Mês: maio 2019

  • Clínica de reabilitação feminina em Goiás

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  • As melhores Clínicas de reabilitação em Goiás

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  • Clínica de Reabilitação Drogas em Goiás

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  • Clínica de reabilitação feminina em SP ITU FEMININA

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    Descrição

    Plano e proposta de tratamento:

    O tratamento que a clínica de reabilitação oferece tem três dimensões: física, psicológica e espiritual. Na dimensão física, buscamos desintoxicar o organismo, melhorar a saúde e adaptar o indivíduo ao convívio social. Na dimensão psicológica, buscamos promover o autoconhecimento, a compreensão das próprias emoções e necessidades, e o desenvolvimento de habilidades para lidar com os desafios da vida. Na dimensão espiritual, buscamos despertar a fé em um poder superior, a gratidão pelas pequenas coisas e a busca por um sentido de vida.

    EQUIPE TÉCNICA E DISCIPLINAR


    ENFERMAGEM 24HS

    COORDENADORAS DISCIPLINARES

    MONITORAMENTO 24HS POR CÂMERAS

    PSICÓLOGA

    COZINHEIRO

    PSIQUIATRA

    NUTRICIONISTA

    TERAPEUTAS

    HOSPEDAGEM

    SUÍTES DUPLAS, TV SKY, VENTILADOR, FRIGOBAR E CAMA BOX;

    SUÍTES INDIVIDUAIS, TV SKY, VENTILADOR, FRIGOBAR E CAMA BOX;

    SUÍTES COLETIVAS;

    SUÍTES TRIPLAS COM TV, SKY, VENTILADOR E CAMA BOX.



    COMO É O TRATAMENTO? CONFIRA O MÉTODO DE TRATAMENTO E AS ATIVIDADES DA CLÍNICA

    • AVALIAÇÕES MENSAIS
    • AVALIAÇÕES EM GRUPO TEÓRICA E COMPORTAMENTAL.
    • RELAXAMENTO / MEDITAÇÃO
    • AULAS DE ORIENTAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO ATRAVÉS DE VÍDEOS
    • PLANO DE PREVENÇÃO A RECAÍDA
    • TERAPIA COMPORTAMENTAL
    • TERAPIA RACIONAL EMOTIVA
    • COMPORTAMENTO DISFUNCIONAL
    • NARCÓTICOS ANÔNIMOS
    • DINÂMICAS DE GRUPO
    • PARTILHAS DE SENTIMENTO
    • ATENDIMENTO INDIVIDUAL COM PSICÓLOGA
    • COACH E TERAPEUTA ESPECIALISTA EM DEPENDÊNCIA QUÍMICA


    Valores:

    O amor, a disciplina, a responsabilidade, a espiritualidade, a família, a liberdade e o trabalho. Queremos ensinar aos dependentes e às suas famílias uma nova forma de viver com sobriedade e qualidade de vida.

    A dependência é uma doença grave e progressiva, mas também tem cura. A recuperação é um processo contínuo e gradual, que requer dedicação e comprometimento. Nós não prometemos milagres, mas mostramos um caminho possível e eficaz. Nós orientamos, conscientizamos e aplicamos o melhor método de tratamento (Day Top). Nosso objetivo é fazer com que cada dia seja melhor do que o anterior.

    Nosso trabalho é racional e não emocional. Cada caso é único e requer uma abordagem personalizada. Nós traçamos um plano de recuperação com metas e objetivos claros, e acompanhamos o paciente até ele alcançar sua autonomia e seu projeto de vida.

    Nós proporcionamos um ambiente harmonioso, uma hospedagem excepcional e uma alimentação de qualidade, tudo para que você se sinta bem e possa aproveitar melhor o plano de tratamento.

    A psicoterapia individual ajuda você a lidar com suas dificuldades e a encontrar soluções para o seu equilíbrio emocional, favorecendo a liberação de conflitos que causam tensão. Ela estimula a reflexão, buscando formas de enfrentar situações de risco, que são comuns na vida de quem depende do álcool ou de outras substâncias que alteram o humor.

    Galeria de fotos:

    Clínica de recuperação feminina em SP

  • Clínica de reabilitação em São José do Rio Preto – Masculina – Feminina – Idosos – Psiquiátrica (Alas totalmente separadas)

    Clínica de reabilitação em São José do Rio Preto – Masculina – Feminina – Idosos – Psiquiátrica (Alas totalmente separadas)

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  • Clínica de reabilitação feminina em Taubaté SP – Não é permitido o uso de cigarro na clínica

    Clínica de reabilitação feminina em Taubaté SP – Não é permitido o uso de cigarro na clínica

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    Nós trabalhamos com o método de 12 Passos.

    Temos 2 terapeutas todos os dias da semana na clínica, 2 psicólogos duas vezes por semana,

    psiquiatra atendendo na unidade de 15 em 15 dias, intercalando nos outros 15 dias com a médica clínica geral,

    enfermeira chefe e equipe de enfermagem na unidade, professor de educação física, massagista, nutricionista e monitores 24h.

    Tempo mínimo de internação: 6 meses

    São 5 refeições diárias com legumes, verduras, carne e frutas todos os dias.

    Temos P.P.R, T.C.C, laborterapia, grafoterapia, TRE, vídeo terapia, reuniões em grupos e individuais também, entre outros trabalhos realizados

    Não é permitido cigarro na unidade!

  • Clínica de reabilitação feminina em Embu das Artes SP – Convênio médico / plano de saúde

    Clínica de reabilitação feminina em Embu das Artes SP – Convênio médico / plano de saúde

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  • Clínica de reabilitação em SP – 7x R$3.250 Feminina – Caçapava SP

    Clínica de reabilitação em SP – 7x R$3.250 Feminina – Caçapava SP

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    Considerar 7 parcelas nos valores abaixo para o tratamento de 6 meses:

    Dormitório 6 leitos – R$ 2.000,00
    Dormitório 4 leitos – R$ 3.000,00
    Dormitório 2 leitos – R$ 4.000,00
    Dormitório Individual – R$ 7.000,00

    Para maiores informações de como funciona o tratamento, entre em contato agora mesmo através do nosso WhatsApp 24 horas!

  • Programa de prevenção a recaída – Método utilizado nas clínicas de reabilitação

    Programa de prevenção a recaída – Método utilizado nas clínicas de reabilitação

    O programa de prevenção a recaída é utilizado em todas as nossas clínicas de reabilitação.

    A prevenção a recaída na recuperação das drogas requer alguns cuidados em relação a diversos fatores significantes que podem ser desencadeados e,

    por via de regra, têm uma origem que é psicológica e social também: são os chamados gatilhos emocionais.

    O trabalho de recuperação / reabilitação do paciente portador da ”doença” da adicção depende da abstinência física,

    de modo que cabe ao próprio paciente e às pessoas mais próximas dele evitarem determinados tipos e situações de alto risco.

    Neste artigo estaremos tratando de resumir como funciona o trabalho de prevenção a recaída realizado em nossas clínicas de reabilitação,

    quais são as situações e quais são os sentimentos que podem levar a esse quadro por muitas vezes terrível e como a família do paciente pode dar o

    apoio necessário ao paciente em processo de recuperação / reabilitação após o tratamento em uma clínica de recuperação ou clínica de reabilitação.

    1. Programa de prevenção a recaída parte 1

    O processo de prevenção a recaída nas drogas e no álcool

    Existe uma série de mudanças de comportamentos envolvidas na prevenção da recaída da adicção ativa, principalmente no que diz respeito a mudanças dos hábitos destrutivos,

    ambientes frequentados, as amizades antigas que não fazem bem para a pessoa, entre outras mudanças em relação a comportamentos e crenças pré estabelecidas…

    É extremamente necessário evitar as pessoas e situações que levem ao uso das substâncias psicoativas e cabe a cada paciente,

    com ajuda especializada necessária, descobrir quais são os ambientes onde se sente seguro em relação ao possível risco de recaída.

    Muitos pacientes de dependentes químicos e alcoólatras, precisam reformular todo seu círculo de amizades antigas,

    bares , baladas e lugares que costumava frequentar, amigos que seguem usando drogas ou álcool,

    diversas situações emocionais que despertam o desejo do uso abusivo de álcool ou drogas.

    Por meio das terapias adequadas, acompanhamento profissional especializado e a busca pelo autoconhecimento e do autocontrole,

    o paciente vai criando aos poucos uma nova rotina onde o consumo de álcool ou drogas não está incluso de forma alguma,

    estabelecendo sempre novos laços sociais saudáveis e descobrindo o interesse em novas atividades que não envolvem o uso de

    álcool ou drogas e sim uma vida com qualidade e mais saudável.

    2. Os chamados ”gatilhos emocionais”

    A recaída do dependente químico ou do alcoólatra começa muito antes do ato de consumir a droga ou o álcool novamente,

    começa geralmente com uma situação que gera algum tipo de necessidade de anestesiar as emoções como o Stress,

    dificuldade de lidar com sentimentos, dificuldade de dormir entre outros fatores ..

    Ou seja, por muitas das vezes é o sofrimento emocional que leva o dependente químico ou o alcoolista a refugiar-se novamente no uso

    de drogas ou álcool, desconectando-o do compromisso que assumira consigo mesmo ao aceitar seguir na recuperação / reabilitação.

    Existem dezenas de situações que podem aumentar muito as chances de recaída do paciente, aqui estão algumas delas:

    A depressão e algumas outras doenças emocionais;

    Problemas que ele não sabe como lidar em casa;

    A pressão no trabalho ou pressão social;

    Ambientes onde ocorre com frequência o consumo de álcool ou drogas;

    Pessoas sob efeito de drogas muito próximas;

    Colegas ou outros conhecidos que oferecem as drogas ou o álcool;

    Estados de euforia muito alta;

    Doenças que são consideradas mais graves;

    Fim de relacionamentos é um dos fatores mais comuns quando o dependente está limpo

    a pouco tempo e acaba encerrando um relacionamento.

    3. Papel da família no programa de prevenção à recaída nas drogas e no álcool

    O papel da família do dependente químicos ou do alcoólatra é essencial na prevenção à recaída no uso de drogas e álcool,

    por que pacientes com apoio familiar apresentam uma melhora bem mais rápida no tratamento,

    tanto no tratamento da dependência química quanto no tratamento do alcoolismo e no prognóstico.

    Ou seja, o adicto em recuperação tem menos chance de voltar a consumir drogas e álcool se puder contar com a compreensão e a ajuda necessária de

    seus familiares, amigos e demais pessoas mais próximas dele.

    A prevenção a recaída do consumo de substâncias psicoativas, portanto, depende de cada caso, dos gatilhos emocionais de cada paciente e,

    sobretudo, do suporte emocional disponibilizado que ele recebe de seus entes queridos e amigos.

    Somente quando o adicto (dependente químicos ou alcoolista) acredita ter motivos para melhorar e manter-se sóbrio é que este encontra as forças

    necessárias para lutar diariamente contra a força avassaladora da doença da adicção.

    Essa é uma doença bem grave e sem o tratamento adequado necessário dificilmente o

    paciente portador desta ”doença” vai conseguir se ajudar sozinho.

    Se você está buscando por maiores informações sobre a prevenção a recaída nas drogas,

    entre em contato conosco 24 horas e teremos satisfação total em poder te ajudar no que for preciso em relação a recuperação em clínicas de reabilitação.

    Aqui temos o plano de prevenção a recaída completo:

  • Tudo Sobre Clínica de Reabilitação Drogas & muito mais Sobre Clínica de Recuperação de Drogas e álcool

    Tudo Sobre Clínica de Reabilitação Drogas & muito mais Sobre Clínica de Recuperação de Drogas e álcool

    Saiba agora como funciona uma clínica de reabilitação SP para dependentes quimicos e alcoólatras.

    Segundo uma pesquisa realizada em São Paulo, mais de 28 milhões de pessoas têm algum parente dependente químico ou alcoólatra.

    Levantamento feito pela Unifesp mapeou os usuários de drogas e álcool em diversas clinicas de reabilitação.

    8 milhões de brasileiros são dependentes da maconha, bebida alcoólica ou cocaína.

    Recuperação em clinica de reabilitação em SP

    Esta análise foi feita entre os meses de junho do ano de 2012 e julho de 2013 com 3.142 famílias de dependentes químicos e alcoólatras em tratamento.

    Foi feito um certo questionamento

    com 115 perguntas para famílias dos fependentes em recuperação que participaram desse levantamento.

    Este estudo foi realizado em comunidades terapêuticas, clínicas de reabilitação em SP, clínicas de recuperação em sp,

    grupos de mútua ajuda, como por exemplo o: Al-Alanon e a Pastoral da Sobriedade.

    O Perfil dos usuários que estão em tratamento nas clinicas de reabilitação SP:

    A maioria dos pacientes em recuperação

    (73%) era poliusuária, ou seja, consumia mais de um tipo de droga.

    Em 68% dos casos estudados, quem passava por reabilitação em clínicas eram consumidores de maconha, combinada com algumas outras substâncias.

    O tempo médio de uso das substâncias citadas acima foram de 13 anos, mas a família fo dependente químico só percebe apenas após em média 8,8 anos de uso.

    A partir desta descoberta da família do usuário, o tempo médio para a busca de ajuda especializada em Grupos como a Capital Remoções

    pós o conhecimento do consumo de drogas ou álcool foi de em média três anos,

    sendo dois anos para usuários de cocaína (pó) e/ou crack (pedra) e 7,3 anos entre os dependentes de álcool (bebidas alcoólicas).

    Os familiares dos pacientes internados nas cminicas de recuperação

    relataram ter o conhecimento do consumo de drogas ou álcool pelo paciente por um tempo médio de 9 anos.

    Mais de 1/3 ou seja, (44%) relatou ter descoberto o uso de álcool ou drogas devido as mudanças no comportamento do paciente.

    Segundo as Clinicas de Reabilitação dizem recuperar entre 40% e 80% dos viciados em álcool ou drogas.

    Apesar da carência de recursos, tanto dos viciados em álcool ou drogas quanto de grande parte das instituições de recuperação,

    os representantes das comunidades terapêuticas e clinicas de reabilitação SP

    afirmam ter índices de recuperação entre 40% e 80%.

    Aproximadamente 28 milhões de pessoas aqui no Brasil têm algum familiar que é dependente químico ou alcoólatra,

    de acordo com um Levantamento Nacional de Famílias dos Dependentes Químicos e alcoólatras (Lenad Família),

    feito pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e divulgado em uma terça-feira dia (3) em SP.

    É a maior pesquisa mundial sobre dependencia quimica e tratamentos,

    de acordo com o doutor Ronaldo Laranjeira, um dos coordenadores deste estudo realizado EM São Paulo.

    Se você procura por uma boa clínica de reabilitação você está no lugar certo, acesse o link abaixo e tenha acesso as melhores clinicas de reabilitação de São Paulo e ao redor do nosso Brasil:

    Cronograma básico de uma clinica de reabilitação em SP:

    Cronograma de atividades das Clínicas de Reabilitação

    Planos de saúde cobrem tratamentos de dependência química em clínicas de recuperação?


    Hoje em dia uma das principais preocupações de quem está procurando uma boa clínica de recuperação para si mesmo ou para o seu familiar

    o valor que será pago pelo tratamento em uma clínica de reabilitação, afinal, clínicas de qualidade possuem valores mais elevados.

    Por isso é bem importante saber se o plano de saúde que o paciente tem cobrirá o tratamento de dependência química integral na clínica de reabilitação,

    como facilitara muito a vida de quem está passando por essa situação bem complexa. Saiba mais sobre o assunto agora abaixo:

    O plano de saúde (convênio médico cobre tratamento de dependência química ou alcoolismo através de internação em clínicas de reabilitação?


    Sim cobre 100%, o plano de saúde (convênio médico) pode cobrir os custos para este tipo de tratamento em clínicas de recuperação, clínicas de reabilitação e comunidades terapêuticas sim.        

    Entretanto, para se ter esse direito, é necessário cumprir estas três exigências básicas:aprenda quais são agora:

    • Ter uma solicitação feita por um médico para a internação que contenha o CID
    • (Classificação Internacional de Doenças) da doença que neste caso é a dependência química ou alcoolismo).
    • A doença precisa ser coberta pelo contrato do plano de saúde (convênio médico), mesmo que vá além das mencionadas na lista da
    • OMS (Organização Mundial da Saúde) de Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde.
    • Portar o tipo correto de cobertura do convênio médico (plano de saúde), que pode ser Hospitalar, Odontológica, Ambulatorial ou Obstétrica também.
    • O ideal para a internação em clínica de recuperação que seja do tipo Hospitalar.

    Caso você possua todos os requisitos acima, a cobertura do tratamento em clínica de reabilitação pelo plano de saúde é obrigatória.

    Mas fique tranquilo, diversas clínicas de recuperação, clínicas de reabilitação e comunidades terapêuticas fazem todo este processo com os próprios advogados e você só precisa levar os documentos exigidos pelas clínicas…

    Entre em contato conosco agora mesmo e agende a sua visita em uma de nossas clínicas de reabilitação que aceitam planos de saúde / convênios médicos.

    Conheça esta nossa unidade prime que aceita plano de saúde em São Paulo:

    Vale lembrar que alguns planos de saúde, mesmo com todos os documentos em ordem, negam a cobertura alegando que a dependência química é uma doença preexistente, ou seja, uma doença que o contratante sabia possuir na hora de assinar o contrato do plano.

    No entanto, se o plano não exigiu exames que comprovem que você realmente estava com essa doença antes, eles não podem alegar que ela seja preexistente. Assim, você continua tendo direito à cobertura do tratamento.

    Existe limite do período de internação na clínica de recuperação?

    Não, pois limitar o tempo de internação do paciente é considerado algo abusivo. Cada um precisa de um tempo específico que depende da gravidade da dependência e do tratamento realizado pela clínica.

    Dessa forma, cabe ao médico responsável decidir o período de internação. E o plano de saúde é obrigado a cobrir os gastos até que o paciente receba a alta médica.

    Caso o seu plano de saúde não possua em sua rede credenciada uma clínica de recuperação para dependentes químicos, o Poder Judiciário pode determinar que ele cubra o tratamento integral em uma clínica particular.

    Se, por qualquer outro motivo, o plano de saúde se recusar a cobrir o tratamento, procure a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Caso eles não sejam eficientes na resolução do problema, acione a Justiça.

    Agora que você conhece os seus direitos com relação a isso, pode procurar sem problemas a clínica de recuperação que mais combine com suas necessidades. Para isso, acesse o Guia Especializado em Clínica de Recuperação e economize tempo na hora de buscar as melhores clínicas.

    DUVIDAS FREQUENTES SOBRE CLINICA DE REABILITAÇÃO EM SP


    Para sanar as dúvidas na hora de escolher uma clinica de reabilitação para dependentes químicos, fale com a gente!

    Acompanhe esse post até o final com as melhores opções de clinica de reabilitação em SP e ao redor do Brasil.


    Aqui você saberá onde internar um ente querido em uma clínica de reabilitação séria, com tratamento adequado, e que seja digno e com toda a infraestrutura que você ou seu familiar merecem.


    Muitas dúvidas surgem no decorrer desse processo, é imprescindível fazer uma boa pesquisa pra saber qual o melhor local,

    afinal nós estamos falando de um ambiente de restauração de vida.


    Nem sempre preço é sinônimo de qualidade, portanto solicite sempre o detalhamento de cada clinica de reabilitação, considere cronograma estrutural, infra e qualificação os profissionais.


    Com isso, será muito mais fácil encontrar um local adequado para o tratamento de álcool e drogas. Conte com a CAPITAL REMOÇÕES!


    MÉTODOS DE TRATAMENTO, COMO FUNCIONA?


    Existem milhares de técnicas e metodologias disponíveis no mercado. Numa internação em uma clinica de reabilitação em SP ou em qualquer lugar do Brasil,

    os métodos terapêuticos têm se disseminado bastante e alcançado resultados incríveis.


    A Organização Mundial da Saúde considera a dependência química como uma doença crônica,

    estudos comprovam que a abstinência é o único método infalível para que a doença seja estabilizada e o dependente químico possa ter uma vida normal.


    Pensando nisso, as clinicas de reabilitação desenvolveram uma metodologia onde contam com diversos métodos para que com isso alcancem os resultados esperados.


    Os tratamentos disponíveis variam de clinica para clinica, no entanto, pode-se esperar de todas elas a junção de pontos chaves para a reabilitação do dependente químico.


    O primeiro passo nas clinicas de reabilitação para dependentes químicos e alcóolatras é o processo de desintoxicação.
    Essa é uma fase complicada do tratamento para o paciente,

    pois nesse momento ele está saindo da vida ativa no uso e passando a ter uma vida sem o uso da substancia.


    Como estamos falando de substancias que causam dependência química, física e psíquica o paciente sente na pele o sofrimento dessa ruptura.


    Os sintomas da abstinência podem ser horríveis, funciona de forma diferente para cada paciente, mas no geral irritabilidade,

    depressão, tristeza e ansiedade são fatores comuns entre todos.


    As unidades da CAPITAL REMOÇÕES

    estão preparadas para essa fase, contam com profissionais da saúde capacitados, que entendem como ajudar nesse momento.


    Medicamentos são usados em casos extremos, claro que somente mediante a prescrição médica e autorização do paciente e da família.


    Via de regra os métodos terapêuticos são bastante eficazes nesse momento, contando também com a colaboração de psicólogos,

    terapeutas e todo o corpo clinico que presta atendimento nas clinicas de reabilitação diariamente.


    LABORTERAPIA – TERAPIA OCUPACIONAL – O TRABALHO COMO FATOR CONDICIONANTE NA REABILITAÇÃO DE DEPENDENTES QUÍMICOS


    Laborterapia é um método terapêutico muito utilizado nessa fase de desintoxicação do paciente,

    estudos indicam que utilizando a laborterapia os pacientes tendem a chegar ao resultado de desintoxicação com mais rapidez.


    Laborterapia é uma terapia utilizada para doenças psicoemocionais, baseado no trabalho manual, terapia ocupacional.


    O objetivo além de agilizar o processo de desintoxicação é fazer com que o paciente se gratifique através do trabalho.

    São inúmeros os benefícios pontuados através dessa terapia.


    O proposito dessa terapia está ligado a ideia de que o trabalho é um fator considerável para a saúde mental.


    Normalmente a laborterapia está vinculada a psicoterapia, o trabalho é um elemento construtivo fundamental da vida humana em sociedade.


    Psicólogos confirmam que a utilização do trabalho na reabilitação de dependentes químicos é fundamental para a reabilitação psicossocial,

    obviamente que desde que respeitando interesse, vocação e limitações do paciente.


    TERAPIAS NO TRATAMENTO DE ALCOOLISMO E DEPENDÊNCIA QUÍMICA


    Muitos são os métodos terapêuticos encontrados em clinicas de reabilitação para dependentes químicos e alcóolatras.


    Reuniões de grupo de ajuda são uma plataforma muito utilizada nas clinicas de reabilitação em SP e em todo o Brasil.


    Reuniões de sentimento, de partilha e de espiritualidade fazem parte do cronograma da maioria das clinicas de reabilitação para dependentes químicos e alcoólatras.


    Acompanhamento periódico de psiquiatras, sessões de terapia intensiva e individual,

    frequentemente são a base de sustentação de uma reabilitação sólida.


    As clinicas de reabilitação da plataforma da Capital Remoções contam com todas essas modalidades terapêuticas que auxiliam na transição do dependente

    químico e alcóolatra para sua nova opção de vida.


    COMO AS PARTILHAS EM REUNIÕES DE SENTIMENTO PODEM AJUDAR O DEPENDENTE QUÍMICO EM SUA REABILITAÇÃO


    Ponto importante no processo de reabilitação de dependentes químicos é o que chamamos de reuniões de partilha de sentimento.


    Diferente das reuniões de grupos de ajuda, como Narcóticos Anônimos (NA) e Alcóolicos Anônimos (AA) – que veremos mais adiante – essas reuniões de partilha não seguem uma estrutura rígida.


    Nas reuniões de partilha de sentimento (normalmente com periodicidade pré-estabelecida nas clinicas de reabilitação) tem o intuito de promover o bem estar do dependente químico e alcóolatra resgatando alguns valores.


    Nessas reuniões, o paciente poderá expor o que sente no momento e usar de sinceridade dizendo ao outro como ele se sente.


    Psicólogos afirmam que essa metodologia é muito importante para que o paciente gradativamente tenha ferramentas para

    identificar gatilhos sentimentais que em outros momentos os levaria ao uso de drogas.


    A partir dessa conscientização ele reestrutura algo essencial que em 80 por cento dos casos de dependência química é perdido:

    ELE CONSEGUE REESTABELECER LAÇOS DE CONFIANÇA.


    Através desse passo importante, proporcionado pelas partilhas em reuniões de sentimento o paciente tem capacidade, ao sair da clinica de reabilitação, de aumentar sua percepção.


    TERAPIA INDIVIDUAL – COACHING – SESSÕES COM PSICÓLOGOS


    É possível que alguns pacientes encontrem um pouco de resistência nesse momento, visto que, como já dissemos, a confiança é um laço perdido na maioria dos casos de dependentes químicos na vida ativa de uso de drogas.


    Porém dados comprovam que na maioria dos casos os pacientes aderem ao tratamento com o passar do tempo,

    e, se seguirem adiante os riscos de uma recaída são grandemente amenizados.


    Esses métodos agem na conscientização do dependente químico e alcóolatra acerca de sua impotência perante a essa doença,

    a humildade é o sentimento chave para essa conquista valiosa.


    Após essa conscientização, o dependente químico e alcóolatra começa a perceber

    perdas e danos que o uso da substância da qual ele é dependente provocou em sua vida.


    A partir de então, outros métodos lhe ajudarão a identificar seus gatilhos, e como evita-los.

    Esse é o momento em que o dependente químico ou alcóolatra adquiri

    conhecimento sobre os recursos que ele encontrará antes do disparo desses gatilhos.


    NARCÓTICOS ANÔNIMOS – ALCOÓLICOS ANÔNIMOS – O PROGRAMA E OS PASSOS


    Essas irmandades são grupos, sociedades sem fins lucrativos de homens e mulheres ao qual a droga e o álcool se tornaram problemas maiores.

    São essas pessoas adictos que se reúnem periodicamente para ajudar uns aos outros a se manterem limpos.


    A base do programa é uma série de atividades pessoais, que tem como base os 12 passos.

    Esses passos (adaptados em NA oriundos de AA) tem pontos chaves como a admissão do problema, a busca de ajuda e auto avaliação.


    Sobre a afiliação a Narcóticos Anónimos e Alcoólicos Anônimos é aberta a qualquer dependente de drogas e álcool,

    independente do tipo ou combinação de drogas usadas.


    Não existem nenhuma restriçãos social, religiosas, ecoômica, racial, étnica, de nacionalidade,

    gênero ou de status social.


    A afiliação a Narcóticos Anónimos ou Alcóolicos Anônimos é inteiramente voluntária.


    Não existe nenhum arquivo regulador sobre a frequência tampouco listas de membros,

    seja para uso interno de NA ou AA ou para qualquer outro uso.


    Os membros desses programas vivem em suas comunidades e frequentam as reuniões quando lhes é conveniente.


    É possível encontrar salas desses grupos em muitas cidades, o programa está difundido mundialmente.


    É muito comum encontrar simulados NA e AA em comunidades terapêuticas e clinicas de reabilitação.

    Isso é bacana porque quando o dependente químico ou alcoolatra sai da clinica de reabilitação ele pode dar continuidade ao programa nas salas.


    Não existe nenhuma taxas para afiliação a esses programas.

    A maioria dos membros contribuem regularmente com pequenas somas em cada reunião,

    que ajudam a cobrir as despesas dos grupos, mas as contribuições são plenamente voluntárias e so para membros

    A base do programa de recuperação de Narcóticos Anónimos e Alcóolicos Anônimos,

    como dissemos previamente, é uma série de atividades pessoais conhecida como Doze Passos.


    São estes “passos” da qual incluem dentre outras características: a admissão de que existe um problema maior,

    a busca por ajuda, a auto-avaliação, a partilha que é sempre em nível confidencial, a reparação de danos

    causados e o trabalho com outros adictos a drogas e álcool que queiram se recuperar.


    Algo importantíssimo no programa é que eles dão ênfase no que é chamado “despertar espiritual”,

    isso ressaltando o valor prático da espiritualidade, e não sua importância filosófica ou metafísica,

    com isso que facilitou a tradução do programa, mesmo considerando-se barreiras culturais.


    NA e AA em si, não é um programa religioso e sim eque prega a espiritualidade,

    a existência de um Poder Superior maior que nossas fraquezas, e encoraja cada membro a cultivar um entendimento pessoal,

    religioso ou não, deste “despertar espiritual.”

    Narcóticos Anónimos e Alcóolicos Anônimos acreditam que

    uma das chaves do seu sucesso seja o valor terapêutico de adictos- dependentes químicos e alcóolatras – trabalhando com outros adictos.


    Nessas reuniões, cada membro pode ou não partilhar experiências pessoais com os outros companheiros, buscando ajuda, não como profissionais,

    mas simplesmente como pessoas que tiveram problemas similares e encontraram uma solução comum.


    Narcóticos Anónimos e Alcóolicos Anônimos não tem terapeutas, ou profissionais da área da saúde disponíveis em suas reuniões,

    também não oferecem moradia nem clínicas de reabilitação.


    NA e AA não oferecem orientação vocacional tampouco legal ou financeira nem serviços médicos. A coisa mais próxima de um

    “conselheiro de NA ou AA” é o que chamam de padrinho ou madrinha, trata-se de um membro mais experiente que

    oferece uma ajuda informal a membros mais recentes.

    O principal serviço oferecido por Narcóticos Anônimos ou Alcóolicos Anônimos é a reunião em um grupo.


    Os grupos são autossuficientes, cada grupo se administra a si próprio, tendo como base princípios comuns a toda a organização.

    Estes princípios estão contidos em toda a literatura dos programas.
    Não existe uma estrutura de serviço hierárquica nesses programas.

    A maioria deles, dos grupos, não possuem instalações próprias permanentes, eles alugam um espaço para suas reuniões

    semanais em locais que normalmente são administrados por entidades públicas, filantrópicas e ou organizações civis ou religiosas.


    As reuniões desses grupos podem ser “abertas”, o que significa que qualquer pessoa pode participar, ou podem ser “fechadas”,

    quando somente as pessoas que estão lá para tratar de seu próprio problema com drogas poderão participar.


    As reuniões geralmente são conduzidas pelos próprios membros, e os outros membros participam partilhando ou apenas escutando.


    A partilha é conduzida através de suas próprias experiências na recuperação da adicção – dependência química

    – e não é obrigatória. É sugerido que as partilhas falem de si mesmo, e não de outros.

    A premissa básica é a do anonimato, com isso é permitido aos dependentes químicos frequentarem as reuniões sem nenhum

    receio de que sua partilha possa causar repercussões legais ou sociais.


    Esta é uma consideração importante para um dependente químico, quando se propõe a ir a uma reunião pela primeira vez,

    por exemplo: O anonimato é uma garantia também para ratificar uma atmosfera de igualdade nas reuniões.


    Através do anonimato é possível assegurar que nenhuma personalidade ou nenhuma

    circunstância individual ou coletiva venha a ser considerada mais importante do que

    a mensagem de recuperação partilhada nos grupos.

    Esses programas dentro ou fora de uma clinica de reabilitação utilizam um conceito de doença da dependência química

    que é muito simples, baseado na experiência.


    Esses programas não qualificam o uso do termo “doença” em qualquer outro senso médico ou terapêutico especializado.

    Além disso, eles não fazem qualquer tentativa de persuadir outros de que somente a sua visão é correta.


    O que esses programas costumam pregar é que seus membros descobram que a aceitação dessa dependência como doença

    é algo eficaz para ajudá-los na reabilitação.


    Apesar desses não serem termos de uso muito comum, esses programas, NA, para sermos mais específicos,

    utiliza os termos “adicto” e “adicção” principalmente porque são termos que melhor expressam sua visão de que a

    adicção a drogas é uma doença em que afeta a pessoa em todas as áreas de sua vida.


    Acreditam, que esclarecendo assim podem evitar qualquer confusão inicial,

    quanto à compreensão da natureza e do propósito por parte de adictos que buscam ajuda para seu problema com drogas.

    Os grupos de ajuda encorajam seus membros a se manterem abstinentes de qualquer droga, para NA,

    inclusive o álcool, ou mesmo outras substâncias das quais não eram as preferidas ou as de escolha daquela pessoa.
    Sobretudo,

    o único requisito pré-determinado para se tornar membro desses grupos éo que chamam de “um desejo de parar de usar”.
    De um modo geral, a experiência de

    membros desses programas tem mostrado que a completa e contínua abstinência,

    é a melhor base e única eficaz para a recuperação e o crescimento pessoal.


    Porém, esses programas de um modo geral, como associações, não tem qualquer posição quanto ao uso de cafeína,

    nicotina ou açúcar, por exemplo.
    Da mesma maneira, o uso de medicação prescrita para tratamento médico ou

    condições psiquiátricas não é nem encorajada, nem proibida, muitas vezes nem mencionado.
    Embora esses grupos reconheçam as numerosas questões quanto a essas áreas, eles entendem que são assuntos de cunho e decisão pessoal e encorajam seus membros a consultar sua própria experiência, a experiência de outros membros e profissionais de saúde qualificados, para tomar decisões sobre estes assuntos.
    Lembramos que embora muito eficaz uma coisa deve ser considerada, tanto os membros mais jovens como os mais velhos desses grupos reconhecem que o protagonismo da recuperação fica a critério do próprio dependente químico.
    Esses grupos são apenas organizações dentre muitas nesse cenário de tratamento de drogas e álcool. Os membros reconhecem os sucessos dentro dos programas de álcool e drogas.
    QUANTO TEMPO DURA UM TRATAMENTO EM UMA CLINICA DE REABILITAÇÃO SP
    O Tempo de tratamento é outra dúvida frequente sobre as clinicas de reabilitação em SP e em todo o Brasil.
    A durabilidade da internação tem variações, vai depender muito dos métodos utilizados pela clinica de reabilitação, das condições do paciente, do tempo de uso.
    Quem vai determinar do tempo da internação do paciente são os especialistas das equipes multidisciplinares das clinicas de reabilitação.
    De um modo geral a sugestão de tempo adequado é de aproximadamente 6 meses. Os especialistas consideram esse um tempo aceitável para que os métodos terapêuticos possam estar mais consolidados, colaborando assim para a reinserção segura do dependente químicos em reabilitação.
    Vale lembrar que as clinicas de reabilitação para dependentes químicos não possuem formulas mágicas, ressaltamos que o desejo de parar pode ser constituído pelo paciente no decorrer do processo, e, caso seja uma internação voluntária, esse desejo se torna o combustível para que a reabilitação seja um sucesso.

  • 10 Clínicas de reabilitação em SP que vão te surpreender! (baixo custo, médio e alto padrão)

    10 Clínicas de reabilitação em SP que vão te surpreender! (baixo custo, médio e alto padrão)

    Atenção, esse post vai ajudar você que está procurando clinicas de reabilitação em SP e em todo o Brasil.

    Normalmente a internação em uma clinica de reabilitação é vista sempre como um momento de dor e reconstrução.

    Dor pela ruptura de hábitos, o novo, o desconhecido, normalmente causa certa angustia.

    Reconstrução porque sem dúvidas é uma vida nova que se inicia a partir do momento da escolha da clinica de reabilitação.

    De fato, o protagonista do tratamento seja em uma internação em uma clinica de reabilitação, seja em um tratamento terapêutico é sempre o dependente químico.

    No entanto, o ambiente, a infraestrutura, o tratamento adequado, contam muito no resultado de uma reabilitação de dependentes químicos.

    Vamos lá, sem mais delongas chegou a hora!!!

    (escolha uma das opções abaixo)

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    Ou então se você procura por clínica de recuperação que aceite plano de saúde / convênio médico clique no link abaixo: 

    12 opções de Clínicas de recuperação que aceitam convênio médico / plano de saúde

     

     

    Deve-se levar em consideração

    a seriedade desse processo, o quão valioso será esse momento para a nova vida do dependente químico e alcoólatra.

    É a partir desse momento que ele encontra ferramentas das quais ele poderá usar o resto de sua vida,

    ferramentas essas que o auxiliarão daqui em diante para se manter em abstinência e conhecer uma nova forma de viver.

    Nossa equipe trabalhou pesado para encontrar as melhores clinicas de reabilitação em SP. Selecionamos as mais completas clinicas de reabilitação,

    com infraestrutura espetacular, profissionais capacitados, variedade de modalidades terapêuticas.

    Acreditamos que para maior eficácia do tratamento, o dependente químico deve ter a melhor experiência nesse período de reconstrução. Para isso estamos aqui.

    A Capital Remoções existe para ajuda-lo (a) a escolher a clinica de reabilitação que mais atende as suas especificidades.

    Contamos com clinicas de recuperação de diversos modelos, em todos eles garantimos que a o que está sendo proposto seja entregue.

    Entendemos que esse é um processo de suma importância na vida do dependente químico / alcoólatra,

    buscar sua recuperação é construir uma nova história, e a internação em uma clinica de reabilitação possibilita uma nova ótica para reescrever sua vida.

    Tudo que o dependente químico precisa

    quando escolhe se reabilitar além de amor, dedicação e cuidados profissionais, é de um ambiente agradável

    que fique o mais próximo possível da qualidade de vida que ele tinha antes de ser acometido pela doença da adicção.

    Nossa sugestão inclusive para as famílias, em casos de internação involuntária, é para que escolha uma clinica onde o dependente químico ou alcoolatra não sofra, ou seja, não exclua do seu dia a dia elementos que o fazem bem.
    Atendemos pacientes dos mais variados nichos sociais, gostos, especificidades. Cada pessoa possui sua individualidade e é por isso que nosso trabalho é tão importante.

    Para isso, desenvolvemos uma plataforma que mapeia as clinicas de reabilitação em SP e em todo o Brasil, especificando o que cada uma traz como diferencial.

    Aqui você encontra as clinicas de reabilitação de baixo custo, alto e médio padrão. Vale lembrar que preço nem sempre é sinônimo de qualidade.

    Temos clinicas de baixo custo cujo o atendimento e infraestrutura são excelentes.

    Como já dissemos anteriormente, o que difere uma clinica de reabilitação de baixo custo de uma clinica de reabilitação de alto padrão são as

    especificidades de cada paciente.

    Nesse post você conhecerá as 10 clinicas de reabilitação em SP mais completas

    Para maiores informações você pode explorar nosso site ou entrar em contato com a nossa central de atendimento que funciona 24 horas por dia.

    Para você que está procurando por clínicas de reabilitação em SP – São Paulo, este post irá te ajudar bastante a encontrar a melhor opção. Clínicas de reabilitação de baixo custo em SP, clínicas de recuperação de baixo custo em São Paulo você encontra aqui!

    1- Clínica de reabilitação de baixo custo em SP (Unidade Cajamar)

    *Clínica de recuperação para dependentes químicos

    *Clínica de reabilitação para alcoólatras

    *clínica para alcoólatras

    *clínica de drogados

    *Tratamento álcool e drogas

    *Clínica de reabilitação de baixo custo

    *Clínica de recuperação de baixo custo

    Preço: a partir de R$600 por mês

    Método de tratamento: 12 passos de N.A. e A.A.

    Tempo de tratamento: 6 meses

    Fotos da clínica de recuperação / reabilitação para dependentes químicos e alcoólatras em SP:


    2- Clínica de reabilitação em São Paulo (Unidade Campo Limpo)

    Valores: A partir de R$750 por mês

    Método de tratamento: 12 passos

    Clínica de reabilitação masculina em São Paulo (tratamento álcool e drogas em SP)

    *clínica para alcoólatras

    *clínica para dependentes químicos

    *casa de recuperação masculina para tratamento das drogas

    *clínica para drogados

    *clínica de recuperação de drogados

    Fotos da clínica de reabilitação em SP para dependentes químicos:

    clínica de recuperação em São Paulo
    Clínica de reabilitação para dependentes químicos e alcoólatras (Unidade Campo Limpo Paulista SP

    Clínica de reabilitação SP
    Fotos da clínica de reabilitação em SP / clínica de reabilitação em São Paulo

    As melhores clínicas de reabilitação de baixo custo de São Paulo

    Clínica de reabilitação para dependentes químicos em São Paulo

    Clínica em São Paulo para tratamento da dependência química e do alcoolismo
    Clínica de recuperação de baixo cuusto

    Confira as 14 melhores clínicas de reabilitação em São Paulo clicando na imagem abaixo:

    Quanto custa um tratamento para dependentes químicos em uma clínica de reabilitação?

    Clique na imagem abaixo e fique por dentro dos preços de clínicas de reabilitação e quanto custa internar um dependente químico ou um alcoólatra em uma clínica de reabilitação:

    Se você está procurando por clínicas de reabilitação que aceitam planos de saúde, pode conferir agora aqui em baixo algumas opções também:

  • 5 Dicas da Capital Remoções para você  que acaba de sair de uma Clinica de Reabilitação

    5 Dicas da Capital Remoções para você que acaba de sair de uma Clinica de Reabilitação

    Olá, sejam muito bem vindos a capital Remoções Clínicas de Reabilitação SP, MG RJ,GO, entre outros estados e cidades do nosso Brasil!

    Hoje vou dar 5 dicas falando sobre o que você pode fazer se você acabou de sair de uma clinica de reabilitação para dependentes químicos ou alcoólatras e está meio perdido.

    Se você acabou de concluir o seu tratamento em uma clinica de reabilitação e não sabe o que fazer, está se pergunta do, e agora o que eu faço para me recuperar da dependência química na rua?

    Bom, não existe uma receita exata para todos os indivíduos então aqui vao 3 dicas sobre coisas que você que acaba de sair de uma clinica de reabilitação pode fazer:

    • Procure a sua religião de escolha
    • Procure um emprego
    • Procure um grupo de auto ajuda como por exemplo: Narcóticos ou alcoólicos anônimos (Lembrando que você nao deve levar em conta a sua primeira reunião, continue voltando)
    • Tenha disciplina
    • Psicólogos e psiquiatras ajudam também…

    Confira aqui também:

    Semana do MEI oferece esta semana capacitações que são gratuitas; saiba como participar

    Inscrições que são gratuitas de 20 a 24 de maio, acesse: https://semanadomei.com.br ou 0800 570 0800.

    Onde fica?

    Locais: no UCI Shopping da Bahia, na Estação Nova Lapa, no Shopping Cajazeiras, Espaço Colabore (Parque da Cidade), Casa do Comércio, e também no SAC Empresarial e agências do Sebrae.

    Lembrando que asVagas são limitadas, e para participar do programa é necessário fazer a inscrição através do site oficial deste evento

    Dicas para evitar uma possível recaída apos um tratamento em uma clinica de recuperação.

  • 3 Celebridades que se envolveram com drogas e foram internados em clínicas de reabilitação para dependentes químicos

    3 Celebridades que se envolveram com drogas e foram internados em clínicas de reabilitação para dependentes químicos

    Nesta matéria, vamos apresentar para vocês 3 celebridades que foram internadas em clínicas de reabilitação

    Samuel L. Jackson já foi internado em uma clínica de reabilitação SP

    Sim, o nosso Nick Fury da tela dos cinemas também precisou fazer uma visitinha à uma clínica de reabilitação.

    Porém, bem diferente do nosso amiguinho Harry Potter, o ator Samuel L. Jackson foi por um outro motivo: o uso da cocaína (pó).

    A cocaína (droga) foi apresentada para o ator durante os longos anos em que trabalhou na Broadway.

    Depois um tempo tempo, acabou se tornando um dos maiores vícios (dependência) que o ator tinha.

    Depois de um episódio seríssimo de um princípio de overdose em que o ator Samuel L. Jackson quase perdeu a própria vida diante da esposa dele,

    ele aceitou que precisava de um tratamento em uma clínica de reabilitação. Foi internado em uma clínica de reabilitação e hoje está liberto totalmente do vício da cocaína (pó).

    Para nossa sorte, isso daí aconteceu já há muito tempo, já fazem 20 anos que o artista está limpo e não depende mais da droga ou do álcool para viver.

    Daniel Radcliffe

    O ator Daniel Radcliffe também foi internado em uma clínica de recuperação SP.

    O artista muito famoso que interpretou o papel do Harry Potter nos cinemas em todo o mundo é o caso perfeito de que as celebridades que foram internadas em clínicas de reabilitação SP e que são gente como a gente.

    O ator Daniel Radcliffe começou a ingerir bebidas alcoólicas (álcool) bem cedo, algo que também acontece em famílias bem comuns.

    A prática de beber acabou se tornando uma espécie de hábito e vício, atrapalhando toda sua profissão e vida social também.

    O artista chegou a argumentar que usou o álcool (bebidas alcoólicas) para manter o foco na vida pessoa por causa da intensa rotina das gravações do cinema.

    A fama dele também não deve ter contribuído muito, já que ele muito rapidamente se tornou extremamente conhecido no meio artístico em todo o mundo.

    No final das contas, ele é uma das celebridades (estrelas) que foram internadas em clínicas de reabilitação para dependentes químicos e alcoólatras para poder voltar a ter uma vida comum

    .

    Dennis Quaid

    O ator Dennis Quaid é um verdadeiro veterano de Hollywood que participou de uma série de filmes bem famosos.

    Porém, a fama do nosso galã não impediu que ele desenvolvesse alguns vícios.

    Em 1970, o ator (celebridade) estava muito envolvido com o consumo de cocaína (PÓ), o que só piorou após alguns anos.

    o artista tentou parar por diversas vezes, mas sozinho ele não conseguia nunca controlar o vício.

    Procurando por clínicas de reabilitação, entre em contato conosco!?



  • Clínica de reabilitação masculina que aceita plano de saúde em SP

    Clínica de reabilitação masculina que aceita plano de saúde em SP

    Clínica de recuperação em SP localizada em São Bernardo do Campo SP, Clínica de recuperação para dependentes químicos que aceita Plano de Saúde.

  • Clinica de reabilitação – Tratamento álcool e drogas por convênio médico Bradesco-,Unimed e Sul América

    Clinica de reabilitação – Tratamento álcool e drogas por convênio médico Bradesco-,Unimed e Sul América

    Encontre aqui a sua clínica de recuperação, comunidade terapêuticas, clínicas de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras ao redor do Brasil e principalmente em São Paulo.

    Realize a sua internação em uma de nossas clínicas de reabilitação para dependentes químicos e alcoólatras pelo plano de saúde (convênio médico).

    Clínica de reabilitação que aceita convenio médico / plano de saúde

    Clínica parceira do Grupo Capital Remoções – São Bernardo do campo clínica de recuperação-aceitamos convênios médicos da : Bradesco, Unimed e Sul América.

    São Diversas opções de clínicas de reabilitação em São Paulo – SP destina-se totalmente ao tratamento especializado de dependentes químicos e alcoólatras e de pessoas portadoras de transtornos mentais decorrentes ao

    uso abusivo de álcool ou drogas, nossas unidades através de diversas técnicas inovadoras e profissionais qualificados em saúde mental ,altamente qualificados e altamente capacitados para o tratamento veem

    conduzido com alta eficácia cada cliente a uma vida sem álcool ou drogas ,sempre respeitando a individualidade de cada paciente cliente um ,

    nosso tratamento e personalizado e bem eficaz.

    Profissionais totalmente selecionados

    · Médicos psiquiatras e clinicos especializados

    · Psicólogas

    · Terapeutas especializados 24 horas disponíveis

    · Enfermagem

    · Coordenadores

    · Nutricionistas

    · Terapeutas ocupacionais (em algumas de nossas unidades)· Massagista

    · Monitoramento 24 horas por câmeras em algumas de nossas unidades

    · Professor de inglês (opcional em algumas unidades)

    · Coach em dependência química (P.N.L em algumas unidades)

    · Educadores físicos

    · Aulas de inglês (opcional em algumas de nossas unidades)

    · Aulas de artesanato (T.O. Terapia Ocupacional)

    Tratamento e metodologia terapêutica dos 12 passos

    · 04 a 05 refeições diárias

    · Plano de tratamento individual realizado

    · Terapia em grupo (T.G)

    · Atividades socioeducativas

    · Sessões de psicoterapia individuais

    · Reuniões de prevenção de recaída (P.P.R)

    · Reuniões temáticas diversas

    · Terapia racional emotiva (T.R.E.)

    · Sessões de terapia ocupacional (T.O.)

    · Reuniões de 12 passos (A.A e N.A).

    · Educação física (em algumas unidades)

    · Reunião de reflexão diária

    · Reuniões de partilha (R.P.).

    · Reuniões de metas e objetivos

    · Sessões de vídeo-terapia (V.T)

    · Sessões de reparações

    · Terapia em grupo (diversas)

    · Sessões familiares com a psicóloga (em algumas unidades)

    · Sessões diárias individuais com terapeuta

    · Aula de inglês (opcional)

    · Reuniões com coach especializado em dependência química

    · Aplicações de técnicas de relaxamento (em algumas unidades)

    Clique na imagem abaixo e conheça a nossa clínica de reabilitação em São Paulo –

    Clínica de reabilitação em São Bernardo do Campo SP que aceita plano de saúde SP (convênio médico)

    Possuímos mais de 5 opções de clínicas de reabilitação que aceitam planos de saúde em São Paulo e ao redor do Brasil

    Contamos com clínicas de reabilitação de baixo custo a partir de R$600 por mês (o preço pode ser alterado sem aviso prévio!).

    Clínica de reabilitação para dependentes químicos de baixo custo em São Paulo você encontra aqui:

  • Clínica de reabilitação masculina – Clínica de recuperação em SP masculina – Internação Imediata a partir de R$600 por mês em SP -Cajamar

    Clínica de reabilitação masculina – Clínica de recuperação em SP masculina – Internação Imediata a partir de R$600 por mês em SP -Cajamar

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    Clínica de reabilitação masculina – Internação Imediata a partir de R$600 por mês em Cajamar SP

    Capital Remoções: Como Funciona o tratamento>

    Uma clínica de reabilitação de drogas e álcool nada mais é do que um ambiente preparado tanto no sentido estrutural,

    como também no sentido funcional para acolher um dependente químico ou um alcoólatra e disponibilizar o melhor tratamento o possível para que ele possa voltar a viver com muito mais saúde e longe das drogas e do álcool.

    As instalações são adequadas para o auxílio à recuperação / reabilitação de dependentes químicos, propiciando um ambiente seguro e agradável e em contato com a natureza,

    o que nos torna mais aptos para garantir um índice alto de sucesso do tratamento?

    Nossa filosofia está baseada em três pilares de sustentação, sendo eles: bem estar, amor e saúde,

    os quais proporcionam aos nossos pacientes mais facilidade para alcançarem a sobriedade permanente e resgatar os valores familiares perdidos e de cidadania.

    Proporcionamos ambientes favoráveis ao estabelecimento de vínculos de ajuda-mútua para o desenvolvimento da reestruturação biopsicossocial do indivíduo (paciente) dependente de álcool e outras drogas de escolha,

    de modo a estabelecer a prática do programa de recuperação de 12 passos. A equipe multidisciplinar especializada e o grupo de pacientes formam uma rede de apoio que estimula e desenvolve valores e comportamentos que estruturarão sua nova maneira de encarar a vida como um todo.

    Metodologia de Tratamento Aplicada

    1ª Etapa do tratamento (até os 90 dias)

    Aspecto Físico da doença da dependência química é tratado, a desintoxicação e a adaptação ao convívio com os demais;

    conhecimento do programa de A.A. e N.A.; Reeducação alimentar também, bem como aspectos físicos fragilizados pelo motivo do uso compulsivo e abusivo da droga, medicamentos ou do álcool ( bebidas alcoólicas).

    2ª Etapa do tratamento (3º ao 4º Mês)

    O aspecto psicológico é tratado neste ponto (autoconhecimento de seu interior e de sua doença como um todo) Terapias e psicologia aplicadas.

    3ª Etapa (5º ao 6º Mês de tratamento)

    Aspecto Espiritual é tratado com mais intensidade (valorizar mais as pequenas coisas e desta maneira valorizar a vida como um todo) Fé em um poder superior maior do que a nossa doença.

    Os princípios fundamentais que regem nossa instituição são: O AMOR, DISCIPLINA, RESPONSABILIDADE, ESPIRITUALIDADE, LIBERDADE, DISCIPLINA e TRABALHO, visando à melhoria da qualidade de vida do dependente químico e sua família também.

    A Dependência Química D.Q. é uma doença: progressiva, “incurável”e fatal, logo a recuperação é progressiva também,

    contínua e traz vida em plenitude em todos os âmbitos. Não existe uma cura, médico ou remédios, pois ela é incurável. O que podemos fazer é tratar e estacionar a doença.

    O modelo de internação que seguimos é o de acolhimento, conscientização e desintoxicaçao. Baseado na filosofia de doze passos de Alcoólicos Anônimos (AA) e Narcóticos Anônimos (NA), estamos alcançando excelentes resultados há muitos anos.

    Oferecemos ao residente, dentro de nossas dependências das clinicas de reabilitação para dependentes químicos e alcoólatras, o programa de 12 passos, espiritualidade ecumênica, T.R.E. (terapia racional emotiva), P.P.R. (programa de prevenção a recaída), arte terapia, V.T. (vídeo terapia), laborterapia, atendimento psicológico individual e em grupo, quatro refeições diárias e demais necessidades para a recuperação / reabilitação do interno (paciente).

    Atividades Terapêuticas Utilizadas


    Espiritualidade Ecumênica

    Realizada após o café da manhã é a primeira reunião do dia.

    Cantamos alguns louvores no início da reunião, depois é lido um capítulo da Bíblia Sagrada e aberto para que o grupo comente ao término o facilitador da reunião faz as considerações finais e cantamos

    novamente pedindo ao nosso poder superior (DEUS) orientação em nosso dia para realizar a vontade dele em nossas vidas.

    Reunião de partilha de sentimentos:

    Esta reunião tem por objetivo primordial, fazer com que o residente (paciente) partilhe os diversos sentimentos identificados no decorrer do dia e aprenda assim a lidar com eles.

    É muito importante lembrar que esta reunião de partilha de sent., pois o residente aprende a identificar e expressar seus sentimentos, tornando-se conhecido para o restante do grupo também,

    e ouvindo sua própria voz falando de si. Este também ouve as individualidades do outro. Tudo isso com a possibilidade de ouvir retorno dos outros pacientes.

    O retorno é uma forma de avaliação também, e de ser ajudado por parte dos companheiros aos sentimentos que vive o partilhador, sempre com o intuito de crescimento na recuperação / reabilitação.

    É através dos retornos que os companheiros dão, a partir de suas experiências sugerem diversas alternativas.

    Sempre quando alguém partilha seus sentimentos no grupo, eles coincidem com os sentimentos de outros companheiros ali presentes, formando-se assim, elos de união e de objetivos em comuns.

    Psicoterapia :

    Este atendimento possibilita com que o residente entre em contato com suas dificuldades e consiga alternativas viáveis ao seu equilíbrio emocional, promovendo o desbloqueio de núcleos de conflitos que geram situações tensionais. Propicia um espaço de reflexão, buscando estratégias de enfrentamento para situações de risco, tão necessárias na vida de um dependente químico.

    Reunião de 12 Passos:

    Reuniões ministradas com o objetivo de oferecer aos residentes, aprendizado e reflexão sobre os passos, princípios espirituais e toda a literatura de Narcóticos Anônimos.

    Laborterapia: (Trabalho – Terapia)

    Atividade que é sempre realizada no período da manhã. Nossos objetivos com a Laborterapia, além da “não ociosidade”, são inúmeros; por exemplo: Trabalhar os sentimentos (mágoa, orgulho, frustração, perda, raiva, amor, etc.);

    Descobrir e desenvolver habilidades;
    Elevar sua autoestima;
    Produzir, tendo a possibilidade de ver o fruto da produção;
    Aceitar limites e regras; Ter disciplina;
    Perceber suas responsabilidades;
    Assimilar a ajuda mútua;
    Desenvolver a percepção e a preocupação com o outro;
    Concentração e Atenção;

    Desenvolver noção de começo, meio e fim de uma atividade;
    Aprimoramento de conduta e caráter;
    Organização, Reabilitação física, entre outros.

    • Os trabalhos são executados em grupos, divididos.

    TRE – Terapia Racional Emotiva:

    São reuniões semanais que ensinam o dependente a como lidar com os sentimentos. Estudamos: A Raiva, A Vergonha, Rei Bebê, O Luto, Pensamentos Destrutivos e outros temas abordados. Estes estudos são muito importantes na recuperação.

    P.P.R – Programa de prevenção a recaída:

    Essa reunião é muuuito importante, mostramos para os residentes (pacientes em recuperação algumas ferramentas que devem ser utilizadas após o período de internação. São os “EVITES E OS PROCURES”. EX: PROCURE um hobby, ir à sala de anônimos,uma religião, novas amizades, etc. EVITE velhos amigos, velhos hábitos, velhas ideias, etc.

    Observação: Se a pessoa trabalha registrado ou trabalhou nos últimos 12 meses registrado em carteira ou paga o Carnê do INSS, nosso Psiquiatra emite um laudo com CID da Doença (Dependência Química) que vai do F 10 ao F 19 e conseguimos dar entrada no Auxílio-doença para nossos Pacientes!

    Tempo de tratamento: Caso seja a primeira internação o tempo de tratamento é de 6 meses, caso o paciente já tenha o conhecimento do programa de 12 passos, o tempo de tratamento em média é de 3 meses.

    Medicamentos: Os medicamentos nós só saberemos se ele vai precisar ou não após uma consulta com um de nossos psiquiatras.

    Caso o paciente necessite a família poderá levar pessoalmente até a unidade, enviar por sedex ou então pagar uma taxinha de R$15 a 30 reais para a clínica comprar.

    Profissionais: todas as nossas clínicas de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras e comunidades terapêuticas possuem: Psiquiatra / clínico, psicólogo(a), enfermagem, terapeutas 24 horas e conselheiros…

    As visitas: São realizadas a cada 15 ou 30 dias.

    As ligações: São realizadas 1x por semana.


    Capital Remoções: Enxoval

    Roupas de cama
    01 – Travesseiro
    02 – Fronhas
    02 – Lençóis
    01 – Cobertor
    02 – Toalhas de Banho
    02 – Toalhas de Rosto

    Roupas

    07 – Camisetas
    02 – Calças Jeans
    04 – Bermudas
    07 – Peças Íntimas
    01- Blusa de Frio
    02 – Conjuntos de Moletom
    04 – Pares de Meias
    01 Par de Chinelos
    02 – Pares de Tênis

    Produtos de Higiene pessoal

    Escova de Dente e pasta
    Fio – Dental
    Sabonetes
    Shampoos e Condicionadores
    Desodorantes Roll-on a Seco (Sem Álcool sempre)
    Barbeadores
    Utensílios para Unha
    Cotonetes

    Higienização / Roupa

    Sabão / Pedra
    Sabão / Pó
    Amaciante
    Escova P/ Lavar Roupas

    Medicamentos em geral:

    É permitido sim trazer remédios para dor (analgésicos e anti-inflamatórios).

    Não mantemos em nossa enfermarias nenhuma medicação para uso contínuo sem a receita médica.

    É Proibido levar para a clínica:

    Desodorantes que contenham quaisquer tipos de derivados de álcool ou contendo álcool, aparelhos que tenham acesso à internet como: celulares e notebooks.

    Pois os mesmos podem servir para trocas (barganhas), percas e danos o que não nos responsabilizamos!

  • Clinica de reabilitação internação imediata pela vigilância sanitária em SP Sorocaba

    Clinica de reabilitação internação imediata pela vigilância sanitária em SP Sorocaba

    A clínica de reabilitação foi interditada e além da assistência aos pacientes dependentes químicos e alcoólatras, a casa de recuperação / reabilitação era

    Muito cuidado ao escolher uma clínica de recuperação internação imediata bem estruturada e para não ser enganado, conte com a nossa equipe de especialistas 24 horas dispostos a te atender seja a hora que for.

    utilizada também para a produção de pães. A estrutura da clínica de recuperação estava em péssimas condições segundo a Vigilância Sanitária.

    Foto: Prefeitura de Sorocaba / Divulgação

    Uma clínica de reabilitação de Drogas em SP foi interditada pela Vigilância Sanitária.

    O local não tinha nem se quer uma licença de funcionamento, o banheiro estava bem sujo, os alimentos não eram armazenados da forma adequada.

    A suposta ”clínica de recuperação” tinha 35 pacientes internados.

    Os pães que eram produzidos lá dentro eram vendidos em semáforos, deporta em porta. O proprietário foi autuado já e o estabelecimento já foi interditado.

    Foto da clínica de reabilitação de internação imediata Ilegal.

    Foto: Prefeitura de Sorocaba SP/ Divulgação
    Foto: Prefeitura de Sorocaba / Divulgação.

    Veja mais notícias de Sorocaba SP e Jundiaí SP

    Confira abaixo algumas opções de clínicas de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras:

    Pra que serve uma clínica de reabilitação?

    Tratamento do alcoolismo em clínicas de reabilitação:

    Método de tratamento utilizado em uma clínica de reabilitação:

    Veja também:

    Conheça a nossa parceira:

    Conte com os nossos especialistas de plantão 24 horas para encaminha-lo ao melhor tratamento!

  • Clínica de Recuperação SP – Internação imediata 24h

    Clínica de Recuperação SP – Internação imediata 24h

    Confira algumas ótimas opções de Clínica de Recuperação – Clínicas de reabilitação em SP – Internação Imediata 24h

    Sejam bem vindos a Capital Remoções – Clínicas de recuperação!

    As Clínicas de Recuperação parceiras da Capital Remoções atuam na área da Reabilitação e Recuperação de Dependentes Químicos e Alcoólatras (alcoolistas). Atendemos os seguintes tipos de internações: voluntárias, involuntárias e a compulsórias.

    Clínica de recuperação SP:

    As nossas unidades contam com as seguintes licenças: Ministério Público, Vigilância Sanitária, do Corpo de Bombeiros e da Prefeitura também para a realização destes procedimentos.

    Confira também:

    Prevenção da Recaída no Tratamento da Dependência Química | Vida Mental

    Conheça as nossas unidades:

    Dispomos de uma gama de equipes multiprofissionais capacitadas e experientes, cada um em sua função determinada, atuando de forma constante e diária na evolução de todos os nossos pacientes.

    Nosso Principal Objetivo consiste em tratar e recuperar ou reabilitar pacientes, em regime de hospedagens em clínicas de reabilitação,

    buscando as necessidades individuais de cada um dos nossos pacientes, adequando o tratamento sempre que for necessário, aumentando as

    chances de recuperação / reabilitação definitiva e utilizando o que há de melhor e mais inovador nos métodos de tratamento.

    Nossas instalações

    são adequadas para o auxílio à recuperação de pacientes dependentes químicos ou alcoólatras,

    propiciando ambientes bem agradáveis e em contato com a natureza, o que nos torna mais aptos para garantir o sucesso do tratamento de cada paciente.

    Nossas unidades em São PauloSP contam com excelentes localizações para facilitar a vida da família e a sua também.

    Em cada clínica você terá a melhor prestação de serviço aplicada por uma grande equipe apropriada. Venha nos conhecer e agende a sua visita! Garantimos o custo-benefício!

    Clínicas de recuperação masculinas SP

    A Capital Remoções clínicas de recuperação em SP conta com mais de 38 excelentes opções de clínicas de recuperação com internação imediata, internações voluntárias e internações involuntárias em Clínicas de recuperação e clínicas de reabilitação, encontre os melhores tratamentos para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo SP e Grande SP.

    Clínicas de recuperação de internação imediata em São Paulo (Masculinas):

    Clínicas de recuperação de internação imediata em São Paulo (Femininas):

    Clínicas de recuperação masculinas que fazem internação pelo plano de saúde (convênio médico):

    Confira também:

    Entendendo a Dependência Química / understanding the addict / Luan Gama

    Clinica de Recuperação masculina atendida por Convênio Médico

    A cobertura de planos de saúde seja ele da : Amil , Medial, Unimed ou Bradesco entre outras para tratamento de dependente químico

    ou alcoólatra pode ser feita inclusive para casos de internação em clínicas de recuperação.

    O importante, é sempre o consumidor saber que tem o direito de exigir tratamento através de internação em clínicas de recuperação / reabilitação.

    Convênios para o Tratamento da Dependência Química e do Alcoolismo. Saiba um pouco mais sobre esse assunto agora.

    Mês de março do ano de 2015, o “Bradesco Saúde” não pôde interromper a internação de um segurado que estava realizando um tratamento contra

    oalcoolismo, segundo a decisão da juíza: Luciana Corrêa Torres de Oliveira, da 20ª Vara Cível de Brasília DF.

    Como funciona a Internação Dependente Químico Plano de Saúde (Clínicas) ?

    Aqui no Brasil, Casos assim estão cada vez mais recorrentes e o limite de tempo de internação em clínicas de reabilitação para o tratamento de dependentes químicos e alcoólatras por planos de saúde desperta controvérsias.

    De acordo com a recente matéria

    realizada do jornal Folha de São Paulo, o número de acórdãos no TJ-SP envolvendo o tema “dependência química”

    aumentou: enquanto no ano de 2001 eram 11, em 2016, foram 92 decisões.

    Isso acontece devido a diversas razões contratuais e de coparticipação no custeio de uma internação psiquiátrica, sendo que a última que não está

    prevista na “lei dos planos de saúde” (9.656/98).

    Hoje, a maioria dos convênios médicos apresentam cláusulas nos contratos que obrigam o usuário a custear até 50% da internação a partir do 31º dia.

    A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, porém, reconhece a possibilidade do plano de saúde (convênio médico)

    em estabelecer as doenças que terão a cobertura,

    mas não o tipo de tratamento que é utilizado para a cura de cada uma. Desta forma, a recusa do tratamento em clínicas de recuperação sem

    justificativa por operadoras de planos de saúde

    (convênio médico) pode gerar reparação por dano moral ao cliente (paciente). Conforme decisões recentes do STJ,

    o dano moral se dá porque aflição psicológica e de angústia no espírito.

    A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é um órgão governamental responsável por regular o setor dos planos de saúde

    (convênios médicos) em tratamento de dependente químico ou alcoólatra Assim,

    quando se trata de saber mais informações sobre os nomes de planos de saúde ou convênios médicos e se eles prestam bons serviços,

    nada melhor do que consultá-la para obter mais dessas informações úteis.

    Poucos sabem, mas o papel das agências que são reguladoras, como é o caso da A.N.S., é estipular algumas medidas e ações através da edição de

    regras para disciplinar o funcionamento de cada serviço

    – ou seja, com isso o consumidor não ficará refém das operadoras dos planos de saúde, podendo recorrer ao órgão quando sente que seus

    próprios direitos estão sendo desrespeitados.

    Conheça os planos de saúde (convênios médicos) para internação de dependentes químicos e alcoólatras :

    Amil Medial e Bradesco são os principais, porém você pode entrar em contato conosco agora mesmo que nós iremos te informar tudo detalhado de como você pode e deve proceder

    caso você tenha um convênio médico ou um plano de saúde e queira realizar uma internação para dependentes químicos ou uma internação

    par alcoólatras que aceite convênio médico em São Paulo ou ao redor do Brasil.

  • Clinica de Recuperação – Internação Imediata adianta?

    Clinica de Recuperação – Internação Imediata adianta?

    Você tem algum ente querido ou amigo que se transformou por causa das drogas ou do álcool ?

    Você está vendo essa pessoa que tanto gosta perder empregos,

    faculdades ou projetos que ele tinha sonhado e se dedicado muito?

    A família do dependente quimico ou do alcoólatra no uso entrando em colapso e

    você se sente totalmente impotente e com raiva sem saber o que fazer e como ajudar?

    Primeiro precisamos que você entenda que a Dependência Química é uma doença,

    e que é necessário buscar informação, clinicas de reabilitação competentes e profissionais qualificados.

    E falo isso por uma experiência própria foi a internação involuntária que transformou minha vida no momento qur eu precisei.

    Neste artigo, falaremos um pouco sobre como a Clínica de Recuperação com internação imediata funciona

    e como a Internação Imediata em clinica dr recuperação pode transformar a vida da

    pessoa que ela ama assim como mudou a minha em diversas áreas.

    O que é uma Clínica de Reabilitação / recuperação para dependentes químicos e alcoólatras?

    É um ambiente bem estruturado e

    totalmente especializado em ajudar pessoas na recuperação da dependência química e do alcoolismo também,

    tem como o seu objetivo principal de oferecer o melhor tratamento em clinica de

    recuperação para que a pessoa volte a viver com mais saúde e totalmente longe das drogas ou do álcool.

    A Dependência Química (D.Q.) é uma doença progressiva,

    incurável pela Medicina e algumas vezes ela pode ser fatal também.

    Por isso, uma boa Clínica de Recuperação ou clinica de reabilitação,

    conta com uma equipe de profissionais especializados e equipes multidisciplinares,

    especializados e qualificados na area da dependência química e do alcoolismo como médicos, psicológicos,

    Grupos Terapêuticos com Aconselhamentos e Programa dos Doze Passos dos Narcóticos Anônimos e Alcoólicos Anônimos ,

    enfermagem de plantão, coordenadores, seguranças r monitores 24h.

    Estes profissionais ficam disponíveis nas clinicas de reabilitação

    de modo a auxiliar todos os pacientes na superação da abstinencia física mental e espiritual,

    não só do uso das drogas e do álcool

    mais nos sintomas também, como também ajudam o dependente químico e o

    alcoólatra a entenderem e trabalhar as causas internas que os levam de volta ao uso.


    Como funciona uma Clínica de Recuperação?

    Os principais procedimentos realizados nas clínica de recuperação em São Paulo e Região são:

    psicoterapia individual e em grupo, medicamentos (caso necessário) e internação (voluntaria e involuntária.

    O tratamento recomendado vai depender de cada caso e o grau de dependência química ou alcoolismo.

    Caso o paciente (usuário de drogas) tenha consciência de que está doente e quer mudar e buscar ajuda,

    o tratamento é um pouco mais fácil. Para a família e amigos, essa atitude é motivo de muita alegria também,

    mas infelizmente nem sempre é dessa forma, tão simples assim…

    Quando ocorre o contrário, ou seja, se ele não percebe que está chegando no fundo do poço e está colocando em perigo a própria vida e/ou de terceiros também,

    ou até mesmo percebe sim, mas não tem forças para superar a dependência ou não quer,

    os familiares podem decidir interná-lo de forma involuntária e imediata em uma clínica de reabilitação involuntária com internação imediata.

    Nesse caso,

    as clínicas de reabilitação se responsabilizam pela busca, transporte e cuidados com o paciente.

    Mas será que adianta mesmo ?

    É bem normal passar essa dúvida por sua cabeça, continue lendo este post e entenda

    como a internação imediata em clinica de recuperação pode te ajudar.

    Seu familiar está se destruindo cada vez mais a cada dia que se passa?

    Ele está colocando a própria vida em risco ou de terceiros, mas não aceita que precisa de tratamento de forma alguma?

    É hora de você tomar uma atitude?

    Para este caso, existe o serviço de internação involuntária, que é feito de acordo com a legislação vigente, por uma clínica especializada involuntária.


    Internação imediata resolve o problema?

    Quando o dependente químico ou o alcoólatra não possui mais autocontrole,

    a reabilitação / recuperação será bem mais eficaz se ele for removido das distrações sociais que existem em todos os lugares,

    diversas tentações e gatilhos que praticamente os obrigam a beber ou usar qualquer tipo de droga que altere a sua mente ou o seu humor.

    Embora você não possa evitar as situações de risco extremo para o resto da vida,

    a recuperação ensinará maneiras de reagir a diversos destes gatilhos de uma maneira mais saudável,

    para que ele mesmo possa reduzir o risco de uma possível recaída e se sentir mais confiante nele mesmo sobre sua sobriedade.

    Entendo que se você

    contrariar a vontade da pessoa que você quer ajudar pode faz você se sentir muito mal ou ate mesmo culpado,

    não é mesmo? Não se preocupe, quem ama cuida sim, so nao exagere!

    Depois de enfrentar os sintomas da abstinência física e receber os cuidados necessários a saúde física, mental e espiritual,

    ele provavelmente irá perceber que a atitude da sua família foi a melhor coisa que poderia ter acontecido em sua vida caso tenha feito da maneira adequada!

    Digo isso porque foi o que aconteceu comigo um dia sou muito grato por não terem desistido de mim e terem me colocado em um lugar bem legal por pouco tempo!

    É preciso ser bem firme e fazer o que é necessário para o próprio bem por muita dasvezes.

    Como diz um ditado: “depois da tempestade, vem a bonança”, ou após a dor vem a alegria.

    Por experiência própria minha dica é, quando tiver problemas com dependência química ou alcoolismo na sua família, aja com rapidez e faça o que for necessário para resolver o mais rápido possível da maneira adequada e correta!!

    Você ficou com alguma dúvida ainda? Entre em contato agora mesmo conosco, a nossa equipe está pronta para ajudar sua família 24 horas por dia!

  • Internação para Alcoólatras

    Internação para Alcoólatras

    Internação para Alcoólatras em Clínicas de Recuperação / Reabilitação

    Tipos de Internação para Alcoólatras / Alcoolistas

    O Grupo Capital Remoções tem como prioridade atender as necessidades dos seus pacientes e seus entes, proporcionando o serviço de internação em

    clínicas de recuperação / reabilitação de forma profissional com conforto e segurança, atendendo os quesitos necessários.

    Realizando diversas abordagens seguras que garantem a integridade física, psicológica e emocional de todos os nossos pacientes.

    A internação em clínica de reabilitação / recuperação, prevista pela Lei nº 10.216, é recomendada pelos profissionais

    da área da saúde para que os dependentes do álcool (alcoólatras / alcoolistas)

    possam receberem um tratamento de reabilitação / recuperação apropriado e recupere a qualidade de vida de forma segura, confortável e saudável.

    Os tipos de internação para alcoólatras / alcoolistas, amparados pela lei são:

    Internação Voluntária (com o consentimento do paciente)

    Realizada geralmente a pedido do próprio paciente dependente ou com a

    aceitação do mesmo em iniciar o tratamento de reabilitação / recuperação.

    Internação Involuntária (sem o consentimento do paciente)

    Atende os alcoólatras / alcoolistas que não concordam com o tratamento involuntário em clínicas de recuperação em SP,

    devido à ação do álcool (bebidas alcoólicas) em seu organismo.

    Sendo necessária uma intervenção dos entes e responsáveis para que o alcoólatra /

    alcoolista possa receber os devidos cuidados.

    Internação Compulsória (judicial)

    Realizada sempre por uma determinação judicial, após a solicitação feita por um profissional médico psiquiatra competente e um juiz,

    certificando que o alcoólatra

    ou alcoolista não possui mais domínio de suas ações e, portanto, é necessária uma intervenção para a sua reabilitação / recuperação.

    A internação em clínica de recuperação / reabilitação é uma etapa inicial e obrigatória para os casos de dependência alcoólica gravíssimas.

    Tendo como objetivo principal proporcionar ao alcoólatra / alcoolista as condições necessárias para sua recuperação como um todo,

    impedindo o seu contato com o álcool (as bebidas alcoólicas) e fatores externos que influenciam o comportamento de risco para o paciente.

    Decreto sobre drogas e clínicas de reabilitação

    Clinica para Dependentes Químicos em São Paulo SP

    Como parar de fumar crack?

  • Clínica de Internação para Alcoólatras em SP

    Clínica Internação para Alcoólatras em São Paulo SP

    O alcoolismo ou abuso de bebidas alcoólicas ocorrem devido a vários fatores interligados, incluindo a genética do paciente, a maneira com que o alcoólatra foi criado, seu meio social e sua saúde, física e mental.

    A maior diferença entre uso frequente do álcool (bebidas alcoólicas) e alcoolismo é que os alcoólatras não têm mais capacidade de definir seus próprios limites para seu consumo.

    CLÍNICA PARA DROGADOS EM SP

    Seu uso é totalmente autodestrutivo e muito perigoso para si e para outras pessoas que estão ao redor.

    Outro sinal de alerta muito importante do alcoolismo é quando a pessoa percebe que precisa beber para aliviar os efeitos da grande ansiedade e da agitação que possui.

    Formas alternativas de reabilitação além das Clinicas de Reabilitação em SP e em todo o Brasil

    Beber para aliviar e evitar alguns dos sintomas da abstinência é um sinal de alcoolismo e um grande risco. Quando se bebe muito, o corpo acaba por se acostumar com o álcool (bebidas alcoólicas) e apresenta alguns sintomas de abstinência caso seja retirado.

    Decreto sobre drogas e clínicas de reabilitação

    A reabilitação ou recuperação da doença do alcoolismo é um processo contínuo que requer muito tempo e uma enorme paciência.

    Não há pílulas milagrosas que foram comprovadas que funcionem para 100% da pessoas, e os problemas que o conduziram à condição de abuso do álcool precisarão ser enfrentados.

    Admitir que há problemas com a doença do alcoolismo pode ser bem doloroso para toda a família não apenas para o dependente.

    Mas a família do paciente não deve se envergonhar não, uma vez que este problema afeta milhões no mundo todo, em todas as classes sociais, raças e culturas.

    Solicite um orçamento com a nossa equipe 24 horas disponível.

  • CLÍNICA PARA DROGADOS EM SP

    CLÍNICA PARA DROGADOS EM SP

    Clínica para drogados SP, clínica para drogados.

    No município de SP, a dependência química assim como o alcoolismo, estão chegando a níveis bem alarmantes e consequentemente muitas famílias

    buscam por maiores informações sobre a internação e o tratamento em Clínica para Drogados em SP,

    devido a  este motivo mesmo, disponibilizamos nossa central de atendimento 24 horas (11) 94777-0816 Whatsapp.

    A dependência química assim como o alcoolismo juntamente, são doenças biopsicossociais portanto existe a necessidade de tratamento especializado

    com profissionais qualificados em clínicas de reabilitação / recuperação para drogados.

    O Capital Remoções

    possui diversas opções de clinicas de recuperação para dependentes químicos SP e clínicas de reabilitação para drogados em SP

    e comunidades terapêuticas especializadas no tratamento para dependentes químicos e alcoólatras em SP.

    Possuímos diversos atendentes prontos para atende-los e avaliar as necessidades das famílias e pacientes.

    Entre em contato conosco hoje mesmo e veja o que podemos fazer para ajudar quem busca por Clínica para Drogados em São Paulo.

    Temos unidades de baixo custo a partir de R$600 por mês

    e alto padrão a partir de R$2.000 por mês onde o paciente passará por uma metodologia voltada ao tratamento da dependência química e para o

    tratamento do alcoolismo em clínica para tratamento drogas e álcool. Atendemos Homens e Mulheres.

    O programa terapêutico utilizado nas clínicas de drogados para o dependente de drogas e para o alcoólatra está condicionado a diversas terapias realizadas em grupo, atendimento psicológico, atendimento

    psiquiátrico, terapia motivacional, 12 passos de narcóticos anônimos (N.A.), 12 passos de (A.A) alcoólicos anônimos, dinâmicas e diversas temáticas.

  • Clinica para Dependentes Químicos em São Paulo SP

    Clinica para Dependentes Químicos em São Paulo SP

    Clinica para Dependentes Químicos em São Paulo SP você encontra na Capital Remoções!

    A dependência química assim como a dependência do álcool (alcoolismo), sobretudo em casos de drogas como o famoso crack ou pedra, costuma deixar o indivíduo refém da droga ou substância, sem a capacidade de avaliar o mal que a mesma faz a si e às pessoas que estão próximas a quem está consumindo-a.

    Com isso, por mais evidentes e bem nítidos que sejam os danos causados pela dependência do crack (pedra) (no serviço, nas escolas, faculdades, nas relações sociais e afetivas também), o dependente químico ou o alcoolista também rejeitam qualquer possibilidade de tratamento em clínicas para dependentes químicos em São Paulo SP.

    Possuímos diversas Clínicas de reabilitação para dependentes químicos em SP São Paulo e diversas parcerias ao redor do Brasil, com experiência suficiente para oferecer-lhes o que há de melhor nesta grande batalha de reintegração à sociedade, recuperação de dependentes químicos e resgate dos principais valores e sentimentos perdidos com o uso de drogas ou álcool.

    Aqui, mais que profissionais especializados, preparados e competentes, você encontrará amigos também, pessoas que acima de tudo, irão te auxiliar nas suas necessidades com muita dedicação, respeito, amor, carinho e segurança para que dessa maneira não ocorram mais recaídas caso você queira.

    Hoje em dia existe uma crescente aceitação do fato que: um dos maiores obstáculos do tratamento do dependente em drogas em uma clínica para dependentes químicos em São Paulo, não é tanto a sua dependência psicológica em relação à droga propriamente dita, mas sim a sua “dependência em relação à maneira de vida como pessoas dependentes (seus hábitos).


    Solicite um orçamento com algum nossos especialistas.

  • Como parar de fumar crack?

    Como parar de fumar crack?


    O crack (pedra) é uma terrível droga (substância psicoativa) que leva apenas em média 10 segundos para fazer efeito no corpo de um indivíduo.

    Com alguns sintomas gravíssimos como a respiração acelerada e os batimentos cardíacos acelerados, delírios de paranoia e a necessidade de doses bem maiores e mais constantes, a doença da dependência química é uma das mais preocupantes no Brasil e em São Paulo e está afetando grandemente a população a cada dia mais.

    A droga (crack) causa até cinco vezes mais danos do que a cocaína (pó).  Por entrar no organismo da pessoa por meio do fumo, ela chega bem mais rápido no cérebro humano, aumentando a produção de dopamina e causando uma euforia.

    Neste post, estaremos falando um pouco mais sobre o crack (pedra) e também daremos algumas dicas de como parar de utilizar esta substância com a ajuda da Capital Remoções clinicas de reabilitação para dependentes químicos.

    Como parar de fumar crack?

    Geralmente os dependentes químicos precisam de ajuda, porém o maior problema e dúvida é como deixar de fumar o crack?

    O uso dessa substância (crack) é algo extremamente preocupante e leva muitos dependentes químicos a viverem nas ruas e cracolândias, o que dificulta a recuperação / reabilitação. O auxilio precisa ser dado  pela família do dependente ou pelo Estado, já que este também é um problema de saúde pública também sabia?                           

    Trouxemos algumas dicas que podem ajuda-los:

    • O vício em crack (pedra) é uma doença sim – algumas pessoas têm dificuldades de compreender este fato. Justamente por estar bem doente, a pessoa precisa de tratamento especializado em uma clínica de recuperação para dependentes químicos que lhe ajude a alcançar sua completa reabilitação ou com médicos e forças espirituais. Tente conscientizá-lo disso.
    • Ocupe bastante a mente – normalmente os dependentes químicos possuem somente um pensamento: o crack. Por isso é bem importante manter a sua mente bem ocupada. Uma boa opção é oferecer um trabalho para que ele compreenda que é útil. Isso ajudará grandemente no processo de recuperação também.
    • Não mascare a doença da dependência química – um método muito indicado por alguns profissionais é a ideia de nunca mascarar a doença da dependência química. Por isso é de suma importância sempre conversar bem sobre o assunto para manter tudo bem explicado para o dependente. É interessante ressaltar que o dependente químico precisa entender a gravidade da sua doença e como isso faz mal a ele, à família e aos amigos que estão tentando ampará-los.
    • Persistência (continue) – o crack (pedra) é uma droga complexa. Para os que estão buscando ajudar um dependente de crak, é bem interessante saber que a persistência é muito importante sim. Recaídas infelizmente são bem comuns. Por isso é preciso ter muitapaciência.

    A procura pelos profissionais especializados no assunto é fundamental para o tratamento adequado. A Capital Remoções pode ajudar com os melhores tratamentos para a completa reabilitação / recuperação sua ou do seu ente querido.

  • Formas alternativas de reabilitação além das Clinicas de Reabilitação em SP e em todo o Brasil

    Formas alternativas de reabilitação além das Clinicas de Reabilitação em SP e em todo o Brasil

    Formas alternativas de reabilitação além das Clinicas de Reabilitação em SP e em todo o Brasil

    A dependência química é considerada uma doença crônica, onde o tratamento se dá através da abstinência total da substância consumida.
    Para conseguir alcançar êxito, há um leque diverso de possibilidades que podem ou não funcionar, dependendo de como cada dependente químico reage a cada ferramenta.


    Partindo do pressuposto de que cada individuo têm suas peculiaridades, é sabido que nem tudo funciona para todos.


    A internação em uma clinica de reabilitação em SP ou em qualquer lugar do mundo é sempre uma opção válida, pois oferece um combo de tratamentos, o afastamento para um encontro intimo com seu eu, regado a terapias individuais e em grupo.


    Esse tipo de tratamento oferecido em clinicas de recuperação são sempre muito válidos, pois abrem a visão dos dependentes químicos e alcóolatras para uma nova percepção de mundo.


    É como se através de uma clínica de recuperação, os pacientes tivessem em sua frente uma nova opção de visão de mundo, que pode ser fundamental para rever conceitos, reparar erros, entender sobre os danos que a vida no uso de drogas pode causar.


    As famílias também são tratadas e acolhidas por profissionais capacitados, ambientes acolhedores que permitem um tratamento geral da dependência e codependencia.


    Nós da Capital Remoções somos especialistas em Clinicas de reabilitação em SP e em todo o Brasil.


    Temos diversas opções de clinicas de reabilitação SP e em todo o brasil, clinicas de recuperação femininas, clinicas de reabilitação masculinas, trabalhamos com internação involuntária e internação voluntária.


    As unidades parceiras da Capital Remoções contam com toda infraestrutura e aparato profissional para garantir que o paciente tenha uma recuperação em um ambiente tranquilo e acolhedor.
    Todo esse cuidado é essencial para que haja eficácia no tratamento do dependente químico / alcóolatra.


    Nesse momento difícil, onde o afastamento famíliar e todas as feridas causadas pelo uso excessivo de droga e álcool, o paciente precisa receber todo o cuidado e amor necessário para que o foco seja a sua recuperação.
    Entre em contato conosco para maiores informações, estamos disponíveis 24 horas por dia!


    Agora, se você ainda está com dúvidas sobre escolher uma clinica de reabilitação, continue conosco!
    Tratamentos PLUS o “algo a mais” nas clínicas de reabilitação SP

    É sabido que o efeito da maconha, da cocaína e do crack no cérebro causa danos em funções cognitivas como memória, atenção, capacidade de planejamento e de tomada de decisões.


    Alguns pesquisadores recentemente apresentaram dados de pesquisas recentes que mostram como a reabilitação cognitiva – aquela feita por meio de estímulos, como o jogo de xadrez, por exemplo –


    Pode ajudar na recuperação de parte das habilidades perdidas pelo consumo excessivo de drogas.


    Além disso, esses estudos comprovam que essa reabilitação cognitiva é um complemento ao tratamento convencional em clinicas de reabilitação.
    Esse tipo de tratamento, pode ser fundamental para evitar a recaída de dependentes químicos em tratamento.


    Sabemos que cada droga tem seu mecanismo de ação bem particular, mas todas atingem de alguma forma o sistema de recompensa cerebral.
    O Sistema de recompensa cerebral envolve o córtex pré-frontal, a área tegmentar ventral,

    (VTA) – que é onde há um conjunto de neurônios responsáveis pela liberação do neurotransmissor dopamina, e o núcleo accumbens.
    Acontece que quando sentimos prazer – seja por um estímulo físico, sexual, através de uma boa comida, ou seja por um estímulo emocional –, ocorre a liberação de dopamina na sinapse.


    A sinapse é o espaço de conexão – conversa entre um neurônio e outro. Via de regra, nós não ficamos alegres o tempo todo e, para retornar à situação de equilíbrio, essa dopamina precisa ser recapturada pelo neurônio que a liberou inicialmente.


    As drogas como cocaína, crack e maconha, impedem esse processo de recaptura e fazem com que um excesso de dopamina permaneça no espaço da fenda sináptica,

    estimulando a comunicação entre os neurônios do sistema de recompensa, intensificando e prolongando a sensação de prazer.


    À maneira como as drogas estimulam muito o sistema de recompensa artificialmente, o cérebro começa a ficar preguiçoso para produzir e liberar dopamina, fazendo com que o seu consumo seja cada vez mais necessário para produzir alegria, prazer.


    Na medida em que o uso da droga vai se tornando crônico, o dependente químico literalmente começa a perder os prazeres da vida, todos eles, gradativamente, e a sensação de bem-estar vai ficando cada vez mais restrita apenas ao uso da droga.


    Como o consumo excessivo de drogas e álcool afetam funções cognitivas?

    Para que possamos ser felizes, tudo o que fazemos precisa envolver um certo grau de prazer e bem-estar; quando isso não acontece, não conseguimos manter a atenção por muito tempo na atividade.
    Então, dessa maneira, o sistema de recompensa está, de alguma forma relacionado com funções executivas.


    Por exemplo: memória, atenção, planejamento e tomada de decisões.
    Além do mais, quando consideramos o uso excessivo da cocaína e do crack, por exemplo, ocorre uma vasoconstrição e aumento da pressão arterial.


    Esses estímulos aumentam muito o risco de um acidente vascular cerebral (AVC) e de entupimentos de pequenos vasos sanguíneos (isquemias).
    O uso crônico dessas drogas faz com que várias regiões do cérebro fiquem muito mal irrigada, esse elemento também pode afetar o processamento cognitivo.


    Os danos são ainda maiores quando a cocaína é associada ao consumo de álcool, (na maioria das vezes) acontece que a mistura das duas drogas, pode causar um metabólito chamado cocaetileno que tem a formação no fígado, que intoxica os neurônios e pode causar danos ao coração.


    O crack, por sua vez, por ser absorvido mais rapidamente, causa os mesmos efeitos da cocaína porém de forma ainda mais intensa.


    Quando falamos de maconha, sabemos que não causa a vasoconstrição, mas há estudos que mostram algumas outras alterações vasculares, como por exemplo, aumento no risco de derrame.


    Há ainda o risco de

    uma diminuição de certas regiões do cérebro, como a amígdala e o hipocampo, que são ricas em receptores para o tetrahidrocanabinol (THC).


    Além dos malefícios já mencionados, isso tudo pode afetar ainda diretamente a capacidade de memorização e a regulação de emoções como medo e agressividade.


    A memória do prazer afetada em dependentes químicos
    O que acontece com os dependentes químicos fisiologicamente é que a repetição do estímulo liberador de dopamina torna o cérebro resistente à sua ação.


    Portanto, os dependentes químicos deixam de produzir dopamina através de estímulos naturais, perdendo a memória do prazer para atividades como ir ao cinema, comer algo gostoso, fazer sexo.


    PESQUISA SOBRE RESULTADOS DA COCAÍNA EM DEPENDENTES QUÍMICOS / CLINICAS DE REABILITAÇÃO EM SP E EM TODO O BRASIL

    Alguns pesquisadores da famosa Universidade de Genebra, situada na Suíça, conseguiram ampliar horizontes acerca de conhecimento sobre a forma como a cocaína age sobre o cérebro do dependente químico.


    Atualmente o tratamento para dependentes químicos e alcoólatras mais eficaz se dá através da abstinência, que pode ser com internações em clinica de reabilitação ou através de outros métodos terapêuticos.


    Voltando ao estudo, foi um feito, que pode levar, se considerada, em um futuro próximo, ao desenvolvimento de medicamentos que ajudem a combater o vício na droga para dependentes químicos.


    Foi publicada, em uma edição mais recente da revista Science, onde os cientistas mostram de forma relevante como um estudo feito em ratos indicou alguns pontos.


    Além de a substância da cocaína estimular circuitos excitatórios do córtex, informação da qual já se sabia, ela prejudica a produção de neurotransmissores inibitórios.


    Trocando em miúdos, em outras palavras, a droga não só acelera os neurônios, como já é sabido, como também desliga os freios, desacelera desse processo.


    Sabemos que o cérebro humano tem cerca de 100 bilhões de neurônios conectados. Essas células, no entanto, não são coladas umas às outras, elas têm interface pela sinapse, que é um pequeno espaço em que substâncias químicas circulam.


    Nesse processo as substâncias químicas são liberadas e absorvidas. Uma delas é conhecida dopamina.


    É nesse momento em que o corpo recebe um estímulo de prazer, que pode vir através de muitas coisas, como uma dose de sexo, uma fatia de bolo de chocolate ou uma droga como a cocaína.


    É através de algumas células nervosas que a dopamina é liberada e absorvida por outros neurônios que têm receptores cuja função é essa.
    Dessa maneira, a substância circula e garante satisfação à pessoa.
    Um dos fatos mais relevantes que os pesquisadores suíços descobriram, é que a cocaína desencadeia um processo.


    Esse processo resulta na inibição de neurônios que liberam o Gaba, que é o principal neurotransmissor inibidor do sistema nervoso central.
    Através dessa inibição, acontece em uma região específica do cérebro, conhecida como área tegmental ventral (VTA, a famosa sigla em inglês).

    A grande novidade do estudo é que ele aponta que a droga age indiretamente no sistema inibitório, um dado novo, e não tínhamos conhecimento disso.


    A cocaína é, um estimulante do sistema nervoso, e, portanto, ela tende a estimular todos os circuitos. No entanto, a descoberta foi além.
    O que esses pesquisadores constataram foi que a cocaína estimula o neurônio dopaminérgico, e em contrapartida inibe um outro centro, que tem como função inibir essa excitação.

  • Pesquisas sobre eficácia de clinicas de reabilitação

    Pesquisas sobre eficácia de clinicas de reabilitação

    Pesquisas sobre eficácia de clinicas de reabilitação


    Apesar da carência de recursos, existente, tanto dos dependentes químicos e alcoólatras. quanto de grande parte das instituições, os representantes das comunidades terapêuticas, clínicas de reabilitação SP e em todo o território nacional afirmam que tem índices de recuperação / reabilitação bastante animadores.


    Dentre todos os dependentes químicos e alcoólatras em clinicas de reabilitação, as clínicas dizem que entre 40% e 80% dos dependentes químicos conseguem se recuperar.


    Há um tempo atrás, houve uma pesquisa realizada pela Escola Paulista de Medicina, que trouxe dados e nos revelou um dado estarrecedor.
    Em um curtíssimo período de dois anos, o número de usuários de drogas entre estudantes brasileiros, que cursavam o 1° e 2° graus havia crescido 24%.


    O que nos atormenta

    e nos faz persistir nesse trabalho de resgate social é que, nada leva a crer que esse crescimento vertiginoso tenha cessado.
    A Capital Remoções é especialista em encaminhamento à clinicas de reabilitação.

    Nossas clinicas parceiras contam com profissionais capacitados, e todo aparato terapêutico que garantem um ambiente de acolhimento para dependentes químicos e alcoólatras em recuperação.


    Conheça nossa plataforma, nossos métodos de tratamento, nossas unidades, estamos disponíveis 24 horas por dia para dar todo o suporte necessário na hora de escolher uma clinica de reabilitação em São Paulo e em todo o Brasil.


    Temos clinicas de recuperação em São Paulo e em todo o Brasil, nas mais diversas regiões. Trabalhamos com clinicas de reabilitação voluntárias e clinicas de reabilitação involuntárias, temos clinicas de recuperação masculinas e clinicas de reabilitação femininas.


    Temos algumas opções de clinica de reabilitação mista em São Paulo e em todo o território nacional.


    Nossa central de atendimento funciona 24 horas por dia, para melhor atende-lo, temos muitas opções disponíveis, com toda a infraestrutura que você e seu familiar necessitam nesse momento difícil.


    Nossa equipe trabalha com amor para que nenhuma dúvida fique pendente, acompanhamos todos os passos dessa jornada que é o tratamento da dependência química.


    Conhecemos esse problema, e nosso foco é ajudar no resgate social para que o dependente químico aproveite essa experiência recorrendo a ferramentas que até então eram desconhecidas por ele.


    A internação em uma clinica de reabilitação para dependentes químicos é um processo que permite uma nova percepção por parte dos usuários de droga e álcool.


    Através de uma internação em uma clinica de recuperação, o dependente químico pode conhecer uma nova maneira de viver que até então não era uma opção.


    É importante saber que a internação é muito relevante, não pelo isolamento social, essa não é a intenção, mas sim pelo encontro proporcionado do dependente químico com ele mesmo.


    Nesse momento, na clinica de reabilitação, o dependente químico e alcoólatra pode se reconectar, ter uma visão ampla acerca das perdas e danos causados pela dependência química.


    Conseguirá,

    o dependente químico / alcóolatra ainda, ter acesso a ferramentas como a terapia individual e em grupo, ter acesso a reuniões de sentimento, opções viáveis dentro das clinicas que podem ser fundamentais no entendimento dessa doença.


    Há muitos recursos em uma clinica de recuperação para dependentes químicos que são fundamentais para o despertar do conhecimento da doença, identificação dos gatilhos e reconhecimento de possibilidades.
    Com amor, atenção, cuidado, é possível vencer esse problema.


    Entre em contato conosco!


    As campanhas antidrogas


    O que é muito relevante nas campanhas antidrogas do Brasil e do mundo, é que elas têm algo em comum.


    O motivo que as impulsiona pode ser o fato de as campanhas antidrogas brasileiras, que são raras, visarem o mesmo alvo das campanhas realizadas em países desenvolvidos.


    É a caça as chamadas drogas pesadas, como a cocaína e o crack, as duas preferidas entre os jovens usuários americanos, por exemplo.


    O Crack e a Cocaína


    Comecemos pelo crack, essa droga é conhecida por ser o primo pobre da cocaína, ela é o resultado da mistura desta com alguma substância básica, como por exemplo a soda cáustica.


    Outro ingrediente utilizado nessa mistura é o bicarbonato de sódio, através dessa combinação é possível, além de baratear a droga — a qual, pura, é muito cara, vale tanto ou mais do que o ouro, – faz com que ela se cristalize.
    Esses cristais são comumente fumados em cachimbos ou latas, enquanto a cocaína em pó, não pode ser aquecida, se decompõe.


    É muito importante que os riscos e perigos dessas drogas continuem a ser martelados nos debates e nas salas de aula.


    Tanto o crack como a cocaína são muito perigosas e podem causar a morte de quem as experimenta pela primeira vez.


    Para que o risco seja ainda maior, basta exagerar alguns microgramas na dose suportável pelo organismo.


    Essa dosagem suportável varia de pessoa para pessoa, quando ultrapassado, pode desencadear convulsões cerebrais fatais.


    Fora esses riscos,

    algumas drogas injetáveis tais como a cocaína e a heroína — cujo o alto consumo é muito raro no Brasil — trazem consigo um agravante.


    O terrível fantasma da contaminação pelo vírus da Aids, oriundo da prática da partilha de seringas, que é consequência da fissura em aproveitar até a última gotícula dessa substância.


    Propensão de uso de drogas em adolescentes – estatísticas
    Se analisarmos friamente os dados de uma pesquisa da Escola Paulista, veremos que a questão porém, é que apenas um em cada 200 estudantes experimentou cocaína.


    No entanto, dos 30.000 entrevistados pelos pequisadores, cerca de 17% declararam que consomem alguns inalantes, como por exemplo a cola de sapateiro e o lança-perfume.


    Esses inalantes são os campeões da preferência nacional entre os jovens de faixa etária entre 10 e 21 anos.


    Em segundo lugar , nessa escala, vêm os tranquilizantes, de que dependem 7% dos jovens participantes dessa pesquisa.


    Um dado que é alarmante

    de acordo com os médicos que coordenaram o estudo.


    Demonstra de maneira clara que as drogas mais consumidas no país não são de fato ilegais, e que podem ser vendidas em farmácias ou armazéns a qualquer esquina.


    O fato é que, esse estudo da Escola Paulista de Medicina se resume a jovens na faixa entre 10 e 21 anos.


    Porém, de qualquer modo, pelos dados das clínicas de reabilitação especializadas em tratar os dependentes de tóxicos, o problema não é muito diferente quando se fala em consumidores mais velho.


    A disposição para o uso nessa faixa etária, reflete o consumo inconsciente quando se tornam mais velhos.


    Os dados apresentam que em média, sete em cada dez pessoas internadas em clinicas de reabilitação em SP e em todo o Brasil são alcoólatras.
    O álcool é uma droga lícita, sendo assim, para beber álcool, não é preciso sequer receita médica.


    O Uso de drogas na fase adulta – clínica de reabilitação em São Paulo
    Como vimos, a propensão dos adolescentes para drogas lícitas é bem grande, acontece que a população adulta de dependente de drogas também costuma ser fiel consumidora de estimulantes e também barbitúricos.


    Quando o assunto é a prevenção da dependência, o olhar da maioria das pessoas se volta para se lembrar dos adolescentes e, automaticamente se esquece da senhora que não dorme sem engolir um tranquilizante.


    A campanha de prevenção

    deve ser levada mais a sério por parte de nossos governantes, tendo em vista que é mais fácil prevenir e conscientizar do que arcar com as consequências da dependência.


    Sem um trabalho sério de prevenção e conscientização o tratamento da consequência da dependência química será o único recurso para as próximas gerações.


    Muito tem se falado em investimento em clinicas de reabilitação como parte das políticas antidroga do governo, mas isso é assunto para o próximo post!


    Acompanhe sempre aqui na Capital Remoções, conteúdos exclusivos sobres os temas da dependência química, tratamento de álcool e drogas, prevenção, clinicas de reabilitação em São Paulo e em todo o Brasil.


    Periodicamente postamos conteúdos, notícias e disponibilizados em nossa plataforma todas as nossas clinicas de reabilitação parceiras.
    Voltando ao nosso assunto, de acordo com a pesquisa da Escola Paulista de Medicina, a maconha ficou em terceira colocada na preferência dos usuários de drogas brasileiros.


    No entanto, ocupa, em contrapartida, o primeiro lugar em polêmica, por sua discutível dependência física.


    Ainda que do mesmo modo, está provado que a substância é incapaz de provocar morte por overdose, há outros riscos oferecidos ao dependente químico.


    Somos especialistas em tratamentos de álcool e drogas, entre em contato conosco!

  • Política antidrogas e as clinicas de reabilitação

    Política antidrogas e as clinicas de reabilitação

    Política antidrogas e as clinicas de reabilitação


    Os novos projetos das políticas antidroga do governo tem uma proposta um pouco diferente, vai na contramão do viés menos punitivo.


    Tendo em vista que a orientação central da política nacional sobre drogas, tende a considerar alguns aspectos legais, culturais e científicos.


    Levando em consideração a escolha majoritária da população por não aderir a descriminalização de drogas.


    De acordo com pesquisas, o brasileiro majoritariamente opta pela não legalização, com base nisso, o governo propõe uma nova alternativa de política antidrogas.


    Coloca como enfoque dessa política o tratamento do dependente químico, e promove dentre essas ações, algumas ações de tratamento a “promoção da abstinência”.


    Com essa política, o governo pretende alcançar êxito, reposicionando inclusive, a importância das medidas de “redução de danos”, que tem um lugar privilegiado na atual política.


    Qual o papel das clinicas de reabilitação para dependentes químicos na nova política antidrogas?


    Nesse novo formato, o papel das comunidades terapêuticas e clinicas de reabilitação para dependentes químicos é amplamente ressaltado no novo decreto lei.


    O documento rege sob o termo mais genérico, menciona como ‘organizações’ ou então ‘entidades da sociedade civil’.


    De acordo com a minuta de resolução, são apontados que a “União deve promover de forma contínua o fomento à rede de suporte social,

    composta por organizações da sociedade civil de prevenção, acolhimento e reinserção social”.


    Além dessa menção, o documento ainda determina uma “imediata alteração do documento legal da política nacional sobre drogas” essa menção afirma para realinhamento às novas diretrizes.


    O CONAD fez inclusive uma nova reunião, após quase dois anos sem se reunir. O objetivo desse encontro foi para dar posse aos novos integrantes e através desse encontro instituir uma agenda de futuros trabalhos.


    A nova proposta do ministro entrou ainda na pauta de um grupo, formado entre os conselheiros.


    Esse novo grupo ficou responsável por apresentar além do cronograma do Conad para os próximos meses, também e os temas prioritários que serão tratados.


    Há uma grande preocupação do conselho em se antecipar a deliberações na área que podem ser feitas por parte do próprio governo e pelo Judiciário, sobretudo o Supremo Tribunal Federal (STF).


    As diretrizes da política antidrogas do governo
    As diretrizes da nova  Política Nacional de Drogas do governo,

     expressa num decreto que integra um conjunto de ações, referentes aos primeiros cem dias de gestão.


    Esse decreto está ancorado em quatro pontos centrais, que você pode acompanhar com a gente a seguir:


    O novo decreto tem uma posição clara contra a legalização de drogas
    Tem por base o tratamento focado em abstinência,

    com estímulo às chamadas clinicas de reabilitação e comunidades terapêuticas


    Abordagem de um novo entendimento acerca do que é considerado tráfico, onde não somente são levadas em consideração a quantidade que se porta de droga, mas também as circunstâncias do flagrante policial;
    As ações de prevenção nas escolas.


    A Capital Remoções apurou os fatos e as informações que foram repassadas aos grandes veículos de comunicação pelo secretário nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas do Ministério da Cidadania,

    Quirino Cordeiro Júnior.
    O secretário Quirino participou das discussões para elaboração do decreto, onde figurou representando o Ministério da Cidadania.


    O documento elaborado contou ainda com a participação dos Ministérios da Saúde, da Justiça e Segurança Pública além dos ministérios da Mulher, Família e dos Direitos Humanos.


    Essa nova Política Nacional de Drogas foi anunciada num evento no Palácio do Planalto, com a participação de Bolsonaro.


    O conteúdo do decreto fala em “reconhecer o vínculo familiar, a espiritualidade, os esportes, entre outros, como fatores de proteção ao uso,

    ao uso indevido e à dependência do tabaco, do álcool e de outras drogas, observada a laicidade do Estado”.


    Os quatro pontos centrais acima mencionados, dos quais foram apontados por Quirino são o chamamos de cerne do decreto.


    O documento, ainda, orienta como, a partir de agora, devem ser tocadas as políticas públicas voltadas à questão das drogas.

    Com grande ênfase em clinicas de reabilitação para dependentes químicos.
    Pensando nisso, a Capital Remoções preparou esse conteúdo exclusivo onde você terá acesso ao decreto e poderá entender melhor como o governo tratará as políticas antidrogas.


    Além disso, é possível entender no decreto que existe um posicionamento muito claro contra a legalização das drogas.


    Quando procurado pelos veículos de comunicação e questionado sobre essas diretrizes, o secretario alegou que “o governo respeita a posição majoritária da população de ser contra a legalização, com um horizonte de políticas a serem adotadas”.


    Apesar de não discutir acerca da descriminalização, o decreto deixa uma posição clara contrária a qualquer tipo de legalização, acompanhe!


    Além disso, no que rege o tratamento dispensado a usuários de drogas, sai a parte de redução de danos e entram em pauta abstinência e recuperação, segundo Quirino.


    Tudo indica que para isso, o governo irá investir em financiamentos ainda maiores em clinicas de reabilitação populares e comunidades terapêuticas.
    Esses espaços que misturam assistência a usuários, espiritualidade e muitos tratamentos terapêuticos.


    De acordo com Quirino, 2,9 mil vagas em comunidades terapêuticas e clinicas de reabilitação foram financiadas pelo governo federal até o ano passado.


    Agora, no novo governo, a proposta inicial, serão 11 mil vagas financiadas em quase 500 comunidades e clinicas de reabilitação.


    A orientação é clara no que diz respeito a priorizar a abstinência e recuperação no tratamento, vale não só para a rede particular, como também vale para a rede pública de saúde,


    Isso inclui inclusive especificamente para os Centros de Atenção Psicossocial (Caps),

    que atendem usuários de drogas em todo o país.
    No que rege a repressão, o decreto traz uma nova abordagem e uma nova orientação relacionada a esse tema.

    Segundo o secretário Quirino, o tráfico que hoje é reconhecido e recriminado pela quantidade (maconha por exemplo) em poder de uma pessoa abordada por um policial.


    Além dessa quantidade, o policial militar no ato do flagrante deverá levar outros fatores em consideração, por exemplo, as circunstâncias desse flagrante.

    O Policial não deverá se limitar apenas a quantidade do porte.
    Se a quantidade do porte configurar evidências para consumo, deverão ser avaliados outros fatores,

    como por exemplo, se a abordagem foi em um local de venda de drogas, a quantidade de dinheiro no bolso, também podem configurar tráfico.


    A publicação desse decreto demarca a visão do governo acerca desse assunto, deixa clara a posição do governo e as diretrizes da nova política antidrogas.

    Acompanhe agora o novo decreto da Política Nacional sobre Drogas. DECRETO Nº 9.761, DE 11 DE ABRIL DE 2019

    DECRETO Nº 9.761, DE 11 DE ABRIL DE 2019

    Aprova a Política Nacional sobre Drogas.     

    O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput , inciso VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006,
    DECRETA :


    Art. 1º  Fica aprovada a Política Nacional sobre Drogas – Pnad, na forma do Anexo ,

    consolidada a partir das conclusões do Grupo Técnico Interministerial instituído pelo Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas, na Resolução nº 1, de 9 de março de 2018.


    Art. 2º  Os órgãos e as entidades da administração pública federal considerarão, em seus planejamentos e em suas ações, os pressupostos, as definições gerais e as diretrizes fixadas no Anexo .


    Art. 3º  A Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas do Ministério da Cidadania e a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça e Segurança Pública articularão e coordenarão a implementação da Pnad,

    no âmbito de suas competências.


    Art. 4º  Fica revogado o Decreto nº 4.345, de 26 de agosto de 2002.


    Art. 5º  Este Decreto entra em vigor na data da sua publicação.


    Brasília, 11 de abril de 2019; 198º da Independência e 131º da República.


    JAIR MESSIAS BOLSONARO


    Sérgio Moro
    Luiz Henrique Madetta
    Osmar Terra
    Damares Regina Alves
    Este texto não substitui o publicado no DOU de 11.4.2019 – Edição extra
    ANEXO
    Política Nacional sobre Drogas

    INTRODUÇÃO
    O uso de drogas na atualidade é uma preocupação mundial. Entre 2000 e 2015, houve um crescimento de 60% no número de mortes causadas diretamente pelo uso de drogas [1] ,

    sendo este dado o recorte de apenas uma das consequências do problema. Tal condição extrapola as questões individuais e se constitui como um grave problema de saúde pública,

    com reflexos nos diversos segmentos da sociedade. Os serviços de segurança pública, educação, saúde,

    sistema de justiça, assistência social, dentre outros, e os espaços familiares e sociais são repetidamente afetados, direta ou indiretamente, pelos reflexos e pelas consequências do uso das drogas.


    Independentemente das questões de gênero, idade, espaço geográfico ou classe social, ainda que essas especificidades tenham implicações distintas,

    o uso de drogas se expandiu consideravelmente nos últimos anos e exige reiteradas ações concretas do Poder Público, por meio da elaboração de estratégias efetivas para dar respostas neste contexto.

    Tais ações necessitam ser realizadas de forma articulada e cooperada, envolvendo o governo e a sociedade civil,

    alcançando as esferas de prevenção, tratamento, acolhimento, recuperação, apoio e mútua ajuda, reinserção social, ações de combate ao tráfico e ao crime organizado,

    e ampliação da segurança pública.


    A proposta de atenção a tal problemática requer, necessariamente, o reconhecimento do contexto de que nos últimos anos, em nível nacional e internacional,

    é possível identificar o aumento dos mercados de drogas ilícitas [2] e é necessário considerar todas as suas implicações quanto ao monitoramento de fronteiras,

    à segurança pública e à repressão ao tráfico de drogas.
    Dentre as drogas ilícitas, a maconha, em nível mundial, é a droga de maior consumo. No Brasil,

    a maconha é a substância ilícita de maior consumo entre a população. Em pesquisa nacional de levantamento domiciliar,

    realizada no ano de 2012, 6,8% da população adulta e 4,3% da população adolescente declararam já ter feito uso dessa substância, ao menos, uma vez na vida. Já o uso de maconha,

    nos últimos 12 meses, é de 2,5% na população adulta e 3,4% entre adolescentes, sendo que, 62% deste público indica a experimentação antes dos 18 anos. Ademais,

    o uso de maconha, especialmente no público adolescente, gera preocupação em decorrência das consequências nocivas do seu uso crônico, tais como maiores dificuldades de concentração,

    aprendizagem e memória, sintomas de depressão e ansiedade, diminuição da motivação, sintomas psicóticos,

    esquizofrenia, entre outros prejuízos.
    Com relação à cocaína foi identificado o uso, ao menos uma vez na vida, por 3,8% entre adultos e 2,3% entre adolescentes,

    e no que tange aos últimos 12 meses, 1,7% da população adulta e 1,6% da população adolescente referem ter feito uso. Destaca-se que a experimentação da cocaína, em 62% das situações,

    ocorreu antes dos 18 anos. O uso de crack, na vida, foi apontado por 1,3% dos adultos e 0,8% dos adolescentes.

    O uso nos últimos 12 meses foi verificado em 0,7% da população adulta e 0,1% dos adolescentes.

    É necessário compreender a limitação de tal pesquisa, por ser uma amostra domiciliar, que não considera a população em situação de rua, sendo que tal grupo possui suas especificidades,

    com uma tendência de maior de consumo de tais substâncias.
    No que tange ao uso de drogas lícitas,

    em nível mundial, o uso de tabaco é considerado um dos fatores mais determinantes na carga global de doenças. Com seu uso muito vinculado às questões culturais, além dos prejuízos ao usuário,

    o tabaco acarreta complicações àqueles expostos à sua fumaça, denominados fumantes passivos. No Brasil, do ano de 2006 para 2012, houve uma redução de 3,9% na prevalência de fumantes.

    A diminuição do uso do tabaco nos últimos anos é representativa e pode se vincular à implementação de ações direcionadas à prevenção, tais como as limitações nas veiculações de ações publicitárias.

    Entretanto, a experimentação e o uso regular iniciam-se ainda na adolescência, o que indica maior necessidade de ações voltadas para esse público, bem como ampliação no controle sobre a comercialização do tabaco entre adolescentes.

    Ao mesmo tempo que se registra uma diminuição no uso de cigarro, observa-se o uso crescente de seus similares, como o narguilé, especialmente entre adolescentes e jovens.

    Entidades atuantes na área da prevenção do uso de drogas relatam o crescente uso dos derivados do tabaco entre os adolescentes e jovens, fato que ainda carece de estatísticas oficiais em nível nacional,

    bem como ampliação de estudos científicos. Ações de marketing , que promovem produtos como narguilé, e induzem a conceitos errôneos acerca deste produto,

    podem vir a induzir o aumento do uso dessas substâncias vendidas sem qualquer descrição dos seus efeitos maléficos à saúde [3][4] , visto que ações de regulação de sua comercialização ainda são incipientes.

    Neste sentido, dados os prejuízos à saúde, sociais e econômicos, decorrentes do tabaco e de seus derivados, estes produtos [5] , em sua comercialização, devem ter as mesmas diretrizes de advertência que o cigarro já tem.


    Com relação a outra droga lícita, a experimentação do álcool, tem iniciado cada vez mais cedo. No ano de 2006, 13% dos entrevistados tinham experimentado bebidas alcoólicas com idade inferior a 15 anos. Esse percentual subiu para 22% em 2012.

    Esses dados são ainda mais preocupantes no público feminino, visto o aumento do uso de maneira mais precoce entre as mulheres [6] .

    Desenvolver estratégias voltadas para o público mais jovem é de fundamental relevância,

    considerando que os efeitos negativos do uso sobre este grupo etário são maiores quando comparados a grupos mais velhos, sendo a adolescência um período crítico e de risco para o início do uso [7] .

    De forma associada a esse quadro é necessário também refletir sobre o fato de que há comorbidades associadas como, por exemplo, a depressão, que se apresenta com maior prevalência entre abusadores de álcool.

    Identificou-se que 5% da população brasileira já realizou alguma tentativa de suicídio, destas 24% associadas ao consumo de álcool, o que remete à necessidade de atuar diretamente sobre tal realidade [8] .


    Entretanto, ainda se faz necessário o olhar atento para outros grupos etários. As mortes causadas em decorrência direta do uso de drogas entre a população com mais de 50 anos,

    nos anos 2000, representava 27% e aumentou para 39% [9] em 2015, o que indica a necessidade do olhar e de ações estratégias para os distintos grupos.


    Segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (2018) [10] , o álcool foi o 7º fator de risco no mundo para anos de vida perdidos e o 1º para o indicador chamado DALY ( Disability-Adjusted Life Year ),

    que seria a soma dos anos potenciais de vida perdidos, devido à mortalidade prematura e os anos de vida produtiva perdidos devido à deficiência.


    Dar respostas efetivas e concretas a estes contextos é de fundamental relevância visto que a população brasileira, em quase sua totalidade,

    posiciona-se favorável à oferta de propostas de tratamentos gratuitos para o uso de álcool e outras drogas, além da ampliação das já existentes, bem como ao aumento da fiscalização sobre o comércio, tanto de drogas lícitas como ilícitas [11] .


    É evidente com as informações trazidas em relação ao consumo de drogas, lícitas e ilícitas e seu contexto social,

    que há necessidade de atualizar a legislação da política pública sobre drogas, considerada a dinamicidade deste problema de ordem social, econômica e principalmente de saúde pública.

    PRESSUPOSTOS DA POLÍTICA NACIONAL SOBRE DROGAS


    2.1. Buscar incessantemente atingir o ideal de construção de uma sociedade protegida do uso de drogas lícitas e ilícitas e da dependência de tais drogas.


    2.2. A orientação central da Política Nacional sobre Drogas considera aspectos legais, culturais e científicos,

    especialmente, a posição majoritariamente contrária da população brasileira quanto às iniciativas de legalização de drogas.


    2.3. Reconhecer as diferenças entre o usuário, o dependente e o traficante de drogas e tratá-los de forma diferenciada,

    considerada a natureza, a quantidade da substância apreendida, o local e as condições em que se desenvolveu a ação de apreensão, as circunstâncias sociais e pessoais e a conduta e os antecedentes do agente,

    considerados obrigatoriamente em conjunto pelos agentes públicos incumbidos dessa tarefa, de acordo com a legislação.


    2.4. O plantio, o cultivo, a importação e a exportação, não autorizados pela União, de plantas de drogas ilícitas, tais como a cannabis , não serão admitidos no território nacional.


    2.5. Tratar sem discriminação as pessoas usuárias ou dependentes de drogas lícitas ou ilícitas.


    2.6. Conscientizar o usuário e a sociedade de que o uso de drogas ilícitas financia atividades e organizações criminosas, cuja principal fonte de recursos financeiros é o narcotráfico.


    2.7. Garantir o direito à assistência intersetorial, interdisciplinar e transversal, a partir da visão holística do ser humano, com tratamento, acolhimento,

    acompanhamento e outros serviços, às pessoas com problemas decorrentes do uso, do uso indevido ou da dependência do álcool e de outras drogas.


    2.8. As ações, os programas, os projetos, as atividades de atenção, o cuidado, a assistência, a prevenção, o tratamento, o acolhimento, o apoio, a mútua ajuda, a reinserção social,

    os estudos, a pesquisa, a avaliação, as formações e as capacitações objetivarão que as pessoas mantenham-se abstinentes em relação ao uso de drogas.


    2.9. Buscar o equilíbrio entre as diversas diretrizes, que compõem de forma intersistêmica a Política Nacional sobre Drogas e a Política Nacional sobre o Álcool, nas diversas esferas da federação, classificadas, de forma não exaustiva, em:


    a) ações de redução da demanda, incluídas as ações de prevenção, promoção à saúde, cuidado, tratamento, acolhimento, apoio, mútua ajuda e reinserção social;


    b) ações de gestão da política, incluídas as ações de estudo, pesquisa, avaliação, formação e capacitação; e


    c) ações de redução da oferta, incluídas as ações de segurança pública, defesa, inteligência, regulação de substâncias precursoras, de substâncias controladas e de drogas lícitas,

    repressão da produção não autorizada, de combate ao tráfico de drogas, à lavagem de dinheiro e crimes conexos, inclusive por meio da recuperação de ativos que financiem ou sejam resultados dessas atividades criminosas.


    2.10. Buscar, de forma ampla, a cooperação nacional e internacional, pública e privada, por meio da participação de fóruns sobre o tabaco e seus derivados,

    álcool e outras drogas e do estreitamento das relações de colaboração técnica, científica, tecnológica e financeira multilateral, respeitada a soberania nacional.


    2.11. Reconhecer a corrupção, a lavagem de dinheiro e o crime organizado vinculado ao narcotráfico como as principais vulnerabilidades a serem alvo das ações de redução da oferta de drogas.


    2.12. Reconhecer a necessidade de elaboração de planos que permitam a realização de ações coordenadas dos órgãos vinculados à redução da oferta de drogas ilícitas,

    a fim de impedir a utilização do território nacional para o cultivo, a produção, a armazenagem, o trânsito e o tráfico de tais drogas.


    2.13. Reconhecer a necessidade de elaboração de planos que permitam a realização de ações coordenadas dos órgãos públicos e das organizações da sociedade civil vinculados à redução da demanda por drogas.


    2.14. Reconhecer a necessidade de promoção e fomento dos fatores de proteção ao uso, ao uso indevido e à dependência do álcool e de outras drogas.


    2.15. Reconhecer o vínculo familiar, a espiritualidade, os esportes, entre outros, como fatores de proteção ao uso, ao uso indevido e à dependência do tabaco, do álcool e de outras drogas, observada a laicidade do Estado.


    2.16. Reconhecer a necessidade de desenvolvimento de habilidades para a vida, como forma de proteção ao uso, ao uso indevido e à dependência do álcool e outras drogas.


    2.17. Reconhecer a necessidade de conscientização do indivíduo e da sociedade em relação aos fatores de risco, com ações efetivas de mitigação desses riscos, em nível individual e coletivo.


    2.18. Reconhecer que a assistência, a prevenção, o cuidado, o tratamento, o acolhimento, o apoio, a mútua ajuda, a reinserção social e outros serviços e ações na área do uso,

    do uso indevido e da dependência de drogas lícitas e ilícitas precisam alcançar a população brasileira, especialmente sua parcela mais vulnerável.


    2.19. Reconhecer que é necessário tratar as causas e os fatores do uso, do uso indevido e da dependência do álcool e de outras drogas,

    além de promover assistência aos afetados pelos problemas deles decorrentes.


    2.20. Reconhecer a necessidade de tratar o tabagismo, o uso de álcool e de outras drogas também como um problema concernente à infância, à adolescência e à juventude,

    de modo a evitar o início do uso, além da assistência àqueles em uso dessas substâncias.


    2.21. Reconhecer a necessidade de novas formas de abordagem e cuidados e do uso de tecnologias,

    ferramentas, serviços e ações digitais inovadoras.


    2.22. Reconhecer a necessidade de alcançar o indivíduo e a sociedade, inclusive em formas e locais hoje inalcançados e buscar novos meios de lhes proporcionar informação, cuidado e assistência.


    2.23. Reconhecer a importância do desenvolvimento, do fomento e do apoio a serviços e ações à distância, de modo a tornar a política sobre drogas lícitas e ilícitas alcançável a todos, inclusive com possibilidade de menor custo para o Poder Público.


    2.24. Reconhecer a necessidade de se fazer cumprir as leis e as normas sobre drogas lícitas e ilícitas, desenvolver novas ações e regulamentações, especialmente aquelas relacionadas à proteção da vida,

    da saúde, da criança, do adolescente e do jovem, inclusive quanto à publicidade de drogas lícitas e à fiscalização da sua venda, publicidade e consumo.


    2.25. Reconhecer a necessidade de políticas tributárias que disciplinem o consumo, o contrabando e o descaminho de drogas lícitas.


    2.26. Reconhecer a necessidade de impor restrições de disponibilidade de drogas lícitas e ilícitas.


    2.27. Reconhecer a necessidade de capacitação e formação da rede relacionada à Política Nacional sobre Drogas e da Política Nacional sobre o Álcool, nos âmbitos público e privado.


    2.28. Reconhecer a necessidade de estudos, pesquisas e avaliações das ações, dos serviços, dos programas e das atividades no âmbito da Política Nacional sobre Drogas e da Política Nacional sobre o Álcool, nos âmbitos público e privado.


    2.29. Reconhecer a necessidade de manter programas de monitoramento para detecção e avaliação de novas drogas,

    sintéticas ou não, sua composição, efeitos, danos e populações-alvo, a fim de delinear ações de prevenção, tratamento e repressão da oferta.


    2.30. Buscar garantir, por meio do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça e Segurança Pública,

    o desenvolvimento de estratégias de planejamento e avaliação das políticas de educação, assistência social, saúde, trabalho, esportes, habitação, cultura,

    trânsito e segurança pública nos campos relacionados ao tabaco e seus derivados, álcool e outras drogas, com uso de estudos técnicos e outros conhecimentos produzidos pela comunidade científica.


    2.31. Fundamentar, no princípio da responsabilidade compartilhada, a coordenação de esforços entre os diversos segmentos do governo e da sociedade e buscar a efetividade e a sinergia no resultado das ações,

    no sentido de obter redução da oferta e do consumo de drogas, do custo social a eles relacionados e das consequências adversas do uso e do tráfico de drogas ilícitas e do uso de drogas lícitas.


    2.32. Buscar constantemente o aperfeiçoamento, a eficiência, a eficácia, a efetividade e a transparência para os programas, os projetos, as ações e as iniciativas da Política Nacional sobre Drogas,

    em especial pela mensuração científica e administrativa de seus processos, resultados e impactos na sociedade.


    2.33. Incentivar, orientar e propor o aperfeiçoamento da legislação para garantir a implementação e a fiscalização das ações decorrentes desta política.


    2.34. Reconhecer o uso das drogas lícitas como fator importante na indução da dependência,

    e que por esse motivo, deve ser objeto de um adequado controle social, especialmente nos aspectos relacionados à propaganda,

    à comercialização e à acessibilidade de populações vulneráveis, tais como crianças, adolescentes e jovens.


    2.35. Assegurar, por meio de medidas administrativas, legislativas e jurídicas, o cumprimento do disposto nos


    art. 3º , art. 6º , art. 79 , art. 81 e art. 243 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente e na Convenção sobre os Direitos da Criança, da Assembleia Geral das Nações Unidas,

    promulgada pelo Decreto nº 99.710, de 21 de novembro de 1990 , especialmente no art. 17, quanto ao direito de proteção da criança e do adolescente, inclusive nos meios de comunicação,

    zelando para que a criança, o adolescente e o jovem tenham acesso a informações e materiais que visem promover seu bem-estar social, espiritual e moral e sua saúde física e mental,

    promovendo a elaboração de diretrizes apropriadas a fim de proteger a criança, o adolescente e o jovem contra informação e material prejudiciais ao seu bem-estar, especialmente sobre drogas lícitas ou ilícitas.


    2.36. Buscar assegurar à Pnad o caráter de Política de Estado e garantir de forma contínua, recursos orçamentários, humanos, administrativos,

    científicos e de governança para o desenvolvimento de suas ações.


    2.37. Buscar a atuação conjunta e integrada entre órgãos federais, estaduais, municipais e distritais.

    e
    c) ações de redução da oferta, incluídas as ações de segurança pública, defesa, inteligência, regulação de substâncias precursoras, de substâncias controladas e de drogas lícitas,

    repressão da produção não autorizada, de combate ao tráfico de drogas, à lavagem de dinheiro e crimes conexos, inclusive por meio da recuperação de ativos que financiem ou sejam resultados dessas atividades criminosas.


    2.10. Buscar, de forma ampla, a cooperação nacional e internacional, pública e privada, por meio da participação de fóruns sobre o tabaco e seus derivados,

    álcool e outras drogas e do estreitamento das relações de colaboração técnica, científica, tecnológica e financeira multilateral, respeitada a soberania nacional.


    2.11. Reconhecer a corrupção, a lavagem de dinheiro e o crime organizado vinculado ao narcotráfico como as principais vulnerabilidades a serem alvo das ações de redução da oferta de drogas.


    2.12. Reconhecer a necessidade de elaboração de planos que permitam a realização de ações coordenadas dos órgãos vinculados à redução da oferta de drogas ilícitas,

    a fim de impedir a utilização do território nacional para o cultivo, a produção, a armazenagem, o trânsito e o tráfico de tais drogas.


    2.13. Reconhecer a necessidade de elaboração de planos que permitam a realização de ações coordenadas dos órgãos públicos e das organizações da sociedade civil vinculados à redução da demanda por drogas.


    2.14. Reconhecer a necessidade de promoção e fomento dos fatores de proteção ao uso, ao uso indevido e à dependência do álcool e de outras drogas.


    2.15. Reconhecer o vínculo familiar, a espiritualidade, os esportes, entre outros, como fatores de proteção ao uso, ao uso indevido e à dependência do tabaco,

    do álcool e de outras drogas, observada a laicidade do Estado.


    2.16. Reconhecer a necessidade de desenvolvimento de habilidades para a vida, como forma de proteção ao uso, ao uso indevido e à dependência do álcool e outras drogas.


    2.17. Reconhecer a necessidade de conscientização do indivíduo e da sociedade em relação aos fatores de risco, com ações efetivas de mitigação desses riscos, em nível individual e coletivo.


    2.18. Reconhecer que a assistência, a prevenção, o cuidado, o tratamento, o acolhimento, o apoio, a mútua ajuda, a reinserção social e outros serviços e ações na área do uso,

    do uso indevido e da dependência de drogas lícitas e ilícitas precisam alcançar a população brasileira, especialmente sua parcela mais vulnerável.


    2.19. Reconhecer que é necessário tratar as causas e os fatores do uso, do uso indevido e da dependência do álcool e de outras drogas,

    além de promover assistência aos afetados pelos problemas deles decorrentes.


    2.20. Reconhecer a necessidade de tratar o tabagismo, o uso de álcool e de outras drogas também como um problema concernente à infância, à adolescência e à juventude,

    de modo a evitar o início do uso, além da assistência àqueles em uso dessas substâncias.


    2.21. Reconhecer a necessidade de novas formas de abordagem e cuidados e do uso de tecnologias, ferramentas, serviços e ações digitais inovadoras.


    2.22. Reconhecer a necessidade de alcançar o indivíduo e a sociedade, inclusive em formas e locais hoje inalcançados e buscar novos meios de lhes proporcionar informação, cuidado e assistência.


    2.23. Reconhecer a importância do desenvolvimento, do fomento e do apoio a serviços e ações à distância,

    de modo a tornar a política sobre drogas lícitas e ilícitas alcançável a todos, inclusive com possibilidade de menor custo para o Poder Público.


    2.24. Reconhecer a necessidade de se fazer cumprir as leis e as normas sobre drogas lícitas e ilícitas,

    desenvolver novas ações e regulamentações, especialmente aquelas relacionadas à proteção da vida, da saúde,

    da criança, do adolescente e do jovem, inclusive quanto à publicidade de drogas lícitas e à fiscalização da sua venda, publicidade e consumo.


    2.25. Reconhecer a necessidade de políticas tributárias que disciplinem o consumo,

    o contrabando e o descaminho de drogas lícitas.
    2.26. Reconhecer a necessidade de impor restrições de disponibilidade de drogas lícitas e ilícitas.


    2.27. Reconhecer a necessidade de capacitação e formação da rede relacionada à Política Nacional sobre Drogas e da Política Nacional sobre o Álcool, nos âmbitos público e privado.


    2.28. Reconhecer a necessidade de estudos, pesquisas e avaliações das ações, dos serviços, dos programas e das atividades no âmbito da Política Nacional sobre Drogas e da Política Nacional sobre o Álcool, nos âmbitos público e privado.


    2.29. Reconhecer a necessidade de manter programas de monitoramento para detecção e avaliação de novas drogas, sintéticas ou não, sua composição, efeitos, danos e populações-alvo, a fim de delinear ações de prevenção, tratamento e repressão da oferta.


    2.30. Buscar garantir, por meio do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o desenvolvimento de estratégias de planejamento e avaliação das políticas de educação,

    assistência social, saúde, trabalho, esportes, habitação, cultura, trânsito e segurança pública nos campos relacionados ao tabaco e seus derivados, álcool e outras drogas, com uso de estudos técnicos e outros conhecimentos produzidos pela comunidade científica.


    2.31. Fundamentar, no princípio da responsabilidade compartilhada, a coordenação de esforços entre os diversos segmentos do governo e da sociedade e buscar a efetividade e a sinergia no resultado das ações, no sentido de obter redução da oferta e do consumo de drogas, do custo social a eles relacionados e das consequências adversas do uso e do tráfico de drogas ilícitas e do uso de drogas lícitas.


    2.32. Buscar constantemente o aperfeiçoamento, a eficiência, a eficácia, a efetividade e a transparência para os programas, os projetos, as ações e as iniciativas da Política Nacional sobre Drogas, em especial pela mensuração científica e administrativa de seus processos, resultados e impactos na sociedade.


    2.33. Incentivar, orientar e propor o aperfeiçoamento da legislação para garantir a implementação e a fiscalização das ações decorrentes desta política.


    2.34. Reconhecer o uso das drogas lícitas como fator importante na indução da dependência, e que por esse motivo, deve ser objeto de um adequado controle social,

    especialmente nos aspectos relacionados à propaganda, à comercialização e à acessibilidade de populações vulneráveis, tais como crianças, adolescentes e jovens.


    2.35. Assegurar, por meio de medidas administrativas, legislativas e jurídicas, o cumprimento do disposto nos


    art. 3º , art. 6º , art. 79 , art. 81 e art. 243 da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente e na Convenção sobre os Direitos da Criança, da Assembleia Geral das Nações Unidas, promulgada pelo Decreto nº 99.710, de 21 de novembro de 1990 ,

    especialmente no art. 17, quanto ao direito de proteção da criança e do adolescente, inclusive nos meios de comunicação, zelando para que a criança, o adolescente e o jovem tenham acesso a informações e materiais que visem promover seu bem-estar social,

    espiritual e moral e sua saúde física e mental, promovendo a elaboração de diretrizes apropriadas a fim de proteger a criança, o adolescente e o jovem contra informação e material prejudiciais ao seu bem-estar, especialmente sobre drogas lícitas ou ilícitas.


    2.36. Buscar assegurar à Pnad o caráter de Política de Estado e garantir de forma contínua, recursos orçamentários, humanos, administrativos, científicos e de governança para o desenvolvimento de suas ações.


    2.37. Buscar a atuação conjunta e integrada entre órgãos federais, estaduais, municipais e distritais.

    OBJETIVOS DA POLÍTICA NACIONAL SOBRE DROGAS


    3.1. Conscientizar e proteger a sociedade brasileira dos prejuízos sociais, econômicos e de saúde pública representados pelo uso, pelo uso indevido e pela dependência de drogas lícitas e ilícitas.


    3.2. Conscientizar o usuário e a sociedade de que o uso, o uso indevido e a dependência de drogas ilícitas financia as organizações criminosas e suas atividades, que têm o narcotráfico como principal fonte de recursos financeiros.


    3.3. Garantir o direito à assistência intersetorial, interdisciplinar e transversal, a partir da visão holística do ser humano, pela implementação e pela manutenção da rede de assistência integrada,

    pública e privada, com tratamento, acolhimento em comunidade terapêutica, acompanhamento, apoio, mútua ajuda e reinserção social, à pessoa com problemas decorrentes do uso, do uso indevido ou da

    dependência do álcool e de outras drogas e a prevenção das mesmas a toda a população, principalmente àquelas em maior vulnerabilidade.


    3.4. Buscar equilíbrio entre as diversas frentes que compõem de forma intersistêmica a Pnad, nas esferas da federação, classificadas, de forma não exaustiva, em políticas públicas de redução da demanda (prevenção, promoção e manutenção da abstinência,

    promoção à saúde, cuidado, tratamento, acolhimento, apoio, mútua ajuda, suporte social e redução dos riscos e danos sociais e à saúde, reinserção social) e redução de oferta (ações de segurança pública,

    de defesa, de inteligência, de regulação de substâncias precursoras, de substâncias controladas e de drogas lícitas, além de repressão da produção não autorizada, de combate ao tráfico de drogas, à lavagem de dinheiro e crimes conexos,

    inclusive por meio da recuperação de ativos que financiem atividades do Poder Público nas frentes de redução de oferta e redução de demanda).


    3.4.1. Cabe ao Poder Público incentivar e fomentar estudos, pesquisas e avaliações das políticas públicas e a formação de profissionais que atuam na área.


    3.5. Considerar nas políticas públicas em geral as causas e os fatores relacionados ao uso, ao uso indevido e à dependência do tabaco e seus derivados,

    do álcool e de outras drogas e garantir que as pessoas afetadas pelos problemas decorrentes de seu uso sejam tratadas de forma integrada e em rede, com o objetivo de que se mantenham abstinentes em relação ao uso de drogas.


    3.6. Promover e apoiar novas formas de abordagens e cuidados e o uso de tecnologias, ferramentas, serviços e ações digitais e inovadoras, que inclusive proporcionem redução de custos para o Poder Público.


    3.7. Cumprir e fazer cumprir as leis e as normas sobre drogas lícitas e ilícitas, implementar as ações delas decorrentes e desenvolver ações e regulamentações, especialmente aquelas relacionadas à proteção da vida, da saúde, da criança,

    do adolescente e do jovem, inclusive quanto à publicidade de drogas lícitas, à fiscalização da venda, da publicidade, do consumo e de restrições a sua disponibilidade.


    3.8. Impor e fazer cumprir restrições de disponibilidade de drogas lícitas e ilícitas.


    3.9. Propor, manter, alterar e fazer cumprir políticas tributárias a fim de inibir o consumo, o tráfico e o descaminho de drogas lícitas.


    3.10. Promover, criar estímulos e condições, e apoiar iniciativas de capacitação e formação da rede da Pnad e da Política Nacional sobre o Álcool, nos âmbitos público e privado.


    3.11. Promover, criar estímulos e condições, e apoiar iniciativas de estudos, pesquisas e avaliações das ações, dos serviços, dos programas e das atividades no âmbito da Pnad e da Política Nacional sobre o Álcool, nos âmbitos público e privado.


    3.12. Assegurar, por meio de medidas administrativas, legislativas e jurídicas, o cumprimento disposto nos


    art. 3º , art. 6º , art. 79 , art. 81 e art. 243 da Lei nº 8.069, de 1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente e na Convenção sobre os Direitos da Criança, da Assembleia Geral das Nações Unidas, promulgada pelo Decreto nº 99.710, de 1990 , especialmente no art. 17,

    quanto ao direito de proteção da criança e do adolescente, inclusive nos meios de comunicação, zelando para que a criança, o adolescente e o jovem tenham acesso a informações e materiais que visem promover seu bem-estar social, espiritual e moral e sua saúde física e mental,

    promovendo a elaboração de diretrizes apropriadas a fim de proteger a criança, o adolescente e o jovem contra informação e material prejudiciais ao seu bem-estar, especialmente das drogas lícitas ou ilícitas.


    3.13. Assegurar políticas públicas para redução da oferta de drogas, por meio de atuação coordenada, cooperativa e colaborativa dos integrantes do Sistema Único de Segurança Pública –

    Susp e de outros órgãos responsáveis pela persecução criminal nos entes federativos, incluída a realização de ações repressivas e processos criminais contra os responsáveis pela produção e pelo tráfico de substâncias proscritas, de acordo com o previsto na legislação.


    3.14. Educar, informar, capacitar e formar pessoas, em todos os segmentos sociais, para a ação efetiva e eficaz nas reduções de oferta e demanda, com base em conhecimentos científicos validados e experiências bem-sucedidas, adequadas à realidade nacional,

    apoiando e fomentando serviços e instituições, públicas ou privadas atuantes na área da capacitação e educação continuada relacionadas ao uso, ao uso indevido e à dependência do tabaco e seus derivados, do álcool e de outras drogas.


    3.15. Conhecer, sistematizar, divulgar e apoiar iniciativas, ações e campanhas de prevenção do uso de drogas lícitas e ilícitas em uma rede operativa, com a finalidade de ampliar sua abrangência e eficácia.


    3.16. Regulamentar, avaliar e acompanhar o tratamento, o acolhimento em comunidade terapêutica, a assistência e o cuidado de pessoas com uso indevido de álcool e outras drogas lícitas e ilícitas e com dependência química, a partir de uma visão holística do ser humano, observadas a intersetorialidade e a transversalidade das ações.


    3.16.1. Nesse processo, será considerada a multifatorialidade das causas do uso, do uso indevido e da dependência das drogas lícitas e ilícitas.


    3.17. Reduzir as consequências negativas sociais, econômicas e de saúde, individuais e coletivas, decorrentes do uso, do uso indevido e da dependência de drogas lícitas e ilícitas.


    3.18. Promover a estratégia de busca de abstinência de drogas lícitas e ilícitas como um dos fatores de redução dos problemas sociais, econômicos e de saúde decorrentes do uso, do uso indevido e da dependência das drogas lícitas e ilícitas.


    3.19. Difundir o conhecimento sobre os crimes, os delitos e as infrações relacionados às drogas ilícitas e lícitas, a fim de prevenir e coibir sua prática, por meio da implementação e da efetivação de políticas públicas voltadas para a melhoria da qualidade de vida do cidadão.


    3.20. Combater o tráfico de drogas e os crimes conexos, no território nacional, com ênfase às áreas de fronteiras terrestres, aéreas e marítimas e ao crime organizado vinculado ao narcotráfico.


    3.21. Assegurar, de forma contínua e permanente, o combate à corrupção e à lavagem de dinheiro, como forma de estrangular o fluxo lucrativo da atividade ilegal que diz respeito ao tráfico de drogas.


    3.22. Manter e atualizar continuamente o Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas – OBID para fundamentar o desenvolvimento de programas e de intervenções dirigidas à redução de demanda (prevenção, tratamento, acolhimento,

    apoio, mútua ajuda e reinserção social), redução de oferta de drogas, resguardados o sigilo, a confidencialidade e observados os procedimentos éticos de pesquisa e armazenamento de dados.


    3.23. Garantir eficiência, eficácia, cientificidade e rigor metodológico às atividades de redução de demanda e de oferta, por meio da promoção, de forma sistemática, de levantamentos,

    pesquisas e avaliações a serem realizados preferencialmente por órgãos de referência na comunidade científica e de órgãos que sejam formalmente reconhecidos como centros de excelência ou de referência nas áreas de tratamento, acolhimento,

    recuperação, apoio e mútua ajuda, reinserção social, prevenção, capacitação e formação, público ou de organizações da sociedade civil sem fins lucrativos.


    3.24. Garantir a realização de estudos e pesquisas com vistas à inovação de métodos e programas de redução de demanda e de oferta.


    3.25. Garantir a harmonia da Pnad com outras políticas públicas vinculadas ao tema, tais como, a Política Nacional de Controle do Tabaco, a Política Nacional de Álcool, a Política Nacional de Saúde Mental e a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social.


    3.26. Quanto à Política Nacional de Controle do Tabaco, deverão ser tomadas as medidas administrativas,

    jurídicas e legislativas necessárias para que as restrições hoje existentes para os produtos do tabaco em geral, inclusive quanto às advertências e imagens de impacto dos malefícios causados pelo tabaco e seus derivados sejam aplicadas e cumpridas em relação a seus derivados,

    incluído o narguilé, com rigorosa fiscalização para aplicação das leis e das normas estabelecidas, especialmente quanto à proteção da criança, do adolescente e do jovem contra a informação e o material prejudicial ao seu bem-estar e à sua saúde.


    3.27. Garantir o caráter intersistêmico, intersetorial, interdisciplinar e transversal do Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas – Sisnad, por meio de sua articulação com outros sistemas de políticas públicas, tais como o Sistema Único de Saúde – SUS, o Sistema Único de Assistência Social – SUAS, o Sistema Único de Segurança Pública – Susp, entre outros.


    3.28. Garantir recursos orçamentários para o Fundo Nacional Antidrogas – Funad e para outros órgãos componentes do Sisnad,

    para implementação da Pnad, com utilização dos recursos decorrentes de apreensão e do perdimento, em favor da União, de bens, de direitos e de valores objetos de tráfico ilícito de drogas e outros recursos destinados ao Funad.


    3.29. Atuar de forma conjunta e integrada entre órgãos federais, estaduais, municipais e distritais.
    3.30. Propor e manter normas severas para os causadores de acidentes de trânsito ou do trabalho decorrentes do uso de drogas lícitas ou ilícitas.

    PREVENÇÃO


    4.1. Orientação geral


    4.1.1. A efetiva prevenção ao uso de tabaco e seus derivados, de álcool e de outras drogas é fruto do comprometimento, da cooperação e da parceria entre os diferentes segmentos da sociedade brasileira e dos órgãos da administração pública federal, estadual,

    distrital e municipal, fundamentada na filosofia da responsabilidade compartilhada, com a construção de redes que visem à melhoria das condições de vida e promoção geral da saúde da população, da promoção de habilidades sociais e para a vida,

    o fortalecimento de vínculos interpessoais, a promoção dos fatores de proteção ao uso do tabaco e de seus derivados, do álcool e de outras drogas e da conscientização e proteção dos fatores de risco.


    4.1.2. A execução da Pnad, no campo da prevenção, deve ser realizada nos níveis federal, estadual, distrital e municipal, com o apoio dos conselhos nacional, estaduais, distrital e municipais de políticas públicas sobre drogas e da sociedade civil organizada,

    adequada às peculiaridades locais e com a priorização das comunidades mais vulneráveis, identificadas por diagnósticos que considerem estudos técnicos, indicadores sociais e literatura científica.


    4.1.2.1. Os Municípios, os Estados e o Distrito Federal devem ser incentivados pelo Governo federal a instituir, fortalecer e divulgar os seus conselhos sobre drogas.


    4.1.3. As ações preventivas devem ser pautadas em princípios éticos e de pluralidade cultural, orientadas para a promoção de valores voltados à saúde física, mental e social,

    individual e coletiva, ao bem-estar, à integração socioeconômica, à formação e fortalecimento de vínculos familiares, sociais e interpessoais, à promoção de habilidades sociais e para a vida,

    da espiritualidade, à valorização das relações familiares e à promoção dos fatores de proteção ao uso do tabaco e seus derivados, do álcool e de outras drogas, considerados os diferentes modelos,

    em uma visão holística do ser humano, com vistas à promoção e à manutenção da abstinência.


    4.1.4. As ações preventivas devem ser planejadas e direcionadas ao desenvolvimento humano, ao incentivo da educação para a vida saudável e à qualidade de vida, ao fortalecimento dos mecanismos de proteção do indivíduo,

    ao acesso aos bens culturais, à prática de esportes, ao lazer, ao desenvolvimento da espiritualidade, à promoção e manutenção da abstinência,

    ao acesso ao conhecimento sobre drogas com embasamento científico, considerada a participação da família, da escola e da sociedade na multiplicação das ações.


    4.1.5. As mensagens utilizadas em campanhas e programas educacionais e preventivos devem ser claras, atualizadas e baseadas em evidências científicas, consideradas as especificidades do público-alvo,

    as diversidades culturais, a vulnerabilidade de determinados grupos sociais, incluído o uso de tecnologias e ferramentas digitais inovadoras.


    4.1.6. As políticas e as ações de prevenção devem estimular a regulação do horário e de locais de venda de drogas lícitas e a tributação de preços como fatores inibidores de consumo, além da restrição da publicidade de tais drogas.


    4.1.7. Deve ser assegurado, por meio de medidas administrativas, legislativas e jurídicas, o cumprimento do disposto nos


    art. 3º , art. 6º , art. 79 , art. 81 e art. 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente e na Convenção sobre os Direitos da Criança, da Assembleia Geral das Nações Unidas, promulgada pelo Decreto nº 99.710, de 1990 , especialmente no art. 17,

    quanto ao direito de proteção da criança e do adolescente, inclusive nos meios de comunicação, zelar para que a criança,

    o adolescente e o jovem tenham acesso a informações e materiais que visem promover seu bem-estar social, espiritual e moral e sua saúde física e mental e promover a elaboração de diretrizes apropriadas a fim de

    proteger crianças, adolescentes e jovens contra informação e material prejudiciais ao seu bem-estar, especialmente sobre drogas lícitas e ilícitas.


    4.1.8. O tabagismo, o uso de álcool e de outras drogas devem ser tratados como um problema concernente à infância, à adolescência e à juventude, de modo a evitar o início do uso,

    além de garantir o tratamento, a assistência e o cuidado àqueles já em uso dessas substâncias.


    4.2. Diretrizes


    4.2.1. Garantir aos pais ou responsáveis, representantes de entidades governamentais e não-governamentais, iniciativa privada sem fins lucrativos, educadores, religiosos,

    líderes estudantis e comunitários, conselheiros federais, estaduais, distritais e municipais e outros atores sociais,

    capacitação continuada direta, ou por meio de instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos, sobre prevenção do uso de drogas lícitas e ilícitas,

    com vistas ao engajamento no apoio às atividades preventivas com base na filosofia da responsabilidade compartilhada, inclusive com a utilização de plataformas online, à distância e a formalização de parcerias no âmbito do Poder Público e com as organizações da sociedade civil sem fins lucrativos.


    4.2.2. Dirigir ações de educação preventiva, inclusive em parcerias públicas ou com entidades privadas sem fins lucrativos, de forma continuada, com foco no indivíduo e em seu contexto sociocultural,

    a partir da visão holística do ser humano e buscar de forma responsável e em conformidade com as especificidades de cada público-alvo:


    a) desestimular seu uso inicial;


    b) promover a abstinência; e
    c) conscientizar e incentivar a diminuição dos riscos associados ao uso, ao uso indevido e à dependência de drogas lícitas e ilícitas.


    4.2.3. Dirigir esforço especial para crianças, adolescentes e jovens, com vistas à garantia dos direitos destas a uma vida saudável e à prevenção ao consumo de drogas,

    em faixas etárias sabidamente de maior risco, inclusive com apoio a iniciativas e serviços de instituições públicas e privadas sem fins lucrativos.


    4.2.4. Promover e apoiar ações de prevenção que visem à melhoria das condições de vida e promoção geral da saúde e à promoção de habilidades sociais e para a vida, o fortalecimento de vínculos interpessoais,

    a promoção dos fatores de proteção ao uso do tabaco e seus derivados, do álcool e de outras drogas e a conscientização e proteção contra os fatores de risco.


    4.2.5. Promover e apoiar ações que promovam o vínculo familiar, o desenvolvimento da espiritualidade e a prática de esportes, entre outras, como fatores de proteção ao uso de tabaco e seus derivados, de álcool e de outras drogas.


    4.2.6. Considerar as causas e os fatores relacionados ao uso, ao uso indevido e à dependência do tabaco e seus derivados, de álcool e de outras drogas na formulação de ações, atividades e programas preventivos.


    4.2.7. Tratar as ações preventivas relativas ao tabagismo e ao uso de álcool e de outras drogas também como um problema concernente à infância, à adolescência e à juventude, de modo a evitar o início do uso de tais substâncias.


    4.2.8. Assegurar, por meio de medidas administrativas, legislativas e jurídicas, o cumprimento do disposto nos


    art. 3º , art. 6º , art. 79 , art. 81 e art. 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente e na Convenção sobre os Direitos da Criança, da Assembleia Geral das Nações Unidas, promulgada pelo Decreto nº 99.710, de 1990 , especialmente no art. 17,

    quanto ao direito de proteção da criança e do adolescente, inclusive nos meios de comunicação, zelar para que a criança e o adolescente tenham acesso a informações e materiais que visem promover seu bem-estar social,

    espiritual e moral e sua saúde física e mental e promover a elaboração de diretrizes apropriadas a fim de proteger a criança, o adolescente e o jovem contra informação e material prejudiciais ao seu bem-estar, especialmente sobre drogas lícitas e ilícitas.


    4.2.9. Fazer cumprir as leis e as normas sobre drogas lícitas e ilícitas, implementar ações decorrentes e desenvolver novas ações e

    regulamentações, especialmente aquelas relacionadas à proteção da vida, da saúde, principalmente da criança, do adolescente e do jovem, inclusive quanto à publicidade de drogas lícitas,

    à fiscalização da venda, da publicidade e do consumo, à redução do horário e de locais de disponibilidade de drogas lícitas, à sua tributação de preços como fatores inibidores de consumo.


    4.2.10. Promover e apoiar ações específicas para a população em situação de rua, indígenas e gestantes, que visem à prevenção e à proteção da vida e à promoção da saúde, por meio de ações e da constituição de serviços em instituições públicas e privadas sem fins lucrativos.


    4.2.11. Promover, estimular e apoiar a capacitação continuada, inclusive pela formação de parcerias com o Poder Público e as organizações da sociedade civil sem fins lucrativos,

    o trabalho interdisciplinar e multiprofissional, com a participação dos atores sociais envolvidos no processo, possibilitando que se tornem multiplicadores,

    com o objetivo de ampliar, articular e fortalecer as redes sociais, com vistas ao desenvolvimento integrado de programas de promoção geral à saúde e de prevenção ao uso de tabaco e seus derivados,

    álcool e outras drogas.
    4.2.12. Manter, atualizar e divulgar de forma sistematizada e contínua informações de prevenção sobre o uso de drogas lícitas e ilícitas, integrado ao OBID, acessível à sociedade,

    de forma a favorecer a formulação e a implementação de ações de prevenção, incluído o mapeamento e a divulgação de boas práticas existentes no Brasil e em outros países, avaliadas em termos de eficácia e efetividade.


    4.2.13. Incluir processo de avaliação permanente dos programas, projetos, ações e iniciativas de prevenção realizadas pelos Governos federal, estaduais, distrital e municipais, observadas as especificidades regionais e locais.


    4.2.14. Fundamentar campanhas e programas de prevenção ao uso de tabaco e seus derivados, álcool e outras drogas em pesquisas e levantamentos sobre o uso de drogas lícitas e ilícitas e suas consequências, de acordo com a população-alvo,

    respeitadas as características regionais e as peculiaridades dos diversos segmentos populacionais.


    4.2.15. Buscar, de forma ampla, a cooperação nacional e internacional, pública e privada sem fins lucrativos, participar de fóruns sobre o tabaco e seus derivados, o álcool e outras drogas e estreitar as relações de colaboração técnica, científica, tecnológica e financeira multilateral, respeitando a soberania nacional.


    4.2.16. Promover e apoiar novas formas de abordagem e cuidados, o uso de tecnologias, ferramentas, serviços e ações digitais inovadoras.


    4.2.17. Propor a inclusão, na educação básica, média e superior, de conteúdos relativos à prevenção do uso de drogas lícitas e ilícitas, com ênfase na promoção da vida,

    da saúde, na promoção de habilidades sociais e para a vida, formação e fortalecimento de vínculos, promoção dos fatores de proteção às drogas, conscientização e proteção contra os fatores de risco.


    4.2.18. Priorizar ações interdisciplinares e contínuas, de caráter preventivo e educativo na elaboração de programas de saúde para o trabalhador e seus familiares, e oportunizar a prevenção do uso de tabaco e seus derivados,

    de álcool e de outras drogas, no ambiente de trabalho ou fora dele, em todos os turnos, com vistas à melhoria da qualidade de vida e à segurança nas empresas e fora delas, baseadas no processo da responsabilidade

    compartilhada, tanto do empregado como do empregador.


    4.2.19. Recomendar a criação de mecanismos de incentivos, fiscais ou de outra ordem, para que empresas e instituições desenvolvam ações de caráter preventivo sobre o uso de drogas lícitas e ilícitas, inclusive para

    pessoas jurídicas que admitam em seus quadros profissionais egressos de sistema de tratamento, acolhimento, recuperação, apoio e reinserção de dependentes do álcool e outras drogas.

    TRATAMENTO, ACOLHIMENTO, RECUPERAÇÃO, APOIO, MÚTUA AJUDA E REINSERÇÃO SOCIAL


    5.1. Orientação Geral
    5.1.1. O Estado deve estimular, garantir e promover ações para que a sociedade, incluídos os usuários, os dependentes, os familiares e as populações específicas,

    possa assumir com responsabilidade ética o tratamento, o acolhimento, a recuperação, o apoio, a mútua ajuda e a reinserção social, apoiada técnica e financeiramente pelos órgãos da administração pública na abordagem do uso indevido e da dependência do tabaco e seus derivados, do álcool e de outras drogas.


    5.1.1.1. Tais ações podem ser executadas diretamente pelo Poder Público, nos níveis federal, estadual, distrital e municipal, e pelas organizações não-governamentais sem fins lucrativos.


    5.1.2. As ações de tratamento, acolhimento, recuperação, apoio, mútua ajuda e reinserção social serão vinculadas a pesquisas científicas, deverão avaliar, incentivar e multiplicar as políticas que tenham obtido resultados efetivos,

    com garantia de alocação de recursos técnicos e financeiros, para a realização dessas práticas e pesquisas na área, e promoverão o aperfeiçoamento do adequado cuidado das pessoas com uso abusivo e dependência de drogas lícitas e ilícitas,

    em uma visão holística do ser humano, com vistas à promoção e à manutenção da abstinência.


    5.1.3. No Orçamento Geral da União devem ser previstas dotações orçamentárias, em todos os ministérios responsáveis pelas ações da Pnad e da Política Nacional sobre o Álcool, que serão distribuídas com base em avaliação das necessidades específicas para a área de tratamento,

    acolhimento, recuperação, apoio, mútua ajuda e reinserção social, para estimular a responsabilidade compartilhada entre o governo e a sociedade.
    5.1.4. Promover e garantir a articulação e a integração das intervenções para tratamento,

    recuperação, reinserção social, por meio das Unidades Básicas de Saúde, Ambulatórios, Centros de Atenção Psicossocial, Unidades de Acolhimento, Comunidades Terapêuticas,

    Hospitais Gerais, Hospitais Psiquiátricos, Hospitais-Dia, Serviços de Emergências, Corpo de Bombeiros, Clínicas Especializadas, Casas de Apoio e Convivência, Moradias Assistidas,

    Grupos de Apoio e Mútua Ajuda, com o Sisnad, o SUS, o SUAS, o Susp e outros sistemas relacionados para o usuário e seus familiares, por meio de distribuição de recursos técnicos e financeiros por parte do Estado, nas esferas federal, estadual, distrital e municipal.


    5.1.5. A capacitação continuada, avaliada e atualizada dos setores governamentais e não-governamentais envolvidos com tratamento, acolhimento, recuperação, apoio,

    mútua ajuda e reinserção social dos usuários, dependentes químicos e seus familiares deve ser garantida, com uso de recursos financeiros da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, com o objetivo de multiplicar os conhecimentos na área.


    5.2. Diretrizes


    5.2.1. Desenvolver e disponibilizar banco de dados, com informações científicas atualizadas, para subsidiar o planejamento e a avaliação das práticas de prevenção, tratamento, recuperação,

    acolhimento, apoio, mútua ajuda e reinserção social sob a responsabilidade de órgãos públicos, privados ou de organizações não-governamentais sem fins lucrativos, e as informações serão de abrangência regional, estadual,

    municipal e distrital ou, se necessário, serão georreferenciadas, com ampla divulgação, fácil acesso e resguardado o sigilo das informações.


    5.2.2. Definir normas mínimas que regulem o funcionamento de instituições dedicadas ao tratamento, ao acolhimento, à recuperação e à reinserção social, em quaisquer modelos ou formas de atuação, monitorar e fiscalizar o cumprimento dessas normas,

    respeitado o âmbito de atuação de cada instituição, a partir de uma visão holística do ser humano, observadas a intersetorialidade e a transversalidade das ações.


    5.2.2.1. Nesse processo, será considerada a multifatorialidade das causas do uso, do uso indevido e da dependência das drogas lícitas e ilícitas e com vistas à promoção e à manutenção da abstinência.


    5.2.3. Estabelecer procedimentos de avaliação para as intervenções terapêuticas e de recuperação, com base em parâmetros comuns, de forma a permitir a comparação de resultados entre as diversas formas de intervenção, as suas ações e os serviços ofertados.


    5.2.4. Desenvolver, adaptar e implementar diversas modalidades de tratamento, acolhimento, recuperação, apoio, mútua ajuda e reinserção social dos dependentes do tabaco e seus derivados, do álcool e de outras drogas, inclusive seus familiares, às características específicas dos

    diferentes grupos, incluídos crianças e adolescentes, adolescentes em medida socioeducativa, mulheres, homens, população LGBTI, gestantes, idosos, moradores de rua, pessoas em situação de risco social, portadores de comorbidades, população carcerária e egressos, trabalhadores do sexo e

    populações indígenas, por meio de recursos técnicos e financeiros.
    5.2.5. Estimular e apoiar, inclusive financeiramente, o trabalho de comunidades terapêuticas, de adesão e permanência voluntárias pelo acolhido, de caráter residencial e transitório, inclusive entidades que as congreguem ou as representem.


    5.2.6. Estimular e apoiar, inclusive financeiramente, o aprimoramento, o desenvolvimento e a estruturação física e funcional das Comunidades Terapêuticas e de outras entidades de tratamento, acolhimento, recuperação, apoio e mútua ajuda, reinserção social, de prevenção e de capacitação continuada.


    5.2.7. Estimular o trabalho de instituições residenciais de apoio provisório, criadas como etapa intermediária na recuperação, dedicadas à reinserção social e ocupacional após período de intervenção terapêutica aguda.


    5.2.8. Propor, por meio de dispositivos legais, incluídos incentivos fiscais, o estabelecimento de parcerias e de convênios que envolvam os governos federal, estaduais, municipais e distrital e que possibilitem a atuação de

    instituições e organizações públicas, não-governamentais ou privadas sem fins lucrativos, que contribuam no tratamento, no acolhimento, na recuperação, no apoio e na mútua ajuda, na reinserção social, na prevenção e na capacitação continuada.


    5.2.9. Estimular e apoiar ações e serviços destinados a pessoas reclusas, ex-apenados ou sujeitos a penas administrativas.


    5.2.10. Garantir a destinação parcial dos recursos provenientes das arrecadações do Funad, composto por recursos advindos da apropriação de bens e valores apreendidos em decorrência do crime do narcotráfico, para tratamento, acolhimento, recuperação, apoio e mútua ajuda, reinserção social, prevenção, educação continuada.


    5.2.11. Propor que a Agência Nacional de Saúde Suplementar regule o atendimento assistencial em saúde para os transtornos mentais ou por abuso de substâncias psicotrópicas, de modo a garantir tratamento tecnicamente adequado previsto na Política Nacional de Saúde Mental e na Pnad.


    5.2.12. Estimular e apoiar, inclusive financeiramente, a Rede Nacional de Mobilização Comunitária e Apoio a Familiares de Dependentes de Drogas, em articulação com grupos e entidades da sociedade civil de reconhecida atuação nesta área.


    5.2.13. Estimular e apoiar, inclusive financeiramente, entidades dedicadas à formação, à capacitação e ao suporte a grupos de apoio e mútua ajuda e seus facilitadores ou moderadores.


    5.2.14. Desenvolver novos modelos de assistência e cuidado, por meio de credenciamento de entidades públicas ou privadas sem fins lucrativos, de modo a permitir que esse serviço possa atingir a população nos diferentes pontos do território nacional, incluídas propostas para atendimentos de públicos-alvo diferenciados, com apoio financeiro.


    5.2.15. Estimular e apoiar o desenvolvimento de novas formas de grupos de apoio e mútua ajuda, inclusive virtuais, de modo a atingir o público-alvo no seu próprio território, com foco na autonomia do usuário, quando possível, para escolha da melhor forma de receber assistência à sua demanda, mediante plataformas e formas próprias.

    REDUÇÃO DA OFERTA


    6.1. Orientação Geral


    6.1.1. A redução substancial dos crimes relacionados ao tráfico de drogas ilícitas, ao uso de tais substâncias e ao uso de drogas lícitas, responsáveis pelo alto índice de violência no País, deve proporcionar melhoria nas condições de segurança das pessoas.


    6.1.2. Ações contínuas de combate à corrupção, à lavagem de dinheiro, ao crime organizado e de gestão de ativos criminais vinculados ao narcotráfico serão consideradas as principais questões a serem alvo das ações de redução da oferta.


    6.1.3. Meios adequados serão assegurados à promoção da saúde e à preservação das condições de trabalho e da saúde física e mental dos profissionais de segurança pública, incluída a assistência jurídica, em especial pelo Sistema Integrado de Educação e Valorização Profissional – Sievap.


    6.1.4. As ações contínuas de repressão serão promovidas para redução da oferta das drogas ilegais e seu uso, para erradicação e apreensão permanentes de tais substâncias produzidas no território nacional ou estrangeiro,

    para bloqueio do ingresso das drogas oriundas do exterior, destinadas ao consumo interno ou ao mercado internacional, para identificação e desmantelamento das organizações criminosas e para gestão de ativos criminais apreendidos por meio das ações de redução da oferta.


    6.1.5. A coordenação, a promoção e a integração das ações dos setores governamentais, responsáveis pelas atividades de prevenção e repressão ao tráfico de drogas ilícitas, nos níveis de governo, orientarão a todos que possam apoiar, aprimorar e facilitar este trabalho.


    6.1.6. A execução da Pnad deve estimular e promover a participação e o engajamento de organizações não-governamentais e dos setores organizados da sociedade, de forma harmônica com as diretrizes governamentais.


    6.1.7. As ações dos integrantes do Susp, do Conselho de Controle de Atividades Financeiras do Ministério da Justiça e Segurança Pública, do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional da Secretaria Nacional de Justiça do Ministério da Justiça e Segurança Pública,

    da Secretaria Especial da Receita Federal do Ministério da Economia, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e dos demais setores governamentais com responsabilidade na redução da oferta devem receber irrestrito apoio na execução de suas atividades.


    6.1.8. É necessária a interação permanente entre os órgãos do Sisnad, o Poder Judiciário e o Ministério Público, por meio dos órgãos competentes, com vistas a agilizar a implementação da tutela cautelar, com o objetivo de evitar a deterioração dos bens apreendidos.


    6.2. Diretrizes


    6.2.1. Conscientizar e estimular a colaboração espontânea e segura das pessoas e das instituições cujos órgãos sejam encarregados da prevenção e da repressão ao tráfico de drogas, garantido o anonimato.


    6.2.2. Centralizar, por meio do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, Prisionais, de Rastreabilidade de Armas e Munições, de Material Genético, de Digitais e de Drogas – Sinesp, informações que

    permitam promover o planejamento integrado e coordenado das ações repressivas dos diferentes órgãos, disponibilizar tais informações aos entes federativos e atender às solicitações de organismos nacionais e internacionais com os quais o País mantém acordos.


    6.2.3. Estimular operações repressivas e assegurar condições técnicas e financeiras, para ações integradas entre os órgãos federais, estaduais, municipais e distritais, responsáveis pela redução da oferta, coordenadas de acordo com os princípios do Susp,

    sem relação de subordinação, com o objetivo de prevenir e combater os crimes relacionados às drogas, inclusive do combate à corrupção, à lavagem de dinheiro e ao crime organizado vinculado ao narcotráfico, como alvo das ações de redução da oferta.


    6.2.4. Incrementar a cooperação internacional, estabelecer e reativar protocolos e ações coordenadas e fomentar a harmonização de suas legislações, especialmente com os países vizinhos, em consonância com os pressupostos, as orientações gerais e as diretrizes fixados na Pnad relativo à redução da oferta, observada a soberania nacional.


    6.2.5. Apoiar a realização de ações dos órgãos responsáveis pela investigação, fiscalização e controle nas esferas federal, estadual e municipal e distrital, para impedir que bens e recursos provenientes do tráfico de drogas sejam legitimados no Brasil e no exterior.


    6.2.6. Planejar e adotar medidas para tornar a repressão eficaz e cuidar para que as ações de fiscalização e investigação sejam harmonizadas, mediante a concentração dessas atividades dentro da jurisdição penal em que o Poder Judiciário e a Polícia repressiva disponham de recursos técnicos, financeiros e humanos adequados para promover e sustentar a ação contínua de desmonte das organizações criminosas e de apreensão, destinação e destruição do estoque de suas drogas, ativos e mercadorias correlatas.
    6.2.7. Manter fluxo de informações entre a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Ministério da Justiça e Segurança Pública e os integrantes do Susp sobre os bens móveis, imóveis e financeiros apreendidos de

    narcotraficantes, a fim de agilizar sua utilização ou alienação, por via da tutela cautelar ou de sentença com trânsito em julgado.


    6.2.8. Priorizar as ações de combate às drogas ilícitas vinculadas ao crime organizado, em especial nas regiões com maiores indicadores de homicídios.


    6.2.9. Controlar e fiscalizar, por meio dos órgãos competentes dos Ministérios da Justiça e Segurança Pública, da Saúde e da Economia e das Secretarias de Fazenda estaduais, municipais e distrital, o comércio e o transporte de insumos que possam ser utilizados para produzir drogas, sintéticas ou não.


    6.2.10. Coibir o plantio e cultivo, não autorizado pela União, de plantas de drogas ilícitas, tais como as do gênero cannabis .

    6.2.11. Estimular e assegurar a coordenação e a integração entre os membros do Susp vinculados ao Sisnad, para o aperfeiçoamento das políticas, das estratégias e das ações comuns de combate ao narcotráfico e aos crimes conexos.


    6.2.12. Promover e incentivar as ações de desenvolvimento sustentável de forma a diminuir o peso da vulnerabilidade econômica e social como fator de risco para o envolvimento no narcotráfico.


    6.2.13. Estabelecer, de forma harmônica, planos, objetivos e metas comuns para os componentes do Sisnad e do Susp responsáveis por ações de redução da demanda, que considerem o conjunto da Pnad e da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social, em especial dados criminais, epidemiológicos e de inteligência.


    6.2.14. Assegurar, por meio de avaliação de resultados, recursos orçamentários no âmbito da União, dos Estados e do Distrito Federal para o aparelhamento das polícias especializadas na repressão às drogas e estimular mecanismos de integração e coordenação dos órgãos que possam prestar apoio adequado às suas ações.


    6.2.15. Intensificar a capacitação dos profissionais de Segurança Pública, dos membros do Poder Judiciário e do Ministério Público, com funções nas áreas de prevenção e repressão ao tráfico de drogas ilícitas em todos os níveis de governo e estimular a criação de departamentos especializados nas atividades de combate às drogas no território nacional.


    6.2.16. Estruturar, no âmbito do Sisnad, sistema de alerta rápido para novas drogas, e estimular as universidades e outras instituições de pesquisa, públicas ou privadas, a pesquisar novas drogas, em relação à sua composição, potencial de ação, potencial tóxico, agravos à saúde e dependência química, entre outros.

    ESTUDOS, PESQUISAS E AVALIAÇÕES


    7.1. Orientações gerais


    7.1.1. Meios necessários serão garantidos para estimular, fomentar, realizar e assegurar, com a participação das instâncias federal, estadual, municipal e distrital e de entidades não-governamentais sem fins lucrativos, o desenvolvimento permanente de estudos,

    pesquisas e avaliações, que permitam aprofundar o conhecimento sobre drogas lícitas e ilícitas, a extensão do consumo e sua evolução, a prevenção do uso, da repressão, do tratamento, do acolhimento, da recuperação, do apoio e mútua ajuda, reinserção social, capacitação e formação, observados os preceitos éticos envolvidos.


    7.1.2. Meios necessários serão garantidos à realização de estudos, análises e avaliações sobre as práticas das intervenções públicas e privadas, nas áreas de prevenção do uso, do uso indevido e da dependência de drogas, repressão, tratamento, acolhimento, recuperação, apoio e mútua ajuda, reinserção social,

    capacitação e formação e redução da oferta e os resultados orientarão a continuidade ou a reformulação dessas práticas.
    7.2. Diretrizes


    7.2.1. Promover e realizar, periódica e regularmente, levantamentos abrangentes e sistemáticos sobre o consumo de drogas lícitas e ilícitas, incentivar e fomentar a realização de pesquisas dirigidas à sociedade, considerada a extensão territorial do País e as características regionais,

    culturais e sociais, além daquelas voltadas para populações específicas, por meio de instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos.
    7.2.2. Incentivar e fomentar a realização de pesquisas básicas, epidemiológicas, qualitativas e de inovações tecnológicas,

    desenvolvidas por organizações governamentais e não-governamentais sem fins lucrativos, sobre os determinantes e condicionantes de riscos e agravos das drogas, o conhecimento sobre as drogas lícitas e ilícitas, a extensão do consumo e sua evolução,

    a prevenção do uso, a repressão, o tratamento, o acolhimento, a recuperação, o apoio, a mútua ajuda e a reinserção social.


    7.2.3. Assegurar, por meio de pesquisas, a identificação de princípios norteadores de programas preventivos e terapêuticos.


    7.2.4. Garantir que sejam divulgados por meio do OBID e por meio de comunicação impresso, as pesquisas, os levantamentos e as avaliações referentes ao uso do tabaco e seus derivados, do álcool e de outras drogas, contratados pelo governo federal,

    e outros trabalhos nacionais e internacionais de relevantes, que permitam aperfeiçoar uma rede de informações confiáveis para subsidiar o intercâmbio com instituições regionais, nacionais e estrangeiras, além de organizações multinacionais similares.


    [1] Relatório Mundial sobre Drogas 2018 – UNODC. Disponível em: http://www.unodc.org/wdr2018/index.html


    [2] Relatório Mundial sobre Drogas 2018 – UNODC. Disponível em: http://www.unodc.org/wdr2018/index.html


    [3] INCA Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Uso de narguilé: efeitos sobre a saúde, necessidades de pesquisa e ações recomendadas para legisladores. MINISTÉRIO DA SÁUDE. 2ª edição. Rio de Janeiro, 2017.


    [4] INCA Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Quanto Custa Receber Doações da Industria do Tabaco? Edição: Setor de Edição e Informação Técnico-Científica / INCA. Disponível em:

    https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//quanto-custa-receber-doacoes-da-industria-do-tabaco.pdf


    [5] INCA Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Uso de narguilé: efeitos sobre a saúde, necessidades de pesquisa e ações recomendadas para legisladores. MINISTÉRIO DA SÁUDE. 2ª edição. Rio de Janeiro, 2017.


    [6] II Levantamento Nacional de Álcool e Drogas – LENAD. Disponível em: https://inpad.org.br/wp-content/uploads/2014/03/Lenad-II-Relat%C3%B3rio.pdf


    [7] Relatório Mundial sobre Drogas 2018 – UNODC. Disponível em: http://www.unodc.org/wdr2018/index.html


    [8] II Levantamento Nacional de Álcool e Drogas – LENAD. Disponível em: https://inpad.org.br/wp-content/uploads/2014/03/Lenad-II-Relat%C3%B3rio.pdf


    [9] Relatório Mundial sobre Drogas 2018 – UNODC. Disponível em: http://www.unodc.org/wdr2018/index.html


    [10] Relatório Mundial sobre Drogas 2018 – UNODC. Disponível em: http://www.unodc.org/wdr2018/index.html


    [11] II Levantamento Nacional de Álcool e Drogas – LENAD. Disponível em: https://inpad.org.br/wp-content/uploads/2014/03/Lenad-II-Relat%C3%B3rio.pdf

  • Clínica de reabilitação (valores R$)

    Precos e valores de clinicas de reabilitação

    Clínica de reabilitação (valores R$)


    Quando se procura por uma clínica de reabilitação é bem importante termos uma média de valores em mente para daí podermos selecionar (escolher) a melhor opção de tratamento.


    Bom, aqui neste post estarei citando algumas bases de valores, lembrando que o valor pode ser alterado sempre sem avisos prévios.
    Preço de clínicas de reabilitação em São Paulo SP, Caçapava SP,

    Campo Limpo Paulista SP, Guaratinguetá SP, clínica de reabilitação em Bragança Paulista e Tuiuti SP,

    Itatiba SP, São Roque SP entre muitas outras que falaremos depois em média de R$750 a R$25.000


    Aqui vou citar alguns exemplos e te explicar um pouco sobre qual a diferença delas:
    Você sabe quanto custa geralmente um tratamento para dependentes químicos?


    Não existe um preço / valor fixo para o tratamento dos pacientes em uma clínica de reabilitação.

    O valor pode variar bastante e depende de uma série de fatores que estaremos analisando aqui.
    Vamos lá, por exemplo:

    se o tratamento será fechado dentro da clínica de reabilitação, externo ou parcial que são raros os casos de tratamentos diferenciados;


    se a instituição (clínica de reabilitação) possuem opções de acomodações e uma estrutura diferenciada; se possui terapia junto a desintoxicação (como é o caso do Grupo Capital Remoções), etc.


    Em alguns programas de baixo custo, a clínica pode cobrar apenas R$ 750 por mês. Já em instituições clínicas,


    comunidades terapêuticas de luxo os preços podem chegar até R$ 25.000 por mês! Viu a diferença?


    Se o preço for muito baixo, é bom suspeitar tá… Pesquise bastante sobre esse tipo de clínica ou comunidade terapêutica,


    verifique o histórico e os métodos de tratamento delas. Normalmente o preço é um indicador do valor técnico da unidades profissional encontrado na clínica de reabilitação SP ou Região.


    A Clínica de Recuperação Grupo Capital Remoções tem preços bons e serviços de qualidade.


    baseados na grande multidisciplinaridade de seus profissionais, assim como excelentes localizações e tratamento terapêutico junto com a desintoxicação do paciente.


    O que pode afetar o preço do tratamento em algumas clínicas de recuperação – clínicas de reabilitação?


    Existem alguns fatores são levados em consideração na hora de calcular o valor cobrado pela instituição de reabilitação.

    Dê uma olhada em quatro dos principais a seguir:
    Localização da clínica de reabilitação em SP
    A localização da clínica interfere nos custos porque, dependendo da valorização da área locada, as despesas são maiores.

    Assim como as instalações: se houver cômodos mais amplos e confortáveis, áreas de lazer, piscinas, entre outros, o preço pode aumentar.


    O Grupo Esperança possui acomodações diferenciadas, com bastante espaço e conforto para que o tratamento seja mais eficiente e menos penoso para o paciente.


    Tipo do tratamento realizado na clínica de recuperação


    Os tipos de tratamentos fazem uma enorme diferença no valor.

    Por exemplo, os programas de internação em regime fechado costumam custar muito mais do que os programas que são chamados de ambulatoriais porque eles demandam que o paciente viva no local por um extenso período de tempo.


    Algumas clínicas de reabilitação cobram uma taxa a mais pelas atividades que estão fora da programação,

    então é bom verificar todos esses detalhes antes de fechar o contrato na clínica.
    Os serviços que são proporcionados na clinicas de recuperação em SP


    Algumas clínicas possuem comodidades especiais para ajudar ainda mais no processo de tratamento, como acupuntura,

    ioga, massagem, atividades físicas, entre outros. Tudo isso conta na hora de calcular o valor total.
    Em instalações de valor mais baixo, os quartos normalmente são compartilhados.

    Já em instituições mais caras, os cômodos são individuais. Então a decisão fica a seu critério.
    Duração do tratamento realizado na clínica de recuperação em SP e Região


    Quanto maior o período do tratamento, maior será o custo. Um programa curto costuma durar de 15 a 30 dias. O intensivo pode variar de 90 dias a 6 meses.


    Essa questão costuma ser decidida na sessão inicial de admissão, na qual o médico ou conselheiro indica o tempo ideal para a recuperação.

    Entre em contanto com o Grupo Esperança para fazer um orçamento e tirar suas dúvidas sobre as questões financeiras!

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  • 15 preços de Clínicas de Reabilitação em São Paulo SP (Preço clínica recuperação em São Paulo SP)

    15 preços de Clínicas de Reabilitação em São Paulo SP (Preço clínica recuperação em São Paulo SP)

    Olá, sejam muito bem vindos a Capital Remoções clínicas de recuperação e clínicas de reabilitação em São Paulo SP, neste post estaremos informando pra vocês quanto custa internar um dependente químicos em uma clínica de recuperação ou clínica de reabilitação para dependentes químicos ou alcoólatras.

    1- Preço de uma clínica de recuperação masculina em São Paulo – Piedade SP (Esta clínica custa R$600 por mês):

    2- Preço de uma clínica de recuperação masculina em São Paulo – São Lourenço da Serra SP (Esta clínica custa R$700 por mês):

    3- Preço de uma clínica de recuperação masculina em São Paulo – São Roque SP (Esta clínica custa R$1100 por mês):

    4- Preço de uma clínica de recuperação masculina em São Paulo – Mairiporã SP (Esta clínica custa R$1100 por mês):

    5- Preço de uma clínica de recuperação masculina em São Paulo – Mairiporã SP (Esta clínica custa R$1200 por mês):

    6- Preço de uma clínica de recuperação masculina em São Paulo – Itapecerica da Serra SP (Esta clínica custa R$1200 por mês):

    7- Preço de uma clínica de recuperação masculina em São Paulo – Guaratinguetá SP (Esta clínica custa R$1200 por mês):

    8- Preço de uma clínica de recuperação masculina e feminina (mista) em São Paulo – Itu SP (Esta clínica custa R$2000 por mês):

    9-Preço de uma clínica de recuperação masculina em São Paulo – Mogi Mirim SP (Esta clínica custa R$3000 por mês):

    10-Preço de uma clínica de recuperação masculina e feminina em São Paulo – Mairiporã SP (Esta clínica custa R$3000 por mês e aceita planos de saúde – convênios médicos Amil – Sul América e Bradesco também):

    11-Preço de uma clínica de recuperação feminina em São Paulo – Embu-Guaçu SP (Esta clínica custa R$3000 por mês):


    Com Preços este post acima!!!