Tag: Conheça o tipos de tratamentos para dependência química

  • O que é de fato a dependência química?

    O que é de fato a dependência química?

    O que é de fato a dependência química? Confira aqui toda informação que precisa saber sobre

    Esse é um grande problema que merece atenção, pois aproximadamente 6% da população brasileira sofre com ele.

    Porém, antes de tomar qualquer ação é necessário compreender a fundo sobre o que é a dependência química e tudo que gira em volta dela.

    Esse post possui essa finalidade.

    Leia até o final e saiba o que é, sintomas, prováveis causas, detalhes importantes, sobre tratamentos e muito mais.

    O que é a dependência química:

    Dependência química

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a dependência química sendo uma doença, com essas próximas características:

    Crônica, pois não têm um tempo estimado de cura ou não é possível conseguir uma cura definitiva.

    Progressiva, ou seja, fica mais grave com o passar do tempo.

    Primaria, pois, outras doenças podem surgir a partir dessa.

    A dependência química é um transtorno mental que traz consequenciais tanto para a mente do indivíduo quanto para o corpo.

    Quais são essas causas de dependência química?


    Não existe uma razão clara para alguém que se torna um dependente químico.

    Enquanto alguma indivíduos têm pré-disposição genética, outras têm um transtorno mental, sofreram influência ao redor, viveram num ambiente desordenado ou tiveram problemas durante a infância.

    Veja algumas prováveis causas para a dependência química:

    Traumas durante a infância e adolescência, como abuso físico ou sexual.

    Uso de outras substâncias que podem ter evoluído a dependência.

    Exposição as drogas desde novo.

    Influência do local, como pressão dos amigos e colegas para o uso.

    Presença de transtornos mentais, sendo eles, depressão, ansiedade e esquizofrenia.

    Pré-disposição sendo hereditária.

    Jovens, especialmente crianças e adolescentes, consomem mais facilidade para desenvolver a

    dependência química, já que ainda estão desenvolvendo o autocontrole ou também o julgamento

    próprio.

    Todos esses fatores estão ligados com o desenvolvimento da dependência química.

    Quais são os sintomas da dependência química? O que é de fato a dependência química?

    A dependência química acorre progressivamente, ou seja, costuma chegar de maneira mais leve e depois avança, tornando cada vez pior.

    Por isso, nem sempre é fácil reconhecer os sintomas no início, dessa forma cada indivíduo pode desenvolver sua relação com a droga ou com outras pessoas ao redor.

    Os sintomas podem ser:
    Irritabilidade, mudança constante de humor e até agressividade
    Se isolar da família e de amigos
    Alteração de sono, delírio ou falta de disposição
    Ausência de foco e de concentração
    Começa a contar mentiras e desculpas que não pode provar
    Descontrole das finanças
    Troca de amizades velhas pelas novas
    Diminuição de interesse pelas coisas que gostava de fazer
    Alteração da rotina, como, hora de acordar ou estudar
    Fissura/Craving

    Além dos sintomas mencionados, também podem aparecer sintomas físicos e mentais decorrentes da baixa ou falta de uso, chamado de fissura ou “craving”.

    Esses sintomas aparecem de acordo com o nível de dependência, ou seja, quanto mais dependente, mais forte será esses sintomas.

    Detalhes da dependência química que você precisa conhecer

    É crítico controlar o uso das drogas – O que é de fato a dependência química?

    Usar as drogas se torna uma necessidade para o dependente, podendo ser comparada com beber água ou comer,

    o indivíduo sente como se precisasse da droga para viver, por isso, é quase insuportável controlar este uso.

    Embora muitas pessoas insistam em acreditar que utilizar drogas deve ser uma questão de força de vontade ou sobre mau-caratismo, elas se enganam.

    O uso de drogas, mesmo nas primeiras situações, tende a alterar a química do cérebro, afetando o sistema nervoso central e mexendo com as vontades mais primitivas. É por isso, que pode ser comparado

    com as necessidades de sobreviver, como comer e até beber água.

    Explicando melhor, o cérebro cria uma vontade incontrolável pela droga e a longo prazo, consegue explicar o que acontece diversas vezes no ambiente doméstico, quando o dependente demonstra não se

    interessar com os sentimentos ou com os bens dos indivíduos que estão ao redor.

    A verdade é que isso não é como uma decisão que faz, por que, ele não consegue controlar a vontade e acaba tomando essas decisões porque necessita puxar a droga como se precisasse disso para sobreviver.

    A dependência química é um vício sério e precisa de atenção e cuidado, mesmo que em diversas vezes pareça muito difícil compreender o que se passa, buscar tratamentos é a única situação capaz de parar

    com isso.

    Aumento das doses e frequências do uso

    Assim como você viu no primeiro tópico desse post, a dependência química é de caráter progressivo.

    Ou seja, tende a elevar não só a frequência da prática, mas também a quantidade. O que torna inevitável.

    Para explicar melhor, quando uma pessoa consome sua droga, o cérebro sente um prazer imenso quase que imediatamente, desse modo, associando as sensações que teve quando consumiu.

    Então o cérebro busca mais da droga para sentir aquela sensação de novo, daí vem a vontade incontrolável, assim também começa a passar grande parte do tempo pensando em formas de conseguir

    dinheiro ou situações para utilizar.

    Ocorre que com o passar do tempo, o cérebro se torna menos sensível à droga, assim, precisa de uma

    porção ou frequência cada vez maior para poder sentir a uma sensação parecida ou a mesma.

    Então, a tendência é usar cada vez mais, por isso, quem tem parentes ou amigos com dependência, acaba vendo o declínio que ocorre entre os primeiros indícios e o crescimento desse consumo.

    Como funciona a síndrome da abstinência – O que é de fato a dependência química?


    A síndrome da abstinência, ou desequilíbrio da abstinência é o conjunto das reações físicas e mentais ocasionadas pela falta da droga.

    Esses sintomas podem ser anto psicológicos, mentais, sociais e biológicos, dependendo demasiado dos hábitos de consumo ou da substância em ausente.

    Alguns dos sintomas da abstinência podem ser:

    Falta de conforto físico
    Excesso de suor
    Mudança do humor
    Mudança de frequência cardíaca
    Aumento de irritabilidade
    Aumento de agressividade
    Delirar continuamente
    Mudança do sono, dormir menos ou mais do que o comum e tremores

    Para que um indivíduo de fato tenha síndrome de abstinência é necessário que seu organismo esteja acostumado ao uso compulsivo de drogas,

    dessa forma, geralmente acontece com indivíduos dependentes.

    Quer conhecer mais sobre tratamento da dependência química?


    A fissura “craving”:

    Além da abstinência, quando ocorre uma parada abrupta da prática de drogas, também ocorre a fissura. A fissura, ou craving, é o termo aplicado na grande necessidade de utilizar drogas, que vem nos

    momentos em que não está usufruindo.

    Esses sintomas da fissura, todavia geralmente, são pensamentos obsessivos, com articulações sobre consumir a droga ou com memórias eufóricas do consumo.

    Tanto a abstinência quanto sobretudo a fissura muitas vezes são responsáveis pela recaída, causando sintomas difíceis para suportar.

    Além dos sintomas de “craving”/fissura:
    Uma intensa ansiedade
    Vontade intensa de consumir


    Sintoma de depressão e paranoias


    A fissura pode aparecer até anos depois da interrupção da droga, pois a lembrança do uso e os pensamentos ligados ao uso ainda estarão lá.
    A dependência química possui cura?
    Infelizmente não existe cura para a dependência química, já que esses danos gerados ao cérebro, na maioria das vezes, são irreversíveis. Porém, pode haver o domínio da dependência através dos tratamentos.

    Como funciona esse tratamento de dependência química?


    O tratamento para a dependência química é específico e depende dos muitos fatores.

    Isso ocorre porque cada pessoa tem uma relação dessemelhante com as drogas, sendo como pode ter hábitos de consumo diferentes.

    Desse modo, é de fato necessário trabalhar em pontos específicos, de acordo com o relacionamento do dependente com as substâncias.

    Para demonstrar melhor, trazemos todavia, alguns pontos importantes sobre o tratamento.

    Os diferentes níveis de tratamentos para a dependência química:

    O que é de fato a dependência química?
    Os diferentes níveis de tratamentos para a dependência química

    O tratamento para a dependência química sobretudo será de acordo como as drogas afetam a vida desse paciente.

    Como por exemplo:
    Leve

    A abordagem leve é recomendado para indivíduos que ainda não tiveram a vida social ou profissional interferidas pelo uso de drogas, porém, percebem que precisam melhorar e buscar por mudanças.

    O tratamento sobretudo o grau leve, geralmente, não precisa de internação, mas ainda precisa de uma equipe multidisciplinar com profissionais que auxiliem.

    Moderado

    A abordagem todavia de tratamento moderado é recomendado para indivíduos que de alguma forma agora tem a vida interferida pelo consumo de drogas.

    Sendo assim, o dependente tem consciência de que o uso das drogas afeta sua vida e busca por tratamento.

    Grave

    O tratamento grave é recomendado para indivíduos que acabaram perdendo a consciência sobre seus atos, mostrando

    risco para si próprio e para outras pessoas.

    Suas relações agora foram comprometidas, agora não consegue ter um cotidiano normal e afeta a vida das pessoas que vivem ao seu redor.

    A definição todavia do tratamento será indicada de acordo com esses fatores, variando entre tratamento sem hospitalização, com internação voluntária ou até hospitalização involuntário.

    Todos precisam de fato passar por uma avaliação psiquiátrica para checar a ação psicológica, pois através disso o médico identifica diversas formas do tratamento para torná-lo mais efetivo.

    O tratamento pode contar com psicoterapia, aconselhamento, testes toxicológicos, acompanhamento multidisciplinar e ressocialização.

    Agora você de fato já sabe o que é dependência química, o que causa, os sintomas, as crises de abstinência, fissura, aumento de frequência no uso e tratamentos.

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    Clínica de recuperação em SP – Tratamentos para dependentes químicos, alcoólatras e saúde mental

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    isolamento por longos períodos, de forma arcaica para a recuperação de pacientes voluntários (no caso de internação involuntária, infelizmente, o tratamento mais indicado

    ainda é a internação involuntária.

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    o período de internação, e foca na promoção do convívio social e familiar durante todo o tratamento.

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    Dependência química

    De fato, todo mundo conhece alguém que tem problemas com álcool e drogas, muitas vezes essa pessoa é até de nossa família.

    Isso se dá por Infelizmente a dependência química ser uma doença que não escolhe cor, raça e nem classe social.

    Toda e qualquer pessoa pode passar por isso.

    Muitas são as pessoas que inclusive passam por isso, e, em virtude de um preconceito criado pela sociedade, as pessoas tendem a esconder, não falar quando situações como essas acontecem.

    Vale lembrar que a dependência é uma doença de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Por essa razão devemos considerá-la assim para que de fato se possa entender o tratamento para dependentes químicos de um modo geral.

    Essa é uma doença em que é progressiva incurável e fatal.

    A única forma de estacioná-la é de fato estando em abstinência total e absoluta da substância em questão.

    Para que isso aconteça, no entanto, é necessário que o dependente químico inicie um reset, recomeçando em tudo que envolve a sua vida.

    Uma mudança completa que deve abranger comportamentos, pensamentos, e sobretudo hábitos evitando aquilo que o influenciava negativamente ao uso.

    O tratamento para dependentes químicos poderá ser feito de diversas maneiras, entretanto a clínica de reabilitação deve ser sempre uma opção a ser considerada.

    Isso acontece pois a clínica de reabilitação em SP ou em qualquer lugar do Brasil conta com uma série de sugestões que juntas contribuem para uma solidez maior na recuperação.

    ESTRUTURA FÍSICA – Clínica de recuperação em SP – Tratamentos

    A estrutura física das clínicas de recuperação em SP em via de regra contam com uma série de espaços que permitem bem-estar e sensação de acolhimento.

    O paciente poderá encontrar áreas amplas de lazer com piscina, jardins, área verde, salas de jogos para que os pacientes possam ter lazer enquanto se tratam.

    Os espaços de convivência também são arejados e contam com áreas específicas para atendimentos individuais e em grupo com psicólogos e consultas com os psiquiatras.

    As acomodações podem ser individuais, duplas, triplas ou coletivas.

    Pode contar ainda com banheiros individuais por quarto (suítes).

    O espaço deve ser regulamentado, acessíveis e seguro, contar com a documentação legal e predial em dia, transmitindo assim uma sensação

    de segurança e confiança para os pacientes e sobretudo para seus familiares.

    A EQUIPE

    A equipe multidisciplinar que acompanhará o paciente durante seu tratamento é composta por profissionais

    plurais que juntos podem agregar muito valor a recuperação dos dependentes químicos.

    Esses pacientes são recebidos por uma equipe completa que conta com nutricionistas, cozinheiros, terapeutas, coordenadores

    Terapeutas ocupacionais, monitores, psiquiatras, psicólogos, conselheiros em dependência química, equipe de enfermagem, equipe administrativa, equipe de manutenção

    De fato, cada um desses profissionais prestará um serviço personalizado a cada paciente com o objetivo de promover o conhecimento

    O ponto das clínicas de reabilitação é de fato de proporcionar de fato o autoconhecimento, fazer com que os acolhidos entendam seus caminhos, o que os trouxe até aqui

    Reconhecendo portanto gatilhos, perdas e danos causados pelo uso abusivo de drogas e álcool, os motivos que possivelmente o levavam a uso, entender crises

    Aprender sobretudo a tomar um rumo diferente, conhecer coisas que lhes dê prazer e garantam uma vira feliz.

    TRATAMENTO PARA DEPENDENTES QUÍMICOS

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    O tratamento de dependentes químicos em uma clínica de reabilitação tem por objetivo levar o paciente ao conhecimento geral.

    Acerca de si mesmo e acerca da sua doença, reconhecendo sobretudo todos os problemas que a droga e o álcool podem ter trazido pra vida deles e de seus entes queridos

    O tratamento da dependência química é todavia baseado em uma série de alternativas terapêuticas e sessões individuais e

    também em grupo com profissionais que cuidam da saúde mental

    Entendendo e sobretudo reconhecendo traumas, emocionais, psicológicos e sociais, reconhecendo os riscos físicos que são inerentes ao uso de drogas.

    É, todavia, inevitável que o paciente passe por um processo intenso de avaliação interna acerca de seus problemas, e para isso são utilizadas

    Dinâmicas em grupo, além de atendimentos personalizado e individuais, reuniões, palestras, vídeos e literaturas terapêuticas

    Todo esse processo de fato dá sustentação para uma reabilitação sólida e eficaz.

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  • Conheça os tipos de tratamentos para dependência química

    Conheça os tipos de tratamentos para dependência química

    Conheça os tipos de tratamentos para dependência química


    Um grande número de pessoas, não estão cientes de que a dependência química é uma doença crônica que possui tratamento.

    Ela se caracteriza pelo abuso de álcool, maconha, cocaína, crack ou outras substâncias entorpecentes, lícitas ou ilícitas.

    Esse tipo de doença afeta todos os aspectos da vida de um indivíduo e pode ser causado por múltiplos fatores genéticos, ambientais, sociais, familiares e individuais.

    A facilidade de acesso às drogas aumenta a incidência desse transtorno no mundo, tornando o tratamento e prevenção da dependência química um assunto de saúde pública.

    Segundo dados do Relatório Mundial sobre Drogas realizado no ano de 2017, elaborado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC),

    cerca de 250 milhões de pessoas usaram drogas em 2015, entre elas, aproximadamente 29,5 milhões apresentaram algum tipo de transtorno relacionado

    ao consumo dessas substâncias, incluindo dependência química.

    Conheça os tipos de tratamentos para dependência química

    Conheça os tipos de tratamentos para dependência química

    O uso de drogas normalmente começa com fins recreativos ou como uma fuga da realidade. Porém, quando a necessidade

    de fazer o uso de substâncias passa a ser incontrolável, o usuário se torna um dependente químico, apresentando distúrbios físicos, emocionais e até mesmo mentais.

    Com o tempo, cria-se tolerância às substâncias e as doses começam a aumentar para se obter os mesmos efeitos de antes, o que pode até mesmo levar a uma overdose.

    Conheça o tipos de tratamentos para dependência química

    Quais são os tratamentos indicados?

    A escolha de tratamentos para dependência química começa com um diagnóstico criterioso, realizado por uma equipe multidisciplinar, que deve levar

    em consideração as especificidades de cada caso.

    A partir dessa análise, é portanto montada uma estratégia de tratamento personalizada, que deve ser revista periodicamente,

    visando o atendimento das múltiplas necessidades do paciente e a reorganização de sua vida como um todo.

    Os principais obstáculos sobretudo para a busca de uma orientação especializada são: a negação da doença, a falta de

    apoio e o medo do estigma social negativo.

    Além do mais, de fato muitos amigos e familiares não sabem como ajudar um dependente químico ou desconhecem

    a existência de tratamentos especializados.

    Para conseguir portanto esclarecer essas dúvidas, destacamos abaixo os principais tratamentos para abuso de drogas.

    A desintoxicação

    A desintoxicação é todavia apenas uma das fases do tratamento para dependência química.

    Essa etapa é sobretudo considerada a mais crítica, pois o paciente recebe assistência médica durante um determinado

    período de tempo, geralmente 24 horas, para a eliminação das drogas do seu organismo.

    Introdução medicamentosa – Conheça os tipos de tratamentos para dependência química

    Introdução medicamentosa – Conheça os tipos de tratamentos para dependência química

    O abuso de drogas pode de fato ser um fator de risco para a contração e o desenvolvimento de algumas doenças físicas e mentais,

    tais como esquizofrenia, depressão, transtorno de personalidade, cirrose, câncer, insuficiência renal, HIV, hepatite B e C, sífilis,

    lesões cerebrais e desnutrição; também pode ser uma consequência de algumas dessas enfermidades.

    Por esse motivo, o uso de medicamentos no tratamento da dependência química é sobretudo indicado na maioria dos

    casos, devendo ser realizado com o acompanhamento constante, a avaliação do quadro do paciente, a realização

    de exames e de fato o cuidado com efeitos colaterais e interações medicamentosas. Esse tipo de tratamento normalmente é feito em conjunto com a psicoterapia.

    Terapias

    Conheça os tipos de tratamentos para dependência química
    Conheça os tipos de tratamentos para dependência química – TERAPIAS

    Diversas abordagens psicoterapêuticas têm sido muito eficazes no tratamento da dependência química, entre elas a psicanálise,

    a terapia cognitivo-comportamental, a terapia em grupo e a terapia ocupacional.

    As psicoterapias se baseiam sobretudo na aplicação de um conjunto de técnicas e métodos psicológicos, podendo ter objetivos

    diferentes, como todavia a solução de problemas, a modificação de comportamentos e o auxílio no desenvolvimento

    de novas concepções sobre si mesmo e o mundo.

    A opção portanto, por uma dessas modalidades depende dos sintomas apresentados, do grau de evolução do transtorno,

    da estratégia de tratamento e da aceitação e personalidade do paciente.

    Modalidades de internações

    De forma geral, as internações são todavia realizadas quando o paciente necessita de assistência integral e multidisciplinar ou apresenta comportamentos

    agressivos e pensamentos suicidas.

    A Lei 10.216/2001, conhecida também como Lei de Proteção e Direitos das Pessoas Portadoras de Transtornos Mentais,

    prevê as formas de internação voluntária, involuntária e compulsória.

    • Internação voluntária

    Como o próprio nome sugere, esse tipo de internação é sobretudo feito com o consentimento do usuário, com base na avaliação

    e indicação de uma equipe de profissionais especializados.

    Na maioria dos casos, de fato o paciente solicita sua internação voluntariamente e passa para o tratamento ambulatorial quando recebe a alta hospitalar.

    • Internação involuntária

    A internação involuntária, no entanto, pode ser solicitada por um familiar, responsável legal ou especialista que acompanha o tratamento,

    sendo realizada sem o consentimento do dependente químico.

    Em geral, de fato o usuário não tem a percepção crítica da necessidade de internação e oferece risco iminente para si mesmo ou para outras pessoas.

    • Internação compulsória

    A internação compulsória é todavia determinada pela Justiça mediante a um pedido formal de um médico,

    que precisa fazer um laudo atestando que a pessoa não tem condições físicas e psicológicas para procurar tratamento sem intervenção de um terceiro.

    Quando estamos sobretudo falamos de abuso de drogas e dependência química, informação e conscientização são essenciais.