Se você enfrenta problemas com vício em álcool ou drogas na sua família, certamente sabe bem quanto sofrimento é causado para todos os envolvidos até mesmo nos períodos de internação nas clínicas de reabilitação ou psiquiatrias. Durante a jornada de recuperação, um desafio é encontrado: a reinserção social do dependente químico.
Para que o indivíduo vença o vício, se restabeleça e recomece a sua vida, ele precisa de muito apoio. Isso inclui o suporte emocional da família, a assunção de novas responsabilidades e oportunidades — também no contexto profissional —, a adoção de novos hábitos para evitar recaídas e a ajuda de especialistas.
Acompanhe este post e veja como é importante a ajuda das pessoas próximas e da sociedade como um todo, para que o dependente químico consiga superar os obstáculos e ser reintegrado ao convívio social!
A importância da reinserção social do dependente químico e do alcoólatra
A dependência química envolve alguns aspectos biológicos, psicológicos e sociais do indivíduo. Para uma recuperação efetiva, todos esses fatores devem ser bem trabalhados. O restabelecimento das relações sociais, por exemplo, é fundamental para a construção de uma nova história e a continuidade das transformações ocorridas no processo de recuperação.
A desintoxicação é apenas uma parte do tratamento — tão importante quanto isso é a reinserção social. Nesse sentido, o isolamento não é a melhor forma de reintegrar o dependente em abstinência. Ao contrário, o ideal é que ele encontre apoio nos relacionamentos e no convívio com outras pessoas. É essencial que ele saiba que pode contar com aqueles que estão ao seu redor.
Não é nada fácil conviver com um dependente químico ou um alcoólatra, e somente quem já enfrentou esse tipo de situação sabe que muitas mágoas podem permanecer. Contudo, a pessoa que está em fase de recuperação necessita, mais do que nunca, de acolhimento, compreensão, atenção e respeito. Se o indivíduo se sentir amparado e valorizado em suas relações sociais, ele adquire muito mais força e motivação para reconstruir sua vida.
O papel da família
A família é um dos principais pilares para a recuperação do dependente químico, sendo corresponsável pelo tratamento e pela reinserção social de seus entes. Isso significa que, além de suporte emocional, presença e disposição para ajudar, os familiares também precisam passar por acompanhamento durante esse processo.
A realidade é que, quando se trata de dependência química, a família inteira sofre com os efeitos do problema. Todas as pessoas que convivem com o dependente, de certa forma, também adoecem. Resta saber quem está mais preparado para fornecer o amparo e os cuidados necessários, quem precisa mais de ajuda e quem pode prover o sustento emocional dessas relações estremecidas.
Outras perguntas que ficam são: “quem adoeceu primeiro?” e “qual a origem da doença?”. Isso porque muitos problemas são desenvolvidos no próprio seio familiar, em razão do ambiente não acolhedor, da ausência de regras e limites, da falta de convívio, atenção e carinho.
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Nesse sentido, a família também precisa de suporte para compreender a dinâmica que foi construída e de que forma as relações familiares podem contribuir para a melhoria ou para o agravamento da dependência química.
Em geral, a missão de fornecer apoio é mais assumida pela mãe. Entretanto, ela pode não conseguir desempenhar esse propósito com firmeza e acabar “passando a mão na cabeça do filho”, por não suportar ver o seu sofrimento. Assim, a responsabilidade passa a outros integrantes da família, como irmãos, mas esses nem sempre estão dispostos a lidar com a situação.
Ocorre, então, uma codependência: as famílias sentem culpa, sobrecarga, desesperança e autopiedade. Em vez de ajudar na recuperação de seus entes, alguns familiares acabam assumindo posturas inadequadas, como negação, não reconhecimento da gravidade do problema, mentira e omissão.
Por outro lado, se as famílias estão dispostas e preparadas para enfrentar e melhorar a situação, o dependente pode encontrar uma faísca de motivação e sentir que as pessoas ao redor não desistiram dele. Esse é um trabalho que deve ser feito diariamente pelos familiares e envolve o exercício da tolerância, da compreensão, do apoio, da doação e do amor.
O retorno ao mercado de trabalho
O dependente em recuperação precisa de suporte em todos os sentidos, e, nesse novo caminho, é essencial que ele seja tratado como os outros seres humanos, sem preconceito e atitudes evidentes ou mascaradas que o façam se sentir à margem da sociedade.
A reinserção do dependente químico no mercado de trabalho é um momento delicado, e nem todas pessoas têm um olhar flexível sobre isso. Ainda existe muita discriminação, dificultando o acesso às oportunidades. Assim, o que eles acabam encontrando são portas fechadas e desconfiança, ao mesmo tempo em que são cobrados para se reerguerem. Isso, por consequência, gera frustração e prejudica a recuperação.
Uma porta aberta no mercado de trabalho é um recomeço para o dependente em abstinência, a chance de uma vida nova. Com essa oportunidade, ele pode começar a reescrever sua história, focar no futuro e direcionar sua mente para novos projetos.
Também, é no cenário profissional que o indivíduo cria novas conexões, assume responsabilidades e se vê em um ambiente totalmente diferente daquele que o mantinha preso ao consumo de substâncias químicas.
O processo de recuperação é um tratamento contínuo, que será levado para a vida toda. São elementos essenciais durante essa jornada: o apoio das pessoas próximas; os reforços positivos encontrados em todos os contextos de vivência — família, trabalho, etc.; a esquiva de lugares e situações que possibilitem recaídas.
As possibilidades de recaídas
Evitar recaídas é um desafio que o dependente em abstinência enfrentará durante o resto de sua vida. As possibilidades de cair novamente no vício existem e estão por todos os lados. Para diminuir as chances de que isso aconteça, o indivíduo em reabilitação precisa adotar hábitos sociais bem diferentes dos anteriores.
Apoiar-se em relações construtivas e seguras e evitar locais e contatos que favoreçam o uso de álcool e drogas são algumas medidas de precaução. É claro que não é fácil abandonar velhos hábitos e fazer mudanças drásticas na vida, mas, se não for assim, mesmo doses baixas e consumo moderado de certas substâncias podem provocar uma recaída e o retorno ao vício.
Para seguir firme nessa nova caminhada, também é necessário contar com a ajuda de especialistas. As clínicas de reabilitação são a melhor opção para os dependentes químicos que querem resgatar a qualidade de vida e assumir um novo rumo. São locais que oferecem acompanhamento profissional constante, com todo respaldo que as pessoas precisam para um recomeço.
Vencer o vício não é um processo rápido e fácil; ao contrário disso, exige luta diária, força de vontade e apoio de todas as direções, principalmente da família. Com todo esse alicerce e a ajuda de profissionais, é possível promover a reinserção social do dependente químico e, a partir daí, iniciar a construção de uma nova vida.
Para saber mais sobre os métodos de tratamento e apoio aos dependentes químicos e seus familiares, entre em contato conosco e tire todas as suas dúvidas. Nós podemos ajudar!
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O alcoolismo, também é conhecido como etilismo, é um termo usado para descrever a dependência do álcool. Pessoas que sofrem desse mal costumam ter compulsão por bebidas alcoólicas, dificuldade em parar de beber e acabam por desenvolver tolerância aos efeitos da substância.
Trata-se de uma doença psiquiátrica, considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como “doença com componentes físicos e mentais”. Isso porque a dependência, muitas vezes, é puramente psíquica, mas há também componentes fisiológicos envolvidos. A maior parte das pessoas, aliás, consegue beber esporadicamente sem ter maiores problemas.
O alcoolismo é mais comum em homens do que em mulheres, mas elas não estão a salvo do problema: 30% dos alcoolistas são do sexo feminino, e o número vem crescendo cada vez mais. A causa disso provavelmente está relacionada à maior liberdade que as mulheres conquistaram nos tempos modernos, podendo fazer o consumo de bebidas alcoólicas sem serem julgadas como seriam algumas décadas atrás.
Ainda que a saúde seja o principal fator que está em jogo com o consumo excessivo de álcool, as relações afetivas e os papéis sociais também são afetados por ele. Vale lembrar, porém, que a dependência do álcool pode ser tratada e controlada. Existem diversos programas e profissionais habilitados para ajudar nesse desafio, sendo que o grupo mais conhecido é o Alcoólicos Anônimos.
Índice — neste artigo você encontrará as seguintes informações:
Durante muitos anos, o termo “alcoólatra” foi difundido como sinônimo para dependente do álcool. Nos últimos tempos, entretanto, muitos pesquisadores acreditam que essa nomenclatura é inadequada.
Se formos olhar a etimologia da palavra, veremos que alcoólatra significa, literalmente, adorador do álcool. Essa nomenclatura leva a entender que o indivíduo ama o álcool e escolhe continuar bebendo por gostar tanto, quando, na realidade, há uma dependência química da substância.
Pessoas que sofrem com a dependência já são mal faladas, chamadas de “sem vergonha”, e o termo alcoólatra só piora a situação. Por isso, a palavra é considerada estigmatizante e deve ser evitada ao se referir a uma pessoa que tem problemas com bebidas alcoólicas.
Já o termo alcoolista tem a conotação de distúrbio, deixando claro que o indivíduo não é o responsável por sua doença, e sim o álcool. Popularmente, o termo ainda é estranho e pouco conhecido, mas pesquisadores e profissionais da saúde buscam difundí-lo cada vez mais.
Por conta da maior difusão, este texto adota o termo “alcoólatra” como correto também.
Como o álcool age no organismo?
O álcool é uma droga depressora do sistema nervoso e, embora sempre tenha aqueles amigos que ficam tristes nas festinhas, isso não quer dizer que ele causa tristeza. Na verdade, isso significa que ele desacelera funções vitais.
Já percebeu como aquele amigo bêbado não fala nada com nada, tem dificuldade para se equilibrar, demora para reagir às situações e ainda por cima reclama que está vendo em dobro? Pois é isso mesmo que o álcool faz ao deprimir o sistema nervoso.
Para entender melhor, devemos ter em mente que o sistema nervoso central é formado por neurônios, células que conduzem energia elétrica e passam “mensagens” umas para as outras por meio de substâncias químicas, chamadas neurotransmissores. Cada neurotransmissor tem um efeito no organismo, sendo alguns relacionados ao prazer, outros ao medo etc.
São essas mensagens — parte elétricas, parte químicas — que fazem com que o nosso cérebro mantenha o nosso corpo funcionando. Tenha certeza que qualquer movimento que você realizar e qualquer pensamento que você tem em sua cabeça é graças ao funcionamento desse sistema!
Enfim, vamos ao que interessa: como o álcool altera essa brincadeira toda?
Ao adentrar o corpo, o etanol (tipo de álcool utilizado nas bebidas alcoólicas) chega rapidamente ao cérebro. Lá, ele estimula a liberação de neurotransmissores excitatórios como a serotonina, dopamina e endorfinas, responsáveis pelas sensações de prazer e bem-estar. É nesse momento que as pessoas no bar começam a ficar animadas com a festa!
Logo após isso, acontece exatamente o efeito contrário: o álcool estimula o principal neurotransmissor inibitório do cérebro, o ácido gama-aminobutírico, mais conhecido como GABA. Esse neurotransmissor se conecta aos neurônios e os tornam mais chatões, fazendo com que eles sejam menos receptivos às novas mensagens vindas de outros neurônios. Desse jeito, a comunicação entre um neurônio e outro é dificultada.
Entende agora porque se trata de uma droga “depressora” do sistema nervoso? Justamente porque ela torna o cérebro menos ativo! E é isso que faz com que os sintomas da embriaguez apareçam: a fala arrastada, falta de coordenação motora, dificuldades com equilíbrio, confusão mental e alterações na percepção são bem comuns.
Curiosidade: por que as pessoas fazem tanta coisa errada quando bebem?
Você com certeza já ouviu histórias de conhecidos que fizeram muitas besteiras enquanto estavam bêbados. Situações como tentar pular de lugares altos demais, dar em cima de uma pessoa claramente comprometida (na frente do namorado!) ou ficar com alguém que não seria tão interessante caso o indivíduo estivesse sóbrio são bem comuns. Mas por que será que isso acontece?
Estudos mostram que a atividade depressora do álcool tem um efeito bastante potente no córtex pré-frontal, área do cérebro responsável pelo julgamento de valores e tomada de decisões. Com a atividade defasada nessa região, nossa capacidade de avaliar os riscos é prejudicada e acabamos ficando otimistas demais.
Por isso, da próxima vez, não julgue aquela amiga que bebeu demais e saiu pagando micão: ela simplesmente não se ligava que estava fazendo besteira!
Metabolismo do álcool
A maior parte do álcool é metabolizado pelo fígado, e o resto é eliminado pelos rins, pele e pulmão. É por isso que, mesmo após ter parado de beber, a pessoa continua com bafo de álcool por algumas horas.
Durante o metabolismo, cada grama de álcool produz 7,1 kcal, pouco menos que 1 grama de gordura (8 kcal). Sendo assim, pessoas que desejam emagrecer devem se manter longe do álcool.
Por fim, pessoas que bebem álcool com frequência conseguem 50% das calorias necessárias diariamente por meio da bebida e, assim, acabam tendo problemas nutricionais como deficiência de proteínas e vitaminas com complexo B.
Causas
O que leva uma pessoa a beber? Ou pior: o que leva uma pessoa a continuar bebendo, mesmo que isso já tenha afetado sua saúde, carreira e relacionamentos? Eis uma questão bastante complexa que não tem uma resposta clara. O fato é que se trata de uma doença — e não de uma escolha — com causas obscuras, mas fatores de riscobem definidos:
Fatores de risco do alcoolismo
Facilidade de acesso
Um dos maiores fatores de risco para o alcoolismo é, óbviamente, a facilidade de acesso. Por estarmos inseridos numa sociedade na qual o consumo do álcool é visto como algo positivo e divertido, não é de se espantar ao ver como a droga é acessível.
Vale ressaltar que pessoas que nunca beberam álcool não podem virar alcoolistas, pois o alcoolismo acontece com o uso crônico da bebida que, por sua vez, é favorecido e encorajado em nossa cultura.
Ambiente social
O consumo de bebidas alcoólicas é, muitas vezes, associado a diversos rituais sociais modernos: festas, bares, baladas, noites de diversão, entre outros.
Quanto mais pessoas bebem ao redor do indivíduo, maior a possibilidade de ele passar a beber também. Isso porque somos seres sociais e precisamos fazer parte de grupos com os quais temos algo em comum.
Ao frequentar esses lugares e participar de situações assim, o indivíduo se expõe cada vez mais à droga, aumentando as chances de desenvolver uma tolerância e dependência.
No entanto, beber socialmente não significa que você se tornará alcoolista, mas fazer isso com frequência certamente é um fator de risco para o desenvolvimento da doença.
Histórico familiar
Existem evidências de que há um fator genético envolvido no alcoolismo, que podem ser buscadas ao analisar o histórico familiar de diversos pacientes dependentes do álcool.
Filhos de pais alcoolistas têm maiores chances de desenvolver a doença. Quando um gêmeo univitelino (igual) manifesta a dependência, muito provavelmente o outro manifestará também.
Problemas com saúde mental
Por conta de necessidades de escapismo, impulsos e dificuldades em lidar com o que se sente e pensa, pessoas com distúrbios mentais têm maiores chances de se tornarem dependentes do álcool e de outras drogas, inclusive ilícitas.
Diversas teorias da psicologia acreditam, também, que o hábito de beber está associado a experiências ruins na infância, em especial durante a amamentação, quando o prazer da criança se dava em relação às sensações recebidas em sua boca. Esses traumas repercutem, também, em diversos traços da personalidade do indivíduo e, muitas vezes, o alcoolismo acaba sendo só uma consequência.
Idade
No Brasil, grande parte das pessoas começa a beber na adolescência. No entanto, é preciso algum tempo para que o cérebro crie tolerância ao álcool e o indivíduo passe a necessitar mais e mais de bebidas alcoólicas.
Por isso, a maior parte dos alcoolistas são adolescentes e adultos, mas podem existir pessoas fora dessa faixa etária que também têm problemas com o álcool.
Gênero
O alcoolismo é mais comum em homens, embora afete as mulheres também. Acredita-se que isso se dê por conta de aspectos culturais, como a repressão para que mulheres não bebam e, caso bebam, que seja pouco.
Fases de evolução do alcoolismo
O alcoolismo, assim como diversas doenças, possui fases. A primeira delas é a mais tranquila, e muitos de nós já passamos. Começa a complicar quando vamos para a segunda. Entenda:
Adaptação
Logo após o primeiro contato com a bebida alcoólica, ocorre a fase de adaptação. É nela que se começa a beber para socializar, fazer parte da galera, enfim, usar a bebida como uma muleta para ter uma vida social.
Muitos adolescentes aproveitam bastante essa fase por conta dos efeitos inibitórios do álcool, que os ajudam a aliviar a ansiedade e angústias dessa fase da vida.
Tolerância
Quando o sistema nervoso central se adapta ao álcool, o indivíduo passa a não sentir muito seus efeitos. É o caso daquele cara que sempre enche a cara e nunca fica bêbado, além de se gabar que não é derrubado pela bebida.
Pois é bem nessa fase que surgem os apagamentos, ou síndrome de blackout, caracterizada por uma amnésia dos momentos em que esteve sob efeito do álcool.
Dependência e síndrome de abstinência
Nessa fase, há sintomas físicos de abstinência ao se passar muito tempo sem beber. Assim, o indivíduo continua bebendo para se livrar desses sintomas, sendo um verdadeiro dependente da droga. É nessa fase que começa a deterioração física, mental e social de maneira mais visível.
Em geral, é nessa fase que começam a aparecer os problemas de saúde relacionados ao consumo excessivo de álcool.
Como reconhecer um alcoólatra? Sintomas do alcoolismo
Assim como qualquer doença, o alcoolismo também traz consigo sintomas. Muitas vezes, esses sintomas só são notados pelas pessoas que convivem com o dependente, pois este tende a negar sua necessidade.
Em geral, os alcoolistas:
Bebem sozinhos e sem motivos aparentes;
Continuam a beber, mesmo que estejam perdendo coisas importantes: família, emprego, entre outros;
Perdem o emprego ou ano letivo;
Ficam agressivos quando bebem;
Não conseguem passar um dia sem beber uma bebida alcoólica;
Após começarem a beber, tem dificuldades para parar;
Bebem cada vez mais para manter a concentração de álcool no corpo;
Podem apresentar paranoia e alucinações;
Sempre têm uma desculpa para beber;
Se afastam de amigos, família e eventos sociais para beber;
Evitam ir em locais onde não podem beber;
Tentam esconder o consumo exagerado de álcool;
Comem mal ou deixam de comer;
Apresentam tremores e sintoma de abstinência quando passam muito tempo sem ingerir bebidas alcoólicas;
Perdem a memória.
Caso tenha percebido algum desses comportamentos em algum amigo, familiar ou conhecido, tente conversar abertamente, sem repressão, sobre esse problema. Ofereça ajuda, mas não force-o a nada.
Abstinência de álcool
Bebedores crônicos sofrem com sintomas graves se ficarem muito tempo sem beber. Isso acontece porque, para compensar o efeito depressor do álcool, o cérebro aumenta a atividade em circuitos excitatórios.
Ao passar muito tempo sem beber, o cérebro se sobrecarrega com a atividade excitatória desses circuitos, que não encontram a resistência da ação depressora do álcool, podendo causar inúmeros sintomas. São eles:
Tremores;
Taquicardia;
Hipertensão;
Náuseas e vômitos;
Suor excessivo;
Ansiedade;
Irritabilidade;
Inquietação;
Insônia;
Aumento da temperatura corporal.
Delirium tremens: abstinência com alucinações
Delirium tremens é o nome que se dá a uma espécie de episódio psicótico causado pela abstinência do álcool em pacientes alcoolistas. Ocorre, em geral, cerca de 3 dias após os primeiros sintomas de abstinência, e o episódio pode durar vários dias.
O principal sintoma do delirium tremens, que o difere da crise de abstinência comum, é a confusão mental. Nesses casos, o alcoolista pode apresentar:
Desorientação espaço temporal;
Ansiedade intensa;
Delírios (crenças irreais e irracionais);
Alucinações visuais, táteis e auditivas;
Crises convulsivas.
Quando um paciente se encontra nesse estado, ele deve ser levado a um hospital para receber acompanhamento médico. Muitas vezes, ele é tratado com medicamentos ansiolíticos, como os benzodiazepínicos e barbitúricos.
Esse episódio é observado mais frequentemente em pessoas que fazem abstinência após terem consumido grandes quantidades de álcool por mais de um mês.
A mortalidade durante o estado de delirium tremens varia de 15% a 40%. Na maioria dos casos, isso ocorre por conta das convulsões, que podem ser muito violentas.
Embriaguez: a intoxicação pelo álcool
De acordo com a velocidade em que a pessoa bebe e a quantidade de álcool consumido, ele se acumula na corrente sanguínea, dando início ao processo de embriaguez. Na realidade, o nome real da embriaguez é “intoxicação por álcool”. Ou seja, toda vez que você sai com os amigos pra beber e “ficar louco”, você está saindo para intoxicar seu organismo com uma droga. Não soa tão legal, né?
A intoxicação ocorre quando os níveis de etanol no organismo passam de um determinado ponto, o que gera seus efeitos. Os sintomas dependem muito da quantidade de álcool ingerida, mas os mais comuns são:
Agitação;
Euforia;
Dificuldades com a coordenação motora;
Rubor facial;
Fala arrastada;
Dificuldade para avaliar bem as situações e riscos (impulsividade);
Náusea e vômitos;
Diarreia;
Dor de cabeça;
Dificuldade para respirar;
Percepção alterada.
Síndrome de blackout
Após uma longa noite de bebedeira, seus amigos não param de falar das coisas que você fez ontem à noite, e você simplesmente não se lembra de nada. Soa familiar?
Trata-se da síndrome de blackout, uma espécie de amnésia causada pela intoxicação alcoólica. Isso acontece porque a substância interfere justamente nos circuitos de neurônios responsáveis pelo armazenamento de novas informações. Basicamente, o cérebro para de registrar o que acontece.
Quantidade de álcool no sangue e suas consequências
Diversos efeitos do etanol dependem da concentração da substância no sangue. Quanto mais álcool, mais perigosas são suas consequências. Abaixo, há uma explicação do estágio de embriaguez e suas consequências.
Vale lembrar que algumas pessoas precisam de menos e outras mais para atingir determinado estágio.
Estágio subclínico
Quando há entre 0,1 e 0,3g/L de álcool no sangue, o indivíduo apresenta um quadro subclínico — sem consequências para a saúde — e comportamento normal.
Euforia
Ocorre quando a concentração de álcool no sangue é de 0,3 e 0,9g/L. Nesse estágio, o indivíduo apresenta uma leve euforia, torna-se mais falante e sociável.
Há um aumento da autoconfiança, desinibição, diminuição da atenção, da capacidade de julgamento e um pouco do controle sobre si mesmo. Aqui começa o prejuízo na coordenação motora, dando aquela leve sensação de tontura.
Excitação
O pico da atividade excitatória após o consumo do álcool se dá numa concentração de 0,09 e 1,8g/L. Há uma atenuação da incapacidade de julgamento, além de já haver prejuízos na memória, compreensão e percepção das coisas ao redor.
O indivíduo tem menos resposta sensitiva, ou seja, sente menos as sensações físicas, e as respostas reativas (capacidade de reagir a algum acontecimento) ficam mais lentas. A visão periférica é menor e a pessoa tende a enxergar borrado ou duplo.
Equilíbrio e coordenação motora são afetados, há maior dificuldades para manter-se em pé e realizar movimentos precisos. No final desse estágio, a sonolência passa a dar as caras.
Confusão
O período de confusão se dá entre 1,8 e 2,7g/L de álcool no sangue. Ele é caracterizado por desorientação, confusão mental e, algumas vezes, adormecimento. As emoções ficam exageradas, a percepção visual de forma, cor e dimensão é prejudicada, além de haver uma piora na coordenação motora.
A fala é arrastada e se torna difícil entender o que o indivíduo está dizendo. Além disso, ele pode apresentar apatia e letargia.
Estupor
Esse estágio se aproxima à perda da consciência, com as funções motoras extremamente prejudicadas. Pode haver vômitos, incontinência urinária e fecal, além de pouca resposta à estímulos. Muitas vezes, o indivíduo não consegue nem mesmo se manter em pé, quem dirá andar. O estupor acontece em concentrações entre 2,7 e 4,0g/L.
Coma
Caracterizado pela perda da consciência, o coma ocorre em concentrações de 4,0 e 5,0g/L no sangue. Os reflexos são tão poucos que parecem não existir, a temperatura corporal fica abaixo do normal, há incontinência e prejuízo da respiração e circulação sanguínea.
É o último estágio antes da morte.
Morte
Em concentrações acima de 5,0g/L, a morte acontece por bloqueio respiratório central: o cérebro deixa de mandar mensagens para o pulmão respirar.
Como é feito o diagnóstico do alcoolismo?
Sabemos que é muito difícil diagnosticar o alcoolista, não porque os sintomas não são claros, mas porque eles são muito relutantes em admitir que tem um problema e procurar ajuda. Infelizmente, algumas pessoas precisam que ocorra uma complicação antes de correr atrás de sua saúde. É o caso de muitos alcoolistas.
Não existe exame laboratorial ou de imagem que seja capaz de diagnosticar a doença. Ao invés disso, muitos psiquiatras usam questionários e se baseiam nos critérios diagnósticos do Código Internacional de Doenças (CID).
Critérios diagnósticos do CID-10
De acordo com a décima edição do CID, o diagnóstico da dependência alcoólica é dado quando o indivíduo, nos últimos 12 meses, sentiu ou exibiu pelo menos 3 das seguintes condições:
Forte desejo ou compulsão por consumir álcool;
Dificuldade para controlar o comportamento de consumir bebidas alcoólicas em termos de início, término ou níveis de consumo;
Estado de abstinência fisiológico ao cessar ou reduzir o consumo da substância ou uso da mesma para aliviar os sintomas da abstinência;
Evidência de tolerância: o indivíduo necessita cada vez mais de doses maiores a fim de alcançar os efeitos do álcool;
Abandono progressivo de atividades e outros interesses em detrimento da bebida, além de maior quantidade de tempo necessária para se recuperar dos efeitos da mesma;
Persistência no consumo do álcool, mesmo com evidências claras de que isso está prejudicando sua saúde, seu humor e cognição.
O questionário CAGE
Um dos questionários para diagnosticar o alcoolismo é o CAGE, desenvolvido por Mayfield e colaboradores. A sigla CAGE está relacionada às palavras chaves de cada pergunta. Ao todo, são 4 perguntas:
Você já tentou diminuir ou cortar (“cut down”) a bebida?
Você já ficou incomodado ou irritado (“annoyed”) com outras pessoas por criticarem seu jeito de beber?
Você já se sentiu culpado (“guilty”) pelo seu jeito de beber?
Você já teve que beber para aliviar os nervos (estresse/tensão) ou reduzir os efeitos de uma ressaca (“eye-opener”)?
Caso haja respostas positivas, por mais que seja apenas uma, há indícios de que se pode ter problemas com álcool. Quanto mais respostas positivas, maiores as chances de se tratar de alcoolismo.
Teste de Detecção de Alcoolismo de Michigan, versão breve
Desenvolvido por Pokorny e colaboradores, a versão breve do Teste de Detecção de Alcoolismo de Michigan consiste em 10 perguntas que podem ser respondidas com “sim” ou “não” e que recebem uma pontuação. Confira a tabela abaixo:
Pergunta
Sim
Não
Você se considera uma pessoa que bebe de modo normal?
0 pontos
2 pontos
Seus amigos ou parentes acham que você bebe de modo normal?
0 pontos
2 pontos
Você já foi a algum encontro dos Alcoólicos Anônimos (AA)?
5 pontos
0 pontos
Você já perdeu amigos/amigas ou namorado/namorada por causa da bebida?
2 pontos
0 pontos
Você já teve problemas no trabalho/emprego por causa da bebida?
2 pontos
0 pontos
Você já abandonou suas obrigações, sua família ou seu trabalho por 2 ou mais dias em seguida por causa da bebida?
2 pontos
0 pontos
Você já teve delirium tremens, tremores, ouviu vozes, viu coisas que não estavam lá depois de beber muito?
2 pontos
0 pontos
Você já procurou algum tipo de ajuda por causa da bebida?
5 pontos
0 pontos
Você já foi hospitalizado por causa da bebida?
5 pontos
0 pontos
Você já esteve preso ou foi multado por dirigir embriagado?
2 pontos
0 pontos
Se, ao responder todas essas perguntas, a somatória for maior ou igual a 3, não há porque se preocupar. Caso a somatória seja 4, há indícios de problemas com álcool — mas não ainda alcoolismo — e, acima de 5, pode-se pensar em alcoolismo.
Alcoolismo tem cura? Qual o tratamento?
Infelizmente, o alcoolismo não tem cura. Existe apenas a remissão dos sintomas, mas o alcoolista nunca mais poderá tomar um gole sequer de álcool. O processo de tratamento é complexo e demorado, mas pode ser feito com segurança quando acompanhado por profissionais capacitados. Saiba mais:
Desintoxicação
A primeira etapa do tratamento é a desintoxicação, na qual o paciente entra em um período de abstinência do álcool. Ele deve ser feito com o acompanhamento de um psiquiatra e pode ser necessário internação.
Durante esse período, avalia-se os danos físicos e mentais do consumo de álcool em grande quantidade e por tanto tempo.
Algumas vezes, o médico pode receitar medicamentos para auxiliar na desintoxicação. Eles trabalham controlando a impulsividade e dando sensações desagradáveis ao consumir álcool, por exemplo.
Psicoterapia
Após a desintoxicação, a psicoterapia é a próxima etapa para a remissão dos sintomas. A abordagem mais utilizada nesses casos é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que envolve a aprendizagem de técnicas para evitar recaídas, além de auxiliar na mudança de hábitos e pensamentos que podem servir de gatilho para a bebedeira.
Outras abordagens psicoterápicas como a psicanálise e a gestalt-terapia também podem ajudar, especialmente se o hábito de beber está associado a outros transtornos mentais.
Terapia de grupo
Embora a psicoterapia individual auxilie, alguns estudos mostram que a terapia de grupo é mais eficaz na prevenção de recaídas, mudança de hábitos e situações sociais. Existem muitas clínicas e programas especializados na recuperação de alcoolistas.
Alcoólicos Anônimos
Talvez a maior organização voltada à recuperação de alcoolistas do mundo, a Alcoólicos Anônimos (AA) é uma comunidade de caráter voluntário que promove reuniões de alcoolistas em abstinência para alcançar e manter a sobriedade.
Nascida nos Estados Unidos, a AA é facilmente encontrada em diversas cidades ao redor do mundo, sob a premissa de manter a sobriedade e o anonimato. A instituição é mantida por meio de doações dos próprios membros e não aceita financiamento de qualquer outra fonte.
Medicamentos para alcoolismo
Para ajudar na fase de desintoxicação, o médico pode recomendar alguns medicamentos. São eles:
Dissulfiram: Este fármaco promove uma sensação desagradável se o indivíduo ingere qualquer quantidade mínina de álcool, criando uma aversão às bebidas alcoólicas;
Naltrexona: Ajuda a reduzir a compulsividade e a vontade de beber;
Acomprosato: Não se sabe exatamente o mecanismo de ação deste medicamento, mas acredita-se que ele restabeleça o equilíbrio químico prejudicado pelo uso de álcool;
Oxibato de sódio: Melhora a neurotransmissão de GABA e diminui os níveis de glutamato, auxiliando no período de desintoxicação.
Atenção!
NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.
Consequências físicas e psíquicas do alcoolismo
O álcool é um grande fator de risco para o desenvolvimento de diversas doenças, sendo muitas delas bem graves. Atente-se sempre à saúde daquela pessoa querida que teve ou tem problemas com o álcool, pois muitas doenças podem levar à morte.
Algumas das principais consequências são:
Danos no sistema nervoso
O consumo exagerado de álcool está relacionado a danos tanto no sistema nervoso central quanto periférico. Quando se trata do SNC, o abuso da substância pode levar à demência, enquanto, no periférico, há possibilidade de diminuição de sensibilidade e força muscular das pernas.
Gastrites e úlceras
Não raramente, o álcool leva à erosão das paredes do estômago, desencadeando uma inflamação da mucosa estomacal (gastrite), assim como úlceras gástricas, feridas que podem se desenvolver no estômago, esôfago ou intestino.
Danos hepáticos
O fígado é, definitivamente, o órgão que mais sofre com as agressões do álcool.
Começa com um simples acúmulo de gordura no fígado, que logo evolui para hepatite (inflamação) e fibrose, por uma tentativa de defesa do fígado. Aos poucos, a situação piora, até chegar na cirrose, doença caracterizada por cicatrizes e insuficiência hepática.
Pancreatite e diabetes
A agressão do álcool pelo trato digestivo também pode causar inflamação no pâncreas. Essa inflamação pode levar a destruição de tecido pancreático, juntamente com as células produtoras de insulina. Desse modo, pode-se desenvolver também diabetes.
Síndrome de Wernicke-Korsakoff
Como o álcool afeta a absorção de alguns nutrientes, é comum que alcoolistas sofram também com a síndrome de Wernicke-Korsakoff. Essa doença é caracterizada pela falta de vitamina B1 (tiamina), causando paralisia de alguns músculos, problemas oftalmológicos e distúrbios de estado mental.
Alterações circulatórias
O álcool também promove alterações na circulação sanguínea, podendo levar a doenças como hipertensão (pressão alta) e aumentar o risco de acidente vascular cerebral (AVC).
Aterosclerose
Por alterar o funcionamento do fígado, o abuso do álcool prejudica os níveis de colesterol na corrente sanguínea. Dessa forma, o colesterol pode se acumular nas paredes das artérias, levando ao endurecimento e estreitamento das mesmas. Essa condição é chamada de aterosclerose.
Câncer
O consumo frequente de álcool é um grande fator de risco para o desenvolvimento de câncer, especialmente no aparelho digestivo, que envolve a boca, esôfago, estômago, intestinos e fígado. No entanto, os riscos de câncer não se limitam à esse trajeto, podendo aumentar em outros órgãos também.
Síndrome do alcoolismo fetal
Mulheres alcoólatras em idade fértil devem tomar muito cuidado para não engravidar enquanto não conseguirem ficar em abstinência total. Isso porque o consumo de álcool enquanto grávida, independente de quantidade, causa danos ao feto, levando a malformações congênitas.
Complicações sociais
O alcoólatra também pode sofrer com muitos problemas sociais ao não se tratar.
Não raramente, o dependente acaba faltando no trabalho, escola, faculdade ou outras ocupações, por serem locais nos quais não pode beber, ou por conta dos sintomas da ressaca. Isso pode levá-lo ao desemprego.
As relações interpessoais ficam em segundo plano e muitas acabam sendo desfeitas. O alcoolista pode acabar ficando violento, tanto quando bebe quanto quando está em abstinência. A família e os amigos podem abandoná-lo, ou ele mesmo pode acabar saindo de casa para se entregar inteiramente à bebida, indo morar na rua.
Morte
Tanto pela intoxicação aguda quanto pelas complicações, o álcool leva à morte. Enquanto o acúmulo acima de 5g de álcool por litro de sangue pode levar à parada respiratória, diversas doenças causadas pelo álcool facilmente levam ao óbito.
Recaídas: como lidar?
Após alguns meses ou anos sem beber qualquer coisa, vem a notícia: o alcoolista em remissão voltou a beber. É uma situação horrível, na qual o próprio indivíduo se sente uma falha e as pessoas ao seu redor podem acabar decepcionados ao invés de compreender.
Algumas dicas do que fazer quando isso acontecer são:
Entenda que recaídas fazem parte do processo de recuperação e não se deve culpar ou julgar o indivíduo que, no fundo, só estava buscando aliviar os sentimentos ruins que vem junto com a abstinência;
Quando o indivíduo demonstra irritabilidade, passa a faltar nas reuniões dos grupos de apoio, parece estar frustrado e piora seu desempenho no trabalho e/ou escola, pode ser que ele esteja tendo uma recaída. Nesses casos, é importante buscar ajuda o mais rápido possível;
Incentivar o dependente a criar novos hábitos saudáveis ajuda a mantê-lo ocupado com outras coisas, evitando uma recaída;
Exercícios físicos são ótimos substitutos para o álcool, visto que liberam neurotransmissores relacionados ao prazer no cérebro, evitando sentimentos como angústia e ansiedade causados pela abstinência;
Evite situações que lembrem ao vícios: festas, pessoas envolvidas nos vícios, comemorações onde há bebidas, etc.;
Estimule novas amizades, relacionamentos saudáveis com pessoas que tenham bons hábitos e, principalmente, não bebem;
Em caso de recaída, estimule o dependente a voltar para a clínica. Deixar como está e fingir que vai ficar tudo bem só piora a situação;
Auxilie o paciente numa reorganização da própria rotina, com novas atividades como um novo emprego, cursos, terapias, entre outros. Manter a mente ocupada é importante para resistir às tentações;
Incentive o alcoolista a nunca abandonar o acompanhamento profissional, pois muitos casos de remissão, quando param a terapia ou os grupos de apoio, voltam a beber;
O apoio da família e dos amigos é indispensável para uma boa recuperação. Jamais repreenda o alcoolista, principalmente após recaídas, e sempre demonstre apoio e carinho.
Como prevenir o alcoolismo?
Levando em conta que a dependência do álcool é desencadeada, principalmente, pelo seu uso crônico, a melhor maneira de prevenir o problema é manter-se longe de bebidas sempre.
Não importa se é em uma festa, ou só uma vez na semana: indivíduos predispostos ao problema devem evitar o consumo de bebidas alcoólicas.
Se você não tem histórico familiar de alcoolismo na família, isso não significa estar livre para beber o quanto quiser. Caso você beba, o ideal é manter-se dentro do nível saudável estipulado pela OMS de, no máximo, 1 drink por dia para as mulheres e, para os homens, 2 drinks.
Por mais que a pessoa negue, um diagnóstico de alcoolismo é uma coisa séria. Muitas vezes, o indivíduo demora muito para procurar ajuda porque simplesmente nega ter qualquer problema com álcool.
Se você conhece alguém que não consegue parar de beber, ou se você mesmo se identifica com esses sintomas, procure ajuda! O tratamento pode melhorar muito sua qualidade de vida e aspectos sociais.
Compartilhe esse texto com seus amigos e familiares para que mais pessoas saibam identificar e ajudar um alcoólatra! Qualquer dúvida, pode perguntar que responderemos com prazer.
A dependência química – Capital Remoções – Clínicas de Reabilitação SP
Considerado um transtorno mental, além de um problema social pela Organização Mundial de Saúde(OMS), a dependência química é tida como doença crônica, que comumente atinge indivíduos que fazem o uso constante de determinadas drogas. O portador desse tipo de distúrbio acaba por não conseguir conter o vício, afetando sua vida psíquica, emocional, física e, consequentemente, a vida social.
As substâncias que atuam no Sistema Nervoso Central do ser humano, alterando a forma de o indivíduo pensar, agir ou sentir são denominadas drogas psicoativas. Sendo conhecida e usada desde o início das civilizações, em rituais religiosos ou como fonte de prazer, substâncias como a maconha, cocaína e o álcool ainda são comuns nos dias atuais. Tendem a causar um desequilíbrio no metabolismo químico do organismo, levando a dependência química da droga.
Foto: Alex Malikov / Shutterstock.com
A motivação pelo uso engloba diversos fatores – de simples curiosidade a uma busca imediata de prazer ou alívio de sintomas, contudo, a maioria desconhece ou desacredita no potencial dessas drogas em causar a dependência.
A dependência a uma droga ou o álcool é caracterizada pelo descontrole do indivíduo no uso da substância, que aos poucos o desintegra da sociedade. Fatores relacionados à própria droga, até uma predisposição genética e doenças psiquiátricas pré-existentes, podem levar algumas pessoas a um quadro de dependência. Com o objetivo de sentir novamente os sintomas de prazer, ou ainda, para eliminar o mal-estar que se sente quando há a interrupção da droga, o indivíduo tende a repetir o uso daquela substância. Os sintomas de desconforto são designados “Síndrome da Abstinência”, que tendem a surgir a cada vez que o indivíduo cessar o uso da droga. A “tolerância à droga” leva ao consumo de doses cada vez maiores, no intuito de obter os mesmos sintomas promovidos em doses que antes eram menores. Outro fator associado à dependência química é a fissura, caracterizada pela vontade incontrolável de fazer o uso da droga, a qualquer hora do dia ou noite.
Uma vez que o ser humano se torna um dependente químico, será permanentemente um dependente(Isso mesmo, para o resto da vida). Acontece que a doença apresenta caráter crônico, incurável e progressivo. Assim, como não há cura para a dependência química, o indivíduo irá necessitar de tratamento constante, independente de estar fazendo o uso ou não da droga.
Para critério de diagnóstico médico, existem atualmente dois códigos internacionais vigentes. A publicação da OMS, conhecida como Classificação Internacional de Doenças (CID) está em sua décima edição (CID-10), já o Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM) tem vigente a sua quinta edição (DSM-V). No Brasil, a classificação aceita pelo Ministério da Saúde é o CID-10, que apresenta os seguintes critérios para diagnóstico de dependência química:Saiba mais: A Meu Consultório lista as doenças mais recorrentes de acordo com a tabela do CID Patrocinado
Tolerância: a redução da magnitude dos efeitos leva ao uso de doses cada vez maiores para atingir o efeito desejado;
Senso de compulsão: forte desejo de consumir a droga;
Abstinência: após a interrupção ou diminuição do uso, surgindo sintomas de desconforto como tremores, ansiedade, irritabilidade e insônia, levando ao uso da mesma substância (ou outra relacionada) para promover o alívio ou evitar tais sintomas;
Desejo de reduzir ou controlar o consumo, porém, sem sucesso;
Abandono de atividades prazerosas alternativas: maior parte do tempo gasto em prol do uso da substância;
Persistência ao uso: mesmo com o surgimento de manifestações nocivas e patológicas, como danos em órgãos e estados depressivos, resultantes do consumo crônico e excessivo, ainda se mantém o consumo.
Esta doença merece toda a atenção!!!
Por desprender o indivíduo da sociedade, podendo ocasionar o óbito. Por acometer toda a família, que adoece emocionalmente junto ao indivíduo, esta também deve receber orientações e apoio.
A Capital Remoções é inteiramente dedicada a tratamentos para dependentes químicos e oferece tratamentos diversos em clínicas de reabilitação em São Paulo.
Há mais de 2 anos a Capital Remoções surgiu com o intuito de proporcionar aos seus pacientes tratamento de qualidade em São Paulo.
Devido a alguns casos de sucesso acompanhados de perto pelo diretor da Capital Remoções este método de tratamento foi implantado ao sistema de captação da Capital Remoções. (Método de internação)
Confira alguma opções de clínicas de reabilitação e métodos alternativos para o tratamento de dependentes químicos aqui no nosso site, para ter acesso a diversas clínicas de reabilitação, basta ir até o menu principal e clicar na aba: Unidades
Esta unidade abaixo foi a eleita número 1 da Capital Remoções
Clínica de Reabilitação em São Paulo – SP – Atibaia (Unidade Principal de Alto Padrão)
Clínica de reabilitação para tratamento de dependentes químicos em São Paulo
Clique na imagem para saber mais
Essa opção acima é uma ótima opção para quem é do público da classe A. Com um tratamento diferenciado e psiquiatra de segunda a sexta essa é uma ótima opção para tratamento da dependência química e do alcoolismo.
Para quem busca conforto, segurança e tratamento avançado essa é a opção ideal.
Com diárias a partir de R$200 a unidade conta com suítes para dois hóspedes.
Localizada na cidade de Atibaia SP, bem próximo a São Paulo capital. 1 h 12 min (68,5 km) via BR-146/BR-381 é o tempo aproximado que leva para chegar de São Paulo capital até Atibaia.
Tratamento com ibogaina em sp é com a Capital Remoções!
Para maiores informações sobre tratamento com ibogaína em sp clique aqui
Tratamento especializado com ibogaína pura é aqui na Capital Remoções
Tratamento com ibogaína em SP
Raiz africana é arma contra a dependência e agora chegou ao Brasil
O remédio (Raiz africana) é produzido a partir da ibogaína, uma substância extraída da raiz da iboga, uma planta encontrada na África Central, comumente usada em rituais religiosos
PARA AGENDAR OU SABER MAIS SOBRE O TRATAMENTO COM IBOGAINA LIGUE AGORA MESMO PARA: (11) 96648-4516 24H
O tratamento
Para usar o medicamento os pacientes tem que ser monitorados o tempo todo por uma equipe médica e psicológica — por isso é proibido o uso em casa, sem acompanhamento especializado. Dependendo da quantidade ingerida, o paciente pode passar cerca de dez horas em uma espécie de alucinação, onde, geralmente, vê uma retrospectiva de sua vida. Ou seja: ele sofre uma alteração na percepção, com a sensação de reviver a própria vida. Tem lembranças fortes, emoções; e sob o efeito da ibogaína consegue ver antigos problemas de uma nova forma. As imagens chegam na mente em ordem cronológica, desde o nascimento até o período atual. Antes de ingerirem o medicamento, os pacientes são treinados para deletarem essas imagens para conseguirem suportar o processo.
Os Pacientes cardíacos ou com certas doenças neurológicas não podem usar a ibogaína. Antes de fazer o tratamento, a pessoa tem que ficar 15 dias sem usar nenhum medicamento, álcool ou droga. Depois de uma avaliação psicológica, o paciente é liberado para a utilização.
Ibogaina tratamento SP
Apesar de todos os estudos, ainda não se sabe exatamente como a substância atua no combate à dependência, mas as pesquisas indicam que age em dois níveis: tanto na química cerebral como na psicologia do dependente. Por um lado, a droga estimula a produção do hormônio GDNF, que promove a regeneração do tecido nervoso e estimula a criação de conexões neuronais. Isso permitiria reparar áreas do cérebro associadas à dependência, além de favorecer a produção de serotonina e dopamina, neurotransmissores responsáveis pelas sensações de bem-estar e prazer. Isso explicaria o desaparecimento da “fissura” relatado pelos dependentes logo após sair de uma sessão.
Imagem da clínica localizada no Pacaembu Zona Oeste de São Paulo. Tratamento novo no Brasil com ibogaína é com a Capital Remoções!
“Estudamos o potencial terapêutico da substância em dependes químicos, e tem muito potencial. Mas tem que tomar cuidado porque existem muitas clínicas que não são confiáveis fazendo o tratamento, e isso pode ser perigoso”, afirmou o psiquiatra que coordenou a pesquisa da Unifesp, Dartiu Xavier da Silveira, que atende dependentes químicos há 27 anos.
A Clínica de Reabilitação Drogas SP oferece diversas opções de tratamento para dependentes químicos e alcoólatras.
Localizada na cidade de São Paulo próximo da zona sul de SP, contamos com mais de 3 equipes de internação de dependentes químicos. Com mais de 25 ambulâncias a disposição prontas e capacitadas para atender todo o Brasil.
Contamos com clínicas em Itapecerica da Serra, Mairiporã SP, Atibaia SP, entre outras…
O Conselho Nacional pode votar com nova política de drogas sem debate público
Clínica para drogados em Sp é com a Capital Remoções. Tratamento para dependentes químicos em SP, oferecemos diversas opções de tratamento de álcool e drogas. O conselho pode votar com uma nova política de drogas e tudo isso sem debate público!!!
Jovem fumando um cigarro de maconha durante uma marcha pela legalização da droga – Leonardo Benassatto- (imagem de divulgação).
SÃO PAULO – SP
O Conad (Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas), principal colegiado sobre o tema no Brasil, ligado ao Ministério da Justiça do Brasil, pode votar nesta quinta (1º) resolução que reproduz princípios e diretrizes de um projeto de lei que tramita no Congresso desde o ano de 2013 e é alvo de controvérsia na comunidade científica.
Tanto a resolução proposta ao Conad (Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas) como o PL 37, hoje no Senado, são de autoria do então deputado federal e hoje ministro de Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, que se diz “militante do projeto de enfrentamento das drogas” e entrou no Conad em 2016.
Na única reunião do conselho de 2017, em 19 de dezembro, Terra propôs aos colegas um texto pronto de resolução que não estava na pauta. Não houve debate desde então.
Assim como o PL 37, seu texto propõe uma política nacional contrária à legalização de qualquer substância ilícita e focada em programas de abstinência e na avaliação dos resultados dos tratamentos para dependentes químicos no Brasil.
Se for aprovado, as diretrizes devem ser seguidas pelo governo do Brasil -embora haja um potencial conflito com a legislação Brasileira.
“O que está se colocando na resolução são coisas que a lei [o PL] tinha, mas que o Conad desconhecia”, afirma Terra, que avalia a política atual como ideológica e focada em redução de danos -estratégia que visa diminuir os efeitos danosos do abuso das drogas, sem pregar abstinência.
Terra diz que sua proposta está baseada na ideia “de tratar da questão da abstinência e envolver instituições que estavam marginalizadas, como comunidades terapêuticas”.
Comunidades terapêuticas são instituições, em geral religiosas, que oferecem internação a dependentes químicos. Inspeção feita em 2017 em dez Estados pelo Ministério Público Federal encontrou internações forçadas e indocumentadas, problemas de higiene e suspeita de trabalhos forçados nesses locais.
“Há comunidades terapêuticas boas e ruins. Elas têm de ser avaliadas e seguir protocolos”, defende Terra.
O TRÂMITE
O Conad (Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas) – que é responsável por acompanhar a política de drogas no Brasil- tem 28 cadeiras, ocupadas pelo titular da Secretaria Nacional de Políticas de Drogas, representantes de ministérios, conselhos de classe e grupos da sociedade civil do Brasil.
Para o médico e pesquisador da Fiocruz Francisco Inácio Bastos, recém-empossado para a vaga da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a resolução “deveria seguir sua tramitação original via projeto de lei”. “Aprovar esse tipo de coisa num conselho é complicado porque ele não representa a sociedade como um todo.”
Para Luís Fernando Tófoli, professor de psiquiatria da Unicamp e membro do Conselho de Políticas sobre Drogas de SP, “não tendo conseguido aprovar o projeto de lei até hoje, o ministro tenta agora uma manobra para tentar ganhar o jogo”. Terra diz que sua proposta “pode ser modificada antes de ser votada”.
Para Bastos, “existe no Brasil ainda uma politização e polarização de um ou outro tipo de terapêutica. Em outras partes do mundo elas convivem”.
Pesquisas realizadas recentemente apontam que os principais motivos que levam uma pessoa a utilizar drogas são: curiosidade, influência de amigos (mais comum), vontade, desejo de fuga (principalmente de problemas na família), coragem (para tomar atitudes que sem o uso de tais substâncias não tomaria), dificuldade em enfrentar e/ou aguentar situações difíceis, hábito, dependência (comum), rituais, busca por sensações de prazer, tornar (-se) calmo, servir de estimulantes, facilidades de acesso e obtenção e etc.
Procurando por Clínica de Recuperação de Drogados SP?
Após ter realizado a cirurgia do usuário de drogas esfaqueado no domingo, confira como ficaram as cicatrizes
Clínica de Recuperação de Drogados SP é com a Capital Remoções!
Confirme noticiamos hoje, no dia 28 um rapaz se apresentou na delegacia após tentar matar um usuário de drogas. A ocorrência foi atendida pela viatura I-10104,
Nessa ocasião o homem relatou que já não aguentava mais ser abordado por ”noias ” (termos utilizados por ele) que frequenta a área, por isso tentou esfaquear um rapaz usuário até a morte.
O homem era usuário mas não era morador de rua. Morador da Rua Ipiranga, centro da cidade, trabalhador (pintor autônomo).
Conte com a Capital Remoções para realizar procedimentos de internação e remoção de dependentes para clínicas de reabilitação, tratamento de químicos e alcoólatras na cidade de São Paulo é com a Capital Remoções.
Clínica de Recuperação de Drogados SP
Clínica para drogados em SP é com a Capital Remoçoes!
Com mais de 25 unidades clínicas de reabilitação a Capital Remoções vem crescendo a cada dia e investindo cada vez mais na qualidade de seus serviços. Clínica de reabilitação em SP é com a Capital Remoções!
Confira abaixo 6 opções de tratamento e clínicas disponíveis
Veja também> Tratamentos para dependentes químicos em SP
Confira agora algumas opções de clínicas de reabilitação para tratamento da dependência química. Clínica para drogados em SP é com a Capital Remoções!
A Capital Remoções conta com mais de 25 opções de clínicas de dependentes químicos e comunidades terapêuticas espalhadas pelo Brasil. Aceitamos também convênios médicos nos tratamentos de dependentes químicos e transtornos mentais.
Clínicas de recuperação / reabilitação, comunidades terapêuticas e tratamento com Ibogaína em São Paulo, tratamentos para dependentes químicos e alcoólatras em São Paulo é com a Capital Remoções! Tratamento para a dependência química é a nossa especialidade.
1- CLÍNICA DE RECUPERAÇÃO DE DROGADOS EM SP PARA DEPENDENTES QUÍMICOS POR R$600 MENSAIS
Pra quem procura um tratamento com valores acessíveis essa é a opção mais em conta da Capital Remoções. Excelente tratamento para dependentes químicos. ( Unidade Nova).
Clínica para dependente químico em São Paulo é a especialidade da Capital Remoções.
1- CLÍNICA DE RECUPERAÇÃO DE DROGADOS EM SP PARA DEPENDENTES QUÍMICOS POR R$2,000 MENSAIS
Ótima opção de clínica para dependente químico em SP para quem procura um tratamento de Alto Padrão próximo de São Paulo com excelentes acomodações e preço bom que cabe no seu bolso.
1- CLÍNICA DE REABILITAÇÃO EM SP PARA DEPENDENTES QUÍMICOS POR R$990 MENSAIS
Esta é uma clínica de recuperação / reabilitação para dependente químico de luxo em SP. Situada em Itu SP é uma excelente opção para quem possui condições de desembolsar R$6000 por mês.
Essa unidade acima é para pacientes de Alto nível de exigência, venha conhecer e surpreenda-se. ☆☆☆☆☆ Ligue agora mesmo e venha conhecer esse paraíso da recuperação localizado na cidade de Atibaia – SP, bem pertinho de São Paulo SP. Opções de suítes individuais ou suíte single.
Clínica de dependentes químicos localizada em Guaratinguetá SP
Esta comunidade terapêutica é uma ótima opção para o tratamento de dependentes químicos.
CLÍNICA DE REABILITAÇÃO EM SP PARA DEPENDENTES QUÍMICOS POR R$990 MENSAIS
Ligue agora mesmo para a Capital Remoções – Clínicas de Reabilitação SP
A Capital Remoções conta com diversas clínicas de recuperação para dependentes químicos e comunidades terapêuticas espalhadas pelo Brasil.
Oferecemos diversos tratamentos para a reabilitação de dependentes químicos e transtornos mentais.
Esta clínica de dependentes químicos abaixo é uma clínica que aceita convênio médico e está situada em São Bernardo do Campo SP
A Capital remoções proporciona Tratamento de Dependência química e
Clínica de Recuperação de Drogados SP, tratamento para dependentes químicos é com a Capital Remoções, confira todas as unidades no botão abaixo:
Com unidades de tratamento localizadas em São Paulo, a Capital Remoções oferece tratamentos excelentes com opções de preços que variam de R$600 por mês até R$25,000 / mês.
Consulte agora mesmo com um de nossos atendentes a melhor opção para você ou para o seu ente querido.
Clínica de recuperação para tratamento de dependência química em São Lourenço da Serra SP
clínica de reabilitação de drogas
Essa é uma unidade de tratamento de dependência química nova em São Lourenço e os valores promocionais de inauguração são a partir de R$ 650 mensais.
Descrição do tratamento:
Clínica de tratamento de dependentes químicos com psicólogas, psiquiatras, enfermeira, nutricionista, terapeutas e coordenadores.
Metodologia de tratamento:
NARCÓTICOS ANÔNIMOS
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
PPR (PLANO DE PREVENÇÃO A RECAÍDAS)
TRE (TERAPIA RACIONAL EMOTIVA)
TERAPEUTAS DE PLANTÃO 24 HORAS
TCC (TERAPIA COMPORTAMENTAL COGNITIVO)
ATENDIMENTO AOS FAMILIARES
DÊ UMA CHANCE AO SE FAMILIAR
PROBLEMAS COM DROGAS E ÁLCOOL!?
CONTE CONOSCO
MÉDICOS E PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS NA ÁREA
Profissionais:
Médico psiquiatra 1x por mês
Psicólogo 2x por semana
Terapeuta holístico 24h
Monitores 24h
O tratamento é divido em três fases:
Acolhimento:
onde o paciente é recebido com tudo suporte e orientação necessária para poder apertar a fase dolorosa de abstinência.
Conscientização:
É a fase onde o paciente encontra direcionamento para a vida e adquire ferramentas para viver sóbrio.
Ressocialização :
mesa fase o paciente já está consciente das necessidades em se manter abstenio e começa a ser orientado a fazer planos para o retorno a sociedade.
Contamos com uma equipe multidisciplinar com experiência.
Visita 1x por mês
Ligação 1x por semana
Endereço: Despezio – São Lorenço da Serra. Próximo de São Paulo (1:30)
Alguns vídeos das clínicas de Recuperação no nosso canal da Capital Remoções abaixo:
Vídeos das clínicas de Reabilitação da Capital Remoções!
Novas clínicas de reabilitação / Recuperação para tratamento das drogas em SP. As clínicas tem tratamento específico para tratamento de álcool e drogas.
Localizadas nas cidades:
Piedade – SP e São Lourenço da Serra. A clínica conta com atendimentos de terapeutas, psicólogas, psiquiatras e coordenadores.
Clínica de drogas para tratamento de dependentes químicos em SP – São Lourenço da Serra SP
Princípios do Tratamento da dependência Química Os princípios fundamentais que regem ao grupo de clínicas de reabilitação da Capital Remoções são: o AMOR, DISCIPLINA, ESPIRITUALIDADE, RESPONSABILIDADE, LIBERDADE, e TRABALHO, visando as mudanças de comportamento necessárias para uma melhor qualidade em todos os aspectos de vida e da vida de seus familiares e amigos.
Com preços a partir de R$600 por mês.
Clínica de Reabilitação – Capital Remoções
Tratamento especializado em dependência química, alcoólica e comorbidades psiquiátricas.
Resgate especializado 24 horas em todo o Brasil.
Metodologia de tratamento:
NARCÓTICOS ANÔNIMOS
ALCOÓLICOS ANÔNIMOS
PPR (PLANO DE PREVENÇÃO A RECAÍDAS)
TRE (TERAPIA RACIONAL EMOTIVA)
TERAPEUTAS DE PLANTÃO 24 HORAS
TCC (TERAPIA COMPORTAMENTAL COGNITIVO)
ATENDIMENTO AOS FAMILIARES
Terapia ambulatorial
DÊ UMA CHANCE AO SE FAMILIAR
PROBLEMAS COM DROGAS E ÁLCOOL!?
CONTE CONOSCO
MÉDICOS E PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS NA ÁREA
Profissionais:
Médico psiquiatra 2x por mês
3 Psicólogos de seg a sexta (atende conforme a necessidade – Tratamento individualizado)
Terapeuta holístico 24h
Enfermeira padrão
Clínico Geral
Monitores 24h
Nosso tratamento é divido em três fases:
Acolhimento: onde o paciente é recebido com tudo suporte e orientação necessária para poder apertar a fase dolorosa de abstinência.
Conscientização:
É a fase onde o paciente encontra direcionamento para a vida e adquire ferramentas para viver sóbrio.
Ressocialização após o 5 mês : mesa fase o paciente já está consciente das necessidades em se manter abstenio e começa a ser orientado a fazer planos para o retorno a sociedade.
Contamos com uma equipe multidisciplinar com experiência.
Tratamento Alcoolismo O Alcoolismo afeta muitas famílias no mundo todo. O álcool, droga lícita, oferecida em larga escala, favorece a dependência pelo alcance fácil e por fazer parte da rotina de consumo em muitas famílias, que não consideram os danos que ele pode causar a seus membros.
COCAÍNA (pó) A Cocaína é uma droga na forma de pó, extraída da folha da coca. Foi originalmente desenvolvida para ser um analgésico, mas ela se tornou uma das drogas mais perigosas já conhecidas pelo homem. A Cocaína, também é conhecida popularmente como, “Farinha”, “Branquinha”, “Pó”, “Coca”, “Brilho”, “Poeira”, “Talquinho”, “Júlia” e “Basuko”.
Clínica De Recuperação / Reabilitação Das Drogas – Masculina Em Mairiporã SP Para Tratamento De Dependentes químicos
Clínica de Recuperação de Drogados SP
DESCRIÇÃO DO TRATAMENTO
Tratamento para dependência química ( dependentes químicos)
Tratamento para alcoólicos/ alcoólatras
Maiores informações (11)96648-4516 atendimento 24 horas.
Vagas disponíveis!
4 Refeições Diárias
Terapeutas
Psicologas
Psiquiatra
Nutricionista
Tempo de tratamento / Internação:
6 meses (180 dias)
Visita 1x por mês
Ligação 1x por semana
4 Refeições diárias
Monitoramento 24 horas
Internação Voluntária
Internação Involuntária
Remoção 24 horas
Internação imediata
Unidade para homens
FOTOS DA CLÍNICA
Clínica de reabilitação para tratamento da dependência química (imagem).
Clínica de reabilitação (imagem).
Clínica de reabilitação (imagem).Clínica de reabilitação / recuperação (imagem).
Clínica de reabilitação / recuperação (imagem).
Clínica de reabilitação / recuperação (imagem).Clínica de reabilitação / recuperação (imagem).Clínica de reabilitação / recuperação, tratamento para dependentes químicos (imagem).
Um resumo de uma trajetória bem longa das substâncias psicotrópicas com o passar dos milênios em todo o mundo
Nos Anos de:
5400 – 5000 A.C.
Um jarro de cerâmica descoberto no norte do Irã, com resíduos de vinho resinado, é considerado a mais antiga evidência da produção de bebida alcoólica no mundo
No Ano de:
4000 A.C.
Os chineses são, provavelmente um dos primeiros povos a usar a planta (erva) da maconha. Fibras de cânhamo descobertas no país datam dessa época
No Ano de:
3500 A.C.
Os sumérios, na Mesopotâmia, são considerados o primeiro povo a usar ópio. O nome dado por eles à papoula pode ser traduzido como “flor do prazer”
No Ano de:
3000 A.C.
A folha de coca é costumeiramente mastigada na América do Sul. A coca é tida como um presente dos deuses
No Ano de:
2100 A.C.
Médicos sumérios receitam a cerveja para a cura de diversos males, segundo inscrições em tabuletas de argila
No Ano de:
2000 A.C.
Hindus, mesopotâmios e gregos usam o cânhamo como planta medicinal. Na Índia, a maconha é considerada um presente dos deuses, uma fonte de prazer e coragem
No Ano de:
100 A.C.
Depois de séculos, o cânhamo cai em desuso na China e é empregado apenas como matéria-prima para a produção de papel
No Século 11
Hassan Bin Sabah funda a Ordem dos Haximxim, uma horda de guerreiros que recebia, em sua iniciação, uma grande quantidade de haxixe, a resina da Cannabis
1492
O navegador Cristóvão Colombo descobre os índios usando tabaco (folhas secas) durante suas viagens ao Caribe
Século 16
Américo Vespúcio faz na Europa os primeiros relatos sobre o uso da coca. Com a conquista das Américas, os espanhóis passam a taxar as plantações
Século 16
Durante a expansão marítima para o Oriente Médio, os portugueses adotam a prática de fumar ópio
1550
Jean Nicot, embaixador francês em Portugal, envia sementes de tabaco para Paris
Século 17
O gim é inventado na Holanda e sua popularização na Inglaterra no século 18 cria um grave problema social de alcoolismo
Século 18
O cânhamo volta a ser usado no Ocidente, como planta medicinal. Alguns médicos passam a usá-lo no tratamento da asma, tosse e doenças nervosas
Século 19
Surgem os charutos e cigarros. Até então, o tabaco era fumado principalmente em cachimbos e aspirado na forma de rapé
1845
O pesquisador francês Moreau de Tours publica o primeiro estudo sobre drogas alucinógenas, descrevendo seus efeitos sobre a percepção humana
1850-1855
A folha da coca passa a ser usada como uma forma de anestesia em operações de garganta. A cocaína chamado hoje em dia de pó é extraída da planta da coca pela primeira vez.
1852
O botânico Richard Spruce identifica o cipó Banisteriopsis caapi como a matéria-prima de onde é extraída a ayahuasca
1874
Com a mistura de morfina e um ácido fraco semelhante ao vinagre, a heroína é inventada na Inglaterra por C.R.A. Wright
A prática de fumar ópio é proibida em San Francisco (EUA). A Sociedade para a Supressão do Comércio do Ópio é fundada na Inglaterra, e só quatro anos depois as primeiras leis contra o uso de ópio são adotadas
1884
O uso anestésico da cocaína é popularizado na Europa. Dois anos depois, John Pemberton lança nos EUA uma beberagem contendo xarope de cocaína e cafeína: a Coca-Cola. A cocaína só seria retirada da fórmula em 1901
COCAÍNA (pó) A Cocaína é uma droga na forma de pó, extraída da folha da coca.
1896
A mescalina, princípio ativo do peyote, é isolada em laboratório
1898
A empresa farmacêutica Bayer começa a produção comercial de heroína, usada contra a tosse
1905
Cheirar cocaína torna-se popular. Os primeiros casos médicos de danos nasais por uso de cocaína são relatados em 1910. Em 1942, o governo dos EUA estima em 5.000 as mortes relacionadas ao uso abusivo da droga
Tratamento do cigarro Tratamento para fumantes (Tabagistas).
1912
A indústria farmacêutica alemã Merck registra o MDMA (princípio ativo do ecstasy) como redutor de apetite. A substância, porém, não chega a ser comercializada.
Tratamento Para Mulheres (Dependência Química E Alcoolismo) Um dos maiores problemas que as mulheres de hoje enfrentam no Brasil é a Dependência Química e o alcoolismo.
1930
Num movimento que começa nos Estados Unidos, a proibição da maconha alcança praticamente todos os países do Ocidente
1943
O químico suíço Albert Hofmann ingere, por acidente, uma dose de LSD-25, substância que havia descoberto em 1938. Com isso, ele descobre os efeitos da mais potente droga alucinógena
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Clínica de Reabilitação das Drogas
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O LSD é proibido nos EUA. Seus maiores defensores, como os americanos Timothy Leary e Ken Kesey, começam a ser perseguidos
1965
Alexander Shulgin sintetiza o MDMA em seu laboratório. Ao mastigá-lo, sente “leveza de espírito” e apresenta a droga a psicoterapeutas
Anos 70
O uso da cocaína torna-se popular e passa a ser glamourizado. Nos anos 80, o preço de 1 Kg de cocaína cai de US$ 55 mil (1981) para US$ 25 mil (1984), o que contribui para sua disseminação
1977
Início da “Era de Ouro” do ecstasy. Terapeutas experimentais fazem pesquisas em segredo para não chamar a atenção do governo
Surge o crack (pedra) , a cocaína na forma de pedra. A droga, acessível às camadas mais pobres da população tem um alto poder de dependência no ser humano
1984
A Holanda libera a venda e consumo da erva maconha em estabelecimentos específicos – os coffee shops
1984
O uso recreativo do MDMA ganha as ruas. Um ano depois, a droga é proibida nos EUA e inserida na categoria dos psicotrópicos mais perigosos
2001
Os EUA dão apoio financeiro de mais de US$ 2 bilhões ao combate ao tráfico e à produção de cocaína na Colômbia
2003
O governo canadense anuncia que vai vender maconha para doentes em estado terminal. É a primeira vez que um governo admite o plantio e comercialização da droga
Tem mais alguma dúvida? Entre em contato conosco! (11) 96648-4516
Já tentou parar de fumarcigarros por conta própria e não sabe mais o que fazer?
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Devido a dificuldades que muitas pessoas tem para parar de fuma a Capital Remoções firmou uma parceria com uma clínica de recuperação do cigarro que promete ajudar as pessoas a largarem o vício que vem matando milhares de pessoas ao redor do mundo.
Clínica do tabagismo
Com uma refeição de primeira, psicólogos todos os dias e psiquiátricas a clínica de recuperação que oferece tratamento para tabagistas vem se diferenciando das demais.
Clínica que oferece tratamento para parar de fumar:
Se você está sofrendo com a dependência da nicotina e não sabe como se livrar desse vício? Já tentou parar de fumar, mas teve recaídas (volta ao uso)?
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Fumaça de cigarro tem mais de 4,7 mil substâncias tóxicas;
O cigarro é responsável por uma em cada 10 mortes no mundo;
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), todo ano mais de cinco milhões de pessoas morrem no mundo por causa do cigarro;
O cigarro é responsável por mais ou menos 222 mil mortes por ano no Brasil. São em média 565 brasileiros mortos por dia.
Não só o fumo ativo, mas o passivo também aumenta os riscos de doença. Sete não fumantes (que convivem com quem fuma) morrem por dia em consequência do fumo passivo de cigarros e charutos;
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o tabagismo é responsável por 85% das mortes por doença pulmonar crônica (bronquite e enfisema), 30% por diversos tipos de câncer (pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo de útero, estômago e fígado), 25% por doença coronariana (angina e infarto) e 25% por doenças cerebrovasculares (AVC);
o cigarro também é um fator importante de risco para o desenvolvimento de outras doenças graves, tais como – tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose, catarata, entre outras doenças.
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Estudo realizado no Canadá mostra que mais de 50% dos jovens entre 12 e 24 anos que beberam energéticos relatam impactos negativos na saúde
Um estudo realizado no Canadá pede maior atenção para o consumo de energéticos por jovens. A pesquisa detectou, entre outras coisas, que mais da metade de consumidores de energéticos entre 12 e 24 anos sentiram efeitos negativos em sua saúde após o consumo da bebida energética.
A pesquisa entrevistou mais de 2 mil jovens dentro dessa faixa etária. Entre aqueles que já haviam consumido energéticos, 55% disseram que sentiram efeitos negativos em sua saúde.
Entre os problemas mais citados pelos usuários de energéticos estavam aumento na velocidade do batimento cardíaco (citado por 14,7% dos entrevistados, dificuldade para dormir (24,1%) e dores de cabeça (18,3%).
Sintomas como náusea, vômitos e diarreia foram citados por 5,1% dos entrevistados. Um problema bastante sério para a saúde, incidência de convulsões, foi citado por 0,2% dos entrevistados nessa pesquisa.
Entre esses jovens, 5% tiveram que buscar por um atendimento médico em decorrência desses efeitos reportados.
Os pesquisadores pedem maior atenção de autoridades para o consumo de bebidas energéticas (red bull, tnt, monster energy entre outras marcas) por parte de jovens e adolescentes.
“O número de impactos na saúde observado em nosso estudo sugere que mais deveria ser feito para restringir o consumo dessas bebidas energéticas entre crianças e adolescentes”, diz David Hammond, professor na escola de saúde pública da Universidade de Waterloo, no Canadá, e um dos membros do estudo em comunicado.
A pesquisa foi publicada no periódico científico Canadian Medical Association Journal Open.
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Estatística De Drogas E Cigarros Contrabandeados Apreendidos No Brasil 2018
Os balanços finais de apreensões da Polícia Rodoviária Federal do Brasil e da Receita Federal (R.F.) sobre esse ano de 2017 não deixaram dúvidas sobre a “estrela” da lista: com US$ 30,1 milhões apreendidos pela Receita no Paraná (38,15% do total confiscado nas alfândegas) e 21,6 milhões de maços pela Polícia Rodoviária Federal no Estado de SP (o segundo maior valor desde 2010), o cigarro contrabandeado parece aumentar a cada ano sua entrada no Brasil, apesar das tentativas de barrar o fluxo da mercadoria.
Como consequência, o Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade verificou que os fumos contrabandeados têm abocanhado uma fatia cada vez maior do mercado brasileiro: eles representavam 31% do comércio do produto em 2015, a taxa subiu para 46% em 2016 e chegou a 48,1% no ano passado, diz a entidade. Em outras palavras, de cada 100 cigarros vendidos no Brasil, 48 são pirateados. Os produtos entram no país em barcos ou caminhões, vindos especialmente do Paraguai, e são fracionados para serem vendidos no varejo de rua das grandes cidades, principalmente em SP.
A Capital Remoções tem diversas opções de clínicas de drogas
As clínicas de drogas localizadas nas cidades: São Paulo, Itatiba, Itu, Mairiporã, Guaratinguetá entre outras.
Clínicas de drogas perto de guarulhos, perto do Rio de Janeiro, Florianópolis, Santa Catarina, entre outras Cidades do estado de São Paulo.
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As Clínicas de drogas tem como principal objetivo a reabilitação de dependentes químicos de ambos os sexos e oferecem tratamento especializado para homens e mulheres de 15 a 80 anos de idade.
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Consumo de drogas entre as mulheres
Estudos sobre drogas foram analisados e têm um aspecto em comum: o uso de crack (pedra), cocaína (pó) e álcool, entre outras substâncias, é muito superior entre os homens. O consumo feminino de drogas e álcool é menor. Pesquisadores apontam que, para o sexo masculino, o consumo de drogas é um fator de interação e afirmação social.
De acordo com o psiquiatra Aloísio Antônio Andrade de Freitas, presidente do Conselho de Políticas sobre Drogas do estado de Minas Gerais, as mulheres têm mais reações negativas quando usam substâncias como cocaína (pó) e álcool (bebidas alcoólicas), ficam deprimidas, passam mal ou ficam com sono.
CLÍNICA DE REABILITAÇÃO FEMININA EM SP.Mulheres que usam quando estão grávidas podem ter aborto espontâneo, parto prematuro e malformações, inclusive neurológicas, do feto. Foto: Secom-MT
Essa intolerância é considerada fator de proteção natural do ser humano. “Daí o número de mulheres usuárias de drogas , proporcionalmente, ser significativamente menor que o de homens”.
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Os Estados Unidos têm, menos de 5% da população mundial, mas respondem por quase 25,1% dos presidiários de todo o planeta. Os Estados Unidos da América lideram o mundo na produção de presidiários, um reflexo de uma abordagem relativamente recente e agora caracteristicamente americana quanto ao crime e castigo.
Você sabia que o porte de entorpecentes (drogas) está no topo da lista de motivos de prisão nos Estados Unidos? Sim está!
Há 751 presidiários para cada 100 mil habitantes, nos Estados Unidos, e se incluirmos no conta apenas os adultos, 1% da população do país está na prisão.
Penas de usuários de drogas serão até reduzidas nos EStados Unidos (EUA) para esvaziar as prisões
Prisões por porte de entorpecentes (drogas) vem aumentando a cada dia
Foi até apresentada uma nova política, pelo procurador-geral, Eric Holder, é uma das medidas para conter a subida dos gastos com penitenciárias.
WASHINGTON CITY — Em uma tentativa de mudar a política de justiça criminal americana e diminuir a superlotação que está ocorrendo nas prisões federais, o governo Obama apresentou mudanças que incluem a diminuição de penas a usuários de drogas detidos pela polícia que não estejam envolvidos com atos violentos ou quadrilhas. A nova política, apresentada pelo procurador-geral, em discurso na reunião anual da American Bar Association, em São Francisco, é uma das medidas destinadas a conter a subida dos gastos com prisões e ajudar a corrigir o que ele considera como injustiça no sistema judicial do país.
– Embora o encarceramento tenha um papel a desempenhar no nosso sistema judicial, a prisão generalizada nos níveis federal, estadual e municipal é ineficaz e insustentável – Isso impõe um significativo peso econômico – que atingiu US$ 80 bilhões em 2010 – acompanhado de custos humanos e morais que são impossíveis de calcular.
Holder determinou aos promotores federais que reduzam penas e evitem o encarceramento de usuários presos pelo porte de pequenas quantidades de droga e sugeriu serviços comunitários e programas de reabilitação no lugar da prisão. Ele também anunciou que irá ampliar um programa federal para conceder “liberdade solidária” a presos idosos que já cumpriram parte de suas sentenças e que não tenham cometido atos violentos.
Boa parte da legislação de tolerância zero às drogas, que causou a superpopulação carcerária americana, foi aprovada nos anos 80 e início dos anos 90, no auge da epidemia de crack no país. De acordo com Holder, enquanto a população americana cresceu um terço desde 1980, a população carcerária aumentou 800%. O sistema prisional federal americano trabalha 40% acima de sua capacidade, com algumas penitenciárias superlotadas.
– O presidente Obama e eu discutimos muito e chegamos à conclusão que o fim da penas obrigatórias mínimas será positivo para od dependentes químicos especialmente entre nossas minorias, que acabam tendo penas maiores pelos mesmos crimes cometidos por brancos. Não podemos mais tratar pequenos usuários como reis do tráfico. É contraproducente.
Dos 219 mil presos federais, quase metade cumpre penas associadas às drogas. O país é o que mais tem presos em proporção a sua população. Holder anunciou novos procedimentos para que promotores federais elaborem suas acusações de forma a evitar que os usuários não violentos sejam enquadrados nas penas mínimas obrigatórias.
– Determinei uma modificação obrigatória das políticas de indiciamento do Departamento de Justiça, para que certos infratores não violentos e de baixo grau da lei de entorpecentes, que não tenham vínculos com organizações de grande escala, gangues ou cartéis, não sejam mais indiciados por infrações que imponham penas mínimas obrigatórias draconianas – disse Holder.
Atualmente, a obrigação de impor uma sentença mínima obrigatória em casos de usuários de drogas – que varia de cinco a 10 anos, dependendo do tipo e quantidade de drogas apreendidas – impede juízes de estabelecerem uma pena adaptada ao contexto do delito. A decisão de erradicar a prática é uma vitória para os grupos de direitos civis que afirmam que as longas penas de prisão têm um efeito devastador entre as classes sociais com menos recursos e outras minorias.
– Milhares de pessoas estão presas neste ciclo vicioso de pobreza, crime e encarceramento que agravou o problema ao invés de resolvê-lo.
Na semana passada, a Suprema Corte do estado da Califórnia ordenou que dez mil presos fossem soltos por estarem detidos em situação irregular. Uma lei de 2010 que reduziu a pena para usuários de drogas não violentos de crack poupou aos Estados Unidos cerca de US$ 500 milhões em custos por evitar 7.800 prisões, de acordo com a organização civil Famílias Contra Mínimos Obrigatórios.
Lei no Senado
Mas as propostas de Holder têm impacto limitado por terem um caráter administrativo. Uma mudança real precisará de uma revisão na lei. Os senadores Patrick J. Leahy (democrata) e Rand Paul (republicano) enviaram ao Senado, em março, um projeto de reforma prisional que daria mais liberdade aos juízes na hora de julgar usuários e traficantes. O projeto dá mais instrumentos para que os juízes concedam sentenças inferiores ao mínimo obrigatório. Atualmente, apenas 25% dos acusados têm essa possibilidade.
Pelo projeto, os juízes teriam a liberdade de julgar os casos conforme o contexto e levariam em consideração se houve violência. A ideia é manter a severidade das penas associadas a mortes, por exemplo, e evitar o custo de manter uma pessoa presa por cinco anos se for flagrada com umas 100 plantas de maconha.
De acordo com Holder, é preciso mudar essa lógica de encarceramento em massa que o país adotou após a “guerra contra às drogas”.
– Conforme a chamada “guerra (combate) às drogas” entra na sua quinta década, precisamos nos perguntar se ela e sua abordagem foram verdadeiramente eficientes no nosso país – disse, apelando a uma “nova abordagem”. – Precisamos garantir que a prisão sirva para punir, deter e reabilitar.
Nós acreditamos que o que funcionaria no caso dessas pessoas seria um tratamento de reabilitação e não penitenciarias, por isso optem sempre por um tratamento da dependência química e alcoolismo antes de deixar chegar a esse ponto.
A dependência química é definida pela 10ª edição da Classificação Internacional de Doenças (CID-10), da O.M.S. Organização Mundial da Saúde, como um conjunto de fenômenos comportamentais, cognitivos e fisiológicos que se desenvolvem após o uso repetido de determinada substância. A dependência pode dizer respeito a uma substância psicoativa específica (por exemplo, o tabaco, bebida alcoólica ou a cocaína, lsd, extasy ), a uma categoria de substâncias psicoativas (por exemplo, substâncias opiáceas) ou a um conjunto mais vasto de substâncias farmacologicamente diferentes.
Conhecida como uma doença progressiva, incurável e fatal a dependência química ainda não tem cura.
Como a Dependência Química é considerada um transtorno mental, em que o portador desse distúrbio perde o controle do uso da substância, e a sua vida psíquica, emocional, espiritual e física vai se deteriorando gravemente, nessa situação, a maioria dos dependentes químicos precisam de tratamento especializado e de ajuda competente e adequada. Dependência química não é simplesmente “falta de vergonha na cara” não ou um problema moral, é apenas uma doença como a Diabetes, o dependente não escolhe ter a doença, mas pode sim escolher fazer o tratamento, e assim como diabéticos controlam o açúcar no sangue com medicações e cuidados com a boa alimentação, o dependente químico pode buscar ajuda para controlar sua adicção e entender o ciclo da doença. É considerada uma doença BIOPSICOSSOCIAL.
A dependência química é uma doença química:
a dependência é provocada por uma reação química no metabolismo do corpo humano. O álcool e o tabaco, por exemplo, embora a maioria das pessoas separe das drogas ilegais, são drogas tão ou mais poderosas em causar dependência e destruição em pessoas predispostas, como qualquer outra droga, ilegal ou não.
Dependência química é uma doença interna e não externa:
As questões externas como dificuldades sociais, familiares, sexuais, profissionais não geram a dependência química e nem justificam o uso e abuso de drogas e de álcool. Existem fatores internos de cada organismo, que atuam direta e indiretamente e contribuem para a instalação da doença, provocando uma predisposição física e emocional para a dependência.
É uma doença progressiva: o uso contínuo e sem tratamento de drogas e álcool pode se tornar cada vez mais intenso e perigoso para o dependente químico e para o alcoolista. É uma doença crônica incurável: Uma vez dependente químico, sempre dependente, indiferente de estar ou não em recuperação, usando ou não usando algum tipo de droga. Ainda não existe cura para a dependência química, existe sim tratamento – contínuo e permanente.
É uma doença controlável: Mesmo que não se possa usar o álcool ou as drogas de maneira “social” ou “recreativa” com controle, o dependente, se aceitar e realmente se empenhar no tratamento da dependência, poderá viver muito bem sem o uso de drogas e sem as consequências negativas do seu uso frequente.
É uma doença que atinge toda a família do dependente: O convívio com o dependente químico faz com que sua família também adoeça no emocional, tornando-se necessário na maioria dos casos o tratamento de todos os familiares. Recebendo assim orientações a respeito de como lidar com o dependente químico e de como lidar com seus sentimentos e emoções em relação ao mesmo
É uma doença física: Se manifesta pelo aparecimento de profundas modificações físicas, alterando o metabolismo orgânico quando se interrompe o uso da droga e do álcool. Essas alterações físicas obrigam o usuário a continuar consumindo a droga descontroladamente, caso contrário ocorre uma “crise ou síndrome de abstinência”. Essas alterações presentes na “Síndrome de Abstinência” se manifestam por sinais e sintomas de natureza física e variam conforme a droga.
Psicológica:
É a sensação de satisfação provocada pelo uso da droga que faz com que o indivíduo a utilize continuamente para permanecer satisfeito e evitar o mal estar da abstinência. A falta da droga deixa o dependente abatido, em péssimo estado psicológico. Quando privados da substancia, os dependentes sofrem modificações de humor constantemente, comportamento, mal-estar.
Você sabia que:
A DEPENDÊNCIA QUÍMICA É UMA DAS DOENÇAS PSIQUIÁTRICAS MAIS FREQUENTES DA ATUALIDADE EM TODO O MUNDO?SIM, ELA É!
A doença da dependência química é crônica e multifatorial, isso significa que diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, incluindo a quantidade e frequência de uso da substância, a condição de saúde do indivíduo e fatores genéticos, psicossociais e ambientais.
Muitos estudos vem buscando identificar características que predispõe um indivíduo a um maior risco de desenvolver abuso ou dependência. Em relação ao álcool, por exemplo, estima-se que os fatores genéticos expliquem cerca de 55% das vulnerabilidades que levam os indivíduos a fazerem o uso pesado de bebidas alcoólicas – principalmente genes que estariam envolvidos no metabolismo do álcool e/ou na sensibilidade aos efeitos dessa substância psicoativa, sendo que os filhos de alcoólatras possuem quatro vezes mais riscos de desenvolverem alcoolismo, mesmo se forem criados por indivíduos não-alcoolistas. Além disso, fatores individuais e aspectos do beber fazem com que mulheres, jovens e idosos sejam mais vulneráveis aos efeitos das bebidas alcoólicas, o que o colocam em maior risco de desenvolvimento de problemas.
Vídeo amor exigente, dependência química
Entendendo a Dependência Química
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