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  • Globo lança série sobre dependência química – clinica de recuperação

    Globo lança série sobre dependência química – clinica de recuperação

    Globo lança série sobre dependência química – clinica de recuperação

    AS 8 MELHORES CLINICAS PARA DEPENDENTES QUÍMICOS EM SÃO PAULO

    A série Onde está o meu coração conta a história de Amanda, uma médica viciada em crack, que passa por um processo de internação em uma clinica de recuperação em São Paulo.

    A série se passa em São Paulo capital, e conta a trama de uma família de classe média alta,

    que se descobre em meio aos problemas da adicção ativa de Amanda, uma jovem médica.

    A personagem Amanda, interpretada por Letícia Colin,

    é uma jovem médica, cheia de sonhos, amorosa e afetiva, que acaba se envolvendo com drogas através de seu namorado.

    A luta de Amanda na clinica de recuperação, o segredo da adicção do pai, e a coodependência da mãe tornam o enredo muito familiar aos milhares de dependentes químicos e famílias que passam ou já

    passaram por situações parecidas.

    A série relata uma realidade até aqui pouco conhecida, o crack nas camadas mais altas da sociedade.

    A trama mostra a dependência química como uma doença, de fato. O idealismo e doçura de Amanda sendo sucumbidos pela dependência do crack.

    A diferença do usuário esporádico e o doente também são explorados na série.

    A trama – Onde está o meu coração – Globo lança série sobre dependência química – clinica de recuperação

    A trama , Onde está o meu coração

    Sem dúvidas, Onde está meu Coração foi uma das estreias mais aguardadas do Globoplay para 2021, a série.

    A atração é um drama pesado, que retrata o vício em crack como já mencionamos anteriormente,

    assim como na vida real, a dependência química se mostra como uma doença muito mais

    complexa do que o se pode imaginar.

    Uma doença fria, avassaladora, de nível psicológico, emocional, físico e social, que submete toda a família ao colapso.

    A série, escrita por George Moura e Sergio Goldenberg,

    tem um elenco de peso com Fábio Assunção vivendo o David, pai de Amanda, que revelou o quão desafiador e importante foi viver esse papel.

    Daniel Filho vive Miguel, o marido de Amanda.

    A trama mostra ainda que a doença é traiçoeira, uma vez que Amanda é bem sucedida

    profissionalmente, tem um marido que ama, e abastada financeiramente, mas que sobretudo, por questões psicoemocionais mal resolvidas,

    por alguma razão, se envolve no submundo das drogas.

    Globo lança série sobre dependência química – clinica de recuperação

    O foco da história não é sobretudo no que sempre vermos ao falar em dependência química, na questão da violência relacionada às drogas,

    Na marginalização, muitas vezes das pessoas pobres, periféricas, no tráfico ou nos conflitos com a polícia.

    A ideia dos autores sobretudo de fato é mostrar como a dependência química é um problema de saúde, progressivo, incurável,

    que pode ser fatal, e é de fato tão legítimo quanto qualquer outra

    a doença e como o sofrimento da pessoa dependente se transfere para uma família inteira

    Falar sobre a dependência química é preciso para quebrar alguns tabus, esse é de fato um tema tão antigo,

    mas que sobretudo, ainda é de fato um impressionante tabu.

    As pessoas tem coragem de falar que fala tem diabetes, câncer, pressão alta, mas não são capazes de falar que são dependentes químicos,

    porque nesse contexto vêm julgamentos morais.

    Para que pudessem de fato entender melhor este universo,

    os atores principais passaram por uma preparação ampla que contou com visitas a reuniões dos Narcóticos Anônimos,

    a unidades do Centro de Atenção Psicossocial, (CAPS) a uma clínica de recuperação de alto padrão, assim como onde Amanda foi internada.

  • Conheça a clínica Greenwood, onde estava internado o Fábio Assunção

    Conheça a clínica Greenwood, onde estava internado o Fábio Assunção

    A Clínica Greenwood mais uma vez foi destaque na revista Quem que falou sobre a recuperação de deFábio Assunção.

    Reportagem sobre Fábio Assunção e Clínica Greenwood

    A 35 quilômetros da capital paulista, a Clínica Greenwood tem decoração simples, quartos compartilhados e regras estritas para os até 30 pacientes

    Há um tempo atrás, o ator Fábio Assunção saiu de cena. Deixou a rotina de gravações da novela Negócio da China, no Rio de Janeiro, para se tratar de dependência química. O local escolhido foi a Clínica Greenwood, no município paulista de Itapecerica da Serra, a cerca de 35 quilômetros da capital – a mesma que abrigou, por um ano, o ex-jogador e comentarista de futebol Walter Casagrande Júnior.

    Apesar de isolado, Fábio não estava internado em nada parecido com um hospital. Cercada por um jardim bem cuidado, com piscina e quadra poliesportiva, a Greenwood fica em uma casa branca, limpa, com decoração antiga de móveis de madeira pesados tanto nos quartos quanto nas áreas comuns, conforme relatam ex-internos ouvidos com exclusividade por QUEM. Localizada num condomínio de classe média alta, tem esquema de segurança discreto. Na entrada do condomínio, não há porteiros ou seguranças. Na casa, apenas um portão com interfone. Mas a Greenwood tem uma equipe de 60 profissionais, entre médicos, enfermeiros, pessoal de serviços, seguranças e outros. São dois profissionais para cada paciente – 30 no máximo. Esses “hóspedes”, na maioria homens, jovens de famílias abastadas, se dividem entre quartos individuais até quádrupulos, todos suítes. Os preços variam de 13 mil a 22 mil reais por mês, dependendo do tipo de acomodação.

    Passada a fase inicial de diagnóstico, de um mês, os pacientes são divididos em dois grupos de terapia: G1 e G2. Quem acabou de entrar na clínica vai sempre para o G2, o grupo daqueles que ainda não desenvolveram consciência sobre sua condição de dependente químico. Para passar para o G1, o paciente precisa aceitar a idéia de que nunca mais poderá usar substâncias químicas em geral, incluindo bebidas alcoólicas.

    Não há tempo determinado para a duração dessa etapa. Conforme entrevista dada à revista Época em abril, aos sete meses de internação, Casagrande levou quatro meses até a aceitação do tratamento e ficou oito meses no G2, sem poder sair da clínica, receber visitas ou mesmo falar ao telefone. Dentro da Greenwood, ninguém usa celular ou internet.

    REGRAS DE CONDUTA

    Imagem da da Clínica GreenwoodPertencer ao G1, no entanto, não é garantia de passe livre não. As visitas são só nos finais de semana e os telefonemas, monitorados.

    Além disso, um paciente do G1 pode perder o direito a receber visitas se não se comportar bem. Tanto G1 quanto G2 seguem um sistema de penalização com contagem de pontos.

    Todos acordam com 10 pontos de crédito, que podem perder ou manter ao longo do dia, conforme seu comportamento. Chegar atrasado para atividades como trabalho na horta e sessões de terapia, por exemplo, significa pontos a menos.

    Ao fim da semana é feita uma média. Quanto mais baixa for, menos regalias terá o paciente.

    No caso do G1, visitas e telefonemas são considerados regalias. O uso da piscina, o direito de dormir mais tarde e poder beber refrigerante no fim de semana são regalias para todos.

    ROTINA

    Imagem do quarto standard da Clínica GreenwoodAs terapias de grupo e individuais ocupam boa parte da rotina na Clínica Greenwood. O dia na clínica começa cedo, às 7h, com atividades esportivas. Depois os pacientes tomam café-da-manhã e seguem para seus grupos de terapia. Param para almoçar e, lá pelas 17h, encerram as atividades com uma sessão de relaxamento. Após o jantar, podem ver TV a cabo nas áreas comunitárias.

    Existem regras rígidas. O cigarro, por exemplo, é permitido, mas desestimulado. Apenas dois pacientes por vez podem fumar, sempre de pé e sem conversar entre si. Namoros são expressamente proibidos e a arrumação dos quartos é obrigatória, sob pena de se perderem pontos e regalias.

    O paciente recebe algumas tarefas para benefício coletivo, como ajudar na horta que fornece alimentos à cozinha. “As minhas são tirar o café-da-manhã, limpar a sala de grupo e pôr o gelo na mesa das refeições. Na quinta, coloco as roupas para lavar e as penduro. Na sexta, eu as tiro do varal”, descreveu Casagrande enquanto estava na clínica.

    A família dos pacientes da Clínica Greenwood também precisam se envolver no tratamento dos pacientes. Mesmo quando não há visitas, pais, irmãos, cônjuges e filhos devem também fazer terapia em uma filial da Greenwood no bairro do Ibirapuera, em São Paulo.