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  • O que deve ser levado para a internação em uma clínica de recuperação para dependentes químicos?

    O que deve ser levado para a internação em uma clínica de recuperação para dependentes químicos?

    Tire as suas dúvidas sobre o que levar para uma clínica de recuperação ou uma clínica de reabilitação para dependentes químicos.

    Material didático:

    • Cadernos e canetas

    Atenção!!

    Somente algumas clínicas de recuperação / reabilitação permitem o uso de aparelhos de celulares e notebooks, verifique antes com um de nossos atendentes da Capital Remoções – clínicas de recuperação!

    14 OPÇÕES DE CLÍNICAS DE REABILITAÇÃO EM SÃO PAULO – CLÍNICAS DE RECUPERAÇÃO EM SP

     

    Produtos para higiene pessoal:

    Sabonete;
    
    Pasta de dente e escova de dente;
    
    Shampoo e condicionador;
    
    Creme e presto-barba;
    
    Pente ou escova de cabelos;
    
    Absorventes;
    
    Desodorante (roll-on);

    Itens de higiene pessoal que não contenham álcool jamais.

    Vestuário utilizado em clínicas de recuperação:

    Calças;
    Camisa de manga comprida;
    Camisas de manga curta;
    Agasalho;
    Bermuda;
    Pijama;
    Peças íntimas;
    Pares de meia;
    Tênis;
    Chinelo;
    Traje de banho para piscina;
    Toalha p/ piscina.

    Observações:

    • Trazer sua roupa marcada com nome é sempre bom. Existem canetas próprias para isto nas papelarias ou grandes mercados.
    • Lembrar que a estadia na clínica de recuperação para dependentes químicos é de no mínimo 30 dias.
    • Caso o dependente químico ou o alcoólatra esteja fazendo uso de algum medicamento, trazer o mesmo juntamente com a receita médica sempre e entregar na administração da clínica de reabilitação / recuperação para dependentes químicos e alcoólatras.
    • A reposição dos itens de consumo de cada paciente deverá ser feita pelos próprios familiares ou responsáveis legais da internação do paciente na clínica de recuperação / reabilitação.
    • É PROIBIDO usar roupas com a barriga de fora (para mulheres).
  • Entenda a diferença entre clínica de reabilitação e comunidade terapêutica

    Entenda a diferença entre clínica de reabilitação e comunidade terapêutica

    Qual a diferença entre clínica de reabilitação / recuperação e comunidade terapêutica?

    Nesse post estaremos explicando algumas das diferenças entre clínica de reabilitação e comunidades terapêuticas.

     

    Comunidade x Clínica

    As comunidades terapêuticas ou serviços
    semelhantes, são organizações da
    sociedade civil e devem ter licenciamento
    das vigilâncias sanitárias dos estados ou
    municípios para funcionar.

     

    As Secretarias de Saúde, por meio da
    vigilância sanitária, podem fornecer maiores
    informações sobre como proceder para obter
    esse tipo de licença caso você queira abrir uma.

     

    Estas instituições de tratamento devem sempre
    estar cadastradas, também, nos Conselhos
    Estaduais de Entorpecentes (CONEN)
    e Conselhos Municipais Antidrogas
    (COMAD), que são responsáveis
    por prestar informações
    à Vigilância Sanitária sobre
    seu funcionamento.

    Leia:

    O que é a Dependência Química? Tipos de drogas, efeitos das substâncias e tratamentos.

    O que é A RDC ANVISA 101/01?

    Ultimamente tem ocorrido muitas mudanças no tratamento para dependentes químicos.

    Isso vem ocorrendo desde o final da década de 1990, várias iniciativas vêm
    promovendo os direitos dos dependentes, levando à reformulação dos
    modelos de assistência.
    Entre os avanços alcançados na melhoria estão: a promoção de melhorias no sistema
    de saúde, mais humanidade e respeito aos pacientes, proteção contra
    qualquer forma de abuso, garantia do sigilo e do direito à atenção médica
    e especializada.

    Veja:

    Clínica de reabilitação / recuperação feminina em Vargem Grande Paulista SP

    Além disso, passou-se a privilegiar algumas formas de tratamento menos invasivas aos pacientes,
    isto é, com maior respeito às pessoas, suas limitações e interesses.
    Um outro avanço foi a normatização das instituições que trabalham com
    dependentes de álcool e outras drogas.
    Já em meados da década de 90, falava-se da necessidade de regulamentação
    das comunidades terapêuticas e serviços assemelhados, cuja mobilização levou,
    em 1997, o extinto Conselho Federal de Entorpeceentes (CONFEN) a discutir
    critérios para o funcionamento destas instituições.

     

    No ano seguinte, o I Fórum Nacional Antidrogas, que reuniu mais de
    1.200 especialistas para discutir as diretrizes de uma política nacional
    antidrogas, confirmava essa tendência, recomendando a normatização
    dos serviços e procedimentos na área de tratamento à dependência.

     

    Em 1999, a Secretaria Nacional Antidrogas mais conhecido como (SENAD) constituiu uma
    comissão técnica integrada por especialistas e profissionais de centros
    de tratamento, federações e associações de clínicas, além de dirigentes de
    outros órgãos governamentais (Ministério da Saúde, Ministério da Justiça,
    Ministério da Previdência e Assistência Social) e do Conselho Nacional
    Antidrogas (CONAD), para apresentar subsídios à elaboração de critérios
    mínimos para o funcionamento de serviços de atenção nessa área.

     

    O documento final produzido por essa comissão foi encaminhado à
    Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), onde se constituiu
    um grupo técnico assessor, sob a
    coordenação da Gerência Geral
    de Tecnologia em Serviços
    de Saúde – GGTES.

    Este grupo técnico era formado por alguns representantes

    de diferentes áreas do Ministério da

    Saúde: Coordenação Nacional de Doenças

    Sexualmente Transmissíveis – DST Aids

    (Secretaria de Políticas de Saúde), Assessoria

    de Saúde Mental (Secretaria de

    Assistência à Saúde), Unidade de

    Medicamentos Controlados da

    Gerência Geral de Medicamentos

    (ANVISA), Unidade de Infra-estrutura

    Física e de Tecnologia da Organização

    de Serviços de Saúde da

    GGTES (ANVISA), além de um

    consultor especialista

    no tema.

     

     

    Este grupo técnico foi constituído para elaborar uma proposta de
    regulamento para o funcionamento das comunidades terapêuticas
    e serviços assemelhados.

    Leia:

    18 passos como ajudar o dependente químico

     

    VOCÊ SABIA QUE É NECESSÁRIO UM DIAGNÓSTICO CLÍNICO
    E PSIQUIÁTRICO PARA O INGRESSO DE
    PACIENTES EM UM PROGRAMA DE
    TRATAMENTO?

    Em algumas instituições, essa

    avaliação inicial tem o nome de ”triagem”,

    em outras são chamadas de entrevistas iniciais.

    Todas as informações colhidas devem constar na ficha de admissão do paciente

    É importante ressaltar sempre que as condições de saúde do paciente e a
    capacidade de atendimento da instituição são os fatores decisivos para
    a admissão. Ainda assim, deve ser feita também, uma avaliação da
    situação social e familiar da pessoa.

     

    Casos que podem ser tratados em Comunidades terapêuticas para dependentes químicos

     

    É de extrema importância

    verificar sempre se todos

    os pacientes

    tiveram diagnósticos

    clínicos – psiquiátricos

    antes de serem admitidos.

    Esse diagnósticos permitem

    identificar se os pacientes atendem

    aos critérios de elegibilidade para tratamento.

    Leia:

    Casagrande fala sobre dependência química: ‘Eu gosto de drogas’ ele diz

    Atenção

    QUANDO SE VERIFICAM QUADROS COM: SURTOS
    PSICÓTICOS, QUADROS DE
    ANSIEDADE, DEPRESSÃO,
    HIPERATIVIDADE OU DISTÚRBIOS
    ALIMENTARES JUNTO COM O USO
    DE DROGAS, DIZ-SE QUE HÁ A CHAMADA
    “COMORBIDADE”, OU SEJA, HÁ
    PRESENÇA CONJUNTA DA
    DEPENDÊNCIA QUÍMICA E OUTRAS
    DOENÇAS PSIQUIÁTRICAS.
    POR ISSO, DEVE-SE AVALIAR O
    COMPROMETIMENTO PSÍQUICO OU
    BIOLÓGICO DO PACIENTE.

    CASOS
    GRAVES NÃO PODEM SER
    TRATADOS EM COMUNIDADES
    TERAPÊUTICAS OU SERVIÇOS
    ASSEMELHADOS!!!

    EXEMPLO BOM DE SER LEMBRADO

    UM ÚLTIMO EXEMPLO.
    UM RAPAZ DE 15 ANOS QUE FUMA MACONHA TODO DIA HÁ DOIS ANOS, DÁ UM “TAPA” DEPOIS
    DA ESCOLA OU EM CASA, QUANDO OS PAIS NÃO ESTÃO. É MUITO POPULAR
    E CONSEGUE MANTER UMA RELAÇÃO TRANQÜILA COM A FAMÍLIA E COM
    OS AMIGOS, ELE DEVERIA IR PARA UMA ENFERMARIA PSIQUIÁTRICA?
    NÃO. . .
    NEM PARA UMA COMUNIDADE TERAPÊUTICA OU QUALQUER
    TIPO DE INTERNAÇÃO!

    o que fazer então neste caso?

    O MELHOR SERIA QUE ELE FIZESSE UMA CONSULTA ESPECIALIZADA.

    QUANDO A PESSOA AINDA MANTÉM VÍNCULOS SOCIAIS E AFETIVOS, ISTO É, CONTINUA COM SUA ROTINA DIÁRIA DE VIDA, O
    TRATAMENTO DEVE SER MENOS INVASIVO, DE ACORDO COM O GRAU DE DEPENDÊNCIA.
    COM UM
    NÍVEL MAIOR DE
    COMPROMETIMENTO
    FÍSICO OU PSÍQUICO DA DEPENDÊNCIA E
    PERDA DE VÍNCULOS
    SOCIAIS E AFETIVOS,
    O APOIO DEVE
    SER BUSCADO EM
    SERVIÇO COM MAIOR
    COMPLEXIDADE DE ASSISTÊNCIA.
    O APOIO PODE SER BUSCADO EM: GRUPO
    DE MÚTUA-AJUDA, AMBULATÓRIO,
    CONSULTÓRIO ESPECIALIZADO,
    COMUNIDADE TERAPÊUTICA OU CAPS AD/SUS.

    FONTE:

    http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cd08_05.pdf

     

    ALÉM DOS CRITÉRIOS PARA
    INGRESSO DE PACIENTES, É VERDADE QUE ELES TÊM
    DIREITOS GARANTIDOS E QUE
    DEVEM SER RESPEITADOS
    PELAS INSTITUIÇÕES
    DE TRATAMENTO?

    A RESPOSTA É SIM!

    Algumas das garantias fundamentais dos pacientes
    e de seus familiares

     

     

    Dúvidas sobre o tratamento para dependentes químicos.
    Esclareça com a Capital Remoções todas as suas dúvidas sobre os tratamentos para dependentes químicos e alcoólatras.

     

    Regras de funcionamento

    Para funcionarem, as instituições precisam de um responsável técnico,
    que deve ter formação superior na área de saúde ou serviço social.

     

    VOCÊ SABE QUANTAS PESSOAS
    SÃO NECESSÁRIAS
    PARA O FUNCIONAMENTO
    DE UMA COMUNIDADE TERAPÊUTICA OU
    SERVIÇO ASSEMELHADO ?

    O serviço deve garantir a presença de, pelo menos, um membro
    da equipe técnica durante o período noturno.
    Recomenda-se a inclusão de cursos de primeiros
    socorros nas capacitações.

    CAPITAL REMOÇÕES INFORMAÇÕES AO PÚBLICO.

    Antes de construir, reformar ou adaptar a estrutura física das instituições
    de tratamento, é importante a avaliação do projeto pela autoridade
    sanitária local.
    As instalações de água, esgoto, energia elétrica, proteção e combate a
    incêndio, telefonia e outras, deverão atender às exigências dos códigos
    de obras e posturas de cada localidade.
    É importante lembrar que todas as portas dos ambientes de uso dos
    residentes devem ser instaladas com travamento simples, sem o uso de
    trancas ou chaves.

    O que é uma clínica de recuperação / reabilitação ?

    Trata-se de um lugar especializado em ajudar as pessoas na recuperação / reabilitação de uma grande variedade de doenças, principalmente a dependência química inclusive o alcoolismo. Profissionais como médicos, enfermeiros, psicólogos, psiquiatras e terapeutas ficam disponíveis em tempo integral para auxiliar os usuários na superação de todos os problemas causados pelo vício das drogas.

    As clínicas de recuperação geralmente estão situadas em locais de acesso restrito. O objetivo é garantir discrição, paz e tranquilidade aos pacientes. Além disso, elas oferecem acomodações e serviços de internação para que eles possam receber os cuidados necessários. Isso garante um tratamento intensivo, principalmente para os casos em que o grau de dependência é alto.

    As clínicas tem permissão para fazer internações involuntárias.

    Como funciona uma clínica de recuperação?

    Se o usuário de drogas ou alcoólatra tem consciência de que está doente e demonstra vontade em buscar ajuda, o tratamento é feito imediatamente. Este é o tratamento voluntário.

    Para a família, essa atitude é motivo de alegria.

    Infelizmente, nem sempre é tão fácil assim.

    Quando acontece o contrário, ou seja, se ele não percebe que está no fundo do poço, os familiares podem decidir interná-lo de forma involuntária (a lei permite que isso seja feito). Nesse caso, há clínicas autorizadas que se responsabilizam pela busca, transporte e cuidados com o paciente.

    Os principais procedimentos realizados em uma clínica de recuperação / reabilitação são: psicoterapia, medicamento e internação. No entanto, nem todos precisam passar por esses procedimentos. Também não existe um tratamento único, que atenda a todos os casos da mesma forma.

    Há casos em que a internação involuntária é desnecessária, por exemplo. O tratamento do paciente é planejado de acordo com o tempo e o grau de dependência química em que ele se encontra. Os profissionais da clínica de recuperação estudam cada caso individualmente para que os resultados sejam alcançados com eficiência.

     

    Você sabe como escolher uma boa clínica de recuperação / reabilitação para dependentes químicos ?

    Escolher uma clínica deve ter o mesmo rigor de se escolher um hospital para um tratamento ou internação, por exemplo. Ou seja, é bom que você faça uma pesquisa para saber se o local possui boa estrutura e se é de confiança.

    Estas são algumas dicas para você fazer a escolha mais adequada de uma boa clínica de recuperação / reabilitação:

    1. Procure o máximo de informações e sobre a unidade.
    2. Converse com os atendentes para tirar possíveis dúvidas quanto à estadia do paciente.
    3. Conheça o interior da clínica sempre, visite o espaço físico e a infraestrutura da clínica de reabilitação.
    4. Observe o método de tratamento, o cronograma de atividades também é bom dar uma analisada e questionar sobre os planos de tratamento.
    5. Confira se a clínica de reabilitação é autorizada e possui registros como alvará de funcionamento, registro do Ministério da Saúde e outros.
    6. Pergunte se a equipe de profissionais é completa e dispõe de médicos, psicólogos, psiquiatras, nutricionista, enfermeiro etc…

    Veja também:

    Clínicas de recuperação das drogas e do álcool em São Paulo – Clínicas de reabilitação em São Paulo