍNICA PARA DEPENDENTES QUÍMICOS INVOLUNTÁRIO
Possuímos Clínicas de Reabilitação para o tratamento involuntário dependentes químicos em SP.
CLÍNICA PARA DEPENDENTES QUÍMICOS EVANGÉLICOS
Clínica para recuperação de dependentes químicos evangélicos é com a Capital Remoções!
CLÍNICA PARA DEPENDÊNCIA QUÍMICA EVANGÉLICA
Temos clínicas de reabilitação de dependentes químicos evangélicas credenciadas.
CLÍNICA PARA DROGADOS
Clínica de drogados em SP, temos unidades para tratamento de dependentes químicos em todo o Brasil e tratamos da doença da dependencia química.
CLÍNICA DE RECUPERAÇÃO SP
Sim, a Capital Remoções conta com clínica de recuperação em todo o Brasil.
As principais unidades de reabilitação de dependentes químicos estão localizadas em São Paulo – SP. Capital.
CLÍNICA DE RECUPERAÇÃO DEPENDENTES QUÍMICOS SP
Trate-se conosco e tenha uma experiência verdadeira do que é ter uma vida nova e sem precisar de alcool e drogas para se sentir bem com você mesmo e com tudo que está ao seu redor.
pode confiar!
CLÍNICA PARA DEPENDÊNCIA QUÍMICA
Clínica para dependência química, a Capital Remoções é especialista no meio e esta evoluindo a cada dia para melhor atende-los 24 horas e todos os dias da semana você pode contar conosco em todas as ocasiões de tratamento para a dependência química.
CLÍNICA REABILITAÇÃO ALCOÓLATRAS SP
Tratamos do alcoolismo com seriedade e respeito, sempre com o compromisso de ajudar na reabilitação do alcoolista e do alcoólatra.
Alcoolismo é uma doença séria e muito difícil de ser tratada, porém nós da Capital Remoções possuímos unidades excelentes que você pode confiar.
profissionais que atuam há mais de 12 anos no meio do tratamento para dependentes químicos em SP.
Angelina Jolie, Drew, Robert Downey Jr. e mais alguns famosos aí
DREW BARRYMORE, ROBERT DOWNEY JR. E ANGELINA JOLIE (FOTO: GETTY IMAGES)
A batalha contra os vícios das drogas edo álcool é enfrentada publicamente por várias celebridades no mundo todo. Enquanto algumas tem finais trágicos, outras fazem acreditar no poder de superação do ser humano, por mais difícil que o caminho pareça. É esse segundo tipo de histórias que separamos nesta lista. Confira:
Angelina Jolie – A atriz começou a experimentar as drogas e o álcool bem cedo e aos 20 anos de idade afirmou ao The Mirror que já havia tentado “quase todas as drogas possíveis, cocaína, ecstasy, LSD e, minha favorita, heroína”. Ela diz que seu primeiro marido, o ator britânico Jonny Lee Miller, foi quem a ajudou a largar do vício das drogas e do álcool.
BEN AFFLECK (FOTO: GETTY IMAGES)
Ben Affleck – Em 2001, o ator se internou em uma clínica de reabilitação por ter problemas com bebidas . Um assessor disse à época: “Ben é um homem com consciência e inteligência e decidiu que quer viver ao máximo o que o espera sem o álcool”. Hoje em dia, ele é um dos atores mais disputados de Hollywood e teve seu trabalho como diretor também reconhecido no filme ‘Argo’ (2012).
DAVID BOWIE (FOTO: GETTY IMAGES)
David Bowie – Nos anos 70, David era viciado em droga (cocaína). Ele revelou que o uso da droga tirava sua sanidade mental e que teve várias overdoses em 1976. Só no fim dos anos 70, depois de muito esforço, ele conseguiu se livrar do vício das drogas.
DREW BARRYMORE (FOTO: GETTY IMAGES)
Drew Barrymore – A atriz já admitiu que começou a fumar e ingerir bebidas alcoólicas aos 9 anos de idade, fumou uma maconha pela primeira vez aos 10 anos e usava cocaína aos 12. Aos 14 anos ela cortou os 2 pulsos em tentativa de suicídio. Porém, depois de ir para algumas clínicas de reabilitação algumas vezes e conseguir se emancipar de sua família, ela conseguiu manter a sua sobriedade.
ELTON JOHN (FOTO: GETTY IMAGES)
Elton John – Ao longo de sua carreira de músico o Jhon lutou contra o vício em bebida e cocaína. Em, 1975, ele sobreviveu a uma overdose e só em 1990 que ele conseguiu ficar sóbrio (limpo).
ERIC CLAPTON (FOTO: GETTY IMAGES)
Eric Clapton – Os problemas do guitarrista astro com heroína foram amplamente documentados. O guitarrista chegou a desmaiar durante um show lá em Bangladesh em 1971, teve que ser reanimado e continuou a apresentação. Com a ajuda do ex-viciado em drogas Pete Townsend, ele conseguiu parar de usar a heroína anos depois e parou com as bebidas em 1980. Em 1998, ele fundou o ‘Crossroads Centre on Antigua’ clínica que ajuda na recuperação de quem é viciado em substâncias ilícitas.
FERGIE (FOTO: GETTY IMAGES)
Fergie – Em 1990, Ferguie quando ainda fazia parte da banda Wild Orchid, ela era viciada em metanfetamina. “Foi o namorado mais difícil com quem eu tive que terminar”, revelou à revista Time em 2006. A cantora já havia comentado em várias ocasiões que havia utilizado a hipnoterapia para ajudar a se curar do vicio da droga.
JAMIE LEE CURTIS (FOTO: GETTY IMAGES)
Jamie Lee Curtis – Acredite se quiaer, a atriz era alcoólatra e já foi viciada em analgésicos. Desde 1999, ela se mantém limpa e afirma que essa é a maior de todas as conquistas de sua vida.
OZZY OSBOURNE (FOTO: GETTY IMAGES)
Ozzy Osbourne – o vício do roqueiro em álcool e drogas era tão pesado que o mito do Ozzy chegou a ser até expulso do grupo musical Black Sabbath em 1979. O comportamento destrutivo de Ozzy Osbourne continuou por toda a década de 80, até que ele conseguiu parar de usar alvool e drogas com a ajuda de sua esposa, Sharon.
ROBERT DOWNEY JR. (FOTO: GETTY IMAGES)
Robert Downey Jr. – Teve um tempo em que muitos acreditavam que não faltava muito para esse ator ser uma vítima de overdose e morrer no uso. Downey Jr. foi preso por porte de cocaína, heroína e maconha. O ator se internou várias e várias vezes em clínicas de reabilitação. Um drama que foi acompanhado de perto pelo público do mundo todo. Hoje em dia, Robert é um dos atores mais bem pagos de Hollywood e está sóbrio e sereno desde 2001.
RUSSELL BRAND (FOTO: GETTY IMAGES)
Russell Brand – Esse comediante Britânico já foi viciado em heroína e bebidas alcoólicas. Hoje em dia ele tem uma vida estável e não usa mais drogas nem bebidas alcoólicas há 16 anos. Em texto escrito ao The Guardian em 2013, ele ressaltou que a sua luta continua diariamente e disse assim: “O preço da sobriedade é a vigilância constante porque a doença do vício não é racional”.
LADY GAGA (FOTO: GETTY IMAGES)
A Lady Gaga – Em 2013, Lady Gaga admitiu ao The Huffington Post que foi viciada em várias drogas ilícitas por alguns períodos de sua vida, inclusive a erva (maconha), que ela afirma ter fumado já de 15 a 20 baseados de maconha por dia. Ela decidiu parar ao perceber que isso estava comprometendo a sua saúde e procurou ajuda e auxílio médico.
SAMUEL L. JACKSON (FOTO: GETTY IMAGES)
Samuel L. Jackson – Acredite se quiser, no começo da sua carreira, L.Jackson o ator era viciado em bebidas alcoólicas e pó (cocaína). Depois de ver as mudanças e a destruição que as drogas estavam causando em sua vida, a família do ator o internou em uma clínica reabilitação de alto padrão. Seu primeiro trabalho depois do tratamento foi no filme ‘Jungle Fever’ em 1991, no qual o ator interpretou um viciado em crack (pedra) cachimbador mesmo! Mais tarde, L.Jackson se referiu ao papel como catártico.
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Clínica de Reabilitação de Alto Padrao é com a Capital Remoções.
STEVEN TYLER (FOTO: GETTY IMAGES)
Steven Tyler – A Aerosmith foi uma das bandas que mais levou o estilo “rock’n roll” a sério no mundo todo, e seu vocalista não foi exceção. S. Tyler já declarou ter usado drogas, principalmente cocaína e heroína, com todos os outros membros do grupo do rock. Em 1986, ele se internou em uma clínica de reabilitação de drogas. Um tempo depois ele recaiu no seu vício, mas desde que terminou um tratamento para evitar o uso compulsivo de analgésicos em 2009, está sóbrio e sereno sph.
TOM HARDY (FOTO: GETTY IMAGES)
Tom Hardy – O ator afirmou para o Yahoo da Austrália que “tenho sorte de estar vivo” e houve uma época em que venderia até a própria mãe por um crack. Depois de uma dura batalha com o vício ele tem conseguido ficar limpo de substâncias desde 2003. “Eu era uma vergonhosa estatística suburbana. Me disseram: ‘Se você for por esse caminho aí, Tom, não vai voltar. É isso aí. Tudo que você precisa saber.’Essa mensagem ficou comigo para o resto dos meus dias”, ele disse.
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A Capital Remoções conta com mais de 25 Clínicas de Reabilitação em SP
Conte com a Capital Remoções para encaminhar os pacientes para uma clínica de reabilitação em SP de qualidade e oferecer um dos melhores serviços de Remoção do Brasil!
São Paulo tem boas opções para tratar o vício em drogas. (Foto: Divulgação)
Tratamento crack
Crack
Tratamos da dependência do Crack em SP.
O crack é uma mistura da pasta-base de cocaína refinada com bicarbonato de sódio e água. Muitas vezes a mistura é falsa com o acréscimo de cimento, cal, querosene e acetona, para aumentar o seu volume. Quando aquecida, a mistura separa as substâncias líquidas das sólidas. As substâncias líquidas são então descartadas e as sólidas são convertidas na “pedra de crack” que, com a utilização de um cachimbo, é então fumada e absorvida pelo corpo em quase 100% do total ingerido. A via inalatória confere à droga um tempo de ação e um poder viciante extremamente rápidos, o que tem tornado o crack um verdadeiro flagelo.
O consumo do crack é maior que o da cocaína, pois é mais barato e seus efeitos duram menos. Por ser estimulante, ocasiona dependência física e, posteriormente, a morte por sua terrível ação sobre o sistema nervoso central e cardíaco.Devido à sua ação sobre o sistema nervoso central, o crack gera aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, dilatação das pupilas, suor intenso, tremores, excitação.
Os efeitos psicológicos são euforia, sensação de poder e aumento da auto-estima. A dependência se constitui em pouco tempo no organismo. Se inalado junto com o álcool, o crack aumenta o ritmo cardíaco e a pressão arterial o que pode levar a resultados letais.
TRATAMENTO – O tratamento contra a doença é muito complexo e necessita, de uma assistência multiprofissional adequada, apoio da família, inclusive sob orientação médica, e muita força de vontade por parte da pessoa que faz uso da droga. Mas, apesar das dificuldades é possível se livrar da dependência.
Tratamento cocaína
Oferecemos tratamento de reabilitação da cocaína em SP.
Tratamento álcool
A Capital Remoções conta com ótimos profissionais para melhor atender as necessidades primária dos pacientes usuários de álcool, também atende usuários de maconha e cocaína.
Tratamento maconha
A Capital Remoções conta com profissionais que atendem todas as necessidades dos pacientes dependentes químicos que utilizam maconha e tem esquizofrenia.
A maconha é uma combinação de flores e folhas da planta conhecida como Cannabis sativa, e pode ser verde, marrom ou cinza. Antes dos anos sessenta, a maconha não era conhecida nos Estados Unidos, mas hoje em dia é a droga ilegal de maior consumo neste país. O termo Cannabis descreve a maconha e outras drogas derivadas da mesma planta. As formas mais potentes inclusive a sem semente, o haxixe e o óleo de haxixe.
Em todos suas formas, o Cannabis é uma droga que altera a função mental (psicoativa) porque contém THC (delta-9-tetrahidrocanabinol) que é um elemento químico ativo na planta da maconha. O THC é o elemento que mais afeta a função mental.
Poucos minutos após a inalação da fumaça da maconha, a frequência cardíaca do usuário acelera, os brônquios relaxam, e os vasos sanguíneos dos olhos se dilatam deixando-os vermelhos. A frequência cardíaca, que normalmente é de 70 a 80 batimentos por minuto, pode acelerar significativamente.
A percepção sensorial intensificada (por exemplo, cores mais vivas) riso, assimilação de tempo alterada e o aumento de apetite são outros efeitos observados. Depois de um tempo, a sensação de euforia desaparece e o usuário pode sentir sonolência ou depressão. Ocasionalmente, o uso da maconha pode causar ansiedade, medo, paranoia ou pânico. O seu consumo afeta a capacidade do usuário de obter novas memórias e, consequentemente, prejudica a aprendizagem, a prática de esportes e a condução de veículos.
Muitas pesquisas científicas têm sido realizadas sobre a maconha:
No Brasil:
Houve crescimento de seu uso entre estudantes de primeiro e segundo grau de escolas públicas e privadas. Este aumento ocorreu tanto no uso na vida, uso frequente (mais de 5 dias em que o uso ocorreu no período de um mês) e mesmo do uso pesado (mais de 20 ocasiões mensais de consumo).
8 % dos estudantes relatam que já fizeram uso de maconha.
maconha é a segunda droga mais utilizada entre estudantes (exceto álcool e tabaco).
U.S.:
Mais de 70 milhões de pessoas maiores de 12 anos, provaram a maconha pelo menos uma vez.
Aproximadamente 11 milhões usaram a maconha no decorrer do último mês.
Mais de 5milhões fumam maconha pelo menos uma vez por semana.
Entre os adolescentes de 11 a 17 anos, provaram a maconha pela primeira vez com 13,5 anos.
Pesquisadores descobriram que o uso da maconha alcança seu nível mais alto na última parte da adolescência e nos primeiros anos depois de cumprir 20 anos. O uso diminui depois desta idade.
Há que se lembrar, ainda, que o uso da maconha pela mulher gestante gera danos ao feto, fazendo com que esse indivíduo tenha prejuízos futuros relativos à memória visual, análise e integração de dados, sendo muito importante que a gestante busque o tratamento maconha para evitar mais riscos ao feto.
Os dependentes da maconha, de conduta depressiva, irritável, impulsiva, descontrolada e deficiente são indivíduos que, inicialmente, negam a doença e se deixam levar pela recompensa imediata da droga, ignorando as consequências negativas em longo prazo e se esquivando da busca do tratamento maconha.
Tratamento esquizofrenia
Experiência
Com mais de 6 anos de experiência, a Capital Remoções sabe o que é uma clínica de reabilitação em SP de qualidade, com um ótimo preço e uma estrutura juntamente com um corpo clínico de exelente qualidade.
Tratamento para dependentes químicos
A Capital Remoções conta com clínicas de reabilitação em SP e em todo o Brasil que oferecem um tratamento digno e humanizado que visa tratar o dependente químico da melhor maneira com base no amor, no respeito e na transparência.
Confira agora Algumas de nossas Clínicas de Reabilitação em SP
Clínica de Reabilitação Localizada em SP Parelheiros.
Inaugurada em outubro de 2017 essa é uma ótima opção de clínica de reabilitação para dependentes quimicos em SP de baixo custo.
Com mensalidas a partir de R$700 a Clínica Parelheiros está a disposição e pronta para ajudar o público da classe C.
Equipe
•Psicóloga uma vez por semana
•Psiquiatra a cada 15 dias
•Terapeutas
•Coordenador
A Clínica de Reabilitação parelheiros conta com uma equipe de profissionais qualificados.
Refeições
Cardápios elaborados por nutricionistas
No valor de R$700 a unidade conta com 4 Refeições inclusas no pacote
Clínica para drogados em SP
Clinica de reabilitação para drogados é com a Capital Remoções.
Confira agora mais algumas imagens dessa clínica bem bacana e bem simples, porém eficaz.
Gostou da Clínica de Reabilitação em SP Parelheiros?
Para saber mais basta ligar para a nossa centralque um de nossos atendentes irá atendê-lo a qualquer hora do dia.
Ligue agora mesmo: (11) 9 6648-4516 24h
Confira agora mais uma clínica de reabilitação em SP com ótimo custo benefício
Clínica de Reabilitação em SP – Mairiporã
Internação Involuntária para dependentes químicos em SP
Retire quem você ama das drogas
Esse é um serviço no qual a Clínica Capital Remoções é especialista.
Com 3 unidades na grande São Paulo a Clínica Esperança Para A Vida conta vom uma Clínica de alto padrão e preços que cabem no seu bolso!
Confira abaixo a sala de reuniões para tratamento de dependentes químicos e alcoólatras em SP
Estrutura de alto padrão
É isso mesmo, Clínica de Reabilitação em SP de alto padrão com preços que cabem no seu bolso!
Academia
Imagem de divulgação
Equipe
•Psicóloga de segunda a sexta
•Psiquiatra a cada 15 dias
•Enfermeira
•Clínico geral a cada 15 dias
•Dentista 1x por semana
•Nutricionista
•Terapeutas
•Coordenadores
A clínica conta com uma equipe multidisciplinar de altíssima qualidade