Tag: TRATAMENTO COM IBOGAÍNA NA DEPENDÊNCIA QUÍMICA (SP)

  • TRATAMENTO COM IBOGAÍNA NA DEPENDÊNCIA QUÍMICA (SP)

    TRATAMENTO COM IBOGAÍNA NA DEPENDÊNCIA QUÍMICA (SP)

    TRATAMENTO COM IBOGAÍNA NA DEPENDÊNCIA
    QUÍMICA (SP)

     

    Muito tem se falado no tratamento da dependência química através do uso da
    IBOGAÍNA ,mas afinal do que se trata? A ibogaína é um alcalóide indólico
    psicoativo derivado do caule da raiz de uma planta africana, a Tabernanthe iboga.

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    Na África a raiz da planta é conhecida coloquialmente como “iboga” ou “eboka;
    cita um autor . Contém como base o produto ibogaína , além de outros ,como
    aproximadamente outros 12 alcalóides diferentes, onde a ibogaína, aparenta
    também ser um elemento químico psicoativo. Nos últimos anos tem-se notado
    cada vez mais a capacidade da ibogaína para o tratamento da dependência de
    drogas e do alcoolismo ,onde estudos científicos e relatórios variados sugerem
    que uma única administração de ibogaína remove os sintomas da abstinência , o
    mais importante para a recuperação de usuários de drogas lícitas e ilícitas , de
    substâncias químicas em geral , e reduz o desejo de uso durante algum tempo
    após a sua administração.

    Existe também uma teoria , que por ser uma substância
    psicoativa , leva a uma viagem espiritual onde o dependente químico através
    de seu uso toma consciência do seu verdadeiro ser , facilitando na cura. A teoria
    é baseada no uso primitivo da substância em várias tribos , onde é utilizada quase
    que de maneira religiosa em comunicações interpessoais e no auto conhecimento
    do divino.

    Trata-se de um alcalóide indólico ligeiramente psicoativo derivado de uma planta
    africana a droga em forma de planta – é usado por grupos indígenas há
    milénioscom o propósito de rituais de auto conhecimento e conscientização do eu
    interior. Os índios Bwiti, um grupo religioso da África Central, usam o caule da
    raiz da planta Tabernanthe iboga ( nome científico da ibogaína para uma
    variedade de propósitos sociais e religiosos, sobretudo como componente central
    do seu ritual de iniciação – uma intricada cerimônia de “renascimento” que dura 3
    dias. Para se tornar membro do grupo é necessário completar esta cerimônia cita
    um estudioso do assunto.

    Meninos e meninas participam , da mesma forma do
    cerimonial e são iniciados na idade entre os oito e os dezoito anos , em uma fase
    que atravessa a fase infantil até a adolescência. Provavelmente seja um repressor
    na vontade de utilização de outras drogas , embora possam existir dúvidas, poe se
    tratarem de comunidades fechadas , e distantes do uso social das demais
    drogas que permanecem fora de suas comunidades.

    A descoberta de que a ibogaína pode tratar a dependência de substâncias é
    normalmente atribuída a Howard S. Lotsof – um ex-toxicodependente que vive em
    Nova Iorque e experimentou ibogaína pela primeira vez em 1962. Lotsof
    experimentou a ibogaína crendo que era uma nova droga recreativa, mas 30 horas
    depois apercebeu-se subitamente de que não sentia falta da heroína, nem tinha
    vontade de a procurar. A experimentação casual subsequente por amigos
    toxicodependentes revelou que este efeito era comum a outros utilizadores.A
    descoberta foi em virtude de após o uso a vontade do uso de drogas mais
    pesadas e usadas frequentemente pelo dependente químico ter sido eliminada.

    NA SEQUÊNCIA COMPROVOU , QUANDO OUTROS DEPENDENTES QUÍMICOS
    TAMBÉM PASSARAM PELO MESMO PROCESSO APÓS O USO. È
    IMPORTANTE PERCEBER QUE ISSO ACONTECEU PELA PRIMEIRA VEZ EM
    UMA SITUAÇÃO DE DEPENDENTES QUÍMICOS EM 1962 , OU SEJA, MUITOS
    ANOS ATRÁS.

    ELEMENTOS QUÍMICOS E EFEITOS GERAIS

    Entre os cerca vários elementos da substância de um modo geral, encontramos o
    mais importante no caso do tratamento, complexos derivados da triptamina e
    encontrados na Tabernanthe iboga (da família das Apocynacea), a ibogaína é a
    sua substância alucinógena mais importante, e o principal composto psicodélico
    originário do continente africano.

    A extração dos alcalóides do caule da raiz resulta
    em puro hidrocloreto de ibogaína.Aí cabe uma colocação , trata-se tambpém de
    um elemento psicoativo , portanto deve ser usado com indicação e controle médico
    tanto em sua quantidade quanto no controle de efeitos colaterais, bem como as
    contar indicações no uso, atualmente bem melhor estudadas.

    A ibogaína

    Cuja denominação química é 12-metoxibogamina, é um inibidor da colinaesterase, uma
    enzima estimulante que afecta o sistema nervoso central. A molécula mostra a
    estrutura nuclear com dois anéis indólicos, comum à maioria das substâncias
    alucinógenas , essa é a explicação técnica da estrutura da droga , o que cabe a
    farmacêuticos e médicos envolvidos com ela , mas que serve como informação a
    leigos de um modo geral.

    OS EFEITOS DA IBOGAÍNA NO ORGANISMO

    Quando utilizada em pequenas doses, assim como as folhas de coca na América
    do Sul, a iboga é ingerida pelos índios Bwiti para permanecerem acordados e
    alerta durante as grandes caçadas e viagens de canoa, as quais podem durar dois
    ou mais dias , ou seja, é um efeito medicamentoso , como o das folhas de coca ,
    que passam a se transformarem em droga de fato após um tratamrno químico no
    qual são processadas. Diz-se também possuir propriedades afrodisíacas. (Os
    frutos laranja-amarelados da T. iboga, do tamanho de azeitonas, são por vezes
    usados para tratar problemas de esterilidade nas mulheres).

    É mais um caso de
    complexidade no que se refere aos fitoterápicos , onde caule, raizes, folhas ,
    casca e frutos possuem efeitos diversos no metabolismo humano , dependendo do
    modo e quantidade de uso. Fica evidente , que em seu estado natural se trate de
    um destes fito terápicos.

    Em quantidades maiores, a ibogaína é alucinógena. Causa náuseas e vômitos,
    assim como o peiote , que possui a mescalina como substância alucinógena e
    ativa. Neste nível, o utilizador entra num estado de transe intenso e profundo,
    onde o movimento fisíco é impossível.

    O transe é muito visual, e normalmente
    manifesta-se como uma longa viagem. Cabe aqui destacar que se trata de uma
    droga no combate às demais , oque precisa ter um controle profissional na
    posologia para utilização. Por ter efeitos diversos é necessária uma observação
    constante e controle dos efeitos e da sintomatologia apresentada pelo paciente.

    Neste nível a ação da ibogaína divide-se em três partes. A primeira é um período
    de quatro a seis horas semelhante ao sonho, durante o qual se experimentam
    apresentações visuais e pensamentos relacionados com acontecimentos
    passados” ou seja, uma viagem ao fundo da consciência interior e às percepções
    de quem seja o indivíduo em seu plano emocional mais profundo, uma viagem ao
    auto conhecimento e de localização no universo.

    A segunda é um período
    intelectual ou cognitivo, no qual essas experiências são avaliadas; ou seja,
    desenvolve um universo de auto avaliação através do conhecimento e das
    vivências , e a terceira é um período de estimulo residual que eventualmente
    resultará em sono”. É após o paciente acordar que nota a falta de desejo de tomar
    ou procurar as drogas das quais estava dependente. Todavia, deve notar-se que as respostas à ibogaína são bastante variáveis, de acordo com as características individuais do utilizador.

    Partindo desta conclusão final , o tratamento deve ser
    feito por clínica especializada em tratamento da dependência clínica especializada
    e com supervisão médica constante. Existem clínicas especializadas em ibogaína
    em São Paulo onde isso ocorre , sendo inclusive permitida a presença de familiar
    como acompanhante no decorrer do tratamento , que dá maior segurança tanto ao
    dependente quanto no que diz respeito à família.

    As visões da ibogaína contêm invariavelmente muitos detalhes pessoais. Um
    artifício simbólico que parece ser frequentemente usado pela ibogaína é a
    dissimulação de problemas pessoais do tipo mundial, geralmente enredos políticos
    ou ecológicos que aparentam ameaçar o planeta o que indica uma tomada de
    consciência universal e de sobrevivência natural.

    Essa viagem ao interior parece
    uma forma muito complexa no auto conhecimento , levando à uma evolução
    emocional e psicológica muito profundas , uma imersão à pessoa como um ser
    importante no universo , bem como entender sua particiapação no todo, ou seja, uma
    atitude de enorme complexidade e de extrema importância ano que se refere à
    valorizaçã do ser humano diante da imensidão do universo.

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    IBOGAÍNA COMO TRATAMENTO MEDICINAL

    Depois de muito tempo sendo estudada como droga par atratamento da
    dependência química concluiu-se que a ibogaína tem um potencial considerável
    no tratamento da dependência de heroína, cocaína, base-livre de cocaína (crack),
    metadona, e álcool ou seja, a maior parte das drogas utilizadas rotineiramente
    pelos dependentes de um modo geral.

    Existe também a indicação de que pode ser útil no tratamento da dependência do tabaco , o que traz novas esperanças aos que procuram um tratamento eficaz ao vício do tabagismo ,uma das drogas mais
    difíceis de serem abolidas da vida humana.

    Foi ainda sugerido que a droga pode
    ter um potencial considerável no campo da psicoterapia, sobretudo no tratamento
    dos efeitos do trauma e do condicionamento , o que tem muita lógica,
    pois principalmente em estudos das dependentes químicas do sexo feminino se
    encontraram coincidências com traumas psicológicos assimilados pelo cérebro e
    que interferem na iniciação do uso de várias drogas, incluindo -se o crack

    Com uma única dose de administração da ibogaína tem três efeitos típicos úteis
    ao tratamento da toxicodependência. Primeiro, causa uma enorme redução dos
    sintomas do síndrome de abstinência, e sendo esta a maior dificuldade do
    dependente químico enfrentar quando na ausência do uso das drogas o fato
    acaba permitindo uma desintoxicação relativamente indolor, onde são supridas as
    necessidades sem utilização de outros processos até então em uso.

    Segundo o desejo de usar a droga decresce notavelmente durante algum tempo após o
    consumo da ibogaína, geralmente uma semana a vários meses. Isto foi
    confirmado por estudos científicos. Finalmente, a natureza psicoativa da ibogaína
    parece ajudar muitos toxicodependentes a compreenderem e reverterem os
    problemas por trás da dependência , essa é obtida através da imersão do paciente
    em seu eu e trazer revelações onde traumas são curados sem que haja
    necessidade do consumo de outras substâncias.

    Como posologia temos informações mais precisas nos dias de hoje. A ibogaína
    pode administrar-se facilmente em forma de cápsula, e não causa dependência. A
    dose para uso terapêutico é geralmente cerca de 5 a 8 microgramas por cada
    quilograma de peso corporal da pessoa. É geralmente aplicada num só tratamento
    feito num ambiente clínico com monotorização médica apropriada e avançada, no
    qual aparenta ser segura.

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    Vemos aí a importância em se achar uma clínica de
    recuperação em SP com bons profissionais , e o acompanhamento médico
    controlando as ocorrências advindas do tratamento.Enquanto que sem dúvida
    acontece que alguns indivíduos cessam permanentemente o uso das drogas após
    uma só dose de ibogaína, para muitos o tratamento deve ser considerado apenas
    como o componente inicial num programa completo de reabilitação.A avaliação de
    cada caso deve ser indicada pelo médico que acompanha o processo e a
    evolução do paciente em tratamento, cabendo a ele a indicação na continuidade e
    acompanhamento de dependente em seu processo e suas reações.

    Embora aprovada para testes clínicos (em seres humanos) para o tratamento da
    toxicodependência nos EUA nos princípios dos anos 90, problemas no apoio
    financeiro e outras questões atrasaram tanto o desenvolvimento da pesquisa da
    ibogaína que, até princípios de 2005, esta mantém-se não disponível para a
    maioria dos toxicodependentes no mundo inteiro. Atualmente existem mais
    médicos e clínicas utilizando esta forma de tratamento , bem como algumas
    instituições interessadas em pesquisas e desenvolvimento como tratamento
    alternativo através de clínicas de recuperação em São Paulo e vários outros
    estados brasileiros , além de vários outros países.

    O tratamento feito através da utilização de chá de ibogaína na primeira
    experiência (para efeitos estimulantes, não psicodélicos) utiliza uma dose média
    de duas a três colheres de chá para mulheres, e três a cinco para homens, o que
    demonstra que mulheres têm maior susceptibilidade pela base química do caule,
    que é utilizado em um processo de rapagem e secagem , respeitando-se o
    princípio que a raiz deve ser fresca para que possam ser aproveitados os poderes
    do princípio ativo da ibogaína , quando o efeito da raiz é mais forte quando fresca.
    Normalmente não se mistura, embora alguns grupos a usem com marijuana como
    forma de tratamento associado.

    RISCOS E INDICAÇÕES
    A UTILIZAÇÃO DA IBOGAÍNA DEVE SER FEITA COM CONTROLE MÉDICO
    ABSOLUTO

    Esse fator é de fundamental importância ,pois a ibogaína quando utilizada em doses
    maiores que as recomendadas como terapêutica podem gerar reações orgânicas várias, que
    vai desde vômitos até óbito , ou delírios sem controle o que pode causar traumas e lesões
    irreversíveis. Para isso é preciso o acompanhamento de um médico que conheça efeitos e
    reações, assim como a dosagem necessária à cada um dos pacientes no que se refere ao sexo
    , peso e demais variáveis.

    Para esse tipo de tratamento com ibogaína em São Paulo consulte as instituições confiáveis
    e de credibilidade através da Capital Remoções.