A Capital Remoções parcela o Tratamento com Ibogaina em SP Para dependentes químicos em até 12x
Por que tratamento com ibogaina em SP?
O que é Ibogaína:
A ibogaína é um alcalóide indólico psicoativo derivado de uma planta Africana chamada Tabernanthe Iboga.
Na África a raiz da planta é conhecida como iboga ou eboka.
Contém aproximadamente 12 alcalóides indólicos diferentes, dos quais a ibogaína é apenas um.
Entre os cerca dos 12 alcalóides, a ibogaína é a substância mais importante, e o principal composto psicodélico originário do continente africano.
A ibogaína, cuja denominação química é 12 metoxibogamina, é um inibidor da colinesterase, uma enzima estimulante que afeta o sistema nervoso central.
Durante a ministração da ibogaína, o paciente permanece o tempo todo “lúcido” e “acordado”, porém em um estágio de introspecção.
A este nível a ação da ibogaína divide-se em 3 partes:
•A primeira e semelhante ao sonho, durante o qual se experimentam apresentações visuais e pensamentos relacionados com acontecimentos passados.
•A segunda, é um período intelectual ou cognitivo, no qual essas experiências são avaliadas.
•A terceira, é um período de estimulo residual que eventualmente resultará em sono.
É apos o utilizador (paciente) acordar que nota a “falta de desejo de tomar ou procurar as drogas das quais estava dependente”.
Você sabe O que é Ibogaína ?
A ibogaína é um alcalóide indólico psicoativo derivado de uma planta Africana chamada Tabernanthe Iboga.
Na África a raiz da planta é conhecida como iboga ou eboka.
Contém aproximadamente 12 alcalóides indólicos diferentes, dos quais a ibogaína é apenas um.
Entre os cerca dos 12 alcalóides, a ibogaína é a substância mais importante, e o principal composto psicodélico originário do continente africano.
A ibogaína, cuja denominação química é 12 metoxibogamina, é um inibidor da colinesterase, uma enzima estimulante que afeta o sistema nervoso central.
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Venha conhecer!
(11) 96422-1200 24 h.
Tratamento com ibogaina em SP é aqui
Tratamento com ibogaina em SP – Imagem real
Vídeo sobre o tratamento com Ibogaína em SP
A IBOGAÍNA E A DEPENDÊNCIA QUIMICA
Tratamento com ibogaina em SP
A Tabernanthe iboga é um arbusto com raiz superior a 1,50m de altura e composta por várias espécies. A usada no tratamento de dependência química é a Tabernanthe Iboga que é encontrada em Camarões, Gabão, República Central Africana, Congo, etc. É um alcalóide indólico psicoativo, cuja derivação se dá no “caule da raiz” da planta africana. A ibogaína é apenas um dos 12 alcalóides que compõe a “Tabernanthe iboga”.
Nos últimos tempos tem sido percebida a grande capacidade da ibogaina para o tratamento na dependência química e álcool. No Gabão a ibogaína é amplamente usada em rituais espirituais há séculos a fim de permitir o crescimento espiritual bem como o convívio social. A ibogaína também é usada para a cura de doenças. Gabão é um dos países mais prósperos da África Sussariana devido a densidade populacional e riqueza em petróleo. O Gabão tem população de 1,5 milhões de pessoas. 80% da população fala francês.
Os pigmeus Babongo são os autores da religião Bwiti e o uso da ibogaína foi descoberto há 1000 anos atrás. A ibogaína no Gabão é reconhecida como patrimônio cultural daquela nação.
QUAIS OS BENEFÍCIOS DE SE TOMAR IBOGAÍNA?
A ibogaína tem sido considerada eficaz no tratamento da dependência química e é capaz de impedir a síndrome de abstinência de opiáceos.
O tratamento com ibogaína pode ser seguido por vômitos em alguns indivíduos. O uso da ibogaína pode ser administrado, inclusive em quadros de depressão.
A experiência onírica de efeito introspectivo após a administração de ibogaína freqüentemente é relatado como sendo extremamente psicoterapêutico.
O uso da ibogaína é um facilitador para os confrontos com traumas do passado, os medos, as responsabilidades, a relação com pais e filhos, etc.
A ibogaína estimula a mudança profunda na vida diária, no seu comportamento e dinâmica pessoal. Tão importante quanto o tratamento por ibogaína, é seguir o protocolo recomendado para a garantia do resultado esperado.
A IBOGAÍNA É ALUCINÓGENA?
Ibogaina tratamento em SP
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Não. Ela é onirofrênica ou remogênica. Isso significa que ela estimula a mente de maneira que o cérebro sonhe o chamado sonho REM, mesmo que o indivíduo esteja consciente. É um estado chamado de sonhar acordado, pois ocorre sem perda de consciência, sem mudança na percepção do meio ambiente, sem ilusão, sem perda do pensamento, nem despersonalização. Os alucinógenos, por sua vez, manifestam seus efeitos com os olhos abertos, enquanto a ibogaína com olhos fechados. Esse sonho induzido seria o responsável pelo efeito da antidependência da ibogaína, que devolve às pessoas, com danos psicóticos, o poder curativo dos sonhos e sonos, conforme Dr. Carl Anderson, do MacLean Hospital, filiado a Universidade de Harward. Como o sonho serve como um reorganizador das idéias e pensamentos, é fácil entender porque o sonhar acordado da ibogaína cause um efeito restaurador cerebral. É importante ressaltar que o Dramin, medicamento altamente receitado por médicos, em doses terapêuticas também é um alucinógeno e é largamente utilizado entre a população, ou em outras vezes, comprado sem a necessidade de prescrição médica.
A IBOGA E A ANVISA?
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A ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – considera um produto fitoterápico os que são usados pela população há mais de 30 anos, que não possui adição de produtos químicos, e que podem ser vendidos desidratados ou em pó (cápsulas). Seguindo essa descrição, a ibogaína pode ser enquadrada como tal, pois há relatos de que ela tem sido usada a aproximadamente 50 anos para dependência química e não há nela nenhuma adição de produtos químicos em sua composição. Ainda não há registros na ANVISA da ibogaína, todavia, a mesma permite a importação desse fitoterápico segundo o Decreto de Lei 8077/2013, Art. 10, § 2º Segundo a Constituição Federal de 1988, art. 5º, inciso XXXIX “não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal”. Assim sendo, pelo princípio da legalidade, ninguém é proibido de fazer algo que a lei não proíba. Dessa maneira, nada impede que usufruamos dos benefícios que a ibogaína oferece no tratamento de dependentes químicos.
Imagem real da ibogaina utilizada no tratamento. Tratamento com ibogaína é com a Capital Remoções!
A ibogaína é um alcalóide indólico psicoativo derivado do caule da raiz de uma planta africana, a Tabernanthe iboga. Na África a raiz da planta é conhecida coloquialmente como “iboga” ou “eboka”.
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Esta Promoção encerra dia 17 de abril de 2018
Nosso tratamento é um método Fitoterápico Revolucionário que hoje é a CHAVE para interromper a Dependência Química de (crack, cocaína, heroína, maconha, álcool, tabagismo, além das sintéticas, que cada dia cresce mais o consumo, entre outras!!!).
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Como é o nosso tratamento:
O procedimento de desintoxicação dura APENAS 05 (Cinco) dias, durante este período o paciente é submetido a sessões diárias de desintoxicação com base fitoterápica revolucionária recém chegada ao BRASIL, seguido de acompanhamento terapêutico.
INCLUSO:
Alimentação, Hospedagem,Terapias, Tratamento com Ibogaína Kronos Brasil Tratamentos e SUPORTE TERAPÊUTICO E MANUTENÇÃO para os próximos 03 (Três) MESES!!!!
É muito importante que o paciente esteja no mínimo de 05 (Cinco) dias limpo para fazer o tratamento.
O TRATAMENTO de Ibogaína é VOLUNTÁRIO, isto é, o paciente tem que ter o real desejo de parar de usar.
O TRATAMENTO é contra-indicado para:
Pessoas com esquizofrenia.
Pessoas com cardiopatia grave.
Pessoas com problemas hepáticos graves.
São solicitados exames de TGO e TGP de sangue.
Eletrocardiograma com LAUDO.
Tudo isso é para se ter a certeza da APTIDÃO do paciente em fazer ou não o TRATAMENTO com SEGURANÇA!!!
• Maiores informações ligue para:
DDD (11) 96648-4516 / WHATSAPP 24 h.
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Estamos localizados no Bairro do Pacaembu/SP, próximo à Consolação, Avenida Paulista, Avenida Angélica. Próximos dos terminais de metrô, das rodoviárias Barra Funda, Tietê e Jabaquara e dos aeroportos Congonhas e Cumbica.
Material utilizado nas clínicas de Reabilitação / Recuperação no Brasil.
Estamos disponibilizando gratuitamente para todos.
PREVENÇÃO DE RECAÍDA
Alessandro Alves
“Noventa por cento do sucesso se baseia
simplesmente em insistir”.
Woody Allen
A recaída tem sido descrita tanto como um resultado –
a visão dicotômica de que a pessoa está doente ou
bem – e um processo – abrangendo qualquer
transgressão na mudança de comportamento.
As origens do termo recaída derivam de um modelo
médico, indicando o retorno a um estado de doença
após um período de remissão, mas esta definição tem
sido diluída e aplicada a vários comportamentos.
Na atualidade, os conhecimentos teóricos e clínicos
desenvolvidos pelo Dr. Alan Marlatt, junto com seus
colaboradores, no Centro de Pesquisa de
Comportamentos Adictivos na Universidade de
Washington têm acrescentado muito para aqueles
profissionais que se propõem a militar nessa área.
Muito do que vamos estudar é oriundo de suas
publicações ou de revisões sobre as mesmas.
O principal objetivo da PREVENÇÃO DE RECAÍDA (PR)
é tratar o problema da recaída e gerar técnicas para
prevenir ou manejar sua ocorrência.
Baseada em uma estrutura cognitivo comportamental, a PR busca
identificar situações de alto risco, em que um indivíduo é vulnerável à recaída, e usar estratégias de
enfrentamento cognitivas e comportamentais para
prevenir futuras recaídas em situações similares. A PR
pode ser descrita como uma estratégia de prevenção
com dois objetivos específicos:
1. Prevenir um lapso inicial e manter a abstinência.
2. Proporcionar o manejo do lapso quando de sua
ocorrência, a fim de prevenir uma recaída.
O objetivo fundamental é proporcionar habilidades
de prevenção de uma recaída completa,
independentemente da situação ou dos fatores de
risco iminentes.
MAS O QUE É LAPSO?
O lapso é um breve momento de retorno ao
comportamento anterior. É altamente provável quando
os indivíduos tentam mudar o comportamento
problema.
Um resultado possível, seguindo o revés
inicial, é o retorno ao padrão de comportamento
disfuncional anterior, aí então temos a recaída.
Outro resultado possível é o indivíduo “voltar” à direção da
mudança positiva. Independentemente de como se
define a recaída, uma interpretação geral das
pesquisas de psicoterapia de vários transtornos de
comportamento revela que a “recaída” pode ser o
denominador comum no tratamento de problemas
psicológicos.
Ou seja, a maioria dos indivíduos que faz
uma tentativa de mudar o próprio comportamento em
um determinado objetivo (por exemplo, perder peso,
reduzir a hipertensão, parar de fumar, etc.), experimenta lapsos que frequentemente conduzem à
recaída.
Os indivíduos que optam por ceder podem ser
vulneráveis ao “Efeito de Violação da Abstinência”
(EVA), que é a auto responsabilização, a culpa e a
percepção da perda de controle muitas vezes
vivenciada pelos indivíduos após a violação de regras
auto impostas. O EVA contém um componente afetivo
e um componente cognitivo.
O componente afetivo
está relacionado a sentimentos de culpa, vergonha e
desesperança com frequência desencadeados pela
discrepância entre sua identidade anterior como um
abstêmio e seu atual comportamento de lapso. O
componente cognitivo, baseado na teoria da
atribuição, supõe que, se o indivíduo atribui um lapso a
fatores internos, globais e incontroláveis, aumenta o
risco de recaída. Entretanto, se o indivíduo encara o
lapso como externo, não estável e controlável, então a
probabilidade de recaída diminui.
O MAPA DA RECAÍDA
A PR combina o treinamento de habilidades
comportamentais com intervenções cognitivas
destinadas a prevenir ou limitar a ocorrência de
episódios de recaída.
O tratamento de PR começa com
a avaliação dos potenciais riscos interpessoais,
intrapessoais, ambientais e fisiológicos de recaída e
os fatores ou situações que podem precipitá-la. Unindo
tudo isso, terapeuta e paciente podem trabalhar juntos
no desenvolvimento de “mapas de recaída”, que são
análises de possíveis resultados que podem ser
associados a diferentes escolhas em situações de alto
risco.
O mapeamento de possíveis cenários auxilia a
preparar os pacientes a lidar com as situações e usar respostas de enfrentamento apropriadas.
O exercício de identificar e ensaiar possíveis
situações de alto risco e estratégias de enfrentamento
efetivas destina-se a melhorar a autoeficácia do
paciente e prevenir a incidência de um lapso. Todos
nós encontrar maneiras de lidar com situações de
risco ou de “stress”.
As respostas se tornam
mecanismos de adaptação, que podem ou não ser
eficazes ou inofensivos. Seguem exemplos.
Respostas positivas de enfrentamento:
Ouvir música Brincar com um animal de estimação Rir ou chorar Sair com um amigo em recuperação (shopping, cinema, restaurante) Tomar um banho Escrita, pintura ou outra atividade criativa. Prece ou meditação Exercício físico ou ficar ao ar livre para desfrutar da natureza. Discutir as situações com um amigo Jardinagem ou fazer reparos em casa Praticar a respiração profunda Respostas negativas de enfrentamento Criticar a si mesmo demasiadamente Dirigir rápido em um carro Roer as unhas Tornar-se agressiva ou violenta (bater em alguém, atirar ou chutar alguma coisa) Comer demais ou muito pouco Beber muito café Gritar com o seu cônjuge, filhos ou amigos. Evitar o contato social
DETERMINANTES DO LAPSO E DA RECAÍDA
Determinantes intrapessoais
Autoeficácia
A autoeficácia é definida como o grau de confiança do
indivíduo em sua própria capacidade de realizar um
determinado comportamento em um contexto
específico.
Expectativas de resultado
As expectativas de resultado quanto ao uso de drogas
referem-se à antecipação dos efeitos que um indivíduo
espera obterem consequência do consumo de álcool
ou droga.
As expectativas de um indivíduo podem
relacionar-se aos efeitos físicos, psicológicos ou
comportamentais do álcool, e os efeitos esperados não
correspondem necessariamente aos efeitos reais
vivenciados após o consumo.
Por exemplo, um
indivíduo pode esperar se sentir mais relaxado (físico),
mais feliz (psicológico) e mais sociável
(comportamental) depois de ingerir álcool, mas a
experiência real do indivíduo pode incluir tensão
aumentada (físico), tristeza (psicológico) e retraimento
(comportamental).
Motivação
“O caminho comum e final para o uso do álcool
é motivacional”.
Essa idéia ligava-se inerentemente à idéia de
expectativas positivas sobre os efeitos do álcool,
como descrito pela teoria da expectativa, mas é
também estimulada a noção de que a motivação para beber constitui componente chave preditiva da
mudança de comportamento. A motivação pode se
relacionar ao processo de recaída de duas maneiras
distintas:
a motivação para a mudança de
comportamento positiva e a motivação ao
envolvimento em comportamento-problema.
Enfrentamento
Com base no modelo cognitivo-comportamental de
recaída, o preditor mais importante de recaída é a
capacidade do indivíduo de utilizar estratégias de
enfrentamento efetivas ao lidar com situações de alto
risco. O enfrentamento inclui tanto estratégias
cognitivas quanto comportamentais destinadas a
reduzir o risco ou conseguir gratificação em uma dada
situação.
Estados emocionais
O uso excessivo de substâncias é motivado pela
regulação afetiva, tanto positiva quanto negativa.
O uso de substâncias é com frequência um reforço
para os pacientes, levando o indivíduo a se envolver
mais profundamente no futuro. Muitas vezes o uso de
substâncias proporciona reforço negativo via a
melhora de um estado afetivo desagradável, como
sintomas físicos de abstinência.
Estudiosos
descobriram que os adictos de cocaína apresentam
solidão (62,1%), depressão (55,8%), tensão (55,8%) e
raiva (40%) no dia de uma recaída; uma percentagem
menor da amostra apresentou um extremo bem estar
(37,9%) e excitação (33,7%).
Fissura
A fissura é possivelmente o conceito mais amplamente
estudado e o menos entendido no estudo da adicção
de droga. Pacientes, clínicos e pesquisadores com
frequência descrevem a fissura como um terrível
adversário na recuperação e contribuidora para a
persistência dos transtornos adictivos. A história da
pesquisa sobre a fissura de álcool remonta a 1955,
onde foram descritos tanto os tipos de fissuras físicas
(indicados por sintomas de abstinência) quanto
psicológicos (relacionados a expectativas de resultado
e a premência).
Posteriormente, a fissura foi associada
com uma perda de controle e com a incapacidade de
se abster do álcool.
Acredita-se como possível, dentro
do modelo cognitivo comportamental, que a
experiência subjetiva da fissura não é preditiva de
recaída, mas os mecanismos subjetivos e correlatos
da fissura são preditivos de recaída.
Determinantes Interpessoais
Apoio Social
Além das influências intrapessoais descritas
anteriormente, o apoio social desempenha um papel
fundamental como determinante interpessoal de
recaída.
O apoio social positivo é extremamente
preditivo dos índices de abstinência de longo prazo em
vários comportamentos adictivos.
Similarmente, o
apoio social negativo, na forma de conflito
interpessoal, e a pressão social para o uso de
substâncias têm sido relacionados a um risco maior de
recaída.
A pressão social pode ser direta, quando os
pares tentam convencer o sujeito a usar uma
substância, ou indireta, através do modelo (por
exemplo, um amigo pede uma bebida no jantar) e/ou da exposição ao gatilho (por exemplo, amigos que têm os
objetos para o uso da droga em casa).
Também se
observa que o tamanho da rede social e a percepção
da qualidade do apoio social são preditores da recaída.
Do mesmo modo, os traços de personalidade
antissocial que tendem a impedir relacionamentos
sociais positivos são com frequências associados ao
risco aumentado de recaída.
COMO VAMOS PROCEDER
MODELO MATRIX:
Abordagem ambulatorial intensiva
destinada a integrar várias intervenções, que inclui:
Sessões individuais Materiais de TCC apresentados em grupo Educação familiar Exames de urina para monitorar abstinência
O objetivo principal da PR no Modelo Matrix é que o
grupo proporcione um fórum para que as pessoas em
tratamento para abuso de substâncias recebam
assistência na questão da recaída, que deve ser
alcançando almejando:
Pacientes interagindo com outras pessoas com problemas comuns Apresentar habilidades e conceitos específicos da TCC Promover a coesão e o reforço entre os membros do grupo Aliviar o isolamento que muitos indivíduos recém- abstinentes experimentam como resultado da perda da rede de amigos que usam droga
PRINCIPAIS TÉCNICAS E INTERVENÇÕES
Há uma série de manuais e protocolos à disposição, o
que significa que não há uma técnica 100% eficaz ou
aceita incondicionalmente. As abordagens de amplo
espectro em um grupo de PR incluem uma série de
habilidades para estimular ou manter a abstinência, a
saber:
Reduzir disponibilidade e exposição à droga e gatilhos relacionados (que variam muito para cada indivíduo, mas incluem, por exemplo, dinheiro, objetos relacionados ao uso, etc.). Estimular a decisão de parar de usar explorando as consequências do uso, positivas e negativas. Automonitoramento e identificação, conduzindo análises funcionais do uso de substâncias. Reconhecer a fissura condicionada e desenvolver estratégias para enfrentá-la. Identificar decisões aparentemente irrelevantes que podem culminar em situações de risco. Preparar para emergências e enfrentamento da recaída no uso de substâncias. Desenvolver habilidades de recusa da droga. Identificar / perceber e confrontar pensamentos sobre droga.
Baseado em Terence Gorski. Estudioso e especialista na área de dependência química, tanto alcoólica quanto outras drogas. Valci Silva.
• Forma de Pagamento Cheque, Boleto bancário, Depósito bancário ou Cartão de crédito. • Visitas 1(uma) vez por mês, sempre aos Sábados ou Domingos • Ligações 1(uma) vez por semana • Internação Involuntária e Voluntária • Remoção – Carro descaracterizado / Ambulância 24h • Internação de Imediato 24h • Atendimento Homens com Idade de 18 a 70 anos
Objetivo
O Modelo Minnesota nasceu nos Estados Unidos há cerca de 50 anos no Estado de Minnesota, sendo implantado em diversos países com enorme sucesso. Devido às altas taxas de recuperação que consegue atingir, pode mesmo ser considerado um dos Modelos mais eficazes no tratamento da DEPENDÊNCIA QUÍMICA.
Baseia-se na filosofia dos 12 Passos dos ALCOÓLICOS / NARCÓTICOS ANÔNIMOS. Consiste num modelo psicoterapêutico de origem humanista cujo objetivo é a abstinência total do consumo de substâncias psicoativas, capazes de provocar oscilações artificiais dos estados de humor e comportamento do indivíduo.
Pretende-se com este modelo ensinar o dependente e a sua família a modificar as suas atitudes e comportamentos através de um método de trabalho que tem foco nos princípios dos grupos de autoajuda, grupos de sentimentos, terapia racional-emotiva, psicologia transacional, palestras, filmes didáticos e terapias individuais.
Através destas técnicas o indivíduo adquire uma consciência, até então inexistente, das implicações da sua doença, e consequentemente uma maior responsabilização pela sua recuperação.
Através da partilha aprende com os outros elementos do grupo a identificar e a lidar de forma construtiva com os seus sentimentos e emoções e não de forma destrutiva como fazia no período de consumo das substâncias psicoativas.
Este modelo abrange também o tratamento dos DISTÚRBIOS DO COMPORTAMENTO ALIMENTAR (OBESIDADE, COMPULSÃO,ANOREXIA E BULIMIA), assim como o JOGO, visto que toda e qualquer dependência física ou mental, é antes de tudo um DISTÚRBIO DO COMPORTAMENTO EMOCIONAL E AFETIVO(ADICÇÃO)
Terapias Desenvolvidas
• Atendimento Individual Psiquiatra • Atendimento Individual Psicológico • Atendimento Individual Psicoterapeutico • Atendimento Individual Terapeutico • Reuniões Terapeuticas de 12 Passos • Reuniões de T.R.E – Terapia Racional e Emotiva • Reuniões de P.P.R – Plano de Prevenção a Recaida • Reuniões de T.C.C – Terapia Cognitiva e Comportamental • Reunião de Sentimentos • Partilha em Grupo • Educação Física • Espiritualidade • Laborterapia • Grafoterapia • Vídeo Terapia • Foto Linguagem • Tematicas • Dinâmicas
• 01 Blusa de Frio
• 02 Conjuntos de Moletom
• 04 Pares de Meias
Produtos de Higiene
• Escova de Dente
• Creme Dental
• Sabonete
• Shampoo e Condicionador
• Desodorante Roll-on a Seco (sem Álcool)
• Kit de Barbear
• Cortador de Unha
• Caixa de Cotonetes
Calçados
• 01 Par de Tênis
• 01 Par de Chinelos
Fotos da unidade de recuperação em SP – Álcool e Drogas – Tratamento