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  • A melhor clínica de reabilitação em SP você encontra aqui!

    A melhor clínica de reabilitação em SP você encontra aqui!

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    Neste artigo, você vai aprender de fato como funciona uma clínica de reabilitação em SP ou em qualquer lugar do Brasil, os métodos e tratamentos aplicados e os benefícios que podem ser obtidos,

    através dos tratamentos desenvolvidos nesses espaços

    Entrar no universo de uma clínica de reabilitação é se envolver em um ambiente voltado à transformação e à recuperação, de fato.

    Clínicas de reabilitação são sobretudo espaços que superam o tratamento convencional, oferecendo uma abordagem integral para auxiliar pessoas a vencer dificuldades físicas, mentais ou emocionais,

    causadas pela dependência química.

    Trata-se de autênticos refúgios e locais que trazem de fato esperança, fornecendo cuidados médicos especializados, além de um ambiente acolhedor, protegido e transformador, essencial para a jornada de recuperação.

    Neste artigo, vamos investigar os princípios por trás desses espaços de transformação, abrangendo desde as terapias disponíveis até a relevância do suporte emocional.

    Os sintomas de abstinência aparecem na ausência do consumo da substância, em regra acompanhados pelo descontrole sobre seu uso e pela constante priorização da droga em prejuízo de outras áreas da vida do adicto.

    Existem, todavia, diversas substâncias que podem gerar dependência química, entre as mais frequentes, estão:

    • Álcool
    • Tabaco/Nicotina
    • Cannabis
    • Estimulantes (anfetaminas, metanfetaminas)
    • Opioides (heroína, morfina, analgésicos opioides)
    • Benzodiazepínicos (ansiolíticos e tranquilizantes)
    • Cocaína
    • Inalantes
    • Ecstasy/MDMA
    • Analgésicos Prescritos
    • Estimulantes do Sistema Nervoso Central (metilfenidato, modafinil).

    É importante ressaltar sobretudo, que a dependência química é uma condição complexa e multifatorial, influenciada por fatores genéticos, ambientais e psicossociais.

    Há ainda que mencionar a dependência por jogos de azar, visto que provocam efeitos muito parecidos aos casos que citamos.

    Uma clínica de recuperação ou reabilitação pode ser de fato muito útil para contribuir com os dependentes químicos pois propõe uma ambiente controlado,

    sem acesso a essas substâncias.

    Vantagens de uma clínica de reabilitação em SP

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    Além do ambiente controlado, sem acesso a substâncias, o que torna psicologicamente a experiência de recuperação mais confortável, as clínicas dispõem

    de profissionais qualificados para prestar atendimento e apoio a todas as famílias e pacientes que buscam por recuperação.

    Ali, em todo o período o paciente será assistido por uma equipe multidisciplinar, sobretudo, nos momentos mais críticos de abstinência, sempre haverá um profissional

    para dar todo o suporte.

    Outro ponto que favorece o tratamento em uma clínica é a possibilidade do paciente ter um tempo para pensar e estruturar de fato sua reabilitação, seus próximos passos.

    O afastamento social temporário pode ser muito benéfico para que haja uma auto análise e reflexão acerca dos malefícios da doença, fazer um inventário pessoal e reparações sinceras

    só são possíveis quando a pessoa se desliga de sua rotina e seus problemas.

    O foco no tratamento se dá de fato com essa imersão em sua recuperação, bem como análise e prospecção de futuro, após sua reinserção social.

    O planjemamento é fundamental para a construção de uma nova vida em sobriedade.

    Contar com apoio familiar é sem dúvida fundamental, no entanto, é de suma importância que durante o período de internação, família e paciente façam tratamento, por isso,

    é necessário que durante a internação a família busque ajuda dos grupos de apoio como o AMOR EXIGENTE e o NAR-ANON.

    Ajuda psicológica e fortalecimento espiritual também são sempre muito bem vindos.

    É importante sobretudo, que haja uma avaliação prévia de consciência coletiva da família e dos pacientes para entender se a internação de dependentes químicos é a alternativa ideal,

    há alguns casos de dependência química onde o tratamento ambulatorial pode trazer resultados expressivos.

    Deve-se ter em mente, no entanto, que a dependência química é uma doença crônica e que portanto requer tratamento adequado por toda a vida.

    https://www.youtube.com/watch?v=YMyP_477YPo
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    Os grupos de apoio bem como sessões de terapia podem ser de grande valia após internação em clínica de reabilitação em SP.

    Outra vantagem interessante que as clínicas de recuperação têm são a assistência de profissionais no tratamento e manejo de comorbidades provenientes ou não do uso de drogas e álcool.

    É de conhecimento de todos que o consumo em excesso de drogas e álcool pode acarretar uma série de problemas de saúde física e psicológica.

    As compulsões, todavia, podem ter um impacto significativo na vida dos usuários.

    Elas podem causar muitos sofrimentos emocionais, perda de tempo, produtividade e até mesmo problemas físicos.

    Para melhor clareza, listamos as patologias mais comuns decorrentes do uso abusivo de droga e álcool, veja:

    • Problemas cardíacos;
    • Pulmonares;
    • Hepáticos;
    • Renais;
    • Cerebrais;
    • Doenças sexualmente transmissíveis;
    • Infecções;
    • Depressão;
    • Ansiedade;
    • Esquizofrenia;
    • Transtornos psicóticos.
      Vale ressaltar que, o tratamento é todavia extremamente complexo e pode exigir um longo período de tempo. Geralmente, inclui uma combinação de terapias, medicamentos e apoio social.

    Como observamos, a dependência química ou por jogos é uma doença crônica marcada por diversos tipos de compulsão.

    Nesse aspecto, portanto, pode atingir qualquer pessoa, independentemente de idade, gênero, etnia ou classe social.

    Entre os sintomas mais comuns, estão:

    • Impulso irresistível de usar a substância;
    • Dificuldade em dominar o impulso;
    • Uso da substância mesmo quando ela provoca problemas;
    • Priorização do uso de substância ou jogo em prejuízo de outras atividades;
    • Tolerância à substância, o que implica que é preciso usar cada vez mais para obter o mesmo efeito;
    • Síndrome de abstinência, que é um conjunto de sintomas físicos e psicológicos que surgem quando a pessoa cessa o uso da substância ou o jogo, entre outras características.

    Quer conhecer A melhor clínica de reabilitação em SP, você encontra aqui! Continue conosco!

    Modalidades de internação em uma Clínica de reabilitação

    A melhor clínica de reabilitação do Brasil, você só encontra aqui, na Capital Remoções

    A legislação brasileira, especificamente a Lei nº 13.840/2019, define três tipos de internação em clínicas de reabilitação:

    voluntária, involuntária e compulsória.

    Internação voluntária: É aquela efetuada com o consentimento do paciente.

    Ele deve assinar uma declaração de que é de seu desejo ser internado.

    Internação involuntária: Efetuada sem o consentimento do paciente, mas a pedido de um familiar ou responsável legal.

    O pedido deve ser realizado por escrito e ser acompanhado de um laudo médico apontando a necessidade da internação.

    Internação compulsória: É determinada pela Justiça e pode ser requerida pelo Ministério Público, pelo Conselho Tutelar ou por um familiar ou responsável legal.

    É importante destacar que, a última, também deve ser efetuada por escrito acompanhada de um laudo médico abordando a necessidade da internação.

    Nesse contexto devemos entender também a diferença entre as modalidades de casas de recuperação e acolhimento.

    Qual a diferença entre comunidade terapêutica e clínica de reabilitação?

    Entende-se de fato por Comunidades Terapêuticas, as entidades as quais são privadas, sem fins lucrativos, que realizam o acolhimento de pessoas com transtornos decorrentes do uso,

    abuso ou dependência de substâncias psicoativas, em regime residencial e transitório e de caráter exclusivamente voluntário (espontâneo).  

    Isso significa que em regra, as comunidades terapêuticas necessariamente acolham somente pacientes voluntários.

    O período de acolhimento nas CTs varia de 3 meses a 12 meses, conforme o projeto terapêutico desenvolvido, a qual é baseado nas demandas individuais de cada acolhido.

    O principal instrumento utilizado nas Comunidades Terapêuticas durante o tratamento é a convivência entre os pares. 

    As Comunidades Terapêuticas não integram o Sistema Único de Saúde (SUS) e tampouco o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), mas são, sobretudo equipamentos da rede suplementar 

    de atenção, recuperação e reinserção social de dependentes químicos, de modo que referidas entidades integram o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas – SISNAD,

    por força do Decreto nº 9.761/2019 e da Lei nº 13.840/2019.

    Clínicas de recuperação, no entanto, geralmente adotam um modelo de tratamento médico, com foco sobretudo na desintoxicação física e na reabilitação.

    Já as comunidades terapêuticas, todavia, adotam um modelo psicossocial, com prioridade na reestruturação da personalidade do paciente e na mudança de estilo de vida.

    Trazendo para a legislação, as comunidades terapêuticas atendem a RDC 29 e as clínicas de reabilitação a RDC 50.

    É sobretudo possível encontrar diversas CTs de diferentes padrões, como veremos mais a diante.

    Características legais que as difere:

    Clínicas de reabilitação: RESOLUÇÃO-RDC Nº 50, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2002. 

    Dispõe sobre o Regulamento Técnico e estabelece requisitos de segurança sanitária e planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde

    RDC nº 29, de 30 de junho de 2011, que estabelece requisitos de segurança sanitária para o funcionamento de instituições que prestem serviços de atenção a pessoas com transtornos decorrentes do uso,

    abuso ou dependência de substâncias psicoativas (SPA), em regime de residência e que utilizam como principal instrumento terapêutico a convivência entre os pares.

    De fato, a RDC nº 29/2011 estabelece a diferenciação sobretudo entre as instituições que prestam serviços de atenção a pessoas com transtornos decorrentes do uso ou abuso de substâncias psicoativas (SPA), em regime de residência,

    tendo todavia como principal instrumento a convivência entre os pares, de um lado, e os serviços referidos pela legislação sanitária como estabelecimentos de saúde, de outro.

    Esses últimos, portanto, podem ser considerados como equipamentos de saúde (caso dos hospitais, clínicas e congêneres), já os primeiros devem ser considerados “equipamentos sociais” – como os centros terapêuticos e comunidades terapêuticas.


    A Comunidade Terapêutica e Centro de Tratamentos – é um modelo residencial de tratamento da dependência química de drogas ou substâncias psicoativas (SPA)

    que utiliza como método a experiência de vida e de convivência em uma cultura saudável, organizada como uma micro sociedade que provoca a participação e o envolvimento desta e nesta cultura.

    SOMENTE CLÍNICAS DE REABILITAÇÃO PODEM ACOLHER PACIENTES INVOLUNTÁRIOS.

    A importância de escolher um estabelecimento com documentação

    Todo local clandestino pode acarretar uma série de problemas, além de não ter fiscalização e portanto deixar o cliente, no caso da dependência química o acolhido,

    a mercê da própria sorte.

    Portanto é de fato importante que dependentes químicos busquem por locais que sejam de fato sérios e que disponham de toda a documentação necessária para

    exercer suas atividades.

    O papel da vigilância sanitária para gerenciamento do risco:

    1 – Promover ações de incentivo à regularização das instituições, com destaque para a obtenção da licença junto ao órgão de vigilância sanitária local competente;
    2 – Orientar as instituições por meio de reuniões, oficinas ou seminários, com o objetivo de adequação à norma dentro do prazo estabelecido;
    3 – Desenvolver ações de comunicação para que a sociedade possa identificar eventuais riscos na prestação dos serviços e colaborar com a melhoria das instituições;
    4 – Encaminhar aos órgãos de segurança e de direitos humanos denúncias sobre maus tratos, envolvendo castigo, cárcere privado ou outras formas de violência;
    5 – Estabelecer um canal de comunicação com as entidades representativas das instituições e com os Conselhos sobre Drogas para orientação e troca de informações;
    6 – Instaurar os procedimentos cabíveis à vigilância sanitária nos casos de infração às normas.

    Porque a melhor clínica de reabilitação em SP você encontra aqui? Nossos diferenciais

    Como visto até aqui, considerar uma clínica com documentação que atenda a legislação vigente é fundamental para a segurança dos acolhidos e seus familiares.

    Mas somente isso não basta, a forma de abordagem, o método terapêutico, as ferramentas utilizadas, o currículo dos profissionais, a estrutura clínica e física,

    a periodicidade de atendimento com os profissionais, a variedade de cardápio entre outros fatores também são fundamentais para que se faça uma escolha assertiva e segura.

    Por isso a Capital Remoções conta com métricas únicas, somos os únicos a visitar periodicamente nossas clínicas parceiras.

    Ouvir os relatos dos pacientes, visitar cada ambiente, somando-nos aos órgãos fiscalizadores como um braço, conhecendo a fundo o que vendemos.

    Somos os únicos a possuir material exclusivo e atualizado de cada unidade, desde a condição das estradas para chegar às clínicas até os detalhes mais minuciosos.

    Recolhemos a documentação das clínicas parceiras e controlamos em sistema as datas de suas renovações, fazendo um trabalho limpo e transparente.

    É por essa transparência que atuamos nesse mercado a mais de uma década colecionando feedbacks positivos e trabalhando com honestidade e reconhecimento.

    Estamos certos de que trabalhamos com as melhores clínicas de recuperação do Brasil e que as pessoas que chegam até elas através de nosso encaminhamento, recebem um tratamento

    humanizado e digno.

    Por isso A melhor clínica de reabilitação em SP você encontra aqui!

    Nosso atendimento funciona 24 horas, fale conosco agora mesmo e conheça as nossas opções!

    Modelo de tratamento – A melhor clínica de reabilitação em SP você encontra aqui!

    O tempo sugerido para o tratamento de dependentes químicos e alcoólatras é de 180 dias, ou seja, 6 meses.

    No entanto, é possível flexibilizar esse tempo, visto que cada pessoa é única, e que o modelo de tratamento empregado em uma clínica de reabilitação deve atender a

    demanda individual de cada um.

    Quando o paciente tem a disponibilidade de 6 meses, os 3 primeiros são focados no processo de desintoxicação e os 3 últimos no preparo para a ressocialização.

    O tempo de 6 meses considera três etapas:

    1- acolhimento e desintoxicação
    2 – Conscientização
    3 – Ressocialização.

    Dentre as ferramentas são facilmente encontradas as seguintes dinâmicas tanto em clínicas de recuperação como em comunidades terapêuticas:

    • Espiritualidade
    • Dinâmicas em grupo
    • Simulados de NA e AA
    • Reuniões terapêuticas
    • Palestras
    • Reunião de sentimentos
    • Terapia individual e em grupo
    • Consultas com Psquiatra
    • Sessões com psicólogo
    • Laborterapia (a depender da unidade)
    • TRE – TERAPIA RACIONAL EMOTIVA
    • TCC – TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL
    • PPR – PROGRAMA DE PREVENÇÃO À RECAÍDAS

    As ferramentas terapêuticas podem variar a depender da clínica escolhida;

    O tratamento desenvolvido é totalmente personalizado, embora haja um cronograma de atividades a ser seguido.

    Doença Biológica, psicológica e social

    Deve-se levar em conta que a dependência química é de fato uma doença que atinge o indivíduo em todos os aspectos de sua vida.

    Logo, o tratamento é complexo, deve considerar aspectos físicos, através de uma desintoxicação assistida que conte com apoio profissional, medicação se necessário,

    reeducação alimentar, controle de sono, atividade física, entre outras métricas de tratamento.

    Aspecto psicológico, mapeamento e identificação além de tratamento de possíveis comorbidades provenientes do uso abusivo de droga e álcool.

    Aspecto social, através de acompanhamento, dar todo o suporte para que o acolhido tenha condições de refazer seus laços familiares, reconheça suas inabilidades e

    possa ter ferramentas para prospectar um futuro profissional e acadêmico.

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    Links úteis: PESQUISAS E MATÉRIAS SOBRE DEPENDÊNCIA QUÍMICA

    Princípios do NIDA para o tratamento eficaz de dependência química

    LENAD – LEVANTAMENTO NACIONAL DE DROGAS E ÁLCOOL

  • Plano de saúde cobre o tratamento de dependência química?


    Sabemos que uma das principais preocupações de quem está procurando por uma clínica de recuperação, seja para si mesmo ou para o seu familiar é a quantia a ser paga pelo tratamento e internação.

    Afinal, clínicas de qualidade possuem valores mais elevados, são tratamentos específicos, e nem sempre dispomos desse dinheiro.

    A primeira dúvida que nos surge é se o plano de saúde cobre tratamento de dependência química.

    Uma vez que essa possibilidade facilitaria muito a vida de quem está passando por essa situação.

    A Capital Remoções propõe o debate sobre o tema, saiba mais sobre o assunto a seguir.

    A resposta é: Sim, o plano de saúde pode cobrir os custos para este tipo de tratamento, veja mais!

    Mas, em que situações o plano de saúde cobre tratamento de dependência química?

    É importante saber que, para ter esse direito, é necessário cumprir três regras básicas. Veja quais são elas:

    1- é preciso ter um encaminhamento médico solicitando a internação.

    Esse encaminhamento deve conter o CID (Classificação Internacional de Doenças) da doença – para a internação em clínica de reabilitação deve conter o CID de dependência química ou alcoólica.

    2- A cobertura da doença da dependência química / alcoólica precisa ser coberta pelo contrato do plano de saúde.

    Ainda que essa vá além das mencionadas na lista da OMS (Organização Mundial da Saúde)

    de Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde.

    3- Deverá portar o tipo correto de cobertura do plano de saúde, que pode ser Hospitalar, Odontológica, Ambulatorial ou Obstétrica.

    Para que seja possível a cobertura da internação em clínica de recuperação, o ideal é o tipo Hospitalar.

    Caso você esteja dentro com todos os requisitos acima, a cobertura por parte do tratamento pelo plano de saúde é obrigatória.

    É importante ressaltar que há alguns planos de saúde que mesmo com todos os documentos em ordem, negam a cobertura.

    Eles alegam que a dependência química é uma doença preexistente, ou seja, uma doença que o contratante sabia que possuía na hora de contratar seu plano.

    O que é importante saber é que se, no entanto, o plano não exigiu exames que comprovem que você realmente estava com essa doença antes, eles não podem alegar que ela seja preexistente.

    Dessa maneira, nada impede que você continue tendo direito à cobertura do tratamento.

    Existe carência ou limite do período de internação na clínica de recuperação?

    A resposta é Não, acontece que limitar o tempo de internação do paciente é considerado algo abusivo.

    Cada individuo demanda de um tempo específico para concluir seu tratamento,

    que tem por variáveis fatores como a gravidade da dependência e do tratamento realizado pela clínica.

    Dessa maneira, fica a cargo do médico responsável decidir o período de internação.

    Nesse molde, o plano de saúde é obrigado a cobrir os gastos até que o paciente receba a alta médica.

    Há ainda a possibilidade de que caso o seu plano de saúde não possua em sua rede credenciada uma clínica de recuperação para dependentes químicos,

    o Poder Judiciário pode determinar que o convênio cubra o tratamento integral em uma clínica particular.

    Ainda, se, por qualquer outro motivo, o plano de saúde se recusar a cobrir o tratamento, procure a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

    E caso a ANS não seja eficientes na resolução do problema, outra alternativa é acionar a Justiça.

    Bem, agora que você conhece os seus direitos com relação a internação através de plano de saúde,

    pode procurar sem problemas a clínica de recuperação que mais combine com suas necessidades.

    Para isso, entre em contato conosco, economize tempo na hora de buscar as melhores clínicas, e receba diversas opções.

    Estamos disponíveis 24 horas por dia através de nossa central de atendimento.

    Plano de saúde no tratamento da dependência química e do alcoolismo

    dependência química é uma doença progressiva,” incurável” e fatal, que comumente em São Paulo, no Brasil e no mundo todo

    atinge diversos indivíduos que fazem o uso abusivo e constante de determinadas drogas álcool também!

    O portador desse tipo de doença acaba por não conseguir conter o vício sozinho na maioria das situações,

    afetando sua vida toda, física, emocional, psíquica e, consequentemente, a vida social também.

    Muitas pessoas (dependentes químicos e alcoólatras) não possuem dinheiro o suficiente para internar seu ente querido em uma clínica de reabilitação

    e por conta disso acabam procurando alguns lugares sem o devido preparo para lidar com a doença como comunidades terapêuticas sem qualidade que abrem quase todos os dias.

    O fato interessante é que muitos assegurados dos planos de saúde (convênios médicos) desconhecem que os mesmos,

    em sua grande maioria oferecem a cobertura integral ou parcial do tratamento em clínica de recuperação / reabilitação para internação especializada em

    clinicas de tratamento para dependentes químicos ou alcoólatras para o tratamento de drogas e álcool, alcoolismo, assim como para diversos transtornos mentais.

    Neste post de hoje, você verá as principais peculiaridades para utilização dos planos de saúde ou convênios médicos no tratamento da dependência química e do alcoolismo também.

    Por qual motivo os planos de saúde (convênios médicos) são obrigados a cobrir o tratamento de recuperação de dependentes químicos ou alcoólatras?

    Estudos indicam que diversos fatores que contribuem para uma pessoa iniciar o uso abusivo de drogas ou álcool, como por exemplo,

    o envolvimento de familiares no consumo de bebidas alcoólicas ou drogas ilícitas, baixa percepção de apoio dos pais e mães,

    ausência de prática religiosa em casa, menor frequência na prática de esportes como Hobbies, violência doméstica constantemente, fator hereditário, dentre muitos outros.

    O vício em substâncias químicas (álcool ou drogas) desencadeiam diversos transtornos mentais e de comportamentos, sendo que o tratamento dessas enfermidades demanda,

    na maioria dos casos, um período de internação em clínicas de reabilitação para dependentes químicos e alcoólatras especializadas e, por muitas das vezes, ocorrem múltiplos episódios de internação

    em diversas clínicas de recuperação em SP, em Minas Gerais, na Bahia e ao redor do mundo.

    É a lei de número 9.656/98 que dispõe sobre planos (convênios) e seguros saúde e determina a cobertura total e obrigatória para as doenças listadas na CID 10

     – Classificação Estatística Internacional de Doenças e de Problemas Relacionados à Saúde mental.

    Essas classificações de enfermidades auxiliam diversos estudos realizados no Brasil e no mundo, análises e monitoramento de incidência de determinadas doenças, bem como a avaliação da assistência à saúde que deverá ser prestada ao paciente.

    Embora os planos de saúde (convênios) apresentem diversos empecilhos para custear o respectivo tratamento em clínicas de recuperação / reabilitação em SP e no mundo todo, a legislação atual prevê a cobertura de todos os transtornos mentais listados na CID 10, inclusive casos relacionados à intoxicação ou abstinência provocados pelo uso abusivo de álcool entre outras substâncias entorpecentes.

    Em quais casos o plano de saúde ou o convênio médico deve cobrir internação para reabilitação / recuperação de dependência química ou alcoolismo

    O adicto (dependente químico ou alcoólatra), para ter acesso à cobertura do plano de saúde, deve cumprir estes 3 requisitos:

    • Possuir uma solicitação médica para a internação do paciente, com CID identificado e reconhecido da doença;
    • A doença deve ser coberta pelo contrato de serviço prestado, que pode ir além daquelas listadas Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde mental, da OMS (CID 10);
    • Possuir o tipo adequado de cobertura do plano (hospitalar geralmente já é aceito).

    Para verificar se o seu plano ou convênio é aceito, entre em contato conosco e verifique.

    Então, sendo o plano de categoria hospitalar pra cima e havendo um pedido médico diagnosticando o quadro como uma doença listada no Catálogo Internacional de Doenças( CID), a cobertura é OBRIGATÓRIA!!

    Você pode consultar os planos de saúde parceiros da Capital Remoções ligando para nós 24 horas, todos os dias!

    Existe uma limitação de tempo de internação em uma clínica de reabilitação / recuperação para dependentes químicos ou alcoólatras?

    A limitação do tempo de internação em uma clínica de reabilitação / recuperação é considerada abusiva sabia? É sim!

    Não há um limite especificado e cada paciente (pessoa) deve ter seu tempo de recuperação / reabilitação em uma clínica respeitado, ficando unicamente a critério da equipe médica da instituição determinar qual o prazo da internação necessário.

    A lei 9.656/98 determina que internações hospitalares, inclusive em centros de terapia intensiva e em clínicas básicas de reabilitação para dependentes químicos ou alcoólatras ou especializadas não podem sofrer limitação de dias de internação no tratamento.

    A resolução normativa 262/11 da – Agência Nacional de Saúde (A.N.S.) Suplementar também estabelece uma cobertura em número de dias ilimitados, de todas as modalidades de internação hospitalar.

    É certo que uma cláusula de contrato que limita o tempo de tratamento em uma clínica de reabilitação que o paciente deve receber é abusiva e não pode prevalecer sobre a saúde física e mental do paciente portador de transtornos psíquicos.

    Não há como prevermos qual o tempo de internação necessário em uma clínica de reabilitação para a recuperação total do paciente nesses casos,

    que dependem de vários (diversos) fatores. Portanto, não pode a operadora de plano de saúde ou convênio médico pretender estabelecer um prazo específico para o restabelecimento dos pacientes enfermos, eis que somente ao médico cabe prescrever o tratamento adequado e sua extensão.

    Além disso também, é muito importante ressaltarmos que a limitação temporal de internação em clínica de reabilitação / recuperação é contrária ao próprio objeto do contrato firmado entre o consumidor e a operadora de plano de saúde ou convênio, que é assegurar a assistência integral à saúde do paciente que possui o convênio médico (plano de saúde).

    O plano de saúde cobra a coparticipação após o 30º dia?

    Alguns planos de saúde estabeleceram em seus contratos, o prazo de cobertura de até 31 ou 30 dias por ano em casos de internação para reabilitação de dependência química ou alcoolismo e após este prazo especificado, os pacientes começam a pagar apenas uma parte da internação, como 50% do valor total do tratamento.

    Alguns contratos podem variar o prazo para até 120 dias, por exemplo. Em todo caso, aplica-se a mesma regra do tópico citado anteriormente, não deve haver limitação de prazo e cobrança de coparticipação, seja após 30, 31 dias, 120 dias ou qualquer outro prazo estabelecido.

    Havendo um pedido médico solicitando mais prazo de internação em uma clínica de recuperação ou prazo indeterminado, é abusiva esta cobrança de qualquer valor do paciente ou de sua família, devendo o plano de saúde (convênio médico) cobrir integralmente a internação do paciente na clínica de reabilitação / recuperação para dependentes químicos ou alcoólatras..

    O que fazer se o plano de saúde se nega a cobrir a internação em uma clínica (instituição de reabilitação / recuperação)?

    O paciente ou familiar pode procurar imediatamente a Agência Nacional de Saúde Suplementar para tentar resolver o problema.

    Caso a A.N.S. não resolva ou demore muito a tomar alguma medida, é possível que você acione a Justiça para intervir e obrigar o plano de saúde a cobrir a internação em clínica de recuperação / reabilitação, dentro dos casos acima citados para vocês.