Tag: Dependência Química na adolescência

  • Como internar um dependente químico que não aceita que está doente?

    Como internar um dependente químico que não aceita que está doente?

    Como internar um dependente químico que não aceita que está doente:

    Existem pessoas que estão em busca de informações sobre como tratar os seus familiares que são dependentes químicos contra sua própria vontade, nós sabemos que hoje muitas pessoas estão viciadas em drogas e as famílias não sabem o que fazer e não conseguem ajudar a pessoa.

    Desta forma é muito comum as famílias ficarem preocupadas, eles não entendem os passos a serem realizados para se chegar a cura do dependente.

    Caso você tenha dúvidas com essa, leia este post até o final, será possível reconhecer todos os métodos realizados no processo de internação de um dependente químico involuntariamente.

    Saiba como internar um usuário de drogas sem a sua vontade

    É totalmente possível internar um dependente químico contra a sua vontade, nós sabemos que infelizmente o vício em drogas existe e acaba sendo um dos maiores fatores para mortalidade no Brasil, parte pelo uso dessas substâncias, parte pelo tráfico de drogas.

    Desta forma, é importante o paciente entender que a internação não é uma prisão, é uma ajuda de uma equipe multidisciplinar capaz de fazer com que o viciado realmente mude sua rotina, mesmo que haja resistência no começo.

    Normalmente os indivíduos se tornam viciados por conta de problemas psicológicos, financeiros, profissionais, entre outros.

    São diversas as causas que levam a esse problema, é importante ir reconhecendo aos poucos durante o tratamento.

    Para haver uma internação de um viciado em drogas contra a sua vontade, é preciso ter paciência, compreender ele, e o mais importante é que a família seja um pilar de apoio durante todo o tratamento, a mesma precisa demonstrar que está do lado do dependente e que ele pode sair dessa.

    O dependente químico deve aceitar que existem pessoas que estão dispostas a ajudá-lo, mesmo que ele não aceite a doença.

    A família também precisa compreender que o fato dele ser internado acaba sendo uma das melhores opções no momento, pois uma clínica de recuperação ajuda o paciente não só a se curar do vício, mas evita que a dependência leve a consequências fatais.

    Como internar um dependente químico que não aceita que está doente
    Internar um dependente químico

    Sobre a legalização de um internamento involuntário, entenda. – Como internar um dependente químico que não aceita que está doente?

    Poucas pessoas sabem que é possível internar um viciado em drogas contra a sua própria vontade, porém este processo é totalmente amparado pela legislação. A lei garante este tipo de internação, e ajuda os familiares nesse processo, pois para convencê-lo é necessária a colaboração de todos.

    Esta lei que respalda a internação vem sendo aplicada para dependentes químicos que necessitam realmente de internação involuntária. A base desta lei é o decreto 891/38 e a lei 10.216/01, a partir dela a família pode solicitar a internação sem consenso do dependente.

    (mais…)

  • Plano de saúde cobre o tratamento de dependência química?


    Sabemos que uma das principais preocupações de quem está procurando por uma clínica de recuperação, seja para si mesmo ou para o seu familiar é a quantia a ser paga pelo tratamento e internação.

    Afinal, clínicas de qualidade possuem valores mais elevados, são tratamentos específicos, e nem sempre dispomos desse dinheiro.

    A primeira dúvida que nos surge é se o plano de saúde cobre tratamento de dependência química.

    Uma vez que essa possibilidade facilitaria muito a vida de quem está passando por essa situação.

    A Capital Remoções propõe o debate sobre o tema, saiba mais sobre o assunto a seguir.

    A resposta é: Sim, o plano de saúde pode cobrir os custos para este tipo de tratamento, veja mais!

    Mas, em que situações o plano de saúde cobre tratamento de dependência química?

    É importante saber que, para ter esse direito, é necessário cumprir três regras básicas. Veja quais são elas:

    1- é preciso ter um encaminhamento médico solicitando a internação.

    Esse encaminhamento deve conter o CID (Classificação Internacional de Doenças) da doença – para a internação em clínica de reabilitação deve conter o CID de dependência química ou alcoólica.

    2- A cobertura da doença da dependência química / alcoólica precisa ser coberta pelo contrato do plano de saúde.

    Ainda que essa vá além das mencionadas na lista da OMS (Organização Mundial da Saúde)

    de Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde.

    3- Deverá portar o tipo correto de cobertura do plano de saúde, que pode ser Hospitalar, Odontológica, Ambulatorial ou Obstétrica.

    Para que seja possível a cobertura da internação em clínica de recuperação, o ideal é o tipo Hospitalar.

    Caso você esteja dentro com todos os requisitos acima, a cobertura por parte do tratamento pelo plano de saúde é obrigatória.

    É importante ressaltar que há alguns planos de saúde que mesmo com todos os documentos em ordem, negam a cobertura.

    Eles alegam que a dependência química é uma doença preexistente, ou seja, uma doença que o contratante sabia que possuía na hora de contratar seu plano.

    O que é importante saber é que se, no entanto, o plano não exigiu exames que comprovem que você realmente estava com essa doença antes, eles não podem alegar que ela seja preexistente.

    Dessa maneira, nada impede que você continue tendo direito à cobertura do tratamento.

    Existe carência ou limite do período de internação na clínica de recuperação?

    A resposta é Não, acontece que limitar o tempo de internação do paciente é considerado algo abusivo.

    Cada individuo demanda de um tempo específico para concluir seu tratamento,

    que tem por variáveis fatores como a gravidade da dependência e do tratamento realizado pela clínica.

    Dessa maneira, fica a cargo do médico responsável decidir o período de internação.

    Nesse molde, o plano de saúde é obrigado a cobrir os gastos até que o paciente receba a alta médica.

    Há ainda a possibilidade de que caso o seu plano de saúde não possua em sua rede credenciada uma clínica de recuperação para dependentes químicos,

    o Poder Judiciário pode determinar que o convênio cubra o tratamento integral em uma clínica particular.

    Ainda, se, por qualquer outro motivo, o plano de saúde se recusar a cobrir o tratamento, procure a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

    E caso a ANS não seja eficientes na resolução do problema, outra alternativa é acionar a Justiça.

    Bem, agora que você conhece os seus direitos com relação a internação através de plano de saúde,

    pode procurar sem problemas a clínica de recuperação que mais combine com suas necessidades.

    Para isso, entre em contato conosco, economize tempo na hora de buscar as melhores clínicas, e receba diversas opções.

    Estamos disponíveis 24 horas por dia através de nossa central de atendimento.

    Plano de saúde no tratamento da dependência química e do alcoolismo

    dependência química é uma doença progressiva,” incurável” e fatal, que comumente em São Paulo, no Brasil e no mundo todo

    atinge diversos indivíduos que fazem o uso abusivo e constante de determinadas drogas álcool também!

    O portador desse tipo de doença acaba por não conseguir conter o vício sozinho na maioria das situações,

    afetando sua vida toda, física, emocional, psíquica e, consequentemente, a vida social também.

    Muitas pessoas (dependentes químicos e alcoólatras) não possuem dinheiro o suficiente para internar seu ente querido em uma clínica de reabilitação

    e por conta disso acabam procurando alguns lugares sem o devido preparo para lidar com a doença como comunidades terapêuticas sem qualidade que abrem quase todos os dias.

    O fato interessante é que muitos assegurados dos planos de saúde (convênios médicos) desconhecem que os mesmos,

    em sua grande maioria oferecem a cobertura integral ou parcial do tratamento em clínica de recuperação / reabilitação para internação especializada em

    clinicas de tratamento para dependentes químicos ou alcoólatras para o tratamento de drogas e álcool, alcoolismo, assim como para diversos transtornos mentais.

    Neste post de hoje, você verá as principais peculiaridades para utilização dos planos de saúde ou convênios médicos no tratamento da dependência química e do alcoolismo também.

    Por qual motivo os planos de saúde (convênios médicos) são obrigados a cobrir o tratamento de recuperação de dependentes químicos ou alcoólatras?

    Estudos indicam que diversos fatores que contribuem para uma pessoa iniciar o uso abusivo de drogas ou álcool, como por exemplo,

    o envolvimento de familiares no consumo de bebidas alcoólicas ou drogas ilícitas, baixa percepção de apoio dos pais e mães,

    ausência de prática religiosa em casa, menor frequência na prática de esportes como Hobbies, violência doméstica constantemente, fator hereditário, dentre muitos outros.

    O vício em substâncias químicas (álcool ou drogas) desencadeiam diversos transtornos mentais e de comportamentos, sendo que o tratamento dessas enfermidades demanda,

    na maioria dos casos, um período de internação em clínicas de reabilitação para dependentes químicos e alcoólatras especializadas e, por muitas das vezes, ocorrem múltiplos episódios de internação

    em diversas clínicas de recuperação em SP, em Minas Gerais, na Bahia e ao redor do mundo.

    É a lei de número 9.656/98 que dispõe sobre planos (convênios) e seguros saúde e determina a cobertura total e obrigatória para as doenças listadas na CID 10

     – Classificação Estatística Internacional de Doenças e de Problemas Relacionados à Saúde mental.

    Essas classificações de enfermidades auxiliam diversos estudos realizados no Brasil e no mundo, análises e monitoramento de incidência de determinadas doenças, bem como a avaliação da assistência à saúde que deverá ser prestada ao paciente.

    Embora os planos de saúde (convênios) apresentem diversos empecilhos para custear o respectivo tratamento em clínicas de recuperação / reabilitação em SP e no mundo todo, a legislação atual prevê a cobertura de todos os transtornos mentais listados na CID 10, inclusive casos relacionados à intoxicação ou abstinência provocados pelo uso abusivo de álcool entre outras substâncias entorpecentes.

    Em quais casos o plano de saúde ou o convênio médico deve cobrir internação para reabilitação / recuperação de dependência química ou alcoolismo

    O adicto (dependente químico ou alcoólatra), para ter acesso à cobertura do plano de saúde, deve cumprir estes 3 requisitos:

    • Possuir uma solicitação médica para a internação do paciente, com CID identificado e reconhecido da doença;
    • A doença deve ser coberta pelo contrato de serviço prestado, que pode ir além daquelas listadas Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde mental, da OMS (CID 10);
    • Possuir o tipo adequado de cobertura do plano (hospitalar geralmente já é aceito).

    Para verificar se o seu plano ou convênio é aceito, entre em contato conosco e verifique.

    Então, sendo o plano de categoria hospitalar pra cima e havendo um pedido médico diagnosticando o quadro como uma doença listada no Catálogo Internacional de Doenças( CID), a cobertura é OBRIGATÓRIA!!

    Você pode consultar os planos de saúde parceiros da Capital Remoções ligando para nós 24 horas, todos os dias!

    Existe uma limitação de tempo de internação em uma clínica de reabilitação / recuperação para dependentes químicos ou alcoólatras?

    A limitação do tempo de internação em uma clínica de reabilitação / recuperação é considerada abusiva sabia? É sim!

    Não há um limite especificado e cada paciente (pessoa) deve ter seu tempo de recuperação / reabilitação em uma clínica respeitado, ficando unicamente a critério da equipe médica da instituição determinar qual o prazo da internação necessário.

    A lei 9.656/98 determina que internações hospitalares, inclusive em centros de terapia intensiva e em clínicas básicas de reabilitação para dependentes químicos ou alcoólatras ou especializadas não podem sofrer limitação de dias de internação no tratamento.

    A resolução normativa 262/11 da – Agência Nacional de Saúde (A.N.S.) Suplementar também estabelece uma cobertura em número de dias ilimitados, de todas as modalidades de internação hospitalar.

    É certo que uma cláusula de contrato que limita o tempo de tratamento em uma clínica de reabilitação que o paciente deve receber é abusiva e não pode prevalecer sobre a saúde física e mental do paciente portador de transtornos psíquicos.

    Não há como prevermos qual o tempo de internação necessário em uma clínica de reabilitação para a recuperação total do paciente nesses casos,

    que dependem de vários (diversos) fatores. Portanto, não pode a operadora de plano de saúde ou convênio médico pretender estabelecer um prazo específico para o restabelecimento dos pacientes enfermos, eis que somente ao médico cabe prescrever o tratamento adequado e sua extensão.

    Além disso também, é muito importante ressaltarmos que a limitação temporal de internação em clínica de reabilitação / recuperação é contrária ao próprio objeto do contrato firmado entre o consumidor e a operadora de plano de saúde ou convênio, que é assegurar a assistência integral à saúde do paciente que possui o convênio médico (plano de saúde).

    O plano de saúde cobra a coparticipação após o 30º dia?

    Alguns planos de saúde estabeleceram em seus contratos, o prazo de cobertura de até 31 ou 30 dias por ano em casos de internação para reabilitação de dependência química ou alcoolismo e após este prazo especificado, os pacientes começam a pagar apenas uma parte da internação, como 50% do valor total do tratamento.

    Alguns contratos podem variar o prazo para até 120 dias, por exemplo. Em todo caso, aplica-se a mesma regra do tópico citado anteriormente, não deve haver limitação de prazo e cobrança de coparticipação, seja após 30, 31 dias, 120 dias ou qualquer outro prazo estabelecido.

    Havendo um pedido médico solicitando mais prazo de internação em uma clínica de recuperação ou prazo indeterminado, é abusiva esta cobrança de qualquer valor do paciente ou de sua família, devendo o plano de saúde (convênio médico) cobrir integralmente a internação do paciente na clínica de reabilitação / recuperação para dependentes químicos ou alcoólatras..

    O que fazer se o plano de saúde se nega a cobrir a internação em uma clínica (instituição de reabilitação / recuperação)?

    O paciente ou familiar pode procurar imediatamente a Agência Nacional de Saúde Suplementar para tentar resolver o problema.

    Caso a A.N.S. não resolva ou demore muito a tomar alguma medida, é possível que você acione a Justiça para intervir e obrigar o plano de saúde a cobrir a internação em clínica de recuperação / reabilitação, dentro dos casos acima citados para vocês.

  • DEPENDÊNCIA QUÍMICA NO PERÍODO DA ADOLESCÊNCIA: ORIENTAÇÕES DE UMA PSICÓLOGA

    DEPENDÊNCIA QUÍMICA NO PERÍODO DA ADOLESCÊNCIA: ORIENTAÇÕES DE UMA PSICÓLOGA

    Você deve conhecer algum adolescente ou jovem que use drogas não é mesmo? Caso conheça me siga nessa matéria, a Psicologia tem muito a nos dizer sobre esse tema.

    A dependência química entre jovens nos mostra uma quantidade de pessoas que vem experimentando drogas muito cedo e a facilidade ao acesso as drogas que são ilícitas no nosso Brasil.

    Há nisso uma grande quebra de limites e desordem total na mente do adolescente.Vamos falar neste artigo sobre este tema e poder informar tanto aos adolescentes que estão sendo usuários de álcool e drogas quanto a amigos e parentes próximos que queiram ajudar outras pessoas.

    O âmbito familiar sofre um grande impacto quando percebe-se que um adolescente vem passando pela dependência química ou o alcoolismo. E é indispensável que o tratamento também abranja os demais membros da família para que seja bem elaborado e respeitado o papel da família no processo de escolha de um tratamento para adolescente.

    Mas iaí, do que estamos falando exatamente quando falamos de álcool ou drogas ilícitas?

    Ao utilizarmos este termo “droga ilícita” estamos nos referindo aos produtos, às substâncias ou misturas psicotrópicas. Na definição da OMS (Organização Mundial da Saúde (1981), drogas psicotrópicas

    “[…] são aquelas que agem sobre o sistema nervoso central da pessoa produzindo diversas alterações de comportamentos, humor e cognição, possuindo grande propriedade reforçadora, sendo, portanto, passíveis de auto-administração”.

    Essas substâncias psicoativas se encaixam nos receptores dos neurônios de neurotransmissores (dopamina, acetilcolina etc.) da pessoa e provocam efeitos semelhantes ao desses neurotransmissores, porém com efeitos colaterais.

    Como exemplo de drogas ilícitas de uso bem comum entre adolescentes podemos citar: A maconha.  Segundo o DSM-IV (2002) a maconha (erva) é a substância ilícita mais consumida no mundo todo sabia? e também vem sendo consumida desde a antiguidade, por possuir seus efeitos psicoativos, e como remédio também por uma sucessão de condições médicas mesmo, incluindo controle de dores, estresse e ansiedades fortes.

    dependencia-quimica-na-adolescencia-psicologa-online

    PSICOLOGIA DA ADOLESCÊNCIA ENTENDA UM POUCO MAIS A RESPEITO

    A adolescência já por si só já é uma fase onde há maiores mudanças nos seres humanos e um belo motivo também para trabalhar esse tema como forma de prevenção a dependência química e ampliar o seu conhecimento sobre este tema.

    Hoje em dia considera-se o jovem um ser em construção que expressa a sua identidade por meio de algumas práticas sociais em busca por reconhecimento e integração grupal.

    No período da adolescência existem alguns conflitos internos para lidar com certos limites, conciliando a encarar novas exigências e regras, em especial sobre a convivência com a própria sociedade, com a família e amizades.

    Minimizar essa importância é um erro gravíssimo que o adulto não deve cometer jamais, porque o cérebro e a experiência de vida do adolescente ainda não estão desenvolvidos totalmente (
    completamente).

    Um problema que para você é uma partícula de poeira apenas para um adolescente pode ser um poço sem fundo sabia? Utilize sempre a empatia e reconheça o sofrimento dele, a necessidade de independência que ele possui e a resolução dos problemas conforme a sua capacidade.

    A maconha (erva) está entre as primeiras drogas experimentadas pelos jovens do mundo todo e geralmente ocorre na adolescência. Como ocorrem com a maioria das outras drogas ilícitas seus transtornos ocorrem mais frequentemente nos homens do quer nas mulheres, ocorrendo à maior prevalência entre os 18 e 30 anos de idade.

    AS POLÍTICAS SOCIAIS E O TRATAMENTO PARA DEPENDENTES QUÍMICOS E ALCOÓLATRAS

    A adesão para o tratamento de Dependência Química (DQ) se dá a partir do pressupostos, de acordo com alguns estudos realizados, da decisão de seguir um tratamento de saúde daqueles que procuram e envolvendo uma relação entre pacientes e profissionais da clínica de recuperação.

    O tratamento para dependentes químicos e alcoólatras traz a necessidade de incluir toda a família no atendimento e o contexto de que o adolescente faz parte (amigos, escola e comunidade), com isso vários fatores protetivos podem ser revistos pela família e favoreçam o desenvolvimento do paciente. E há quem percebe como questão de saúde pública também estes casos, com destaque na saúde dos usuários de álcool e drogas, que envolve não somente a abstinência total ou parcial das drogas e do álcool, mas, principalmente, a redução de danos físicos, mentais e espirituais do adolescente.

    Confira opções de clínicas de recuperação / reabilitação para adolescentes (menores de idade)

    O consumo de ÁLCOOL E DROGAS ILÍCITAS é, sem dúvida, um fenômeno de preocupação sócio-política e de saúde pública TAMBÉM que afeta os mais variados sistemas sociais, como as famílias, as escolas, a polícia e o governo também.

    O que mais se destaca até hoje, neste momento, é o fato de que o aspecto humano do problema do uso e abuso de drogas e álcool vem sendo enfrentado com maior coragem e sob outra abordagem, mais direta, vencendo antigos dogmas que criaram, fundamentados em políticas de segurança pública de repressão aos usuários de drogas, os quais constituíam diversos obstáculos à solução eficaz da questão desta doença.

    Sendo assim, o governo Brasileiro e a nossa sociedade brasileira acabaram passando a preocupar-se mais em promover algumas ações de caráter abrangente e em desenvolver algumas propostas de prevenção e tratamento para dependentes químicos e alcoólatras mais adequados, com enfoque na saúde pública.

    dependencia-quimica-adolescencia-psicologia

    Para que os pacientes enfrentem os prejuízos decorrentes da Dependência química e do alcoolismo tratamento busca, inicialmente, ao entendimento acerca da dependência química e seus prejuízos causados nas vidas dos dependentes.

    A partir daí, o tratamento para dependentes químicos visaria favorecer nos pacientes um processo de autoconhecimento e a busca por outras fontes de prazer sem realizar o uso de substâncias que alterem suas mentes e humor.

    COMO AJUDAR UM ADOLESCENTE (MENOR DE IDADE)
    EM DEPENDÊNCIA QUÍMICA OU ALCOOLISMO

    Existem DIVERSAS formas hoje em dia de abordar esse assunto com os jovens, pois o uso e abuso de álcool e drogas é apenas uma consequência de algo mais profundo. Precisa ser descoberto o mais cedo o possível para poder tratar da dependência química ou do alcoolismo.

     1°LUGAR
    TRATE O ADOLESCENTE (MENOR DE IDADE) DEPENDENTE QUÍMICO OU ALCOÓLATRA
    COM HUMANIDADE E COM AMOR

    Uma pessoa que sofre com um vício de álcool ou droga é uma pessoa também, e não apenas um dependente químico ou alcoólatra, alguns familiares os excluem por causa da doença e os crucificam, mas esquecem que continua sendo a pessoa que conhecem, porém com algumas alterações, necessitando de acolhimento com amor, carinho e segurança total.

    2° LUGAR
    NÃO SE TORNE O ESCRAVO
    DO DEPENDENTE NÃO!

    Há alguns familiares que acabam por organizar suas vidas ao redor do dependente se tornando coo dependentes, tentando controlar os comportamentos do seu familiar. Outras casos, os familiares tentam esconder o adolescente de outros membros da família por vergonha da doença dele e preconceitos também.

    A sugestão que a Capital Remoções da é que seja ampliado o diálogo para que seja bem pensando em qual  melhor tratamento tomar e qual a melhor clínica de reabilitação para escolher. O problema deve ser encarado sim e confrontado de forma bem clara, transparente e bem objetiva.

    3° LUGAR
    BUSQUE AJUDA
    PROFISSIONAL COM A CAPITAL REMOÇÕES

    Os familiares dos DEPENDENTES QUÍMICOS E ALCOÓLATRAS que frequentam algum profissional de saúde especializado no tratamento das dependências químicas, são bem mais beneficiados com diversas informações e sugestões para como deve agir da melhor forma e podendo assim, ajudar o seu familiar ou amigos também, mesmo que em um primeiro momento o próprio adolescente não queira se envolver em tratamento algum.

    Os familiares dos dependentes realmente precisam de muita orientação. Na grande maioria dos casos, eles conhecem o inicio do problema até mais que o dependente, mas não conhecem as formas mais adequadas para lidar com os assuntos.

    4° LUGAR
    EVITE SEMPRE A CO-DEPENDÊNCIA,
    ELA PODE TE ADOECER, E MUITO!

    Parentes e amigos de DEPENDENTES QUÍMICOS e ALCOÓLATRAS também adoecem neste processo sabia? Sim e chamamos essa doença de co-dependência, que também pode incluir diversos outros comportamentos que são muito destrutivos. Mas há esperança sim! Se, por um lado, a dependência química é uma doença crônica (incurável), progressiva e fatal, a co-dependência não é incurável, fique sabendo.

    Co-dependentes existem baseando-se nas dificuldades emocionais de cada pessoa traz em si mesma. Sem sombra de dúvidas, com boa vontade, coragem e tratamento, é possível sair desse círculo vicioso altamente destrutivo de culpa, tentativas frustradas de controle e autodestruição também.

    A co-dependência
    é quando um indivíduo independente

    suporta e incentiva a dependência química de outra pessoa,
    é também uma dependência sabia? Pois é!

    dependencia-quimica-adolescencia-terapia-online-videoconsulta

    SABIA QUE HOJE EM DIA TEM ORIENTAÇÃO PSICOLÓGICA
    POR VÍDEO CONSULTA
    PARA TEMAS DE DEPENDÊNCIA QUÍMICA?

    Orientação Psicológica vem se mostrando por cada vez mais eficaz para auxiliar nas reduções de danos causadas por diversas drogas ilícitas, fazendo com que o adolescente dependente químico ou alcoolista volte a ter confiança na sua vida e melhorando seu espaço na sociedade e entre os familiares também.

    A rede de apoio que a terapia ajuda esse jovem a fazer durante as consultas é o que ele provavelmente vem pedindo há muito tempo, porém sem conseguir sozinho. Falta uma ação, uma motivação e um sentido na maioria dos casos e com apoio de um psicólogo capacitado para entender seu anseios e medos isso se torna muito mais fácil. E se houver outras problemáticas no quadro do dependente há como durante as sessões investigar, encaminhar e acolher…

    hoje em dia é possível ter uma orientação psicológica por vídeoconsulta facilmente. De dentro do conforto de sua casa e privacidade da sua casa também. Podendo abranger a família toda de uma maneira bem mais fácil por poder combinar horários alternativos.

    Texto original (fonte):